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  • Série

    4ª temporada de Supergirl vai abordar trama cultuada do criador de Kick-Ass e Kingsman

    22 de junho de 2018 /

    O final da 3ª temporada de “Supergirl” deixou muitos telespectadores intrigados, pois nos últimos segundos introduziu uma nova versão da heroína do título, vista chegando sem roupas à Sibéria, no leste da Rússia. A cena ambígua foi explicada pelos produtores em entrevistas após a exibição do capítulo. Ela apresenta a vilã da próxima temporada, que será a própria Supergirl (Melissa Benoist). Durante sua luta final com Régia (Odette Annable), Kara volta no tempo para impedir a morte de seus amigos e utiliza a Pedra de Yuda Kal para se transportar para uma espécie de mundo subconsciente. Mas isso fez com que uma cópia de Supergirl surgisse na Rússia. “Para os fãs dos quadrinhos, acho que eles podem reconhecer que a história que queremos contar é inspirada na icônica ‘Red Son’ da DC Comics, que narrou uma história de origem alternativa para o Superman”, disse o produtor Robert Rovner ao site TVLine. A minissérie de três capítulos “Red Son” foi escrita em 2003 por Mark Millar, o criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”, e conta o que aconteceria se a nave do bebê Kal-El tivesse descido na Rússia e Superman crescesse como um comunista. A publicação foi lançada no Brasil com o título “Superman – Entre a Foice e o Martelo”. Além da história de “Red Son”, a trama deve abordar eventos da própria revista da “Supergirl”, que em 2005 foi separada em duas pessoas diferentes ao entrar em contato com Kryptonita Negra, uma delas com personalidade maligna. Vale lembrar que a Pedra de Yuda Kal é um pedaço de rocha preta do planeta Krypton – a definição da Kryptonita Negra. A 4ª temporada de “Supergirl” estreia em outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Etc

    Intérprete de Superman entra para a polícia nos Estados Unidos

    22 de junho de 2018 /

    O ator Dean Cain, que viveu Superman na série clássica de TV “Lois e Clarke – As Novas Aventuras do Superman”, entrou para a polícia de Idaho, nos Estados Unidos. Depois de auxiliar a corporação com doações e campanhas para arrecadar fundos, ele agora integra o pessoal do Departamento Policial de St. Anthony. Cain fez seu juramento e ganhou uniforme, mas está entre os reservistas e só fará patrulhas em caso excepcional, se for convocado para a ação. Terry Harris, policial chefe já aposentado, explicou as atribuições de Cain. “Ele está elegível a participar da patrulha uniformizada em período integral, patrulhar a comunidade e participar de projetos especiais”. Em entrevista ao jornal local Daily Caller, Cain disse: “Heróis reais não usam capas. Eles usam uniformes, distintivos, estetoscópios. São integrantes da nossa polícia e serviços de emergência”. Não é a primeira vez que um ator entra para os reservistas da polícia americana. Erik Estrada, que estrelou a série “CHiPs”, fez o mesmo em 2016.

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  • Série

    Série Krypton é renovada para a 2ª temporada

    22 de maio de 2018 /

    O canal pago americano Syfy renovou a série “Krypton”, sobre o planeta de Superman, para sua 2ª temporada. Apesar de considerada pela crítica americana como pior série derivada dos quadrinhos da DC Comics – 60% de aprovação no site Rotten Tomatoes – , “Krypton” é a atração do Syfy que conseguiu mais audiência em sua estreia no canal nos últimos quatro anos – desde a minissérie “Ascension”. A série é acompanhada por 1,8 milhão de telespectadores, computados três dias de exibição em todas as plataformas. A audiência ao vivo, porém, é bem menor. Após a estreia diante de 1,3 milhão, perdeu metade do público, até registrar 606 mil telespectadores no episódio mais recente. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e destaca Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher?”) como o protagonista Seg-El, o avô de Superman, que surge em sua juventude, num planeta dividido por complôs políticos e atritos entre clãs radicais, a caminho de sua própria destruição. O final da 1ª temporada vai ao ar na quarta (23/3) nos Estados Unidos.

