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    Batwoman: Vídeo revela começo das gravações da 2ª temporada

    4 de setembro de 2020 /

    Os atores Camrus Johnson e Nicole Kang gravaram um vídeo no set de “Batwoman” para revelar que a 2ª temporada começou a ser gravada. “A equipe está de volta”, disseram os intérpretes de Lucious Fox e Mary Hamilton. Postado nos perfis oficiais da série nas redes sociais, o vídeo mostra a dupla se preparando para uma gravação, sem dar pistas de como a produção vai resolver o problema causado pela ausência da atriz Ruby Rose, que em maio anunciou que não voltaria a viver Kate Kane na 2ª temporada. Em seu lugar, Javicia Leslie (de “God Friended Me”) foi escalada como uma nova personagem, chamada Ryan Wilder, que assumirá a capa de Kate Kane para se tornar a nova Batwoman da TV. O problema é que a temporada inaugural foi interrompida pelo coronavírus num ponto em que é difícil imaginar como se dará esta transição – especialmente o fato de Ruby Rose sumir nos próximos episódios. A showrunner Caroline Dries já disse que não pretende matar Kate Kane na trama. Assim, o mistério só deverá ser resolvido quando a série voltar ao ar em 2021. Antes disso, a equipe de “Batwoman” apresentará a nova protagonista num painel da convenção virtual DC Fandome, marcado para o dia 12 de setembro. Camrus, Nicole, and the rest of the team are back 🦇 #Batwoman Season 2 is coming 2021 to The CW! @CamrusJ @NicoleKang pic.twitter.com/0sbBOySmiM — Batwoman (@CWBatwoman) September 3, 2020

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    DC Fandome divulga trailer de sua 2ª parte

    4 de setembro de 2020 /

    A segunda parte do evento DC FanDome, que ganhou o subtítulo Explore The Multiverse, ganhou um trailer que enfatiza a participação dos fãs e sugerindo um novo tipo de interação, via acesso on demand ao conteúdo. Desta vez, o destaque fica com as séries de TV do Arrowverso, mas os organizadores prometem mais de 100 horas de conteúdo sobre todo o universo DC, incluindo filmes, games, quadrinhos e animação. Por isso, a ideia é que cada espectador monte sua própria agenda e confira os painéis no seu próprio tempo, já que o material ficará disponível por apenas 24h no endereço oficial da convenção. Entre as séries de TV, estão confirmados painéis inéditos de “Batwoman”, “Black Lightning” (Raio Negro), “Legends of Tomorrow”, “Stargirl”, “Patrulha do Destino”, “Lucifer”, “The Flash”, “Supergirl” e a estreante “Superman & Lois”. A primeira parte do DC Fandome, intitulada Hall of Heroes, foi realizada em 22 de agosto e reuniu 22 milhões de fãs ao vivo de 220 países diferentes. O DC FanDome: Explore The Multiverse acontece no próximo fim de semana, no dia 12 de setembro, com a liberação dos conteúdos a partir das 14h, exclusivamente em https://www.dcfandome.com/.

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    The Boys ganha dois vídeos inéditos para reforçar estreia da 2ª temporada

    4 de setembro de 2020 /

    A Amazon divulgou dois vídeos nas redes sociais para reforçar a estreia da 2ª temporada de “The Boys” nesta sexta (4/9). Um deles lembra que a produção é repleta de palavrões – e ultraviolência – , e o outro simula um comercial institucional sobre a importância dos super-heróis para a proteção dos Estados Unidos – o que a série revela ser uma hipocrisia sanguinária. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), os Boys são um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis: eles são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e comercializa suas imagens. A missão se torna ainda mais complicada na 2ª temporada, quando os verdadeiros heróis da história passam ser considerados perigosos vilões e viram alvo da liga de “super-heróis” assassinos. O elenco destaca Karl Urban (“Thor: Ragnarok”) como líder dos Boys e Antony Starr (série “Banshee”) como o mais poderoso dos psicopatas de capa. Já os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Ain't you twats lucky that #TheBoysTV is back. pic.twitter.com/qmxHHzq7A2 — The Boys (@TheBoysTV) September 4, 2020 No more Vought propaganda bullshit. We're taking these fuckers down. Who's with us tomorrow? pic.twitter.com/NaPWJz5hya — The Boys (@TheBoysTV) September 3, 2020

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    Estreias online: The Boys e mais 6 séries para ver no fim de semana

