Zack Snyder diz que aceitou refazer Liga da Justiça de graça
Zack Snyder revelou que nunca assistiu à versão de “Liga da Justiça” refeita por Joss Whedon e que não está recebendo pagamento da Warner para realizar sua versão do filme. Ele contou esses e outros detalhes de seu envolvimento com o longa de super-heróis da DC Comics em uma entrevista para a revista Vanity Fair. Segundo o cineasta, o conselho de não ver o que Whedon fez em “Liga da Justiça” veio de sua mulher, Deborah Snyder, e do diretor Christopher Nolan, ambos produtores do lançamento de 2017. “Eles vieram até mim e disseram: ‘Não assista a esse filme nunca'”, contou. Snyder, que dirigiu uma versão quase completa do filme, precisou se afastar da produção após uma tragédia pessoal. Acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva do trabalho original. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Na entrevista, Snyder diz que, quando estava filmando, perguntava-se “‘Como vou conseguir introduzir seis personagens, mais um alien com potencial de dominação do mundo, dentro de duas horas?’ Acho que teria conseguido, e certamente é possível, porque foi feito. Mas eu não vi”. Ele confirmou a importância do papel dos fãs para levar a Warner a reconsiderar sua visão para o filme. Mas foi preciso esperar o lançamento da HBO Max para isso se concretizar, porque, em seus primeiros contatos, o estúdio só se dispunha a lançar a “versão do diretor” sem realizar nenhum tipo de refilmagem nem finalizar os efeitos especiais incompletos das cenas abandonadas. Snyder recusou. “Obviamente que disse não. Eles queriam fazer isso por três motivos: primeiro, para tirar a internet da cola deles; segundo, para fazer um tipo de justiça, se redimir de alguma forma; e terceiro, para lançar uma versão mal-acabada do filme, para a qual podiam apontar e dizer ‘viu, nem era tão bom assim'”, explicou o diretor. Para conseguir fechar o acordo que incluiu refilmagens, com novos efeitos e até inclusões de personagens que jamais estiveram na versão original (como o Coringa de Jared Leto), o cineasta aceitou trabalhou de graça. “Eu não estou sendo pago por isso”, afirmou, sobre a nova edição. Mas ele vê vantagens na situação. “Eu não queria entrar nessa me comprometendo com alguém [um empregador]. Não ter um salário permitiu que todo o poder de negociação ficasse nas minhas mãos.” Por conta disso, Snyder afirma ter tido liberdade para refazer o final “com uma participação especial que vai explodir a mente dos fãs mais radicais”. A estreia de “Zack Snyder’s Justice League” está marcada para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max – que só vai chegar no Brasil em junho.
Falcão e o Soldado Invernal: Comercial destaca escudo do Capitão América
A Disney+ (Disney Plus) divulgou novos pôster e comercial de “Falcão e o Soldado Invernal”, que destaca o escudo do Capitão América. Ele aparece em vários momentos da prévia, trocando de mãos entre os personagens do título. Segunda série do Marvel Studios a estrear em 2021, “Falcão e o Soldado Invernal” vai abordar o legado do Capitão América e o peso simbólico de seu escudo, que foi deixado por Steve Rogers para o Falcão, no final de “Vingadores: Ultimato”. Além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), “Falcão e o Soldado Invernal” também retoma personagens introduzidos nos filmes do Capitão América, trazendo de volta Emily Van Camp ao papel de Sharon Carter e Daniel Brühl como Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Desenvolvida pelo roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”), a série vai estrear em 19 de março com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”.
Marvel recupera direitos de todos personagens das séries da Netflix
A Marvel já não tem justificativa para ignorar os heróis das séries exibidas na Netflix, que saíram do ar em 2018 após a plataforma reagir negativamente ao projeto da Disney+. Todos os direitos dos personagens já reverteram para o estúdio. O processo aconteceu em etapas, começando com Punho de Ferro e Luke Cage em outubro passado, seguido por Demolidor em novembro e por último, nesta semana, com Justiceiro e Jessica Jones. Além dos heróis que batizam as séries, todos os coadjuvantes, que incluem Elektra, Colleen Wing e Misty Knight, também estão liberados para aparecer nas produções da Marvel. Isso significa que todos podem ser utilizados em novos filmes e séries. Entretanto, até o momento, o Marvel Studios não anunciou nenhum plano para esses personagens vindos da Netflix. Apesar disso, fãs alimentam com esperança o rumor de que Charlie Cox retomará o papel de Matt Murdock, identidade secreta do Demolidor, no próximo filme do Homem-Aranha. Nada está confirmado.
