Rapper Tyga e filho de Notorious B.I.G. vão estrelar a 3ª temporada de Scream
A série “Scream”, baseada na franquia de terror “Pânico”, vai renovar seu elenco e contar uma nova história em sua 3ª temporada. E as primeiras novidades foram reveladas, ligadas ao mundo do rap. O rapper Tyga e o filho de Notorious B.I.G., C.J. Wallace, são os primeiros nomes escalados na produção. Tyga vai interpretar Jamal, meio-irmão leal do protagonista Deion, enquanto Wallace vai viver Amir, um músico aspirante que irá rever seu sonho de carreira ao encontrar um assassino mascarado. O protagonista ainda não foi escalado, mas o personagem Deion é um jogador de futebol americano, com bolsa de estudos para faculdade, que precisará lidar com o conhecido serial killer. O reboot da série terá só seis episódios, metade da duração das temporadas anteriores, e previsão de estreia para março de 2018.
Terror Amityville: O Despertar ganha trailer dublado e legendado
A Paris Filmes divulgou o trailer de “Amityville: O Despertar”, em versões legendada e dublada. A prévia mostra que a trama é uma continuação que renega os filmes anteriores. Segundo a premissa, nada aconteceu em Amityville desde os anos 1970, época em que mortes sangrentas inspiraram uma lenda e originaram a franquia de terror original. Por conta disso, uma nova família acha perfeitamente seguro se mudar para a casa mal-assombrada mais famosa do mundo. Lógico que isso é apenas o ponto de partida de um roteiro manjado de terror. Em 1979 e 2005, foram recém-casados que se mudaram para o local. Desta vez, a trama é mais próxima do segundo longa, “Terror em Amityville” (1982), em que a assombração atacava o filho adolescente dos moradores incautos. A família de vítimas da vez inclui Jennifer Jason Leigh (“Os 8 Odiados”) e três filhos: Bella Thorne (série “Famous in Love”), Cameron Monaghan (série “Gotham”) e Mckenna Grace (série “Designed Survivor”). Mas o elenco ainda traz Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”), Jennifer Morrison (série “Once Upon a Time”) e Kurtwood Smith (série “Agent Carter”). “Amityville: O Despertar” foi escrito e dirigido pelo francês Franck Khalfoun, que recentemente revisitou outro terror clássico, ao filmar o remake de “Maníaco” (1980). Vale avisar que a produção foi rodada há três anos e ainda não tem previsão de lançamento nos Estados Unidos, o que nunca é bom sinal. Rumores dão conta que sessões de teste convenceram o estúdio Dimension a desistir de distribuir o filme nos cinemas norte-americanos. A estreia está marcada para 31 de agosto nos cinemas brasileiros.
Versão americana de Death Note ganha dois novos pôsteres
A Netflix divulgou dois novos cartazes da versão live-action americana do mangá “Death Note”. As artes destacam os personagens Light e L, interpretados respectivamente por Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”) e Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”). Vale lembrar que o primeiro pôster divulgado trazia Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também inclui Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente será exibido no Brasil em 2 de agosto. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo à Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”) e a direção é de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia está marcada para 25 de agosto.
Quem realmente dirigiu Poltergeist? Integrante do filme diz que foi Steven Spielberg
Uma velha teoria da conspiração dos cinéfilos teria sido confirmada, após anos de contestação. Os rumores de que “Poltergeist: O Fenômeno” teve o diretor Tobe Hooper substituído por Steven Spielberg, produtor e roteirista do clássico de terror de 1982, foram confirmados por um integrante da equipe técnica do filme. John Leonetti, diretor de “Annabelle” (2014), que trabalhou como primeiro assistente de câmera em “Poltergeist”, resolveu contar “a verdade” em entrevista ao podcast Shock Waves. “Foi um filme muito intenso, muito divertido e muito técnico para se trabalhar. Tinha muita coisa acontecendo. E, francamente… Steven Spielberg dirigiu aquele filme. Não há dúvidas”, garantiu Leonetti. “No entanto, eu adoro Tobe Hooper. Eu amo aquele homem demais”. “Hooper era muito simpático e estava apenas feliz por participar daquilo. Criativamente, ele também fez diferença”, continuou o cineasta. “Steven desenvolveu o filme, e era ele quem deveria dirigir, mas havia a possibilidade de o sindicato reclamar. Então, ele foi ‘o produtor’, mas, na realidade, Steven dirigiu o filme sem usar seu nome, e Tobe estava tranquilo quanto a isso”. “Não foi nada contra Tobe. De vez em quando, Steven realmente saía do set e deixava Tobe fazer algumas coisas. Mas, na realidade, Steven foi o diretor”, concluiu. Ou seja, Leonetti confirmou aquilo que os fãs sempre alegaram: que “Poltergeist” tem visual de filme de Spielberg e pouco a ver com a filmografia de Tobe Hooper, que antes tinha feito um terror sangrento – e igualmente clássico – , “O Massacre da Serra Elétrica” (1974). Vale observar, porém, que Hooper enveredou pela sci-fi logo depois de “Poltergeist”, fazendo o também cultuado “Força Sinistra” (1985) e o “spilberguiano” “Invasores de Marte” (1986).
