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  • Filme

    Polícia Federal – A Lei É Para Todos mira a corrupção, mas reflete radicalização

    16 de setembro de 2017 /

    Mais que a corrupção desregrada, o que o filme “Polícia Federal – A Lei É Para Todos” configura é a radicalização que tomou conta do país desde as manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff. Uma separação entre grupos opostos tão irracional quanto torcidas de futebol. E ela se manifesta no filme por meio de discussões e principalmente na cena que registra Lula no Aeroporto de Congonhas, depois de ter sido levado coercitivamente para depor. O filme mostra dois times muito bem delineados: os que achavam aquilo um absurdo e estavam ali para protestar a favor do ex-Presidente, vestidos de vermelho e com o apoio da CUT, e aqueles que tinham escrito “Somos todos Moro” em suas bandeiras e se vestiam de verde e amarelo, comemorando aquele momento, pois, embora não representasse a prisão de Lula, significava um passo importante para isso, após panelarem até derrubar uma Presidente eleita. Logo, foi um dia de festa para muitos brasileiros. “Polícia Federal – A Lei É Para Todos” é desses filmes que merecem ser vistos nem que seja por curiosidade mórbida, seja por quem acompanha o cinema brasileiro e quer pensar o filme dentro do cenário do gênero policial contemporâneo, seja por quem está interessado em ver como foi o recorte e de que maneira o diretor Marcelo Antunez (“Até que a Sorte nos Separe 3″) e seus roteiristas (Gustavo Lipsztein e Thomas Stavros, ambos da série de “1 Contra Todos”) resolveram contar a história da Operação Lava-Jato desde sua origem até o ano passado. E por mais que a primeira metade do filme funcione bem como thriller policial, apesar de diálogos bem ruins, o aspecto político é muito frágil, no sentido de vilanizar pessoas que ainda estão sob investigação. Como é o caso do ex-Presidente Lula, retratado como uma figura enjoada e afetada por Ary Fontoura (da novela “Êta Mundo Bom!”). Se os próprios representantes da direita brasileira dão o braço a torcer diante do carisma de Lula, o que é mostrado passa bem longe de sua figura pública. Na sessão em que assisti, que terminou com uma salva de palmas do público presente, muitos se divertiram com o modo como Lula foi representado, alguns até dizendo “olha a cara de pau dele” etc., como se estivessem vendo o próprio ex-Presidente – ou uma cena de novela. A imagem do verdadeiro Lula nos créditos finais, dizendo que “a jararaca está viva”, em entrevista coletiva após o tal depoimento, ajuda a esquecer um pouco a interpretação infeliz de Fontoura, ao mesmo tempo em que retoma a linha de radicalização exibida no filme. Há outras situações forçadas do roteiro, em particular as vividas por Bruce Gomlevsky (novela “Novo Mundo”), intérprete de um dos quatro principais agentes (fictícios) da Lava-Jato. Seu quadro branco contendo as palestras do Lula por diversos países e o dinheiro supostamente desviado mais parece o famoso powerpoint do procurador Deltan Dallagnol. Quanto ao juiz Sérgio Moro, vivido por Marcelo Serrado (“Crô – O Filme”), o filme o deixa um pouco mais distanciado do caso, como que para torná-lo o mais isento e apartidário possível. Até mesmo cenas do juiz preparando pizza e conversando com o filho em sua casa o filme mostra. Mas os verdadeiros heróis são mesmo os quatro cavaleiros da operação, vividos ficcionalmente por Antonio Calloni (minissérie “Dois Irmãos”), Flávia Alessandra (também da novela “Êta Mundo Bom!”), João Baldasserini (novela “Pega Pega”) e o já citado Gomlevsky, que é o sujeito que canta “Inútil”, do Ultraje a Rigor, em um karokê. Mesmo quando um dos atores das novelas da Globo se questiona sobre quem estaria sendo beneficiando por tantas prisões e acusações naquele momento de tensão política intensa, logo aparece alguém para tranquilizá-lo, dizendo que eles estão sim tornando o Brasil melhor. Neste momento, o filme quase consegue realizar uma autorreflexão lúcida diante do que é mostrado. Falar de um cenário político sem o distanciamento temporal adequado é sempre arriscado. Mas, como vivemos um momento em que a urgência e o pré-julgamento parecem imperar, a busca pela verdade aparecerá sempre borrada. No meio deste caldo fervente, há ainda outros projetos por vir, como a série da Lava-Jato criada por José Padilha (“Tropa de Elite”) para a Netflix e os quatro documentários sobre o impeachment de Dilma Rousseff, sendo que dois optaram por retratar a situação mais próximo do ponto de vista da ex-presidente. Até lá, ficamos na torcida pelo Brasil.

