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    Frank Miller volta à DC Comics para escrever Superman: Ano Um e graphic novel da sua Robin

    23 de março de 2018 /

    A DC Comics anunciou que vai publicar novas histórias de Frank Miller, o lendário quadrinista de “O Cavaleiro das Trevas” e “Batman: Ano Um” – além de autor das melhores histórias do Demolidor da Marvel e criador de “Sin City” e “300”. Ele fechou contrato para criar cinco obras novas para a editora. Apesar de seu talento como desenhista, os primeiros projetos anunciados envolvem apenas sua contribuição como escritor. Ele vai escrever “Superman: Ano Um”, que tentará repetir o impacto de “Batman: Ano Um” ao contar como Clark Kent começou sua carreira de super-herói. A arte está a cargo de outro mestre dos quadrinhos, John Romita Jr. Miller também voltará ao clássico “Cavaleiro das Trevas” para uma graphic novel dedicada a Carrie Kelley, a Robin que ele criou na minissérie original de 1986 – antes de transformá-la em “Moça-Gato”, nova Batgirl e Batmulher nas continuações. A personagem fez tanto sucesso que, em 2011, foi incorporada na continuidade dos quadrinhos da DC Comics, após o reboot de “Os Novos 52”, e, atendendo a pedidos, voltará a ser a primeira Robin feminina na nova graphic novel, com desenhos de Ben Caldwell. Os primeiros esboços dos dois projetos podem, inclusive, ser vistos abaixo. Os demais trabalhos ainda não foram confirmados. “Frank é uma força criativa dessa indústria, não apenas com sua visão transformadora em personagens icônicos como Superman e Batman, mas também atingindo jovens adultos. Ele é um ícone. Como editor, estou ansioso – e como fã estou mais do que animado”, afirmou o editor da DC Comics, Dan Didio, ao fazer o anúncio. As histórias de Miller para Batman influenciaram os filmes recentes do herói e tiveram citação explícita em “Batman vs. Superman”. Além disso, a Warner Bros. Animation adaptou com sucesso as histórias de “Cavaleiro das Trevas” e “Batman: Ano Um” em lançamentos animados para o mercado do vídeo.

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    Crítica americana destrói Krypton, pior série da DC Comics

    17 de março de 2018 /

    A primeira série de super-heróis da DC Comics produzida para a TV paga é também a pior de todas. A crítica americana destruiu “Krypton”, repetindo o destino do planeta que nomeia a produção, que já surgiu explodindo em sua primeira menção nos quadrinhos há 80 anos. A série do canal pago SyFy conseguiu apenas 43% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Até então, a crítica considerava “Constantine” a pior adaptação da DC Comics. Não por acaso, foi a única atração derivada dos quadrinhos da editora cancelada em sua 1ª temporada. O detalhe é que “Constantine” era “fraca” com aprovação de 72%. No contexto de outra atração atual que referencia Krypton, o abismo é ainda maior. “Supergirl” tem 93% de aprovação. E, anteriormente, “Smallville”, que também foi concebida como prólogo da história de Superman, tinha 90%. O que deu errado? No apanhado de reclamações, é possível listar o baixo orçamento, que faz com que muitas lutas pareçam acontecer no mesmo beco, a falta de talento do elenco, que atua como se estivesse numa peça da escola, e os roteiros fraquíssimos, que não sabem o que fazer com a premissa. É como se a série fosse aprovada pela sinopse e os roteiristas não soubessem como desenvolver o conceito inicial. “Uma perda de tempo”, “mais uma distopia futurista antiquada”, “premissa desperdiçada” e outros lamentos marcaram as avaliações da produção. “Qualquer série que pareça uma paródia já começa mal. Mas se essa série vai além, ao passar a impressão de que seus personagens foram criados sem a menor inspiração”, resumiu a revista The Hollywood Reporter. “Infelizmente, os temores sobre ‘quem ia querer assistir a uma série do Superman sem Superman’ são confirmados à medida que a trama avança”, sentenciou a revista Forbes. “Krypton” não tem nem sequer Jor-El, o pai de Superman. Ela segue o “avô adolescente” do herói. Por isso, falha em sua tentativa de se conectar com a mitologia dos filmes e dos quadrinhos. Por se distanciar muito no passado, impede o aproveitamento de personagens e tramas conhecidas. E o que decidiram fazer os produtores para contornar o problema que eles próprios criaram nessa abordagem? O velho truque do “Exterminador do Futuro”. Para fazer com que personagens contemporâneos dos quadrinhos possam interagir com sua criação, os produtores introduziram viagens no tempo. Assim, Adam Strange aparece como um Rip Hunter de terceira para levar a capa de Superman até seu avô, numa missão para avisar que uma ameaça do futuro pode destruir o planeta… Só faltou dizer “Venha comigo, se quiser viver”. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e destaca Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?) como o protagonista Seg-El, além de Georgina Campbell (série “Broadchurch”) como Lyta Zod, membro do clã do General Zod. Já Adam Strange será vivido por Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”). Outros atores incluem Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Ann Ogbomo (“Mulher-Maravilha”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”) e Blake Ritson (de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac, o tal exterminador que vem do futuro… A estreia está marcada para quarta (21/3) nos Estados Unidos.