    4 de setembro de 2020 /

    A estreia da 2ª temporada de “The Boys” é o lançamento mais esperado entre os streaming de séries desta semana. Mas os fãs não vão exatamente maratonar a produção, porque a Amazon Prime Video disponibilizou apenas os três primeiros episódios nesta sexta (4/9). Felizmente, há mais quatro estreias com temporadas completas e outras duas com episódios semanais para quem quiser uma desculpa para estender o isolamento social por alguns dias. As dicas de passatempos podem ser conferidas com trailers e maiores informações logo abaixo. The Boys | EUA | 2ª Temporada Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), os Boys são um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis: eles são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e comercializa suas imagens. A missão se torna ainda mais complicada na 2ª temporada, quando os verdadeiros heróis da história passam ser considerados perigosos vilões e viram alvo da liga de “super-heróis” assassinos. O elenco destaca Karl Urban (“Thor: Ragnarok”) como líder dos Boys e Antony Starr (série “Banshee”) como o mais poderoso dos psicopatas de capa. Já os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Disponível na Amazon. Patrulha do Destino | EUA | 2ª Temporada A 2ª temporada de “Patrulha do Destino” chega em doses homeopáticas à TV paga e ao streaming da HBO, um mês após o final de seus episódios nos EUA. Ainda assim, será uma transmissão rápida, considerando que a série só estreou ao Brasil em março deste mesmo ano. Reunindo os personagens mais bizarros da DC Comics, criados ainda nos anos 1960, a série abusa do humor negro, palavrões e surrealismo, incluindo nos novos episódios até fantasmas tarados. Mas apesar do humor, o tom também é deprimente, pois todos os personagens tem origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Para quem não conhece, é completamente diferente de todas as demais séries baseadas nos quadrinhos da DC Comics. Disponível na HBO Go. Como Se Tornar Uma Divindade na Flórida | EUA | 1ª Temporada Estrelada e produzida por Kirsten Dunst (“Homem-Aranha”), a série de humor negro criada pelos estreantes Robert Funke e Matt Lutsky se passa na Flórida no início dos anos 1990 e acompanha a tramoia de uma funcionária de parque aquático com salário mínimo, que busca se infiltrar na organização que levou sua família à ruína. Armada com seu charme e um plano de vingança, ela se torna uma das melhores vendedoras da empresa, que promete riquezas, mas é um esquema de pirâmide bilionário, baseada na exploração de seus clientes. O humor de situações absurdas lembra os filmes de Yorgos Lanthimos (o diretor de “A Favorita”), que participou do começo do projeto e acabou substituído como produtor pelo astro George Clooney. Já renovada para sua 2ª temporada, a atração ainda destaca em seu elenco Théodore Pellerin (“Boy Erased”), Mel Rodriguez (“O Último Cara da Terra”), Ted Levine (“Monk”), a cantora Beth Ditto (“A Pé Ele Não Vai Longe”) e uma pequena participação de Alexander Skarsgård (“Big Little Lies”), praticamente irreconhecível de mullet. Disponível na Globoplay. Away | EUA | 1ª temporada A atriz Hilary Swank, vencedora de dois Oscars (por “Meninos Não Choram” e “Menina de Ouro”), vive uma astronauta rumo à Marte, mas parte da série é dedicada a sua família na Terra, alternando sci-fi com melodrama. Criada pelo roteirista Andrew Hinderaker (“Penny Dreadful”), a atração lembra a antiga “Defying Gravity” (2009), que era estruturada de forma similar e com o mesmo tom de novela. A equipe de produção ainda inclui o cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o produtor Jason Katims (criador de “Parenthood”) e a roteirista Jessica Goldberg (criadora de “The Path”). Disponível na Netflix. As Poderosas Mustangs | Austrália | 3 Temporadas Conhecida como “Mustangs FC”, a série acompanha um grupo de meninas que decide montar um time de futebol, quebrando barreiras para se apoiar dentro e fora dos gramados. Juntas, elas mostram o que é “jogar como uma garota”. Criada e produzida por Amanda Higgs (“The Time of Our Lives”) e Rachel Davis (“Worst Year of My Life, Again!”), a atração recebeu vários prêmios da indústria televisiva australiana, inclusive dos sindicatos dos Produtores (Melhor Série) e Diretores (Fiona Banks) – e, de quebra, lançou várias atrizes adolescentes. A 3ª e última temporada foi exibida em janeiro deste ano. Disponível na Globoplay. Power | EUA | 6ª Temporada Criada por Courtney Kemp Agboh (produtora-roteirista de “The Good Wife”), “Power” se passa nos bastidores da vida noturna de Nova York, onde o glamour se mistura com o submundo do crime. Na trama, Ghost (Omari Hardwick) tem uma vida de luxo como um rico dono de boate e traficante de alto nível. Seus problemas começam quando ele percebe que pode fazer sucesso e ganhar mais dinheiro longe dos negócios ilícitos… e terminam nesta 6ª temporada, entre muitos tiroteios e situações sem volta. Entre “a última traição” e “a última batalha”, o protagonista se vê sozinho confrontando todos os demais personagens. A produção é do rapper Curtis “50 Cent” Jackson, que também tinha um papel importante na trama até a temporada passada, e fez tanto sucesso que, após seu final, renderá não uma, mas três novas atrações derivadas. Para quem não acompanhou desde o início, a Starzplay disponibiliza todas as temporadas. Disponível na Starzplay. Power Book II: Ghost | EUA | 1ª Temporada O primeiro dos três spin-offs anunciados de “Power” tem estreia simultânea com os EUA neste domingo (6/9). A nova produção irá acompanhar Tariq St. Patrick (Michael Rainey Jr.), enquanto ele lida com sua nova vida, as consequências de seus atos e a dificuldade de se tornar digno do legado de seu pai (Omari Hardwick), o Ghost do título, protagonista de “Power”. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe (Naturi Naughton) da prisão. Além dos personagens conhecidos, a nova serie ainda traz em seu elenco a cantora e atriz Mary J. Blige (indicada ao Oscar por “Mudbound”) e o rapper Method Man (“The Deuce”). Disponível na Starzplay.

