The Flash: Cineasta de comédias românticas vai dirigir o filme do super-herói
O filme “The Flash” definiu seu diretor. Uma das apostas da Warner para emplacar um universo compartilhado de super-heróis da DC Comics, o longa será dirigido por Rick Famuyiwa, mais conhecido por comédias românticas afro-americanas, como “Noivo em Pânico” (1999), “No Embalo do Amor” (2002) e “Nossa União, Muita Confusão” (2010). É curioso reparar na similaridade da escolha atual com a escalação de Tim Story, um cineasta de mesmo perfil, que a Fox colocou a frente de “Quarteto Fantástico” (2005) e “Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado” (2007). Ambos os filmes resultaram cômicos, mas não à moda da Marvel. Por outro lado, o filme mais recente de Famuyiwa, “Um Deslize Perigoso” (2015), combinou juventude, tráfico e hip-hop na fórmula de humor, conquistando a crítica. O longa é mais conhecido pelo título em inglês, “Dope”, e foi um dos sucessos do Festival de Sundance do ano passado. Vale observar, porém, que ele nunca teve à sua disposição um orçamento maior que US$ 10 milhões – seu filme mais caro custou US$ 8 milhões. Nem conseguiu fazer nenhuma produção render mais de US$ 30 milhões – mundialmente! Nenhum de seus quatro longa-metragens foi lançado nos cinemas brasileiros, saindo direto em vídeo por aqui. Famuyiwa entra no projeto em substituição a Seth Grahame-Smith, que iria escrever e dirigir “The Flash”, após fracassar em todos os projetos em que se meteu, como “Sombras da Noite” (2012) e o infame “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros” (2013). Ele também era o autor do livro que rendeu o fiasco “Orgulho e Preconceito e Zumbis” (2016). Criado em 1956 por Gardner Fox (o Stan Lee da DC Comics), Flash será interpretado no cinema por Ezra Miller (“As Vantagens de Ser Invisível”) e, antes de ganhar seu filme solo, aparecerá no primeiro longa-metragem previsto da Liga da Justiça, com estreia em novembro de 2017. O filme solo do super-herói chega nos cinemas logo depois, com lançamento marcado para 23 de março de 2018 nos EUA.
Brie Larson é favorita para viver a Capitã Marvel no cinema
A atriz vencedora do Oscar de 2016, Brie Larson (“O Quarto de Jack”), é a favorita da Marvel para interpretar a heroína Capitã Marvel, apurou o site da revista Variety. A personagem será a primeira mulher a protagonizar um filme da Marvel. Brie já estaria, inclusive, em fase de negociações para estrelar a produção, que só vai chegar aos cinemas em 2019. A antecipação do estúdio se deve aos planos de introduzir a personagem em outro longa, antes de ganhar seu filme solo. A trama de “Capitã Marvel” está sendo escrita pelas roteiristas Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”), e ainda não tem diretor(a) definido(a). Criada em 1968 por Roy Thomas e Gene Colan como coadjuvante das aventuras do Capitão Marvel, Carol Danvers era uma piloto da Força Aérea americana que passou por uma transformação radical, adquirindo superpoderes ao ser salva de uma explosão de tecnologia alienígena (Kree) pelo super-herói. A explosão atingiu seu corpo em nível celular, misturando genes kree em seu DNA, que lhe deram superforça, poder de voo e um “sétimo sentido” (similar, porém mais poderoso que o “normal” sexto sentido). Graças ao acidente, ele virou a Miss Marvel, ressurgindo em sua própria revista em quadrinhos em 1977. Desde então, a personagem passou por muitas outras transformações, ao ponto de um trecho traumático de sua história – um estupro seguido por gravidez – ser “apagado” da sua cronologia oficial. Ao longo de vários reboots, ela acabou virando uma personagem completamente diferente, a ponto de ter seu nome alterado para Capitã Marvel em 2012. A estreia do filme solo da heroína está marcada para março de 2019.