George A. Romero (1940 – 2017)
O diretor George A. Romero, que criou o conceito dos zumbis modernos com o clássico “A Noite dos Mortos-Vivos”, morreu no domingo (16/7). Ele faleceu durante o sono, enquanto lutava contra um câncer de pulmão, aos 77 anos. Foi Romero quem concebeu a ideia de um apocalipse zumbi, no distante ano de 1968, com seu primeiro longa-metragem. Até então, zumbis eram personagens de filmes sobre vudu, relacionados à sacerdotes sobrenaturais do Haiti – como Bela Lugosi em “Zumbi, A Legião dos Mortos” (1932). Romero tirou os elementos mágicos da história, trocando-os por ficção científica. Uma contaminação e não um ritual mágico transformava as pessoas em seu clássico. E a origem dessa contaminação era vaga – um satélite vindo do espaço? O diretor nem sequer usa a palavra zumbi em seu filme, para evitar a comparação com o vudu. Eram mortos-vivos. E os protagonistas aprendiam os fatos básicos sobre as criaturas junto do público, via noticiário televisivo: os mortos-vivos eram lentos e famintos por carne humana, uma mordida ou arranhão podia transformar qualquer pessoa num deles, assim como a morte, e eles só paravam com um tiro na cabeça. Além dos elementos de terror, a trama adentrava o inesperado terreno da crítica social, ao fazer de um negro e uma mulher branca seus principais protagonistas. A combinação era inusitada para a época, quando casais inter-raciais ainda eram vistos com reprovação no mundo real. A ideia tornava-se mais impactante pelo final, em que o personagem do ator Duane Jones era morto por um caipira. Para fazer sua estreia como diretor, Romero juntou todas as suas economias, conseguidas com trabalho em comerciais, rodando o filme com apenas US$ 114 mil. Para economizar, optou pelo preto-e-branco, uma estética de documentário e apenas catchup e carne de açougue como efeito especial. O porão da fazenda, em que parte da trama acontecia, era o porão de seu próprio escritório. Amigos eram convidados a viver mortos-vivos. Tudo o que podia ser barateado, foi. “A Noite dos Mortos-Vivos” virou um fenômeno. Mas o diretor não recuperou o investimento. Afinal, o filme foi registrado sob o título original, “The Night of the Flesh-Eaters” (a noite dos canibais). Quando os produtores optaram por um nome menos sensacionalista, os direitos autorais caíram no limbo, colocando o longa em domínio público. Romero nunca viu nenhum centavo dos lançamentos em vídeo. Arrasado, ele resolveu mostrar que era um diretor sério, filmando uma comédia romântica (“There’s Always Vanilla”, em 1971), que foi um fracasso. Também tentou misturar drama e sobrenatural numa história de dona de casa que se envolve com bruxaria (“Season of the Witch”, em 1972). Nenhum desses filmes despertou o mesmo interesse de sua estreia. Assim, decidiu retomar conceitos de seu clássico. Seu quarto filme voltou a lidar com infecção, claustrofobia, ataque de contaminados enraivecidos e a reação desumana do governo federal. “O Exército do Extermínio” (1973) mostrou um vírus que transformava a população de uma cidadezinha da Pensilvânia em assassinos alucinados. Desta vez, porém, não bastava enfrentar os infectados. O terror também vinha dos militares que cercavam o local, forçando uma quarentena para impedir a fuga dos sobreviventes. O longa virou cult e ganhou um remake em 2010 (“Epidemia”), mas na época não rendeu o suficiente para que Romero continuasse a se aventurar no cinema de forma independente. Ele foi, então, dirigir documentários esportivos para a TV. Fez até um filme sobre um jovem esportista em ascensão, chamado