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    Vídeo de Krypton destaca participação do supervilão Brianiac

    22 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago SyFy divulgou um vídeo de bastidores de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman, que destaca a participação do supervilão Brianiac. A prévia revela o visual impressionante do personagem, vivido por Blake Ritson (de “Da Vinci’s Demons”), e sua nave criada por computação gráfica. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e acompanha Seg-El, o avô do Superman. Na trama, Adam Strange viaja no tempo para alertá-lo sobre a chegada de uma ameaça do futuro capaz de destruir seu planeta – Brainiac. O elenco destaca Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?) como o protagonista, além de Georgina Campbell (série “Broadchurch”) como Lyta Zod, membro do clã do General Zod. Já Adam Strange será vivido por Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”). Outros atores incluem Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Ann Ogbomo (“Mulher-Maravilha”) e Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”). A direção do piloto foi assinada por Colm McCarthy (séries “Sherlock” e “Doctor Who”) e a estreia vai acontecer em 21 de março nos Estados Unidos.

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    Clãs da família de Superman e do General Zod ilustram pôsteres da série Krypton

    18 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago SyFy divulgou seis pôsteres de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman. Além da imagem que destaca a capa de Superman, os cartazes trazem integrantes dos principais clãs kryptonianos, com destaque para Seg-El, o avô do Superman, apresentado ainda em sua juventude na pele do ator Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?), e Lyta Zod, personagem de Georgina Campbell (série “Broadchurch”) e membro do clã do General Zod. O elenco ainda destaca Ian McElhinney (série “Game of Thrones”) como Val-El, líder do clã El, além de Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Ann Ogbomo (“Mulher-Maravilha”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”), Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”) como o herói Adam Strange e Blake Ritson (também de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e a estreia vai acontecer em 21 de março nos Estados Unidos.

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    Krypton ganha novas fotos e teasers com os ancestrais de Superman e do General Zod

    7 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago SyFy divulgou 14 fotos de personagens e três novos teasers de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman. Entre as prévias é possível ver a capa de Superman. O artefato do século 21 vai parar no passado graças à participação do herói Adam Strange, que viaja no tempo para alertar o avô de Kal-El sobre uma ameaça do futuro capaz de destruir seu planeta. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e acompanha Seg-El, o avô do Superman. O personagem é apresentado ainda em sua juventude, na pele do ator Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?), e fará par romântico com Lyta Zod, a personagem de Georgina Campbell (série “Broadchurch”), membro do clã do General Zod. Já Adam Strange será vivido por Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”). O elenco ainda destaca Ian McElhinney (série “Game of Thrones”) como Val-El, líder do clã El, além de Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Ann Ogbomo (“Mulher-Maravilha”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”) e Blake Ritson (também de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac – a tal ameaça do futuro. A direção do piloto foi assinada por Colm McCarthy (séries “Sherlock” e “Doctor Who”) e a estreia vai acontecer em 21 de março nos Estados Unidos.

