PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Atriz de “Euphoria” entra na série baseada no game “The Last of Us”

    15 de janeiro de 2022 /

    A atriz Storm Reid, que interpreta a irmã mais nova de Rue (Zendaya) em “Euphoria”, juntou-se ao elenco de “The Last of Us”, série baseada no game homônimo, que também é produzida pela HBO. “The Last of Us” se passa no mundo pós-apocalíptico depois que um vírus mortal destrói quase toda a civilização, transformando os infectados numa espécie de zumbis. A trama segue Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que pode representar a cura do vírus, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Reid interpretará Riley, uma garota órfã de Boston que rapidamente se torna amiga de Ellie. “Eu tenho algumas Notícias”, Reid tuitou ao anunciar o papel. “Estou mais que animada para me juntar ao elenco de ‘The Last of Us’ como Riley na HBO. Vamos ao trabalho. 2022 já parece brilhante.” O elenco também inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”), Anna Torv (“Mindhunter”), Jeffrey Pierce (“Castle Rock”) e Nick Offerman (“Parks and Recreation”). A adaptação está a cargo de Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), da bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e do iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). “The Last of Us” ainda não tem previsão de estreia. I got some NEWS 🚨 Beyond excited to join the cast of #TheLastOfUs as Riley on @HBO. Let’s get to work. 🎬 2022 looking bright already 🕺🏽 pic.twitter.com/A1O9tg4Lna — Storm Reid (@stormreid) January 14, 2022

    Leia mais
  • Série

    HBO revela primeira foto oficial da série do game “The Last of Us”

    27 de setembro de 2021 /

    A HBO divulgou a primeira foto oficial da série “The Last of Us”, adaptação do game pós-apocalíptico da Naughty Dog. A imagem traz os dois protagonistas, mas vistos de costas, sem revelar sua caracterização completa. A série é estrelada por Pedro Pascal (“Mulher-Maravilha 1984”) e Bella Ramsey (“Game of Thrones”) como Joel e Ellie. Baseada no game criado por Neil Druckmann em 2013 – e na sequência lançada no ano passado – , a atração se passa 20 anos após a destruição da civilização por um vírus e acompanha Joel, um sobrevivente endurecido, que recebe a missão de contrabandear uma adolescente chamada Ellie de uma zona de quarentena. A garota pode ser a chave para curar a humanidade. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco também inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”) e Anna Torv (“Mindhunter”). A adaptação está a cargo de Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), da bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e do iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). “The Last of Us” ainda não tem previsão de estreia. .@PedroPascal1 e @BellaRamsey são Joel e Ellie em #TheLastOfUs, série original @HBO_Brasil, já em produção. @naughtydog @PlayStation #TLOUDay pic.twitter.com/sW24E1TTw0 — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) September 27, 2021