O.J. Simpson. Mas só conseguiu ficar cinco anos tempo longe de sua paixão. Ao voltar, fez outro cult, “Martin” (1978), história de um rapaz obcecado por sangue, um serial killer que acreditava ser um vampiro. Tornou-se o filme favorito do diretor, ainda que não tenha feito sucesso nas bilheterias. A esta altura, a influência de “A Noite dos Mortos-Vivos” já tinha chegado ao cinema europeu. Um grupo de investidores italianos procurou Romero, interessado em produzir um novo filme de zumbis, entre eles o cineasta Dario Argento (“Suspiria”). Romero ganhou seu primeiro grande orçamento e carta branca para escrever e dirigir como quisesse. E o resultado foi sua obra-prima visceral. Para “Despertar dos Mortos” (1978), o diretor quis mostrar como a epidemia zumbi afetava um grande centro urbano. Juntou uma produtora de telejornal, um piloto de helicóptero e dois policiais da tropa de choque em fuga de uma metrópole infestada, com zumbis irrompendo em estúdios televisivos, em cortiços superlotados e… num shopping center. Ao concentrar a ação no shopping gigante dos subúrbios de Pittsburgh, o filme estabeleceu um dos cenários mais famosos do terror, ao mesmo tempo em que superou seu próprio gênero, inserindo comentário social de humor negro na materialização de zumbis consumistas, que continuavam a demonstrar fervor materialista após a morte. Perguntado porque os zumbis estavam reunidos ali, um personagem responde: “Algum tipo de instinto. Memória do que costumavam fazer. Este era um lugar importante nas suas vidas”. Foi durante a produção que Romero descobriu que perdera direito ao título “Mortos-Vivos”. Um produtor lançaria uma nova franquia com este nome, referenciando “A Noite dos Mortos Vivos” e espalhando ainda mais o gênero – a partir de “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985). O próprio “Despertar dos Mortos” originou outra saga, ao ganhar uma continuação de seus produtores italianos, chamada “Zumbi 2 – A Volta dos Mortos” (1979). Alheio à proliferação dos filmes de zumbis, Romero rodou “Cavaleiros de Aço” (1981), sobre gangues de motoqueiros que se portavam como se fossem cavaleiros medievais, estrelado por Tom Savini – que liderou a gangue de motoqueiros de “Despertar dos Mortos”. A ideia bizarra também virou cult. Para sacramentar sua fama como diretor de terror, ele ainda firmou uma parceria com o escritor Stephen King, que escreveu um de seus raros roteiros originais para o diretor: “Creepshow – Show de Horrores” (1982), uma homenagem aos antigos quadrinhos de terror da editora EC Comics (que publicava, entre outros, “Tales of the Crypt”). Ao perceber que os mortos-vivos tinham virado febre, ele retomou as criaturas em “Dia dos Mortos” (1985), passado num bunker militar. Mais claustrofóbico que nunca e igualmente influente, o filme tratou de mostrar que a ameaça humana podia ser tão ou mais perigosa que o ataque das criaturas, num mundo em que os sobreviventes se tornavam psicopatas. De quebra, o longa rendeu o primeiro trabalho da carreira de Greg Nicotero, futuro produtor da série “The Walking Dead”, como assistente de Tom Savini na criação das maquiagens dos zumbis. A reputação conquistada com a trilogia zumbi levou Romero a produzir uma série de TV, “Galeria do Terror” (Tales from the Darkside), que durou quatro temporadas, e também o aproximou dos grandes estúdios. O thriller “Instinto Fatal” (1988) foi uma produção da Orion, distribuída por Fox e Warner no exterior. Mas a história do macaco que aterrorizava seu dono paraplégico teve mais mídia que público. Ele voltou a colaborar