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    Série do Monstro do Pântano ganha pôsteres com protagonistas

    8 de maio de 2019 /

    A plataforma DC Universe divulgou dois pôsteres de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. As imagens trazem os personagens principais, Alec Holland (Andy Bean, o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”) e Abby Arcane (Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”), envolvidos por galhos, folhas e insetos do pântano. Os dois são descritos como “Força da Natureza” nos cartazes. Veja abaixo. Desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), a série vai modificar o foco dos quadrinhos criados em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, acompanhando Abby Arcane como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobre que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. O elenco também inclui Jennifer Beals (das séries “Taken” e “The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (da série “The Strain”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”), Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”) como o Monstro do Pântano. Originalmente, a 1ª temporada teria 13 episódios, mas os executivos da Warner mandaram encerrar a produção após a gravação de 10 episódios. Este fato originou muitas especulações, mas o estúdio não emitiu nenhum comunicado oficial. A série do “Monstro do Pântano” tem produção do cineasta James Wan (diretor de “Aquaman” e “Invocação do Mal”) e seu episódio de estreia é assinado por outro diretor de cinema, Len Weiseman (“Anjos da Noite”). A estreia está marcada para 31 de maio na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos.

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    Última temporada de Jessica Jones ganha pôster da Netflix

    8 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”. Além de encerrar a série, os novos episódios vão marcar a estreia da atriz Krysten Ritter, intérprete da personagem-título, como diretora. Ainda não há previsão de estreia para os capítulos finais, que devem explorar os superpoderes desenvolvidos por Trish Walker (Rachael Taylor). “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus). "Everything changes, and nothing really changes. People die, new people are born, and we exist in between." The final season of Marvel's Jessica Jones is coming soon to Netflix. pic.twitter.com/NHHthvv1sP — Jessica Jones (@JessicaJones) May 6, 2019

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    Série Batwoman ganha primeiro teaser

    8 de maio de 2019 /

    A rede The CW divulgou o primeiro teaser da série “Batwoman”. Lançado assim que o canal oficializou a produção, o vídeo é curto e mostra apenas a atriz Ruby Rose (“Megatubarão) no uniforme da personagem, ao lado do Bat-sinal. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Como a série vai se passar em Gotham City, também apresentará alguns personagens conhecidos dos quadrinhos de Batman. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. Para completar, a direção do piloto aprovado foi realizada por Marcos Siega, que no ano passado emplacou os pilotos de “God Friended Me” e “The Passage”. A rede CW ainda não anunciou a data de estreia da série. O teaser e uma arte divulgados prometem a atração para “breve”.

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    CW oficializa séries de Batwoman, Katy Keene e Nancy Drew

