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    Tom Cruise retorna às filmagens de Missão Impossível 6 após acidente

    7 de outubro de 2017 /

    Tom Cruise já retomou as filmagens de “Missão Impossível 6”, após o acidente sofrido no set há quase dois meses. Os paparazzi do tabloide britânico Daily Mail registraram diversas fotos e até um vídeo do ator em seu retorno à produção, que podem ser vistos abaixo. Segundo relatos, Cruise estava mancando, em consequência de ter quebrado o tornozelo num salto durante a produção. Mas as cenas filmadas só requeriam que ele aparecesse sentado, pilotando um helicóptero. Para garantir sua segurança, montou o corpo do helicóptero num guindaste acoplado num veículo, de modo que o aparelho aéreo jamais levantou voo. O ator de 55 anos se feriu ao filmar uma cena de ação em Londres, em 13 de agosto. Ao fazer um salto entre dois prédios, Cruise, que tem o costume de dispensar dublês, não conseguiu atingir a marca da cena e foi de encontro a uma parede, machucando-se. Mesmo com todos os problemas, a produção não sofreu atrasos, pois foram adiantados trabalhos de pós-produção das cenas já filmadas e sequências envolvendo os demais personagens. Além disso, o diretor só esperava contar com a volta de Cruise no final desse mês. A nova sequência de “Missão Impossível” está sendo filmada desde abril, com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou o filme anterior, visando lançamento em julho de 2018.

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    Remake de A Noiva de Frankenstein é adiado, expondo crise no universo sombrio da Universal

    6 de outubro de 2017 /

    A Universal congelou os planos do remake de “A Noiva de Frankenstein”. O estúdio tirou o filme de seu calendário de lançamentos e dispensou a equipe que já estava trabalhando na pré-produção, explicando em comunicado que se trata de um adiamento para reconsiderar o projeto. A situação revela o fiasco do planejamento do chamado Dark Universe (Universo Sombrio) do estúdio. Milhões foram gastos no desenvolvimento de um universo compartilhado entre os monstros clássicos da Universal, e a não realização desses filmes deve gerar mais milhões em multas para os atores que assinaram contrato para as produções, entre eles Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que deveria viver o monstro de Frankenstein no filme arquivado, e até Johnny Depp, que estrelaria “O Homem-Invisível”, agora também invisível no calendário da companhia. Oficialmente, o congelamento do projeto visa dar tempo para o roteirista David Koepp (o mesmo de “A Múmia”) fazer mudanças no roteiro, além de outras considerações genéricas. “Após muitas considerações, a Universal Pictures e o diretor Bill Condon decidiram adiar ‘A Noiva de Frankenstein’. Nenhum de nós quer fazer algo apressado para manter uma data de lançamento, quando sabemos que esse filme especial necessita de tempo. Bill já provou seu talento diversas vezes e estamos ansiosos em continuar a trabalhar juntos”, diz a declaração oficial do estúdio. Estranhamente, um dia antes, Condon dera uma entrevista à revista Forbes em que se dizia “animado” para começar a trabalhar no longa, informando que as filmagens estavam programadas para fevereiro de 2018, visando um lançamento em 14 de fevereiro de 2019. O estúdio queria Angelina Jolie no papel principal, mas aparentemente não teve sucesso na negociação. A atriz preferiu fazer a continuação de “Malévola” na Disney. Especula-se que, além da indisponibilidade de Angelina, os planos de “A Noiva de Frankenstein” foram revistos após o desempenho horrível de “A Múmia”. Concebido como o primeiro filme do universo compartilhado, a produção deu um prejuízo estimado em cerca de US$ 95 milhões. Estrelado por Tom Cruise, “A Múmia” custou US$ 125 milhões apenas para ser produzido, mais um montante de despesas de marketing que, segundo o site Deadline, elevam seu orçamento total para mais de US$ 200 milhões. Entretanto, rendeu apenas US$ 80 milhões na América do Norte. Em todo o mundo, o filme somou US$ 409 milhões. O diretor de “A Múmia”, Alex Kurtzman, era o arquiteto do projeto do Dark Universe, comandando roteiristas e cineastas para criar filmes com tramas e personagens compartilhados, como a Marvel realiza em suas produções. Ele até encomendou logotipo para o plano vistoso, revelado em vídeo, com direito a contratação de astros de filmes – os mencionados Bardem e Depp – que posaram para fotos e participaram de eventos para badalar projetos que podem nem ser rodados. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA) em agosto, em que foi falar da série “Star Trek: Discovery”, Kurtzman foi perguntado sobre sua participação nos demais filmes que a Universal estaria planejando, e disse não saber o que vai fazer, nem se ainda continuava à frente do Dark Universe. Por sinal, o próprio nome Dark Universe é motivo de problemas para a Universal. O site The Hollywood Reporter apurou ter ouvido de uma fonte não identificada da Warner, que o estúdio pretende processar a empresa rival pelo uso do nome, já que se trata de marca registrada. Dark Universe é o título que a Warner pretende dar ao filme da Liga da Justiça Sombria.