Wolverine 3: Hugh Jackman aparece barbudo e envelhecido nas primeiras fotos das filmagens
O site de celebridades Just Jared divulgou as primeiras imagens das filmagens do terceiro filme solo de “Wolverine”. Tiradas por paparazzi, as fotos mostram o ator Hugh Jackman como o protagonista, mais grisalho e barbudo do que os fãs estão acostumados a ver o personagem. Em entrevista recente, o produtor Simon Kinberg confirmou que o filme se passará no futuro, o que explica a aparência envelhecida do personagem. Além disso, a produção terá muita violência, o que deverá render censura elevada – “R” (para maiores de 17 anos) nos EUA. Ainda sem título oficial, o filme foi escrito por Michael Green (“Lanterna Verde”) e o estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Guardiões da Galáxia 2: Boatos revelam quem será a vilã da sequência
Não faltam teorias a respeito de quem será o vilão de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. Em janeiro, a blogosfera ferveu com rumores sobre Ego, o Planeta Vivo. Agora, com a escalação do elenco, as fichas apostam em Ayesha, vilã também conhecida como Ela, Kismet e Parágona, dependendo da versão ou tradução. A personagem seria vivida pela atriz Elizabeth Debicki (“O Agente da UNCLE”), afirmam dois sites, JoBlo e Comic Book Movie, que teriam obtido a confirmação de fontes da produção. Ela é extremamente poderosa, mas não é uma típica vilã. A personagem apareceu pela primeira vez em 1977, numa história do Hulk escrita por Len Wein (criador de Wolverine e do Monstro do Pântano), como uma criação da organização secreta conhecida como Enclave, em sua segunda tentativa (a primeira foi simplesmente o herói Adam Warlock) para criar um superser sob seu controle. Mas, ao se livrar da influência do Enclave, Ayesha não se mostra tão maligna, dedicando sua vida a encontrar Ele (Adam Warlock), com o objetivo de cumprir sua missão de originar uma raça de seres perfeitos. A busca, porém, não tem o resultado esperado, pois Warlock acabou morrendo numa batalha contra Thanos. Entristecida, ela decide provocar os homens mais poderosos da Terra para decidir quais seriam merecedores de sua companhia. Ao final, ela acaba formando uma parceria com o herói Quasar. A participação de Ayesha não foi confirmada pela produção do filme, que, entretanto, já adiantou a presença de Mantis, interpretada por Pom Klementieff (“Oldboy”). Outras novidades do elenco, que não tiveram seus personagens revelados, incluem Kurt Russell (“Os Oito Odiados”) e Sylvester Stallone (“Creed”). Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Dax), Karen Gillan (Nebula), Michael Rooker (Yundu), Glenn Close (Nova Prime) e as vozes de Vin Diesel (Groot) e Bradley Cooper (Rocket Raccoon) também estão confirmados na continuação do sucesso de 2014, que mais uma vez será dirigido por James Gunn. A estreia nacional está marcada para 27 de abril de 2017.
Legion: Série derivada dos X-Men é confirmada e ganha primeira foto
O canal pago americano FX aprovou a produção e divulgou a primeira foto (acima) da série “Legion”, derivada do universo dos “X-Men”. A imagem destaca o protagonista David Haller, interpretado por Dan Stevens (série “Downton Abbey”). O personagem é atormentado por vozes e visões que, após anos sendo tratadas como esquizofrenia, revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, Haller é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. “Legion” será a primeira série da Marvel produzida pelo estúdio Fox, com desenvolvimento de Noah Hawley, o criador de “Fargo”, que escreveu o piloto aprovado e irá produzir a adaptação dos quadrinhos. Além de Stevens, a atração contará com Aubrey Plaza (série “Parks and Recreation”), Jean Smart (série “Fargo”) e Rachel Keller (também de “Fargo”). Aubrey viverá Lenny, uma amiga de David que abusa do álcool e das drogas, mas tem total confiança de que, mais cedo ou mais tarde, sua vida irá mudar. A veterana Jean Smart interpretará Melanie, uma terapeuta ao mesmo tempo carinhosa e exigente, além de muito sagaz e original. E Keller viverá uma mutante chamada Syd, descrita como uma mistura de Vampire e Spyke (ou “Porco-Espinho”). O presidente de programação do FX, Nick Grad, rasgou elogios para a produção no comunicado que anunciou a encomenda da série. “Assim como ele fez ao reimaginar ‘Fargo’, Noah está trazendo toda uma nova estética e sensibilidade para o enormemente popular mundo dos ‘X-Men'”, ele comentou. “O episódio piloto é impressionante, impulsionado por performances incríveis de Dan Stevens, Aubrey Plaza, Jean Smart, Rachel Keller e o resto do elenco. Nós nos juntamos aos nossos parceiros de produção da Marvel, felicitando a equipe criativa pelo que eles conseguiram e estamos tão animados quanto os fãs para a estreia da 1ª temporada”, concluiu. O filho esquizofrênico do Professor X foi criado por Chris Claremont (responsável pelos quadrinhos originais de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) em 1985, na revista dos Novos Mutantes. Mas suas histórias só foram aprofundadas na revista “X-Men Legacy”, publicadas entre 2012 e 2014 nos EUA. “Legion” ainda não tem previsão de estreia.
