História de um Casamento: Divórcio de Scarlett Johansson e Adam Driver ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou novos pôster e trailer legendado do drama de divórcio “História de um Casamento” (Marriage Story), que tem sido elogiadíssimo pela imprensa internacional. Após passar nos festivais de Veneza, Telluride e Toronto, a produção atingiu 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e disparou apostas de indicações ao Oscar para seus astros, Scarlett Johansson (a Viúva Negra dos “Vingadores”) e Adam Driver (Kylo Ren da franquia “Star Wars”). Escrito e dirigido por Noah Baumbach (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”), o filme acompanha os dois lados de uma separação, que tem uma criança no meio. O elenco ainda conta com Laura Dern (“Big Little Lies), Alan Alda (“Ponte dos Espiões”), Ray Liotta (“Shades of Blue”) e Merritt Wever (“Godless”). Apesar da expectativa gerada entre os cinéfilos, o trailer brasileiro inclui a frase “só na Netflix”. Ou seja, ao contrário dos Estados Unidos, onde será lançado nos cinemas em 6 de novembro, para se qualificar para o Oscar, o filme só será disponibilizado por aqui em streaming, no dia 6 de dezembro.
Netflix revela público de La Casa de Papel, seu maior sucesso internacional
O relatório trimestral da Netflix, apresentado nesta quarta (16/10) para investidores, abriu a “caixa preta” da audiência de vários programas da plataforma. Além do recorde de acessos da 3ª temporada de “Stranger Things”, os dados disponibilizados publicamente pela primeira vez também chamaram atenção para o desempenho de “La Casa de Papel”. Segundo os números apresentados pela empresa, a produção espanhola é a série de idioma não inglês mais vista de seu serviço. A parte 3 da atração foi acessada por mais de 44 milhões de domicílios durante suas primeiras quatro semanas (também conhecidas como um mês completo) ao redor do mundo. Outro dado impressionante é que a Netflix contabilizou ter produzido 100 temporadas de séries gravadas em línguas não inglesas, realizadas em 17 países diferentes, e planeja lançar mais 130 só em 2020. No Brasil, o maior sucesso do último trimestre foi “Sintonia”. Saiba mais aqui.
Stranger Things bateu recorde de acessos da Netflix em sua 3ª temporada
A Netflix, que só abre a “caixa-preta” de sua audiência quando interessa, divulgou que a 3ª temporada de “Stranger Things” bateu o recorde de acessos da plataforma. Segundo relatório trimestral da empresa, apresentado nesta quarta (16/10) para investidores, 64 milhões de domicílios assistiram aos episódios da série em seu primeiro mês de exibição. A maioria dos acessos aconteceu logo após o lançamento da 3ª temporada, em 4 de julho. Na época, a Netflix chegou a informar que mais de 40 milhões de assinantes viram episódios da série nos primeiros quatro dias de sua disponibilização. A Netflix contabiliza um “acesso” quando um integrante da família assiste a 70% de um episódio de série. “Stranger Things” já está renovada para a 4ª temporada, que deve ser exibida em 2020. Além disso, a empresa fechou um contrato milionário de exclusividade com os irmãos Duffer, criadores da atração.
Quadrinhos de Bone vão virar série da Netflix
A Netflix anunciou a produção de uma série animada baseada em “Bone”, quadrinhos icônicos de Jeff Smith. Vencedora de 10 prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos), “Bone” foi originalmente publicada de forma independente em 55 edições, de 1991 a 2004, na maior sequência já escrita e desenhada pelo mesmo artista na história do gênero. Equilibrando humor, ação e fantasia, “Bone” tem como principal inspiração os quadrinhos clássicos de Carl Barks (“Tio Patinhas”), Walt Kelly (“Pogo”) e a obra literária de J R.R. Tolkien (“O Senhor dos Anéis”). A trama gira em torno de três primos – Fone Bone, Phoney Bone e Smiley Bone – pequeninos, carecas, totalmente brancos e narigudos, que se perdem num deserto vasto, depois de serem expulsos de sua cidade natal, e acabam encontrando seu destino num vale repleto de criaturas maravilhosas e aterradoras. Smith está encarregado de supervisionar a exibição na TV. “Esperei bastante tempo por isso”, disse o autor, em comunicado. “A Netflix é a casa perfeita para Bone. Fãs dos quadrinhos sabem que a história se desenrola capítulo a capítulo, livro por livro. E uma série de animação é exatamente o melhor jeito de fazer isso”.