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    Avô de Superman recebe a capa do herói no novo vídeo da série Krypton

    4 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago SyFy divulgou um novo trailer de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman. A prévia destaca a capa de Superman, que vai parar no passado graças à participação do herói Adam Strange. Ele viaja no tempo para alertar o avô de Kal-El para uma ameaça do futuro capaz de destruir seu planeta. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e acompanha Seg-El, o avô do Superman, que luta pelo destino de seu planeta. O personagem é apresentado ainda em sua juventude, na pele do ator Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?), e fará par romântico com a personagem de Georgina Campbell (série “Broadchurch”), membro do clã do General Zod. Adam Strange será vivido por Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”). O elenco ainda inclui Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”), além de Blake Ritson (também de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac – a tal ameaça do futuro. A direção do piloto foi assinada por Colm McCarthy (séries “Sherlock” e “Doctor Who”) e a estreia vai acontecer em 21 de março nos Estados Unidos.

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    Lois Lane vai protagonizar nova série de streaming da DC Comics chamada Metropolis

    30 de janeiro de 2018 /

    O vindouro serviço de streaming da DC Comics, atualmente em desenvolvimento pela Warner, anunciou a produção de uma série com atores centrada em Lois Lane e nos repórteres do Planeta Diário. Intitulada “Metropolis”, a série terá 13 episódios e será lançada em 2019 na plataforma DC Digital Service. A atração está sendo desenvolvida pelo roteirista John Stephens e os episódios terão direção de Danny Cannon. Ambos trabalham na série “Gotham”. E assim como a série do jovem Bruce Wayne, a trama de “Metropolis” será um prólogo, centrado na jovem repórter Lois Lane, antes da chegada de Clark Kent/Superman na cidade. O elenco deve incluir alguns personagens conhecidos dos quadrinhos. O comunicado fala em Lex Luthor e investigações de “ciência marginal” e “segredos estranhos da cidade”. Além de servir como atração da DC Digital, “Metropolis” faz parte de uma trinca de séries sobre os quadrinhos da família de Superman, que também inclui a vindoura “Krypton”, sobre o avô e o planeta do herói, e “Supergirl”, sobre sua prima de aço. Por conta desse universo compartilhado, será curioso verificar se Jimmy Olsen estará na nova produção – retratado como um fotógrafo ruivo, igual aos quadrinhos, ou negro, como em “Supergirl”. “Metropolis” é a quarta série anunciada para o serviço digital da DC. Ela se junta à “Titans”, atualmente em produção, e à duas animações, “Harley Quinn” e “Young Justice: Outsiders” – respectivamente sobre a vilã Arlequina e os heróis da Justiça Jovem. A expectativa é que o serviço digital estreie ainda neste ano.

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    Diretor de Superman – O Filme vai escrever a milésima edição da revista Action Comics

    23 de janeiro de 2018 /

    O cineasta Richard Donner, que dirigiu “Superman – O Filme” (1978), até hoje considerado o melhor filme do herói, vai escrever uma história para a edição número 1000 da revista “Action Comics”. Pela primeira vez, uma revista em quadrinhos atingirá esta numeração impressionante e a DC Comics está preparando uma edição especial para celebrar a marca histórica. Donner já escreveu algumas histórias de Superman para a DC, inclusive o famoso arco “O Último Filho”, publicado justamente na revista “Action Comics” em 2006. Além do cineasta, “Action Comics 1000” terá contribuições de vários autores ligados à trajetória do Superman. Afinal, a primeira edição da publicação, datada de junho de 1938, também registrou a estreia do Homem de Aço, o primeiro super-herói das revistas em quadrinhos, inaugurando uma nova era. Com capa desenhada por Jim Lee (arte acima), atual co-editor da companhia, a revista chegará às comic shops americanas em abril, com textos de Donner, Brad Meltzer (roteirista premiado por quadrinhos da “Liga da Justiça”), Geoff Johns (criador da série “The Flash” e diretor da DC Entertainment) e Brian Michael Bendis (criador de “Jessica Jones”) em sua estreia na DC. Além disso, a edição trará artes inéditas de Curt Swan, considerado o artista definitivo do Superman, que desenhou o personagem por quase 50 anos, de 1948 até sua morte em 1996. Em comunicado, co-editor da DC, Dan DiDio, disse: “A milésima edição de ‘Action Comics’ é um marco incrível na cultura pop e um testemunho da visão de Jerry Siegel e Joe Shuster (criadores do Superman). Sem esta revista, juntamente com a imaginação fértil e a criatividade ilimitada de Siegel e Shuster, o lugar dos super-heróis na literatura poderia ter sido completamente diferente, se não totalmente inexistente”. A revista “Action Comics” No. 1000 será lançada em 18 de abril digitalmente e nas lojas de quadrinhos dos Estados Unidos.

