Teaser da 2ª temporada de Punho de Ferro mostra luta violenta
A Netflix divulgou um teaser da 2ª temporada de “Punho de Ferro” (Iron Fist), em que o herói vivido por Finn Jones tem flashbacks de seu treinamento sangrento em K’un-Lun, enquanto caminha em Nova York ao lado de Collen Wing (Jessica Henwick). A nova temporada vai retomar a rivalidade apresentada no vídeo, entre Danny Rand, o Punho de Ferro, e seu antigo colega Davos (Sacha Dhawan), além de introduzir uma nova personagem, Mary Tyfoid (Typhoid Mary, no original), interpretada por Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”). Nos quadrinhos, Mary é inimiga/amante do Demolidor. Ela possui poderes psiônicos, incluindo leve telecinesia e forte pirocinese (capacidade de provocar chamas), além de ser uma grande artista marcial. Geralmente, ela trabalha como assassina contratada pelo crime organizado e sofre com distúrbios mentais, que a fazem ter mais de uma personalidade. Com sua identidade de Mary Walker, ela é uma mulher tímida e pacifista. Já Tyfoid é aventureira, desinibida e violenta. E ainda há a personalidade de Bloody Mary, uma assassina sádica que odeia os homens. A 2ª temporada de “Punho de Ferro” está sendo desenvolvida por um novo showrunner, Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”), após Scott Buck sair para comandar a série dos “Inumanos”, pior produção da Marvel. E o novo chefe trouxe a bordo um coreógrafo para melhorar as cenas de lutas: o coordenador de dublês Clayton Barber, que trabalhou em “Pantera Negra”. Os novos episódios chegam ao streaming no feriado de 7 de setembro.
Tom Welling vem a São Paulo participar da Comic Con Experience
O ator Tom Welling, que ficou conhecido ao estrelar a série “Smallville” entre 2001 e 2011, virá a São Paulo participar da Comic Con Experience. Ele vai participar das comemorações dos 80 anos do Superman, que contará com atividades da DC Comics no evento. Welling voltou recentemente a atuar numa atração derivada dos quadrinhos da editora, ao participar da 3ª temporada de “Lucifer” – já encerrada nos Estados Unidos, mas ainda exibida na TV paga brasileira. Ele não participará do resgate da série na Netflix, já que a história de seu personagem foi finalizada. A Comic Con Experience vai acontecer este ano nos dias 7, 8 e 9 de dezembro.
Homem Formiga e a Vespa aprimora sua fórmula para se destacar na Marvel
Depois da pesada carga dramática de “Vingadores: Guerra Infinita”, “Homem-Formiga e a Vespa” representa para os fãs da Marvel a hora de relaxar e aproveitar a diversão. Realizado sem grandes problemas nos bastidores, como a saída de Edgar Wright e a entrada de Peyton Reed na direção do filme original, a nova aventura do herói é menos fórmula e mais coração. Em retrospecto, o primeiro “Homem-Formiga” era legal, mas tão descompromissado que parecia um spin-off do Universo Marvel – tanto que o rótulo “Sessão da Tarde” encaixou da forma mais pejorativa possível, por ser divertido, inofensivo e completamente esquecível minutos depois. Talvez tenha sido a saída encontrada por Reed e o estúdio para “Homem-Formiga” passar bem longe, tanto da proposta visual quanto do estilo narrativo, de um diretor de assinatura tão reconhecida como Edgar Wright. Já o segundo longa chega sem sombra em seu ombro. Peyton Reed, que concluiu o anterior, pode não ser criativo como Edgar Wright, mas soube encontrar um padrão para as aventuras do Homem-Formiga. Desta vez, a leveza da história não parece forçada. Melhor que isso, consegue dar personalidade própria ao filme sem a necessidade de descaradas ligações com os Vingadores. “Homem-Formiga e a Vespa” está devidamente inserido neste universo, mas não depende de easter eggs para impressionar o público e, com muita garra, reivindica seus status como parte essencial das engrenagens de uma saga gigantesca. Mesmo que tenha um tom completamente diferente e (por que não?) próprio. “Homem-Formiga e a Vespa” tem