com Dario Argento em “Dois Olhos Satânicos” (1990), que levou às telas dois contos distintos de Edgar Allan Poe – um dirigido por Romero, outro por Argento. E com Stephen King, na adaptação de “A Metade Negra” (1993), outra produção grandiosa para os padrões do diretor. Apesar da expectativa, os filmes não agradaram à crítica e nem renderam as bilheterias esperadas. Assim, Romero não encontrou as mesmas facilidades para realizar novos projetos. Só foi retomar a carreira sete anos depois com “A Máscara do Terror” (2000), uma história original sobre um homem deformado, que não teve impacto algum. Mas lá atrás, em 1990, ele se envolveu em algo que lhe daria dividendos. O próprio Romero produziu e roteirizou o primeiro remake de “A Noite dos Mortos-Vivos”, desta vez realizado à cores e com um final bem diferente. A produção foi um sucesso e inaugurou a tendência de refilmagens de sua obra. Em 2004, Zack Snyder fez o remake de “Despertar dos Mortos”, lançado no Brasil com o título de “Madrugada dos Mortos”. E a obra fez tanto sucesso que muita gente passou a perguntar porque Romero não fazia mais filmes de zumbis. A própria Universal Pictures, que distribuiu o filme de Snyder, procurou Romero interessada em saber sua disposição para retomar o gênero. O diretor se viu com o maior orçamento de sua carreira para filmar “Terra dos Mortos” (2005). Ele não esqueceu do amigo Dario Argento e convidou a filha do cineasta, Asia Argento, para estrelar a produção, ao lado de astros como o veterano Dennis Hopper, John Leguizamo e Simon Baker. Para completar, diversos figurantes famosos viveram zumbis na produção, como Simon Pegg e o diretor Edgar Wright, que recém tinham feito a comédia zumbi “Todo Mundo Quase Morto” (2004), sem esquecer de Savini e Nicotero. Desta vez, a trama se passava numa cidade-fortaleza, com milionários encastelados e proletários lutando para manter os privilégios da classe dominante. A mensagem não agradou muito o estúdio, que aproveitou a baixa bilheteria para limar o projeto de continuação, que Romero pretendia rodar com os sobreviventes da história. Seria sua primeira sequência a retomar personagens. A febre dos filmes de “found footage” (imagens encontradas) inspirou Romero a produzir mais um filme de zumbis, desta vez com baixíssimo orçamento, como no começo de sua carreira, na base da câmera na mão e um tiro na cabeça. Com “Diário dos Mortos” (2007), ele ainda revisitou os primeiros dias da epidemia. Mas por mais barato que tenha sido, o filme não se pagou. Não rendeu nem US$ 1 milhão na América do Norte. O cineasta rodou um último filme a partir de algo que sempre lhe questionaram: por que os sobreviventes não vão para uma ilha? “A Ilha dos Mortos” (2009) explicou porquê, com direito a uma cena trash fantástica, de luta entre zumbi e tubarão. Apesar de ter retomado os zumbis em seus últimos filmes, ele via com desgosto a popularização do gênero. Não gostava de zumbis velozes, como os mostrados no remake de “Madrugada dos Mortos”. Recusou até um convite para dirigir um episódio de “The Walking Dead”, porque dizia que a série era “uma novela com zumbis” e achava que sua participação poderia “legitimá-la”. Ele também escreveu para videogames e quadrinhos, e buscava tirar do papel seu sétimo filme de zumbis via crowdfunding. Romero chegou a finalizar o roteiro, intitulado “Road of the Dead” (estrada dos mortos), que previa corridas de carros malucas, em que zumbis competiam para a diversão de humanos ricos. A ideia era lançar o filme em 2018, quando “A Noite dos Mortos-Vivos” completaria 50 anos.
