Trailer da 2ª temporada de The Handmaid’s Tale é marcado por imagens deslumbrantes
A plataforma de streaming Hulu divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, série vencedora do Emmy 2017 e do Globo de Ouro 2018. A prévia amplia o alcance da trama, mostrando as colônias rurais do futuro distópico, para onde são exiladas as mulheres rebeldes e inférteis. Mas o que chama mais atenção é a beleza das imagens, registradas por uma fotografia deslumbrante, que já tinha sido marca da 1ª temporada. A 2ª temporada estreia em abril na plataforma americana Hulu, um mês depois da temporada inaugural finalmente chegar no Brasil – via canal pago Paramount. [
George Clooney vai voltar às séries em lançamento da plataforma Hulu
A plataforma Hulu, que está em alta graças às premiações de “The Handmaid’s Tale”, venceu a disputa pelos direitos de exibição da minissérie “Catch-22”, que marca a volta de George Clooney às atrações “televisivas”. Produzida pela Paramount Television, a minissérie é baseada no romance pacifista “Ardil-22”, lançado em 1961 por Joseph Heller e já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols. A adaptação foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e o cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). Passada durante a 2ª Guerra Mundial, a trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto americano com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. Clooney viverá um dos papéis principais, mas não o protagonista. Além de atuar, ele também vai dirigir a minissérie, que terá seis episódios. E, por enquanto, nenhum outro nome foi anunciado no elenco. O ator ficou famoso ao aparecer em séries como “Vivendo e Aprendendo”, “Roseanne” e principalmente “ER”, onde interpretou o médico galã Doug Ross. Ele deixou “ER” em 1999 e desde então construiu uma carreira bem sucedida no cinema, em filmes como a franquia de “Onze Homens e Um Segredo”, “Amor Sem Escalas” e “Gravidade”, além de ter se lançado como diretor de filmes. Recentemente, Clooney deu uma entrevista afirmando que não precisava mais atuar para ganhar dinheiro e só trabalharia no que gostasse, já que estava bilionário, graças à venda de uma empresa de destilados em que ele tinha investido. A decisão do ator de voltar às séries reflete uma tendência atual, que está invertendo o caminho tradicional da carreira das estrelas de Hollywood. Antigamente – entre a época de Clint Eastwood e do próprio Clooney – , atores que se destacavam na TV buscavam se lançar no cinema. Mas com a transformação da indústria cinematográfica no século 21, após efeitos visuais se tornaram as maiores estrelas de Hollywood, os talentos tem buscado espaço onde são mais valorizados, alimentando o prestígio das produções televisivas e de streaming. Entre os famosos que recentemente decidiram fazer séries estão Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Julia Roberts, Robert De Niro, Anthony Hopkins, James Franco, Emma Stone, Jonah Hill e Drew Barrymore.
The Handmaid’s Tale: 2ª temporada ganha primeira imagens
A premiada série “The Handmaid’s Tale”, vencedora do Emmy 2017 e do Globo de Ouro 2018, teve as primeiras imagens de sua 2ª temporada divulgadas pela plataforma de streaming Hulu. As fotos registram a protagonista June/Offred (Elisabeth Moss) ensanguentada, além de cenas de trabalhadoras rurais nas colônias e aias em trajes pretos, refletindo o luto durante um funeral. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, o showrunner Bruce Miller adiantou que os novos episódios adentrarão território inexplorado, já que ultrapassarão a trama do livro original, “O Conto da Aia”. Ele e os roteiristas trabalharam com a escritora da obra, Margaret Atwood, para desenvolver ainda mais o mundo da série. “Margaret e eu começamos a falar sobre a forma da 2ª temporada já na metade da 1ª”, disse Miller. Entre as novidades, os próximos episódios irão explorar a vida dos refugiados (como Moira, vivida por Samira Wiley) que conseguiram escapar de Gileade, bem como os que foram exilados para as colônias (uma das fotos) e as áreas poluídas e contaminadas da América do Norte. A 2ª temporada estreia em abril na plataforma americana Hulu, um mês depois da temporada inaugural finalmente chegar no Brasil – via canal pago Paramount.
