Diretor do premiado terror The Eyes of My Mother vai filmar reboot de O Grito
O diretor Nicolas Pesce, do premiado terror “The Eyes of My Mother”, vai reescrever e dirigir o reboot da franquia “O Grito” para a produtora Ghost House Pictures, de Sam Raimi. Segundo o site Deadline, o novo filme é baseado num roteiro de Jeff Buhler (“O Último Trem”) e deverá reiniciar a maldição da mulher e do menino fantasma, criados pelo cineasta Takashi Shimizu no original japonês (“Ju-on”, de 2002). “O Grito” foi o segundo remake de terror japonês a estourar nos EUA. Lançado dois anos após o original – e dois anos após o estouro de “O Chamado” – , faturou US$ 187 milhões em todo o mundo, dando um lucro absurdo, diante de seu orçamento de US$ 10 milhões. O sucesso da produção é considerado um ponto de virada na produção dos terrores baratos americanos, inspirando o surgimento de diversos projetos de baixo orçamento bem-sucedidos. Pesce está atualmente trabalhando na pós-produção de seu segundo longa, o thriller psicológico “Piercing”, estrelado por Mia Wasikowska (“Alice Através do Espelho”). E, por coincidência, este filme é uma adaptação do romance de um autor bem conhecido dos fãs de J-horror: Ryû Murakami, escritor de “Audição” (1999), o filme mais comentado de Takashi Miike, e diretor de “Tokio em Decadência” (1992).
John Carpenter vai desenvolver séries de terror para a Universal
O mestre do terror John Carpenter vai assombrar a televisão. O diretor de clássicos como “Halloween” (1978), “Fuga de Nova York” (1981) e “O Enigma de Outro Mundo” (1982) fechou um contrato com a produtora Universal para desenvolver e produzir novas séries de terror. Um dos projetos será “Tales For a Halloween Night”, uma antologia de terror baseada na graphic novel de mesmo nome, criada por Carpenter em 2015, que reúne histórias curtas de assombração. Os textos originais dos quadrinhos juntaram gente famosa do cinema, literatura e dos próprios gibis. A série, porém, ainda busca um roteirista para desenvolver seu piloto, visando exibição no canal pago SyFy. Além disto, o cineasta vai produzir uma adaptação da franquia literária “Nightside”, de Simon R. Green, que já tem 12 livros publicados. O Nightside do título é um lado desconhecido de Londres, em que sempre é noite, e ao qual poucos turistas têm acesso. Neste lugar místico, é possível encontrar de tudo, desde novos discos de roqueiros mortos há décadas até poções mágicas que funcionam de verdade. A trama gira em torno de um detetive privado, chamado John Taylor, filho de Lilith, a criadora do Nightside, que ajuda seus clientes a localizarem o que perderam ou precisam com a ajuda de seus poderes sobrenaturais. O roteiro do piloto de “Nightside” está sendo escrito por Jill Blotevogel (da série “Scream”). Um dos diretores mais importantes dos anos 1980, Carpenter tem desenvolvido diversos projetos alternativos nos últimos anos, como a citada publicação de quadrinhos “Tales For a Halloween Night” e até discos de música eletrônica – ele é um compositor reconhecido pela excelência das trilhas gélidas de seus filmes. Embora seus filmes tenham influenciado gerações e não deixem de inspirar remakes, ele próprio não filma desde “Aterrorizada” (2010).
The Book of Birdie: Terror escrito, dirigido e estrelado apenas por mulheres ganha fotos e trailer mórbidos
A Reel Suspects divulgou fotos, o pôster e o primeiro trailer de “The Book of Birdie”, terror britânico escrito, dirigido e estrelado apenas por mulheres. A prévia mistura heresia e visões religiosas com imagens mórbidas, de freiras suicidas. A trama se passa num convento para onde se muda Birdie (a estreante Ilirida Memedovski), uma adolescente frágil e introvertida, cuja imaginação hiperativa inspira obsessões grotescas. Sua vida tediosa ganha uma distração quando ela conhece Julia (Kitty Hall, também estreante), uma garota que trabalha na manutenção do local, que lhe desperta uma paixão crescente. Mas não tão forte a ponto de afastá-la de sua principal fascinação: o sangue. “The Book of Birdie” marca a estreia na direção de Elizabeth E. Schuch, que trabalhou no departamento de arte de “Mulher-Maravilha”, e seu elenco destaca Suzan Crowley (“A Filha do Mal”) como a Madre Superiora. Atualmente em exibição no circuito de festivais internacionais, o filme teve première brasileira no Fantaspoa, em maio, mas ainda não possui previsão de estreia comercial.