Atriz de Arrow revela que Warner mandou tirar o Esquadrão Suicida da série
A atriz Willa Holland, que interpreta a personagem Thea Queen em “Arrow”, contou porque os personagens do Esquadrão Suicida foram eliminados bruscamente da série. Foi ordem da Warner Bros., ela revelou durante a Comic-Con de Londres. Sem esconder sua frustração, ela explicou que os produtores tinham planos para a personagem Arlequina (cuja voz chegou a ser ouvida na 2ª temporada), mas, devido à produção do filme “Esquadrão Suicida”, o estúdio proibiu que ela fosse usada no programa. Pior que isso, a Warner exigiu que os integrantes do Esquadrão já existentes na série fossem cortados, o que fez com que muitas tramas fossem precocemente abortadas e personagens importantes morressem, numa intervenção direta nos rumos criativos da atração. “Quando a DC informou que iriam ter seu próprio filme, nós tivemos que cortar todos os personagens. Foi irritante no começo, mas só piorou depois, quando Stephen (Amell) descobriu que teria um filme da Liga da Justiça. Ele achou, com razão, que seria o Arqueiro Verde na produção, assim como Grant (Gustin) seria o Flash. Essa parecia ser a consequência natural”, disse a atriz. Mas, como sabemos, não foi o que ocorreu. A DC resolveu separar o universo cinematográfico das séries televisivas, depois de ter obrigado o corte de personagens em “Arrow”. “E nós não podemos brigar com eles sobre isso, porque eles são as mesmas pessoas que nos deram esse trabalho. Temos apenas que abaixar a cabeça e aceitar”, conformou-se Holland. Mesmo assim, ela diz que a Warner e a DC deveriam aprender com a Marvel: “A Marvel faz, à sua própria estranha maneira, a mistura entre ‘Agents of SHIELD’, os filmes e demais coisas. Então, é um pouco perturbador, porque você sabe que é possível e pode ser feito, e que seria muito bom se fosse feito”. Por outro lado, enquanto os filmes da DC vem enfrentando críticas negativas, as séries vem colhendo elogios e não param de se multiplicar. A rede americana CW, que exibe “Arrow”, já anunciou que pretende explorar esse universo televisivo compartilhado com o maior crossover já feito, incluindo todas as suas séries dos heróis da DC Comics – que ainda somam “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Supergirl” – na próxima temporada.
