Fala Sério, Mãe! é o último lançamento amplo do ano nos cinemas
Após faturar R$ 1,5 milhão em pré-estreia, a comédia brasileira “Fala Sério, Mãe!” chega aos cinemas como principal lançamento do fim do ano. Mas, curiosamente, não é o único filme brasileiro com adolescentes a entrar em cartaz nesta quinta (28/12). A programação, mais enxuta que o habitual, também inclui o novo longa de Woody Allen, a primeira luta de Bruce Lee e a juventude de Karl Max, que não empolgaram a maioria dos críticos, além de um documentário premiado. Clique nos títulos das estreias para conferir os trailers de cada filme em cartaz. “Fala Sério, Mãe!” traz Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) e Larissa Manoela (“Meus Quinze Anos”) como mãe e filha, e surpreende positivamente por não abusar (muito) do tom histérico que marca as outras comédias do roteirista Paulo Cursino (“Até que a Sorte nos Separe”). Desta vez, o humor de esquetes e temas repetitivos busca simpatia, ao ser utilizado para realçar os problemas de relacionamento, mas também o amor típico de uma família, que é o mote da produção. O filme é inspirado no livro de mesmo nome da escritora Thalita Rebouças (autora também de “É Fada!”), que colabora no roteiro assinado por Cursino, Ingrid Guimarães e Dostoiewski Champangnatte. A direção é de Pedro Vasconcelos (“O Concurso”) e ainda peca por incluir as típicas participações especiais de todo besteirol brasileiro – desta vez, do cantor Fábio Jr. e do comediante Paulo Gustavo, interpretando eles mesmos. “Bye Bye Jaqueline” também é uma comédia centrada numa adolescente, mas o foco são as amizades e os romances dessa fase da vida. O problema é a falta de espontaneidade geral, do roteiro à interpretação, que faz com que tudo soe forçado, além de previsível – a velha história de sempre. Nota-se que é o primeiro longa-metragem de Anderson Simão e da maioria do elenco. O lançamento internacional mais amplo pertence a “Roda Gigante”, o novo longa de Woody Allen, cujo enredo, como diz a protagonista Kate Winslet (“A Vingança Está na Moda”), é “um pouco melodramático”. A produção não deixa de ser uma homenagem de Allen ao rei do melodrama clássico, Douglas Sirk (“Imitação da Vida”), já que se passa no período de seus filmes mais conhecidos, a década de 1950. A história gira em torno de Ginny (Winslet), mulher do operador de carrossel do parque de Conney Island (James Belushi, da série “Twin Peaks”), que um belo dia recebe a visita de sua enteada (Juno Temple, da série “Vinyl”), casada com um gângster e fugindo da máfia. Ela sabe segredos perigosos e procura abrigo, com mafiosos em seu encalço. No meio disso tudo, as duas ainda se encantam pelo galã da praia, o salva-vidas Mickey (Justin Timberlake, de “Aposta Máxima”), que narra a história – um artifício que reforça se tratar de um filme “à moda antiga”. A crítica norte-americana não embarcou na trip nostálgica e a “Roda Gigante” travou com 29% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “A Origem do Dragão” foi uma decepção maior ainda: 23% de aprovação. Vendida como uma história da juventude do ator e campeão de kung fu Bruce Lee, a obra não passa de um filme B convencional, que menospreza o personagem e o impacto de sua luta contra Wong Jack Man, o mestre de kung fu mais famoso da China, enviado pelo templo shaolin para verificar se Lee estava ensinando artes marciais para brancos nos Estados Unidos. A direção é do cineasta George Nolfi (“Os Agentes do Destino”) e os roteiristas Christopher Wilkinson e Stephen J. Rivele são os mesmos do vindouro “Bohemian Rhapsody” sobre a banda Queen. “O Jovem Karl Marx” é outro desperdício de personagem, numa produção que segue a fórmula básica das cinebiografias mais superficiais, capaz de transformar o homem que considerava religião o ópio do povo numa figura praticamente santa. Ao menos, não deixa de ser cômico ver o jovem de cartola querendo se conectar com as massas proletárias. Passou no Festival de Berlim, Toronto e inúmeros outros. Não venceu nada. E tem média de 40% no Rotten Tomatoes. Completa a programação o documentário francês “A Ópera de Paris”, premiado no Festival de Moscou. Curiosamente, é o segundo filme sobre os bastidores da famosa casa de espetáculos francesa lançado este ano nos cinemas brasileiros, após “Reset – O Novo Balé da Ópera de Paris”. Ambos compartilham alguns personagens, entre eles Benjamin Millepied, o criador da coreografia de “Cisne Negro” (2010) e marido da atriz Natalie Portman. E é isto. Só seis lançamentos nesta semana, ainda sob efeito do predomínio de “Star Wars: Os Últimos Jedi” no circuito cinematográfico.