    Leia mais
  • Série

    Atração inédita transforma Chris Pratt no ator mais bem pago das séries

    21 de agosto de 2021 /

    Depois de entregar os rendimentos dos astros de filmes, a Variety revelou que Chris Pratt recebeu o cachê mais alto dentre os atores contratados para estrelar séries nos Estados Unidos. Segundo a revista, ele recebeu cerca de US$ 1,4 milhão por episódio de “The Terminal List”, que está atualmente em produção pela Amazon Prime Video. Só que ele não deve manter o posto por muito tempo. De acordo com a Variety, há rumores de que Robert Downey Jr negocia receber mais de US$ 2 milhões por capítulo para fazer “The Sympathizer” na HBO e HBO Max. “The Terminal List” começou a ser gravada em março e a previsão é que sua estreia aconteça em 2022. Na série, Pratt vive um militar que sobrevive a uma emboscada de seu pelotão de SEALs durante uma missão secreta e, ao voltar para casa, tem memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpabilidade. À medida que novas evidências vêm à tona, ele descobre forças obscuras trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas a vida daqueles que ele ama. Já “The Symphatizer” adapta o livro satírico homônimo de 2015 do professor vietnamita-americano Viet Thanh Nguyen, consagrado com o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno de um espião norte-vietnamita (comunista), infiltrado junto aos americanos durante a guerra no Vietnã, que acaba virando consultor cultural de uma grande produção de Hollywood sobre o conflito, no estilo de “Platoon” e “Apocalypse Now”. Downey Jr. deve desempenhar vários papéis na produção, representando elementos diferentes do establishment americano, incluindo um congressista emergente, um agente da CIA e um diretor de cinema de Hollywood, entre outros. O veterano Jeff Bridges, por sua vez, aceitou estrelar “The Old Man” ao receber a oferta de US$ 1 milhão por episódio da FX e da Hulu, Bryan Cranston voltou às séries para embolsar US$ 750 milhões por “Your Honor” e Kate Winslet faturou US$ 650 mil por cada um dos sete episódios de “Mare of Easttow”. O montante é o mesmo negociado por Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis para retomar seus papéis de “Sex and the City” em “…And Just Like That” na HBO Max. A lista dos mais bem pagos ainda inclui Pedro Pascal, estrela de “The Last of Us”, Michelle Pfeiffer, Viola Davis e Gillian Anderson, que estão na série “The First Lady”, Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez, de “Only Murders in the Building”, que vão receber US$ 600 mil por episódio de seus novos trabalhos nos canais pagos HBO e Showtime e na plataforma Hulu. A relação também mostra um grande abismo salarial em relação aos atores de atrações da TV aberta. Estrelas de séries tradicionais, como Ted Danson e Angela Bassett, recebem entre US$ 400 e 450 mil pelas séries “Mr. Mayor” e “9-1-1”, respectivamente. A exceção fica por conta de Ellen Pompeo, que recebe mais de US$ 1 milhão por episódio de “Grey’s Anatomy”, graças à longevidade da série – e curiosamente foi esquecida na relação publicada pela Variety.

    Leia mais
  • Série

    Começam as gravações da série “The Last of Us”

    3 de julho de 2021 /

    A produção da aguardada série “The Last of Us”, adaptação do game pós-apocalíptico da Naughty Dog, começou a ser gravada. O astro Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) divulgou uma foto dos bastidores, em que aparece num carro ao lado dos intérpretes de seu irmão e sua sobrinha na trama, respectivamente Pedro Pascal (“Mulher-Maravilha 1984”) e Nico Parker (“Dumbo”). A imagem feliz dos atores remete à cena de abertura do game, que se passa antes que o mundo vire o inferno. Sarah (Parker) aparece apenas brevemente no primeiro jogo, mas sua lembrança conduz Joel (Pascal) em sua jornada e influencia seu relacionamento com Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones”) conforme a história avança. Além dessa foto, a atriz e cantora francesa Lucie Fabry, não confirmada oficialmente no elenco, publicou outros registros, inclusive vídeos, do que seriam os cenários da produção, afirmando no Instagram que estaria ocupada com as gravações da série durante todo o fim de semana. Veja abaixo. Baseada no game criado por Neil Druckmann em 2013 – e na sequência lançada no ano passado – , a atração do canal pago HBO foi desenvolvida por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), da bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e do iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). A série ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gabriel Luna (@iamgabrielluna) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lucie Fabry (@luciefabryofficiel)

    Leia mais
  • Série

    The Last of Us: Série será dirigida pelos cineastas de “Quo Vadis, Aida?” e “Border”

    24 de abril de 2021 /

    A série “The Last of Us”, que adapta o game homônimo, fez uma escolha inusitada para direção de seus episódios. A atração da HBO será comandada por dois diretores premiados: a bósnia Jasmila Žbanić e o iraniano Ali Abbasi. Žbanić é a cineasta de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional na quinta passada (22/4) e que concorre ao Oscar da mesma categoria neste domingo (25/4). E Abbasi venceu o troféu de Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border” (também conhecido como “Gräns”). Baseada no game criado por Neil Druckmann em 2013 – e na sequência lançada em junho passado – , a série foi desenvolvida por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e também terá direção do russo Kantemir Balagov, premiado no Festival de Cannes de 2019 pelo drama de época “Uma Mulher Alta”. A trama, que se passa 20 anos após a destruição da civilização por um vírus, acompanha Joel, um sobrevivente endurecido, que recebe a missão de contrabandear uma adolescente chamada Ellie de uma zona de quarentena. A garota pode ser a chave para curar a humanidade. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco é encabeçado por Pedro Pascal (“The Mandalorian”) como Joel, Bella Ramsey (Lyanna Mormont de “Game of Thrones”) e Gabriel Luna (o vilão robô de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) como Tommy, irmão de Joel.