Lucifer: Tricia Helfer vai voltar à série para a temporada final
A atriz Tricia Helfer vai voltar a interpretar Charlotte Richards na 5ª e última temporada de “Lucifer”. A própria atriz confirmou a participação, comentando ter se divertido no set de gravações. “Me diverti muito hoje no set. Não posso dizer o que…ainda… mas foi adorável atuar e estar perto de pessoas maravilhosas”, ela declarou. Em seguida, retuitou uma notícia do site americano TVLine, que anunciava seu retorno. Segundo a publicação, ela irá adotar um visual diferente. A foto que ilustra a notícia mostrou a atriz com um visual de dona de casa conservadora. Compare acima. Vale lembrar que Charlotte Richards morreu e foi carregada para o céu por Amenadiel (D.B. Woodside) no final da 3ª temporada. Mas, a mãe de Lucifer, que possuía o corpo de Charlotte na 2ª temporada, foi envidada para o inferno, onde Lucifer (Tom Ellis) será visto nos capítulos finais da série. Podem começar as teorias. A 5ª temporada de “Lucifer” terá 16 episódios para encerrar a trama. A estreia está prevista para maio de 2020. Had such fun on set today. Can't say for what…yet…but lovely to play and be around wonderful people. — Tricia Helfer (@trutriciahelfer) October 12, 2019 Ooohhhh! https://t.co/FRKxksWEA4 — Tricia Helfer (@trutriciahelfer) October 15, 2019
Apple renova seis séries antes da estreia de sua plataforma de streaming
A Apple anunciou a renovação de seis séries que farão parte de sua nova plataforma de streaming, Apple TV+. Quatro das atrações renovadas serão lançadas junto com a inauguração do serviço, dia 1º de novembro. As quatro séries que chegam na primeira leva e já tem retorno confirmado são a sci-fi de realidade alternativa “For All Mankind”, estrelada por Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), a sci-fi pós-apocalíptica “See”, com Jason Momoa (“Aquaman”), a comédia de época “Dickinson”, protagonizada por Hailee Steinfeld (“Bumblebee”), e a dramédia “The Morning Show”, que junta Jennifer Aniston (“Friends”), Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) e Steve Carell (“The Office”). Produzida por por Ronald D. Moore, criador do reboot de “Battlestar Galactica” e da série “Outlander”, “For All Mankind” imagina o que aconteceria se a União Soviética tivesse chegado primeiro à Lua e a corrida espacial avançasse para novos campos de disputa nos anos 1970. Concebida por Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e dirigida pelo cineasta Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: Em Chamas”), “See” é um épico futurista, que se passa após a humanidade perder a capacidade de enxergar, encontrando novas formas de interagir, construir, caçar e sobreviver, apenas para ter esse status quo ameaçado pelo nascimento de um par de gêmeos com olhos perfeitos. Criada por Alena Smith (roteirista-produtora de “The Affair”), “Dickinson” imagina com anacronismos propositais a vida da poeta Emily Dickinson, explorando as restrições da sociedade, gênero e família na perspectiva da escritora iniciante que não se encaixa em seu próprio tempo. “The Morning Show” é uma criação de Kerry Ehrin (“Bates Motel”) e gira em torno de um telejornal matutino, que após a demissão de um de seus apresentadores busca um substituto, dando origem a uma nova rivalidade na produção. Será a primeira série de Jennifer Aniston desde o fim de “Friends”, em 2004, e volta de Steve Carell ao gênero, após sair de “The Office” em 2011. Além de estrelar como a substituta, Reese Witherspoon produz a atração. As outras duas séries renovadas foram os dramas “Little America” e “Home Before Dark”, que ainda não têm previsão de estreia. Desenvolvida pelo casal de roteiristas Kumail Nanjiani e Emily V. Gordon (indicados ao Oscar 2018 por “Doentes de Amor”), “Little America” aborda a vida de imigrantes nos Estados Unidos, apresentando histórias diferentes a cada episódio, no formato de antologia. E “Home Before Dark”, criada por Dana Fox (do filme “Como Ser Solteira”) e Dara Resnik (da série “Castle”), é um drama de mistério baseado na vida real da jornalista mirim Hilde Lysiak, que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade. Brooklynn Prince (a estrelinha de “Projeto Flórida”) interpreta a jovem protagonista, cuja perseguição obstinada pela verdade a leva a desenterrar um caso criminal que todos na sua cidadezinha, incluindo seu próprio pai (Jim Sturgess, de “Tempestade: Planeta em Fúria”), tentaram enterrar.
