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    Mercy: Veja o trailer legendado do novo suspense do diretor de Enterrado Vivo

    23 de novembro de 2016 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Mercy”, que marca a volta do diretor Chris Sparling ao suspense claustrofóbico de “Enterrado Vivo” (2010), após um mal-sucedido desvio dramático em “Sea of Trees” (2015). Sem astros muito famosos, a trama se passa numa casa isolada, mas não demora a diminuir seu cenário para um quarto. Do lado de dentro, irmãos tentam proteger a mãe comatosa, mantida vida por meios artificiais. Do lado de fora, inúmeros mascarados armados, prometendo “misericórdia”. Em jogo, uma herança e parentes gananciosos. O protagonista só não sabe dizer qual parente é o culpado por colocar a vida de todos em risco. O elenco inclui James Wolk (série “Zoo”), Caitlin FitzGerald (série “Masters of Sex”), Tom Lipinski (série “Suits”) e Dan Ziskie (série “Treme”). O filme entrou no acervo da Netflix na terça (22/11)

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    Elle Fanning vai estrelar suspense na linha de Garota Exemplar

    22 de novembro de 2016 /

    A jovem atriz Elle Fanning (“Demônio de Neon”) vai estrelar o suspense “Beware The Girl”, baseado no romance homônimo escrito pela croata Teresa Toten (“O Herói Improvável da Sala 13B”). Segundo o site Deadline, a produção tem toques hitchcockianos e segue a linha das adaptações recentes de livros sobre “A Garota” – “Garota Exemplar” (2014) e “A Garota no Trem” (2016). Em “Beware The Girl”, Elle viverá Kate O’Brien, uma garota capaz de fazer qualquer coisa para subir de vida em Nova York, e encontra uma oportunidade ao se tornar amiga da ‘it girl’ Olivia. A vida dela, cheia de contratempos – alguns bastante sinistros – acaba ganhando contornos totalmente inesperados com a amizade, mas os segredos de ambas ameaçam vir à tona quando um novo professor charmoso entra na escola de elite que ambas frequentam. Elle Fanning está no elenco de dois filmes cotados para o Oscar 2017, “20th Century Women”, de Mike Mills, e “A Lei da Noite”, novo longa dirigido por Ben Affleck. Ambos estreiam em 25 de dezembro nos EUA, data limite para concorrerem ao troféu da Academia, mas apenas o filme de Affleck tem lançamento previsto no Brasil – e para fevereiro.

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    Paul Verhoeven passa longe do politicamente correto com Elle