Planeta dos Macacos vence a guerra pelo 1º lugar nas bilheterias da América do Norte
“Planeta dos Macacos: A Guerra” venceu a batalha pelas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá em sua estreia, encarando de frente a competição de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, que não conseguiu segurar-se no teto em sua segunda semana em cartaz. O terceiro filme da franquia sci-fi da Fox arrecadou US$ 56,5 milhões em 4.022 salas de cinema (considere que o Brasil inteiro tem pouco mais de 3 mil salas…), praticamente repetindo a bilheteria do filme inaugural da trilogia, “Planeta dos Macacos: A Origem” (US$ 54,8 milhões em sua estreia, em 2011). Apesar disso, também foi vítima do desgaste que tem acompanhado os lançamentos de continuações em 2017, rendendo bem menos que o capítulo anterior, “Planeta dos Macacos: O Confronto” (US$ 72,6 milhões em 2014). Mas “A Guerra” saiu-se melhor que seus concorrentes, como “Transformers: O Último Cavaleiro” e “Piratas do Caribe: A Maldição de Salazar”, que tiveram desempenho desastroso nas bilheterias domésticas. A grande diferença entre o filme estreante e os anteriores foram as críticas positivas. O terceiro “Planeta dos Macacos” tem 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O lançamento no Brasil está previsto para 3 de agosto e o ator Andy Serkis, que interpreta Caesar, anunciou que virá ao país participar da divulgação. “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” ficou em 2º lugar com US$ 45,2 milhões, após uma queda de 61% na arrecadação em relação ao seu fim de semana de abertura – muito maior do que Sony e Marvel projetavam. Por outro lado, em apenas 10 dias a produção já bateu a bilheteria doméstica de “O Espetacular Homem-Aranha 2”. Atualmente com US$ 208,2 milhões na América do Norte, o reboot ultrapassou o total de US$ 202,8 milhões alcançados pelo lançamento de 2014 ao longo de 16 fins-de-semana. Assim como “Planeta dos Macacos: A Guerra”, o filme do super-herói também é um sucesso de crítica, com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além do blockbuster da Fox, a semana só teve outra estreia ampla, o terror “7 Desejos”, que decepcionou com US$ 5,5 milhões e uma abertura em 7º lugar. O pouco interesse do público pode ter sido reflexo das críticas negativas. Com apenas 20% no Rotten Tomatoes, a nova obra do diretor de “Annabelle” foi considerada pouco assustadora e sem originalidade. A trama gira em torno de uma caixinha de música mágica, capaz de realizar desejos, que vai parar na mão de uma menina de 17 anos (Joey King, de “Independence Day: O Ressurgimento”). Não demora para ela descobrir que, a cada desejo concedido, deve pagar um preço terrível. A estreia no Brasil está marcada para 27 de julho. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 56,5 milhões Total EUA: US$ 56,5 milhões Total Mundo: US$ 102,5 milhões 2. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 45,2 milhões Total EUA: US$ 208,2 milhões Total Mundo: US$ 469,3 milhões 3. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 18,9 milhões Total EUA: US$ 187,9 milhões Total Mundo: US$ 619,3 milhões 4. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 8,7 milhões Total EUA: US$ 73,1 milhões Total Mundo: US$ 96,2 milhões 5. The Big Sick Fim de semana: US$ 7,6 milhões Total EUA: US$ 16 milhões Total Mundo: US$ 16,1 milhões 6. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 6,8 milhões Total EUA: US$ 380,6 milhões Total Mundo: US$ 764,8 milhões 7. 7 Desejos Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 5,5 milhões Total Mundo: US$ 5,5 milhões 8. Carros 3 Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 140 milhões Total Mundo: US$ 222,9 milhões 9. Transformers: O Último Cavaleiro Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 124,8 milhões Total Mundo: US$ 517,2 milhões 10. The House Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 23,1 milhões Total Mundo: US$ 28,5 milhões
Primeiros comerciais de Annabelle 2 revelam origem da boneca do mal
A Warner divulgou os primeiros comerciais e dois novos pôsteres da continuação do terror “Annabelle” (2014), que ganhou o título de “Annabelle 2: A Criação do Mal” no Brasil. As prévias fazem ligação com a boneca introduzida no primeiro “Invocação do Mal” (2013) para destacar que o filme irá contar como o brinquedo se tornou assombrado. Novamente escrito por Gary Dauberman, responsável pelo roteiro do filme anterior, o terror se instala após um espírito maligno convencer um fabricante de bonecas de que era sua filha morta e entrar no corpo de uma de suas criações para poder conviver com ele e sua mulher. A situação se complica quando crianças de um orfanato recém-fechado vão morar no mesmo local. A direção está a cargo de David F. Sandberg, que estreou como diretor no terror “Quando as Luzes se Apagam”, e o elenco ainda inclui duas atrizes daquele filme: Alicia Vela-Bailey e Lotta Losten. Além delas, o filme também conta com Anthony LaPaglia (série “Without a Trace”), Miranda Otto (série “24: Legacy”), Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”), Adam Bartley (série “Longmire”), Philippa Coulthard (série “Secrets and Lies”), Grace Fulton (série “Revenge”) e as meninas Talitha Bateman (“A 5ª Onda”), Lulu Wilson (“Ouija: A Origem do Mal”) e Samara Lee (“O Último Caçador de Bruxas”). A estreia está marcada para 17 de agosto no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Atriz de Deadpool entra na 2ª temporada de The Exorcist