The Looming Tower: Série sobre ataque às Torres Gêmeas ganha trailer de “filme de Oscar”
A plataforma Hulu divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Looming Tower”, sua próxima série obrigatória. A prévia é instigante e chama atenção pela aparência de “filme de Oscar”, devido ao tema, ao elenco estelar e à qualidade da equipe envolvida. A trama adapta o livro homônimo de não ficção de Lawrence Wright, que venceu o prêmio Pulitzer e foi lançado no Brasil como “O Vulto das Torres: A Al-Qaeda e o Caminho até 11/9”. A adaptação foi feita por Dan Futterman (roteirista indicado ao Oscar por “Foxcatcher” e “Capote”) e Alex Gibney (vencedor do Oscar com o documentário “Um Táxi para a Escuridão”). A série promete cenas de tensão, ação e intriga, envolvendo a CIA e o FBI, agências federais americanas responsáveis por investigar suspeitas de terrorismo, relatando como o ciúmes entre oficiais superiores evitou o compartilhamento de informações cruciais em 2001, que poderiam ter evitado os ataques do dia 11 de setembro em Nova York. Entre os nomes escalados para a produção estão Jeff Daniels (“Steve Jobs”), Tahar Rahim (“O Profeta”), Peter Sarsgaard (“Jackie”), Michael Stuhlbarg (“A Chegada”), Alec Baldwin (“Missão Impossível: Nação Secreta”), Wrenn Schmidt (série “Outcast”), Ella Rae Peck (série “Gossip Girl”) e Virginia Kull (série “Gracepoint”). A estreia está marcada para 28 de fevereiro.
Altered Carbon: Trailer legendado e imagens destacam visual cinematográfico da nova série sci-fi
A Netflix divulgou quatro pôsteres de personagens, mais 11 fotos e um novo trailer legendado de “Altered Carbon”, que explica a premissa de ficção científica e introduz os personagens centrais, além de reforçar o visual cinematográfico da produção. Passada no século 25, a série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro, tornando a morte obsoleta. Joel Kinnaman (de “Esquadrão Suicida”), que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (James Purefoy, de “The Following”), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver o assassinato do próprio Bancroft – ou melhor, do antigo corpo que ele usava. A direção do piloto ficou a cargo do inglês Miguel Sapochnik (responsável pelos melhores episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones”), que curiosamente já tinha filmado uma sci-fi de medicina distópica: “Repo Men: O Resgate de Órgãos” (2010). A produção ainda inclui em seu elenco Antonio Marziale (“Project MC²”), Chris Conner (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Kristin Lehman (“Ghost Wars”), Hiro Kanagawa (“iZombie”), Alika Autran (“When We Rise”), Teach Grant (“Damnation”), Hayley Law (“Riverdale”), Tamara Taylor (“Bones”), Adam Busch (“Colony”), Byron Mann (“The Expanse”) e Dichen Lachman (“The Last Ship”). A estreia vai acontecer em 2 de fevereiro no serviço de streaming.
The Tick tenta juntar grupo de super-heróis em trailer da volta da série
A Amazon divulgou novos pôster e trailer do retorno da série “The Tick”, em que o herói azulado tenta reunir um grupo de super-heróis para enfrentar seu maior inimigo. Mas não se trata exatamente da Liga da Justiça. A série acompanha o ponto de vista de Arthur Everest (Griffin Newman, da série “Vinyl”), um contador sem nenhum tipo de superpoder, que acaba virando ajudante de herói ao se aliar ao Tick (Peter Serafinowicz, de “Guardiões da Galáxia”), após descobrir que a cidade em que vive é controlada por um supervilão (Jackie Earle Haley, de “Watchmen”). Personagem de quadrinhos, o Tick ganhou sua primeira revista em 1988, escrita e desenhada pelo jovem Ben Edlund, então com 20 anos de idade. O personagem, que se disfarça de carrapato azul, surgiu como uma paródia das histórias de super-heróis, e a publicação o mostrava em luta com os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também já teve uma série com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que virou cult, apesar de ter rendido apenas nove episódios em 2001. Assim como as anteriores, a nova atração foi desenvolvida pelo criador do personagem dos quadrinhos, o roteirista-produtor Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). O elenco ainda inclui Valorie Curry (série “The Following”), Brendan Hines (série “Scorpion”), Yara Martinez (série “Jane the Virgin”), Berto Colon (minissérie “Show Me a Hero”), Kyle Catlett (“Uma Viagem Extraordinária”) e Whoopi Goldberg (“As Tartarugas Ninja”). A 1ª temporada foi disponibilizada em duas partes. Os seis primeiros episódios de “The Tick” chegaram no serviço de streaming Amazon Prime em 25 de agosto, enquanto a segunda metade estreia em 23 de fevereiro.