o grande mérito de avançar questões iniciadas no primeiro filme e não se repetir. Entre elas, dar o passo seguinte nas discussões da complicada relação entre pais e filhas. Há, por sinal, três núcleos de pais e filhas que se complementam, formados por Scott Lang (Paul Rudd) e Cassie (Abby Ryder Fortson), Hank Pym (Michael Douglas) e Hope (Evangeline Lilly), e Bill Foster (Laurence Fishburne) e Ava (a revelação Hannah John-Kamen, estrela da série “Killjoys”). E “Homem-Formiga e a Vespa” consegue ser mais completo nesse tema que muito filme por aí com rótulo de sério. Além disso, o filme desenvolve muito bem o arco do protagonista iniciado no episódio anterior, quase encerrando a jornada inicial de Scott Lang. Inicial, porque sabemos que ele se juntará em breve aos Vingadores na sequência de “Guerra Infinita”, graças ao gancho em uma das cenas pós-créditos – aliás, uma boa decisão fazer essa ligação somente após o fim do filme, porque mantém a identidade própria da produção. Mais bem construído e equilibrado que o primeiro, “Homem-Formiga e a Vespa” encontra seu próprio tom. Para isso, não só a direção segura de Peyton Reed conta, mas também o comprometimento do elenco. Paul Rudd está muito à vontade e com a liberdade para ser o Paul Rudd que queremos ver, mas sua importância não é maior ou menor que a de Evangeline Lilly, que ilumina a tela toda vez que surge. Até os coadjuvantes de luxo brilham, especialmente Michael Peña (engraçadíssimo), Michael Douglas (com mais coisa para fazer que no primeiro longa) e a mulher que não precisa de efeitos para emitir sua luz natural, Michelle Pfeiffer. Sua presença é como um troféu de recompensa para o espectador. Aliás, uma curiosidade para quem já viu o filme: reparem no que está escrito no troféu da filha de Scott. No fim, não é mera piada, porque seu significado dialoga com a conexão do protagonista com uma certa personagem. Pode não ser aquele filme que alça voos ousados, mas há uma harmonia indiscutível entre comédia, ação e efeitos (visuais e sonoros). A sequência que sintetiza essa junção é a perseguição em alta velocidade pelas ruas de São Francisco, que é a melhor do filme, e conclui a aventura como um espetáculo descompromissado. Só que, desta vez, mais difícil de ser esquecido.
Fotos da 2ª temporada de Punho de Ferro revelam nova personagem
A Netflix divulgou as primeiras fotos da 2ª temporada de “Punho de Ferro” (Iron Fist). As imagens destacam o herói do título, vivido por Finn Jones, revelam uma nova parceria das Filhas do Dragão, Collen Wing (Jessica Henwick) e Misty Knight (Simone Missick), retomam as ameaças da 1ª temporada, representadas por Davos (Sacha Dhawan) e Joy Meachum (Jessica Stroup), e mostram a nova personagem interpretada por Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”). A atriz dará vida à vilã/heroína Mary Tyfoid (Typhoid Mary, no original). Na foto em que aparece, ela enfrenta Davos com dois facões. Nos quadrinhos, Mary é inimiga/amante do Demolidor. Ela possui poderes psiônicos, incluindo leve telecinesia e forte pirocinese (capacidade de provocar chamas), além de ser uma grande artista marcial. Geralmente, ela trabalha como assassina contratada pelo crime organizado e sofre com distúrbios mentais, que a fazem ter mais de uma personalidade. Com sua identidade de Mary Walker, ela é uma mulher tímida e pacifista. Já Tyfoid é aventureira, desinibida e violenta. E ainda há a personalidade de Bloody Mary, uma assassina sádica que odeia os homens. A 2ª temporada de “Punho de Ferro” está sendo desenvolvida por um novo showrunner, Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”), após Scott Buck sair para comandar a série dos “Inumanos”, pior produção da Marvel. E o novo chefe trouxe a bordo um coreógrafo para melhorar as cenas de lutas: o coordenador de dublês Clayton Barber, que trabalhou em “Pantera Negra”. Os novos episódios chegam ao streaming no feriado de 7 de setembro.