Presidente da Marvel Studios é promovido e passa a responder também pelas séries da editora
Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, foi promovido após o desempenho fenomenal dos últimos filmes que produziu, entre eles “Vingadores: Ultimato”, que atingiu a maior bilheteria mundial de todos os tempos. Seu novo título é Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel. Ele assumiu ainda mais responsabilidades, ampliando o conteúdo produzido sob sua supervisão. Além de continuar à frente da divisão cinematográfica da Marvel, ele será o chefe das produções do estúdio em todas as diferentes plataformas, incluindo séries de streaming e TV. Na prática, ele já estava à frente das séries da Marvel em produção para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), com a desculpa de que eram derivadas dos filmes. Agora, assumirá oficialmente o comando da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment, responsável pelos desenhos da empresa. Com a promoção de Feige, as divisões televisivas deixarão de ser subordinadas à sua antiga empresa-mãe, a Marvel Entertainment, passando a integrar uma divisão única de mídia da Marvel, uma nova e ainda mais poderosa Marvel Studios, cuja marca passará a estampar todos as adaptações de quadrinhos produzidas daqui para frente. Isto representa uma ruptura radical, já que encerra a influência do CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, nas séries derivadas das publicações da editora. Famoso pelo conservadorismo e pão-durismo, ele é apontado como principal responsável pelo fracasso das séries baseadas no quadrinhos dos super-heróis. Devido aos choques constantes com Perlmutter, Feige chegou a comunicar há dois anos sua intenção de abandonar a Marvel Studios. Irritado com a proibição de produzir os filmes de “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”, ele desabafou com o CEO da Disney, Bob Iger, que decidiu realizar uma intervenção, mexendo no organograma do conglomerado para transferir a Marvel Studios para a unidade de cinema da Disney. Assim, Feige se livrou da chefia de Perlmutter, passando a responder aos Presidentes da Walt Disney Studios Alan Horn e Alan Bergman, que aprovaram seus planos e os filmes de super-heróis da companhia puderam arrecadar suas maiores bilheterias. Estes bastidores tumultuados vieram à tona no recente lançamento do livro de memórias de Iger. A transferência da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment para o grupo da Marvel Studios, sob comando de Feige, leva a uma separação definitiva, tanto dos filmes quanto das séries, da Marvel propriamente dita. Produtor mais bem-sucedido do século 21, Feige iniciou como assistente de produção no primeiro filme dos X-Men, lançado em 2000, até virar presidente da Marvel Studios em 2007, consolidando a divisão sob seu comando como uma fábrica de blockbusters, responsável pelos filmes que mais dinheiro rendem atualmente para a Disney.
Produtor brasileiro de Me Chame pelo Seu Nome e Ad Astra vai começar a fazer séries
A produtora brasileira RT Features vai entrar no mercado de séries. Após se destacar no mercado americano com filmes premiados, como “Frances Ha” (2012), “A Bruxa” (2015), “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) e os recentes “O Farol” e “Ad Astra”, a empresa de Rodrigo Teixeira fechou parceria com a produtora americana Anonymous Content, responsável pela série “True Detective”, e a agência de talentos CAA para lançar a RT Television. O novo empreendimento terá sede em São Paulo e será liderado por Bárbara Teixeira, que era diretora de produções originais da Sony Brazil. A empresa vai apostar em conteúdo original e terceirizado. Além disso, a ideia é ter produções em inglês e em português, que serão creditadas duplamente à RT Features e à Anonymous Content, além de parceiros eventuais. A RT Features já desenvolveu uma série derivada do filme “Alemão” – na verdade, uma versão estendida dividida em capítulos – para a rede Globo, que recebeu indicação ao prêmio Emmy Internacional. Ela também é produtora de “A Vida Invisível”, selecionado pelo Brasil para disputar uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2020. “É um privilégio incrível fechar essa parceria com duas companhias que traçaram o caminho para a excelência no espaço de TV internacional”, afirmou Rodrigo Teixeira em comunicado oficial. “Enquanto a identidade artística da RT vai exercer um papel em cada projeto que executarmos, essa parceria vai possibilitar mais inovações criativas, fazendo com que possamos trazer o melhor conteúdo para o público local e o melhor dos criadores brasileiros para o mundo.” A aposta em produção de séries reflete o crescimento da demanda pelo surgimento de novas opções em streaming. Em 2020, Disney+ (Disney Plus) e HBO Max lançarão suas plataformas no Brasil, esquentando o mercado já movimentado por Netflix e Globoplay.
