Dead City: Série derivada de “The Walking Dead” ganha novo teaser e data de estreia
A plataforma AMC+ divulgou um novo teaser da série derivada de “The Walking Dead” focada em Negan (Jeffrey Dean Morgan) e Maggie (Lauren Cohan). A prévia mostra que o rapto do filho de Maggie é o motivo da parceria dos dois antagonistas, além de revelar a data de estreia da atração. Intitulada “The Walking Dead: Dead City”, a série vai se passar na ilha de Manhattan, coração de Nova York, que será mostrada pela primeira vez no apocalipse zumbi. Na premissa adiantada pelos produtores, o lugar foi isolado do continente e, até recentemente, vinha se mantendo como um paraíso protegido dos zumbis. Com roteiro de Eli Jorné, responsável por vários capítulos de “The Walking Dead”, a nova produção vai mostrar a improvável dupla formada por Negan e Magge chegando à Manhattan, onde encontra um mundo paralelo e caótico. Além desse projeto, a trama de “The Walking Dead” também vai continuar num spin-off de Daryl (Norman Reedus) passado na França e numa terceira série centrada em Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira), que sumiram há algumas temporadas da série principal. “The Walking Dead: Dead City” estreia em 18 de junho nos EUA.
Estreias: “Party Down”, “Outer Banks” e as melhores séries da semana
A programação de séries resgata uma produção cult, 13 anos após seu cancelamento, e entrega a melhor temporada de uma aventura juvenil adorada pelos assinantes da Netflix. Os novos episódios de “Party Down” e “Outer Banks” são os destaques da lista semanal com as 10 principais novidades das plataformas de streaming. Confira todos os títulos abaixo. | PARTY DOWN 3 | LIONGSGATE+ A série cult está de volta para mais para mais seis episódios. Criada em 2009, “Party Down” acompanha os empregados de um buffet itinerante de festas de Los Angeles, que sonham emplacar carreiras em Hollywood. Cada episódio se desenrola em um evento diferente, enquanto os funcionários do buffet inevitavelmente se envolvem demais na vida dos convidados – enquanto tentam convencer produtores a escalá-los em seus filmes ou lerem seus roteiros. Engraçadíssima, “Party Down” era criação de ninguém menos que o ator Paul Rudd (o Homem-Formiga), o roteirista John Enbom e o produtor Dan Etheridge (ambos de “Veronica Mars”), além de contar com produção de Rob Thomas (criador de “Veronica Mars”), mas não sobreviveu ao costume inicial do canal Starz de encomendar apenas duas temporadas de cada série, logo que começou a produzir conteúdo próprio. Apesar da baixa audiência inicial, acabou se tornou cultuadíssima em reprises. E esta fama adquirida desde que saiu do ar em 2010 acabou convencendo a Starz a retomar a série, 13 anos depois, com os mesmos personagens. Apesar do enorme hiato, os novos episódios configuram uma 3ª temporada e voltam a reunir a maioria dos integrantes originais: Adam Scott (mais conhecido por “Parks and Recreation”), Jane Lynch (“Glee”), Ken Marino (“Childrens Hospital”), Martin Starr (“Silicon Valley”), Ryan Hansen (“Veronica Mars”) e Megan Mullally (“Will & Grace”). Faltou só Lizzy Caplan (“Masters of Sex”), que não conseguiu encaixar a série em sua agenda. Entre as novidades, Jennifer Garner (“Dia do Sim”) vive uma produtora de blockbusters que namora Henry Pollard, o personagem de Adam Scott, Zoë Chao (“Love Life”) é a nova chef do buffet Party Down, Tyrel Jackson Williams (“Brockmire”) tem o papel de um influencer desconectado com a realidade e James Marsden (“Sonic: O Filme”) é um astro famoso de uma franquia de super-heróis (X-Men, talvez?). | OUTER BANKS 3 | NETFLIX A atração acompanha um grupo de jovens pobres – com aparência de modelos – que vivem numa comunidade litorânea, trabalhando para os ricaços que veraneiam no local, em meio a grandes divisões sociais. O clima de veraneio muda quando os protagonistas encontram um mapa de tesouro, ligado ao desaparecimento do pai de um deles, e se convencem da existência de uma fortuna em ouro escondida que pode transformá-los em milionários. A 3ª temporada mostra os Pogues em seu paraíso secreto, uma ilha deserta que, por um breve momento, parecia um lar idílico. Mas a situação se altera após o reencontro entre John B (Charles Halford) e seu pai, que todos acreditavam estar morto, fazendo-os focar novamente na corrida pelo