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    Roteiro da continuação de No Limite do Amanhã já está pronto

    4 de outubro de 2017 /

    O diretor Doug Liman revelou que Christopher McQuarrie já terminou o roteiro da sequência de “No Limite do Amanhã”, mas ainda não há previsão para o começo das filmagens, porque está sendo difícil conciliar sua agenda com a dos astros Tom Cruise e Emily Blunt. “Tom e Emily estão realmente empolgados para fazer o filme. Já temos um roteiro, só estamos tentando encontrar tempo para fazer a agenda, entre os meus compromissos, os de Emily e Tom”, ele explicou, em entrevista ao site Collider. “Esse é um daqueles casos que a sequência vêm do melhor lugar possível, que não é algo como o estúdio dizendo ‘hey, achamos que podemos fazer mais dinheiro. Vamos fazer outro’. Essa sequência foi originada com os fãs do primeiro longa, que continuaram vindo até Tom, Emily e eu e nos dizendo o quanto amaram o filme e se estávamos pensando na sequência. E tantas pessoas falaram isso para nós que finalmente pensamos: ‘Como seria uma sequência?’. E terminamos com Chris McQuarrie criando uma história incrível”. “Realmente é algo que vem do coração”, ele acrescentou. “Eu nunca tinha trabalhado com Tom nessas grandes franquias, então tudo o que sempre o vi fazer, ou trabalhar com ele, vem do coração da forma mais pura. Quero dizer, ele sempre pensa em seus fãs, sempre pensa no público. Ele não é um desses astros que pensa que é santificado. Ele genuinamente entende que é uma estrela porque as pessoas gostam dos seus filmes. E ele quer entregar isso para essas pessoas”. O filme original acompanhava o inexperiente Tenente Bill Cage (Cruise), enviado sem preparo para lutar contra uma invasão de alienígenas na Terra, e por isso acabava morto em minutos. Mas o contato direto com a espécie extraterrestre cria um fenômeno, lançando-o de volta no tempo no momento de sua morte, de modo que ele passa a reviver os mesmos eventos outra vez. O efeito se repete cada vez que ele morre, o que o leva a lutar a mesma batalha várias vezes. Até descobrir que a personagem de Emily Blunt também enfrentou o mesmo paradoxo e se oferece para treiná-lo e transformá-lo num militar experiente em “apenas um dia”. Doug Liman e Tom Cruise voltaram a se juntar em “Feito na América”, atualmente em cartaz nos cinemas. No momento, o diretor filma a ficção científica “Chaos Walking”. Já Tom Cruise está se recuperando de um acidente no set do sexto “Missão Impossível”, dirigido por McQuarry, e Emily Blunt finalizou as filmagens da continuação de “O Retorno de Mary Poppins”.

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    Kingsman mantém 1º lugar após revisão da bilheteria do fim de semana na América do Norte