Netflix revela primeiras fotos de comédia adolescente da criadora de Awkward
Netflix divulgou as primeiras fotos de uma nova série de comédia adolescente. “On My Block” é uma criação de Lauren Iungerich (criadora de “Awkward”) em parceria com Eddie Gonzalez e Jeremy Haft (roteiristas de “All Eyez On Me”, a cinebiografia de Tupac Shakur) e acompanha quatro amigos que compartilham triunfos e fracassos enquanto frequentam o colegial em seu bairro barra pesada. O elenco inclui Diego Tinoco (série “Teen Wolf”), Jason Genao (“The Get Down”), Jessica Marie Garcia (“Liv e Maddie”), Brett Gray (“Ardmore Junction”) e a estreante Sierra Capri. Com 10 episódios, a 1ª temporada deve ir ao ar na segunda metade de 2018.
Jennette McCurdy quer fazer sua última festa de colegial em trailer de comédia teen para maiores
Antes de ir para a faculdade, três amigas do ensino médio concordam em ir a sua última festa colegial juntas no trailer “red band” (proibido para menores) de “Little Bitches”, uma nova comédia adolescente repleta de palavrões que parece ser uma versão feminina de “Superbad”. Sim, não deixa de ser um contrassenso que uma comédia teen seja para adultos. Mas é o caso do filme escrito e dirigido pelo cineasta estreante Nick Kreiss. O elenco destaca Jennette McCurdy (série “iCarly”), Kiersey Clemons (“Vizinhos 2”) e Virginia Gardner (série “Runaways”) como as protagonistas, além de Moises Arias (“Os Reis do Verão”), Karan Soni (“Deadpool”) e o comediante Andrew Santino (série “I’m Dying Up Here”) como um policial. Apesar de produzido pela Sony Pictures, estúdio que costuma ser associado a produções de cinema, “Little Bitches” vai ser lançado diretamente para streaming em 23 de janeiro nos Estados Unidos.
Filme da Turma da Mônica Jovem escala novo personagem
A Turma da Mônica Jovem apresentou um novo personagem do filme: Nik, o Geek. O intérprete do personagem, Lucas Leto, foi introduzido numa transmissão ao vivo de Ramona na Comic Con Experience. Veja o vídeo abaixo. Vale lembrar que ela é outra personagem do filme, vivida por Amanda Torre e apresentada pela primeira vez na Comic Con passada. A torcida é para este ritmo de um personagem por ano não ser mantido, senão, em vez do filme ser da Turma da Mônica Jovem, pode virar da Turma da Mônica Adulta! Além dos dois personagens, a produção também já escalou Denise, interpretada por Carol Amaral, que aparece no vídeo de Ramona. Nick fez sua primeira aparição na edição número 100 da “Turma da Mônica Jovem”, mostrando que a produção está escalando os personagens menos conhecidos antes de partir para o núcleo central. Nos quadrinhos, ele é um gamer famoso do YouTube e ex-namorado da Mônica. E, assim como os demais, o personagem ganhou um canal no YouTube, com direito a primeiro vídeo. Paralelamente ao filme da “Turma da Mônica Jovem”, também está sendo desenvolvido um longa com atores mirins baseado na história em quadrinhos “Laços”, estrelada pela Turma da Mônica tradicional. Nenhum dos dois filmes têm previsão de estreia definida.