    Leia mais
  • Série

    Vilão do último “Exterminador do Futuro” entra na série baseada em “The Last of Us”

    16 de abril de 2021 /

    O ator Gabriel Luna, que viveu o Motoqueiro Fantasma em “Agents of SHIELD” e o vilão robô de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”, entrou na série baseada no game “The Last of Us”. Ele viverá Tommy, irmão do protagonista Joel, que será vivido por Pedro Pascal (“The Mandalorian”). O elenco também conta com Bella Ramsey (“Game of Thrones”) como a personagem principal, a jovem Ellie. Baseada no game criado por Neil Druckmann em 2013 – e na sequência lançada em junho passado – a série foi desenvolvida por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov, premiado no Festival de Cannes de 2019 pelo drama de época “Uma Mulher Alta”. A trama, que se passa 20 anos após a destruição da civilização por um vírus, acompanha Joel, um sobrevivente endurecido, que recebe a missão de contrabandear uma adolescente chamada Ellie de uma zona de quarentena. A garota pode ser a chave para curar a humanidade. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Ainda não há previsão de estreia.

    Leia mais
  • Série

    Pedro Pascal vai estrelar série baseada no game The Last of Us

    11 de fevereiro de 2021 /

    O ator Pedro Pascal está de volta à HBO. Antes de fazer sucesso em “Narcos”, “The Mandalorian” e “Mulher-Maravilha 1984”, ele ficou conhecido como o galante Oberyn Martell em “Game of Thrones”. E agora retorna ao canal no papel de protagonista de uma nova série, como o Joel de “The Last of Us”. Ele foi contratado para estrelar a aguardada série baseada no game campeão de vendas da plataforma PlayStation. A trama, que se passa 20 anos após a destruição da civilização por um vírus, acompanha Joel, um sobrevivente endurecido, que recebe a missão de contrabandear uma adolescente chamada Ellie de uma zona de quarentena. A garota pode ser a chave para curar a humanidade. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Mais cedo, a atriz Bella Ramsey, de apenas 17 anos e que também participou de “Game of Thrones” como a destemida Lyanna Mormont, foi apresentada como a intérprete de Ellie. Baseada no game criado por Neil Druckmann em 2013 – e na sequência lançada em junho passado – a série foi desenvolvida por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov, premiado no Festival de Cannes de 2019 pelo drama de época “Uma Mulher Alta”. Embora a HBO não tenha feito um anúncio tradicional da escalação, os dois atores confirmaram suas participações nas redes sociais. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pedro Pascal he/him (@pascalispunk) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bella Ramsey 👁 (@bellaramsey)

    Leia mais
  • Série

    Atriz mirim de Game of Thrones vai estrelar a série de The Last of Us

    11 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Bella Ramsey, que encantou os fãs de “Game of Thrones” como a feroz Lyanna Mormont, vai estrelar uma nova série épica da HBO. Ela foi escolhida como intérprete de Ellie, a protagonista da produção baseada no game “The Last of Us”. Ramsey, que atualmente tem 17 anos, ficou famosa pelo papel de líder do Norte na série de fantasia, mas aquele na verdade foi apenas seu primeiro trabalho como atriz. Desde então, ela já apareceu em várias outras atrações, incluindo “His Dark Materials” na mesma HBO, onde vive a personagem Angelica. Sua personagem em “The Last of Us” é uma órfã de 14 anos que nunca conheceu nada além de um planeta devastado, e que luta para equilibrar seu instinto de raiva e rebeldia com sua necessidade de conexão humana… Além disso, ela também pode ser a chave para salvar o mundo. Baseada no game criado por Neil Druckmann em 2013 – e na sequência lançada em junho passado – a série vai acompanhar Ellie enquanto ela viaja com o desiludido Joel, que recebe a missão de levá-la a um local onde poderá ser usada para curar a praga que arrasa a humanidade. A série foi desenvolvida por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov, premiado no Festival de Cannes de 2019 pelo drama de época “Uma Mulher Alta”.