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  • Etc,  Filme

    Margot Kidder (1948–2018)

    14 de maio de 2018 /

    Morreu a atriz canadense Margot Kidder, que ficou conhecida por interpretar Lois Lane em quatro filmes do “Superman”. Ela faleceu em sua casa no estado americano de Montana, aos 69 anos, de causas não divulgadas. Kidder começou a carreira no final dos anos 1960, fazendo diversas aparições em séries. Mas seu talento só ficou claro após o papel duplo de “Irmãs Diabólicas” (1972), primeiro suspense da carreira do diretor Brian De Palma, em que se alternou entre duas personagens, a gêmea boazinha e a gêmea psicopata. A repercussão do filme a transformou numa espécie de “scream queen” e a levou a outros lançamentos cultuados do terror, como o slasher “Noite do Terror” (1974), de Bob Clark, e o primeiro “Horror em Amityville” (1979), de Stuart Rosenberg. E esta poderia ter sido a tendência de sua filmografia, caso não tivesse sido “salva” por um super-herói voador. Ao ser escalada para formar par com Christopher Reeve em “Superman: O filme” (1978), Margot Kidder reivindicou um lugar de destaque na cultura pop. Ela não foi apenas a protagonista feminina de um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Ela foi destaque num elenco que tinha Marlon Brando e Gene Hackman roubando cenas. O diretor Richard Donner contou ter percebido que tinha achado sua Lois Lane no momento em que Kidder entrou no teste para o papel. A primeira coisa que ela fez ao chegar foi tropeçar na entrada. “E eu simplesmente me apaixonei. Vi que ela era perfeita, com seu comportamento atrapalhado”, revelou o cineasta, em entrevista à revista The Hollywood Reporter em 2016. Sua atuação introduziu elementos cômicos ao papel da repórter determinada, além de dar a Lois um viés feminista, conforme ela tenta superar Clark Kent para virar a primeira jornalista a entrevistar Superman. Ao mesmo tempo, a química entre os dois personagens também aproximou a adaptação dos quadrinhos das tramas clássicas das comédias românticas, em que rivais se atraem. E, para completar, também comoveu com um arco dramático, a ponto de inspirar até música de Gilberto Gil: “Super-Homem – A Canção”, centrada no amor do herói por sua musa, tão forte que era capaz de “mudar o curso da História por causa da mulher”, numa alusão à trama. O papel de Lois Lane atingiu ainda maior desenvolvimento em “Superman II – A Aventura Continua” (1980), que foi além do que os quadrinhos ousavam mostrar na época, sugerindo sexo entre a repórter do Planeta Diário e Clark Kent/Superman. A atriz viveu Lois em mais dois filmes, até “Superman IV: Em Busca da Paz” (1987), mas eles não repetiram nem a qualidade nem o sucesso dos primeiros lançamentos. Ao mesmo tempo, sua opção por investir em comédias acabou estagnando sua carreira por falta de sucessos – mesmo contracenando com ases do humor, como Richard Pryor (“Apuros e Trapalhadas de um Herói”) e Ted Danson (“Pequeno Tesouro”). De forma inesperada para todos que a assistiram levantar voo no cinema, Kidder desapareceu no final dos anos 1980. Havia boatos de que ela se tornara uma atriz difícil de lidar. Mas a verdade é que seu comportamento resultava de uma luta, até então perdida, contra um transtorno bipolar. A situação se tornou pública de forma sensacionalista, quando ela foi descoberta morando nas ruas, como uma sem-teto, em 1996. O incidente teve uma repercussão enorme e ajudou Kidder a recuperar algo parecido com uma carreira, com participações em séries em filmes. Ela apareceu até em “Smallville”, série sobre a juventude do Superman, como homenagem dos produtores em 2004, e tornou-se porta-voz da causa das pessoas que sofrem de transtornos mentais. Seu último trabalho foi o filme B “The Neighborhood”, lançado em 2017. Margot Kidder foi casada três vezes, todas com integrantes da indústria cinematográfica – o roteirista Thomas McGuane (“Duelo de Gigantes”), com quem teve uma filha, o diretor Philippe de Broca (de “Cartouche”, falecido em 2004) e o também ator John Heard (de “A Marca da Pantera”, falecido em 2017). A DC Comics, editora dos quadrinhos de Superman, prestou-lhe uma última homenagem nas redes sociais, agradecendo a atriz “por ser a Lois Lane com quem tantos de nós crescemos”. Thank you for being the Lois Lane so many of us grew up with. RIP, Margot Kidder. pic.twitter.com/IhY73TB52P — DC (@DCComics) May 14, 2018