Novo livro do autor de A Culpa É das Estrelas vai virar filme
O novo romance do escritor John Green, autor de “A Culpa É das Estrelas” e “Cidades de Papel”, vai virar filme. Elogiado pela crítica internacional, “Tartarugas Até Lá Embaixo” (“Turtles All the Way Down”, em inglês), ganhará adaptação produzida pelos estúdios Fox, mas ainda não há informações sobre elenco e a data de estreia. Lançado em 10 de outubro, o livro já virou best-seller nos Estados Unidos. Ele conta a história de uma menina de 16 anos, Aza Holmes, que sofre de obsessivo-compulsivo (TOC) e tenta resolver um mistério envolvendo um fugitivo bilionário. O autor já vendeu os direitos de adaptação de cinco livros, mas apenas dois chegaram às telas. Também produzido pela Fox e estrelado por Shailene Woodley e Ansel Elgort, “A Culpa É das Estrelas” foi um dos maiores sucessos de bilheteria de 2014, arrecadando mais de US$ 300 milhões no mundo, além de ter inspirado um revival da tendência dos romances de jovens doentes, que teve seu primeiro pico original com “Love Story” em 1970. Já a segunda adaptação, “Cidades de Papel” (2015), não conseguiu repetir o feito, faturando apenas US$ 85,5 milhões, mesmo com os astros teen Cara Delevingne e Nat Wolff no elenco. Por conta disso, a Paramount Pictures engavetou o projeto de adaptar “Quem É Você Alasca?”, que tinha a atriz Elle Fanning (“Malévola”) cotada para o papel principal. Outro projeto cinematográfico, baseado no livro natalino “Deixe a Neve Cair”, teve a estreia adiada.
A Trama alerta para a radicalização perigosa da juventude
Embora tenha uma filmografia relativamente curta, Laurent Cantet se especializa em filmes que abordam questões sociais. Sua obra mais conhecida, “Entre os Muros da Escola” (2008), que lhe deu a Palma de Ouro, era um retrato incômodo e barulhento da rotina de um professor de uma escola pública em uma França que convive com múltiplas etnias e que parece estar em constante atrito. Ele explorou o tema antes dos vários ataques terroristas que se tornaram rotina no país. Falar sobre etnias e ao mesmo tempo citar terroristas pode soar reducionista, como se a culpa dos vários atos criminosos fosse dos muçulmanos em geral, ou dos árabes como um todo. E esta radicalização é justamente o tema de “A Trama” (2017), o novo filme de Cantet. O filme acompanha o trabalho de uma escritora idealista, Olivia (Marina Foïs, de “Polissia”), que desenvolve um workshop para a realização de um romance coletivo, escrito em parceria com vários jovens de diferentes etnias e posicionamentos políticos e sociais conflitantes. Um dos adolescentes, Antoine (o estreante Matthieu Lucci), se destaca nas discussões, devido principalmente à sua tendência ao fascismo, o que inclusive o torna agressivo com alguns colegas. Quando ele entrega sua redação a respeito de um tema que possa servir de base para a elaboração do romance, sua escrita incomoda os colegas mais sensíveis. Seu pequeno trecho de ficção sobre um banho de sangue em um iate soa quase criminoso. Alguém diz que é como se o rapaz tivesse prazer quase sexual ao escrever sobre algo tão violento. Como o espectador não vê o filme apenas pelos olhos de Olivia, acompanhando um pouco da rotina de Antoine, é convidado a também relativizar a figura do rapaz, que gosta de crianças e que é um tanto enigmático em sua solidão, em sua preferência por estar só naquela cidadezinha costeira. Ou a solidão não seria uma opção, mas algo imposto por seu destino? A questão de perspectiva é bastante explorada pela trama de “A Trama”, que aborda as várias possibilidades de se contar uma história, nas discussões entre professora e alunos. Mas, num determinado momento, o filme opta por uma virada concreta no enredo, que lhe faz mudar de gênero, aproximando-o do suspense. Uma decisão inteligente, já que o andamento fora paralisado no choque de diferenças de opiniões, que freavam as tentativas de algum aprofundamento. Até o ataque à casa de espetáculos Bataclan, em Paris, é citado, embora apenas superficialmente. Em seu filme, Cantet aproxima-se de um rapaz confuso que, com ideias pouco saudáveis de ódio e slogans fascistas do tipo “a Europa para os europeus”, demonstra potencial para virar um terrorista ou mesmo um psicopata. Mas, ao enquanto o representa como alguém de quem se deve manter distância, as palavras finais do rapaz chamam a atenção para a necessidade de cuidado, no sentido mais afetivo do termo.