Dwayne Johnson vai estrelar filme do herói Doc Savage
O ator Dwayne Johnson revelou que vai viver o herói Doc Savage no cinema. Ele usou seu Instagram para mostrar uma foto de seu encontro com a equipe criativa da produção, que será escrita e dirigida por Shane Black (“Homem de Ferro 3”), e ainda fez comentários sobre o personagem. “Depois de conversar por horas com Shane Black, eu pude entender porque o criador de Superman pegou apenas as melhores coisas de Doc Savage e deixou de lado o lado ‘esquisitão’. Mas, para nós, é esse lado ‘esquisitão’ que faz Clark ‘Doc’ Savage ótimo! Mal posso esperar para mergulhar nesse personagem único!”, ele escreveu. A citação ao Superman é uma referência ao fato de Doc Savage, o Homem de Bronze, ser uma das inspirações dos criadores do Homem-Aço. O personagem foi criado por Henry W. Ralston e John L. Nanovic para as revistas pulp americanas em 1933. A história de sua origem conta que Clark Savage Jr. foi criado pelo pai cientista (antes de se falar em manipulação genética) para que virasse um homem perfeito. Doc Savage acabou se tornando um cirurgião, cientista, físico, inventor e aventureiro. Entre suas habilidades estão força sobre-humana, resistência à dor e ao cansaço, grande técnica em artes marciais, vasto conhecimento científico e memória fotográfica. Além de suas habilidades, em suas aventuras ele ainda conta com a ajuda de uma equipe de especialistas altamente treinados, chamada Cinco Fabulosos. Assim como O Sombra, que foi inspiração do Batman, Doc Savage também acabou adaptado para os quadrinhos nos anos 1940 e ganhou diversas versões ao longo das décadas seguintes, sendo publicado tanto pela Marvel quanto pela DC Comics. Shane Black planeja filmar o herói há vários anos, mas seus planos para o longa foram colocados de lado quando a Marvel o procurou para dirigir “Homem de Ferro 3” (2013). Em 2010, quando assumiu o projeto, Black adiantou que a trama ia se passar nos anos 1930, como na história original, e contaria a origem de Doc e sua equipe Cinco Fabulosos. O personagem já foi adaptado para os cinemas em 1975, num filme estrelado por Ron Ely (o “Tarzan” da famosa série de TV dos anos 1970), que foi um retumbante fracasso de bilheterias.
Jesse Eisenberg revela que vai participar do filme da Liga da Justiça
O ator Jesse Eisenberg, que deu vida a Lex Luthor em “Batman Vs Superman: A Origem da Justiça”, revelou, durante a Comic-Con de Londres, que vai participar do filme da “Liga da Justiça”. “Eles começaram as filmagens há pouco tempo, então estou esperando minha participação. Não o sei o que posso dizer sobre o filme, porque sinto que deve ter algum drone da DC me seguindo, e se eu dizer algo errado, você sabe…”, brincou. Ele ainda acresceu que adora as pessoas que estão envolvidas com o filme. “É um grupo muito talentoso”, comentou. Novamente escrito por Chris Terrio e com direção de Zack Snyder (a dupla de “Batman vs. Superman”), o filme já começou a ser produzido, reunindo em seu elenco principal os atores Ben Affleck (Batman), Henry Cavill (Superman), Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Ray Fisher (Ciborgue), Ezra Miller (Flash) e Jason Momoa (Aquaman). A estreia está prevista para novembro de 2017.
Bilheterias: Capitão América vira o maior lançamento de 2016 nos EUA
Após quatro fins de semana em cartaz, “Capitão América: Guerra Civil” atingiu a maior arrecadação de um lançamento de 2016 nos cinemas norte-americanos. Com os US$ 15 milhões faturados nos últimos três dias, a produção da Marvel chegou ao total de US$ 372,6 milhões, abrindo US$ 10 milhões à frente do 2º lugar, outro filme de super-heróis, “Deadpool”. O terceiro “Capitão América” estreou em 6 de maio nos EUA, ocasião em que faturou impressionantes US$ 179,1 milhões, a maior abertura do ano. No mundo inteiro, “Capitão América: Guerra Civil” já soma US$ 1,1 bilhão e ocupa a 16ª posição entre as maiores bilheterias de todos os tempos. Como ainda continua faturando alto – está atualmente em 4º lugar nos EUA – , deve escalar novas posições e chegar entre as 10 principais arrecadações da História nos próximos dias. Para isso, porém, Capitão América terá que lutar novamente contra seu grande rival, já que o 10º lugar pertence a “Homem de Ferro 3” (2013).