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    Novo trailer da série Krypton mostra participação do herói Adam Strange

    10 de janeiro de 2018 /

    O canal pago SyFy divulgou um novo trailer de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman. A prévia revela a participação do herói Adam Strange, que viaja no tempo para alertar o avô de Superman que uma ameaça do futuro vem destruir seu planeta. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e acompanha Seg-El, o avô do Superman, que luta pelo destino de seu planeta. O personagem é apresentado ainda em sua juventude, na pele do ator Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?), e fará par romântico com a personagem de Georgina Campbell (série “Broadchurch”), membro do clã do General Zod. Adam Strange será vivido por Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”), e a prévia o apresenta com um visual completamente diferente dos quadrinhos – de boné, capuz e roupas “civis”. O elenco ainda inclui Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”), além de Blake Ritson (também de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac – a tal ameaça do futuro. A direção do piloto foi assinada por Colm McCarthy (séries “Sherlock” e “Doctor Who”) e a estreia vai acontecer em 21 de março nos Estados Unidos.

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    Série Krypton, passada no planeta de Superman, ganha novas fotos

    6 de janeiro de 2018 /

    O canal pago SyFy divulgou novas fotos de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman. As imagens revelam figurinos do clã El, que usa o símbolo de Superman, e uniformes militares. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e acompanha Seg-El, o avô do Superman, que luta pelo destino de seu planeta. O personagem é apresentado ainda em sua juventude, na pele do ator Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?), e fará par romântico com a personagem de Georgina Campbell (série “Broadchurch”), membro do clã do General Zod. O elenco ainda inclui Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”), além de Blake Ritson (também de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac. A direção do piloto foi assinada por Colm McCarthy (séries “Sherlock” e “Doctor Who”) e a estreia vai acontecer em 21 de março nos Estados Unidos.

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    Novo teaser de Krypton revela data de estreia da série passada no planeta de Superman

    29 de dezembro de 2017 /

    O canal pago SyFy divulgou nas redes sociais um novo teaser de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman. O vídeo revela a data de estreia da produção, que ainda não tinha sido anunciada. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e acompanha Seg-El, o avô do Superman, que luta pelo destino de seu planeta. O personagem é apresentado ainda em sua juventude, na pele do ator Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?), e fará par romântico com a personagem de Georgina Campbell (série “Broadchurch”), membro do clã do General Zod. O elenco ainda inclui Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”), além de Blake Ritson (também de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac. A direção do piloto foi assinada por Colm McCarthy (séries “Sherlock” e “Doctor Who”) e a estreia vai acontecer em 21 de março nos Estados Unidos. Before #Superman came to Earth, #Krypton forged its own legends. From the writer of #ManofSteel & #TheDarkKnight, witness the beginning, 3.21 on @SYFY. pic.twitter.com/kYZsfr3N3c — Krypton (@KryptonSYFY) 28 de dezembro de 2017

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    Krypton: Série passada no planeta de Superman ganha novo teaser