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    Amazon estaria negociando pacote de séries do Aranhaverso

    3 de setembro de 2020 /

    A Amazon estaria disposta a repetir a Netflix e criar um universo de séries da Marvel em sua plataforma. O projeto veio à tona nesta quinta (3/9) com uma diferença significativa em relação ao acordo pioneiro. As séries não serão produções da Marvel, mas da Sony, que utilizará personagens do “Aranhaverso”. Segundo apurou o site Deadline, esse pacote de conteúdo está há tempos no papel, mas se move muito lentamente para fora dele, porque há complexas negociações – ainda em seus estágios iniciais – envolvendo uma complicada teia de direitos multiplataforma para os personagens dos quadrinhos – inclusive, com uma possível necessidade de exibição num canal linear, antes de ir para o streaming. O pontapé inicial foi dado em abril de 2019, quando a Sony TV assinou um mega-contrato com Phil Lord e Chris Miller, produtores-roteiristas de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que incluía um acordo para a dupla supervisionar um conjunto de séries baseadas nos personagens da Sony no Universo da Marvel. Segundo apurou o site Deadline, o primeiro título que deve ganhar vida é “Silk”, que já está sendo desenvolvido por Lauren Moon, roteirista de “Atypical”, uma produção da Sony exibida na Netflix. O detalhe é que a personagem, batizada de Seda no Brasil, já apareceu no MCU (o universo cinematográfico da Marvel). Vivida por Tiffany Espensen, Cindy Moon foi vista como parte da equipe acadêmica do colégio de Peter Parker (Tom Holland) em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e na cena do ônibus escolar de “Vingadores: Guerra Infinita”. Nos quadrinhos, Cindy é uma colega de classe de Peter Parker que também é picada por uma aranha radioativa na mesma época que ele. Ela ganha habilidades semelhantes às dele. Ou melhor, habilidades superiores. Ela é capaz de disparar teias pelas pontas dos dedos, é mais rápida e tem um Sentido Aranha avançado (conhecido como Sentido Seda). Seda só perde para o Homem-Aranha no quesito da força física. A personagem também se distingue dos demais coadjuvantes dos quadrinhos do Aranha por ser sul-coreana. A produção de “Silk” marcaria uma das primeiras séries de quadrinhos liderada por um personagem asiático-americano. Freqüentemente, eles são vistos como personagens secundários, desde o Cato de Bruce Lee na série “Besouro Verde” nos anos 1960 até Colleen Wing, vivida por Jessica Henwick em “Punho de Aço”.

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    Robert Pattinson teria pego covid-19 nas filmagens de Batman

    3 de setembro de 2020 /

    Segundo a Vanity Fair, Robert Pattinson está com covid-19. A revista apurou que foi o ator quem testou positivo para o coronavírus na volta das filmagens de “Batman”, resultando na paralisação das filmagens. A Warner havia emitido um comunicado mais cedo informando que “um membro da produção de ‘Batman’ está com Covid-19 e está se isolando de acordo com os protocolos estabelecidos”. O estúdio não revelou quem foi a pessoa infectada, alegando questões de privacidade. Mas a Vanity Fair afirma ter confirmado, junto à fontes da produção, que se trata do próprio intérprete de Batman. Desde então, outras publicações afirmaram que o doente é mesmo Pattinson. Ainda não há informações sobre o estado de saúde do ator. A paralisação aconteceu apenas três dias após a retomada das filmagens. Antes disso, o filme dirigido por Matt Reeves ficou cinco meses com os trabalhos suspensos por conta da pandemia. Reeves afirmou que havia filmado apenas 25% do longa antes da primeira paralisação. Apesar desses problemas, o longa, que marcará a estreia de Robert Pattinson como o super-herói dos quadrinhos, segue com sua estreia programada para outubro de 2021.