    Leia mais
  • Série

    The Last of Us: Diretor russo premiado vai comandar série baseada no game

    16 de janeiro de 2021 /

    A HBO encontrou um diretor para a série baseada no game pós-apocalíptico de sobrevivência “The Last of Us”. O cineasta russo Kantemir Balagov, premiado no Festival de Cannes de 2019 pelo drama de época “Uma Mulher Alta”, foi escalado para dirigir o piloto da adaptação do videogame de sucesso. Ele entra no projeto após um conflito de agenda afastar Johan Renck, que comandou todos os capítulos de “Chernobyl”. Originalmente, a produção deveria voltar a reunir Renck com seu parceiro de “Chernobyl”, o roteirista Craig Mazin. O autor da minissérie sobre o acidente nuclear dos anos 1980 é quem está escrevendo a adaptação do game, ao lado do próprio criador do jogo, Neil Druckmann, que concebeu o game de 2013 e a sequência, que bateu recorde de vendas ao ser lançada em junho no PlayStation 4. A trama vai adaptar a premissa original de Druckmann, que é similar às histórias tradicionais de apocalipse zumbi. Ao longo da trama, os espectadores acompanharão a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que pode representar uma chance de cura para uma praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. Ainda não há previsão de estreia.

    Leia mais
  • Etc

    The Last of Us: Part 2 é eleito Jogo do Ano no Game Awards

    11 de dezembro de 2020 /

    “The Last of Us: Part 2” foi eleito o Jogo do Ano no Game Awards 2020. O evento, que aconteceu de forma digital na noite de quinta-feira (10/12), rendeu mais seis troféus ao game: Melhor Direção, Melhor Narrativa, Melhor Design de Áudio, Melhor Atuação (Laura Bailey como Abby), Melhor Inovação em Acessibilidade e Melhor Jogo de Ação/Aventura. A consagração é um tapa na cara no grupo extremista homofóbico que tentou organizar um boicote malsucedido, bombardeando sites como Metacritic e IMDb com preconceito e notas baixas para tentar impedir o sucesso do jogo – tudo porque sua protagonista é uma jovem lésbica. Com mais de 100 mil comentários (a maioria negativos), “The Last of Us: Part 2” virou o produto mais comentado do Metacritic em todos os tempos. Entretanto, a quantidade esmagadora de comentários negativos não tem a menor relação com a opinião do público em geral. Além da consagração da crítica e das premiações, “The Last of Us: Part 2” é o maior sucesso de vendas de 2020. Em menos de um mês, o jogo vendeu mais cópias do que todos os outros títulos do top 10 (dos mais vendidos do ano)… somados. A consagração é tamanha que o segundo game mais premiado da noite de quinta, “Hades” venceu apenas duas categorias, como Melhor Jogo Independente e Melhor Jogo de Ação. “The Last of Us” também vai virar série na HBO, que será escrita por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, sobre o acidente nuclear dos anos 1980. Mazin será coprodutor-executivo da série ao lado de Carolyn Strauss, sua parceira na produção de “Chernobyl” (e também produtora de “Game of Thrones”), e de Neil Druckmann, que concebeu o game de 2013 e a atual sequência, que bateu recorde de vendas ao ser lançada em junho no PlayStation 4. A trama vai adaptar a premissa original de Druckmann, que é similar às histórias tradicionais de apocalipse zumbi. Ao longo da trama, os espectadores acompanharão a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que pode representar uma chance de cura para uma praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. Veja o trailer do game abaixo.