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  • Filme

    Jennifer Lawrence é espiã fatal, fria e sedutora no trailer legendado de Operação Red Sparrow

    15 de setembro de 2017 /

    Como a Marvel não faz o filme da Viúva Negra, a Fox foi adiante e escalou Jennifer Lawrence no papel da espião russa, treinada desde jovem nas artes marciais e da sedução, num programa secreto para a criação de uma agente perfeita. Sim, é a história da vingadora dos quadrinhos, resumida no primeiro trailer legendado de “Operação Red Sparrow” como uma lenda na comunidade de inteligência. Lawrence aparece fria e focada em suas cenas, que tem mais clima que ação, e usando muitas perucas para se disfarçar – de forma pouco eficiente, já que todas tem a mesmíssima franja. O filme é uma adaptação do best-seller “Roleta Russa”, escrito por Jason Matthews, ex-agente da CIA que se deu bem no ramo da espionagem fictícia. Lawrence vive Dominika Egorova, uma jovem que, após ver o frustrado o sonho de entrar para o balé Bolshoi, é colocada diante da opção de ingressar no serviço secreto da Rússia… ou ser executada. Especializando-se na técnica da sedução, ela recebe a missão de conquistar o agente da CIA Nathaniel Nash (papel de Joel Edgerton, de “Ao Cair da Noite”), responsável por coordenar o trabalho de um informante americano na Rússia. Ao mesmo tempo, ele tenta fazê-la trair seu país. A produção volta a reunir Jennifer Lawrence com o diretor Francis Lawrence, após os dois trabalharem juntos em três filmes da franquia “Jogos Vorazes”, e também com o roteirista Eric Warren Singer, que assinou “Trapaça” (2013). A estreia está prevista para 1 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    O Estrangeiro: Jackie Chan enfrenta Pierce Brosnan em trailer, cena e imagens de filme de ação

    14 de setembro de 2017 /

    A STX divulgou imagens e vídeos – incluindo o trailer final – de “O Estrangeiro” (The Foreigner), que traz Jackie Chan num dos papéis mais sombrios de sua carreira Longe do tom cômico que marca suas produções faladas em inglês, o filme mostra o ator mais famoso da China com o semblante fechado e desejo de matar, após uma explosão terrorista custar a vida de sua filha. Em busca dos responsáveis pelo atentado, ele pressiona um funcionário do governo britânico, vivido pelo ex-007 Pierce Brosnan, a revelar a identidade dos criminosos. Recusando-se a aceitar sua palavra de que não tem conhecimento da tragédia, Chan o transforma no alvo de sua vingança. Coprodução entre a China e o Reino Unido, o filme tem roteiro de David Marconi (“Duro de Matar 4.0”) e direção de Martin Campbell (“007 – Cassino Royale”), que opta por uma linha de ação mais violenta que os fãs de Chan estão acostumados, como demonstra o vídeo da cena estendida do filme. O elenco ainda inclui Katie Leung (franquia “Harry Potter”), Stephen Hogan (“Transformer: O Último Cavaleiro”), Charlie Murphy (série “The Last Kingdom”) e Rory Fleck Byrne (série “Harlots”). A estreia está marcada para 30 de novembro no Brasil, dois meses após o lançamento na China.

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  • Filme

    Vera Farmiga faz uma proposta perigosa para Liam Neeson em trailer de suspense

    14 de setembro de 2017 /

    A Lionsgate divulgou a primeira foto, o pôster e o trailer de “The Commuter”, quarto thriller de ação da parceria entre o ator norte-irlandês Liam Neeson e o diretor espanhol Jaume Collet-Serra – após “Desconhecido” (2011), “Sem Escalas” (2014) e “Noite sem Fim” (2015). No novo filme, Neeson é um passageiro de trem em seu trajeto cotidiano para casa, que recebe uma proposta instigante de uma mulher misteriosa (vivida por Vera Farmiga, de “Bates Motel”) e, ao aceitar dinheiro para identificar um passageiro, acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como de todos ao seu redor. O roteiro foi escrito pelos estreantes Byron Willinger e Phil de Blasi, e o elenco ainda inclui Patrick Wilson (“Invocação do Mal”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Sam Neill (“Jurassic Park”), Dean-Charles Chapman (série “Game of Thrones”), Killian Scott (“Calvário”), Elizabeth McGovern (série “Downton Abbey”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”) e Damson Idris (série “Snowfall”). A estreia está marcada para 11 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    2ª temporada de Designated Survivor ganha comercial e pôster