Conheça a trajetória de Nicole Maines, que viverá a primeira super-heroína transexual da TV
A atriz Nicole Maines vai fazer história como a primeira super-heroína transexual da TV, na próxima temporada de “Supergirl”. E sabe da responsabilidade que isso representa. “Parece apropriado dizer que com grandes poderes vêm grandes responsabilidades. Estou nervosa porque quero fazer do jeito certo”, disse Maines, citando uma famosa frase dos quadrinhos do Homem-Aranha para a revista Variety. Apesar disso, o papel está longe de ser o maior desafio de sua vida, já que ela encarou vários, como contou em sua autobiografia, “Becoming Nicole”. O primeiro deles foi ser aceita pelos próprios pais. Nascida Wyatt em 7 de outubro de 1997, junto com seu irmão gêmeo Jonas, ela se descobriu transgênero aos três anos de idade, mas precisou chorar muito e sofrer para ter a identidade sexual respeitada em sua própria casa, já que o pai não a deixava usar os vestidos cor-de-rosa que ela queria. Foi na 4ª série do ensino fundamental que ela decidiu se chamar Nicole, como sua personagem favorita da série infantil “Zoey 101” (2005–2008), do canal Nickelodeon. E aos 15 anos de idade, já aceita pela família, passou a lutar por seus direitos na escola. Humilhada, ela não podia ir ao banheiro da instituição, porque foi impedida de frequentar o banheiro feminino após a reclamação do avô de uma de suas colegas. Também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying. Assim, ela deveria usar o banheiro dos funcionários. Ou segurar a vontade. A família de Nicole entrou com uma ação na Justiça por sentir que ela estava sofrendo discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e a escola foi proibida de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. A decisão criou jurisprudência e se transformou num marco histórico na luta pela aceitação da comunidade trans. E tornou a ainda adolescente Nicole Maines conhecida em todo o país. Aos 18 anos, ela contou sua história no livro “Becoming Nicole”, escrito por Amy Ellis Nutt, jornalista do Washington Post, com o objetivo de mostrar a falta de preparo dos pais e das instituições para lidar com crianças transexuais. A publicação entrou na lista dos livros mais vendidos do New York Times e recebeu diversos prêmios. Naquele mesmo ano de 2015, Nicole estreou como atriz, participando da série “Royal Pains”, num episódio sobre os perigos sofridos por uma adolescente trans ao usar hormônios. No ano seguinte, foi destaque no documentário “The Trans List”, da HBO. Agora, dá início ao resto de sua vida, com seu primeiro papel recorrente numa série da TV aberta nos Estados Unidos, sem perder de vista que tudo começou com a vontade de usar um vestido rosa e ir ao mesmo banheiro de suas colegas de aula. “Muitas pessoas estão realmente ansiosas para contar a história das pessoas transgêneras, especialmente porque é uma questão muito importante para a nossa sociedade hoje. Parece justo termos um super-herói trans para as crianças trans poderem se inspirar. Eu gostaria que houvesse uma quando eu era pequena”, contou a atriz, hoje com 20 anos. “Nós podemos ser quem nós quisermos, podemos fazer o que quisermos: podemos ser super-heróis, porque, de muitas formas, nós somos. Temos a representação de pessoas trans na TV já há um tempo, mas não tem sido a representação correta”, apontou, citando que, muitas vezes, essas personagens são viciadas em drogas ou trabalham com prostituição. Além disso, são interpretados por atores cisgêneros (que se identificam com os gêneros com que nasceram) e heterossexuais. “São homens de vestidos, e isso tem sido prejudicial por muito tempo”. A questão é importante para Maines, que inclusive opinou sobre a controvérsia que se instaurou recentemente quando a atriz Scarlett Johansson foi anunciada para o papel de um homem trans no filme “Rub & Tug” – do qual ela abriu mão dias depois. “Acho que os atores cisgêneros não pegam esses papéis por mal, é apenas uma falha em reconhecer o contexto”, disse. “Você tem que pensar no contexto. Como trans, muitas pessoas nos acusam de nos fantasiarmos, por qualquer motivo que seja, e isso não é verdade. Ter pessoas trans em papéis trans mostra que nossas identidades são válidas e que nós existimos. Então quando temos atores cis fazendo personagens