James Gunn revela primeiras fotos dos bastidores da série do Pacificador
O diretor e roteirista James Gunn compartilhou as primeiras fotos dos bastidores da série “Peacemaker”, derivada de “O Esquadrão Suicida”. A imagem mostra o cineasta em meio ao elenco sorridente, em frente a uma casa-trailer pintada com as cores do uniforme trajado pelo ator John Cena (“Bumblebee”). Cena é o protagonista da série. A atração gira em torno do vilão Pacificador (Peacemaker, em inglês), personagem do ator no filme “O Esquadrão Suicida”, também escrito e dirigido por Gunn. A série irá explorar a origem do vilão, mas o cineasta alertou que isso não a torna automaticamente um prólogo de “O Esquadrão Suicida”. A trama também pode incluir aparições de outros membros da Força Tarefa X (mais conhecida como Esquadrão Suicida) e tem confirmada a presença do anti-herói Vigilante, que será vivido por Freddie Stroma (“Bridgerton”). O elenco ainda conta com Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Christopher Heyerdahl (“Van Helsing”), Chukwudi Iwuji (“Cidade Pássaro”), Lochlyn Munro (“Riverdale”), Annie Chang (“Shades of Blue”), Jennifer Holland (“Brightburn: Filho das Trevas”) e Steve Agee (também de “Brightburn”). Os dois últimos aparecerão em “O Esquadrão Suicida”, respectivamente como a agente da NSA Emilia Harcourt e o agente penitenciário John Economos. Com oito episódios, “Peacemaker” ainda não recebeu uma data de lançamento na HBO Max, mas só deve estrear após “O Esquadrão Suicida” chegar nos cinemas em agosto. Are you ready for what the #Peacemaker crew is cooking up? @DCPeacemaker @hbomax #teampeacemaker @thedanieb @JohnCena @jennlholland @steveagee @CConradTweets pic.twitter.com/Yo5hfHhHLJ — James Gunn (@JamesGunn) February 18, 2021
Novo episódio de WandaVision derruba a Disney+ nos EUA
Vários usuários americanos da Disney+ (Disney Plus) que tentaram assistir “WandaVision” no minuto em que a série foi disponibilizada nesta sexta (19/2) enfrentaram problemas de conexão. Quedas e interrupções afetaram a plataforma de streaming nos EUA, principalmente na Costa Oeste do pais, devido ao aumento de tráfego decorrente do grande interesse na série. A interrupção, porém, não foi longa. Durou aproximadamente 10 minutos, de acordo com a própria empresa. Entretanto, os relatórios sobre a duração da interrupção variaram no Twitter, com algumas pessoas tendo problemas por cerca de 30 minutos, levando ao surgimento de tópicos em torno da queda – como #Disney+Down. Também houve relatos de instabilidade entre assinantes da Costa Leste e até do Reino Unido. Vale lembrar que esse tipo de problema já tinha acontecido anteriormente com a HBO Go, que não conseguiu dar conta do tráfego originado pelo interesse nos capítulos finais de “Game of Thrones”.
