Terror Os Estranhos vai ganhar sequência
Quase uma década depois de fazer sucesso nos cinemas, o terror “Os Estranhos” vai finalmente ganhar uma sequência. Segundo o site Deadline, o diretor inglês Johannes Roberts (“Do Outro Lado da Porta”) vai comandar a sequência, que tem roteiro do diretor do primeiro filme, Bryan Bertino, retrabalhado por Ben Ketai (do péssimo “Floresta Maldita”). A sequência vai contar a história de uma família em viagem, que ao parar num estacionamento de trailers para passar a noite, vira alvo dos já conhecidos psicopatas mascarados. As filmagens devem acontecer no verão americano, mas o elenco ainda não foi definido. No primeiro filme, Liv Tyler e Scott Speedman interpretavam o casal, que recebia a infeliz visita dos sádicos mascarados em uma casa de campo isolada. Desde que “Os Estranhos” chegou aos cinemas, fala-se em continuar a história, que, embora não fosse totalmente original, inspirou dezenas de produções similares. Ainda não há previsão para a estreia do novo filme.
Jesus é gay na série The Walking Dead
Qual a sexualidade de Jesus? Obviamente, Jesus é gay. O personagem vivido por Tom Payne na série “The Walking Dead” sempre teve sua orientação sexual bastante clara nos quadrinhos. Entretanto, na TV isto não era tão evidente. Assim, para acabar com as dúvidas, o criador dos quadrinhos e produtor da atração televisiva, Robert Kirkman, publicou uma declaração na edição 164 dos gibis, afirmando: “Jesus é gay na TV também”. Vale lembrar que Tom Payne já tinha se assumido anteriormente, em entrevista ao Huffington Post: “Não há motivo para ser diferente na TV. Ele é sim [gay] e qual é o problema? Ele é um cara incrível e que, por acaso, gosta de outros homens”. O próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar no domingo (19/2) em novo horário no canal pago Fox, às 23h30, devido ao fim do horário de verão.
Criador da franquia Evil Dead vai voltar a dirigir filme de terror
O cineasta Sam Raimi, que após sair da franquia “Homem-Aranha” dirigiu apenas “Oz, Mágico e Poderoso” (2013), está planejando retomar a carreira cinematográfica com um terror. Segundo a Variety, trata-se de um filme sobre o Triângulo das Bermudas. O projeto ainda não teve título e detalhes revelados, exceto pelo fato de se passar na misteriosa área do Caribe onde aviões e navios tem desaparecido ao longo dos anos. A produtora Skydance está desenvolvendo o filme desde 2013. Já há um roteiro escrito por Damian Shannon e Mark Swift (ambos de “Sexta-Feira 13” e “Freddy vs. Jason”), que será reescrito por Doug Miro e Carlo Bernard (criadores da série “Narcos”). Ultimamente, Raimi tem se dedicado à produção, como executivo da série “Ash vs. Evil Dead”, baseada em seus filmes “A Morte do Demônio” (1981) e “Uma Noite Alucinante” (1987), e de filmes como “Poltergeist: O Fenômeno” (2015) e “O Homem nas Trevas” (2016).
7ª temporada de American Horror Story terá como tema as últimas eleições dos EUA
A 7ª temporada de “American Horror Story” terá como tema a última eleição dos Estados Unidos. O produtor Ryan Murphy divulgou a informação em entrevista ao programa “Watch What Happens Live”, de Andy Cohen, na noite de quarta-feira (15/2). “Acho que será interessante para muitas pessoas”, comentou o produtor e roteirista. Mesmo assim, Murphy evitou dar detalhes, e respondeu com um simples “talvez”, quando questionado se haverá uma versão de Trump na temporada. Anteriormente, Murphy havia dito que não revelaria o tema do sétimo ano da série com antecedência, visando repetir o mistério feito ao redor de “Roanoke”, a trama da 6ª temporada da atração. Ainda sem título, a nova fase já têm confirmados os retornos de Sarah Paulson e Evan Peters, e começará a ser gravada em junho, com previsão de lançamento em 17 de setembro. Criada por Murphy e Brad Falchuk em 2011, “American Horror Story” já venceu 15 Emmys (o “Oscar da TV”) e dois Globos de Ouro, e encontra-se renovada até sua 8ª temporada.
