Mudbound: Aposta da Netflix para o Oscar 2018 ganha vídeo de bastidores
A Netflix divulgou um vídeo de 4 minutos com entrevistas do elenco e criadores de “Mudbound”, um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance deste ano e aposta da plataforma para o Oscar 2018. A produção é um drama épico à moda antiga, que a prévia ajuda a delinear. “Mudbound” conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado a fazenda com sonhos de grandeza. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A trama de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e seu elenco grandioso já conquistou antecipadamente o primeiro troféu do Gotham Awards, evento do cinema indie americano, que abre a temporada de premiações de Hollywood. Ele inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance – a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido nos festivais de Toronto, Londres e Nova York, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma também fez um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia aconteceu na sexta (17/11).
Globo e SBT preparam série sobre a mesma história: os crimes do ex-médico Roger Abdelmassih
Globo e SBT estão desenvolvendo minisséries sobre a mesma história, focada no ex-médico Roger Abdelmassih, que se aproveitava do uso de anestesia em suas pacientes para estuprá-las. Ele foi condenado a 278 anos de prisão por 52 estupros e quatro tentativas de estupro. A minissérie da Globo já está em fase de produção. Chamada de “Assédio”, é inspirada no livro “A Clínica — A Farsa e os Crimes de Roger Abdelmassih” (2016), do jornalista Vicente Vilardaga, e traz Antonio Calloni no papel do médico. O roteiro é de Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e a direção de Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”). Já a série do SBT é intitulada “Bem-vindo ao Inferno” e se baseia no livro com o mesmo título, lançado em 2015, que traz o relato de Vana Lopes, uma das vítimas do médico. A produção foi anunciada nesta sexta-feira (17/11) e será uma parceria com grupo de TV paga A&E Television, dono também do History. Como a Globo anunciou planos de usar “Assédio” para lançar um novo serviço de streaming, que pretende competir com a Netflix, o SBT poderia sair na frente ao exibir sua produção antes na TV aberta. Mas o projeto da produtora Panorâmica prevê captação de recursos junto ao Fundo Setorial da Ancine, e com isso “Bem-vindo ao Inferno” só deve ser exibida em 2019.
Série Difficult People é cancelada após três temporadas
O serviço de streaming Hulu anunciou o cancelamento da série “Difficult People” após três temporadas. Criada e estrelada por Julie Klausner, a série mostrava Julie e Billy, versões dela mesmo e de Billy Eichner, como dois comediantes que lutam para emplacar em Nova York. Sem conseguir reconhecimento ou estabelecer amizades influentes, a dupla aparentemente odeia a todos, exceto um ao outro. A série estreou em Hulu em 5 de agosto de 2015 e tinha grande aprovação da crítica (92% no Rotten Tomatoes). O último episódio foi ao ar em 26 de setembro. Após o anúncio, Eichner agradeceu aos fãs do programa no Twitter, confirmado o fim da produção e elogiando a parceira Julie Klausner, “a pessoa mais engraçada que conheço”. Veja abaixo. Yes it's true. DIFFICULT PEOPLE has come to an end. Thanks to many people but above all my friend, @julieklausner. A singular comedic voice & the funniest person I know. I cannot WAIT to see what Julie creates next. Thanks to all of you Difficult People out there who watched.❤️ — billy eichner (@billyeichner) November 15, 2017
Atriz transgênero de Transparent acusa Jeffrey Tambor de abuso sexual
Uma segunda pessoa denunciou o astro de “Transparent”, Jeffrey Tambor, por abuso sexual. A acusadora é a atriz transgênero Trace Lysette, colega de elenco de Tambor na série da Amazon. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, a intérprete da personagem Shea alegou que o ator teria se portado de maneira inapropriada no set de gravações do programa. “Ele apareceu e falou para mim: ‘Meu Deus, Trace. Quero te atacar sexualmente”, explicou ela. O ator, então, teria colocado seus pés sobre os dela, impossibilitanto os movimentos da moça. “Ele se inclinou em cima de mim, foi muito rápido, ele se atirou de um lado para o outro contra o meu corpo. Senti seu pênis no meu quadril”, disse a atriz. Trace também descreveu outras situações desconfortáveis. Entre elas um episódio em que Tambor teria tentado beijá-la sem sua permissão. Enquanto atuou em “Transparent”, Trace dividiu a casa com a assistente de produção Van Barnes. As duas são transgênero e ambas foram assediadas por Tambor. Na época em que trabalhava na série, Barnes entrou em um acordo com Tambor para não discutir sobre o caso. Trace, no entanto, abriu o jogo pela amiga. “Ela chegava em casa destruída e estressada. Vi que ela a botava para baixo. Na maioria das vezes, ela guardava esse sentimento para si mesma”, explicou a atriz, que levou ambos os casos para os produtores de “Transparent”, mas nada foi feito. As alegações de Van Barnes foram as primeiras a vir à tona, numa publicação compartilhada apenas para um pequeno grupo em seu Facebook, no começo do mês. Na ocasião, Tambor buscou restringir a denúncia à qualificação de ex-funcionária desgostosa. “Estou a par de que uma contrariada ex-assistente fez uma publicação privada insinuando que eu tinha atuado de modo inadequado com ela”, disse o ator como resposta. “Rejeito e nego de maneira contundente e veemente qualquer insinuação ou acusação de que eu tenha mantido alguma vez algum tipo de comportamento inadequado com esta pessoa ou com qualquer outra com quem tenha trabalhado. Estou consternado e angustiado por esta acusação infundada”, ele se manifestou. A criadora da série, Jill Soloway, também divulgou uma nota após o surgimento das acusações. “Tudo o que diminui o nível de respeito, segurança e inclusão tão fundamental para o nosso ambiente de trabalho é completamente antitético aos nossos princípios”, ela afirmou. “Estamos cooperando com a investigação sobre este assunto”. Um representante da Amazon afirmou que os casos estão sendo apurados e serão discutidos em uma conversa com a equipe do programa. Tambor venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, em que interpreta um transexual novato da Terceira Idade, cuja transição de gênero pega a família de surpresa.