    7 de maio de 2019 /

    A rede The CW aprovou três de seus pilotos, encomendado a produção de temporadas inaugurais para as novas séries “Batwoman”, “Katy Keene” e “Nancy Drew”. Todas são baseadas em IPs (sigla em inglês de propriedades intelectuais) conhecidas, como tem sido prioridade dos canais e plataformas na disputa (cada vez mais acirrada) pela audiência. Duas das produções são spin-offs. A personagem-título de “Batwoman” chegou a ser introduzida no crossover “Elseworlds”, que juntou três séries de super-heróis da DC Comics exibidas pelo CW. E “Katy Keene” se passa no mesmo universo de “Riverdale”. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose (“Megatubarão) será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Como a série vai se passar em Gotham City, também apresentará alguns personagens conhecidos dos quadrinhos de Batman. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. Para completar, a direção do piloto aprovado foi realizada por Marcos Siega, que no ano passado emplacou os pilotos de “God Friended Me” e “The Passage”. “Katy Keene” é baseada nos quadrinhos homônimos, que são publicados desde os anos 1940 pela editora Archie Comics. Mas ganhará uma roupagem mais moderna. Em vez de atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, como na publicação original, ela será uma personal shopper nova-iorquina que sonha virar uma fashion designer. A série traz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) como a personagem-título e também contará com Ashleigh Murray repetindo seu papel de Josie, de “Riverdale”. Curiosamente, a atração vai incluir mais dois personagens dos quadrinhos (e série animada) de “Josie e as Gatinhas”, os irmãos Cabot, que, como Josie, serão interpretados por atores negros. A eterna vilã Alexandra Cabot será interpretada por Camille Hyde (“American Vandal), enquanto Alexander terá interpretação de Lucien Laviscount (“Scream Queens”). A atração foi criada por Roberto Aguirre-Sacasa, que também lançou “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, todas baseadas em quadrinhos da Archie Comics. Por fim, “Nancy Drew” é a nova encarnação da detetive mirim criada na literatura juvenil em 1930. Em seu contexto original, Nancy era uma pré-adolescente que vivia com seu pai na cidadezinha de River Heights, resolvendo mistérios que envolviam os jovens da vizinhança. A menina só começou a crescer a partir dos anos 1980, quando uma nova série literária, “The Nancy Drew Files”, passou a incluir enredos românticos. Popular e influente, Nancy Drew foi o protótipo de todas as detetives femininas adolescentes, incluindo Veronica Mars e até a Velma de “Scooby Doo”. Além de dezenas de livros, a personagem também já apareceu em cinco filmes (o mais recente é de 2007, com Emma Roberts no papel-título) e duas séries televisivas (nos anos 1970 e 1990), sem esquecer de games e produtos variados. A versão da CW mostrará uma Nancy Drew mais velha. Mas não tanto, acompanhando a personagem como uma jovem adulta de 18 anos – ou seja, “Veronica Mars”. O projeto foi escrito por Noga Landau (roteirista do terror tecnológico “Tau” e da série “The Magicians”) e vai mostrar Nancy após sua formatura do ensino médio. Quando ela acha que vai deixar sua cidade natal para ir a faculdade, uma tragédia familiar a detém por mais um ano, envolvendo-a em uma investigação de assassinato fantasmagórica – enquanto sua investigação revela segredos mais profundos do que jamais imaginou. A produção é de Josh Schwartz e Stephanie Savage (dupla de “Gossip Girl”, “Dinasty” e “Runaways”). Nancy será interpretada por Kennedy McMann, atriz novata que apareceu num episódio de “Law & Order: SVU” e tem sido apontada como potencial revelação da temporada. Ela terá companhia de Freddie Prinze Jr. (o Fred nos filmes live-action de “Scooby-Doo”), que viverá seu pai, além de Maddison Jaizani (“Into the Badlands”), Alex Saxon (“Os Fosters”) e Tunji Kasim (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). Além desses projetos, o canal tinha outros três pilotos para avaliar. Embora não tenha sido imediatamente aprovado, “Glamourous” foi colocado “em contenção”. Ou seja, a CW quer avaliar melhor e, por via das dúvidas, mantém elenco e equipe sob contrato por mais tempo. A comédia de Jordon Nardino (roteirista de “Quantico” e “Star Trek: Discovery”) acompanha um adolescente que recusa rótulos de gênero e acaba arranjando emprego na indústria de cosméticos. Ben J. Pierce (“Guidance”) tem o papel principal, num elenco com John Barrowman (“Arrow”), Peyton List (“Light as a Feather”) e a veterana Brooke Shields (“Jane the Virgin”). Apesar do IP forte, o projeto de “The Lost Boys”, adaptação do filme de vampiros “Os Garotos Perdidos”, não atendeu às expectativas da CW, que encomendou a produção de um segundo piloto para a próxima temporada. Isso significa que os executivos da rede gostaram da ideia, mas não de sua execução. Tyler Posey (“Teen Wolf”) tinha o papel principal, porém são esperadas mudanças no elenco. Já o spin-off de “Jane the Virgin”, intitulado “Jane the Novela”, foi totalmente descartado.

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    Trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa bate recorde de visualizações

    7 de maio de 2019 /

    O frisson por “Vingadores: Ultimato” ajudou o novo trailer de “Homem-Aranha: Longe de Casa” a bater o recorde de visualizações da Sony em 24 horas. O estúdio informou que, em seu lançamento, o vídeo teria sido visto mais de 135 milhões de vezes. O filme do Aranha já detinha o recorde de trailer mais visto da Sony. A primeira prévia, lançada em janeiro, rendeu 130 milhões de visualizações. O número aumentou com o novo lançamento, o que não costuma acontecer, já que a ansiedade geralmente é dirigida ao primeiro vislumbre. A razão do aumento de interesse é evidente: as citações feitas no trailer aos eventos de “Vingadores: Ultimato” e os desdobramentos das viagens no tempo e o segundo estalo da manopla do infinito. A totalização dos números somam visualizações em todas as plataformas e mercados, segundo levantamento da Sony. “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Cena inédita de Homem-Aranha: Longe de Casa destaca explicação do multiverso