Rabbit: Terror australiano com atriz da série Rectify ganha primeiro trailer
A LevelK divulgou o primeiro trailer de “Rabbit”, terror australiano estrelado por Adelaide Clemens (série “Rectify”). A prévia é instigante e repleta de cenas de pesadelo, com psicopatas vindo de todos os lados. A trama gira em torno da personagem de Clemens, que após um sonho vívido volta à cidade de Adelaide, na Austrália, com a certeza de saber o paradeiro de sua irmã gêmea desaparecida. O elenco também inclui Alex Russell (“Poder sem Limites”) e Veerle Baetens (“Alabama Monroe”). Estreia do diretor Luke Shanahan em longa-metragem, o filme terá sua première no Festival de Melbourne, que acontece de 3 a 20 de agosto.
Trailer do terror Polaroid amaldiçoa adolescentes de séries americanas
A Weinstein Company divulgou o pôster e o trailer do filme de terror “Polaroid”, centrado numa antiga câmera fotográfica amaldiçoada. A prévia mostra como todos que são fotografados pela velha Polaroid passam a ser perseguidos por uma criatura sobrenatural até a morte. E queimar as fotos ou tentar destruir a câmera pode resultar num problema ainda pior. O filme marca a estreia do diretor norueguês Lars Klevberg, que adapta seu curta homônimo de 2015, premiado no Festival de Torremolinos, numa versão estendida com elenco de séries americanas. Os adolescentes amaldiçoados incluem Madelaine Petsch (“Riverdale”), Kathryn Prescott (“Finding Carter”), Katie Stevens (“Faking It”), Keenan Tracey (“Bates Motel”), Tyler Young (“Eyewitness”), Samantha Logan (“The Fosters”), Davi Santos (“Power Rangers Dino Charge”) e Erika Prevost (“The Next Step: Academia de Dança”), além de Mitch Pileggi (“Arquivo X”) como o policial que tenta convencer os jovens que lendas urbanas não são reais. A estreia está marcada para 25 de agosto nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Ao Cair da Noite transforma terror apocalíptico em filme de arte
Filmes sobre o fim do mundo, devastado por uma doença contagiosa e mortal, não são novidade, mas é novo o modo como a história de “Ao Cair da Noite” é contada. Na trama, só o que conhecemos é uma pequena família. Depois, um outro personagem adentra a casa e uma nova família é apresentada. No fundo, o diretor Trey Edward Shults trata, como em seu filme anterior “Krisha” (2015), de estruturas familiares. “Ao Cair da Noite” se distancia do que normalmente se vê de mais vulgar no gênero. Há muito pouco gore e os sustos são bem discretos. Na verdade, o filme não se apoia em sustos, mas na atmosfera, no medo do desconhecido, no que está escondido na floresta, no que está invisível aos nossos olhos, mas visível para os personagens. O filme apresenta algo que só o personagem Travis (Kelvin Harrison Jr., de “O Nascimento de uma Nação) vê e a câmera nos nega a visão. Os pesadelos de Travis, sua natureza, são baseados naquilo que lhe impressiona: os medos, os desejos, os traumas. Uma das primeiras cenas é extremamente cruel. O avô moribundo, pai de Sarah (Carmen Ejogo, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”), é levado em um carro de mão para ser abatido e enterrado longe, na floresta. Seu neto, Travis, está junto com o pai, Paul (Joel Edgerton, de “Aliança do Crime”), o chefe da família que toma medidas extremas para manter a si e aos seus vivos diante de um cenário apocalíptico. Esse tom mórbido e desolador contrasta com a beleza das imagens (seja dos exteriores, seja de interiores), tão bem enquadradas pela câmera de Shults. Mesmo quando não há nada no fundo, apenas a escuridão, como na cena do primeiro jantar sem a presença do avô, até a escuridão funciona como um trabalho de direção de arte admirável. Mais adiante, de dia, teremos vislumbres da casa, que possui uma intrigante porta vermelha, que se destaca do restante da mobília. Há uma cena exterior digna de nota: Paul leva Will (Christopher Abott, da série “Girls”) à bordo da caminhonete para buscar a mulher e o filho pequeno para morarem juntos com sua família. Mas o clima de tensão faz com que Paul fique constantemente olhando para Will no retrovisor da caminhonete. O que se segue é quase esperado, mas serve para mostrar um pouco daquele mundo desalmado, em que água e alimentos são preciosos. Quase um “The Walking Dead” sem zumbis. Cada cena de “Ao Cair da Noite” tem a sua importância, em um filme em que pouca coisa de fato acontece: não há monstros ou algo do tipo. Mas é justamente por isso que o segundo filme de Shults é cheio de tanta classe, já que tem um pé no arthouse, embora bem distante do drama tenso de “Krisha”. É cinema de gente grande, desses que restabelece a fé na renovação do gênero horror. Preste atenção nas últimas cenas, que assumem imagens vistas nos pesadelos de Travis. O que pode significar que aquilo tudo, aquela série de cenas mais movimentadas, é um pesadelo do rapaz que tomou conta da realidade (uma ideia interessante). Porém, há algo que desmonta ou perturba essa teoria, e que também coloca “Ao Cair da Noite” entre os melhores filmes de terror do ano.