    2 de outubro de 2017 /

    O desempate entre os três filmes de maior bilheteria do fim de semana na América do Norte acabou demonstrando que todos faturaram ainda menos que as projeções apontavam: em torno de US$ 16 milhões. Ainda que embolados, “Kingsman: O Círculo Dourado” acabou mantendo o 1º lugar pela segunda semana, seguido por “It: A Coisa” e “Feito na América”. Apesar dos elogios da imprensa, o filme de Tom Cruise acabou mesmo em 3º lugar. O resultado não é bom para “Feito na América”, já que uma bilheteria inicial de US$ 16,7 milhões é considerada modesta para um filme estrelado por Cruise. Mesmo assim, a Universal se mantém otimista, pois os 87% de aprovação no site Rotten Tomatoes – acima até de “It” (85%) – podem costumam despertar a curiosidade do público e manter o filme por mais tempo na parte de cima do ranking. Lançado antecipadamente no exterior na semana passada, inclusive no Brasil, “Feito na América” soma US$ 64,7 milhões no mercado internacional, chegando a US$ 81,6 milhões com a adição do desempenho norte-americano. Orçado em US$ 50 milhões, só deve se pagar com US$ 200 milhões em bilheteria mundial. Se as críticas positivas animam a Universal, as negativas de “Além da Morte” devem ter chocado a Sony. O remake do terror “Linha Mortal” (1990) passou boa parte do fim de semana com 0% de aprovação, atingindo nas últimas horas de domingo 3% no Rotten Tomatoes. Considerado um dos piores filmes do ano, também faturou ainda menos com os valores reajustados: US$ 6,5 milhões. Um desastre que chega ao Brasil em 19 de outubro. Confira abaixo os números definitivos de bilheteria dos 10 filmes mais vistos dos Estados Unidos e do Canadá no fim de semana. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Kingsman: O Circulo Dourado Fim de semana: US$ 16,9M Total EUA: US$ 66,6M Total Mundo: US$ 192,9M 2. It: A Coisa Fim de semana: US$ 16,9M Total EUA: US$ 290,7M Total Mundo: US$ 555,5M 3. Feito-na-América Fim de semana: US$ 16,7M Total EUA: US$ 16,7M Total Mundo: US$ 81,6M 4. Lego Ninjago: O Filme Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA: US$ 35,2M Total Mundo: US$ 58,1M 5. Além da Morte Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA: US$ 6,5M Total Mundo: US$ 9,6M 6. A Guerra dos Sexos Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 4M Total Mundo: US$ 4M 7. O Assassino: O Primeiro Alvo Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA: US$ 31,8M Total Mundo: US$ 44M 8. De Volta para Casa Fim de semana: US$ 1,7M Total EUA: US$ 25,1M Total Mundo: US$ 25,1M 9. Til Death Do Us Part Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 1,5M Total Mundo: US$ 1,5M 10. Mãe! Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA: US$ 16,3M Total Mundo: US$ 34,8M

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    It, Kingsman e Feito na América tem empate técnico no topo das bilheterias da América do Norte

    1 de outubro de 2017 /

    Um fato raro marcou as bilheterias de cinema da América do Norte neste fim de semana. Três filmes embolaram o ranking num empate técnico, e o líder só será conhecido de fato na segunda-feira (2/10), quando o resultado for desempatado pela soma final dos ingressos vendidos. Por enquanto, as projeções apontam que “It – A Coisa” voltou a ocupar o 1º lugar, seguido pela estreia norte-americana de “Feito na América” em 2ª lugar e “Kingsman: O Círculo Dourado”, que teria caído para o 3º. Todos os três faturam em torno de US$ 17 milhões, com uma diferença decimal entre cada um. O resultado só não é bom para “Feito na América”, já que uma bilheteria inicial de US$ 17 milhões é considerada modesta para um filme estrelado por Cruise. Mesmo assim, a Universal está otimista, pois as críticas foram muito positivas: 87% de aprovação no site Rotten Tomatoes, acima até de “It” (85%). Em termos de mercado, isto pode significar uma permanência mais longa na parte de cima do ranking, já que os elogios costumam despertar a curiosidade do público. Lançado antecipadamente no exterior na semana passada, inclusive no Brasil, “Feito na América” soma US$ 64,7 milhões no mercado internacional, chegando a US$ 81 milhões com a adição do desempenho norte-americano. Orçado em US$ 50 milhões, deve se pagar com US$ 200 milhões em bilheteria mundial. Se as críticas positivas animam a Universal, as negativas de “Além da Morte” devem ter chocado a Sony. O remake do terror “Linha Mortal” (1990) passou boa parte do fim de semana com 0% de aprovação, atingindo nas últimas horas de domingo 3% no Rotten Tomatoes. Considerado um dos piores filmes do ano, implodiu nas bilheterias, faturando US$ 6,7 milhões. Um desastre que chega ao Brasil em 19 de outubro. Confira abaixo as projeções de bilheteria dos 10 filmes mais vistos dos Estados Unidos e do Canadá no fim de semana. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. It: A Coisa Fim de semana: US$ 17,3M Total EUA: US$ 291,1M Total Mundo: US$ 553,1M 2. Feito-na-América Fim de semana: US$ 17M Total EUA: US$ 17M Total Mundo: US$ 81,7M 3. Kingsman: O Circulo Dourado Fim de semana: US$ 17M Total EUA: US$ 66,7M Total Mundo: US$ 192,9M 4. Lego Ninjago: O Filme Fim de semana: US$ 12M Total EUA: US$ 35,5M Total Mundo: US$ 58,2M 5. Além da Morte Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA: US$ 6,7M Total Mundo: US$ 9,8M 6. A Guerra dos Sexos Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 4M Total Mundo: US$ 4M 7. O Assassino: O Primeiro Alvo Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA: US$ 31,8M Total Mundo: US$ 44M 8. De Volta para Casa Fim de semana: US$ 1,7M Total EUA: US$ 25,1M Total Mundo: US$ 25,1M 9. Til Death Do Us Part Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 1,5M Total Mundo: US$ 1,5M 10. Mãe! Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA: US$ 16,3M Total Mundo: US$ 34,8M