trans, isso propaga o estereótipo de que é um homem (ou mulher) se fantasiando, o que não é verdade”, apontou. “Estamos em uma época em que, mais do que nunca, a representação na mídia importa. E o que vemos na televisão tem um efeito muito dramático na sociedade”, acrescentou. A participação da atriz em “Supergirl” representa mais um avanço da série na opção por representatividade e tramas inclusivas, após elogiados arcos em que Alex (Chyler Leigh), irmã da heroína, assumiu-se lésbica, o super-herói Caçador de Marte (David Harewood) ilustrou a dificuldade de lidar com a demência de seu velho pai e o Guardião (Mehcad Brooks) refletiu o estigma do racismo. A forma como a série adapta temas relevantes da atualidade em tramas de super-heróis a diferencia de todas as outras produções do Arrowverse. Seguem, a seguir, algumas informações sobre a personagem de Nicole Maines. Ela foi escalada para interpretar Nia Nal, uma jornalista transsexual, que, segundo os produtores, se tornará uma super-heroína chamada Dreamer. Nas publicações da DC Comics, Dreamer, traduzida no Brasil como Sonhadora, é uma heroína conhecida da Legião dos Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Mas muitos detalhes diferenciam a Sonhadora dos quadrinhos da versão que deve ser apresentada na série. A personagem é descrita pelos produtores como “confiante e fashionista” e “como uma versão mais jovem de Cat Grant” (Calista Flockhart). “Antes escritora de discursos políticos, Nia é a nova adição à equipe de jornalismo investigativo da CatCo, trazendo com ela astúcia e humor. Sob uma fachada de deboche existe uma jovem mulher com muito a oferecer ao mundo”, diz a sinopse da produção. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada nos quadrinhos, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal e ela vem de outro planeta, chamado Nalor. Seu poder é quase uma doença, uma condição que a faz sofrer de narcolepsia, dormir subitamente. Neste estado, Sonhadora manifesta a habilidade especial de literalmente sonhar. E as imagens de seus sonhos são visões do futuro que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. Ela não é transexual nos quadrinhos, mas uma loira platinada inspirada por pin-ups e starlets de Hollywood – como Jayne Mansfield e Mamie van Doren – , desenhada por John Forte em 1964 como a mais bonita e glamourosa das heroínas do futuro, fato enaltecido pela forma como deixava os legionários a seus pés em sua estreia. Detalhe: na época, ela era chamada de Dream Girl, a Garota dos Sonhos. Mas um fato divertido – e relativamente recente – é que Sonhadora já compartilhou seu corpo com Brianiac 5, o que não deixa de ser uma analogia para a transexualidade. Ao ganhar novamente um corpo feminino, ela terminou se casando com Brainy – antes da DC anular todos os casamentos da Legião dos Super-Heróis com muitos reboots desnecessários. Para completar, vale lembrar que, após estrear na temporada passada, Brainiac 5 será personagem fixo dos próximos episódios da série, interpretado por Jesse Rath.
Robert De Niro e Zazie Beetz negociam papéis no filme do Coringa
Os atores Robert De Niro e Zazie Beetz estão negociando com a Warner estrelar o filme solo do Coringa, que será protagonizado por Joaquin Phoenix. Segundo o site The Hollywood Reporter, o lendário astro de “Touro Indomável” e “Taxi Driver” pode estrelar sua primeira adaptação de quadrinhos no papel de um apresentador de talk show, que seria instrumental para a origem do vilão icônico. A ideia parece refletir os quadrinhos de “O Cavaleiro das Trevas”, de Frank Miller, que eram ancorados por comentários de um programa televisivo. Já a intérprete de Dominó de “Deadpool 2” trocaria a Marvel pela DC para viver uma mãe solteira que captura o coração do futuro Palhaço do Crime. A proposta do filme é trazer uma visão mais sombria do maior vilão da DC Comics e sem tantos efeitos visuais. Apesar disso, o responsável é um especialistas em comédias, Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”), que vai dirigir um roteiro que ele próprio escreveu em parceria com Scott Silver (“O Vencedor”). Segundo rumores, a trama seria passada em Gotham City durante os anos 1980. Com filmagens marcadas para começar em setembro, em Nova York, “Coringa” tem lançamento previsto para outubro de 2019.