tesouro e em fugir para salvarem suas vidas. E tudo parece indicar que a fortuna perdida viria do mítico El Dorado, a civilização de ouro procurada pelos colonizadores espanhóis nas Américas. A série criada pelos irmãos gêmeos Josh e Jonas Pate (autores de “Surface”) e o produtor Shannon Burke (de “Sem Pistas”) é um dos maiores sucessos da Netflix e já se encontra renovada para a 4ª temporada. | O CONSULTOR | AMAZON PRIME VIVEO A sátira sombria de ambiente de trabalho traz o vencedor do Oscar Christoph Waltz (“Django Livre”, “Bastardos Inglórios”) como o consultor do título, um profissional sinistro e com planos sádicos, trazido para avaliar a performance de funcionários de uma empresa de games após o suicídio do antigo chefe. Sua performance perturbadora é o principal atrativo da produção. Desenvolvida por Tony Basgallop (criador de “Servant” na Apple TV+), a série é inspirada no romance homônimo de Bentley Little e explora, em clima de thriller satírico, a relação sinistra entre esse chefe e seus empregados, questionando o quão longe é possível ir para progredir e sobreviver no ambiente de trabalho. Especialmente quando o patrão indica ser um sociopata. A direção dos capítulos está a cargo de Matt Shakman (de “WandaVision”), que também participa da produção, e o elenco ainda inclui Nat Wolff (“The Stand”), Brittany O’Grady (“The White Lotus”) e Aimee Carrero (“O Menu”). | THE MAYOR OF KINGSTOWN | PARAMOUNT+ O ator Jeremy Renner (“Gavião Arqueiro”) filmou toda a 2ª temporada antes de sofrer o acidente que o hospitalizou na virada do ano. Ele é o protagonista da série, uma das mais assistidas da Paramount+. Cocriada por Taylor Sheridan (“Yellowstone”) e o ator Hugh Dillon (do elenco de “Yellowstone”), “Mayor of Kingstown” gira em torno da família McLusky, considerada verdadeira detentora do poder em Kingstown, Michigan, cidade onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Renner interpreta Mike McLusky, um ex-presidiário que se torna um intermediador das relações entre policiais e prisioneiros da cidade. Em seus 10 episódios iniciais, a trama enveredou por temas como racismo sistêmico, corrupção e desigualdade social, explodindo num motim carcerário. Os novos episódios encontram a família tendo que lidar com o caos resultante da violência, enquanto gangues tramam novas ações. Além de Renner, o elenco destaca Kyle Chandler (“Godzilla vs. Kong”), Dianne Wiest (“A Mula”), Taylor Handley (“Vegas”), Aidan Gillen (“Game of Thrones”), Tobi Bamtefa (“Tin Star”), Michael Reventar (“See”) e o próprio roteirista Hugh Dillon, entre outros. | CONEXÕES | APPLE TV+ O thriller de ação falado em francês e inglês acompanha as graves consequências de um ataque cibernético a Londres, que vão de inundações à queda de energia. A série é estrelada por Vincent Cassel (“Westworld”) e Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) nos papéis de um ex-casal, que se reencontra nas respectivas condições de principal suspeito dos ataques e investigadora dos crimes. Mas o personagem de Cassel tenta convencer a todos de sua inocência, dizendo ser o único capaz de chegar nos verdadeiros culpados, antes que os piores ataques comecem. Criada e escrita por Virginie Brac (“Engrenages”) e dirigida pelo vencedor do Emmy Stephen Hopkins (“24 Horas”), a produção também inclui em seu elenco Daniel Francis (“Small Axe”), Lyna Dubarry (“CEO em Fuga: A História de Carlos Ghosn”), Laëtitia Eïdo (“A Acusação”) e Olivia Popica (“Riviera”). | THE WALKING DEAD 11 | NETFLIX A temporada final da série de zumbis é a maior de todas, com 24 episódios, e chegou a ser dividida em três partes na TV. A conclusão leva a história ao mesmo ponto em que foi encerrada nos quadrinhos de Robert Kirkman, em que a produção é baseada. A publicação terminou em 2019 após a incorporação dos personagens numa nova e grande comunidade, Commonwealth. Mas o que parece uma comunidade ordeira e pacífica esconde segredos terríveis e uma guerra pelo poder entre políticos corruptos. Comandado pela showrunner Angela Kang, o desfecho resolve várias situações pendentes e encontra um assentamento definitivo para os personagens, mas não sem antes enfrentarem um conflito brutal, com perdas significativas para os sobreviventes de Alexandria. O fim de “The Walking Dead” não significa que os personagens desaparecerão. Os