Bilheterias: X-Men massacram Alice Através do Espelho nos EUA
Um fato curioso aconteceu nas bilheterias norte-americanas neste fim de semana. A Marvel bateu a Disney. O filme “X-Men: Apocalipse”, produção da 20th Century Fox baseada nos quadrinhos da Marvel, superou “Alice Através do Espelho”, nova fábula da Disney, que, ironicamente, é dona da Marvel. Foi, na verdade, um massacre. “X-Men: Apocalipse” teve arrecadação de blockbuster, faturando US$ 65 milhões em seu fim de semana de estreia. Como segunda é feriado nos EUA (Memorial Day), a expectativa é que o filme atinja US$ 80 milhões em seus primeiros quatro dias. Já “Alice” teve desempenho pífio, de filme pequeno, rendendo cerca de US$ 28 milhões, com estimativa de chegar a US$ 35 milhões ao final do feriadão. O valor é 70% menor que o de “Alice no País das Maravilhas”, de Tim Burton, que estreou faturando US$ 116 milhões em 2010. O novo “X-Men” também ficou abaixo do lançamento anterior da franquia, “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), que rendeu US$ 110 milhões no mesmo feriado em 2014 – valor 30% superior à estreia atual. Nenhum dos dois filmes empolgou a crítica, mas enquanto “X-Men: Apocalipse” teve uma cotação medíocre (48% no site Rotten Tomatoes), “Alice Através do Espelho” foi considerado “podre” (29%). O péssimo desempenho da fábula também marca o primeiro fracasso da Disney em 2016, após emplacar três blockbusters consecutivos (“Zootopia”, “Mogli, o Menino Lobo” e “Capitão América: Guerra Civil”), e mais um tropeço da carreira de Johnny Depp, intérprete do Chapeleiro Louco, que não emplaca um grande sucesso desde “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” (2011). Ao contrário, a maioria de seus filmes recentes deu prejuízo – como “O Cavaleiro Solitário” (2013), “Transcendence: A Revolução” (2014) e “Mortdecai: A Arte da Trapaça” (2015). Mais abaixo no ranking semanal, em 4º lugar, “Capitão América: Guerra Civil” somou mais US$ 15 milhões para atingir uma marca importante, transformando-se na maior bilheteria do ano nos EUA, com um total de US$ 372,6 milhões arrecadados – US$ 10 milhões à frente do 2º lugar, outro filme de super-heróis, “Deadpool”. No mundo inteiro, o terceiro “Capitão América” atingiu US$ 1,1 bilhão e já ocupa a 16ª posição entre as maiores bilheterias de todos os tempos. Também houve um fato histórico na parte inferior do ranking. “Love & Friendship”, comédia de época do diretor Whit Stillman, tornou-se o primeiro filme produzido por uma empresa de streaming, o Amazon Studios, a figurar no Top 10 das maiores arrecadações dos EUA, com US$ 2,9 milhões em 9º lugar. Este ano, o Amazon ainda lançará a comédia “Café Society”, de Woody Allen, o terror “The Neon Demon”, de Nicolas Winding Refn, e o drama “Patterson”, de Jim Jarmusch. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. X-Men: Apocalipse Fim de semana: US$ 65 milhões Total EUA: US$ 65 milhões Total Mundo: US$ 250,8 milhões 2. Alice Através do Espelho Fim de semana: US$ 28,1 milhões Total EUA: US$ 28,1 milhões Total Mundo: US$ 93,1 milhões 3. Angry Birds – O Filme Fim de semana: US$ 18,7 milhões Total EUA: US$ 66,3 milhões Total Mundo: US$ 223,5 milhões 4. Capitão América: Guerra Civil Fim de semana: US$ 15,1 milhões Total EUA: US$ 372,6 milhões Total Mundo: US$ 1,1 bilhão 5. Os Vizinhos 2 Fim de semana: US$ 9,1 milhões Total EUA: US$ 38,3 milhões Total Mundo: US$ 74,8 milhões 6. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 6,9 milhões Total EUA: US$ 338,4 milhões Total Mundo: US$ 877,5 milhões 7. Dois Caras Legais Fim de semana: US$ 6,3 milhões Total EUA: US$ 21,7 milhões Total Mundo: US$ 21,7 milhões 8. O Jogo do Dinheiro Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 33,9 milhões Total Mundo: US$ 50,7 milhões 9. Love & Friendship Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 3,4 milhões Total Mundo: US$ 3,4 milhões 10. Zootopia Fim de semana: US$ 832 mil Total EUA: US$ 335,8 milhões Total Mundo: US$ 991,4 milhões
Rumores revelam o vilão do terceiro filme solo de Wolverine