    18 de novembro de 2016 /

    Desde o início de sua carreira, o holandês Paul Verhoeven provou que não havia meias palavras quando o assunto era sexo. Produzidos nos anos 1970, “Negócio É Negócio” e “Louca Paixão” foram os primeiros indícios da visão despudorada do realizador sobre o tema, atingindo o seu ápice em 1992 ao eletrizar o mundo com “Instinto Selvagem”. É essa credencial que faz de Verhoeven um nome perfeito para a direção de “Elle”, cuja premissa não facilita nem um pouco o julgamento da plateia diante do que testemunha. Adaptação do romance “Oh…”, de Philippe Djian, “Elle” abre somente com os sons de confronto sexual. Segundos depois, nos deparamos com o corpo estirado e violado de Michèle Leblanc (Isabelle Huppert, de “Amor”) em sua própria casa. Sem esboçar qualquer horror ao que acabou de atingi-la, simplesmente limpa as taças e louças que foram quebradas durante o ataque, descarta a sua roupa na lixeira e se banha reagindo somente ao sangue que se mistura com a espuma da banheira. Em um jantar, confidencia ao ex-marido Richard (Charles Berling, de “Qual É o Nome do Bebê”) e aos amigos Anna (Anne Consigny, de “Tudo Acontece em Nova York”) e Robert (Christian Berkel, de “O Agente da UNCLE”) o estupro com a mesma naturalidade que se fala com um estranho na rua sobre uma mudança climática. Diz que não comunicará o crime à polícia e segue naturalmente a sua rotina profissional como chefe de uma empresa de desenvolvimento de games. A excentricidade da personagem, confirmada em seu silêncio e em outras posturas injustificáveis (como a de destruir o para-choque de Richard antes de encontrá-lo e o de se relacionar com o marido de sua melhor amiga), sugere que Verhoeven, a partir do texto de David Birke (“Os 13 Pecados”), não está interessado em fazer um manifesto sobre a violência contra a mulher, uma abordagem que muitos visualizam mais pelo potencial comercial em tempos de empoderamento e menos por sua força discursiva. Isto porque Michèle é uma pessoa tão ou mais perigosa que o seu agressor. A partir de um background fantástico, a protagonista vai saindo da posição de mera vítima. Fatos passados e presentes modelam uma mulher nem um pouco preocupada em externar os seus julgamentos cruéis, o que a faz ganhar desafetos não somente no trabalho, como em seu núcleo familiar. Também é curioso perceber a sua incapacidade de se desvincular das ações criminosas de seu pai, autor de uma barbaridade que o fez pegar prisão perpétua. Não há dúvidas de que Michèle quer vingança, porém, há algo nesse desejo que pode desencadear nela uma maldade reprimida que quase anula o que ainda resta de nossa empatia por sua condição. Com tudo isso, Verhoeven não se vê no compromisso de fazer um filme politicamente correto. Ao contrário, pois há tanto humor ditando as interações de Michèle com os demais personagens que o resultado chega a desconcertar. Isto não impede o fascínio pelo curso da história, ainda que o terceiro ato amorteça consideravelmente toda a tensão arquitetada por uma obra então desprendida de zonas de conforto.

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    Creepy vai além do suspense de serial killer

    18 de novembro de 2016 /

    Diretor de cinema desde os 20 anos, Kiyoshi Kurosawa tem uma respeitável coleção de clássicos de terror em sua filmografia, mas desde que passou a visar também o circuito dos festivais de arte, vem lidando com um projeto atrás do outro. Recentemente em Toronto para promover “Le Secret de la Chambre Noire” (coprodução entre Bélgica, França e Japão falada em francês), já regressou para a sua terra natal para as filmagens de seu novo longa-metragem a ser lançado no próximo ano. Se às vezes o resultado parece feito à toque de caixa, como “O Sétimo Código” (exibido na edição de 2014 do Indie Festival), por outro há muito a ser avaliado e discutido, como se vê em “Creepy”. Mesmo envolto no gênero do suspense, Kurosawa faz um estudo psicológico curioso a respeito da deformidade familiar, em detrimento do que, a princípio, parece um mero mistério de assassinato em série. Takakura (Hidetoshi Nishijima, de “Dolls”) decidiu abandonar o ofício de detetive após um episódio traumático. Um ano depois, recebe o pedido de seu colega Nogami (Masahiro Higashide, de “Gonin Sâga”) para investigar o desaparecimento de uma família, que deixou como único membro e testemunha a jovem Saki (Haruna Kawaguchi, da série “GTO”). Ao identificar que o caso é mais obscuro que parece, Takakura acaba negligenciando a sua esposa Yasuko (Yûko Takeuchi, de “Ring: O Chamado”), com quem acabou de se mudar para um novo bairro. Paralelamente ao avanço das investigações, acompanhamos a rotina solitária e banal de Yasuko, que aos poucos se aproxima de Nishino (Teruyuki Kagawa, de “Samurai X: O Filme”, sensacional), vizinho instável que vive com uma filha adolescente, Mio (Ryôko Fujino, de “Solomon’s Perjury”), e a sua esposa enferma. Paulatinamente, Kurosawa descortina as aparências, por vezes sugerindo que Takakura e Yasuko estão lidando com contextos completamente isolados. E o faz com bom domínio de direção, mais preocupado com a tensão provocada a partir das interações de personagens e a exploração dos cômodos de uma propriedade do que o horror passageiro da violência gráfica. Uma pena que Kurosawa e o seu parceiro de roteiro Chihiro Ikeda não tenham sido mais cuidadosos nos elementos detetivescos da trama, inspirada em um romance de Yutaka Maekawa. Trata-se de um aspecto totalmente negligenciado em “Creepy”, comprometendo por vezes a seriedade e a evolução da história, a cada erro primário que é cometido por alguém envolvido na resolução do crime central. Um deslize que só vem a ser contornado com a intensidade dramática do ato final.