Atriz latina será Supergirl no cinema
A Warner encontrou sua nova Supergirl em Sasha Calle, atriz latina de 26 anos que desde 2018 faz parte da interminável novela americana “The Young and the Restless”. Nascida em Boston, EUA, a morena de descendência colombiana não se destacou em nenhum outro trabalho televisivo e o papel marcará sua estreia no cinema. A escolha foi feita pelo diretor argentino Andy Muschietti (de “It: A Coisa”), que comandará Calle em seu primeiro filme, “The Flash”. Ele próprio fez o anúncio, falando em espanhol com a atriz e postando um vídeo no Instagram do momento em que revelou sua escolha. Como pode ser visto abaixo, ela tem uma reação emocionada: demonstra surpresa e cai no choro, acreditando que o contato fosse para novos testes para o papel. Segundo apurou o site Deadline, 425 atrizes diferentes foram testadas! E a performance de Calle impressionou tanto o diretor quanto o chefe da DC Films, Walter Hamada. Só que ela não sabia – como nenhuma candidata sabia – que o papel seria de Supergirl. Supergirl será introduzida no filme “The Flash”, que será uma continuação de “Liga da Justiça” (2017), incluindo participações de alguns personagens daquele filme, como o Batman vivido por Ben Affleck, além, claro, do Flash interpretado por Ezra Miller. O herói Ciborgue também deveria aparecer, mas após denúncias e polêmicas envolvendo seu intérprete, Ray Fisher, e a Warner, devido às refilmagens de “Liga da Justiça” por Joss Whedon, ele não vai mais fazer parte da produção. A trama lidará com o multiverso e diferentes versões dos super-heróis da DC. Michael Keaton, por sinal, também está confirmado como Batman, retomando o personagem que interpretou em “Batman” (1989) e “Batman – O Retorno” (1992). Por conta dessa narrativa, não está claro se Calle será uma Supergirl alternativa, de alguma Terra paralela do multiverso, ou se assumirá o papel definitivamente, aparecendo em outros filmes – mas esta última opção é fortalecida pela participação de Walter Hamada no processo decisório. Um filme solo de Supergirl está em desenvolvimento há anos. Mas a última notícia deste projeto é de 2018, quando a Warner contratou Oren Uziel (“O Paradoxo Cloverfield”) para escrever o roteiro. Sempre retratada como uma americana loira, Supergirl já foi vivida por Helen Slater em seu único filme de cinema, lançado em 1984. Na TV, a heroína ficou mais conhecida durante a passagem de Laura Vandervoort na série “Smallville” (entre 2007 e 2011) e ganhou status de protagonista com Melissa Benoist, absolutamente perfeita como a personagem título da série “Supergirl”, que, por coincidência ou não, vai chegar ao fim neste ano. Vale reparar que Sasha Calle tem praticamente a mesma idade que Melissa Benoist tinha quando virou Supergirl. O filme “The Flash” ainda não começou a ser filmado, mas sua estreia está marcada para novembro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andy Muschietti (@andy_muschietti)
Stargirl vai encontrar o Flash original em sua 2ª temporada
“Stargirl” vai realizar seu primeiro crossover com o Arrowverso em sua 2ª temporada. O ator John Wesley Shipp foi confirmado na atração, reprisando seu papel como Jay Garrick, também conhecido como o Flash original de uma Terra paralela. O personagem foi visto pela última vez em “Crise nas Infinitas Terras”, o megacrossover que juntou cinco séries da rede The CW entre dezembro de 2019 e janeiro do ano passado. A participação vai acontecer no episódio nove, que será “um episódio de flashback crucial”, segundo a descrição do canal. A trama irá estabelecer “o Flash da Era de Ouro como um membro da Sociedade da Justiça da América da Terra 2”. John Wesley Shipp, claro, também foi o Flash original da televisão, intérprete do herói numa série exibida em 1990. Muita coisa mudou na cronologia do Arrowverso graças aos eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, mas a confirmação de que a participação do ator é um crossover oficial vem da própria CW. Mais que isso. O episódio também “trará oficialmente ‘Stargirl’ ao mundo pós-Crise da rede CW, ao lado de ‘The Flash’, ‘Superman & Lois’, ‘Batwoman’, ‘Black Lightning’ (Raio Negro), ‘Supergirl’ e ‘Legends of Tomorrow'”, de acordo com a emissora americana.
WandaVision vai homenagear Modern Family no próximo episódio
A Marvel divulgou uma cena do próximo episódio de “WandaVision”, que mostra Wanda conversando diretamente com a câmera como em um falso documentário. Isto significa que o episódio desta sexta (19/2) avançará sua “homenagem televisiva” até os anos 2000. O recurso é uma citação ao estilo narrativo adotado por séries como “The Office” (2005-2013) e – mais especificamente no caso da cena – “Modern Family” (2009-2020). “WandaVision” usa a referência de sitcoms tradicionais para mostrar a rotina do casal Wanda (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) e como eles tentam se encaixar em uma rotina normal, apesar do que acontece ao seu redor, no mundo fora de sua redoma literal. Levantamento recente da empresa Parrot Analytics apontou que a série disponibilizada pela plataforma Disney+ (Disney Plus) pode ser a mais assistida do mundo em 2021. A atração tem só mais três episódios inéditos, encerrando-se no dia 5 de março.