Chance: Série estrelada por Hugh Laurie é cancelada após duas temporadas
A plataforma de streaming Hulu anunciou o cancelamento da série “Chance”, estrelada por Hugh Laurie, após duas temporadas. Assim como os demais serviços de streaming, o Hulu não divulga dados de sua audiência, mas a série, que estreou no final de 2016 com boa aceitação da crítica (81% de aprovação), nunca foi muito comentada nas redes sociais ou na imprensa especializada. A 2ª temporada nem sequer tem nota no Rotten Tomatoes, comprovando o desinteresse. A série trouxe Hugh Laurie, o eterno Dr. House, de volta ao papel de um médico após o final de “House”. Como a famosa produção anterior, a atração era batizada com o nome do protagonista, o Dr. Eldon Chance. Mas as semelhanças acabam aí. Enquanto “House” era uma drama hospitalar, “Chance” seguia a linha do thriller policial, com ênfase no suspense e no clima noir. Na atração, Chance é um neuropsiquiatra forense de São Francisco que mergulha numa espiral de violência, após decidir se envolver no caso de uma paciente que sofre nas mãos do marido abusivo. Sem poder denunciar o caso, já que o suspeito também é um cruel detetive da polícia, ele se alia a um homem com histórico de violência (Ethan Suplee, da série “My Name Is Earl”) para “lidar com a situação” por conta própria. A 2ª temporada foi disponibilizada em outubro com uma nova história da dupla dinâmica. Baseada no livro homônimo de Kem Nunn (criador da série “John from Cincinnati”), que também assina a adaptação, a série teve episódios dirigidos pelo cineasta Lenny Abrahamson (do elogiado “O Quarto de Jack”) e era exibida no Brasil pelo canal pago Fox Premium.
Hulu renova as séries Runaways e Future Man
A série de super-heróis “Runaways” e a comédia sci-fi “Future Man” foram renovadas pela plataforma americana de streaming Hulu. Ambas terão 2ª temporada em 2018. A adaptação dos quadrinhos criados por Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”) é uma das produções mais bem-avaliadas da Marvel, com 83% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A versão de streaming é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”, e toma muitas liberdades com o material original. Entretanto, as mudanças foram positivas e apoiadas por Vaughan, que é consultor da série. A premissa básica é a mesma dos quadrinhos, publicados no Brasil como “Fugitivos”. A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Mas enquanto isso acontece rapidamente nos quadrinhos, o período entre a descoberta, a ruptura e o confronto tomou a 1ª temporada inteira, dando mais espaço para o desenvolvimento dos personagens adultos que na história original. Os heróis juvenis da trama são vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Já o elenco “adulto” traz Ryan Sands (série “The Wire”), Angel Parker (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Brittany Ishibashi (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”), James Yaegashi (série “Demolidor”), Kevin Weisman (série “Alias”), Brigid Brannagh (série “Army Wives”), Annie Wersching (série “The Vampire Diaries”), Kip Pardue (série “Ray Donovan”), James Marsters (série “Buffy – A Caça-Vampiros”), Ever Carradine (série “Eureka”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). Já “Future Man” é uma série estrelada por Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”), com referências de sci-fi dos anos 1980, e 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama gira em torno de Josh Futturman (Hutcherson), que é apenas um faxineiro durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial. Ele tem um péssimo emprego num centro de pesquisas de disfunções sexuais, e a única coisa em que se destaca é o Cybergeddon, game ambientado em um futuro distópico em que seu personagem, Future Man, é o campeão do mundo. Até que ele ultrapassa o último nível e descobre que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento, e que ele foi selecionado para viajar no tempo e salvar o mundo. Neste ponto, a história evoca “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984), coincidência que, num instante de clareza, o próprio personagem comenta. Vale observar que, em vez de ir ao futuro, ele é levado ao passado para impedir que o responsável pelo fim do mundo possa dar início à catástrofe. E é simplesmente seu chefe, vivido no presente por Keith David (“A Viagem”). Assim, a história também evoca “O Exterminador do Futuro” (1984) e “De Volta ao Futuro” (1985), com Futturman encontrando versões jovens de seu chefe e até de seus próprios pais… nos anos 1980. A atração foi concebida pela dupla Kyle Hunter e Ariel Schaffir, roteiristas da comédia “Sexo, Drogas e Jingle Bells”, e a produção é de outra dupla, Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista”, criadores da série “Preacher” e, claro, também produtores de “Sexo, Drogas e Jingle Bells”. Além de produzir, Rogen e Goldberg ainda dirigiram o primeiro episódio.