    Leia mais
  • Série

    HBO oficializa série do game The Last of Us com criador de Chernobyl

    20 de novembro de 2020 /

    A HBO oficializou a produção da série baseada no game “The Last of Us”, que será escrita pelo criador da premiada minissérie “Chernobyl”. O canal encomendou a 1ª temporada da série, dispensando a gravação do piloto após ler o roteiro escrito por Craig Mazin, autor da minissérie sobre o acidente nuclear dos anos 1980. Originalmente, o diretor Johan Renck, que comandou todos os capítulos de “Chernobyl”, também estava envolvido no projeto, pretendendo dirigir “pelo menos” o primeiro episódio de “The Last of Us”, mas seu nome não foi mais citado no processo de desenvolvimento. Ele teria assumido outros compromissos que levaram a um conflito de agenda. Mazin será coprodutor-executivo da série ao lado de Carolyn Strauss, sua parceira na produção de “Chernobyl” (e também produtora de “Game of Thrones”), e de Neil Druckmann, que concebeu o game de 2013 e a sequência, que bateu recorde de vendas ao ser lançada em junho no PlayStation 4. A trama vai adaptar a premissa original de Druckmann, que é similar às histórias tradicionais de apocalipse zumbi. Ao longo da trama, os espectadores acompanharão a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que pode representar uma chance de cura para uma praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. “Craig e Neil são visionários em uma categoria própria”, disse a vice-presidente executiva de programação da HBO, Francesca Orsi. “Com eles no comando, ao lado da incomparável Carolyn Strauss, esta série certamente irá ressoar tanto com os fãs obstinados dos jogos ‘The Last of Us’ quanto com os novatos nesta saga definidora de seu gênero. Estamos muito satisfeitos com a parceria com Naughty Dog, Word Games, Sony e PlayStation para adaptar esta história épica e poderosamente envolvente. ” A série será a primeira produção televisiva a ostentar a marca PlayStation, que vai virar uma produtora independente de conteúdo do conglomerado Sony. Ainda não há previsão de estreia.

    Leia mais
  • Etc

    The Last of Us: Part 2 bate recordes de venda e expõe vexame dos robôs extremistas

    4 de julho de 2020 /

    O sucesso sem precedentes do game “The Last of Us: Part 2” encerra de vez a discussão sobre a capacidade dos nerds da extrema direita de mobilizar qualquer boicote cultural. Eles já atacaram os filmes “Pantera Negra” (herói negro), “Capitã Marvel” (heroína feminina) e a nova trilogia “Star Wars” (falta de homens brancos heroicos), que se tornaram fenômenos de bilheteria. Agora, miraram em seu primeiro game, bombardeando sites como Metacritic e IMDb com preconceito e notas baixas para tentar impedir o sucesso do jogo. Com mais de 100 mil comentários (a maioria negativos), “The Last of Us: Part 2” virou o produto mais comentado do Metacritic em todos os tempos. A se acreditar nessas resenhas, o jogo deve ter sido o maior fracasso de todos os tempos… Mas, graças a essa mobilização sem precedentes, os extremistas conseguiram apenas demonstrar o que não queriam. Barulhentos e armados com robôs para multiplicar suas opiniões, revelaram que, na prática, são muito poucos para fazer qualquer diferença no mundo real. Isto porque “The Last of Us: Part 2” é o maior sucesso de vendas de 2020. Em menos de um mês, o jogo, lançado em 19 de junho passado, já vendeu mais cópias no Reino Unido do que todos os outros títulos do top 10 (dos mais vendidos do ano)… somados. O levantamento foi realizado pela GfK, empresa global que realiza estudos de mercado, e foi divulgado pelo site Games Industry. A continuação da história de Ellie e Joel ficou na frente de jogos como “Fifa 20” (2º), “Ring Fit Adventure” (3º), “Animal Crossing: New Horizons” (4º) e “Mario Kart 8: Deluxe” (5º). Só em seu primeiro fim de semana, “The Last of Us: Part 2” já tinha alcançado a marca de 4 milhões de cópias vendidas. Além disso, quebrou o recorde de estreia para o PlayStation 4. Perdidos no meio da gritaria extremista, alguns fãs verdadeiros realmente lamentaram o destino de um dos protagonistas da franquia. Mas a campanha fraudulenta abafou tanto as reclamações legítimas quanto os elogios rasgados, para fazer prevalecer apenas ataques homofóbicos – os reacionários apelidaram o jogo de “the lesbian of us”, dizendo que ele é fruto de “ideologia de gênero”. Sem cair nesta falsa polêmica, a crítica colocou a nota do game nas alturas, com 94% de aprovação no Metacritic. O jogo é a continuação do premiado “The Last of Us”, de 2013, história de sobrevivência numa espécie de pós-apocalipse zumbi, que liderou diversas listas de melhores games da década, e que recentemente teve sua adaptação para o formato de série anunciada pelo canal pago HBO. A série será escrita e dirigida pelos criadores de “Chernobyl”, o roteirista Craig Mazin e o diretor Johan Renck, que trabalharão na adaptação com o autor do game, Neil Druckmann.