A atriz Brianna Hildebrand, que se destacou como a mutante Negasonic Teenage Warhead em “Deadpool” (2016), será a protagonista feminina da 2ª temporada de “The Exorcist”. Ela vai se juntar a John Cho (o Sr. Sulu nos filmes de “Star Trek”), que será o protagonista masculino da produção. A trama do segundo ano vai girar em torno do personagem de Cho, um psicólogo infantil chamado Andrew Kim, que encontrará o padre Tomas Ortega (Alfonso Herrera) e o ex-padre Marcus Keane (Ben Daniels) após a possessão de uma criança no abrigo para menores que ele dirige, convenientemente localizado numa ilha privada e isolada na costa de Seattle. Hildebrand interpretará Verity, uma das crianças órfãs de Kim, que, perto de completar 18 anos, logo terá que sair do local. Criada por Jeremy Slater (roteirista de “Quarteto Fantástico”) e produzida por Rupert Wyatt (diretor de “Planeta dos Macacos: A Origem”), “The Exorcist” surpreendeu por ter sido renovada. A série teve média de 1,9 milhão de telespectadores ao vivo para seus 10 episódios inaugurais, exibidos entre setembro e dezembro de 2016. Isto representa uma das piores audiências da TV americana na temporada passada, que só veio a ser superada neste ano pelo péssimo desempenho da série de comédia “Making History”, que teve 1,5 milhão sintonizados entre março e maio. Apesar do desempenho modesto, “The Exorcist” foi bem recebida pela crítica, com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o fator preponderante na renovação foi o lucro obtido pelo licenciamento e vendas internacionais de seus episódios. Isto porque, além da série propriamente dita, os negócios pagam direitos pelo uso da marca “O Exorcista”, que pertence ao próprio conglomerado Fox. Não é por acaso que a Fox tem priorizado franquias. A 2ª temporada vai estrear na TV americana em 29 de setembro.
8ª temporada de The Walking Dead ganha primeira foto
O canal pago AMC divulgou a primeira foto da 8ª temporada de “The Walking Dead”. A imagem junta Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride), dois dos personagens favoritos do público, que aparecem armados. “The Walking Dead” terminou sua temporada anterior num ponto bastante crítico, com o início do arco dos quadrinhos conhecido como Guerra Total, em que Rick (Andrew Lincoln) e as comunidades aliadas de Alexandria se unem contra Negan (Jeffrey Dean Morgan). Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios, mas geralmente o lançamento acontece em meados de outubro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.
Twisty, o palhaço assassino, vai voltar a aparecer em American Horror Story
Twisty, o palhaço deformado e serial killer de “American Horror Story” vai retornar na próxima temporada da série. Murphy publicou a novidade em seu Instagram, exclamando: “Ele está de volta!”, como legenda de uma foto que mostra uma capa de uma revista em quadrinhos de Twisty. O torturado Twisty apareceu na 4ª temporada da série, “Freakshow”, com interpretação de John Carroll Lynch. Não está claro se o personagem aparecerá de verdade ou se será apenas evocado pela revista de quadrinhos, já que a 7ª temporada se passará em 2016, durante as eleições presidenciais de novembro passado nos Estados Unidos. Até o momento, o elenco confirmado na atração inclui Colton Haynes (intérprete de Arsenal na série “Arrow”), Leslie Grossman (série “The Good Place”), Cheyenne Jackson, Alison Pill (série “The Newsroom”), Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Billie Lourd, filha de Carrie Fisher, que já trabalhou com Murphy em “Screen Queens”, além de veteranos da atração, como Sarah Paulson, Evan Peters e Cheyenne Jackson. A 7ª temporada de “American Horror Story” vai estrear em setembro no canal pago FX. He's Baaaaaack Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em Jul 10, 2017 às 3:11 PDT
Os Bonecos da Morte continuam sangrentos no trailer do 11º filme da franquia clássica de terror
Os “Bonecos da Morte” estão de volta em um novo filme para o mercado digital da lendária produtora Full Moon. As criaturinhas sádicas dos anos 1980 retornam em “Puppet Master: Axis Termination”, 11º título da franquia (12º se contar o crossover com “Brinquedos Diabólicos”), que encerra a trilogia nazista iniciada por “Puppet Master: Axis of Evil” (lançado em DVD em 2010). Apesar do orçamento baixíssimo, a prévia revela que o gore continua a render litros de sangue e mutilações na franquia. Além disso, a história foi escrita pelo próprio criador dos bonecos assassinos e contará com um novo grupo de vilões em miniatura, numa luta pela supremacia. Além de assinar o roteiro, Charles Band, que fundou a Full Moon e escreveu “Os Bonecos da Morte” em 1989, ainda dirige o filme. Com ele, também volta seu irmão, o compositor Richard Band, que dá um toque nostálgico à trilha sonora. O lançamento vai acontecer “em breve” no canal da Full Moon no serviço de streaming da Amazon. Além deste filme, há planos para um remake, com orçamento de cinema e escrito pelo cineasta S. Craig Zahler (“Rastro de Maldade”). Intitulado “Puppet Master: The Littlest Reich”, o terror está atualmente em pós-produção, mas ainda não tem previsão de estreia.