Impeachment de Donald Trump será tema da 2ª temporada de The Good Fight
A série “The Good Fight” vai investigar como fazer o Impeachment de Donald Trump. Os produtores Michelle e Robert King revelaram, durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association), que este será um dos temas das 2ª temporada do spin-off de “The Good Wife” na plataforma de streaming CBS All Access. Na trama, o comitê do Partido Democrata consulta algumas firmas jurídicas sobre a possibilidade de tirar Trump da Casa Branca. Entretanto, a história não será desenvolvida como ficção especulativa. O tema de um Impeachment hipotético renderá debates e análises de situações reais, mas nenhuma paródia de Trump aparecerá num tribunal, tendo que enfrentar Diane Lockhart (a personagem de Christine Baranski). Ainda assim, os absurdos do presidente americano estarão no centro das conversas. Além disto, “The Good Fight” também abordará os escândalos sexuais de Hollywood. Numa história inspirada pelo esforço de Ronan Farrow para denunciar Harvey Weinstein na rede NBC News, a série mostrará um jornalista tentando expor uma estrela famosa na TV e ser repreendido por seus chefes. Na vida real, Farrow pretendia denunciar Weinstein na época em que trabalhava para a NBC News, mas sua reportagem foi vetada. Ele acabou publicando suas descobertas na revista New Yorker, chocando o mundo. A 2ª temporada de “The Good Fight” ainda não tem previsão de estreia.
Liberty Crossing: Nova série de comédia com atriz de Teen Wolf ganha primeiro trailer
Há mais serviços de streaming que supõe a vã filosofia. Um deles é o go90, lançado em 2015 nos Estados Unidos pelo conglomerado de telecomunicações Verizon e reiniciado no ano passado após a confirmação de que ninguém o assistia – um exagero, já que conta com 2 milhões de assinantes. O reboot do serviço está a cargo de Richard Tom, criador do Hulu (e do Vessel, comprado e fechado pela Verizon), que encomendou novas séries para tentar chamar atenção do público. Uma delas é a comédia “Liberty Crossing”, que ganhou o primeiro trailer. Criada por Daniel Radosh (roteirista do programa de variedades “The Daily Show”) e coproduzida por Mason Novick (produtor de “Juno” e “(500) Dias com Ela”), a série faz comédia com o terrorismo. A trama acompanha analistas de inteligência numa agência de contra-terrorismo, que inventam teorias malucas para superar o tédio da burocracia de escritório. O elenco destaca Shelley Hennig (série “Teen Wolf”) como a jovem chefe da agência, além de Pete Ploszek (também de “Teen Wolf”), Calum Worthy (“American Vandal”), Adam Faison (“Here and Now”), Ashley Argota (“The Fosters”) e Chris Mulkey (“Whiplash – Em Busca da Pefeição”). Com oito episódios dirigidos pelo cineasta indie Todd Berger (“It’s a Disaster”), “Liberty Crossing” já estreia na segunda (8/1) nos Estados Unidos.
Ex-atriz mirim de Mad Men será a nova Sabrina, Aprendiz de Feiticeira
A atriz Kiernan Shipka, que estrelou a série “Mad Men” ainda criança, no papel de Sally Draper (a filha de Don Draper/Jon Hamm), foi selecionada para estrelar a nova série da bruxinha Sabrina. Ela tinha 7 anos quando apareceu na 1ª temporada de “Mad Men” e 15 quando a série acabou em 2015. No ano passado, participou da série “Feud”, como a filha de Bette Davis (Susan Sarandon). A nova série de Sabrina será seu primeiro trabalho como protagonista, e também seu primeiro emprego como maior de idade – ela completou 18 anos em novembro. A personagem é a criação mais popular da Archie Comics, graças ao sucesso de seu desenho animado dos anos 1970 e à sitcom infantil dos anos 1990 “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, em que foi interpretada por Melissa Joan Hart. Só que a nova versão será bem diferente. Intitulada “Chilling Adventures of Sabrina”, a atração será uma série de terror. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). “Nós somos todos grandes fãs do trabalho de Kiernan e, quando começamos a falar sobre quem seria a nova encarnação da Sabrina, o nome dela estava na lista de desejos de todos”, disse Aguirre-Sacasa em comunicado. “Esta é uma versão mais sombria e macabra de Sabrina, e estamos extremamente animados para que as pessoas vejam Kiernan recriar essa personagem icônica”. O novo projeto reimagina a origem e as aventuras de Sabrina como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear em 2018.