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    Feito na América é um dos filmes mais divertidos de Tom Cruise

    22 de setembro de 2017 /

    O que chama a atenção em “Feito na América”, segunda e bem-sucedida parceria de Tom Cruise com o diretor Doug Liman, após “No Limite do Amanhã” (2014), é que há um pouco de espaço, mais uma vez, para que o astro deixe um pouco de lado sua vaidade – que é perfeitamente visível em cada obra sua – e se mostre em situações de derrota ou vexame (como a cena em que aparece sem um dos dentes). Aliás, “Feito na América” também mostra o quanto Cruise é um ótimo ator de comédias – como já tinha demonstrado em “Trovão Tropical” (2008) e “Encontro Explosivo” (2010), embora sejam trabalhos menos memoráveis. Vê-se seu novo filme com um sorriso de orelha a orelha. A opção por um registro cômico e de comédia maluca para contar a história baseada em fatos reais de um piloto de aviões que se torna uma espécie de agente duplo da CIA e do Cartel de Medellín se justifica pelo absurdo da situação, que é tão inacreditável que só podia acontecer na vida real mesmo. Na trama de “Feito na América”, Cruise é Barry Seal, um piloto da TWA que aceita a proposta de um agente da CIA para fazer voos rasantes em países da América Latina e documentar ações de países considerados inimigos dos Estados Unidos. O que Seal não contava era que os chefões do Cartel de Medellín descobririam suas ações facilmente, a ponto de convidá-lo para juntar-se a eles nos negócios. A partir daquele momento, Seal passaria também a contrabandear cocaína para os Estados Unidos. Essa brincadeira perigosa, que acabaria inevitavelmente por envolver sua família, só não chega a ser tão intensa do ponto de vista dramático por causa do tom leve que Liman e Cruise preferem impor à trama, mesmo em situações trágicas, envolvendo carros explodindo e o perigo de perder a vida a qualquer momento pelas mãos dos inimigos. Quanto à escolha do elenco de apoio, é curiosa a opção por nomes pouco famosos. A preferência do astro, que também é produtor, por diminuir o orçamento de seus filmes nos últimos anos e talvez o brilho extra que outro ator ou atriz possa roubar dele mesmo, é vista pela presença em cena de apenas um ator de primeiro time, o irlandês Domhnall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”). A intérprete de sua esposa, Sarah Wright (série “Marry Me”), é pouco conhecida de quem não acompanha suas séries de televisão. Outros dois ótimos nomes conhecidos das seréis aparecem em papéis bem pequenos: a adorável Lola Kirke (série “Mozart in the Jungle”) e o ótimo Jesse Plemons (da 2ª temporada de “Fargo”). Seus papéis são minúsculos, um verdadeiro desperdício de talentos. De todo modo, o que importa mesmo no filme é a ousadia de colocar Cruise fugindo com cocaína por todo o corpo em uma bicicleta para crianças, ou quase morrendo com um trote de Pablo Escobar e cia., ou tentando fazer quase o mesmo que Escobar fazia na época em que não tinha mais onde guardar tanto dinheiro: enterrando, escondendo etc. Há quem vá achar a narração em voice-over do Seal do futuro um pouco didática demais, mas acaba sendo mais um atrativo e mais um elemento de diversão deste belo filme, muito bom de ver em salas IMAX, com sua alternância do granulado de algumas cenas mais próximas (especialmente close-ups) e de intensa nitidez em planos gerais.