Netflix, Spotfy e outros serviços de streaming já começam a ser taxados
O prefeito de São Paulo João Dória sancionou nesta quarta-feira (15/11), em pleno feriado, o projeto de lei que estabelece a cobrança de impostos para serviços de streaming sediados na cidade, como Netflix e Spotfy. A proposta tinha sido aprovada pela Câmera Municipal no dia 1º de novembro. Com a nova norma, as empresas do setor serão taxadas em 2,9%. A Netflix já se manifestou, afirmando em comunicado que não irá repassar o valor para os assinantes. A cobrança do ISS no setor segue a lei complementar nº 157, sancionada pelo presidente Michel Temer em dezembro do ano passado, que altera a cobrança do imposto e institui a tributação dos sites de streaming por parte dos municípios onde o serviço é contratado. Dória vetou apenas um item no projeto aprovado pela Câmera: a emenda que previa isenção de taxas administrativas para igrejas na cidade de São Paulo. Foi vetada por, segundo a Prefeitura, violar o princípio constitucional da isonomia ao pedir tratamento privilegiado às igrejas.
Vídeo anuncia estreia da 2ª temporada de The Handmaid’s Tale em abril
A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, que informa que a Melhor Série de Drama do Emmy 2017 volta com episódios inéditos em abril de 2018. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a série se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. Elizabeth Moss (da série “Mad Men”) venceu o Emmy de Melhor Atriz pelo papel de Offred, uma das últimas mulheres férteis, forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do planeta. Na história, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que passa pelo mesmo tipo de treinamento e serve como conexão de Offred com sua vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”), Ann Dowd (série “The Leftovers”) e Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”). As duas últimas também foram premiadas com o Emmy, respectivamente como Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”), premiado com o Emmy de Melhor de Roteiro de Série Drama. Diretora do piloto e de mais dois episódios, Reed Morano também venceu seu Emmy, na categoria de Melhor Direção de Série de Drama. Ainda inédita no Brasil, a produção foi adquirida pelo canal pago Paramount, que só deve começar a exibi-la no início de 2018.
Game de ação Hitman vai virar série do criador de John Wick
A plataforma de streaming Hulu está desenvolvendo uma série baseada no game “Hitman”, o mais vendido da IO Interactive, que já foi adaptado em dois filmes. Segundo o site Deadline, a Hulu encomendou um piloto que será escrito por Derek Kolstad, roteirista criador da franquia de ação “John Wick”. O projeto é uma produção da Fox, que lançou os dois filmes da franquia, em 2007 e 2015. Com mais de 25 milhões de cópias vendidas desde seu lançamento em 2000, “Hitman” acompanha o agente 47, um assassino letal com um passado misterioso. A série deverá refletir a mitologia do videogame, cujo último jogo vendeu 7 milhões de cópias. Mais dois games da franquia estão atualmente em desenvolvimento na IO Interactive.