Volta do diretor de O Chamado ao terror, A Cura é constrangedora
O fiasco de “O Cavaleiro Solitário” (2013), aquele filme em que Johnny Deep fazia o papel de Tonto, o índio trapalhão, exigia que o diretor Gore Verbisnki encontrasse urgentemente um filme que recolocasse sua reputação de realizador nas alturas. “A Cura” é essa aposta. Uma tentativa do cineasta de investir num caminho que já tinha trilhado com sucesso anteriormente: o terror – Verbinski se projetou como diretor de “O Chamado” (2002). O que, para os executivos da Fox, pareceu uma barbada. O resultado, contudo, é constrangedor. Verbinski e o roteirista Justin Haythe (também de “O Cavaleiro Solitário”) trabalham até um mote interessante, a história de um financista de Nova York (Dane DeHaan) que acaba internado numa clínica suíça e, cada vez que tenta escapar, uma força misteriosa parece prendê-lo ainda mais forte. Mas nada funciona no filme. O roteiro é mal estruturado, confuso e não revela habilidade nem mesmo para criar sustos. Uma cena é mais previsível que a outra. DeHaan (o Duende Verde de “O Espetacular Homem Aranha 2”) tem até o perfil ansioso adequado para perambular pelo sanatório dirigido por um médico (Jason Isaacs, da franquia “Harry Potter”) com sotaque alemão muito suspeito. É o tipo de cara que abre as portas e só depois pergunta se era proibido, mas cai tolamente numa armação, e não consegue provar pra polícia que realmente está sendo vítima dos médicos do sanatório. E essa situação se repete, se prolonga por intermináveis duas horas e meia. Nada prospera em cena, nem mesmo a atriz Mia Goth (“Ninfomaníaca: Volume 2”), que interpreta a filha do médico. Mia acaba sendo a expressão máxima da visão anêmica do filme: ela parece assombrada e morta de fome. Em seu fracasso, Verbinski é literalmente épico. Se o filme é ruim, pelo menos o visual é caprichado. A fotografia austera de Bojan Bozelli (outro egresso de “O Cavaleiro Solitário”) favorece o cinza e tons de verde, variando de bile a musgo. O vestuário de Jenny Beavan (“Mad Max: Estrada da Fúria”) capricha nas peças retro-góticas e os cenários de Eve Stewart (“Victor Frankenstein”) são opulentos e passam a ideia certa de frieza e morbidez. Depois de uma meia hora de filme, a sugestão de gelidez é perfeita. Isso, porém, só aumenta a sensação de desperdício. De que adianta o capricho na atmosfera, quando a trama não ajuda, o diretor se enrosca nos chavões e os atores dançam como loucos pelos cenários, já que as boas ideias estão lá, mas ninguém sabe muito bem que direção tomar? Enfim, se essa era a Cura que Verbinski almejava para seus males, não deu certo. Melhor tentar outra receita.
Vídeos e fotos de The Walking Dead revelam nova comunidade
O canal pago americano AMC divulgou o trailer, uma cena e novas fotos do próximo episódio de “The Walking Dead”. As prévias revelam mais detalhes sobre o novo grupo encontrado por Rick (Andrew Lincoln), enquanto as fotos se concentram no Reino, com imagens de Daryl (Norman Reedus), Morgan (Lennie James), Ezekiel (Khary Payton) e Carol (Melissa McBride). O capítulo recebeu o título de “New Best Friends” (novos melhores amigos) e a sinopse apenas descreve que “enquanto buscam por um alexandrino desaparecido [o padre Gabriel], Rick e seu grupo encontram um coletivo misterioso, com habitantes completamente diferentes de tudo que já tinham visto”. Com o fim do horário de verão, “New Best Friends” será exibido mais cedo que os capítulos anteriores de “The Walking Dead”, às 23h30 de domingo (19/2) nos canais pagos Fox e Fox Action (sem intervalos).
The Walking Dead será exibido mais cedo no Brasil a partir do próximo capítulo
O final do horário de verão significa uma boa notícia para os fãs brasileiros de “The Walking Dead”. A série, que tem exibição praticamente simultânea com os Estados Unidos, começará a ir ao ar mais cedo no Brasil a partir de domingo (19/2). A mudança é consequência da diferença do fuso horário entre os dois países, que diminuirá em uma hora com o fim do horário de verão. Em vez de virar a madrugada de domingo para segunda para ver a série, os fãs agora poderão acompanhar “The Walking Dead” a partir das 23h30. Como o horário de verão acaba no domingo, “The Walking Dead” será justamente a primeira série afetada pela mudança. Mas todas as demais atrações com estreia simultânea também terão sua exibição adiantada em uma hora no Brasil. Portanto, marquem na agenda para não perder nenhum capítulo. Mas, se perderem, o próximo episódio tem reprise no antigo horário. “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelos canais pagos Fox e Fox Action (sem intervalos).