Colo retrata a depressão sufocante da crise econômica
A Revolução dos Cravos de abril de 1974 e a União Europeia trouxeram novos ventos, novas esperanças e novas possibilidades reais de avanço social, econômico e político a Portugal. Mas a crise bateu e trouxe desalento e frustração ao mundo familiar da classe média lusitana. As pessoas precisam de colo, mas quem há de poder dar-lhes, em momentos de dureza e restrições, impostos por uma política de austeridade, que lá, como cá no Brasil, produz desemprego, perda de direitos, roubando sonhos dos jovens e deixando a todos exaustos? “Colo”, da realizadora portuguesa Teresa Villaverde, é um mergulho no microcosmos doméstico que se esfacela pelo desamparo e diante da perda do direito à própria felicidade. Quando o pai tem de viver um prolongado e desesperador período de desemprego, a mulher tem de multiplicar seus trabalhos para tentar suprir as necessidades da casa, enquanto a filha adolescente entra na fase de rebeldia e contestação. Tudo começa a desmoronar. Todos se distanciam, uns dos outros, e vão perdendo a capacidade de entrar em empatia com o que vive cada um. O filme mostra o desgaste da família que produz uma incapacidade de reagir ao que quer que seja. É destrutivo viver nesse desalento, nessa ausência de afeto, nesse desencanto diante da vida. Teresa Villaverde se debruça também, em paralelo, na realidade próxima da adolescente e de seus amigos e de como eles enxergam a si mesmos, a seus pais e o quanto estão perdidos, sem saber como ajudar a superar a depressão da família. O filme “Colo” é um contundente retrato do que acontece às pessoas quando a crise econômica se impõe e a felicidade parece um sonho distante. É um olhar para o desamparo do ser humano. Um olhar atento, preocupado, perplexo, não propriamente desesperançado, mas sem respostas para o momento. A obra apresenta uma fotografia com tonalidades esmaecidas de cor. Nas filmagens externas, sugere um fim de tarde algo cinzento e, nos espaços internos, utiliza luz rebaixada, com ambientes escurecidos e até luzes de palco reduzidas por filtros. Isso, associado ao ritmo lento da evolução da narrativa e às performances contidas dos atores e atrizes, dá ao espectador a sensação clara de abatimento, que permeia a vida dos personagens, independentemente de qualquer diálogo. Teresa Villaverde é uma cineasta importante de uma geração que se destaca a partir dos anos 1990, renova e dá novo vigor à produção autoral do país. Representa, também, uma leva crescente de mulheres atuando de forma intensa no cinema em todo o mundo, o que tem enriquecido e trazido novas perspectivas para a sétima arte.
Rise: Série musical com revelações de Moana e Stranger Things ganha primeiro trailer
A rede NBC divulgou o trailer da nova série musical “Rise”, que destaca em seu elenco a atriz Auli’i Cravalho, dubladora de “Moana”, em seu primeiro papel de carne e osso, e Shannon Purser, a Barb de “Stranger Things”. Elas interpretam adolescentes que terão suas vidas afetadas pelo esforço de um professor para recuperar o departamento de teatro de uma escola deteriorada. A trama evoca três produções bem-sucedidas da TV aberta americana: a clássica “Fama” e as mais recentes “Glee” e “Friday Night Lights”. Não por acaso, Jason Katims, que criou “Friday Night Lights”, também é o autor da nova série, que tem entre seus produtores a dupla Flody Suarez e Jeffrey Seller, do fenômeno musical da Broadway “Hamilton”. Vale lembrar que Auli’i cantou com o criador de “Hamilton” no Oscar 2017, Lin-Manuel Miranda, autor da música que disputou o prêmio de Melhor Canção Original. Miranda pôde conhecê-la durante as gravações de “Moana” e gostou tanto da menina que a indicou à produção da série. “Rise” é baseada numa história real – narrada no livro “Drama High” – e traz o ator Josh Radnor (“How I Met Your Mother”) como o professor de teatro. O elenco também inclui alguns jovens estreantes, como Ellie Desautels, Damon J. Gillespie, Erin Kommor e Sergio King, além da veterana Rosie Perez (“Segurando as Pontas”). Destaque da midseason, a série vai estrear em 13 de março nos EUA.