produtores estão atualmente trabalhando em três spin-offs. Um deles encontrará Daryl (Norman Reedus) em Paris, outro acompanhará Maggie (Lauren Cohan) e Negan (Jeffrey Dean Morgan) em Nova York, e um terceiro mostrará o que aconteceu com Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira) após saírem da série principal. | SUBMUNDO DO CRIME 2 | NETFLIX A série francesa é baseada no filme “Carga Bruta”, escrito e dirigido por Julien Leclercq em 2015, que por sua vez foi inspirado em eventos reais. A trama original seguia o grupo de assaltantes armados mais talentosos de Paris, que após um grave erro é forçado a trabalhar para um chefão do crime em um assalto de alto risco. Criada pelo próprio Leclercq, a série expande essa história para enfatizar cada personagem, explorando seus relacionamentos, conflitos e dilemas éticos. Tudo começa quando um casal de adolescentes lésbicas rouba sem querer o entregador de um grande traficante e desencadeia uma guerra territorial entre os chefes do tráfico em Bruxelas e Antuérpia, colocando o líder da gangue e tio de uma das garotas, Mehdi (Sami Bouajila), no meio de um conflito perigoso. A 2ª temporada acirra a tensão, após o traficante assaltado sequestrar a sobrinha de Mehdi e exigir que ele roube 300 quilos de cocaína de um rival para libertá-la. Para quem gosta de thrillers de ação é um prato cheio. | TRÊS VIDAS | NETFLIX A nova série estrelada pela atriz e cantora Maite Perroni (ex-Rebelde), após duas temporadas de “Desejo Sombrio”, parece se inspirar em “Orphan Black”, ao mostrar Perroni interpretando três personagens distintas. Em seu papel principal, a atriz vive uma detetive policial que se depara com o cadáver que uma vítima que é exatamente igual a ela. Ao investigar o crime da gêmea, depara-se com duas hipóteses: assassinato por dinheiro (a vítima era rica) ou um complô maior. Seguindo suas suspeitas, ela acaba se deparando com outra mulher com a sua face. A trama é escrita por Leticia López Margalli (autora da comédia blockbuster “Não Aceitamos Devoluções”) e o elenco ainda conta com David Chocarro (“100 Días Para Se Apaixonar”), Flavio Medina (“Narcos: México”), Ofelia Medina (“The Mosquito Coast”), Hector Kotsifakis (“Hysteria”) e Ana Layevska (“La Negociadora”). | DIVISÃO PALERMO | NETFLIX A divertida comédia argentina acompanha uma equipe de patrulheiros civis, criada para melhorar a imagem da polícia, que acaba colocando sua vida em risco ao enfrentar um grupo de criminosos. O tom atrapalhado evoca o humor oitocentista de “Loucademia de Polícia”, mas com um diferencial importante: os guardas pertencem à minorias sociais. Criação, roteiros, direção, produção e o papel principal estão a cargo do comediante Santiago Korovsky, que antes desenvolveu para a Amazon a sitcom “Porno y Helado”. | BLEACH: THOUSAND-YEAR BLOOD WAR | STAR+ Um dos animes mais bem-sucedidos e cultuados deste século no Japão ganha uma continuação, uma década após o fim de sua série original. Sequência direta das 16 temporadas produzidas ente 2004 3 2012, a atração adapta o último arco da história do mangá de Tite Kubo, acompanhando o protagonista Ichigo Kurosaki, a Sociedade das Almas e seus aliados contra um novo inimigo conhecido como Wandenreich, que causa um impacto imediato ao matar um dos ceifadores de almas. Pra quem não conhece a história, as 16 temporadas de “Bleach” também estão disponíveis na Star+. A trama acompanha Ichigo, um estudante de cabelo tingido de loiro de 15 anos, que desde criança se sente amaldiçoado por poder ver fantasmas. Graças a essa capacidade, ele descobre a existência de Shinigamis, espécie de caça-fantasmas do além, que enfrentam criaturas das trevas (hollows) sem que ninguém mais saiba. Quando uma dessas guerreiras sobrenaturais, Rukia Kuchiki, é mortalmente ferida num combate, ela precisa deixar o único garoto capaz de vê-la como responsável pelas almas humanas. E este é só começo da história, que leva Ichigo a embarcar num complexo mundo sobrenatural que sequer imaginava existir. A adaptação se tornou bastante ambiciosa com o passar do tempo, expandindo seu universo para outros planos de existência e incluindo centenas de personagens, entre eles mais de uma dezena de ceifadores da Sociedade das Almas – os mocinhos da trama, apesar de surgirem inicialmente como antagonistas.