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    Filmagem de Batman é paralisada por infecção de covid-19 na equipe

    3 de setembro de 2020 /

    A filmagem de “Batman” voltou a ser paralisada na Inglaterra por causa da pandemia de covid-19. Segundo comunicado dos produtores, uma pessoa da equipe testou positivo para a doença causada pelo coronavírus. “Um integrante da produção de ‘Batman’ testou positivo para a covid-19 e está em isolamento, conforme os protocolos de segurança. A filmagem está temporariamente paralisada”, diz o comunicado, sem maiores explicações. O estúdio não revelou quem foi a pessoa infectada, alegando questões de privacidade. A paralisação aconteceu apenas três dias após a retomada das filmagens. Antes disso, o filme dirigido por Matt Reeves ficou cinco meses com os trabalhos suspensos por conta da pandemia. Reeves afirmou que havia filmado apenas 25% do longa antes da primeira paralisação. Apesar desses problemas, o filme, que marcará a estreia de Robert Pattinson (“Tenet”) como o super-herói dos quadrinhos, segue com sua estreia programada para outubro de 2021.

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    Tenet e Mulher-Maravilha 1984 sofrem novos adiamentos no Brasil

    2 de setembro de 2020 /

    Com os cinemas ainda fechados na maioria dos estados do Brasil, a Warner decidiu comunicar o adiamento oficial de suas próximas estreias, “Tenet” e “Mulher-Maravilha 1984”. O filme de Christopher Nolan, que já estreou em vários países e chega nesta quinta (3/8) aos cinemas americanos, sofreu novo adiamento, remarcado de 24 de setembro para 15 de outubro. Como esta era a data prevista para o lançamento nacional de “Mulher-Maravilha 1984”, o longa da heroína também precisou ser remanejado, sendo transferido para 5 de novembro. Os planos iniciais previam que “Tenet” chegaria em 23 de julho no Brasil. Desde então, a Warner já adiou quatro vezes a exibição, sempre atrasando a estreia em algumas semanas. Só que, de “pulinho” em “pulinho”, o filme vai estrear quase três meses depois da data originalmente prevista, devido à pandemia de coronavírus. Apesar da reação divisiva da crítica, o site Rotten Tomatoes colocou sua credibilidade em cheque por ignorar as resenhas negativas e considerar como positivas diversas críticas cheias de ressalvas, mantendo a nota do filme elevada até sua estreia internacional, quando faturou US$ 53 milhões em cerca de 40 países no fim de semana passado. Desde então, as opiniões negativas começaram a ser acrescentadas e a nota do filme despencou, de 83% para 77% de aprovação. Ainda assim, mantém-se elevada, considerando o tom geral. “O que diabos foi isso?”, sintetizou a resenha do New York Post, incluída nesta quarta (2/9). Promovido como um grande mistério, o filme é, aparentemente, daqueles que precisam de explicação mesmo depois do espectador terminar de assisti-lo. Confirmando comentários do próprio elenco de que o filme é difícil de entender, as resenhas apontam que o roteiro é o ponto fraco da produção. A trama foi mantida em segredo durante toda a divulgação, explicada apenas numa sinopse que afirma: “Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo, o protagonista (John David Washington, de “Infiltrado na Klan”) precisa partir em uma missão dentro do mundo da espionagem internacional, que irá revelar algo além do tempo. Não é viagem no tempo. É inversão.” O texto nem se dá ao trabalho de nomear o personagem principal. Já as situações vistas no trailer incluem balas que disparam na direção contrária dos tiros e carros que capotam de trás pra frente, numa espécie de “efeito rewind”, que questiona a linearidade do tempo e lembra que o diretor responsável é o mesmo de “A Origem” (2010) e “Interestelar” (2014). O elenco também inclui Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, além de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). Curiosamente, “Mulher-Maravilha 1984” deveria ter sido exibido antes de “Tenet” no Brasil. Originalmente previsto para 4 de junho, o lançamento sofreu três adiamentos e agora será lançado quatro meses depois do planejamento inicial. Nos EUA, o filme segue com previsão de estreia em 4 de outubro. A direção é novamente de Patty Jenkins e, além da volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, o longa ainda contará com o retorno de Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar deste enredo também ter pouco detalhes revelados, os atores Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) vivem os vilões, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord.