    3 de setembro de 2017 /

    A rede americana ABC divulgou o pôster e um comercial da 2ª temporada de “Designated Survivor”. O vídeo relembra brevemente a trama da série, mostra cenas inéditas e ainda e faz um comentário político, ao exaltar que o presidente da ficção tem alto índice de aprovação. A atração é um dínamo de audiência digital. Em sua exibição ao vivo, a 1ª temporada atraiu respeitáveis 5,8 milhões de telespectadores em média, mas quando somadas todas as plataformas o número simplesmente dobra, passando dos 11 milhões. As críticas também são bastante favoráveis, com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e há um consenso de que ela captou o zeitgeist (o espírito de seu tempo) como nenhuma outra, ao antecipar a situação de um presidente inexperiente na Casa Branca. É a segunda vez que uma série estrelada por Kiefer Sutherland se conecta com o público americano ao refletir a realidade contemporânea como um thriller de ação. A primeira vez aconteceu na clássica série “24 Horas”, sobre repressão ao terrorismo, levada ao ar apenas dois meses após a queda das Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York. O título da série, “Designated Survivor”, é um termo técnico utilizado para se referir a um integrante do governo norte-americano, que é levado a um local isolado e seguro, durante reuniões conjuntas do Presidente e outros líderes do país. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Pois, na trama, um atentado terrorista elimina todos os representantes eleitos do pais, cabendo ao sobrevivente, o secretário de desenvolvimento urbano Tom Kirkman (papel de Sutherland), assumir o governo durante o momento de crise e lidar com a situação de emergência. A série foi criada por David Guggenheim, roteirista do ótimo filme de ação “Protegendo o Inimigo” (2011), que divide a produção com Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds”, “Grey’s Anatomy” e inúmeros filmes) e Simon Kinberg (produtor-roteirista da franquia “X-Men”). O bom elenco ainda inclui Natasha McElhone (série “Californication”), Maggie Q (série “Nikita” e franquia “Divergente”), Kal Penn (série “House”), Italia Ricci (série “Supergirl”), Adan Canto (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), LaMonica Garrett (série “The Last Ship”) e Tanner Buchanan (série “The Fosters”). A 2ª temporada estreia no dia 27 de setembro nos Estados Unidos. A série é distribuída pela Netflix no Brasil.

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  • Filme

    Pedro Pascal será o vilão de O Protetor 2

    27 de agosto de 2017 /

    O ator chileno Pedro Pascal (série “Narcos”) terá o papel de vilão na continuação de “O Protetor”, filme de ação de 2014 estrelado por Denzel Washington no papel-título. A sequência terá novamente roteiro de Richard Wenk e direção de Antoine Fuqua, e além de Washington também trará de volta ao elenco os atores Melissa Leo e Bill Pullman, intérpretes de um casal amigo de Robert McCall, o personagem de Denzel. Não há detalhes sobre a trama, que apresentará uma nova aventura de Robert McCall, um ex-agente especial que ajuda aqueles que não podem se defender. A franquia é baseada numa série clássica dos anos 1980 (“The Equalizer”), que trazia Edward Woodward no papel de McCall. A estreia de “O Protetor 2” está marcada para setembro de 2018.

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  • Filme

    Paul Greengrass vai filmar thriller sobre terrorista real para a Netflix

    27 de agosto de 2017 /

    O diretor britânico Paul Greengrass (“Jason Bourne”) vai fazer um filme para a Netflix. Segundo o site Deadline, ele vai dramatizar um atentado terrorista verídico, ocorrido em Oslo, na Noruega, em 2011. A diferença deste atentado para outros ataques recentes é que foi cometido por um cristão extremista de direita. Anders Behring Breivik detonou uma bomba perto do escritório do primeiro-ministro norueguês, matando oito pessoas em 2011. Sem ser detido, viajou usando roupas de policial até uma ilha, onde disparou contra dezenas de jovens que participavam de um acampamento. Ele foi condenado a 21 anos de prisão – a sentença máxima permitida na Noruega. O longa terá um orçamento de US$ 20 milhões e será rodado na própria Noruega. Ainda não há previsão para a estreia. Greengrass é especialista em filmar thrillers baseados em eventos reais, como “Domingo sangrento” (2002), sobre o massacre cometido por tropas britânicas contra manifestantes irlandeses, em 1972, “Vôo United 93” (2006), que retratava o sequestro de um dos aviões usados nos ataques de 11 de setembro, e “Capitão Phillips” (2013), sobre a invasão de piratas somalis a um navio americano. Ele também dirigiu três filmes da franquia de Jason Bourne.