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    A Kind of Murder: Patrick Wilson é suspeito de assassinato em trailer de nova adaptação da escritora de Carol

    17 de novembro de 2016 /

    A Magnolia Pictures divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer de “A Kind of Murder”, suspense noir baseado no romance “Sem Saída” de Patricia Highsmith, autora de “Carol” (2015), “O Talentoso Ripley” (1999) e “Pacto Sinistro” (1951). Publicado originalmente em 1956, “Sem Saída” é considerado um dos melhores romances de Highsmith e explora as estranhas obsessões que podem estar escondidas sob a superfície de pessoas aparentemente comuns. A adaptação se passa em 1960 e gira em torno da crise no casamento do belo e bem-sucedido advogado Walter Stackhouse (Patrick Wilson, de “Invocação do Mal”). Infeliz com sua esposa Clara (Jessica Biel, de “O Vingador do Futuro”), ele inicia um caso com Ellie (Haley Bennett, de “A Garota no Trem”), uma professora de música que conhece em uma festa. Quando Clara, em uma crise de ciúmes, tenta se matar tomando uma grande quantidade de soníferos, Walter percebe que sua vida poderia ser bem melhor se a esposa morresse de verdade… E então ela aparece morta, assassinada da mesma forma que outra vítima recente de um marido suspeito (Eddie Marsan, da série “Ray Donovan”), um crime sobre o qual Walter tinha lido no jornal. Mesmo jurando inocência, ele não convence o detetive (Vincent Kartheiser, de “Mad Men”) encarregado da investigação, que descobre cada vez mais detalhes incriminadores, enquanto desenvolve uma obsessão pelo caso. A direção é de Andy Goddard (séries “Demolidor” e “Luke Cage”) e a estreia está marcada para 16 de dezembro nos EUA. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.  

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    The Salesman: Novo drama premiado do diretor de A Separação ganha trailer

    16 de novembro de 2016 /

    A Amazon divulgou dois pôsteres e o trailer de “The Salesman”, novo filme do iraniano Asghar Farhadi, que venceu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro com “A Separação” (2011). O fio condutor é uma história de mistério e vingança, que envolve um casal de atores de uma montagem local da peça “A Morte do Caixeiro Viajante” de Arthur Miller. Após serem forçados a abandonar seu prédio devido a uma obra, Emad (Shahab Hosseini) e Rana (Taraneh Alidoosti) se mudam temporariamente para um apartamento no centro de Teerã, antes ocupado por uma moradora de comportamento “promíscuo”. Certa noite, o lugar é invadido e a mulher é atacada enquanto toma banho. Temendo por sua privacidade, ela se recusa a procurar a polícia, o que provoca uma mudança de comportamento no então sereno marido. A tensão se eleva e afeta o relacionamento do casal, prejudicando até o trabalho de Emad como professor e a peça na qual os dois atuam. Além disso, a história de Emad e Rana traça um paralelo com a dos protagonistas de “A Morte do Caixeiro Viajante”, que ambos encenam no palco. Farhadi, que estudou teatro antes de se envolver com cinema, disse durante a première no Festival de Cannes que se sentiu voltando às origens ao filmar o mundo teatral. Ele já havia trabalhado com Taraneh Alidoosti e Shahab Hosseini em “À Procura de Elly” (2009), o filme com o qual chamou atenção internacional, premiado no Festival de Berlim, e que era outra parábola moral, disfarçada de história de mistério. Vencedor de dois prêmios em Cannes (Melhor Roteiro e Ator), o filme tem estreia marcada para 12 de janeiro no Brasil, duas semanas antes do lançamento comercial nos EUA.