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    Marvel não sabe o que fazer com Pantera Negra 2

    2 de setembro de 2020 /

    Com produção prevista para começar por volta de março, “Pantera Negra 2” vai precisar ser totalmente reinventado após a morte do astro Chadwick Boseman. No momento, o estúdio não sabe o que fazer, porque o ator não tinha informado a ninguém da produção do filme ou da Marvel sobre sua doença. Não havia plano B, porque, segundo apurou o site The Hollywood Reporter, Boseman apostava em se curar para interpretar o papel. De acordo com o THR, a primeira pessoa da produção a ser informada sobre o câncer foi Kevin Feige, chefão da Marvel Studios, num email urgente enviado uma hora antes da morte do ator, na sexta passada (28/8). Enquanto o foco da Disney e da Marvel no momento esteja em homenagens e no processamento da dor da perda de Boseman, em breve decisões precisarão ser tomadas sobre o destino da continuação de “Pantera Negra”. Como o primeiro filme arrecadou US$ 1,3 bilhão em todo o mundo, a nova produção é inevitável. Contratado para escrever e dirigir “Pantera Negra 2”, o cineasta do filme original, Ryan Coogler, está no centro das decisões sobre o futuro do personagem. “Passei o último ano preparando, imaginando e escrevendo palavras para ele dizer que não éramos destinado a ver. Fico quebrado sabendo que não serei capaz de assistir a outro close-up dele no monitor ou caminhar até ele e pedir outra tomada”, o cineasta contou em uma carta aberta. Coogler foi uma das pessoas pegas de surpresa pela morte do ator. “Depois que sua família divulgou a notícia, percebi que ele estava convivendo com a doença durante todo o tempo em que o conheci”, ele contou na carta-aberta. Ao retomar a produção, Feige e Coogler precisarão examinar as opções. Uma delas é substituir Boseman no papel, o que poderia gerar protestos de fãs e intimidar qualquer um que fosse sondado. Uma outra opção seria colocar outro personagem no uniforme do herói. O mais plausível seria fazer da irmã de T’Challa, Shuri (Letitia Wright) a nova Pantera Negra. Essa evolução teria, inclusive, paralelos com eventos já retratados nos quadrinhos. Caso opte por esta alternativa, o filme ainda precisará explicar o que aconteceu com T’Challa e mostrar a transição entre os heróis. Vale lembrar que a Disney já lidou anteriormente com a morte de uma protagonista de uma de suas franquias mais populares, quando Carrie Fisher faleceu antes das filmagens de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Após o impacto inicial da perda de Boseman, o estúdio deve enfrentar o mesmo processo que acompanhou a tomada de decisões sobre o destino da Princesa Leia no final da saga “Star Wars”.

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    Michael B. Jordan faz homenagem emocionada ao “irmão mais velho” Chadwick Boseman