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  • Filme

    Tom Cruise volta a ser um ás indomável no vídeo de bastidores do thriller Feito na América

    27 de agosto de 2017 /

    A Universal divulgou um vídeo de bastidores de “Feito na América” (American Made), que explora o tom divertido e frenético da produção. O filme conta a história real de Barry Seal, um piloto de avião que transportava armas para a CIA e drogas para Pablo Escobar, interpretado por Tom Cruise com um sorriso arteiro e a arrogância de um ás indomável, e descrito pelo diretor Doug Liman como “um cowboy” dos ares. Algumas situações impossíveis do filme realmente aconteceram, como sugere a narração do próprio Cruise. Mas muitas outras são exagero e estilo, como o pouso forçado de seu avião nos subúrbios, sob uma nuvem branca de cocaína. O elenco também inclui Domhnall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”), Caleb Landry Jones (“Corra!”), Jesse Plemons (série “Fargo”), Sarah Wright (série “Marry Me”), Jayma Mays (série “Glee”), Lola Kirke (“Mistress America”), Benito Martinez (série “American Crime”) e Connor Trinneer (série “Star Wars: Enterprise”). Segunda parceria entre Tom Cruise e o diretor Doug Liman, após o bem-sucedido “No Limite do Amanhã” (2014), “Feito na América” estreia em 14 de setembro no Brasil, duas semanas antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Michael B. Jordan negocia estrelar remake do thriller sul-coreano O Gosto da Vingança

    27 de agosto de 2017 /

    O cultuado thriller sul-coreano “O Gosto da Vingança” (2005) vai ganhar remake americano com Michael B. Jordan (“Creed”). Segundo o site da revista Variety, ele negocia viver o papel que foi de Lee Byung-hun (“Sete Homens e um Destino”). A trama gira em torno do capanga de um chefão do crime, que é encarregado de seguir a jovem amante do patrão para descobrir se ela tem outro amante. Ao comprovar que ela trai o chefão, o capanga, que tinha ordem para matar os dois, espanca o sujeito e deixa a jovem viva. Mas ao contrariar as ordens, ele dá início a uma escalada de problemas que terminarão colocando-o contra a máfia local. O filme original estabeleceu a reputação do diretor Kim Jee-woon como um dos melhores cineastas da atual geração sul-coreana. A adaptação será o segundo remake de uma obra sua produzido por Hollywood. O terror “Medo” (2003) já virou o americano “O Mistério das Duas Irmãs” (2009), mas também há planos de refilmagem de seu sensacional suspense “Eu Vi o Diabo” (2010). O remake terá direção da sul-coreana Jennifer Yuh Nelson, dos blockbusters animados “Kung Fu Panda 2” e “3”. O thriller será seu segundo filme como atores, após a sci-fi “The Darkest Minds”, atualmente em produção para uma estreia em setembro de 2018. A produção é do cineasta Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que acredita que o filme, intitulado em inglês “A Bittersweet Life”, tem potencial de virar uma franquia. Aproveite e reveja o trailer do filme original abaixo.

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  • Filme

    Terror brasileiro Motorrad é selecionado para o Festival de Toronto

    15 de agosto de 2017 /

    O novo filme do diretor Vicente Amorim (de “Corações Sujos” e também “Irmã Dulce”), o longa brasileiro de terror “Motorrad” terá première mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto, que acontece de 7 a 17 de setembro no Canadá. Ele foi selecionado para a seção Contemporary World Cinema. O filme adapta para o cinema uma história de Danilo Beyruth, colaborador da editora americana de quadrinhos Marvel. A trama acompanha um grupo de jovens que faz motocross numa trilha remota e desconhecida, e acaba entrando em território proibido, passando a ser caçado por um grupo de motoqueiros assassinos. O elenco inclui alguns ex-integrantes da novela teen “Malhação”, como Carla Salle, Guilherme Prates e Juliana Lohmann. A data de estreia nos cinemas brasileiros ainda não foi definida.