Terror que conta a origem de Leatherface ganha primeiras imagens
O terror “Leatherface”, centrado na origem do psicopata mascarado de “O Massacre da Serra Elétrica” (1974), ganhou um pôster oficial e teve três fotos divulgadas pelo site Bloody Disgusting (como atesta o indefectível logotipo). As imagens não economizam sangue, dando uma mostra do que se pode esperar da produção. A trama vai acompanhar quatro foragidos de um hospital psiquiátrico, entre eles o jovem que se tornará Leatherface. Durante a fuga, eles raptam uma jovem enfermeira e a arrastam em uma viagem de pesadelo, enquanto são perseguidos por um homem da lei igualmente perturbado. O filme não revela qual dos quatro foragidos é Leatherface, mas apenas três são homens. Seus intérpretes são: Jessica Madsen (série “Tina and Bobby”), Sam Strike (novela “EastEnders”), James Bloor (“Lembranças de um Amor Eterno”) e Sam Coleman (o jovem Hodor em “Game of Thrones”). O elenco central ainda inclui Vanessa Grasse (“Roboshark”) no papel da enfermeira raptada, Stephen Dorff (“Um Lugar Qualquer”) como o xerife que os persegue e Lili Taylor (série “Hemlock Grove”) como Vera Sawyer, a avó de Leatherface. O personagem Leatherface foi apresentado em “O Massacre da Serra Elétrica” (1974) como membro de uma família de canibais. Apesar de ser um coadjuvante no filme, foi ele quem mais chamou a atenção, ganhando mais importância nos filmes seguintes e se tornando um ícone do cinema de terror. Seu intérprete original, o islandês Gunnar Hansen, morreu em 2015. A direção é da dupla Alexandre Bustillo e Julien Maury (“A Invasora”). A estreia está marcada para outubro nos Estados Unidos e não há previsão para o lançamento no Brasil. Clique nas fotos para ampliá-las.
O brinquedo assassino volta a matar nos trailers de O Culto de Chucky
A Universal divulgou dois trailers de “O Culto de Chucky”, o sétimo filme do monstrinho introduzido em “Brinquedo Assassino” (1988). As prévias se diferenciam pela quantidade de violência que apresentam. Mas a mais explícita (red band) também revela algumas mortes importantes da trama, acabando com as surpresas. A premissa explora uma situação já vista na franquia “Jogos Mortais”: uma terapia de grupo com antigas vítimas do boneco. Na trama, Nica Pierce (Fiona Dourif, filha do dublador de Chucky, Brad Dourif) está internada num hospício, sendo convencida de que ela, e não Chucky, matou sua família inteira. Porém, quando seu terapeuta resolve levar um boneco para as sessões em grupo, visando provar que o medo de Chucky é irracional, uma nova série de assassinatos faz Nica perceber que ela não é tão louca quando querem lhe fazer acreditar. O filme também traz de volta Andy Barclay (Alex Vincent), o menino que encarou Chucky no primeiro filme, e Jennifer Tilly, intérprete da personagem-título de “A Noiva de Chucky” (1998). Além disso, o próprio Chucky retoma seu visual de brinquedo novo, que há muito tempo não era visto na franquia. “O Culto de Chucky” tem roteiro e direção de Don Mancini, que escreveu o filme original, e vai sair direto em vídeo nos EUA, em outubro. O mesmo deve acontecer no Brasil.