Spin-off de “The Walking Dead” com Rick e Michonne começa a ser gravado e libera imagens
O spin-off de “The Walking Dead” centrado nos personagens Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira) começou a ser gravado. O anúncio foi feito por meio de uma postagem nas redes sociais de “The Walking Dead”, em que é possível ver duas cadeiras com os nomes dos personagens e suas mãos. Ainda sem título, o spin-off de “The Walking Dead” terá seis episódios e vai mostrar a busca de Michonne – que saiu de “The Walking Dead” em 2020, na metade de 10ª temporada – por Rick, ao descobrir que ele sobreviveu à explosão vista em sua última aparição na série principal. Desde então, o destino de Rick é desconhecido e não há pistas sobre o que aconteceu após ele ter sido aprisionado pela Milícia da República Cívica (CRM, na sigla em inglês), um exército cruel e fortemente armado visto com mais detalhes na série “The Walking Dead: World Beyond”. Scott M. Gimple será o showrunner da nova série, que contará com Lincoln e Gurira como produtores. Além desta série, a emissora também está desenvolvendo outros dois spin-offs de “The Walking Dead”, um centrado em Daryl (Norman Reedus) e outro na dupla Maggie (Lauren Cohan) e Negan (Jeff Dean Morgan). Ainda não há previsão de estreia. 🖤 pic.twitter.com/XGpFBdDavv — The Walking Dead (@TheWalkingDead) February 21, 2023
Jansen Panettiere, ator irmão de Hayden Panettiere, morre aos 28 anos
O ator Jansen Panettiere, irmão caçula da atriz Hayden Panettiere (“Pânico 5”), foi encontrado morto em Nova York no domingo (19/2). A causa da morte ainda é desconhecida, mas o “TMZ” relata que não há suspeita de crime. Ele tinha apenas 28 anos. Nascido em 25 de setembro de 1994, em Palisades, Nova York, o ator começou a trabalhar em Hollywood no início dos anos 2000. Sua primeira aparição na TV foi no seriado “Mano a Mana” (2000-2003). Em seguida, ele passou a fazer dublagem em animações como “A Era do Gelo 2” (2006) e “Família X” (2005-2006), e chegou a receber uma indicação ao Young Artist Award, em 2008, pelo filme “O Último Dia do Verão” (2007). No filme da Nickelodeon, ele interpreta o protagonista Luke Malloy, um músico que não quer que sua férias escolares acabem. Jasen também participou de episódios de séries famosos como “Todo Mundo Odeia o Chris” (2005-2009) e “The Walking Dead” (2010-2022). Ele chegou a contracenar com a irmã em dois projetos: “O Cruzeiro dos Tigres” (2004) e “Deu Zebra!”(2005). O seu último trabalho como ator foi na comédia natalina “Love and Love Not”, lançada no ano passado. Além de seu trabalho na atuação, Jansen também tinha grande interesse pelas artes visuais e produzia grafites e designs de sapatos. O artista tinha um punhado de projetos em desenvolvimento e existem quatro produções com o ator que ainda serão lançadas: “American Game”, “Justice Angel”, “Horse” e “Aaah! Roach!”. A atriz Hayden Panettiere ainda não se pronunciou sobre a morte de seu irmão mais novo. Eles eram próximos e compartilhavam fotos juntos em suas redes sociais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jansen Rane Panettiere (@jrpanettiere)
Vídeo de “Invencível” explica demora e dá previsão pra estreia da 2ª temporada
A Amazon Prime Video divulgou um vídeo animado de “Invencível” (Invencible) para acalmar os fãs que não se conformam com a demora de estreia da 2ª temporada. A prévia traz o protagonista (dublado pelo ator Steven Yeun), sendo cobrado por Allen, o Alien (com voz de Seth Rogen), sobre o que ele estava fazendo ultimamente e porque não voltava logo à ação. Ao final, consegue arrancar uma perspectiva para os próximos capítulos: final de 2023. A animação adulta adapta os quadrinhos homônimos de Robert Kirkman (o autor de “The Walking Dead”), que abordam o universo dos super-heróis com um olhar sombrio. A trama gira em torno de Mark Grayson, um jovem aparentemente comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. O detalhe é que esta evolução narrativa é acompanhada por uma mudança radical de tom, refletida pela troca do humor leve dos primeiros episódios por uma abordagem ultraviolenta pesadíssima – que nos quadrinhos originais é ainda pior. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”, a começar pelo próprio Steven Yeun (o Glenn). Além dele, o elenco de vozes originais ainda inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). A produção também conta com dublagens de JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe do protagonista, sem esquecer de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), que também é um dos produtores da atração. Um elenco impressionante que mais que justifica a opção por assistir aos episódios no idioma original.
“Fear the Walking Dead” vai acabar na 8ª temporada
O canal pago americano AMC anunciou que “Fear the Walking Dead” vai ser encerrada em sua 8ª temporada, que começa a ser exibida em 14 de maio. A revelação foi feita durante participação no encontro semestral da TCA (Associação dos Críticos de Televisão dos EUA). Com a temporada dividida em duas partes, a série exibirá seu capítulo final no segundo semestre do ano. A decisão tira do ar a última série semanal com elenco fixo do universo “The Walking Dead”, que será reconfigurado pela AMC por meio de uma sucessão de minisséries com personagens da atração principal, encerrada em novembro passado. Com a decisão, os roteiristas precisarão dar um desfecho a “Fear the Walking Dead”, que tem muitas pontas soltas para amarrar, como os destinos de diversos personagens que se despediram do elenco central rumo “ao horizonte” na temporada passada. A 7ª temporada apresentou um mundo literalmente pós-apocalíptico na trama, após uma explosão nuclear devastar o Texas e tornar os zumbis radioativos. Diante deste cenário desolador, onde o próprio ar passou a representar a morte, os poucos sobreviventes lutaram pelo único local