    Leia mais
  • Etc

    The Last of Us: Part 2 encanta crítica e desperta ódio de gamers homofóbicos

    21 de junho de 2020 /

    O aguardado lançamento do game “The Last of Us: Part 2” na sexta passada (19/6) encantou a crítica, mas também demonstrou mais uma vez o lado negro da força do universo geek. O jogo atingiu 95% de aprovação na média das avaliações críticas consideradas pelo site Metacritic. Mas apenas nota 3,7 (de 10) entre o público no mesmo site. No IMDb, a nota ficou em 5,3. O resultado da suposta decepção do público é fruto de uma campanha de um grupo pequeno mas ruidoso nas redes sociais, que usa robôs para manipular as votações. A tática é tão descarada que Neil Druckmann, criador do game, chegou a ironizar no Twitter: “Nossa… em poucas horas de lançamento já temos quase o dobro do número de críticas de usuários obtido pelo primeiro jogo… em sete anos! Adoro essa paixão!”. A mesma tática foi usada anteriormente e por motivos similares contra os filmes “Pantera Negra”, “Capitã Marvel” e a recente trilogia “Star Wars”, todas produções da Disney que se tornaram blockbusters, demonstrando quão minoritários são os descontentes. O motivo do descontentamento é o fato de “The Last of Us: Part 2” não ser conservador. Gamers homofóbicos odiaram o fato de a protagonista Ellie ter se tornado uma lésbica assumida, envolver-se com uma mulher e enfrentar outra, que é “puro músculo, um caminhão”, nas palavras da roteirista do game, Halley Gross. Para completar, a trama também inclui um personagem trans em fuga de uma seita de fanáticos religiosos e a presença de muitas mulheres boas de briga em posições de comando. Nas redes sociais, os reacionários apelidaram o jogo de “the lesbian of us”, dizendo que ele é fruto de “ideologia de gênero”, denominação da extrema direita para qualquer visão de visão de mundo fora da heteronormatividade. O jogo é a continuação do premiado “The Last of Us”, de 2013, que liderou diversas listas de melhores games da década, e que recentemente teve sua adaptação para o formato de série anunciada pelo canal pago HBO. A série será escrita e dirigida pelos criadores de “Chernobyl”, o roteirista Craig Mazin e o diretor Johan Renck, que trabalharão com o autor do game, Neil Druckmann. A trama começa cinco anos após a dupla Joel e Ellie iniciar sua jornada pelo que restou dos Estados Unidos, agora destruído por uma pandemia causada por um fungo zumbi. Se no primeiro game o foco era na relação quase de pai e filha entre os dois protagonistas, em “The Last of Us Part 2” Ellie já tem 19 anos e deixa claro que é sexualmente ativa – com outras mulheres. Enquanto as críticas da imprensa usam adjetivos como “perfeito”, “cinematográfico” e “excelente” – o jornal The Guardian achou o game “inovador e poderoso”, enquanto o Washington Post o chamou de “um dos melhores videogames já criados” – , as resenhas dos “fãs” se resumem a repetir que “lésbicas no apocalipse f****** a saga”. Em meio à polêmica, a intérprete de Ellie (via captura de movimentos), a atriz Ashley Johnson, disse que se sentia “incrivelmente orgulhosa de interpretar essa personagem”, numa reportagem feita pela BBC. “Eu amo Ellie e acho muito importante que as pessoas vejam personagens como ela nos videogames. Ter uma jovem líder feminina que é gay faz com que o jogo pareça mais real”, ela apontou. Disse mais: “Eu acho que é essencial ter representação feminina e LGBTQIA+ em todas as mídias, precisamos disso em todos os formatos. As coisas estão começando a mudar lentamente, mas adoraria chegar logo a um ponto no entretenimento em que isso não seja mais considerado algo ousado”. Na mesma reportagem, Neil Druckmann afirmou que sua produtora, Naughty Dog, está numa situação confortável, graças a uma série de sucessos comerciais que lhes “permite arriscar”. “Se ‘The Last of Us: Part 2″ for bem sucedido, e alguém quiser fazer um novo game com um elenco semelhante, pelo menos as equipes de marketing poderão olhar e ver: ‘Bem, isso funcionou’, então o medo [de preconceituosos] deixará de ser entrave para que possamos refletir mais as pessoas à nossa volta”. Veja o impressionante trailer legendado do game abaixo.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie