As Tartarugas Ninja: Cenas legendadas destacam participação de Alessandra Ambrósio
A Paramount Pictures divulgou quatro cenas legendadas de “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”, continuação do filme de 2014. As prévias destacam a pequena participação da top model brasileira Alessandra Ambrósio como “namorada” de Vernon (Will Arnett), a origem dos vilões mutantes Bebop (Gary Anthony Williams) e Rocksteady (Stephen Farrelly), a introdução de Casey Jones (Stephen Amell) e uma cena de ação dos heróis quelônios, criada com efeitos visuais. Com roteiro de Josh Appelbaum e André Nemec (indicados ao Framboesa de Ouro pelo primeiro filme) e direção de Dave Green (“Terra para Echo”), “As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras” estreia em 3 de junho nos EUA e duas semanas depois, em 16 de junho, no Brasil.
Marvel confirma Cate Blanchett como Hela e revela primeira arte conceitual de Thor: Ragnarok
A Marvel divulgou a primeira arte conceitual de “Thor: Ragnorak”, que destaca Hela, a Deusa da Morte, vilã que será vivida pela atriz Cate Blanchett (“Carol”). A imagem, vista em detalhe acima e completa abaixo, foi antecedida pelo anúncio oficial do elenco e dos personagens do filme, confirmando especulações sobre quem a atriz australiana interpretaria na trama. Outro boato que virou fato foi a inclusão da heroína Valquíria na trama, que será mesmo interpretada por Tessa Thompson (“Creed”). A escalação embute uma coincidência. Tessa coestrelou “Creed” com Michael B. Jordan, que foi o primeiro ator negro a interpretar um herói que sempre foi loiro nos quadrinhos. Tessa, por sua vez, será a primeira atriz negra a interpretar uma heroína loira dos quadrinhos. A guerreira nórdica, inspirada no mito de Brunilda, vai virar afro-americana. Um detalhe da trama foi adiantado na época de escalação da atriz e antes de seu papel se tornar conhecido. Ela teria entrado no filme como interesse romântico de Thor no lugar de Natalie Portman, que não retornará à franquia. Dois novos atores também foram confirmados no elenco. Karl Urban (“Star Trek”) vai viver Skurge, que os fãs de quadrinhos conhecem melhor por seu nome de guerra: Executor, vilão asgardiano que usa um machado mortal. E Jeff Goldblum (“Independence Day”) dará vida ao Grã-Mestre, um imortal viciado em jogos, que na saga “Planeta Hulk” organiza competições entre gladiadores alienígenas. A presença do Grã-Mestre é mais uma indicação clara sobre a trama, que, além de Chris Hemsworth como Thor, ainda destaca Mark Ruffalo no papel de Hulk, Tom Hiddleston como Loki, Idris Elba como Heimdall e Anthony Hopkins como Odin. Jamie Alexander, cuja volta como Sif era tida como certa, não foi anunciada no elenco oficial. A direção está a cargo do comediante Taika Waititi, que tem no currículo a comédia sobre vampiros “What We Do in the Shadows”, inédita no Brasil, além das séries “Flight of the Conchords” e “The Inbetweeners”. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Clique na arte abaixo para ampliá-la em tela inteira.
Novo X-Men decepciona, mas não chega a ser um apocalipse
Não foi Christopher Nolan, com a trilogia do “Cavaleiro das Trevas”, que levou a sério um filme de super-herói pela primeira vez. Foi Bryan Singer no “X-Men” original de 2000, abrindo as portas para um novo universo nos cinemas, mais realista que as tentativas anteriores. Só que, desta vez, o diretor que praticamente definiu um gênero, perdeu o rumo ao abraçar o irreal com todas as forças em “X-Men: Apocalipse”, seu trabalho mais fraco à frente da franquia e o pior da trilogia estrelada pela nova geração, como fala Jean Grey numa cena, em que a brincadeirinha com “O Retorno de Jedi” (1983) saiu pela culatra: “Well, at least we can all agree, the third one is always the worst”. Estaria tudo certo se Bryan Singer seguisse o que ele mesmo ensinou: os mutantes são tão ou mais humanos que nós, homo sapiens. Seus poderes extraordinários sempre ficaram em segundo plano. Mas não neste filme, que exige dos X-Men um esforço para a utilização máxima de suas habilidades, para deter um vilão poderosíssimo, o primeiro mutante a andar na Terra, vindo da era de Imhotep e Anck Su Namun, colecionando os atributos de outros mutantes e se vendendo como uma divindade. Na verdade, porém, Apocalipse não passa de um fanfarrão que quer mandar tudo pelos ares. E ele acorda na década de 1980, dez anos após os eventos de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), graças a uma solução vergonhosa do superestimado roteirista Simon Kinberg, que Singer jamais deveria ter aprovado. Se você não conseguiu enxergar (e não é culpa sua), pode acreditar que Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) é o ator por trás da maquiagem e o “cospobre” de Apocalipse, que daria orgulho aos profissionais que trabalharam em “Power Rangers”, “Jaspion” e “Spectreman”, heroicos artistas que fizeram milagres com um orçamento ridículo. O vilão patético surge com voz de megafone e mais imobilizado, sem expressões ou personalidade, que Darth Vader e RoboCop, o que lhe deixa inerte em cena e obriga a trama e os X-Men a reagirem à sua presença. Então, é hora de dar porrada e descarregar os poderes em cima da criatura estúpida. Pior que a franquia sempre se concentrou em vilões humanos como contraponto aos mutantes. E agora… isso. Desta vez, infelizmente, qualquer traço de humanidade valorizado por Singer nos filmes anteriores foi deixado de lado, apesar do início intrigante. Especialmente a boa parte dramática envolvendo Magneto (Michael Fassbender). Mas é um filme cheio de repetecos, como os dilemas de Jean Grey (agora a talentosa Sophie Turner, de “Game of Thrones”) e o retorno de Mercúrio (o excelente Evan Peters) fazendo exatamente o mesmo de “Dias de um Futuro Esquecido”, mas numa versão estendida em cenário diferente. E, claro, Mística (Jennifer Lawrence), pela milésima vez, tentando nos enganar ao se passar por outra pessoa. Sem esquecer do showzinho básico do Magneto voador arremessando metais para todos os lados. Mas tirando Oscar Isaac, embora seja injusto colocar o mico do figurino em sua conta, o elenco garante a diversão com sua competência indiscutível. Destaque, de novo, para James McAvoy (Charles Xavier) e os já citados Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Evan Peters e Sophie Turner. Vale ainda apontar o jovem Tye Sheridan, que se sai muito melhor que o ex-Ciclope, o insosso James Marsden. Singer só esqueceu de dar um pouco de voz aos “seguranças” do vilão, os quatro modernos cavaleiros do apocalipse. Magneto é o único que não entra mudo e sai calado. Também não espere discussões profundas sobre a origem de Apocalipse e consequentes interpretações bíblicas, embora houvesse material de sobra para agitar um debate interessante sobre o assunto, mas talvez tenha faltado coragem para jogar lenha na fogueira. Fora isso, não há muito o que dizer nessa história, que está lá para servir de apoio para o clímax apoteótico, dominado por uma avalanche de efeitos visuais que fazem o filme de 2000 parecer uma produção rodada no quintal da casa de Bryan Singer, embora tivesse um roteiro bem melhor e personagens mais ricos em humanidade. Aqui, o exagero toma conta da tela, embora a solução final para a batalha pudesse vir a qualquer momento – mas isso transformaria o filme num curta. Apesar de pouco inspirado, Bryan Singer tem crédito, ainda consegue prender a atenção e divertir na medida do possível – não tem como ficar indiferente, por exemplo a uma participação especial lá pela metade do filme, em alusão à história clássica dos quadrinhos “Arma X”. Os fãs piram. E temos uma competente reconstrução dos coloridos e exagerados anos 1980 – que talvez seja uma desculpa para o filme ir pelo mesmo caminho. O fato é que “X-Men: Apocalipse” tem problemas, mas (desculpe-me por isso) não chega a ser o fim do mundo. Verdadeiro apocalipse foram “X-Men: O Confronto Final” (2006) e “X-Men Origens: Wolverine” (2009).
Supergirl: Teasers já incluem a heroína entre os super-heróis da rede CW
A rede americana CW divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada da série “Supergirl”, após a heroína mudar de canal. A cena foi extraída do episódio em que ela encontrou o Flash, segunda maior audiência da série em sua emissora original, a CBS. Além disso, Supergirl também foi integrada a um comercial sobre as – agora – quatro atrações de super-heróis da DC Comics no CW. O teaser de “Supergirl”, porém, lembra que ela pertence a outra dimensão. Como ela vai compartilhar o mesmo universo dos demais personagens? Será que teria a ver com uma certa visão compartilhada por Cisco no episódio mais recente de “The Flash”? O capítulo em questão ofereceu um olhar sobre um futuro evento cataclísmico em que as duas Terras dos universos paralelos colidiriam – uma versão miniatura, de orçamento televisivo, da famosa “Crise nas Infinitas Terras”. Quem lembra o que acontece com o Flash e a Supergirl ao final da “Crise” nos quadrinhos pode não ficar muito entusiasmado com a perspectiva. Todas as quatro séries derivadas de quadrinhos da DC Comics na rede CW, que ainda incluem “Arrow” e “Legends of Tomorrow”, são desenvolvidas pela mesma equipe de produtores-roteiristas, sob supervisão de Greg Berlanti e Andrew Kreisberg. A 2ª temporada de “Supergirl” estreia entre setembro e novembro nos EUA. No Brasil, todas as séries de heróis da DC Comics são exibidas no canal pago Warner.
Capitão América: Guerra Civil atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial
“Capitão América: Guerra Civil” tornou-se o primeiro filme do ano a atingir a marca de US$ 1 bilhão de arrecadação em bilheteria mundial, tornando-se o 25º longa-metragem a integrar o clube dos bilionários do cinema, sem considerar a inflação. A marca, superada na sexta-feira (20/5), após 24 dias de exibição, ainda ajudou o Marvel Studios a cruzar a barreira dos US$ 10 bilhões de bilheteria desde o lançamento de seu primeiro filme, “Homem de Ferro” (2008), há oito anos. É difícil imaginar agora, mas quando a Disney comprou a Marvel por US$ 4 bilhões, em 2009, analistas de mercado chegaram a dizer que o estúdio estava jogando dinheiro fora, pois nenhuma editora de quadrinhos poderia valer tanto. A Disney, claro, não comprou uma editora de quadrinhos. Comprou uma indústria de franquias, que rendem filmes, séries, brinquedos e diversos produtos derivados, movimentando bilhões anuais. Mais que pago, o negócio se provou extremamente lucrativo. Mas o estúdio também vem se dando bem com aquilo que sempre soube fazer de melhor, animações e produções infantis. “Zootopia” pode se juntar em breve ao clube dos bilionários, já que soma atualmente US$ 972,1 milhões, e “Mogli, o Menino Lobo” continua sua ascensão com US$ 836,1 milhão. Com o impulso dos três filmes citados, mais o sucesso de “Star Wars: O Despertar da Força”, a Disney se tornou o primeiro estúdio do ano a atingir US$ 1 bilhão de arrecadação no mercado doméstico (apenas as bilheterias dos EUA). A marca foi conquistada em tempo recorde, em 128 dias.
Arlequina pode protagonizar um filme derivado de Esquadrão Suicida
O filme do “Esquadrão Suicida” só estreia em agosto, mas o sucesso da personagem Arlequina, interpretada por Margot Robbie (“Golpe Duplo”), já é uma realidade, que pode ser avaliada pela disparada de cosplays inspirados na vilã. A Warner teria percebido e já planeja um filme centrado nela. Segundo o site The Hollywood Reporter, Margot Robbie negocia estrelar e produzir um longa derivado do “Esquadrão Suicida”, que teria, inclusive, roteirista definida, indicada pela própria atriz, embora seu nome não tenha sido revelado. Mas não será um filme solo. A ideia é juntar outras personagens femininas dos quadrinhos da DC Comics, como Batgirl e a equipe de heroínas Aves de Rapina (que já incluiu Katana, presente em “Esquadrão Suicida”), além de algumas vilãs. Arlequina, Mulher-Gato e Hera Venenosa já compartilharam um título de quadrinhos, “Gotham City Sirens”, escrita por Paul Dini, o criador da vilã vivida por Robbie. A Warner, por sua vez, também fez uma websérie animada centrada no universo feminino dos quadrinhos de Batman, intitulada “Gotham Girls”, que juntava o trio de vilãs, além de Batgirl e Zatanna. A Warner recusou-se a comentar a notícia. Por enquanto, o único lançamento marcado é do “Esquadrão Suicida”. Escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), o filme estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
X-Men: Apocalipse é o blockbuster da vez no circuito de estreias
Mais uma semana, mais um blockbuster para ocupar cerca de 40% de todos os cinemas disponíveis no Brasil. Desta vez, a iniciativa é da Fox, que lança “X-Men: Apocalipse” em 1.276 salas nesta quinta (19/5), com 814 telas 3D e domínio do circuito IMAX (12 salas). O longa completa o reboot da franquia – um reinicio que rendeu trilogia, com “X-Men: Primeira Classe” (2011) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) – e reintroduz, em suas versões juvenis, alguns dos mutantes mais famosos da Marvel, Cíclope, Jean Grey, Tempestade e Noturno, interpretados por jovens em ascensão – respectivamente, Sophie Turner (série “Game of Thrones”), Tye Sheridan (“Amor Bandido”), Alexandra Shipp (“Straight Outta Compton”) e Kodi Smit-McPhee (“Planeta dos Macacos: O Confronto”). O elenco é impressionante, com James McAvoy (“Victor Frankenstein”), Michael Fassbender (“Macbeth”), Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) e, desta vez, faz bom uso do status de estrela de Jennifer Lawrence (franquia “Jogos Vorazes”) como líder dos X-Men. O que atrapalha é o tema que se repete pelo terceiro filme de super-herói consecutivo do ano: o conflito entre os “mocinhos” – justificando os 49% (melhor que “Batman vs. Superman”) de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme só estreia na próxima semana nos EUA. Espera-se que, esgotado o assunto, Fox, Marvel e Warner descubram logo outras histórias. Como ainda há salas lotadas com a briga de “Capitão América: Guerra Civil”, a sequência de outro sucesso tem que se contentar com módicas 250 salas. É o tamanho da distribuição reservada para a comédia “Vizinhos 2”, que volta a juntar Seth Rogen e Zac Efron, desta vez contra uma república de garotas bagunceiras comandada por Chlöe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”). O humor é grosseiro como o filme anterior, mas tem seu apelo. 62% dos críticos americanos aprovaram. Todos os demais lançamentos disputam o já saturado circuito limitado. Mas não são exatamente clássicos, exceto por um, que é de, de fato, um marco de 1982. Os maiores entre os pequenos são dois dramas com astros famosos, o australiano “A Vingança Está na Moda”, estrelado por Kate Winslet (“O Leitor”), que venceu diversos prêmios em seu país de origem, e “Pais & Filhas”, em que Russell Crowe (“Noé”) e Amanda Seyfried (“Ted 2”) enfrentam seus demônios pessoais, separados por uma geração. Ambos ocupam em torno de 45 telas, mas apenas o primeiro vale o ingresso. Para se ter noção, “Pais & Filhas”, dirigido pelo ex-superestimado Gabriele Muccino (“Sete Vidas”), foi considerado podre, com 18% no Rotten Tomatoes. Dois filmes brasileiros entram na faixa seguinte, com 19 e 17 salas, respectivamente. “Amores Urbanos”, estreia na direção de Vera Egito (assistente de “A Deriva”), tenta retratar as crises da geração que cresceu com a MTV, com roqueiros indies atrás e diante das câmeras, mas a cenografia supera a dramaturgia, deixando sua história de adultos imaturos muito abaixo de, por exemplo, “Califórnia”, sobre o amadurecimento de uma adolescente, feito por uma ex-VJ com sangue de cineasta. Já o documentário “Espaço Além – Marina Abramovic e o Brasil” explora a relação artística e espiritual da artista com o país. Os menores lançamentos inéditos são o drama francês de época “Os Anarquistas” (em 12 salas), mais um romance convencional que uma obra sobre o assunto de seu título, e o exercício sul-coreano “Certo Agora, Errado Antes” (3 salas), em que o diretor Hong Sang-soo se mostra mais Hong Sang-soo que nunca, contando duas vezes a mesma história com pequenas diferenças. Seriam dois filmes pelo preço de um único ingresso? Meio filme pelo preço de um ingresso inteiro? Uma lição sobre contemplação zen? Uma pegadinha que deixa críticos teorizando como trouxas? Ah, as reflexões filosóficas profundas que Hong Sang-soo enseja… Fãs paulistas e cariocas de clássicos ainda tem a opção de assistir à versão remasterizada do imponente “Fitzcarraldo”, de Werner Herzog, um desastre amazônico com tantas histórias de bastidores quanto as que foram eternizadas na tela. O relançamento chega a duas salas, uma em São Paulo e outra no Rio.
Capitão América: Guerra Civil já é a segunda maior bilheteria mundial do ano
“Capitão América: Guerra Civil” não teve dificuldade em manter o domínio das bilheterias nos cinemas americanos pela segunda semana, com uma arrecadação de US$ 72,6 milhões. O desempenho é o oitavo melhor segundo fim de semana da história, demonstrando o fôlego da produção. O longa de super-heróis já encostou nos US$ 300 milhões em arrecadação doméstica, marca que apenas seis filmes superaram no ano passado (e só três no ano retrasado). Além disso, atingiu US$ 940,8 milhões de faturamento mundial, consagrando-se como a segunda maior bilheteria do ano, somente atrás de “Zootopia”, que tem US$ 969,8 milhões. Ambas são produções da Disney, que também comemora o sucesso internacional de “Mogli, o Menino Lobo”. Com US$ 828 milhões, a fábula dos animais falantes avança como a quarta maior bilheteria do ano, fungando atrás de “Batman vs. Superman” (US$ $868,8 milhões). “Mogli, o Menino Lobo” repete a boa colocação no ranking do fim de semana, segurando seu 2º lugar diante das estreias. O período teve apenas dois lançamentos amplos. O thriller “Jogo do Dinheiro”, com George Clooney e Julia Roberts, fez respeitáveis US$ 15 milhões, aparecendo em 3º lugar, à frente do terror de baixo orçamento “The Darkness”, com Kevin Bacon, que gerou US$ 10 milhões à menos, em 4º. É notável como as produções da Bloomhouse Productions, que faturou horrores com a febre do “found footage”, vêm atraindo cada vez menos público, a cada novo lançamento. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Capitão América: Guerra Civil Fim de semana: US$ 72,5 milhões Total EUA: US$ 295,8 milhões Total Mundo: US$ 940,8 milhões 2. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 17,7 milhões Total EUA: US$ 311,7 milhões Total Mundo: US$ 828 milhões 3. O Jogo do Dinheiro Fim de semana: US$ 15 milhões Total EUA: US$ 15 milhões Total Mundo: US$ 19,7 milhões 4. The Darkness Fim de semana: US$ 5,1 milhões Total EUA: US$ 5,1 milhões Total Mundo: US$ 5,1 milhões 5. O Maior Amor do Mundo Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 28,7 milhões Total Mundo: US$ 28,7 milhões 6. Zootopia Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 331,8 milhões Total Mundo: US$ 969,8 milhões 7. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 44,5 milhões Total Mundo: US$ 153,9 milhões 8. Keanu Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 18,6 milhões Total Mundo: US$ 18,6 milhões 9. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 51,3 milhão Total Mundo: US$ 51,3 milhão 10. A Chefa Fim de semana: US$ 1,1 milhão Total EUA: US$ 61,1 milhões Total Mundo: US$ 73 milhões
Powerless: Veja as primeiras fotos da nova série baseada em quadrinhos da DC Comics
A rede NBC divulgou as primeiras fotos de “Powerless”, série de comédia aprovada para a próxima temporada, que se passa no universo dos quadrinhos da editora DC Comics. Com formato de sitcom, a produção acompanhará os funcionários de uma companhia de seguros no mundo das grandes destruições causadas pelas brigas de super-heróis. Definida como “The Office” com super-heróis, a atração foi desenvolvida por Ben Queen (roteirista de “Carros 2” e criador de “A to Z”) e não é baseada em nenhuma revista específica, focando personagens criados especificamente para a TV. Mas alguns heróis secundários devem fazer aparições, como a Raposa Escarlate, já confirmada. O bom elenco inclui Vanessa Hudgens (“Spring Breakers”), Danny Pudi (série “Community”), Alan Tudyk (série “Suburgatory”) e Christina Kirk (série “A to Z”). Ironicamente, a série ganhou sinal verde no mesmo momento em que a NBC dispensou a produção de “Supergirl”, que vai continuar a ser exibida em outro canal, eliminando a possibilidade de crossovers com a super-heroína.
Pantera Negra: Michael B. Jordan e Lupita Nyong’o entram no novo filme da Marvel
Os atores Michael B. Jordan (“Creed”) e Lupita Nyoung’o (“12 Anos de Escravidão”) entraram no elenco de “Pantera Negra”, próximo filme de super-heróis da Marvel. Eles vão se juntar a Chadwick Boseman, que estreou como Pantera Negra no filme “Capitão América: Guerra Civil”, atualmente em cartaz nos cinemas. Os papeis da dupla não foram revelados, mas especula-se que Nyoung’o possa viver um interesse romântico do herói (a cantora Monica Lynne é a favorita, já que Tempestade é da Fox) ou sua irmã Shuri. Já Jordan deve viver o primeiro vilão de sua carreira. A participação do ator também marcará sua terceira parceria consecutiva com o diretor Ryan Coogler, que já o dirigiu em “Creed” (2015) e “Fruitvale Station” (2013). Além de dirigir, Coogler trabalhou no roteiro com Joe Robert Cole (série “American Crime Story”). A estreia de “Pantera Negra” está marcada apenas para fevereiro de 2018.
Legends of Tomorrow: Wentworth Miller não voltará na 2ª temporada
O episódio mais recente de “Legends of Tomorrow” rendeu pelo menos uma baixa no elenco da produção. O ator Wentworth Miller, que interpreta o Capitão Frio, não voltará para a série em sua próxima temporada. A razão foi mostrada no capítulo “Destiny”, exibido na quinta (12/5) nos EUA. Atenção para os spoilers abaixo. Mas apesar das cenas de seu sacrifício heroico, que permitiu aos demais integrantes do grupo de Rip Hunter (Arthur Darvill) se livrarem dos Mestres do Tempo, o destino do personagem de Miller não está claro. Isto porque o ator fechou um novo contrato com a Warner Bros. Television para aparecer simultaneamente em qualquer série da DC Comics sob o comando do produtor Greg Berlanti, que além de “Legends of Tomorrow” supervisiona “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. “Nós sempre soubemos que ele não seria um membro permanente do Waverider”, disse Berlanti ao site Deadline, confirmando que seu contrato previa aparição apenas em uma temporada de “Legends of Tomorrow”. “Mas nós também o adoramos na série e em ‘The Flash'”. Como ele voltará ao universo DC será assunto de episódios futuros. De todo modo, “Legends of Tomorrow” ainda tem um episódio para encerrar sua trama inaugural. Intitulado “Legendary”, vai mostrar o retorno dos personagens ao presente, com exibição na próxima quinta (19/5) nos EUA. Já a 2ª temporada de “Legends of Tomorrow”, prevista para janeiro de 2017, contará com novos membros na equipe, além de um novo grande inimigo.
Supergirl ganha 2ª temporada, mas muda de canal
A série “Supergirl” terá uma 2ª temporada, mas não graças à rede CBS, que resolveu dispensar a atração. A heroína vai passar a voar na CW, onde se juntará às outras séries de super-heróis da DC Comics, “Arrow”, “The Flash” e “Legends of Tomorrow”, todas desenvolvidas pelos mesmos produtores que lançaram “Supergirl”. Isso permitirá à personagem vivida por Melissa Benoist participar de novos crossovers, após demonstrar enorme sinergia em seu encontro com Flash (Grant Gustin), num episódio exibido na CBS. O negócio foi facilitado por dois detalhes financeiros importantes. A Warner, que detém os direitos da personagem, é acionista da CW. E sua sócia nesta rede de televisão é justamente a CBS Corporation. A ida para a CW, porém, levanta algumas questões, desde orçamentárias (produções da CBS tem mais verba para, por exemplo, efeitos visuais) até narrativas, já que o universo da personagem, segundo o crossover com Flash, fica numa dimensão diferente das demais atrações de sua nova casa. Do ponto de vista criativo, o problema pode servir de inspiração para um megacrossover baseado na história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”, já sugerido num notícia sobre o futuro em “The Flash”. Quanto à questão financeira, vale lembrar que a CW manifestava interesse em “Supergirl” desde o início de seu desenvolvimento, mas desistiu do projeto porque o orçamento era muito elevado para seus padrões. Segundo a imprensa americana, cada episódio da 1ª temporada teve um custo de cerca de US$ 3 milhões. Para acomodar o novo orçamento, as filmagens serão transferidas de Los Angeles para Vancouver, no Canadá, onde a maioria das produções do CW são rodadas, graças a incentivos fiscais. Com 20 episódios produzidos, a temporada inaugural da série registrou a média de 7,6 milhões de telespectadores, crescendo para 10 milhões com outras plataformas. São números baixos para a CBS, cuja média da temporada passada foi de 11,3 milhão de telespectadores ao vivo. Mesmo assim, representam o dobro da maior audiência do canal CW, “The Flash”, assistido por 3,4 milhões ao vivo. Se “Supergirl” levar seu público para a CW, a emissora terá realizado o melhor negócio de sua curta existência. A série foi criada por Ali Adler (roteirista de “Chuck”), Greg Berlanti e Andrew Kreisberg (dupla criadora de “Arrow”, “The Flash” e “Legends of Tomorrow”) e além da brilhante Melissa Benoist (“Whiplash”) destaca em seu elenco Calista Flockhart (série “Brothers & Sisters”), Chyler Leigh (série “Brothers and Sisters”), Mehcad Brooks (série “True Blood”), David Harewood (série “Homeland”), Peter Facinelli (série “Nurse Jack”) e conta com participações de Helen Slater, que protagonizou o filme “Supergirl” (1984), e Dean Cain, o Superman da série dos anos 1990 “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada de “Supergirl”. No Brasil, todas as séries de super-heróis da DC Comics são exibidas no canal pago Warner.
Professor X vai aparecer no filme dos Novos Mutantes
A expansão do universo dos “X-Men” continua a todo vapor na 20th Century Fox. E com a estreia de “X-Men: Apocalipse” já próxima e a produção do terceiro e último “Wolverine” encaminhada, as atenções do estúdio começam a se voltar para o lançamento do filme dos “Os Novos Mutantes”. Em entrevista ao site Collider, o produtor Simon Kinberg confirmou o primeiro personagem do novo filme. E é ninguém menos que o Professor X. Ele vai tratar de ensinar uma nova geração de mutantes a controlarem seus superpoderes no Instituto Xavier. Entretanto, fica a dúvida se o personagem será interpretado por James McAvoy ou Patrick Stewart. Kinberg não revelou, mas garantiu que a presença de um deles está assegurada no filme. Enquanto isso, o diretor e roteirista Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) vem publicando em seu Instagram algumas pistas sobre quais serão os jovens heróis que integrarão o longa. O elenco também começará a ser definido em breve. Mas já existe uma tendência por incluir Maisie Williams (série “Game of Thrones”) no projeto. Nos quadrinhos, os Novos Mutantes foram o segundo grupo de heróis mutantes da Marvel, criados em 1982 por Chris Claremont – o autor das histórias adaptados nos filmes “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e “Wolverine – Imortal” (2013). A ideia por trás do projeto era voltar a mostrar mutantes adolescentes, já que àquela altura os X-Men não eram mais estudantes do Instituto Xavier. Na hora de definir quem seriam os novos personagens, Claremont ainda arriscou criar uma equipe mais diversa que a original, combinando diversas etnias: um americano caipira (Míssil), uma refugiada vietnamita (Karma), uma índia cheyenne (Miragem), uma escocesa lobisomem (Lupina) e até um herdeiro milionário brasileiro (Mancha Solar)! A formação original passou por várias reformulações, ganhando, entre outros, os reforços da irmã do X-Men russo Colossus (Magia), uma americana explosiva (Dinamite), um mexicano (Rictor), uma morlock (Skids), um alienígena (Warlock), outro nativo-americano (Apache), outra brasileira (Magma) – ou melhor, uma jovem criada numa cidade perdida da Amazônia – e um personagem que teve morte traumática (Cifra). O filme “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” chegou a mostrar dois Novos Mutantes, que apareceram lutando ao lado dos X-Men do futuro: Apache (vivido por Booboo Stewart) e o brasileiro Mancha Solar (Adan Canto), além de Blink (Fan Bingbing), que tem uma ligação com o grupo. Intitulado, em inglês, “X-Men: The New Mutants”, o filme ainda não tem data de estreia definida.