Protagonista da nova série de Constantine não seria branco
A informação de que John Constantine ganhará uma nova série na HBO Max foi acompanhada por uma informação de bastidores, ainda não confirmada oficialmente, que já agitou as redes sociais com declarações de perda de interesse na produção. De acordo com o site Deadline, a nova série do personagem dos quadrinhos da DC Comics vai prezar pela diversidade na escalação. Outros sites chegam a citar nominalmente o ator Riz Ahmed (o vilão de “Venom”) como preferência dos produtores. Em outras palavras, Constantine não será retratado como sempre foi nos quadrinhos: como um inglês loiro. Vale lembrar que Keanu Reeves sofreu rejeição por não ser um loiro britânico ao assumir o papel no filme de 2005. Por conta disso, ao anunciar Matt Ryan como intérprete do personagem na série de 2014, o showrunner David S. Goyer disse textualmente: “Tenho orgulho de dizer que Constantine está sendo interpretado por um britânico, Matt Ryan, e ele tem cabelos loiros.” A alteração racial de personagens estabelecidos costuma dividir opiniões. Mas os quadrinhos já mostraram o caminho do consenso. Quando a Marvel quis fazer um Homem-Aranha negro, não mudou a pigmentação de Peter Parker, o personagem tradicional. Criou outro personagem: Miles Morales. Ele caiu nas graças do público e acabou estrelando seu próprio longa-metragem, “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que venceu o Oscar de Melhor Animação. Além disso, a Marvel passou a ter outro personagem negro importante em seu universo, que nunca enfrentou comparações com sua versão branca, porque ela não existe. O sucesso dessa iniciativa passou a guiar os passos da editora, que lançou sua “Homem de Ferro negra” na forma de Riri Williams, a Coração de Ferro, e sua Capitã Marvel muçulmana como Kamala Khan, a Ms. Marvel. Agora, as duas heroínas vão ganhar suas próprias séries na Disney+ (Disney Plus). Vale reparar que a expectativa de um Constantine BIPOC já rende discussões estéreis nas redes sociais, que não aconteceram durante o anúncio das séries de Coração Negro e Ms. Marvel. Além disso, a iniciativa assume abertamente a possibilidade de rejeição dos fãs do personagem original – que foi concebido nos anos 1980 com inspiração no visual do cantor Sting. A nova versão de Constantine está nas mãos da Bad Robot, produtora do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). O projeto está sendo escrito pelo estreante Guy Bolton (autor do best-seller “The Pictures”), conforme revelou seu agente num perfil da web.
Constantine vai ganhar nova série na HBO Max
Uma nova série centrada em John Constantine, personagem dos quadrinhos da DC Comics, está em desenvolvimento na HBO Max. A informação foi confirmada pela revista Variety após surgir em blogs geeks. De acordo com as fontes da publicação, o programa se relacionaria com a série “Justice League Dark”, sobre a Liga da Justiça Sombria, que está atualmente em andamento para a plataforma com a produção da Bad Robot, de JJ Abrams (diretor de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”). Ainda não anunciado oficialmente, o projeto está sendo escrito pelo estreante Guy Bolton (autor do best-seller “The Pictures”), conforme revelou seu agente num perfil da web, e estaria em busca de um ator para interpretar Constantine – que será mais jovem que a versão vivida por Matt Ryan na série de 2014 e continuada em “Legends of Tomorrow”. Além da versão de Ryan, o personagem também foi vivido por Keanu Reeves no filme “Constantine” (2005), que se tornou cultuado, apesar dos protestos originais dos fãs contra as mudanças promovidas pela produção. A HBO Max não quis comentar a notícia da Variety. A plataforma também não adiantou que personagens vão aparecer na série da “Liga da Justiça Sombria”. Nos quadrinhos, isso inclui Constantine, Monstro do Pântano, Madame Xanadu, Desafiador (Deadman), Zatanna e outros integrantes do universo de magia e terror da editora DC.