    31 de agosto de 2020 /

    O ator Michael B. Jordan se pronunciou pela primeira vez nesta segunda (31/8) a noite sobre a morte do colega Chadwick Boseman, falecido na sexta (28/8) em decorrência de câncer. Em uma emocionada publicação, o ator explicou que não estava conseguindo encontrar uma maneira para se despedir daquele a quem considerava seu “irmão mais velho”. “Eu estava tentando encontrar as palavras, mas nada chega perto de como eu me sinto. Eu estive refletindo sobre cada momento, cada conversa, cada risada, cada discordância, cada abraço… sobre tudo”, iniciou o ator. “Eu queria que nós tivéssemos mais tempo. Uma das últimas vezes que nós conversamos, você disse que estávamos para sempre ligados, e agora a verdade disso significa mais para mim do que nunca. Desde o início da minha carreira, começando com ‘All My Children’, quando eu tinha 16 anos, você abriu o caminho para mim. Você me ensinou a ser melhor, honrar o propósito e criar um legado. E quer você saiba disso ou não… Tenho observado, aprendido e sendo constantemente motivado por sua grandeza ” “Tudo o que você deu ao mundo; as lendas e heróis que você nos mostrou que somos viverão para sempre. Mas o que mais dói é que agora entendo o quanto você é uma lenda e herói. Em meio a tudo isso, você nunca perdeu de vista o que mais amava. Você se importava com sua família, seus amigos, sua arte, seu espírito. Você se preocupou com as crianças, a comunidade, nossa cultura e humanidade. Você se importava comigo. Você é meu irmão mais velho, mas nunca tive a chance de lhe contar ou de lhe dar flores enquanto você estava aqui.” “Eu queria que tivéssemos mais tempo. Estou mais ciente agora do que nunca de que o tempo é curto com pessoas que amamos e admiramos. Vou sentir falta da sua honestidade, generosidade, senso de humor e dons incríveis. Vou sentir falta do presente que era compartilhar o espaço com você nas cenas. Estou dedicando o resto dos meus dias para viver como você viveu. Com graça, coragem e sem arrependimentos. ‘Este é o seu rei!?’ Sim. Ele é! Descanse no poder, irmão”, finalizou. Michael B. Jordan contracenou com Chadiwck Boseman desde o começo da carreira, na novela “All My Children”, antes dos dois se tornarem astros de Hollywood, e mais famosamente em “Pantera Negra”, no auge da popularidade de ambos. Ver essa foto no Instagram I’ve been trying to find the words, but nothing comes close to how I feel. I’ve been reflecting on every moment, every conversation, every laugh, every disagreement, every hug…everything. I wish we had more time. One of the last times we spoke, you said we were forever linked , and now the truth of that means more to me than ever. Since nearly the beginning of my career, starting with All My Children when I was 16 years old you paved the way for me. You showed me how to be better, honor purpose, and create legacy. And whether you’ve known it or not…I’ve been watching, learning and constantly motivated by your greatness. I wish we had more time. Everything you’ve given the world … the legends and heroes that you’ve shown us we are … will live on forever. But the thing that hurts the most is that I now understand how much of a legend and hero YOU are. Through it all, you never lost sight of what you loved most. You cared about your family , your friends, your craft, your spirit. You cared about the kids, the community, our culture and humanity. You cared about me. You are my big brother, but I never fully got a chance to tell you, or to truly give you your flowers while you were here. I wish we had more time. I'm more aware now than ever that time is short with people we love and admire. I’m gonna miss your honesty, your generosity, your sense of humor, and incredible gifts. I’ll miss the gift of sharing space with you in scenes. I’m dedicating the rest of my days to live the way you did. With grace, courage, and no regrets. “Is this your king!?” Yes . he . is! Rest In Power Brother. Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan) em 31 de Ago, 2020 às 4:47 PDT

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    Marvel presta homenagem a Chadwick Boseman

    31 de agosto de 2020 /

    A Marvel divulgou um vídeo em tributo a Chadwick Boseman, intérprete do herói Pantera Negra, que morreu na sexta-feira (28/8) de câncer de cólon. Com cenas de bastidores de “Pantera Negra”, entrevistas com o próprio ator, depoimentos dos colegas de filmagem, da equipe técnica, do diretor Ryan Coogler e de alguns dos Vingadores (Chris Evans, Scarlett Johnansson e Robert Downey Jr.), o vídeo se encerra com uma frase poderosa: “Você sempre será o nosso rei”. A homenagem também mostra a reação do público em eventos com a presença do ator, além de depoimentos sobre como “Pantera Negra” se tornou um marco da representatividade no cinema. O próprio ator diz num trecho: “É legal ver o que [‘Pantera Negra’] significa para as pessoas. Algumas vezes, na minha cabeça, eu ficava: ‘Bem, o que isso significa para o mundo? Esse clima vale algo?’. E tenho que dizer que sim, e não por ser um escape, mas quando é feito do jeito certo, isso vira esperança para as pessoas”. “Pantera Negra” será exibido na TV na noite desta segunda (31/8), em homenagem da rede Globo a Boseman.

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    Globo exibe Pantera Negra em homenagem a Chadwick Boseman