2ª temporada de Krypton vai introduzir o herói/vilão Lobo
A 2ª temporada de “Krypton” vai finalmente dar carne e osso a um super-herói/vilão famoso da DC Comics. Lobo será o grande antagonista dos próximos capítulos, informou o canal pago SyFy durante a San Diego Comic-Con. Considerado um dos personagens mais brutais da editora de quadrinhos, Lobo é um mercenário e caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável, que combina a violência de Wolverine com o humor ácido de Deadpool. Criado por Keith Giffen e Roger Slifer em 1983 como o último sobrevivente do planeta pacífico Czarnia, Lobo nasceu feito um demônio no meio da utopia e, ainda adolescente, massacrou sozinho toda a sua civilização. Agora, vaga o universo em sua motocicleta espacial, sendo pago para fazer o que mais ama: assassinato e desordem. O personagem chegou a ser cotado para ter seu próprio filme. A adaptação ficou em desenvolvimento por pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados, em diferentes fases, no papel. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. E, no começo do ano, o cineasta Michael Bay (“Transformers”) chegaram a abrir conversas, mas o projeto nunca saiu do papel. O intérprete de Lobo em “Krypton” ainda não foi anunciado. Nem como o personagem entrará na 2ª temporada de “Krypton”, que examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, com os produtores redefinindo o planeta natal de Superman. A série segue o avô de Superman, Seg-El (Cameron Cuffe), como um jovem confrontado com o dilema de salvar seu planeta ou deixá-lo ser destruído para preservar o destino de seu futuro neto. A volta de “Krypton” está prevista para a primavera norte-americana, entre março e maio de 2019.
The Gifted: Trailer da 2ª temporada apresenta guerra entre mutantes
A Marvel divulgou o trailer da 2ª temporada de “The Gifted”, que enfatiza o grande confronto entre a Resistência Mutante (Mutant Underground, que inclui Blink, Thunderbird, Eclipse, Lauren, Reed e Caitlin) e o Clube do Inferno (Hellfire Club, com Polaris, as Irmãs Frost, Andy e a novidade da temporada: a líder Reeva, interpretada por Grace Byers, de “Empire”), que tem diferentes abordagens para lutar pelos direitos dos mutantes. A prévia também sugere a aparição de novos personagens dos quadrinhos, além de revelar que a gravidez de Polaris é capaz de causar blecautes gigantescos, o que confere um clima apocalíptico à produção. A 2ª temporada vai ao ar a partir de 25 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Vídeo e pôster da 2ª temporada de Manto e Adaga revela chegada de nova heroína dos quadrinhos
A Marvel divulgou um pôster e um vídeo da 2ª temporada de “Marvel’s Cloak & Dagger”, a série dos heróis Manto e Adaga, para fazer uma revelação sobre a recém-renovada atração. O vídeo de apenas 11 segundos é um grande teaser para o surgimento de uma nova heroína dos quadrinhos. Ele avisa: “A 2ª temporada será caos”, com o texto retalhado por uma garra. Trata-se da garra de Mayhem (caos ou desordem, em tradução literal), personagem introduzida nos quadrinhos de “Manto e Adaga” em 1986, embora já tivesse aparecido desde o primeiro exemplar, três anos antes, em sua identidade civil. O mesmo acontecerá na série, onde a detetive Brigid O’Reilly é interpretada desde a estreia por Emma Lahana. Nos quadrinhos, ela é sufocada com gás por policiais corruptos e, após tentativas de Manto e Adaga para salvá-la, volta como Mayhem para se vingar, transformando-se numa vigilante superpoderosa, passando a exalar um gás paralisante, que também age como uma espécie de soro da verdade e lhe permite levitar. Não está claro se a transformação da policial em heroína vai acontecer apenas na 2ª temporada ou se poderá ser conferida nos últimos episódios da fase inaugural, que ainda está sendo exibida no canal pago americano Freeform. O final da 1ª temporada vai ao ar em 2 de agosto nos Estados Unidos. Já o lançamento da série no Brasil segue sem ter previsão, apesar de a sua aquisição ter sido anunciada pelo canal pago Sony no ano passado.