    8 de dezembro de 2017 /

    O canal pago SyFy divulgou um novo teaser de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman. A prévia chega a mostrar a capa vermelha associada ao super-herói, com o símbolo do clã El. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e acompanha Seg-El, o avô do Superman, que luta pelo destino de seu planeta. O personagem é apresentado ainda em sua juventude, na pele do ator Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?), e fará par romântico com a personagem de Georgina Campbell (série “Broadchurch”), membro do clã de General Zod. O elenco ainda inclui Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”), além de Blake Ritson (também de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac. A direção do piloto foi assinada por Colm McCarthy (séries “Sherlock” e “Doctor Who”) e a estreia vai acontecer em 2018, em data ainda não divulgada.

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    Liga da Justiça se esforça, mas é batalha perdida na luta contra a Marvel

    19 de novembro de 2017 /

    “Liga da Justiça” é um monstro fabricado pela indústria cultural com duas cabeças. Seu corpo quer ir na direção conduzida por Zack Snyder, o principal diretor dos filmes da DC, mas sua boca fala com a voz de Joss Whedon, artífice do estilo cinematográfico da Marvel. O resultado junta o pior de um com o pior do outro. E tem tudo para desagradar aos fãs de ambos. Produzido em meio à pressão das críticas negativas de “Batman vs Superman” (2016) e o sucesso de “Mulher-Maravilha” (2017), o lançamento que deveria ser o ponto alto da DC no cinema se tornou um fiasco. E aconteceu por vontade da própria Warner. Embora planejado com grande antecedência por Zack Snyder, desde o lançamento de “O Homem de Aço” (2013), “Liga da Justiça” perdeu o diretor na reta final. Ele abriu mão do controle da obra devido à morte de sua filha, no começo de 2017, o que permitiu a Warner fazer o que secretamente sempre quis desde o sucesso de “Os Vingadores”: convocar o diretor daquele filme para transformar “Liga da Justiça” num filme da Marvel. Só que, ao contrário de “Os Vingadores”, Whedon não criou um filme do nada, ainda que seu ego tenha forçado a Warner a abrir a carteira para bancar muitas refilmagens de cenas importantes. Há claramente mais humor em cena, marca de Whedon, que contrasta com as tramas de paisagens sombrias, cores esmaecidas e carga solene que caracterizam metade do filme – e todos os lançamentos de super-heróis da Warner até então. As trevas são fruto da passagem de Christopher Nolan por três filmes bem-sucedidos de Batman. Nolan também produziu “O Homem de Aço” e apadrinhou Snyder, que desde “Watchmen” (2009) vem sepultando sob cinzas o mundo impresso a quatro cores dos quadrinhos. Não há dúvidas de que sua estética definiu o universo DC, especialmente após o fracasso de “Lanterna Verde” (2011) – que chegou a inspirar rumores de um memorando proibindo piadas nos filmes de super-heróis da companhia. Toda essa seriedade entrou em cheque diante do sucesso da Marvel com obras cada vez mais cômicas. A estratégia mostrou-se insustentável após “Batman vs. Superman” e “Esquadrão Suicida” serem destruídos pelos críticos e renderem bem menos que as produções rivais. A repercussão do mais leve e divertido “Mulher-Maravilha” confirmou a necessidade de mudança de paradigma. Mesmo assim, “Liga da Justiça” tinha começado sua produção antes da estreia da heroína, de modo que foi necessária uma intervenção, tragicamente, para mudar a condução do filme em sua reta final. Mas o contraste entre as visões díspares de Snyder e Whedon gera atritos, e principalmente exageros de um lado e do outro. Assim, o humor da “Liga da Justiça” traz cenas constrangedoras, como uma queda de Mulher-Maravilha sobre o Flash, que é uma piada machista pouco condizente com a personagem. Mesmo assim, há paralelos entre “Liga da Justiça” e “Os Vingadores”, especialmente em relação à estrutura do roteiro, em que um grupo de