seguro, apenas para vê-lo queimar em chamas no desfecho e correr para um rio sem destino certo. Esta conclusão deixou a protagonista Alicia (Alycia Debnam-Carey) contando as horas para morrer, delirante após ser contaminada por um zumbi, apenas para se curar e sobreviver milagrosamente, apesar de abandonada para iniciar uma jornada distante dos demais. A temporada também se despediu de outros personagens, como Althea (Maggie Grace), que teve seu “final feliz” com Isabelle (Sydney Lemmon), piloto de helicóptero da misteriosa CRM (sigla em inglês da Milícia da República Cívica), e Wes (Colby Hollman), único realmente morto na trama. Além disso, deixou Charlie (Alexa Nisenson) contaminada por radiação e à beira da morte. Em compensação, a trama trouxe de volta Madison (Kim Dickens), a mãe de Alicia, que todos acreditavam ter morrido na 4ª temporada. Sua jornada ao lado de Morgan (Lennie James) deve nortear o começo da 8ª temporada, que também apresentará um novo vilão. Com o fim dessa produção, o universo de “The Walking Dead” colocará no ar três novas atrações, todas derivadas da série principal e com formato limitado. São elas “The Walking Dead: Dead City”, focada em Maggei (Lauren Cohan) e Negan (Jeffrey Dean Morgan), “The Walking Dead: Daryl Dixon”, estrelada por Norman Reedus, e uma série ainda sem título com Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira). “É um ano realmente empolgante para o universo de ‘The Walking Dead’, pois concluímos uma jornada épica em ‘Fear the Walking Dead’, que se tornou uma das séries de maior sucesso na história da televisão paga”, disse Dan McDermott, presidente de entretenimento e AMC Studios na AMC Networks. “E agora estamos prontos para trazer a próxima fase da franquia – duas novas e antecipadas séries com os amados personagens de Maggie, Negan e Daryl. Junto com isso, começamos a produção do próximo capítulo da inesquecível história de amor de Rick e Michonne, que esperamos compartilhar no ano que vem. Esta próxima fase da nossa amada franquia ‘Walking Dead’ promete envolver e encantar os espectadores fiéis. Fãs novos e antigos vão adorar ver zumbis atravessando a Ponte do Brooklyn, sob a Torre Eiffel, dentro do Louvre e numa dúzia de outras locações icônicas do país e do mundo” Scott M. Gimple, diretor de conteúdo do universo das séries de zumbis, acrescentou: “O universo de ‘The Walking Dead’ vive! Para concluir ‘Fear the Walking Dead’, estamos entusiasmados por trazer a você uma das temporadas mais vibrantes, inventivas e emocionantes de todas, enquanto desbravamos novos caminhos com velhos favoritos: Maggie e Negan no manicômio da Manhattan pós-apocalíptica com ninguém mais em quem confiar além deles mesmos. Daryl Dixon na França, um solitário que não pode se mover por este novo mundo perigoso sozinho, enfrentando inimigos cruéis e ameaças nunca vistas antes dos mortos-vivos. E Rick e Michonne em uma saga romântica sobre o perigoso caminho que leva um para o outro, encurralados por uma nova civilização e hordas de mortos”.
The Walking Dead: Sinopse da série de Maggie e Negan revela salto temporal
A série “Dead City”, derivada de “The Walking Dead”, ganhou uma sinopse oficial do canal pago AMC, que revela um salto temporal em relação ao final da atração original. Diz o texto: “Anos se passaram desde a última vez que vimos Maggie e Negan e agora eles devem formar uma aliança tênue para cumprir uma missão perigosa. Maggie e Negan viajam para a ilha de Manhattan, que, isolada desde o início do apocalipse zumbi, desenvolveu suas próprias ameaças únicas. Enquanto estão na cidade, Maggie e Negan encontram nova-iorquinos nativos, fogem de um marechal com um passado conturbado e perseguem um notório assassino. Mas os traumas de seu passado tumultuado podem ser uma ameaça tão grande quanto os perigos do presente”. Com o título completo e red(ead)undante de “The Walking Dead: Dead City” vai apresentar Nova York, vista pela primeira vez no apocalipse zumbi. A produção que junta a improvável dupla formada por Negan (Jeffrey Dean Morgan) e Maggie (Lauren Cohan) terá apenas seis episódios, escritos por Eli Jorné, responsável por vários capítulos de “The Walking Dead”, e ainda não está claro se mostrará uma história completa ou se ganhará novas temporadas após seu lançamento. Além desse projeto, a trama de “The Walking Dead” também vai continuar num spin-off de Daryl (Norman Reedus) passado na Europa, e numa terceira atração centrada em Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira), que sumiram há algumas temporadas da série principal. Nenhuma das três séries tem previsão de estreia.
Dead City: Série derivada de “The Walking Dead” ganha primeiro teaser
A plataforma AMC+ divulgou o primeiro teaser da série derivada de “The Walking Dead” focada em Negan (Jeffrey Dean Morgan) e Maggie (Lauren Cohan). Intitulada “The Walking Dead: Dead City”, a série vai se passar na ilha de Manhattan, coração de Nova York, que será mostrada pela primeira vez no apocalipse zumbi. Na premissa adiantada pelos produtores, o lugar foi isolado do continente e, até recentemente, vinha se mantendo como um paraíso protegido dos zumbis. Com roteiro de Eli Jorné, responsável por vários capítulos de “The Walking Dead”, a nova produção vai mostrar a improvável dupla formada por Negan e Magge chegando à Manhattan, onde encontra um mundo paralelo e caótico. Além desse projeto, a trama de “The Walking Dead” também vai continuar num spin-off de Daryl (Norman Reedus) passado na França e numa terceira série centrada em Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira), que sumiram há algumas temporadas da série principal. A série principal, “The Walking Dead”, acabou no domingo passado (20/11) com um final sinaliza o começo das novas atrações. Ainda sem previsão de estreia, “Dead City” deve chegar em 2023, junto com o lançamento da AMC+ no Brasil.