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    It: A Coisa e Polícia Federal não dão chances a Tom Cruise nas bilheterias brasileiras

    18 de setembro de 2017 /

    “It: A Coisa” manteve seu reinado de terror nas bilheterias brasileiras pela segunda semana consecutiva. A adaptação de Stephen King dirigida pelo argentino Andy Muschietti já foi assistida por 2,3 milhões de espectadores desde o lançamento em 7 de setembro, acumulando um total de R$ 33,9 milhões. O fenômeno é mundial e vem quebrando recordes a cada semana. Por isso, o que impressiona é a resistência nacional de “Polícia Federal – A Lei é para Todos”, que também repetiu seu 2º lugar, após a estreia na semana passada. O filme da Operação Lava-Jato já foi visto por 840 mil espectadores e arrecadou R$ 13,5 milhões. É o drama brasileiro mais bem-sucedido do ano. Mesmo assim, teve queda de 51% em seu público. No fim de semana, levou 215 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 3,7 milhões, segundo dados da ComScore. A queda também reflete a distribuição. O filme que estreou em 734 salas, agora é exibido em 661 salas. Com isso, a estreia de “Feito na América”, o novo thriller de ação estrelado por Tom Cruise, emplacou apenas o 3º lugar, levando 197 mil espectadores aos cinemas, para render R$ 3,4 milhões. O longa só chega daqui a duas semanas nos Estados Unidos.

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    Filme de ação Feito na América com Tom Cruise é a maior estreia da semana