O terceiro filme solo de Wolverine já começou a ser rodado em New Orleans e as primeiras notícias que chegam do set eliminam a possibilidade de ser uma adaptação da história apocalíptica “Velho Logan”, sugestão alimentada pelo próprio ator Hugh Jackman, intérprete de Wolverine. O site Nerdist teria conseguido acesso às primeiras informações sobre a trama do novo filme, que vai mostrar Wolverine enfrentando o vilão Donald Pierce e os Carniceiros. Criado por Chris Claremont, o personagem é um bilionário megalomaníaco que odeia os mutantes, após um confronto com Cable lhe deixar mutilado. Ele usa sua fortuna para transformar a si mesmo e a um grupo de psicopatas em ciborgues, visando destruir os mutantes. Pierce também fez parte do grupo Clube do Inferno, sociedade de super-vilões dos quadrinhos da Marvel, mas apenas por ter a intenção de destruir seus integrantes mutantes. De acordo com a publicação, o vilão pode ser o papel do ator Richard E. Grant, escalado em março como um “cientista maluco”, ou do ator Boyd Holbrook (série “Narcos”), contratado para interpretar um vilão. Por curiosidade, a inspiração de Claremont para o personagem foi um ator de cinema, Donald Sutherland (o Presidente Snow da franquia “Jogos Vorazes”). Donald Pierce junta o primeiro nome do ator com o sobrenome de um de seus personagens mais famosos, o Dr. Benjamin “Falcão” Pierce, do filme “M*A*S*H” (1970). Rumores também sugerem que “Wolverine 3” mostrará a criação de um clone do personagem, a versão feminina conhecida como X23, além de um possível retorno do Dentes-de-Sabre. O ator Liev Schreiber chegou a mencionar que tinha sido procurado para reprisar o papel. O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). Ainda sem título oficial, o filme chega em 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Próxima temporada terá o maior crossover já visto entre séries de super-heróis
O presidente da rede americana CW, Mark Pedowitz, confirmou que planeja aproveitar a chegada de “Supergirl” ao canal para fazer um grande crossover entre as séries da DC Entertainment na próxima temporada. Segundo o executivo revelou, durante a evento de apresentação da programação da próxima temporada do canal, será “o maior já produzido”, que juntará as séries “The Flash”, “Arrow”, “Legends of Tomorrow” e a novata “Supergirl”. A CW já produziu com sucesso alguns crossovers entre as séries “Arrow” e “The Flash”. E com a mudança de canal de “Supergirl”, que saiu da CBS para a CW, a expectativa dos fãs era ver uma nova parceria entre a heroína e Flash, após o sucesso de seu primeiro encontro, exibido ainda na CBS. O problema é que naquele episódio de “Supergirl” ficou estabelecido que Kara vivia na Terra 2, numa outra dimensão. A questão deverá ser tratada nesse crossover, que já começou a ser escrito por Greg Berlanti, o produtor executivo das quatro séries que agora compõem o universo compartilhado de heróis da DC Comics na rede CW.
Warner cria DC Films para desenvolver filmes de super-heróis
A Warner Bros. anunciou a criação da DC Films, divisão que ficará responsável pelo lançamento de todos os seus filmes de super-heróis. A nova estrutura será comandada por Jon Berg (executivo da Warner) e Geoff Johns (executivo de DC Entertainment, que lançou o universo da DC na televisão). Segundo o Hollywood Reporter, o estúdio pretende aproveitar o sucesso de Geoff Johns com as séries derivadas dos quadrinhos da DC Comics para tentar repetir a fórmula no cinema. Johns já trabalhou com o cineasta David Ayer na produção de “Esquadrão Suicida” e está co-roteirizando o novo filme solo de Batman junto com o astro Ben Affleck. Jon Berg, por sua vez, também tem uma boa relação com Affleck, com quem trabalhou em “Argo”, além de ter produzido “Batman vs Superman” e os vindouros “Esquadrão Suicida” e “Mulher-Maravilha”. A criação da DC Films tem como um de seus objetivos centralizar as decisões sobre os filmes que a Warner Bros. está desenvolvendo sobre os quadrinhos de sua editora, de modo a evitar que um diretor tenha poder demais sobre esse universo. Trata-se de uma reação às críticas negativas que acompanharam o lançamento de “Batman vs Supeman” e também um desdobramento do processo mais colaborativo da produção de “Esquadrão Suicida”, que teve, inclusive, refilmagens para refletir a expectativa gerada por seu primeiro trailer. As duas primeiras missões dos novos executivos serão supervisionar as filmagens de “Liga da Justiça” e encontrar um diretor para o filme solo do super-herói Flash.