“The Walking Dead” quase teve um final bem diferente
A série “The Walking Dead” exibiu seu último episódio no domingo (20/11) com um desfecho que, além de encerrar a série, serviu de base para o início de diversas atrações derivadas, atualmente em desenvolvimento. Entretanto, a despedida da atração deveria ser bem diferente. O desfecho com (spoilers!) as aparições surpresas de Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira) não era a primeira opção dos realizadores, que acreditavam que os dois não estariam disponíveis para as gravações. Um final totalmente diverso chegou a ser gravado e, segundo o site Insider, mostrava uma grande passagem de tempo. Após a cena de Daryl pegando a estrada, a câmera avançaria para mostrar que aquela estrada conduzia à Atlanta. Em seguida, a câmera mostraria um van rodando pela Freedom Parkway, a mesma estrada que Rick atravessou à cavalo na 1ª temporada da série. Dentro da van, o público veria versões crescidas das crianças da série, como Judith, RJ, Hershel, Coco e Gracie, entre outras, numa missão para resgatar novos sobreviventes e levá-los para a segurança de suas comunidades. Desta forma, a série mostraria que as comunidades prosperaram e eles continuariam o legado de seus pais. Em certo momento, RJ enviaria uma mensagem pelo rádio, dizendo: “Se você consegue me ouvir, responda. Aqui quem fala é Rick Grimes”. RJ, claro, é a abreviatura de Rick Grimes Jr. A frase é uma referência direta a uma fala do pai do rapaz na 1ª temporada, após Rick sair do hospital em que despertava no mundo dos zumbis, e usar um rádio para tentar contato com a civilização. O episódio terminaria com alguém respondendo ao chamado de RJ com um “Alô?”. Esse final seria mais parecido ao adotado pelo escritor Robert Kirkman para encerrar a franquia nos quadrinhos. Porém, uma vez que os realizadores conseguiram agendar as gravações com Lincoln e Gurira (meses após as gravações principais já terem sido encerradas), essa versão do desfecho acabou descartada. O final oficial de “The Walking Dead” está disponível no Brasil entre os destaques atuais da plataforma Star+.
The Walking Dead: Série derivada de Daryl ganha primeiras fotos
O canal pago americano AMC divulgou as primeiras três fotos do spin-off de “The Walking Dead” focado no personagem de Daryl Dixon (Norman Reedus). Inicialmente, a série seria estrelada por Daryl e Carol, mas a atriz Melissa McBride acabou desistindo, deixando o parceiro sozinho na nova atração. A série vai se passar alguns meses após o final de “The Walking Dead”, que foi ao ar no domingo (20/11), com exibição pela plataforma Star+ no Brasil. A trama vai encontrar Daryl descobrindo que foi parar na França, após ser surpreendido e ficar desacordado numa emboscada, durante uma missão de reconhecimento. Ao chegar lá, ele deve encontrar não só um mundo novo, como pistas sobre o começo da pandemia, mutações e pesquisas de uma cura para a infecção que transforma os mortos em zumbis. Esses temas foram introduzidos na cena pós-créditos de “The Walking Dead: Um Novo Universo”, que revelou um laboratório francês coberto de pichações de que “os mortos nasceram aqui”. Na cena, um único cientista retorna ao local, mas é morto por um homem não identificado que revela que os cientistas franceses estão todos mortos ou presos. O atirador também os culpa por “tornar [o vírus] pior” em uma referência velada às variantes de zumbis. Além da série de Deryl, serão lançadas outras duas produções derivadas de “The Walking Dead”, centradas nos “casais” Rick e Michonne, e Negan e Maggie. Ainda não há previsão para a estreia dessas séries, que devem chegar ao Brasil por uma nova plataforma de streaming: AMC+, anunciada nesta terça (22/11).