Trailer de western de Sofia Coppola vira terror com Elle Fanning, Kirsten Dunst e Nicole Kidman
A Focus Features divulgou o primeiro trailer e fotos de “The Beguiled”, remake do western “O Estranho que Nós Amamos”, com direção de Sofia Coppola (“Bling Ring”). A prévia traz o ator Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Vivem”) no papel interpretado por Clint Eastwood em 1971, como um soldado ianque ferido, que é socorrido e tratado numa escola sulista para meninas. Sua presença desperta interesse tanto no corpo docente quanto no discente, e não demora a render relações indecentes. Mas a tensão sexual gera ciúmes e dá uma guinada na trama, com o final do trailer marcado por gritos desesperados de filme de terror. O remake registra a segunda parceria de Coppola com a atriz Elle Fanning (as duas trabalharam juntas em “Um Lugar Qualquer”) e a terceira com Kirsten Dunst (após “As Virgens Suicidas” e “Maria Antonieta”). Além delas, as atrizes Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) também fazem parte da seleção de loiras da produção. O novo “O Estranho que Nós Amamos” estreia em 30 de junho nos EUA e apenas dois meses depois, em 24 de agosto, no Brasil.
Novo terror do diretor de Annabelle ganha fotos e primeiro trailer
A Broad Green Pictures divulgou três fotos e o primeiro trailer de “Wish Upon”, novo terror de John R. Leonetti (“Annabelle”), que gira em torno da velha lição de moral: “cuidado com o que deseja”. A prévia mostra como uma caixa de música misteriosa vai parar na mão de uma menina de 17 anos, vivida por Joey King (“Independence Day: O Ressurgimento”), e lhe dá o direito de realizar sete desejos. Mas ela logo descobre que, a cada desejo concedido, deve pagar um preço terrível. O elenco inclui Ryan Phillippe (série “Shooter”) como seu pai e Ki Hong Lee (“Maze Runner”), Alice Lee (série “Switched at Birth”) e Shannon Purser (aka Barb de “Stranger Things”) como seus colegas de escola, além de Elisabeth Rohm (série “The Last Ship”) e Sherilyn Fenn (série “Twin Peaks”). O lançamento está marcado para 30 de junho nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.
Terror pós-apocalíptico com Joel Edgerton ganha primeiro trailer
A A24, que segue se consagrando com boa fonte de terrores indies, divulgou o pôster e o trailer de “It Comes at Night”, pesadelo pós-apocalíptico do cineasta Trey Edward Shults (“Krisha”). A prévia é atmosférica, bastante tensa e dá apenas pistas sobre as ramificações da trama. No filme, Joel Edgerton (“Aliança do Crime”) protege sua família de uma ameaça não natural que aterroriza o mundo, mantendo uma tênue ordem doméstica numa cabana isolada. Porém, o lar seguro é posto à prova quando uma jovem família aparece procurando refúgio. Mesmo com boas intenções, a paranoia e a desconfiança logo tomam conta da situação, conforme os horrores do lado de fora se aproximam cada vez mais. O elenco também inclui Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Christopher Abbott (série “Girls”), Carmen Ejogo (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) e Kelvin Harrison Jr. (“O Nascimento de uma Nação”). A estreia está marcada para 25 de agosto nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.
Clarisse Ou Alguma Coisa Sobre Nós Dois é uma beleza de cinema
Terceiro longa-metragem de Petrus Cariry, “Clarisse Ou Alguma Coisa Sobre Nós Dois” (2015) finaliza a chamada “Trilogia da morte”, iniciada com “O Grão” (2007) e “Mãe e Filha” (2011). O rigor formal apresentado nos trabalhos anteriores, bem como o cuidado com a beleza das imagens, que desde o primeiro filme têm sido comparadas a pinturas clássicas, se manifesta ainda mais forte neste novo trabalho, que conta a história de uma jovem mulher que vai passar uns dias na casa do pai doente. Não é um filme fácil. É propositalmente lento e com um tipo de dramaturgia que se distancia do naturalismo, por mais que a estranheza nas interpretações não nos impeça de admirar a excelente performance de Sabrina Greve, premiada na edição do Cine Ceará do ano passado. A atriz já havia aparecido em outro filme ainda mais ligado ao gênero horror, “O Duplo”, marcante curta-metragem de Juliana Rojas. Mas embora possa ser definido como terror, “Clarisse” frustrará quem esperar um filme típico do gênero, assim como pode desagradar quem não o aprecia. Por isso mesmo deve ser apreciado como ele é e não como deveria ter sido, conforme o gosto pessoal de cada espectador. Mas, uma vez que o espectador resolva se abrir a esse tipo de cinema mais hermético e cheio de signos a decifrar, a experiência é bastante recompensadora. Até porque a beleza das imagens (a direção de fotografia também é de Petrus) e dos movimentos de câmera são de encher os olhos. Inclusive, é possível perceber isso a partir do pouco que é mostrado no trailer. A enigmática história, que se passa bem longe de um lugar típico de filmes cearenses, também é contada com o auxílio de sons e ruídos, que são incorporados à obra de maneira orgânica. Aliás, o cuidado com o som é outro aspecto admirável de “Clarisse”, um filme que sangra e que parece um sonho. Diante da dificuldade de penetração de um filme como esse em um mercado cada vez menos tolerante a experimentações e invenções, deve-se comemorar a oportunidade de ver nos cinemas uma obra como esta, que, ao contrário dos besteiróis televisivos, merece para ser vista na tela grande.