Amazon confirma produção de série baseada em O Senhor dos Anéis
A especulada série derivada de “O Senhor dos Anéis” foi confirmada pelo Amazon Studios. A empresa fechou um contrato com os herdeiros do escritor J.R.R. Tolkien e a Warner, que inclui o compromisso de produzir várias temporadas e até mesmo um possível spin-off. Ela venceu a Netflix, que também estava no páreo pela disputa dos direitos. A aquisição é acompanhada por mais informações sobre o projeto, que não será uma adaptação literal dos livros de J.R.R. Tolkien, já transformados em filmes por Peter Jackson. A trama contará histórias que ocorreram antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais passadas na Terra Média, com personagens conhecidos, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. No comunicado que anunciou a produção, Sharon Tal Yguado, nova chefe do Amazon Studios, afirmou: “O Senhor dos Anéis é um fenômeno cultural, que capturou a imaginação de gerações de fãs através da literatura e da tela grande. Estamos honrados em trabalhar com a Tolkien Estate and Trust, a editora HarperCollins e o estúdio New Line [da Warner] nesta colaboração emocionante para a televisão e estamos entusiasmados em levar os fãs de ‘O Senhor dos Anéis’ em uma nova jornada épica na Terra-Média”. Um representante dos herdeiros de Tolkien também se pronunciou no comunicado. “Nós estamos encantados que a Amazon, com seu compromisso de longa data com a literatura, seja o lar da primeira série de múltiplas temporadas de ‘O Senhor dos Anéis’. Sharon e a equipe da Amazon Studios têm idéias excepcionais para trazer para a tela histórias inexploradas, com base em manuscritos originais de J.R.R. Tolkien”. O acordo aconteceu poucas semanas após Jeff Bezos, dono da Amazon, afirmar que a plataforma de streaming da companhia precisava ter seu próprio “Game of Thrones”. Ainda não há previsão de estreia.
Trailer da série There’s… Johnny recria bastidores do famoso talk show de Johnny Carson
A plataforma Hulu divulgou 12 fotos e o trailer de “There’s… Johnny!”, série de comédia dramática passada nos bastidores do programa “The Tonight Show”, de Johnny Carson, principal talk show americano dos anos 1970. A recriação de época vai muito além dos detalhes cenográficos e figurinos, como se pode ver pelos tópicos abordados na prévia, e não é exatamente um retrato reverente, mostrando a desigualdade salarial entre homens e mulheres, ao mesmo tempo em que aponta a inclinação dos redatores para abordar temas controversos da época, como a Guerra do Vietnã. A narrativa é centrada num jovem estagiário, que começa a trabalhar na produção em 1972, quando o programa já é um dos mais vistos da TV americana. Ele sofre trotes dos roteiristas, apaixona-se pela produtora e se encanta com os bastidores televisivos. Mas o detalhe mais interessante é que, embora seja um relato fictício, nenhum ator interpreta o apresentador Johnny Carson, que dá título à série. Lenda da TV americana, ele aparece em imagens reais de arquivo, muitas vezes em monitores de TV. “There’s… Johnny!” foi originalmente concebida para o Seeso, serviço de streaming da NBCUniversal, que foi abandonado no começo do ano, ainda em fase de testes. Mas acabou resgatada pelo Hulu, graças aos talentos envolvidos. A série foi criada pelo ator Paul Reiser (que está na 2ª temporada de “Stranger Things”) e pelo veterano roteirista David Steven Simon (criador de “Dupla do Barulho”), que trabalharam juntos na série clássica dos anos 1990 “Mad About You” (Louco por Você). Além deles, a produção inclui o diretor David Gordon Green (“Especialista em Crise”), que comanda os dois primeiros episódios. O elenco destaca Ian Nelson (“O Garoto da Casa ao Lado”), Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), T’Keyah Crystal Keymáh (série “In Living Colour”), David Hoffman (série “I Live with Models”), Nate Smith (série “Red Oaks”), Roger Bart (série “Revenge”) e um irreconhecível Tony Danza (da série clássica “Who’s the Boss”). A 1ª temporada terá sete episódios com estreia marcada para quinta-feira, 16 de novembro, nos Estados Unidos.
Batman enfrenta Jack, o Estripador no primeiro trailer da animação Gotham by Gaslight
A DC Entertainment divulgou o trailer de “Batman: Gotham by Gaslight”, nova adaptação de quadrinhos clássicos da DC Comics. A prévia mostra Batman no século 19, numa Gotham City com ares da Londres vitoriana, para enfrentar o perigoso serial killer Jack, o Estripador. A animação adapta os quadrinhos homônimos de 1989, concebidos por Brian Augustyn e Mike Mignola (o criador de “Hellboy”), que foram lançados no Brasil com o título “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, mas também insere elementos da continuação, “Batman: Mestre do Futuro”, publicada dois anos depois com roteiro do mesmo Augustyn e desenhos do já falecido artista uruguaio Eduardo Barreto. A adaptação de quadrinhos clássicos, especialmente da década de 1980, já é uma tradição das animações da Warner/DC, como visto em “Batman: Ano Um” (2011), “Batman: A Piada Mortal” (2016) e “Jovens Titans: O Contrato de Judas” (2017), entre outras. A direção é de Sam Liu (o mesmo diretor de “Ano Um” e “A Piada Mortal”) e o elenco de vozes destaca Bruce Greenwood (“Star Trek”), retomando o papel de Batman/Bruce Wayne que desempenha na série “Young Justice” (Justiça Jovem), Jennifer Carpenter (séries “Dexter” e “Limitless”) como Selina Kyle/Mulher-Gato e Anthony Head (séries “Buffy” e “Merlin”) como Alfred. O lançamento é previsto para 2018 em streaming e Blu-ray.