Fim de “The Walking Dead” abre universo de derivados da série. Saiba o que acontece agora
O final de “The Walking Dead”, exibido na noite de domingo (20/11), pode ter encerrado a trama de 11 temporadas da série de zumbis, mas também abriu caminho para a volta dos personagens principais em atrações derivadas. Não é segredo que três séries derivadas começaram a ser desenvolvidas durante a reta final da atração. E a conclusão da trama central serviu para apontar os caminhos a serem seguidos na expansão da franquia. Tem spoiler para quem ainda não viu a despedida da série. Uma das maiores surpresas do último episódio, batizado de “Rest in Peace” (Descanse em paz), foi o retorno de Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira), que não apareciam há anos na atração. Foi uma aparição pequena e o maior gancho para a continuação da história, e só foi incluída na pós-produção, depois da conclusão das gravações da série. “Fizemos uma gravação secreta, e a grande questão era conseguir manter isso em segredo do público”, contou a showrunner da série, Angela Kang, em entrevista ao site Variety. “Porque as coisas estavam vazando tudo a torto e a direito. Tivemos que esconder isso. Então, filmamos quando ninguém esperava.” A cena serviu para apresentar detalhes que serão exploradas numa minissérie focada na dupla. “Andy, Danai e eu estamos trabalhando nessa história há tanto tempo que a conhecíamos por dentro e por fora”, explicou o produtor executivo Scott Gimple. “E estávamos apenas escolhendo o momento certo para introduzi-la”. Conforme divulgado anteriormente, o spin-off vai mostrar a busca de Michonne – que saiu de “The Walking Dead” em 2020, na metade da 10ª temporada – por Rick, ao descobrir que ele sobreviveu à explosão vista em sua última aparição na série principal – na metade da 9ª temporada, em 2018. “As pessoas saberão mais sobre tudo o que viram [nas cenas do final]. Tudo será revelado”, disse Gimple. “A história por trás da armadura que Michonne está usando é importante. O que Rick está fazendo é fundamental para sua história, assim como o que ele ouve do helicóptero. Há um mundo novo que vamos apresentar e que as pessoas viverão por vários meses.” Outra atração derivada será “The Walking Dead: Dead City”, que vai se passar na ilha de Manhattan, coração de Nova York, vista pela primeira vez no apocalipse zumbi. A nova produção vai juntar a improvável dupla formada por Negan (Jeffrey Dean Morgan) e Maggie (Lauren Cohan). Em relação a esta série, Gimple explica que a atração vai mostrar uma trégua entre os dois ex-inimigos, iniciada após Negan salvar o filho de Megan e se desculpar por ter matado brutalmente seu marido Glenn. “Não é algo completamente resolvido. Na verdade, há uma invocação [no final de ‘The Walking Dead’] de que isso nunca será resolvido”, o produtor comentou. “Eles chegaram a um ponto em que disseram todas as coisas certas para tentar consertar as coisas. Mas não está resolvido. Porque eu acho que Maggie simplesmente não consegue perdoá-lo”, acrescentou Kang. “E acho que, para Negan, o verdadeiro crescimento que ele mostrou é que ele não tentou apenas fazer coisas para ajudá-la. Ele assumiu suas próprias ações, dizendo as palavras e também aceitando que ela não estaria pronta [para perdoá-lo]. E quando ele se afasta, enquanto o resto do grupo está [celebrando a vitória final] em casa, é meio que reconhecendo: ‘Eu deveria estar com minha esposa agora. E eu não vou causar mais dor a ela’. Negan percorreu o caminho mais longo. E acho que isso os deixa em um lugar interessante, porque o relacionamento deles pode mudar para qualquer direção. É volátil, sabe?” “Dead City” vai se passar alguns anos após o final de “The Walking Dead”. E essa passagem de tempo é essencial para a história. “‘The Walking Dead’ termina com muito mais esperança para o futuro”, disse Morgan. “No que diz respeito aos dois, achei que houve um pouco de compreensão entre Maggie e Negan no final. E então, a maneira como a nova série começa, talvez não seja exatamente como Negan esperava” “A nova série não começa imediatamente após o que vimos acontecer”, continuou ele. “Alguns anos se passaram e quando você alcança esses dois personagens, não é tão otimista quanto Negan acreditava que as coisas se tornariam.” Quando questionado se Negan realmente mudou, Morgan respondeu que “gosto de pensar que ele é um homem melhor por causa de tudo isso e vê o erro em seus caminhos. Dito isso, não sei se Negan algum dia mudará completamente suas listras. Acho que neste mundo, ele encontrou uma maneira de sobreviver. E embora ele tenha se esforçado muito para fazer parte deste nosso grupo, imagino que seria fácil cair em alguns velhos hábitos.” Por fim, também haverá um terceiro spin-off focado no personagem de Daryl (Norman Reedus). Inicialmente, a série seria estrelada por Daryl e Carol (Melissa McBride), mas McBride acabou desistindo, deixando o parceiro sozinho na nova atração. “Isso é algo que refletiu um pouco no final [de ‘The Walking Dead’], por causa das mudanças que aconteceram com o spin-off”, disse Kang. “Originalmente, eles iam sair juntos na moto. Mas ficamos com uma versão em que tivemos que separá-los. E então muitas circunstâncias vão assumir o controle no spin-off. Mas eles não acham que isso é um adeus definitivo. Porque não é, eles sempre vão encontrar um caminho de volta um para o outro”, acrescentou, sugerindo um reencontro. Embora não detalhe muito a respeito dessa nova série, o episódio final de “The Walking Dead” dá alguns indícios do que o spin-off pode abordar. A série termina com a felicidade reinando em Commonwealth, Alexandria e Hilltop. Maggie, que foi reintegrada como líder de Hilltop, decide que as comunidades em crescimento devem aprender mais sobre o estado do mundo pós-apocalíptico e envia Daryl numa missão de reconhecimento. Embora Maggie não mencione exatamente o que ela quer que Daryl descubra, é sugerido que ela quer compreender por que os mortos-vivos estão mudando. E isso faz uma ligação com outro spin-off da série, “The Walking Dead: Um Novo Universo”. O último capítulo de “The Walking Dead: Um Novo Universo” terminou com uma cena apontando que o apocalipse zumbi começou na França. E é lá que Daryl vai parar em sua série derivada. Mas nem ele vai saber como chegou na Europa, ao começar a nova atração. Vale lembrar que a importância da França faz parte da mitologia da franquia desde a 1ª temporada de “The Walking Dead”, quando o Dr. Edwin Jenner (Noah Emmerich) contou a Rick que os cientistas franceses foram os últimos a “desaparecer” quando o surto começou, sugerindo a relevância do país. E a cena pós-créditos de “The Walking Dead: Um Novo Universo” revelou o laboratório francês com o qual Jenner estava se comunicando, agora abandonado e coberto de pichações de que “os mortos nasceram aqui”. Na cena, um único cientista retorna ao local, mas é morto por um homem não identificado que revela que os cientistas franceses estão todos mortos ou presos. O atirador também os culpa por “tornar [o vírus] pior” em uma referência velada às variantes de zumbis. Portanto, se Daryl for para a França, ele poderia descobrir como o surto começou, por que variantes de zumbis evoluíram em “The Walking Dead” e até se algum progresso foi feito em relação a uma possível cura.