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  • Filme

    Zoe Saldana confirma o esperado: todos os atores vão voltar em Vingadores 4

    28 de abril de 2018 /

    A atriz Zoe Saldana soltou o anti-spoiler mais previsto dos últimos tempos. Sabe aquele final que a Marvel insiste que não pode ser revelado, pedindo para evitarem spoilers? Pois será desfeito em “Vingadores 4”. Perguntada por uma repórter do canal pago E! se tinha sido difícil dar adeus aos demais atores ao final das filmagens de “Vingadores: Guerra Infinita”, a intérprete de Gamora soltou esta: “Não parecia [um adeus], parecia mais um ‘ainda vai continuar’, pois sabia que todos voltaríamos em algum momento este ano para terminar o segundo – o quarto filme da franquia ‘Vingadores’. Então, foi mais um ‘te vejo depois’, não um adeus formal”, afirmou. Sentado a seu lado, Chris Pratt confirmou. Veja o vídeo abaixo. Quem acredita que os heróis morreram no filme – e no Papai Noel – pode imaginar que ela esteja se referindo a um flashback, em que todos ainda estavam vivos. Mas a situação é igual à “surpresa” que a DC Comics insistiu em fazer em “Liga da Justiça”: Superman estaria morto, só que não. Vale considerar que “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” estabeleceu uma fórmula muito interessante para apagar mortes trágicas e relançar uma franquia, e “Vingadores 4”, que ainda não tem título oficial, parece se encaminhar para uma solução parecida – com viagem no tempo.

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  • Filme

    Vídeo de quase 7 minutos revela bastidores da animação A Morte do Superman

    28 de março de 2018 /

    A Warner divulgou um longo vídeo de bastidores com quase 7 minutos de sua próxima animação para o mercado de vídeo. Trata-se da adaptação de “A Morte de Superman” (The Death of Superman), história impactante publicada em 1993, que mostrou a luta do herói contra o monstro imbatível chamado Apocalypse (“tradução” brasileira de Doomsday), encerrada com o resultado do título. O curioso é que não é a primeira vez que a Warner anima os quadrinhos clássicos de Dan Jurgens, Roger Stern e Louise Simonson, responsáveis por um dos crossovers mais emocionais da editora DC Comics. A primeira versão foi lançada em vídeo em 2007 com o título “Superman/Batman: Apocalypse” e diversas mudanças em relação à trama original. O vídeo disponibilizado revela que a nova versão fará suas próprias modificações na história, com maior destaque para a participação da Liga da Justiça, ausente no primeiro desenho. A trama também foi dividida em duas partes, com a primeira focada na luta contra Apocalypse e seu desfecho trágico, enquanto um segundo filme mostrará o renascimento do herói – com a provável participação dos quatro Supermen que tentam ocupar seu vácuo, como nos quadrinhos. Esta parte da história foi a mais modificada na animação de 2007. Nos quadrinhos, a história foi publicada como uma trilogia: “A Morte de Superman”, “O Mundo sem Superman” e “O Retorno do Superman” (a saga do uniforme preto). A trama também inspirou elementos do filme “Batman vs. Superman” (2016). A direção é de Jake Castorena (da série “Justice League Action”) e o elenco de vozes originais inclui Jerry O’Connell (como Superman), Jason O’Mara (Batman), Matt Lanter (Aquaman), Rosario Dawson (Mulher-Maravilha), Nathan Fillion (Lanterna Verde), Rebecca Romijn (Lois Lane), Rainn Wilson (Lex Luthor), Shemar Moore (Ciborgue), Christopher Gorham (Flash), Patrick Fabian (Hank Henshaw) e Rocky Carroll (Silas Stone). A maioria dos dubladores já trabalhou em outros longas animados da DC dando voz aos mesmos personagens, entre eles “Liga da Justiça: Trono de Atlântida” (2015), “A Liga da Justiça e os Jovens Titãs” (2016) e “Liga da Justiça Sombria” (2007). Por enquanto, não há previsão para o lançamento, que deve ser disponibilizado ainda em 2018.