Primeiro pôster da volta de Jogos Mortais convida o público a virar assassino
A Lionsgate divulgou o primeiro pôster de “Jigsaw”, que trará de volta “Jogos Mortais” (Saw, no título original) aos cinemas. O filme tem como título o nome do icônico assassino da franquia e o cartaz destaca uma de suas máscaras, convidando o espectador a se tornar Jigsaw. Veja abaixo. A arte já lida com o mistério da premissa. Afinal, quem está por trás da identidade do vilão? Segundo a sinopse, a investigação de uma nova série de assassinatos brutais traz evidências que apontam para John Kramer. O problema é que o homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década, como os fãs de “Jogos Mortais” puderam testemunhar. Vale lembrar que as primeiras imagens das filmagens mostravam o caixão de John Kramer sendo desenterrado. O roteiro foi escrito por Josh Stolberg e Pete Goldfinger, dupla de “Pacto Secreto” (2009) e “Piranha 3D” (2010), e a direção está a cargo dos irmãos gêmeos Michael e Peter Spierig, da elogiada sci-fi “O Predestinado” (2014). Já o elenco destaca a atriz Laura Vandervoort (série “Bitten”), Hannah Anderson (série “Shoot the Messenger”) e Mandela Van Peebles (minissérie “Raízes”), além de, claro, Tobin Bell como Kramer/Jigsaw. O primeiro “Jogos Mortais” é de 2004 e se tornou famoso não apenas por popularizar o subgênero do terror conhecido como “torture porn”, mas por lançar a carreira do jovem cineasta malaio James Wan, que criou a franquia com o australiano Leigh Whannell, iniciando uma filmografia que o consagraria como o mais bem-sucedido diretor de terror do século 21. Wan e Whannell continuam envolvidos com “Jigsaw”, atuando como produtores executivos. A estreia do filme no Brasil está marcada para o dia 2 de novembro, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos (em 27 de outubro).
John Cho vai estrelar a 2ª temporada de The Exorcist
O ator John Cho, que interpreta o Sr. Sulu nos filmes de “Star Trek”, vai estrelar a 2ª temporada de “The Exorcist” na rede Fox. Seu personagem se chama Andrew Kim e é um psicólogo infantil, que encontrará o padre Tomas Ortega (Alfonso Herrera) e o ex-padre Marcus Keane (Ben Daniels) após a possessão de uma criança no abrigo para menores que ele dirige, convenientemente localizado numa ilha privada e isolada na costa de Seattle. Criada por Jeremy Slater (roteirista de “Quarteto Fantástico”) e produzida por Rupert Wyatt (diretor de “Planeta dos Macacos: A Origem”), “The Exorcist” surpreendeu por ter sido renovada. A série teve média de 1,9 milhão de telespectadores ao vivo para seus 10 episódios inaugurais, exibidos entre setembro e dezembro de 2016. Isto representa uma das piores audiências da TV americana na temporada passada, que só veio a ser superada neste ano pelo péssimo desempenho da série de comédia “Making History”, que teve 1,5 milhão sintonizados entre março e maio. Apesar do desempenho modesto, “The Exorcist” foi bem recebida pela crítica, com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o fator preponderante na renovação foi o lucro obtido pelo licenciamento e vendas internacionais de seus episódios. Isto porque, além da série propriamente dita, os negócios pagam direitos pelo uso da marca “O Exorcista”, que pertence ao próprio conglomerado Fox. Não é por acaso que a Fox tem priorizado franquias. A 2ª temporada vai estrear na TV americana em 29 de setembro.