    14 de setembro de 2017 /

    O fim do verão norte-americano assinala uma pausa nos filmes-evento, criando um paradoxo curioso: os dois lançamentos mais amplos desta quinta (14/9) são produções hollywoodianas inéditas nos próprios Estados Unidos. A lista de estreias ainda inclui três filmes brasileiros. O ator Tom Cruise volta a ocupar a maior parte das telas, depois do fracasso de “A Múmia”, tentando levantar voo com “Feito na América”. Ao contrário do anterior, rejeitado pela crítica com 16% de aprovação no Rotten Tomatoes, o novo tem 88% de resenhas positivas. Equilibrando ação e humor, “Feito na América” conta a história verídica de Barry Seal, um piloto de avião que transportava ao mesmo tempo armas para a CIA e drogas para Pablo Escobar. Interpretado por Cruise com um sorriso arteiro e a arrogância de um ás indomável, o personagem esbanja carisma. E também marca a segunda parceria do ator com o diretor Doug Liman, após o bem-sucedido “No Limite do Amanhã” (2014). Um detalhe da produção é que a fotografia é de César Charlone (“Cidade de Deus”). Com distribuição em 547 salas, o filme chega ao Brasil duas semanas antes de seu lançamento nos Estados Unidos. Por outro lado, o terror “Amityville – O Despertar” nem sequer tem previsão para entrar no circuito norte-americano. Provavelmente porque deve sair direto em DVD por lá. Afinal, sua trama é uma continuação que renega os diversos filmes anteriores passados no mesmo lugar mal-assombrado. Segundo a premissa, nada aconteceu em Amityville desde os anos 1970, época em que mortes sangrentas inspiraram uma lenda e originaram a franquia de terror original. Por conta disso, uma nova família acha perfeitamente seguro se mudar para a casa mal-assombrada mais famosa do mundo. Em 1979 e 2005, foram recém-casados que se mudaram para o local. Desta vez, a trama é mais próxima do segundo longa, “Terror em Amityville” (1982), em que a assombração atacava o filho adolescente dos moradores incautos. O roteiro e a direção são do francês Franck Khalfoun, que recentemente revisitou outro terror clássico com o remake de “Maníaco” (1980). A animação canadense “O que Será de Nozes 2” é quase um remake. Assim como na primeira animação, o habitat dos bichinhos falantes sofre um acidente e eles são forçados a buscar um novo esconderijo. E, claro, precisarão lutar para defendê-lo. No caso, enfrentarão o projeto de transformar um parque verde num parque de diversões, fazendo de tudo para impedir as obras, como visto em inúmeros curtas do Tico e Teco, da Disney, e no recente “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012). O circuito limitado ainda traz mais dois dramas americanos. “Em Defesa de Cristo” segue a linha de “Deus Não Está Morto”, confrontando um ateu com “verdades religiosas”. Curiosamente, a efetividade deste tipo de propaganda, baseada no best-seller de um professor evangélico, é bastante limitada, já que atrai apenas os convertidos – foi um fracasso nas bilheterias dos EUA. Já “Columbus” é uma produção indie com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, que teve sua première no Festival de Sundance deste ano. O título se refere à cidade de Indiana onde um sul-coreano (John Cho, de “Star Trek”) se vê encalhado, quando seu pai, um arquiteto famoso, cai doente. A trama equilibra concreto e romance, conforme o protagonista vai conhecendo a cidade modernista e se envolve com uma bela jovem (Haley Lu Richardson, de “Fragmentado”) entusiasta de arquitetura, cuja mãe também sofre com uma doença diferente – o vício. Rara produção búlgara a chegar ao Brasil, “Glory” venceu diversos prêmios internacionais, especialmente pelo roteiro, que mostra como um ato ético pode ser corrompido por um governo inescrupuloso. Na trama, um trabalhador ferroviário encontra milhões em dinheiro espalhados sobre os trilhos e os entrega à polícia. Quando uma funcionária do Ministério dos Transportes decide usá-lo numa campanha para desviar a atenção da imprensa de um escândalo de corrupção, sua vida simples é submetida ao caos da burocracia estatal. A parábola dramática tem 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Três ótimos filmes nacionais completam a programação. No revelador documentário “A Gente”, o diretor Aly Muritiba (“Para Minha Amada Morta”) filma a rotina de agentes penitenciários, uma profissão que ele exerceu antes de virar cineasta, no interior de uma penitenciária de Curitiba. “Deserto” marca a estreia do ator Guilherme Weber (“Real, O Plano por Trás da História”) como diretor e roteirista, e acompanha a chegada de uma trupe de artistas itinerantes numa cidade fantasma, que decidem habitar, revelando suas verdadeiras personalidades fora do palco. Com elenco liderado pelo veterano Lima Duarte (“Família Vende Tudo”), o filme chama atenção pelo visual felliniano e foi premiado por isso, com o troféu de Melhor Direção de Arte no Festival de Brasília passado. Por fim, “As Duas Irenes” possui uma carreira consagrada por participação no Festival de Berlim, prêmio de Melhor Filme de Estreia do Festival de Guadalajara e três Kikitos no recente Festival de Gramado, incluindo Melhor Ator Coadjuvante (Marco Ricca), Direção de Arte e Roteiro, escrito pelo diretor estreante Fabio Meira. Rodado em Goiás, a produção acompanha uma jovem que descobre outra filha de seu pai. Além do mesmo pai, a jovem ainda compartilha o mesmo nome que o seu. Sem se identificar, a primeira Irene se aproxima da outra. Mas a história não tem vingança ou perversidade. Em vez disso, explora a situação atípica como uma metáfora para as questões existenciais da adolescência. Com bela fotografia (da boliviana Daniela Cajías) e trama universal, merecia um lançamento em mais salas. Clique nos títulos destacados de cada filme para ver os trailers de todas as astreias da semana.

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    Tom Cruise volta a ser um ás indomável no vídeo de bastidores do thriller Feito na América

    27 de agosto de 2017 /

    A Universal divulgou um vídeo de bastidores de “Feito na América” (American Made), que explora o tom divertido e frenético da produção. O filme conta a história real de Barry Seal, um piloto de avião que transportava armas para a CIA e drogas para Pablo Escobar, interpretado por Tom Cruise com um sorriso arteiro e a arrogância de um ás indomável, e descrito pelo diretor Doug Liman como “um cowboy” dos ares. Algumas situações impossíveis do filme realmente aconteceram, como sugere a narração do próprio Cruise. Mas muitas outras são exagero e estilo, como o pouso forçado de seu avião nos subúrbios, sob uma nuvem branca de cocaína. O elenco também inclui Domhnall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”), Caleb Landry Jones (“Corra!”), Jesse Plemons (série “Fargo”), Sarah Wright (série “Marry Me”), Jayma Mays (série “Glee”), Lola Kirke (“Mistress America”), Benito Martinez (série “American Crime”) e Connor Trinneer (série “Star Wars: Enterprise”). Segunda parceria entre Tom Cruise e o diretor Doug Liman, após o bem-sucedido “No Limite do Amanhã” (2014), “Feito na América” estreia em 14 de setembro no Brasil, duas semanas antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Acidente de Tom Cruise não muda data de estreia de Missão Impossível 6