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    Scarlett Johansson vai estrelar suspense produzido por George Clooney

    13 de novembro de 2016 /

    A atriz Scarlett Johansson vai estrelar o suspense psicológico “Tangerine”. Segundo o site da revista Variety, a produção está a cargo do também ator George Clooney e seu sócio produtor Grant Heslov. Baseado no romance homônimo escrito pela estreante Christine Mangan, o filme vai se passar no Marrocos, durante os anos 1950, e acompanhar duas mulheres cujos destinos, ao se cruzarem, coincidem com as perdas de seus maridos. Ainda não há roteirista nem diretor definido, o que significa que a produção ainda vai demorar para sair do papel. Scarlett Johansson será vista, em breve, na adaptação do mangá “Ghost in the Shell”, que estreia em março.

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    Dakota Johnson, Riley Keough e Andrew Garfield vão estrelar novo filme do diretor de Corrente do Mal

    2 de novembro de 2016 /

    O diretor David Robert Mitchell, que chamou atenção com o premiado terror “Corrente do Mal”, iniciou a pré-produção de seu próximo longa-metragem. Intitulado “Under the Silver Lake”, o longa é descrito pelo site The Hollywood Reporter como um “suspense noir moderno” e reuniu um elenco notável, encabeçado por Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Fúria”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) e Topher Grace (“Homem-Aranha 3”). O filme vai se passar em Los Angeles nos dias de hoje, mas não há mais detalhes sobre a trama, que deverá evocar os filmes de femme fatales dos anos 1940. A produção está a cargo de Michael de Luca (“Cinquenta Tons de Cinza”) e o financiamento é do estúdio indie A24. A estreia deve acontecer no final de 2017.

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    Brenton Thwaites vai estrelar suspense do diretor de Maníaco

    2 de novembro de 2016 /

    O ator australiano Brenton Thwaites vai estrelar o suspense indie “Entry Level”, após ver seus dois últimos projetos de blockbusters fracassarem – “O Doador de Memórias” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Segundo o site da revista Variety, o filme o trará como um jovem que desperta misteriosamente em um prédio de escritórios de alta segurança e se vê obrigado por um estranho a completar uma série de tarefas que o colocam em risco e o incriminam em um homicídio. O filme tem direção do francês Franck Khalfoun, especialista em terrores tensos e baratos, como “P2 – Sem Saída” (2007) e o remake de “Maníaco” (2012). As filmagens de “Entry Level” estão previstas para o primeiro trimestre de 2017, mas ainda não data de estreia definida. Thwaites conseguiu mais reconhecimento justamente num filme de terror, o ótimo “O Espelho” (2013), mas será visto a seguir em outro candidato a blockbuster, “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, com lançamento em 25 de maio.

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    Matt Dillon será um serial killer no próximo filme de Lars Von Trier

    2 de novembro de 2016 /

    O ator Matt Dillon (série “Wayward Pines”) vai estrelar o próximo filme do cineasta dinamarquês Lars Von Trier. Segundo o site Deadline, o suspense “The House That Jack Built” trará Dillon como um serial killer, mostrando sua trajetória ao longo de 12 anos de assassinatos. O filme acompanhará o ponto de vista do psicopata, que não considera seu trabalho criminoso, mas parte de um processo criativo na busca por criar uma grande obra de arte. O filme foi inicialmente projetado como uma série de televisão, mas, durante o desenvolvimento do roteiro, Von Trier decidiu transformar a trama em um longa. O título é inspirado numa conhecida cantiga infantil folclórica que data da era medieval. Os versos descrevem atos consecutivos, que são narrados de forma repetitiva e cumulativa, terminando sempre da mesma forma. Além do ator americano, o elenco também contará com o alemão Bruno Ganz (“O Leitor”) e novos nomes deverão ser anunciados em breve. As filmagens vão acontecer na Suécia e na Dinamarca, mas o cronograma não foi divulgado.