Personagens mortos de “The Walking Dead” voltam como zumbis em comerciais
A produtora e agência de publicidade Maximum Effort, fundada pelo ator Ryan Reynolds (“Deadpool”), divulgou uma série de comerciais divertidos que resgatam antigos personagens mortos de “The Walking Dead”. Exibidos nos intervalos do último episódio da atração, que foi ao ar no domingo (20/11), os anúncios destacam as voltas de Milton Mamet (interpretado por Dallas Roberts), Andrea Harrison (Laurie Holden), Rodney (Joe Ando-Hirsh) e Gareth (Andrew West), que após a morte se tornaram zumbis, mas continuam ativos. Eles aparecem fazendo propaganda das marcas Autodesk, Deloitte, DoorDash, MNTN e Ring. “’The Walking Dead’ gerou mais conversa cultural na última década do que qualquer outra propriedade e queríamos honrar isso trazendo alguns personagens de volta dos mortos em alguns anúncios contextuais divertidos”, disse Reynolds, em comunicado. Ele ainda acrescentou que os comerciais “podem fazer parte da conversa cultural, como costumavam fazer com tanta frequência. Eles só precisam de um pouco mais de amor, atenção e travessuras”. Os comerciais foram desenvolvidos em parceria com a produtora Content Room, da rede americana AMC. Criada em 2020, a Content Room já produziu uma série comerciais vinculados às marcas da AMC, que exibe “The Walking Dead” nos EUA. Entre essas produções, destaca-se “Cooper’s Bar”, uma série de curtas-metragens co-criados e estrelados por Rhea Seehorn (de “Better Call Saul”) que foram indicados ao Emmy. O final de “The Walking Dead” também foi disponibilizado no domingo no Brasil pela plataforma Star+, mas sem os comerciais americanos.
Lauren Cohan diz que final de “The Walking Dead” terá mortes dolorosas
Prestes a se despedir do público, a série “The Walking Dead” está a apenas dois episódios do tão esperado e temido final. E a atriz Lauren Cohan, intérprete de Maggie, resolveu avisar aos fãs para preparar os lenços. O fim da série, após 11 temporadas, terá mortes dolorosas de personagens importantes. “Há algumas coisas que acontecem que serão muito, muito emocionantes, mas uma parte deste mundo é a morte e um grande sentimento de perda”, ela disse, em entrevista à revista Entertainment Weekly. “Mas, para mim, a experiência de fazer essas partes foi sublimemente bela e só aumentou a conexão e o vínculo entre os sobreviventes da atração”, ressaltou. “Essa sempre foi o norte da série para mim: o quanto tudo isso que conseguimos superar juntos cimenta o senso de propósito e a força que todos nós precisamos encontrar dentro de nós mesmos? Porque mesmo que não saibamos como, há uma razão para seguir em frente”, acrescentou. Ela, obviamente, não contou quem enfrentará a morte, mas destacou que as perdas serão sentidas e valorizadas como incentivo para os sobreviventes. “É emocionante, porque abre a narrativa para onde as pessoas restantes estarão e para onde irão.” A atriz também aproveitou para elogiar a showrunner Angela Kang pela forma como entregou o final da série. “Acho que ela fez um trabalho muito bom diante da realidade de um final de série, permitindo que experimentássemos isso através de coisas que podem acontecer com certos personagens”, apontou. “E ainda mostrou o horizonte de onde podemos ir daqui pra frente, com as pessoas que amamos que ainda estão aqui”, concluiu. “The Walking Dead” exibe seu penúltimo episódio, intitulado “Family”, neste domingo (13/11), com transmissão exclusiva pela plataforma Star+ no Brasil. A série acaba no próximo domingo (20/11) com um capítulo chamado “Rest in Peace” (descanse em paz), que terá 65 minutos de duração – 20 minutos a mais que o habitual.