Alice Braga entra no filme dos Novos Mutantes
A atriz Alice Braga (série “Queen of the South”) entrou no elenco do filme dos Novos Mutantes, passado no universo dos “X-Men”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela ficará com um papel que estava sendo negociado com Rosario Dawson (série “Punho de Ferro”). Alice Braga será a segunda representante do Brasil no projeto, após a contratação de Henry Zaga (série “13 Reasons Way”) para o papel de Mancha Solar, o super-herói brasileiro da Marvel. Ela irá interpretar a médica mutante Dra. Cecilia Reyes, que tem descendência porto-riquenha. A personagem nunca fez parte dos Novos Mutantes nos quadrinhos, tendo surgido uma década depois das aventuras dos heróis adolescentes e relutando a se envolver com os X-Men. Entretanto, relatos de diversos sites a posicionam como mentora do grupo, situação inédita que seria uma forma de suprir a ausência de Charles Xavier (James McAvoy nos novos filmes dos X-Men). Os outros personagens do filme são Lupina, vivida por Maisie Williams (a Arya de “Game of Thrones”), Magia, interpretada por Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Míssil, encarnado por Charlie Heaton (série “Stranger Things”), e Miragem, papel de Blu Hunt (série “The Originals”). “Os Novos Mutantes” será dirigido por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”), com filmagens marcadas para julho em Boston e estreia prevista para abril de 2018.
Trailer da versão americana de Death Note tem clima de filme de terror
A Netflix divulgou sete fotos e o primeiro trailer legendado da versão americana do mangá “Death Note”. A prévia traz cenas impactantes e ressalta um clima assumido de terror, mas também evoca a iconografia original japonesa. Curiosamente, até agora pouco se reclamou do “embranquecimento” desta produção, ao contrário das ressalvas feitas em relação à adaptação hollywoodiana de “Ghost in the Shell”. O filme traz Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente será exibido no Brasil em 2 de agosto. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo à Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e a direção é de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia está marcada para 25 de agosto.
Adaptação americana de Death Note ganha pôster sombrio
A Netflix divulgou um pôster sombrio para a versão americana de “Death Note”. A arte ressalta um clima assumido de terror, mas também evoca a iconografia original japonesa. Curiosamente, até agora pouco se reclamou do “embranquecimento” desta produção, ao contrário das ressalvas feitas em relação à adaptação hollywoodiana de “Ghost in the Shell”. O filme traz Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). A versão americana tem roteiro de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e direção de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia foi marcada para 25 de agosto. Vale lembrar que o mangá original criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente será exibido no Brasil em 2 de agosto.
Kevin Bacon vai estrelar série baseada no terror O Ataque dos Vermes Malditos
O canal pago SyFy encomendou o piloto de uma série baseado na franquia de terror “O Ataque dos Vermes Malditos”. A produção será uma continuação da história original, estrelada pelo ator do filme de 1990, Kevin Bacon. A adaptação está sendo desenvolvida por Andrew Miller (criador da série “The Secret Circle”) e vai se passar 25 anos após os eventos do filme original, quando Valentine McKee (Bacon) voltará a encontrar os vermes gigantes subterrâneos, que se alimentam de carne humana. Além de estrelar, Bacon também irá coproduzir a série, caso o piloto seja encomendado, junto da produtora Blumhouse Television. O filme original, produzido pela Universal Pictures, arrecadou apenas US$ 16 milhões nas bilheterias, mas se tornou cult ao sair em vídeo, a ponto de ganhar cinco sequências. O Syfy chegou a desenvolver uma série com as mesmas criaturas em 2003. Entretanto, “Tremors: The Series” foi cancelada após uma temporada de 13 episódios. “Este é o único personagem que já que pensei em reviver”, disse Bacon, no comunicado do projeto. “Eu já cheguei a pensar: onde esse cara acabaria depois de 25 anos? Andrew Miller tem uma visão fantástica e esperamos criar uma série que seja divertida e assustadora para os fãs do filme e pessoas que ainda não o descobriram.” O piloto precisará ser aprovado para “Tremors” (o título original) virar série.
Atriz de O Homem nas Trevas vai estrelar a nova série de terror Castle Rock
A atriz Jane Levy (“O Homem nas Trevas”) será a protagonista feminina de “Castle Rock”, série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”) e o escritor Stephen King (“A Torre Negra”). A série é inspirada pelo universo literário de King, e trará Levy como uma mulher obcecada pelas mortes e acontecimentos sobrenaturais da cidade do título. Ela vai contracenar com André Holland (“Moonlight”), intérprete de um advogado com clientes condenados à pena de morte, e Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original), professora aposentada e mãe adotiva do personagem de Holland. Não há mais informações sobre a trama, além das descrições destes personagens. Mas o site The Hollywood Reporter especula que se trata de uma série de antologia, ao estilo de “Fargo” e “American Horror Story”, em que cada temporada contaria uma história diferente e com personagens diferentes, conectadas pelo mesmo universo ficcional. King concebeu a cidade fictícia de Castle Rock no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. E voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertaiment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. A produção será disponibilizada no site de streaming Hulu, mas ainda não tem previsão de estreia.