    7 de maio de 2019 /

    A Sony divulgou uma cena inédita de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que se concentra na explicação do multiverso. O vídeo mostra o encontro entre Peter Parker (Tom Holland) e o Sr. Beck (Jake Gyllenhaal). Quando Nick Fury (Samuel L. Jackson) revela que Beck vem de outra Terra, Peter fica animadíssimo com a possibilidade do multiverso deixar de ser teoria e se materializar em carne e osso. A ideia de multiverso foi introduzida tanto na animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” quanto na trama de “Vingadores: Ultimato”, que mostraram diferentes realidades. O tal Sr. Beck teria vindo de uma dessas realidades alternativas, após a manopla do infinito fragilizar as linhas temporais. Mas nunca é demais lembrar que o Sr. Beck é, na verdade, Mysterio, conhecido nos quadrinhos por ser um grande farsante. Ele está sendo apresentado como herói no marketing da produção, mas sempre foi vilão nas publicações da Marvel – um especialista em efeitos especiais, que usa truques para fingir ser superpoderoso. E os fãs já deduziram que as ameaças enfrentadas pelo Aranha no filme não são exatamente o que parecem. Assim, a introdução do multiverso pode ser um blefe de mestre, típico de Mysterio – que até já convenceu Peter que a Tia May tinha morrido nos quadrinhos. Por outro lado, se for para valer, representará um grande desdobramento para o futuro da Marvel nos cinemas. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Professor Xavier aparece no trailer da última temporada de Legion

    7 de maio de 2019 /

    O canal pago americano FX divulgou o pôster e o trailer da 3ª (e última) temporada de “Legion”, série derivada do universo dos “X-Men”, criada por Noah Hawley (“Fargo”). A prévia continua o clima esquizofrênico que caracteriza a atração, ao mergulhar ainda mais na cabeça de David Haller (Dan Stevens), cada vez mais desconectado da realidade, posando de messias, enquanto embarca numa jornada de supervilão. O vídeo mostra David recrutando uma mutante chamada Switch (Lauren Tsai), que é capaz de viajar no tempo, para impedir que Syd (Rachel Keller) e Amahl Farouk (Navid Negahban) o matem – um assassinato que já aconteceu. E ainda apresenta o pai do protagonista, ninguém menos que o Professor Charles Xavier. O papel será representado por Harry Lloyd (o irmão de Daenerys em “Game of Thrones”), que aparece rapidamente no trailer testando uma versão inicial do Cérebro. “Legion” também traz em seu elenco Aubrey Plaza, Bill Irwin, Amber Midthunder e Jeremie Harris. A estreia dos novos capítulos foi marcada para o dia 24 de junho nos Estados Unidos.

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    Ator de Game of Thrones vai estrelar “Eternos”, próximo filme da Marvel

    7 de maio de 2019 /

    O ator Richard Madden, que interpretou Robb Stark em “Game of Thrones” e atualmente estrela a série britânica “Bodyguard” (“Segurança em Jogo” na Netflix), está acertando os últimos detalhes contratuais para protagonizar a adaptação dos quadrinhos de “Eternos” (The Eternals), próximo filme da Marvel. Madden vai viver Ikaris, o líder dos Eternos, que são seres imortais criados por uma raça poderosa de alienígenas (os Celestiais) para proteger a humanidade. O detalhe é que o personagem também vive uma história de amor com Sersi, uma eterna que adora se misturar entre os humanos, e que será vivida por Angelina Jolie (“Malévola”) na produção. Além do casal, Kumail Nanjiani (da série “Silicon Valley”) e o sul-coreano Ma Dong-seok (“Invasão Zumbi”) fazem parte do elenco, em papéis não especificados. “Eternos” são personagens clássicos de Jack Kirby, seres superpoderosos, surgidos como um desdobramento da evolução que criou a vida inteligente na Terra. Concebidos pelos alienígenas Celestiais, eram destinados a ser defensores da Terra. Mas algo deu errado, a ponto de a experiência gerar ninguém menos que Thanos, descendente dos Eternos originais. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner anunciar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em produção.