Clássico teen O Clube dos Cinco vai ganhar edição em blu-ray com 50 minutos inéditos
O clássico adolescente “O Clube dos Cinco” (1985) ganhará uma nova edição, remasterizada em blu-ray 4K, que incluirá pela primeira vez 50 minutos de cenas inéditas. O anúncio foi feito pela distribuidora Criterion e o conteúdo das novas cenas ainda não foi divulgado. A edição especial contará com diversos extras, como uma entrevista para uma rádio do diretor John Hughes feita em 1999, notas de produção do cineasta, uma entrevista com o elenco em 1985, comentários em áudio de Anthony Michael Hall e Judd Nelson, um documentário de 2008 que explica o impacto do longa, entre outros. Escrito e dirigido por John Hughes, o filme redefiniu o cinema adolescente ao mostrar, pela primeira vez, que os estudantes do Ensino Médio se dividem em “tribos” de tipos bem demarcados. No filme, as tribos são representadas por cinco alunos que passam a se conhecer ao compartilharem a sala de detenção, quando esta inesperada convivência os faz descobrir que tem muito mais em comum do que pensavam. O elenco inclui Emilio Estevez como o atleta, Molly Ringwald como a patricinha, Anthony Michael Hall como o nerd, Judd Nelson como o rebelde niilista e Ally Sheedy como a gótica/emo depressiva. O lançamento está previsto para janeiro nos EUA.
Elle Fanning é uma alienígena punk no trailer de Como Falar com Garotas em Festas
O Studiocanal divulgou cinco fotos, o pôster e o primeiro trailer da adaptação de “Como Falar com Garotas em Festas” (How to Talk to Girls at Parties), adaptação do conto premiado de mesmo nome de Neil Gaiman (autor de “American Gods”), em que Elle Fanning (“Demônio de Neon”) vive uma alienígena. A história acompanha um grupo de jovens punks de Londres, em 1977, que vão parar numa festa estranha, e logo descobrem que as garotas do lugar são mais do que aparentam ser. A turista espacial vivida por Fanning resolve seguir com um dos adolescentes, escapando de seu grupo de excursão para explorar o lugar mais perigoso da galáxia, o subúrbio londrino de Croydon. A direção é de John Cameron Mithell (“Reencontrando a Felicidade”), que também assina o roteiro em parceria com Philippa Goslett (“Poucas Cinzas: Salvador Dalí”). O elenco inclui Alex Sharp (“O Mínimo para Viver”), Nicole Kidman (“O Estranho que Nós Amamos”), Ruth Wilson (série “The Affair”), Matt Lucas (série “Doctor Who”), Tom Brooke (série “Preacher”) e Abraham Lewis (série “Guerilla”). O filme está na programação do Festival do Rio e ainda não tem previsão de estreia comercial.