Produtores da Fox revelam ter recebido ligações da Disney sobre futuro de seus programas
Os criadores de série de terror “American Horror Story” e da animação adulta “Uma Família da Pesada” (Family Guy) revelaram ter recebido ligações do CEO da Disney, Bob Iger, para tranquilizá-los à respeito da aquisição da Fox e os planos da companhia para seus conteúdos. A informação foi compartilhada durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). Ryan Murphy, produtor de vários sucessos da Fox e da FX, incluindo “American Horror Story”, “American Crime Story”, “Feud” e o recente “9-1-1”, disse ter aproveitado a ligação para questionar Iger sobre como seus produtos se encaixaram na Disney. “As coisas que faço não são especificamente Disney. Estou preocupado com isso. Será que terei que colocar o Mickey Mouse em ‘American Horror Story?'”, ele contou ter perguntado ao novo patrão. Segundo Murphy, Iger respondeu que a Disney comprou a Fox por acreditar em seus produtos, executivos e criadores. O produtor lembrou o sucesso de Iger ao integrar a Pixar e a Marvel “mantendo suas comunidades intactas”. “Quero ver como essa empresa vai ficar antes de decidir para onde ir”, disse Murphy. Já Seth MacFarlane, criador de “Family Guy” e “The Orville”, também disse que Iger o tranquilizou. “Esse tipo de coisa acontece o tempo todo. Não acho que teremos grandes mudanças”, ele afirmou. Presente no evento, o co-presidente da rede Fox e da produtora 20th Century Fox Television, Gary Newman, confirmou que o negócio tem gerado ansiedade entre os produtores da empresa. Ele disse ter se reunido com muitos colegas para assegurá-los que o negócio continuará normalmente durante as avaliações regulatórias, que devem durar de 12 a 18 meses. “Quando os gerentes da Disney falaram conosco, fizeram questão de dizer o quanto admiram nossa marca, o quando admiram nossa programação”, compartilhou Newman. “Nossa expectativa não é que eles estejam comprando a Fox para transformá-la numa empresa para menores. Acho que eles vão encorajar nosso conteúdo”. Séries originalmente exibidas na Fox, porém, pode não continuar na rede, que não foi comprada pela Disney. Já o canal pago FX foi adquirido no negócio. Assim como a parte da Fox no serviço de streaming Hulu. Em entrevistas após a aquisição, Iger deu a entender que usará o Hulu para veicular as produções mais adultas do pacote de conteúdo da Fox. A Disney, que já detinha 30% de ações do serviço, comprou os 30% da Fox e passou a ser majoritária no negócio – originalmente, uma joint venture formada também pela Comcast (do estúdio Universal, que ainda detém 30%) e Warner (10%).
Série animada dos Animaniacs vai ganhar duas temporadas inéditas
A plataforma de streaming Hulu anunciou que fará novos episódios de “Animaniacs”, a cultuada série animada dos anos 1990. A série ganhará duas novas temporadas. Só que vai demorar. Os episódios inéditos só começarão a ser exibidos em 2020. Mas com um bônus. Pinky e o Cérebro também voltarão junto dos irmãos Yakko, Wakko e Dot (os Animaniacs do título). Além dos personagens, Steven Spielberg também retorna ao projeto como produtor executivo, retomando a frente da colaboração entre a Warner Animation e a Amblin Television que originou a série. Inspirada nas animações histéricas da Warner, “Animaniacs” girava em torno de personagens que tinham sido esquecidos nos arquivos do estúdio: os verdadeiros irmãos Warner – o tagarela Yakko, o guloso e sagaz Wakko e a fofa Dot – , estrelas de clássicos animados, que após sua fase de sucesso e fama foram trancados, por serem considerados perigosamente malucos, e agora moravam na famosa torre d’água do estúdio Warner Bros. Enquanto os novos episódios não chegam, a Hulu vai disponibilizar todos os episódios da série original, além do spin-off de Pink e o Cérebro e até os Tiny Toons.