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  • Etc

    Frank Miller volta à DC Comics para escrever Superman: Ano Um e graphic novel da sua Robin

    23 de março de 2018 /

    A DC Comics anunciou que vai publicar novas histórias de Frank Miller, o lendário quadrinista de “O Cavaleiro das Trevas” e “Batman: Ano Um” – além de autor das melhores histórias do Demolidor da Marvel e criador de “Sin City” e “300”. Ele fechou contrato para criar cinco obras novas para a editora. Apesar de seu talento como desenhista, os primeiros projetos anunciados envolvem apenas sua contribuição como escritor. Ele vai escrever “Superman: Ano Um”, que tentará repetir o impacto de “Batman: Ano Um” ao contar como Clark Kent começou sua carreira de super-herói. A arte está a cargo de outro mestre dos quadrinhos, John Romita Jr. Miller também voltará ao clássico “Cavaleiro das Trevas” para uma graphic novel dedicada a Carrie Kelley, a Robin que ele criou na minissérie original de 1986 – antes de transformá-la em “Moça-Gato”, nova Batgirl e Batmulher nas continuações. A personagem fez tanto sucesso que, em 2011, foi incorporada na continuidade dos quadrinhos da DC Comics, após o reboot de “Os Novos 52”, e, atendendo a pedidos, voltará a ser a primeira Robin feminina na nova graphic novel, com desenhos de Ben Caldwell. Os primeiros esboços dos dois projetos podem, inclusive, ser vistos abaixo. Os demais trabalhos ainda não foram confirmados. “Frank é uma força criativa dessa indústria, não apenas com sua visão transformadora em personagens icônicos como Superman e Batman, mas também atingindo jovens adultos. Ele é um ícone. Como editor, estou ansioso – e como fã estou mais do que animado”, afirmou o editor da DC Comics, Dan Didio, ao fazer o anúncio. As histórias de Miller para Batman influenciaram os filmes recentes do herói e tiveram citação explícita em “Batman vs. Superman”. Além disso, a Warner Bros. Animation adaptou com sucesso as histórias de “Cavaleiro das Trevas” e “Batman: Ano Um” em lançamentos animados para o mercado do vídeo.