    16 de agosto de 2017 /

    A Paramount divulgou um comunicado sobre o acidente de Tom Cruise nas filmagens de “Missão Impossível 6”, em que confirma a interrupção da produção, mas também garante a manutenção da data de estreia original do filme. O ator quebrou o tornozelo no fim de semana, ao realizar um salto entre dois prédios para uma cena da produção. “Durante a produção no último filme de ‘Missão Impossível’, Tom Cruise quebrou o tornozelo enquanto realizava um salto. A produção vai entrar em hiato enquanto Tom faz uma recuperação completa, e o filme permanece no cronograma com estreia em 27 de julho de 2018. Tom quer agradecer a todos por sua preocupação e apoio e deseja compartilhar logo o filme com o público no próximo verão”, diz o comunicado. O hiato referido deve durar no mínimo nove semanas, tempo estimado pelos médicos para a perna do ator se curar. Para não atrasar o lançamento, a Paramount deve antecipar montagens de trechos e pós-produção das cenas já filmadas. Assim, o filme terá um processo pouco usual de finalização, mas não inédito. Várias produções utilizam o período das chamadas “filmagens adicionais”, realizadas após algumas semanas, mas às vezes após meses (“Guerra Mundial Z”, por exemplo), para refazer boa parte da produção. É o que está acontecendo atualmente com “Liga da Justiça”, por exemplo, que nem por isso alterou sua data de estreia. O que leva à questão do bigode. A produção de “Missão Impossível 6” não deixou Henry Cavill cortar o bigode de seu personagem para voltar ao papel de Superman nas refilmagens da “Liga”. O bigode do ator precisaria ser apagado digitalmente no filme dos super-heróis. Mas será que ele precisará mesmo ficar com o bigode por todo o período de hiato da produção? O acidente pode dar tempo para Cavill fazer a barba, vestir a capa, voar até a “Liga da Justiça” e depois voltar a assumir a identidade de um espião bigodudo no filme estrelado por Cruise.

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    Acidente de Tom Cruise foi grave e pode interromper produção de Missão Impossível 6

    15 de agosto de 2017 /

    O acidente de Tom Cruise nas filmagens de “Missão Impossível 6” foi mais grave que as imagens captadas em vídeo sugeriam (veja abaixo). Os tabloides britânicos apuraram que o ator quebrou dois ossos do tornozelo e não deve voltar tão cedo para retomar a produção. Uma fonte disse ao jornal The Sun: “A lesão é pior do que se temia. Tom teve sérios danos e precisará de meses para se recuperar. Ele é a maior estrela do filme e tudo gira em torno dele. Os chefes do estúdio não tem outra escolha além de adiar as filmagens”. Cruise se machucou ao filmar uma cena de ação em Londres, no domingo (13/8). Ao fazer um salto entre dois prédios, o ator de 55 anos, que tem o costume de dispensar dublês, não conseguiu atingir a marca da cena e foi de encontro a uma parede. Após o acidente, Tom conseguiu subir ao topo do edifício, mas saiu mancando. Há três anos, Harrison Ford teve problema parecido ao de Cruise, quando a porta hidráulica da nave Millennium Falcon caiu sobre sua perna nas filmagens de “Star Wars: O Despertar da Força”, quebrando dois ossos. Mas mesmo com seu afastamento por alguns meses a estreia original foi mantida. A diferença é que ele não era o protagonista – ou seja, não estava em tantas cenas. Um acidente envolvendo protagonista aconteceu no ano passado no set de “Maze Runner: A Cura Mortal”, quando Dylan O’Brien se machucou durante a filmagem e quebrou vários ossos. O caso foi ainda mais grave, com internação hospitalar, e a produção acabou interrompida por um ano. Previsto para o começo de 2017, o filme só vai estrear em 2018. A nova sequência de “Missão Impossível” está sendo filmada desde abril, com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou o filme anterior, visando lançamento em julho de 2018.