heróis precisa se unir para impedir a invasão de um exército alienígena. Mas se “Os Vingadores” tinha Loki, “Liga da Justiça” apresenta Lobo da Estepe, um vilão genérico escalado pelo roteiro original de Chris Terrio, que nem a computação gráfica do século 21 diferencia da criatura encarnada por Tim Curry na fábula juvenil “A Lenda”, de 32 anos atrás. Eis o ponto mais negativo da produção: apesar do orçamento estimado em US$ 300 milhões, grande parte dos efeitos visuais parecem amadores. Algumas situações foram forçadas por Snyder, como a decisão de criar o uniforme do Ciborgue por computação gráfica – já tinha dado “tão certo” em “Lanterna Verde”, que o ator Ryan Reynolds fez piada disso em “Deadpool”… Mas para ficar ainda pior, as refilmagens ainda tiveram que apagar digitalmente umo bigode do intérprete de Superman. Como Henry Cavill estava filmando “Missão Impossível 6”, reapareceu com um bigode quando foi reconvocado por Whedon. Impedido contratualmente de cortá-lo enquanto não terminasse “MI6”, Cavill precisou ter os pelos faciais cobertos por efeitos visuais, que se transformaram num novo problema – e meme. Os retoques deformaram a boca do ator. E isso não foi escondido por Whedon, que lhe deu inúmeros closes. O fato da boca digital ser vista de forma tão proeminente também serve para quantificar o tamanho das refilmagens comandadas pelo segundo diretor. Aparentemente, Superman não deveria aparecer muito no filme que Snyder estava fazendo. O que ajuda a explicar o marketing autista da Warner, que tratou a participação do personagem como spoiler. Mesmo diante das inúmeras entrevistas de Cavill sobre o papel, o herói não apareceu em nenhum trailer oficial. Em compensação, Gal Gadot voltou a demonstrar porque deu tão certo em “Mulher-Maravilha”. A atriz israelense, que luta para falar inglês durante suas entrevistas, não tem a menor dificuldade em incorporar a heroína. Seu carisma é impressionante e consegue personificar o que o inconsciente coletivo imagina sobre a personagem. Jason Momoa também apela para o carisma para dar vida a Aquaman, enquanto o Flash de Ezra Miller se destaca por ser o alívio cômico da equipe. A mudança de tom nas cenas do velocista é tão brusca que até o Batman de Ben Affleck rende piadas. Curiosamente, o que mais destoa desse conjunto é Ciborgue, interpretado pelo ator de teatro Ray Fisher. Seja por conta de seu traje criado por computador, seja por culpa do roteiro ou da edição à fórceps de Whedon, o personagem parece estar em cena apenas por cota racial. Não tem praticamente nenhuma cena importante. Como em “Batman vs. Superman”, “Liga da Justiça” também é repleto de coadjuvantes de luxo sub-aproveitados. Amy Adams, Jeremy Irons, Diane Lane, Connie Nielsen e J.K. Simmons também não fazem quase nada na produção, além de cumprir obrigação contratual. Não por acaso, o longa parece mesmo produto feito por obrigação, mais que uma oferta de diversão. Seus bastidores tumultuados – provavelmente ainda mais tumultuados do que se sabe – refletem como a Warner se vê acuada diante do sucesso da Marvel. Tendo um catálogo de super-heróis mais populares que os da rival, deveria poder realizar filmes tão ou mais bem-sucedidos. Mas é confrontada pelo fato de até um herói B como Thor se sair melhor que sua coleção de heróis classe A. Entre Snyder e Whedon há um abismo de possibilidades. Lógico que o esforço de juntar suas visões conflitantes jamais daria liga. Salvam-se algumas boas sequências (provavelmente de Snyder!) numa produção que, bem antes da estreia, já se configurava como um esforço de contabilidade – para fechar as contas fora do vermelho. O fato de haver uma cena pós-créditos – algo comum nas produções da Marvel, mas raro nos lançamentos da DC – reitera que o estúdio insistirá para tentar acertar seus super-heróis, quem sabe desde o começo da próxima vez. Afinal, não é possível errar tanto, tantas vezes, com o segmento que mais dá certo em Hollywood.

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