    31 de agosto de 2020 /

    A Rede Globo vai exibir o filme “Pantera Negra” nesta segunda-feira (31/8) em sua faixa Tela Quente para homenagear o ator e protagonista do longa, Chadwick Boseman, que morreu na sexta-feira (28/8), aos 43 anos, vítima de um câncer de cólon. A morte do ator surpreendeu o mundo, porque ele não revelou em nenhum momento que sofria de um câncer grave, e continuou trabalhando enquanto se tratava da doença. Visto ainda em forma em seu último lançamento, “Destacamento Blood”, de Spike Lee (lançado em junho na Netflix), Boseman foi diagnosticado com o estágio 3 do câncer em 2016. De lá pra cá, rodou diversos filmes de sucesso, entre eles “Pantera Negra”. Boseman virou o super-herói da Marvel em “Capitão América: Guerra Civil” (2017), aparecendo pela primeira vez como T’Challa, príncipe de Wakanda, que se tornava rei e o lendário herói Pantera Negra. Mas foi só o aperitivo (num contrato para cinco produções), servindo de teaser para o filme solo do herói, “Pantera Negra”. Mais que um blockbuster de enorme sucesso mundial, com bilheteria de US$ 1,3 bilhão, “Pantera Negra” representou um fenômeno cultural, criando o bordão “Wakanda Forever”, com tudo o que ele representa. Não só um país extremamente avançado, Wakanda foi encarado como uma ideia, afrofuturismo como o cinema jamais tinha ousado apresentar, que subvertia gerações de colonialismo cinematográfico e a representação da África como um continente miserável. A África apresentada em “Pantera Negra” era um lugar de dar orgulho por sua inovação e progresso. Como T’Challa, Boseman reinou sobre essa visão, que empoderava não apenas homens negros, mas também mulheres negras, apresentadas como guerreiras imbatíveis e cientistas inigualáveis. O diretor Ryan Coogler pretendia continuar a explorar esse mundo numa continuação, anunciada para 2022, mas o ator vai ficar devendo o filme. Ele realizou quatro dos longas de seu contrato, aparecendo ainda na dobradinha “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria do cinema em todos os tempos. Além de Chadwick Boseman, o elenco de “Pantera Negra” inclui Letitia Wright (série “Humans”) como sua irmã Shuri, Angela Bassett (“Invasão a Londres”) como sua madrasta Ramonda, Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”) como seu mentor e guia espiritual Zuri, Daniel Kaluuya (“Corra!”) como seu melhor amigo W’Kabi, Danai Gurira (série “The Walking Dead”) como a guerreira Okoye, Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) como outra guerreira, Nakia, Martin Freeman, reprisando seu papel de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), como o oficial da ONU Everett K. Ross, além dos antagonistas Erik Killmonger, vivido por Michel B. Jordan (“Creed”), M’Baku, interpretado por Winston Duke (série “Pessoa de Interesse”), e Ulysses Klaue, que Andy Serkis também já tinha interpretado em “Capitão América: Guerra Civil”. Confira o trailer legendado abaixo.

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    Diretor de Pantera Negra escreve despedida comovente para Chadwick Boseman