Young Sheldon é a primeira série estreante da temporada a garantir produção de 22 episódios
A série “Young Sheldon” garantiu sua 1ª temporada completa, com a encomenda de episódios adicionais logo após a exibição de seu capítulo de estreia. Spin-off de “The Big Bang Theory” centrado na juventude de Sheldon Cooper (Jim Parsons), a atração foi a primeira produção estreante da fall season a assegurar o chamada “back 9”, a contratação de mais 9 episódios, além dos 13 encomendados inicialmente, para totalizar os 22 episódios de uma temporada completa da TV aberta. Poucos duvidavam que “Young Sheldon” teria uma temporada completa, mas o que chama a atenção foi a rapidez com que a CBS decidiu isso. É que a série teve uma estreia fenomenal, assistida simplesmente por 17,2 milhões de telespectadores. O número é tão absurdo que não era igualado por uma série de comédia estreante desde a estreia de “2 Broke Girls” em 2011. Trata-se, portanto, do maior lançamento de comédia da TV americana dos últimos seis anos. “Young Sheldon” foi desenvolvida pelo criador e um dos roteiristas principais de “The Big Bang Theory”, respectivamente Chuck Lorre e Steven Molaro, e o piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”). O detalhe é que a exibição do primeiro capítulo foi só um aperitivo. A rede exibiu o piloto de forma adiantada e só vai retomar a transmissão dos demais episódios em novembro.
Filme da Turma da Mônica Jovem escala intérprete de Denise
O filme com atores da “Turma da Mônica Jovem” apresentou sua segunda personagem durante a Bienal do Livro do Rio. Trata-se de Denise, que chegou nas redes sociais, que serão atualizadas até o lançamento do filme no começo de 2019. Veja abaixo os primeiros posts do Instagram. A personagem é interpretada por Carol Amaral. E, fiel aos quadrinhos, vai falar em suas redes no YouYube e Instagram sobre assuntos como moda, estilo e beleza, além de interagir com os seguidores – mas cuidado, ela é fofoqueira! – e com a Ramona, a primeira personagem da “Turma da Mônica Jovem” a dar as caras – lá em dezembro de 2016! A personagem inspirada na bruxinha Ramona, que tem destaque na edição 100 da “Turma da Mônica Jovem”, é vivida por Amanda Torre, e mantém um canal exotérico no YouTube. Até o fim do ano, novos personagens de Turma da Mônica Jovem devem ser introduzidos, com seus próprios canais na internet. Além do filme da “Turma da Mônica Jovem”, também está sendo desenvolvido um longa com atores mirins baseado na história em quadrinhos “Laços”, estrelada pela Turma da Mônica tradicional. Nenhum dos dois filmes tem previsão de estreia definida. Uma publicação compartilhada por Denise Real Oficial (@supremedenise) em Ago 25, 2017 às 9:37 PDT Botei a cara NO SOL, manaaaaaaaas! Agora ninguém segura meu brilho! Uma publicação compartilhada por Denise Real Oficial (@supremedenise) em Set 10, 2017 às 3:01 PDT
Young Sheldon: Spin-off de The Big Bang Theory ganha novo comercial
A rede CBS divulgou um novo comercial de “Young Sheldon”, spin-off de “The Big Bang Theory” centrado na infância de Sheldon Cooper, o personagem vivido por Jim Parsons. O elenco destaca um prodígio real, o jovem Iain Armitage, que interpreta o prodígio da ficção. Grande achado da produção, Iain Armitage tem apenas oito anos de idade, mas sua dedicação à dramaturgia é tanta que, além de atuar, ele mantém um canal no YouTube onde faz críticas de teatro. Sério. Ele também foi visto recentemente na minissérie “Big Little Lies”, interpretando o filho de Shailene Woodley (“A Culpa É das Estrelas”). Mas o casting mais curioso é o da mãe de Sheldon, Mary Cooper. Ela será vivida por Zoe Perry (série “The Family”), que na vida real é filha de Laurie Metcalf, a mãe do Sheldon adulto na série original. A família Cooper ainda inclui Lance Barber (série “The Comeback”) como o pai e as crianças Raegan Revord (vista em dois episódios de “Modern Family”) e o estreante Montana Jordan como os irmãos de Sheldon. Críticos americanos dizem que Raegan rouba as cenas e que a série deveria ser sobre ela. “Young Sheldon” foi desenvolvida pelo criador e um dos roteiristas principais de “The Big Bang Theory”, respectivamente Chuck Lorre e Steven Molaro, e o piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”). A série estreia em 25 de setembro nos Estados Unidos.