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    Tom Cruise se machuca em acidente nas filmagens de Missão Impossível 6

    13 de agosto de 2017 /

    O astro Tom Cruise se machucou durante um acidente nas filmagens de “Missão Impossível 6”, em Londres, neste domingo (13/8). O site TMZ divulgou um vídeo do acidente, que pode ser visto abaixo. Ao fazer um salto entre dois prédios durante a filmagem, o ator de 55 anos, que tem o costume de dispensar dublês, não conseguiu atingir a marca da cena e foi de encontro a uma parede. Após o acidente, Tom conseguiu subir ao topo do edifício, mas saiu mancando. Ao retornar ao ponto de partida, foi atendido pela equipe de segurança. O TMZ não soube informar a extensão dos ferimentos, que podem resultar em atrasos na produção. A nova sequência de “Missão Impossível” está sendo filmada desde abril, com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou o filme anterior, visando lançamento em julho de 2018.

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    Projeto do universo de monstros da Universal implode e diretor de A Múmia não sabe o que fazer

    5 de agosto de 2017 /

    Depois de Akiva Goldsman nos “Transformers”, outro gênio dos blockbusters balançou. Alex Kurtzman, que responde pelo prejuízo causado por “A Múmia” na Universal, disse não saber o que vai fazer, nem se ainda continua à frente do Dark Universe, o projeto do universo compartilhado de monstros do estúdio, que “A Múmia” supostamente deveria inaugurar. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), do qual participou para falar da série “Star Trek: Discovery”, Kurtzman foi perguntado sobre sua participação nos demais filmes que a Universal estaria planejando. “Sabe, a verdade é que não sei. Ainda não decidi. É a resposta honesta”, ele disse. “A Múmia” foi um dos maiores fracassos do ano. Com uma produção orçada em US$ 125 milhões, chegou aos cinemas no começo de junho e arrecadou apenas US$ 79,8 milhões na bilheteria norte-americana. Os chineses impediram o pior, respondendo pela maior parte do faturamento. Graças ao mercado internacional, o filme atingiu US$ 397,7 milhões em bilheteria mundial. Entretanto, a arrecadação estrangeira é bastante taxada, o que diminui consideravelmente o que de fato retorna para o estúdio – em alguns casos, apenas 25% do total. Projeções avaliam o prejuízo da Universal em US$ 95 milhões. Kurtzman era o arquiteto do projeto, comandando roteiristas e cineastas para criar um universo compartilhado entre os filmes de monstros do catálogo da Universal, como a Marvel realiza em suas produções. Ele até encomendou logotipo para o plano vistoso, revelado em vídeo, com direito a contratação de astros de filmes que pode nem ser rodados – como Johnny Depp, o futuro (?) Homem-Invisível. Cheio de planos grandiosos, Kurtzman queria Angelina Jolie em “A Noiva de Frankenstein”, Scarlett Johansson em “A Criatura da Lagoa Negra”… “Amaria ter Michael Fassbender, trazer também Jennifer Lawrence, Charlize Theron, quem sabe Angelina Jolie”, ele declarou ao site Fandom, antes de enumerar os remakes em andamento. “Nós sabemos que vamos fazer ‘Frankenstein’, ‘A Noiva de Frankenstein’, ‘Drácula’, ‘O Monstro da Lagoa Negra’, ‘O Fantasma da Ópera’, ‘O Corcunda de Notre-Dame’ e ‘O Homem Invisível’”, completou, dois dias antes da estreia de “A Múmia”. Agora, ele não sabe mais nada. Não decidiu. Mas a Warner, sim, decidiu. Está pressionando a Universal, via ameaça de processo, a desistir do nome Dark Universe, que é marca registrada da DC Comics e deverá ser título de um filme planejado pelo estúdio. Antes de dirigir “A Múmia”, Kurtzman escreveu “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro” (2014), que encerrou a franquia, “Além da Escuridão: Star Trek” (2013), que balançou a franquia, e “Cowboys & Aliens” (2011), que deveria, mas não virou franquia. Por enquanto, há apenas mais um filme do universo de monstros programado pela Universal: “A Noiva de Frankenstein” tem lançamento previsto para fevereiro de 2019. A nova versão do clássico de 1935 será dirigida por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), que já tem um vínculo com esta história, tendo vencido o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “Deuses e Monstros” (1998), sobre os últimos anos da vida de James Whale, o diretor original de “Frankenstein” (1931) e “A Noiva de Frankenstein”. Entretanto, Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) é o único confirmado no elenco, como o monstro de Frankenstein. Ele foi anunciado antes da estreia de “A Múmia”…

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