Batman de Michael Keaton e Superman de Christopher Reeve vão voltar em quadrinhos
Depois de explorar com grande sucesso o Batman da série de 1966 em novas publicações em quadrinhos – e até em dois longas animados recentes – , a DC Comics anunciou que editará dois especiais ambientados na mesma cronologia dos filmes “Batman”, que Tim Burton dirigiu em 1989, e do “Superman” introduzido magistralmente por Richard Donner em 1978. Os dois filmes são considerados duas das melhores adaptações de quadrinhos em todos os tempos. O “Batman” original chegou a ganhar uma adaptação em quadrinhos na época de seu lançamento, mas será a primeira vez que a versão do herói interpretado por Michael Keaton ganhará novas histórias desde a continuação cinematográfica, “Batman: O Retorno”, de 1992. O mais interessante é que o autor da adaptação é Sam Hamm, o roteirista original do filme de 1989. Ele trabalhará no projeto com o artista Joe Quinones, que nunca escondeu a influência dos filmes de Tim Burton em seus desenhos de Batman. Além dos quadrinhos, essa versão de Batman também poderá ser vista em breve num filme inédito. Keaton fechou contrato para retomar o papel na vindoura produção de “The Flash”. É que o longa centrado no velocista do universo DC vai abordar o multiverso, trazendo várias versões diferentes dos super-heróis da editora – como o Arrowverso já fez no crossover “Crise nas Infinitas Terras”, exibido entre o final de 2019 e o começo de 2020 na televisão. Já o especial que retomará o Superman interpretado por Christopher Reeve será escrito por Robert Venditti – autor dos quadrinhos adaptados em “Substitutos”, filme de 2009 estrelado por Bruce Willis. Atualmente, ele tem contrato exclusivo com a DC e assina as revistas de “Hawkman” (Gavião Negro) e “Supergirl”. Seu parceiro neste projeto é o artista Wilfredo Torres, que desenha a popular revista “Batman ’66”, sobre a série clássica da TV. Vale lembrar que o Superman de 1978 já tinha ressurgido extraoficialmente nos quadrinhos. Em 2006, o roteirista Geoff Johns (“Mulher-Maravilha 1984”) desenvolveu com o cineasta Richard Donner o arco “O Último Filho”, em que o desenhista Adam Kubert se baseou no visual do filme do diretor.
Ray Fisher aproveita escândalo de Buffy para provocar chefões da Warner
O ator Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, aproveitou a nova leva de acusações contra Joss Whedon, agora de integrantes das séries “Buffy: A Caça-Vampiros” e seu spin-off “Angel”, para provocar figuras de peso da Warner que teriam acobertado o mau comportamento do diretor. “Só há um motivo para não ter sido processado por Joss Whedon, Toby Emmerich, Geoff Johns, Jon Berg ou Walter Hamada: eles sabem que estou dizendo a verdade”, ele tuitou. De fato, Fisher chegou a desafiar Whedon a processá-lo em julho passado, logo após denunciar o diretor no Twitter por comportamento “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável” no set de “Liga da Justiça”. “Se qualquer coisa que eu disse sobre [Joss Whedon] for mentira, eu o convido, sinceramente, a me processar. Pode vir”, afirmou na ocasião, durante participação na convenção online Justice Con, que contou com a presença de Zack Snyder, o diretor original de “Liga da Justiça”. Snyder acabou se afastando do longa devido a uma tragédia pessoal e a Warner promoveu sua substituição na pós-produção por Whedon, responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”, que refez boa parte do filme. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. O intérprete de Ciborgue disse que Geoff Johns e Jon Berg, produtores de “Liga da Justiça”, “incentivaram” o mau comportamento do diretor. Ele ainda acusou Johns de ameaçar acabar com sua carreira caso levasse adiante suas reclamações, revelou que o presidente da DC Films, Walter Hamada, pediu para livrar Johns das acusações e que o próprio presidente da Warner Bros. Pictures, Toby Emmerich, teria participado de discussões racistas para eliminar personagens negros e diminuir o seu espaço nas refilmagens do longa. “Antes do processo de refilmagem da ‘Liga da Justiça’, conversas abertamente racistas foram mantidas e entretidas – em várias ocasiões – por antigos e atuais executivos de alto nível da Warner Bros. Pictures”, disse o ator. “Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich”, ele tuitou em outubro. Ele pressionou a empresa até a AT&T, dona da Warner Bros Pictures, conduzir uma investigação interna, que se encerrou em dezembro com um comunicado avisando que “medidas corretivas foram tomadas”. Na prática, porém, o único resultado visível foi o afastamento de Joss Whedon (que ele fez parecer voluntário) da produção de “The Nevers”, a primeira série do produtor cineasta na HBO – com lançamento previsto para abril. Só que após esta pequena vitória, Fisher foi afastado do filme “The Flash”, em que faria uma participação como Ciborgue. Esta aparente punição não passou desapercebida por Charisma Carpenter, intérprete de Cordélia em “Buffy” e uma das testemunhas ouvidas na investigação sobre Whedon, que se revoltou e colocou a boca no mundo, revelando o que sofreu nas mãos de Whedon nos bastidores da série clássica. Foi “a gota d’água para mim”, disse, sobre o afastamento de Fisher. “Me incomoda e entristece que, em 2021, os profissionais ainda tenham que escolher entre a denúncia de irregularidades no local de trabalho e a segurança no emprego”. A denúncia de Carpenter gerou comoção e levou outras atrizes a falarem do “ambiente tóxico” de “Buffy”, abrindo outra crise na empresa, já que a série era uma produção da Warner Bros. TV. Fisher também aproveitou a acusação da atriz para voltar a atacar o presidente da DC Films. ‘O que torna Walter Hamada ‘o tipo mais perigoso de permissível’ é sua disposição de encobrir cegamente seus colegas. Se ele tivesse conseguido desencorajar a investigação de bastidores de ‘Liga da Justiça’, não estaríamos aqui. Ele deve desculpas a Charisma Carpenter e a todos os outros”, apontou, sem que o estúdio se manifestasse. There’s only one reason that I haven’t been sued by Joss Whedon, Toby Emmerich, Geoff Johns, Jon Berg, or Walter Hamada: They know I’m telling the truth. A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) February 16, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ray Fisher (@ray8fisher)
The Flash: Trailer da 7ª temporada retoma história interrompida pela covid-19
A rede americana The CW divulgou o pôster e um novo trailer da 7ª temporada de “The Flash”. A prévia mostra que a série vai retomar a história do ponto em que foi interrompida pela pandemia de covid-19. “The Flash” saiu do ar em maio passado antes de exibir todos os capítulos previstos para a temporada. Com isso, os primeiros episódios de 2021 concluirão a trama aberta, centrada no conflito com a versão feminina do vilão Mestre dos Espelhos (Efrat Dor), no fim da Força da Velocidade, com a consequência perda de poderes do Flash (Grant Gustin), e o desaparecimento da esposa do herói, Iris (Candice Patton), presa numa dimensão de espelhos. Além dessas situações não solucionadas, a série também terá que lidar com o destino do Homem-Elástico. O personagem não deve voltar a aparecer após a demissão de seu intérprete, Hartley Sawyer, em junho. O motivo foi o ressurgimento de tuítes antigos contendo referências misóginas e racistas. Escritos antes de Sawyer ingressar na série, os posts eram tentativas de humor com referências à agressões sexuais e repletos de linguagem racista e homofóbica. Sua demissão ocorreu em meio a protestos internacionais contra o racismo, após a morte de George Floyd, em 25 de maio, por policiais brancos nos EUA. Sawyer publicou um pedido de desculpas no Instagram, mas isso não impediu sua demissão, após se tornar um integrante fixo do elenco em 2018. Ele já foi eliminado da equipe no pôster oficial e não aparece em nenhum trecho do trailer. A situação deve ser abordada no primeiro episódio da nova temporada, que será exibido em 2 de março nos EUA. “The Flash” faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.