Terror It – A Coisa será lançado com classificação indicativa para maiores
O palhaço mais temido da literatura de terror vai enfrentar crianças no cinema, mas não poderá ser visto por elas. Segundo o produtor Dan Lin, a versão de cinema de “It – A Coisa” terá classificação indicativa “R” (maiores de 17 anos) nos EUA. “Quando você vai fazer um filme com classificação ‘R’, tem que fazer jus ao material de origem. O filme é sobre um palhaço assustador que tenta matar crianças. Claro que será ‘R’!”, ele afirmou, em entrevista ao site Collider. Publicado em 1985, “It – A Coisa” é um dos livros mais volumosos de Stephen King, com mais de mil páginas. A aterrorizante história gira em torno de sete crianças perseguidas pela criatura maligna que lhe dá título. Para sobreviver, elas precisam superar seus medos e enfrentar o palhaço Pennywise duas vezes em suas vidas – na infância e também em suas vidas adultas. Repleto de atores jovens, o elenco inclui Finn Wolfhard (série “Stranger Things”), Jaeden Lieberher (série “Masters of Sex”), Owen Teague (série “Bloodline”), Nicholas Hamilton (“Terra Estranha”), Megan Charpentier (“Resident Evil 5: Retribuição”), Jack Grazer (“Tales of Halloween”), Wyatt Oleff (“Guardiões da Galáxia”), Sophia Lillis (“37”), Chosen Jacobs (série “Hawaii Five-0”), Jeremy Ray Taylor (“The History of Us”) e Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”). A adaptação foi escrita por escrito por Gary Dauberman (“Annabelle”) e Chase Palmer (“Black Lung”) e a direção é do argentino Andrés Muschietti, do terror “Mama” (2013). A estreia está marcada para 7 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Diretor de comédias vai filmar o novo Halloween
O veterano diretor John Carpenter anunciou na sua página no Facebook quem vai dirigir o remake de seu clássico de terror “Halloween” (1978). E para surpresa dos fãs de terror, trata-se de um diretor de comédias: David Gordon Green, responsável pelo péssimo “O Babá(ca)” (2011) e o recente fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Não bastasse sua falta de experiência no gênero, Green também é um cineasta bastante irregular, capaz de surpreender tanto positivamente (como no drama “Joe”) quanto negativamente (o já citado “O Babá(ca)”). E, para completar, ele também vai escrever a adaptação ao lado de um comediante, Danny McBride, com quem trabalhou em “Segurando as Pontas” (2008), “Sua Alteza?” (2011) e na série “Eastbound & Down” (2009-2013). Mas Carpenter diz ter ficado impressionado com a visão do cineasta e seu parceiro cômico para a franquia, após uma reunião de produção. Ele divulgou um comunicado em que Danny McBride garante que o novo filme não será uma comédia. “David e eu estamos animados para sair das nossas colaborações cômicas e mergulhar em um horror sombrio e pavoroso. Ninguém vai rir”, afirmou ele. Green, por sua vez, se assumiu fã do filme original. “O Halloween de John Carpenter foi uma experiência monumental de filme de terror para mim e para milhões de fãs de cinema. É uma honra trabalhar com esta equipe criativa para criar um novo capítulo na história de Michael Myers”, o diretor afirmou. Ao contrário do remake de Rob Zombie, o novo “Halloween” terá produção de Carpenter, em parceria com Jason Blum (“Atividade Paranormal”). O projeto visa um lançamento em 19 de outubro de 2018, para coincidir não apenas com a comemoração do Halloween, mas com os 40 anos do começo da franquia.