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    Irmãos Russo revelam papel de Katherine Langford em Vingadores: Ultimato

    7 de maio de 2019 /

    O papel da atriz Katherine Langford (“13 Reasons Why”) em “Vingadores: Ultimato” foi alvo de muita especulação, nos dias que antecederam a estreia do filme. Afinal, alguns sites garantiam que ela tinha filmado uma participação misteriosa, em outubro do ano passado. Entretanto, como os fãs que assistiram ao longa da Marvel puderam notar, ela não aparece em nenhuma cena – e seu nome nem está nos créditos da produção. Procurada, ela apenas desconversou, sem negar nem confirmar nada. Isto deu origem a outro mistério: teria sido invenção ou sua participação foi cortada? Os diretores Joe e Anthony Russo finalmente assumiram que a atriz estava mesmo no filme, mas sua personagem foi cortada. Em entrevista ao podcast HappySadConfused, até revelaram quem ela interpretaria. Ninguém menos que a versão adolescente da filha de Tony Stark, Morgan. Os irmãos Russo filmaram uma cena que mostraria Tony no mundo metafísico depois de usar a luva com as jóias do infinito, assim como Thanos no filme anterior, onde ele encontraria a versão adolescente de sua filha. “Havia uma ideia de que Tony iria para um estado metafísico – o mesmo lugar que Thanos foi quando estalou os dedos. E lá haveria uma versão futura de sua filha. A intenção era que sua futura filha, por conta destes filmes lidarem com mágica, o perdoasse [por ter crescido sem pai] e dissesse para ele ir em paz. Parecia interessante. Mas eram ideias demais num filme já muito complicado”, explicaram. A cena teria sido rejeitada durante testes, porque confundiu o público. Foi percebida uma dificuldade dos espectadores identificarem quem era a personagem, já que outra atriz (Lexi Rabe, de seis anos de idade) interpretou a filha de Stark no mesmo filme. “O que percebemos sobre isso foi que não houve uma associação com a versão adulta da filha de Tony. Por isso, a cena acabou não ressoando no nível emocional que imaginamos.”

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    Ministro assina cota de tela para o cinema nacional após polêmica dos Vingadores

    7 de maio de 2019 /

    O ministro da Cidadania, Osmar Terra, assinou nesta segunda (6/5) a cota de tela de 2019 para o cinema brasileiro. Trata-se da regra que obriga cinemas brasileiros a exibirem um percentual de filmes nacionais todo ano. A assinatura aconteceu após protelação de cinco meses – todo o tempo do governo Bolsonaro – e vem no bojo da controvérsia envolvendo a estreia de “Vingadores: Ultimato”, que ocupou mais de 80% das salas totais disponíveis no Brasil em sua estreia, no fim do mês passado. A assessoria do ministro confirmou a assinatura da cota para a imprensa, mas não informou números – a quantidade mínima de dias em que as salas do país serão obrigadas a exibir produções nacionais. De todo modo, a regra deve ser publicada no Diário Oficial da União ainda nesta semana. A cota para o cinema nacional foi regulada por uma medida provisória de 2001, que determina multa de 5% sobre a receita bruta média diária de qualquer sala que descumprir a regra. Os valores da cota anual costumam ser estabelecidos no mês de dezembro. Mas isso não aconteceu em 2018 e levou cinco meses para o Ministério da Cidadania perceber os efeitos causados pelo vácuo legal. A distribuição predatória de “Vingadores: Ultimato” foi tão polêmica que a Ancine (Agência Nacional do Cinema) convocou na última sexta (3/5) uma reunião com exibidores para tratar do tema. Mas, como tem sido o Estado das coisas em 2019, o encontro virou briga em torno de outro problema: a paralisação de investimento da própria Ancine no cinema nacional.

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    Vingadores: Ultimato já foi visto por mais de 12 milhões de pessoas no Brasil

    6 de maio de 2019 /

    Uma semana após ter registrado a maior estreia de todos os tempos no Brasil – resultado da maior distribuição da História, com a ocupação de 80% dos cinemas – , “Vingadores: Ultimato” já se tornou o filme mais assistido de 2019 no território nacional. Só no dia da estreia, em 25 de abril, 1,6 milhão de pessoas fizeram filas para assistir ao filme. Ao final do primeiro fim de semana, o número chegou em 3,3 milhões de pessoas – estreia recorde no país. Agora, após 11 dias de exibição, “Vingadores: Ultimato” já soma 12,4 milhões de ingressos vendidos no mercado brasileiro. E continua lotando cinemas. Em seu segundo fim de semana em cartaz, o filme rendeu mais R$ 61,9 milhões, atingindo R$ 223,2 milhões na bilheteria nacional. Os números são da empresa especializada comScore. O sucesso é mundial. Em menos de duas semanas, “Vingadores: Ultimato” faturou US$ 2,18 bilhões, passou “Titanic” e se tornou a 2ª maior bilheteria da História do cinema. Por enquanto, o filme só perde para “Avatar” – algo que pode mudar em pouco tempo.