Runaways: Novos super-heróis de série da Marvel ganham pôsteres individuais
A plataforma de streaming Hulu divulgou um banner e uma coleção de pôsteres de sua primeira série de super-heróis “Runaways”, adaptação dos quadrinhos da Marvel criados por Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”). Enquanto o banner reúne os protagonistas, os pôsteres destacam suas mãos, de forma individual, numa mostra de seus poderes. A premissa é a mesma dos quadrinhos, publicados no Brasil como “Fugitivos”. A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Os heróis juvenis da trama são vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Já o elenco “adulto” traz Ryan Sands (série “The Wire”), Angel Parker (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Brittany Ishibashi (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”), James Yaegashi (série “Demolidor”), Kevin Weisman (série “Alias”), Brigid Brannagh (série “Army Wives”), Annie Wersching (série “The Vampire Diaries”), Kip Pardue (série “Ray Donovan”), James Marsters (série “Buffy – A Caça-Vampiros”), Ever Carradine (série “Eureka”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). Originalmente, a Marvel chegou a considerar transformar a história num filme. Em 2010, a produção chegou a ter um roteiro desenvolvido por Vaughan em parceria com Peter Sollet (“Nick e Norah – Uma Noite de Amor e Música”), que também seria responsável pela direção. Mas o projeto nunca saiu do papel. A versão de streaming é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”. A série estreia em 21 de novembro nos Estados Unidos e será exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
Disney vai produzir primeira série live action de Star Wars para lançar seu serviço de streaming
A Disney planeja produzir a primeira série live-action de “Star Wars” para lançar seu serviço de streaming. E não é só. De acordo com a revista Variety, a produção será acompanhada por uma série animada da Pixar baseada em “Monstros S.A.”, uma produção derivada da franquia “High School Musical”, do Disney Channel, e uma nova atração de super-heróis da Marvel. Ainda não há informações sobre os detalhes de nenhum desses projetos, mas eles deixam claro que a Disney pretende investir em conteúdo de prestígio para lançar sua plataforma, visando competir de forma agressiva com a Netflix. A empresa anunciou o projeto em agosto, antecipando que não renovaria a licença de exibição de seu conteúdo na Netflix, apostando na exclusividade de seus filmes e séries como mais um fator para atrair assinantes para seu serviço. A princípio, o projeto seria voltado apenas para desenhos animados e produções da própria Disney, com serviços similares para a Marvel e a Lucasfilm, mas o CEO da companhia, Bob Iger, reavaliou o negócio e decidiu concentrar tudo numa única plataforma. A plataforma da Disney será lançada em 2019.
Amazon encomenda The Boys, nova série baseada em quadrinhos do criador de Preacher
A Amazon aprovou a produção da 1ª temporada de “The Boys”, nova série baseada em quadrinhos de Garth Ennis, o autor de “Preacher”. Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” em série, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver o projeto. O projeto chegou a ter piloto encomendado, mas após mudanças profundas no Amazon Studios, com o afastamento de executivos por suspeita de assédio e uma nova chefia com instrução para o desenvolvimento de mais séries de gênero fantástico, “The Boys” virou prioridade e teve a exigência de piloto contornada, sendo aprovada a partir da qualidade do roteiro escrito por Kripke. A atração ganhou encomenda de oito episódios para a temporada inaugural e os primeiros episódios serão dirigidos por Rogen e Goldberg. A trama dos quadrinhos é uma sátira de humor negro sobre o universo dos super-heróis, protagonizada por um personagem chamado Billy Carniceiro, que vigia os super-heróis para a CIA, atento para que não saiam do controle do governo e não se tornem uma ameaça pública, devido a seus grandes poderes. Para realizar sua missão, Billy junta uns amigos da pesada e acaba descobrindo que os super-heróis não são tão certinhos e agradáveis como as pessoas imaginam. A revista durou 72 exemplares, publicados entre 2008 e 2012, pelas editoras Wildstorm (braço da DC Comics) e Dynamite. E nos últimos oito anos também esteve cotada para virar filme, primeiro pela Sony, depois pela Paramount. Curiosamente, “Preacher” teve a mesma carreira, atraindo diversos interessados em colocá-lo no cinema, mas os projetos nunca saíram do papel, até Rogen e Goldberg resolverem transformar os quadrinhos em série. A 1ª temporada de “The Boys” ainda não tem previsão de estreia.