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  • Série

    Crítica americana destrói Krypton, pior série da DC Comics

    17 de março de 2018 /

    A primeira série de super-heróis da DC Comics produzida para a TV paga é também a pior de todas. A crítica americana destruiu “Krypton”, repetindo o destino do planeta que nomeia a produção, que já surgiu explodindo em sua primeira menção nos quadrinhos há 80 anos. A série do canal pago SyFy conseguiu apenas 43% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Até então, a crítica considerava “Constantine” a pior adaptação da DC Comics. Não por acaso, foi a única atração derivada dos quadrinhos da editora cancelada em sua 1ª temporada. O detalhe é que “Constantine” era “fraca” com aprovação de 72%. No contexto de outra atração atual que referencia Krypton, o abismo é ainda maior. “Supergirl” tem 93% de aprovação. E, anteriormente, “Smallville”, que também foi concebida como prólogo da história de Superman, tinha 90%. O que deu errado? No apanhado de reclamações, é possível listar o baixo orçamento, que faz com que muitas lutas pareçam acontecer no mesmo beco, a falta de talento do elenco, que atua como se estivesse numa peça da escola, e os roteiros fraquíssimos, que não sabem o que fazer com a premissa. É como se a série fosse aprovada pela sinopse e os roteiristas não soubessem como desenvolver o conceito inicial. “Uma perda de tempo”, “mais uma distopia futurista antiquada”, “premissa desperdiçada” e outros lamentos marcaram as avaliações da produção. “Qualquer série que pareça uma paródia já começa mal. Mas se essa série vai além, ao passar a impressão de que seus personagens foram criados sem a menor inspiração”, resumiu a revista The Hollywood Reporter. “Infelizmente, os temores sobre ‘quem ia querer assistir a uma série do Superman sem Superman’ são confirmados à medida que a trama avança”, sentenciou a revista Forbes. “Krypton” não tem nem sequer Jor-El, o pai de Superman. Ela segue o “avô adolescente” do herói. Por isso, falha em sua tentativa de se conectar com a mitologia dos filmes e dos quadrinhos. Por se distanciar muito no passado, impede o aproveitamento de personagens e tramas conhecidas. E o que decidiram fazer os produtores para contornar o problema que eles próprios criaram nessa abordagem? O velho truque do “Exterminador do Futuro”. Para fazer com que personagens contemporâneos dos quadrinhos possam interagir com sua criação, os produtores introduziram viagens no tempo. Assim, Adam Strange aparece como um Rip Hunter de terceira para levar a capa de Superman até seu avô, numa missão para avisar que uma ameaça do futuro pode destruir o planeta… Só faltou dizer “Venha comigo, se quiser viver”. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e destaca Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?) como o protagonista Seg-El, além de Georgina Campbell (série “Broadchurch”) como Lyta Zod, membro do clã do General Zod. Já Adam Strange será vivido por Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”). Outros atores incluem Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Ann Ogbomo (“Mulher-Maravilha”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”) e Blake Ritson (de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac, o tal exterminador que vem do futuro… A estreia está marcada para quarta (21/3) nos Estados Unidos.

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  • Série

    Vídeo de Krypton destaca participação do supervilão Brianiac

    22 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago SyFy divulgou um vídeo de bastidores de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman, que destaca a participação do supervilão Brianiac. A prévia revela o visual impressionante do personagem, vivido por Blake Ritson (de “Da Vinci’s Demons”), e sua nave criada por computação gráfica. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e acompanha Seg-El, o avô do Superman. Na trama, Adam Strange viaja no tempo para alertá-lo sobre a chegada de uma ameaça do futuro capaz de destruir seu planeta – Brainiac. O elenco destaca Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?) como o protagonista, além de Georgina Campbell (série “Broadchurch”) como Lyta Zod, membro do clã do General Zod. Já Adam Strange será vivido por Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”). Outros atores incluem Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Ann Ogbomo (“Mulher-Maravilha”) e Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”). A direção do piloto foi assinada por Colm McCarthy (séries “Sherlock” e “Doctor Who”) e a estreia vai acontecer em 21 de março nos Estados Unidos.

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  • Série

    Clãs da família de Superman e do General Zod ilustram pôsteres da série Krypton

    18 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago SyFy divulgou seis pôsteres de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman. Além da imagem que destaca a capa de Superman, os cartazes trazem integrantes dos principais clãs kryptonianos, com destaque para Seg-El, o avô do Superman, apresentado ainda em sua juventude na pele do ator Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?), e Lyta Zod, personagem de Georgina Campbell (série “Broadchurch”) e membro do clã do General Zod. O elenco ainda destaca Ian McElhinney (série “Game of Thrones”) como Val-El, líder do clã El, além de Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Ann Ogbomo (“Mulher-Maravilha”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”), Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”) como o herói Adam Strange e Blake Ritson (também de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e a estreia vai acontecer em 21 de março nos Estados Unidos.