    30 de agosto de 2020 /

    O diretor Ryan Coogler, de “Pantera Negra”, assumiu-se surpreso e dolorido com a morte de Chadwick Boseman, a estrela de seu filme, após uma batalha de quatro anos contra o câncer de cólon. Em uma longa carta divulgada no domingo (30/8), Coogler lamentou a perda de “uma pessoa especial” que deixou uma “marca incrível”, e revelou que não sabia que o ator sofria com a doença. Boseman nunca havia falado publicamente sobre seu diagnóstico e Coogler observou que o ator “valorizava profundamente a privacidade”. “Eu não sabia dos detalhes de sua doença”, escreveu Coogler. “Depois que sua família divulgou a notícia, percebi que ele estava convivendo com a doença durante todo o tempo em que o conheci. Por ser um provedor, um líder e um homem de fé, dignidade e orgulho, ele protegeu seus colaboradores do sofrimento. Ele viveu uma vida linda. E ele fez uma grande arte. Dia após dia, ano após ano. Ele era assim. Ele era um espetáculo de fogos de artifício épico. Contarei histórias sobre ter presenciado algumas das suas faíscas brilhantes até o fim dos meus dias. Que marca incrível ele deixou para nós.” Na carta, Coogler se lembrou como se convenceu a fazer “Pantera Negra” por causa do ator. “Eu herdei a escolha da Marvel e dos irmãos Russo para T’Challa. É algo pelo qual serei eternamente grato”, comentou. “A primeira vez que vi a performance de Chad como T’Challa, foi em uma versão inacabada de ‘Capitão América: Guerra Civil'”, lembrou, dizendo que, na época, ainda estava “decidindo se dirigir ‘Pantera Negra’ era ou não a escolha certa para mim”. Ele disse que o que o convenceu foi ver um diálogo entre Boseman e o titã do cinema sul-africano, John Kani, que viveu o pai de T’Challa, Rei T’Chaka, “em um idioma que eu nunca tinha ouvido antes”. “Perguntei a Nate Moore, um dos produtores do filme, sobre a linguagem. ‘Vocês inventaram?’ Nate respondeu: ‘Esse é o xhosa, a língua nativa de John Kani. Ele e Chad decidiram fazer a cena assim no set, e nós fomos atrás.’ Eu refleti para mim mesmo: ‘Ele acabou de aprender falas em outro idioma naquele dia?’ Eu não conseguia dimensionar como isso deve era difícil e, embora não tivesse conhecido Chad, já estava maravilhado com sua capacidade como ator”. Coogler revela com carinho o dia em que finalmente conheceu Boseman em 2016, “assim que assinei para fazer o filme”. “Ele escapou de jornalistas que estavam reunidos para uma entrevista coletiva que eu daria sobre ‘Creed’ e se encontrou comigo. Conversamos sobre nossas vidas, o tempo que passei jogando futebol na faculdade e o tempo dele em Howard estudando para ser diretor, sobre nossa visão coletiva para T’Challa e Wakanda. Falamos sobre a ironia de como seu ex-colega de classe de Howard, Ta-Nehisi Coates, estava escrevendo o arco atual de T’Challa com a Marvel Comics. E como Chad conheceu o aluno de Howard, Prince Jones, cujo assassinato por um policial inspirou o livro de memórias de Coates, ‘Between The World and Me’.” “Percebi que Chad era uma anomalia”, continuou Coogler. “Ele estava calmo. Confiante. Estudando constantemente. Mas também gentil, reconfortante, tinha a risada mais calorosa do mundo e olhos que enxergavam muito além de sua idade, mas ainda podiam brilhar como uma criança vendo algo pela primeira vez.” “Essa foi a primeira de muitas conversas. Ele era uma pessoa especial. Costumávamos falar sobre herança e o que significa ser africano. Ao se preparar para o filme, ele refletia sobre cada decisão, cada escolha, não apenas em como isso se refletiria nele mesmo, mas como essas escolhas poderiam repercutir. ‘Eles não estão prontos para isso, para o que estamos fazendo…’. ‘Isto é ‘Guerra nas Estrelas’, este é ‘Senhor dos Anéis’, mas para nós … e muito mais!’. Ele diria isso para mim enquanto estávamos lutando para terminar uma cena dramática, que já se estendia para além do dobro do tempo previsto. Ou enquanto ele estava coberto de pintura corporal, fazendo suas próprias acrobacias. Ou mergulhado em água gelada e pulando em plataformas de pouso de espuma. Eu acenava com a cabeça e sorria, mas não acreditava nele. Eu não tinha ideia se o filme iria funcionar. Eu não tinha certeza se sabia o que estava fazendo. Mas eu olho para trás e percebo que Chad sabia algo que todos nós não sabíamos. Ele estava jogando um longo jogo. Tudo isso enquanto trabalhava. E ele fez o trabalho.” “Ele acompanhou os testes para papéis coadjuvantes, o que não é comum para atores principais em filmes de grande orçamento. Ele participou de várias audições. Na vez de Winston Duke, ele transformou uma leitura em uma cena de luta livre. Winston quebrou sua pulseira. Na audição de Letitia Wright para Shuri, ela derrubou sua pose real com seu humor característico e colocou um sorriso no rosto de T’Challa que era 100% Chad.” O diretor conta que as discussões se estenderam durante as filmagens. “Conversamos desde as fantasias a práticas militares. Ele me disse ‘Wakandanianos tem que dançar durante as coroações. Se eles apenas ficarem lá com lanças, o que os diferencia dos romanos?’. Nos primeiros rascunhos do roteiro, o personagem de Eric Killmonger pediria a T’Challa para ser enterrado em Wakanda. Chad contestou isso e perguntou: ‘E se Killmonger pedisse para ser enterrado em outro lugar?'” Falando sobre a amizade surgida durante as filmagens, Coogler confessa estar lidando mal com a perda. “Eu nunca sofri uma perda tão aguda antes”, descreveu. “Dói mais saber que não podemos ter outra conversa ou troca de mensagens. Ele enviava receitas vegetarianas e regimes alimentares para minha família para seguirmos durante a pandemia. Ele verificava como eu e meus entes queridos estávamos passando, mesmo enquanto lidava com o flagelo do câncer”, revelou, confirmando que não sabia nada sobre a condição do ator. Após o impressionante sucesso de bilheteria de “Pantera Negra”, os dois deveriam voltar a se juntar em uma sequência prevista para 2022, a qual Coogler já se dedicava. “Passei o último ano preparando, imaginando e escrevendo palavras para ele dizer que não éramos destinado a ver. Fico quebrado sabendo que não serei capaz de assistir a outro close-up dele no monitor ou caminhar até ele e pedir outra tomada”. “Nas culturas africanas, muitas vezes nos referimos a entes queridos, que já passaram, como ancestrais”, filosofou o diretor no final de seu texto. “Estávamos em Atlanta, em um armazém abandonado, com telas azuis e enormes luzes de cinema, mas a performance de Chad fez tudo parecer real. Acho que foi porque, desde o momento em que o conheci, os ancestrais falavam por meio dele. Não é segredo para mim agora como ele foi capaz de retratar habilmente alguns dos nossos personagens mais notáveis. Eu não tinha dúvidas de que ele continuaria a nos abençoar com mais. Mas é com o coração pesado e um sentimento de profunda gratidão por ter estado em sua presença, que tenho que reconhecer que Chad agora é um ancestral. E eu sei que ele vai cuidar de nós”.

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