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    Cara Delevingne será atiradora de facas em suspense com Alexander Skarsgard

    1 de novembro de 2016 /

    Os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”) e Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) vão estrelar um suspense indie, intitulado “Fever Heart”. Segundo o site da revista Variety, a produção acompanha um homem com amnésia (Skarsgard) que luta para recuperar a memória com a ajuda de uma atiradora de facas de um circo (Delevingne). Enquanto isso, os dois são perseguidos por um vilão. Com direção e roteiro do estreante Ben Briand, o longa será filmado no início do ano que vem e ainda não previsão para chegar aos cinemas.

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    Atriz de Os Pássaros denuncia assédio de Alfred Hitchcock em livro de memórias

    31 de outubro de 2016 /

    A atriz Tippi Hedren, protagonista de dois clássicos de Alfred Hitchcock, “Os Pássaros” (1963) e “Marnie, Confissões de uma Ladra” (1964), está acusando o diretor de perseguição e assédio sexual durante as filmagens, em seu novo livro de memórias. Segundo o jornal New York Post, a atriz detalha no livro a relação que tinha com o mestre do suspense depois de se mudar de Nova York para Los Angeles. Tippi Hedren afirma que Hitchcock começou a persegui-la após vê-la em um comercial. A obsessão do cineasta fez com que ela conseguisse um contrato de cinco anos para fazer filmes, incluindo os dele. Durante as filmagens de “Os Pássaros”, ela alega que o diretor se mostrou extremamente possessivo, chegando ao ponto de falar para a equipe do longa, inclusive um dos protagonistas, Rod Taylor, para não tocar nela. Ela ainda afirma que não tinha liberdade para falar com outros homens, pois Hitchcock a censurava com olhares considerados por ela como ameaçadores. A atriz alega também que o diretor a perseguia, colocando um motorista para vigiar sua casa, e revela até um momento em que Hitchcock tentou beijá-la à força em um banco de uma limusine. “Foi um momento terrível, terrível”, declarou. A situação teria escalado durante as filmagens de “Marnie”, quando Hitchcock, segundo a atriz, exigiu a instalação de uma porta que conectasse o escritório dele até o camarim dela. Hedren afirma ainda que o diretor ainda tentou assedia-la em uma dessas ocasiões. “Era sexualmente perverso. Quanto mais tentava lutar, mais agressivo ele era”, ela afirma no livro. O relacionamento pouco saudável entre o diretor e a atriz não é segredo e já rendeu um telefilme em 2012, “A Garota”, estrelado por Sienna Miller e Toby Jones. A produção foi indicada ao Emmy e ao Globo de Ouro. Atualmente com 86 anos, Tippi Hedren é mãe da atriz Melanie Griffith (“Eternamente Lulu”) e avó de Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”)

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    Burn Country: Suspense premiado com James Franco ganha trailer

    29 de outubro de 2016 /

    Premiado no Festival de Tribeca, o suspense indie “Burn Country” ganhou seu primeiro pôster e trailer. A prévia exalta o clima tenso da produção, que acompanha um correspondente internacional de origem iraniana, que, após voltar do Afeganistão, arranja emprego num jornal interiorano e, ao investigar uma história de desaparecimento, se vê envolvido numa trama repleta de personagens sinistros e segredos. Até a xerife local não quer que ele investigue demais. Dirigido por Ian Olds (do premiado documentário “Fixer: The Taking of Ajmal Naqshbandi”), o elenco destaca James Franco (“A Entrevista”), Melissa Leo (série “Wayward Pines”) e Rachel Brosnahan (série “House of Cards”), mas é o iraniano Dominic Rains (“Garota Sombria Caminha à Noite”) quem rouba a cena, no papel principal. Ele venceu o troféu de Melhor Ator em Tribeca pelo papel. “Burn Country” estreia dia 9 de dezembro nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.  

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