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  • Filme

    Charlize Theron diz que o estúdio já abriu conversas sobre a continuação de Atômica

    28 de julho de 2017 /

    O desempenho inicial de “Atômica” (Atomic Blonde), thriller de ação ultraviolento estrelado por Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que estreou nesta sexta (28/7) nos Estados Unidos, está fazendo a Universal considerar a possibilidade de transformá-lo numa franquia. Em entrevista para o site The Hollywood Reporter, a atriz confidenciou que as conversas sobre uma continuação tiveram início nesta semana. “Estamos começando essa conversa agora. Estamos definitivamente falando”, ela afirmou. Tudo, claro, vai depender da bilheteria final. Extra-oficialmente, projeções estimam que o longa possa abrir com US$ 20 milhões neste fim de semana. Como a produção custou apenas US$ 30 milhões, a quantia está dentro do que o estúdio considera razoável. O filme é uma adaptação da graphic novel “The Coldest Day”, de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart, que não tem sequência. Mas o filme termina com um gancho para novas aventuras, incluído pelo roteirista Kurt Johnstad (“300”), que também foi responsável por mudar o sexo da personagem vivida por Sofia Boutella (“A Múmia”), dando origem a cenas lésbicas de alta voltagem. Na trama, Charlize vive a “loira atômica” do título original durante a época da Guerra Fria, nos anos 1980. Sua personagem é uma espiã britânica enviada para Berlim Ocidental numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. Caso o filme ganhe sequência, será o segundo trabalho do diretor David Leitch a virar franquia. O detalhe é que ele dirigiu apenas dois longas na carreira. O primeiro foi “De Volta ao Jogo”, em que Keanu Reeves viveu pela primeira vez o matador John Wick. O próximo filme de Leitch, porém, já será uma continuação de franquia, “Deadpool 2”, que estreia em 31 de maio no Brasil. “Atômica”, por sua vez, estreia em 3 de agosto no país.

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  • Série

    Samuel L. Jackson vai estrelar sua primeira série

    28 de julho de 2017 /

    O ator Samuel L. Jackson vai protagonizar a sua primeira série live action. Ele terá o papel-título em “Old Man”, desenvolvida por Jonathan E. Steinberg, co-criador de “Black Sails”. Segundo o site Deadline, a maioria das plataformas de streaming e canais de TV paga dos Estados Unidos já fizeram ofertas para produzir a atração. Criada por Steinbarg com base no livro homônimo do autor de suspense Thomas Perry, “Old Man” centra-se no viúvo Dan Chase (Jackson), um aposentado de Vermont com um segredo obscuro. Há 35 anos, eles era um oficial da inteligência do exército, que participou de uma operação mal sucedida na Líbia. Desde então, escondeu-se, tentando escapar das pessoas que o querem morto. Pois é quando acha que finalmente está seguro que se vê novamente na mira dos inimigos. A produção será a 4ª série de Steinberg, que participou das criações de “Jericho” na CBS, “Human Target” na Fox e “Black Sails” no canal pago Starz. A única experiência anterior de Jackson como protagonista de série foi numa animação, dublando o papel-título da versão americana de “Afro Samurai” (2007). Envolvido numa dezena de projetos simultâneos, ele será visto em breve na continuação de “Fragmentado”, intitulada “Glass” como seu personagem, em “Vingadores: Guerra Infinita”, “Os Incríveis 2” e no filme da “Capitã Marvel”.

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  • Filme

    Chadwick Boseman estrela trailer violento de filme de vingança da Netflix

    26 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou as fotos e o trailer brutal de “Message from the King”, estrelado por Chadwick Boseman (o Pantera Negra da Marvel). Ele vive o King do título e a prévia mostra qual é sua mensagem: um recado escrito sangue para os responsáveis pela morte da sua irmã. A trama gira em torno de Jacob King (Boseman), que sai da África do Sul para procurar sua irmã mais nova em Los Angeles. Ele tem apenas alguns dólares no bolso e uma passagem de volta para casa, mas decide estender sua estadia ao encontrá-la morta, e logo declara guerra a um grupo poderoso de gângsteres. O elenco de coadjuvantes é ótimo, com destaque para Luke Evans (“A Bela e a Fera”), Alfred Molina (“O Amor É Estranho”), Teresa Palmer (“Quando as Luzes se Apagam”), Tom Felton (série “The Flash”), Chris Mulkey (“Whiplash”), Dale Dickey (“A Qualquer Custo”), Natalie Martinez (série “Under the Dome”) e Jake Weary (série “Animal Kingdom”). O roteiro foi escrito por Stephen Cornwell e Oliver Butcher (dupla do thriller “Desconhecido”) e a direção é do belga Fabrice Du Welz (“Alleluia”). O filme passou no Festival de Toronto do ano passado, estreou em maio nos cinemas francesas e chega em 4 de agosto na Netflix norte-americana.

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