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    Homem-Aranha: Longe de Casa revela futuro da Marvel em trailer cheio de spoilers

    6 de maio de 2019 /

    A Sony divulgou um novo trailer de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, em versões dublada e legendada. E ele vem tão carregado de spoilers que começa com um aviso do ator Tom Holland, recomendando que seja evitado por quem ainda não viu “Vingadores: Ultimato”. A prévia deixa claro que o filme é continuação direta do blockbuster da Marvel, refletindo as perdas da batalha contra Thanos. A trama também estabelece novas funções para os personagens de Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Happy Hogan (Jon Favreau) em relação à Peter Parker (Holland), como mentores/parceiros. Mas há muito mais informações, como a aparente dedução da identidade secreta do herói por MJ (Zendaya) e até a introdução de um multiverso na Marvel. Mysterio (Jake Gyllenhaal) teria vindo de outra realidade, após a manopla do infinito fragilizar as linhas temporais. Esta revelação abre uma lista de possibilidades intrigantes – entre elas, o retorno dos heróis mortos em “Vingadores: Ultimato”. Porém… Mysterio também é conhecido nos quadrinhos por ser um grande farsante. Ele está sendo apresentado como herói no marketing da produção, mas sempre foi vilão nas publicações da Marvel – um especialista em efeitos especiais, que usa truques para fingir ser superpoderoso. E os fãs já deduziram que as ameaças enfrentadas pelo Aranha no filme não são exatamente o que parecem. Enfim, muita coisa acontece no trailer, sugerindo ou um blefe de mestre ou grandes desdobramentos para o futuro da Marvel nos cinemas. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Novos teasers de Watchmen confirmam que a série é continuação do filme

    5 de maio de 2019 /

    A HBO divulgou novos teasers da série “Watchmen” no Instagram, que refletem a iconografia dos quadrinhos clássicos, sem revelar quase nada. Mesmo assim, uma das legendas chama atenção, ao dizer que “não é mais 1985”. Neste vídeo, é possível ver carros dos dias de hoje. Trata-se de uma confirmação de que a série vai se passar depois dos eventos dos quadrinhos clássicos – e filme homônimo – publicados pela DC em 1986. A história original de Alan Moore e Dave Gibbons era uma abordagem distópica do gênero dos super-heróis, ambientada em uma linha temporal alternativa durante o auge da Guerra Fria entre os EUA e União Soviética. A trama girava em torno de um grupo de super-heróis americanos, a maioria aposentada, que investiga o assassinato de um deles e, no processo, descobre uma conspiração que pode mudar o curso da História. Poucos detalhes foram revelados sobre o projeto que está sendo desenvolvido por Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”), mas ele já disse que não faria uma adaptação literal dos quadrinhos, preferindo contar uma nova história passada no universo da obra de Moore e Gibbons. Até agora, a única sinopse divulgada afirma que a série é “situada em uma realidade alternativa onde super-heróis são tratados como bandidos”. Além disso, “‘Watchmen’ abraça a nostalgia da graphic novel original inovadora e segue em busca de abrir novos caminhos próprios”. O elenco escalado é vasto. Inclui Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Jeremy Irons (“Liga da Justiça”), Yahya Abdul-Mateen II (“The Get Down”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). De toda essa gente, o único papel conhecido – ainda que não confirmado oficialmente – é o de Jeremy Irons, que interpretará uma versão mais velha de Adrian Veidt, mais conhecido como Ozymandias. Ele é o responsável por tudo o que aconteceu nos quadrinhos – e no filme de 2009. A cineasta Nicole Kassell (de “O Lenhador” e das séries “Westworld” e “The Americans”) comandou o piloto e também será produtora executiva da atração, ao lado de Lindelof. A data da estreia ainda não foi anunciada. Visualizar esta foto no Instagram. Abandon all hope, ye who enter here. Uma publicação compartilhada por Watchmen (@watchmen) em 1 de Mai, 2019 às 8:59 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Reach out and touch Mars. Uma publicação compartilhada por Watchmen (@watchmen) em 1 de Mai, 2019 às 8:59 PDT Visualizar esta foto no Instagram. It’s not 1985 anymore. Uma publicação compartilhada por Watchmen (@watchmen) em 1 de Mai, 2019 às 9:00 PDT

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