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    Krypton ganha novas fotos e teasers com os ancestrais de Superman e do General Zod

    7 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago SyFy divulgou 14 fotos de personagens e três novos teasers de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman. Entre as prévias é possível ver a capa de Superman. O artefato do século 21 vai parar no passado graças à participação do herói Adam Strange, que viaja no tempo para alertar o avô de Kal-El sobre uma ameaça do futuro capaz de destruir seu planeta. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e acompanha Seg-El, o avô do Superman. O personagem é apresentado ainda em sua juventude, na pele do ator Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?), e fará par romântico com Lyta Zod, a personagem de Georgina Campbell (série “Broadchurch”), membro do clã do General Zod. Já Adam Strange será vivido por Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”). O elenco ainda destaca Ian McElhinney (série “Game of Thrones”) como Val-El, líder do clã El, além de Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Ann Ogbomo (“Mulher-Maravilha”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”) e Blake Ritson (também de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac – a tal ameaça do futuro. A direção do piloto foi assinada por Colm McCarthy (séries “Sherlock” e “Doctor Who”) e a estreia vai acontecer em 21 de março nos Estados Unidos.

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    Avô de Superman recebe a capa do herói no novo vídeo da série Krypton

    4 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago SyFy divulgou um novo trailer de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman. A prévia destaca a capa de Superman, que vai parar no passado graças à participação do herói Adam Strange. Ele viaja no tempo para alertar o avô de Kal-El para uma ameaça do futuro capaz de destruir seu planeta. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e acompanha Seg-El, o avô do Superman, que luta pelo destino de seu planeta. O personagem é apresentado ainda em sua juventude, na pele do ator Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?), e fará par romântico com a personagem de Georgina Campbell (série “Broadchurch”), membro do clã do General Zod. Adam Strange será vivido por Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”). O elenco ainda inclui Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”), além de Blake Ritson (também de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac – a tal ameaça do futuro. A direção do piloto foi assinada por Colm McCarthy (séries “Sherlock” e “Doctor Who”) e a estreia vai acontecer em 21 de março nos Estados Unidos.

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    Lois Lane vai protagonizar nova série de streaming da DC Comics chamada Metropolis

    30 de janeiro de 2018 /

    O vindouro serviço de streaming da DC Comics, atualmente em desenvolvimento pela Warner, anunciou a produção de uma série com atores centrada em Lois Lane e nos repórteres do Planeta Diário. Intitulada “Metropolis”, a série terá 13 episódios e será lançada em 2019 na plataforma DC Digital Service. A atração está sendo desenvolvida pelo roteirista John Stephens e os episódios terão direção de Danny Cannon. Ambos trabalham na série “Gotham”. E assim como a série do jovem Bruce Wayne, a trama de “Metropolis” será um prólogo, centrado na jovem repórter Lois Lane, antes da chegada de Clark Kent/Superman na cidade. O elenco deve incluir alguns personagens conhecidos dos quadrinhos. O comunicado fala em Lex Luthor e investigações de “ciência marginal” e “segredos estranhos da cidade”. Além de servir como atração da DC Digital, “Metropolis” faz parte de uma trinca de séries sobre os quadrinhos da família de Superman, que também inclui a vindoura “Krypton”, sobre o avô e o planeta do herói, e “Supergirl”, sobre sua prima de aço. Por conta desse universo compartilhado, será curioso verificar se Jimmy Olsen estará na nova produção – retratado como um fotógrafo ruivo, igual aos quadrinhos, ou negro, como em “Supergirl”. “Metropolis” é a quarta série anunciada para o serviço digital da DC. Ela se junta à “Titans”, atualmente em produção, e à duas animações, “Harley Quinn” e “Young Justice: Outsiders” – respectivamente sobre a vilã Arlequina e os heróis da Justiça Jovem. A expectativa é que o serviço digital estreie ainda neste ano.

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