Série dos heróis Manto e Adaga é renovada para a 2ª temporada
O canal pago Freeform anunciou a renovação da série dos heróis Manto e Adaga, cujo título oficial é “Marvel’s Cloak & Dagger”. A estreia da série registrou a segunda maior audiência inaugural do Freeform, vista ao vivo por 980 mil telespectadores, o que, entretanto, foi metade do recorde de “Shadowhunters”, a série que inaugurou o canal americano – que substitui o ABC Family – em 2016. De todo modo, com as reprises e outras plataformas, a audiência do primeiro episódio atingiu 4,4 milhões de telespectadores. A série também foi aprovada pela crítica, com 90% de avaliações positivos na amostragem do site Rotten Tomatoes. A adaptação dos quadrinhos de “Manto e Adaga” era um dos projetos mais antigos do Marvel Studios. Para se ter noção, as negociações entre a Marvel e a ABC Family, nome anterior do canal que virou o Freeform, datam de 2010. Nos quadrinhos originais, os dois jovens são capturados por traficantes após fugirem de casa e viram cobaias na experiência de uma nova droga, desenvolvendo suas habilidades – sim, Luc Besson tirou a ideia de “Lucy” da criação de Bill Mantlo e Ed Hannigan de 1982. Mas a série contou uma história diferente, concebida pelo roteirista Joe Pokaski (criador da série “Underground” e roteirista de “Demolidor”) e a diretora Gina Prince-Bythewood (criadora de “Shots Fire” e diretora-roteirista de “Nos Bastidores da Fama”). Estrelada por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”), respectivamente como Manto e Adaga, a série também inclui Emma Lahana (série “Haven”), Gloria Reuben (“Mr. Robot”), Miles Mussenden (“Max: O Cão Herói”), J.D. Evermore (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Andrea Roth (“Lugares Escuros”), Carl Lundstedt (visto em “Grey’s Anatomy”) e Jaime Zevallos (“The Summoning”). O final da 1ª temporada vai ao ar em 2 de agosto nos Estados Unidos. Já o lançamento da série no Brasil segue sem ter previsão, apesar de a sua aquisição ter sido anunciada pelo canal pago Sony no ano passado.
Continuações de O Protetor e Mamma Mia! disputam topo das bilheterias na América do Norte
Os lançamentos de duas novas continuações renderam uma disputa acirrada pela liderança das bilheterias nos Estados Unidos e Canadá. O thriller de ação “O Protetor 2”, estrelado por Denzel Washington, acabou levando vantagem sobre o elenco grandioso do musical “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo” nas projeções de mercado. Mas foi uma vantagem pequena, de pouco mais de US$ 1 milhão. A pancadaria faturou US$ 35,8m (milhões) e a cantoria US$ 34,3m em seus primeiros três dias em cartaz. Ambos abriram uma boa vantagem sobre o 3º lugar, que por sinal é outra continuação, a animação “Hotel Transilvânia 3”, responsável pelo faturamento de US$ 23,1m em seu segundo fim de semana. Por coincidência, os três filmes seguintes do ranking também são sequências, “Homem-Formiga e a Vespa”, “Os Incríveis 2 e “Jurassic World: Reino Ameaçado”, mostrando o tamanho da estagnação criativa da indústria de cinema americana. Até o grande fracasso da programação foi uma tentativa de estender uma franquia de terror. “Amizade Desfeita 2” (Unfriended: Dark Web) abriu em 9º lugar com US$ 3,4m. Apesar disso, já pagou seus custos de produção. Assim como o primeiro longa, custou apenas US$ 1m. Já no ranking da crítica, a continuação de terror ruim se saiu melhor que a sequência do thriller sem graça. “O Protetor 2” foi aprovado por apenas 51% dos críticos tabulados pelo site Rotten Tomatoes, enquanto “Amizade Desfeita 2” rendeu 57% de resenhas favoráveis. Neste comparativo, “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo” foi claramente o favorito da semana, com 79%. A repercussão positiva superou com folga a recepção do filme original, considerado tão medíocre quanto os outros lançamentos desta semana – 54% em 2008. A continuação de “Mamma Mia!” estreia em 2 de agosto no Brasil, “O Protetor 2” chega duas semanas depois (em 16/8) e “Amizade Desfeita 2” não tem previsão, devendo aparecer por aqui apenas em VOD. Confira abaixo os rendimentos dos demais filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Protetor 2 Fim de semana: US$ 35,8m Total EUA e Canadá: 35,8m Total Mundo: US$ 39,1m 2. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 34,3m Total EUA e Canadá: US$ 34,3m Total Mundo: US$ 76,7m 3. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 23,1m Total EUA e Canadá: 91m Total Mundo: 206,6m 4. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 16,1m Total EUA e Canadá: US$ 164,6m Total Mundo: US$ 353,5m 5. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 11,5m Total EUA e Canadá: US$ 557,3m Total Mundo: US$ 940,4m 6. Jurassic World: Reino Ameaçado Fim de semana: US$ 11m Total EUA e Canadá: US$ 383,9m Total Mundo: US$ 1,1b 7. Arranha-Céu – Coragem sem Limite Fim de semana: US$ 10,9m Total EUA e Canadá: US$ 46,7m Total Mundo: US$ 131,8m 8. A Primeira Noite de Crime Fim de semana: US$ 4,9m Total EUA e Canadá: US$ 60,1m Total Mundo: US$ 96,4m 9. Amizade Desfeita 2 Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 3,4m Total Mundo: US$ 3,4m 10. Sorry to Bother You Fim de semana: US$ 2,8m Total EUA e Canadá: US$ 10,2m Total Mundo: US$ 10,2m
Maisie Richardson-Sellers voltará como nova personagem em Legends of Tomorrow
Um dos mistérios da 4ª temporada de “Legends of Tomorrow”, foi desfeito durante o painel da série na San Diego Comic-Con. A atriz Maisie Richardson-Sellers, que aparentemente tinha se despedido da série na temporada anterior, continua no elenco, como mostrou o primeiro pôster da nova fase. Mas ela não voltará como sua personagem original. A história de Amaya/Vixen foi concluída com o retorno da heroína à sua época original, nos anos 1940, para preservar a linha do tempo. Mas outra personagem com sua aparência vai chamar atenção dos heróis, durante sua missão de consertar o último problema que eles próprios criaram. Vale recordar. Após salvar o mundo do demônio Mallus no final da temporada passada, o time liderado por Sara Lance/Canário Branco (Caity Lotz) inadvertidamente soltou criaturas mágicas na Terra. Algumas são fofas como um unicórnio, mas também há menções a dragões e monstros, que fazem os protagonistas embarcarem em novas viagens pelo tempo para arrumar a bagunça que criaram. A nova personagem será uma dessas criaturas mágicas, um trickster chamado Charlie. Nas palavras da atriz: “Ela é uma rebelde sem causa, ela é uma trapaceira. Ela está em sua própria missão e as Lendas tropeçam nela. Ela vai sacudir a nave” e “desafiar” a equipe, que ficará um tempo tentando determinar se a recém-chegada é amiga ou inimiga. Além de confirmar a participação de Maisie Richardson-Sellers, a nova temporada também promoveu ao elenco central as atrizes Jes Macallan, intérprete de Ava Sharp, que lidera a Agência do Tempo, Courtney Ford, que vive a ex-vilã Nora Darhk, filha de Damien Darhk (Neal McDonough), e Matt Ryan, que dá vida ao caça-fantasmas-mago-punk John Constantine. Entre as novidades, entraram na série Ramona Young (“Santa Clarita Diet”) como Alaska Yu, jovem obcecada por livros de fantasia que se torna uma espécie de expert das Lendas para criaturas mágicas – personagem sem equivalente nos quadrinhos – e Thomas F. Wilson (“De Volta para o Futuro”) como Hank Heywood, o pai de Nate/Cidadão Gládio (Nick Zano). A 4ª temporada de “Legends of Tomorrow” estreia em 22 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Legends of Tomorrow terá temporada roqueira, com episódios sobre os Beatles e o festival de Woodstock
O painel de “Legends of Tomorrow” na San Diego Comic-Con revelou que a 4ª temporada será a mais roqueira de toda a série, com direito a uma viagem ao Festival de Woodstock, em que as lendas esbarrarão em Jimi Hendrix, e a um encontro com os Beatles em outro episódio. A atriz Tala Ashe, intérprete de Zari (a versão de Isis da série), ainda descreveu o episódio dos Beatles, passado nos anos 1960, como “muito louco”. “Vai ser demais”, completou. No mínimo, uma turnê mágica e misteriosa, como convém ao tema da temporada. Conforme revelado no novo trailer, que mostra um esbarrão literal em Hendrix, os próximos capítulos mostrarão os heróis liderados por Sara Lance/Canário Branco (Caity Lotz) tendo que lidar com um efeito colateral inesperado de sua última vitória. Para destruir o demônio Mallus, eles soltaram criaturas mágicas na Terra. Algumas são fofas como um unicórnio, mas também há menções a dragões e monstros, que fazem os protagonistas embarcarem em novas viagens pelo tempo para consertar mais uma bagunça que eles criaram. Vale lembrar que, no terceiro ano, a série enfrentou a maldição do primeiro violão de Elvis Presley! A 4ª temporada de “Legends of Tomorrow” estreia em 22 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.