Musical clássico Grease vai virar série da HBO Max
O serviço de streaming HBO Max anunciou a produção de uma série derivada do clássico musical “Grease”, sucesso do cinema de 1978, estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John. Intitulada “Grease: Rydell High”, a série vai explorar a vida dos estudantes da escola onde se passa a história original. Assim como no filme, a série será situada nos anos 1950 e terá formato musical, com canções originais. Os protagonistas serão diferentes, mas alguns dos personagens clássicos podem fazer aparições. Apesar da premissa estar definida, o projeto não tem roteirista. É, por enquanto, resultado de reunião de executivos, de um lado os representantes da plataforma de streaming da WarnerMedia e do outro os negociadores da Paramount, que detém os direitos do filme e recentemente produziram uma versão ao vivo do musical, “Grease Live!”, para a televisão. “‘Grease’ é um fenômeno de cultura pop que é capaz de envolver todas as gerações, e estou muito feliz que nossos amigos da Paramount aceitaram ampliar este universo para uma série semanal”, comentou Sarah Aubrey, chefe de conteúdo da HBO Max. Ela completou dizendo que a série “vai mostrar a vida de ensino médio em uma pequena cidade dos EUA, na escala de um musical rock n’ roll. É ‘Grease 2.0’, mas com o mesmo espírito, a mesma energia, e a mesma animação”. O anúncio teve direito a um pôster conceitual, que pode ser conferido abaixo.
Minissérie Olhos que Condenam é processada por deturpar técnicas de interrogatório policial
A Netflix e a cineasta Ava DuVernay estão sendo processadas pela empresa que criou a “técnica Reid” de interrogatório policial. Segundo apurou a revista Variety, o processo denuncia caracterizações falsas usadas pela minissérie “Olhos que Condenam” para criticar a técnica. A premiada minissérie, criada e dirigida por DuVernay, aborda a história real de cinco adolescentes de Nova York que foram condenados por um estupro que ocorreu no Central Park, em 1989, mas foram inocentados mais de uma década depois, por exames de DNA. No quarto episódio da minissérie, os métodos de interrogatório usados pelos policiais que lidaram com o caso são questionados. “Vocês deram um jeito de tirar declarações de culpa destes garotos após 42 horas de interrogatório e coerção, sem comida, sem pausas para o banheiro, sem supervisão dos pais. A técnica Reid já foi rejeitada universalmente”, diz um personagem para um policial. “Eu não faço ideia do que é a técnica Reid, ok? Eu só sei o que me ensinaram. Eu sei o que me pediram, e eu fiz”, rebate o oficial na cena. Segundo o processo, este diálogo caracteriza de forma desonesta a técnica Reid. A empresa John E. Reid and Associates, que criou a “técnica Reid” nos anos 1940, alega que seus cursos para departamentos de polícia por toda a extensão dos EUA foram prejudicados pela minissérie, pois ela distorce seus métodos, comparando-os a coerção, e que tampouco é correto dizer que a técnica Reid foi “rejeitada universalmente”. No processo, a John E. Reid and Associates afirma que “Olhos que Condenam” prejudicou seus negócios e por isso busca uma indenização por parte da Netflix, além de uma decisão judicial obrigando a plataforma a alterar a cena em questão.
Disney+ (Disney Plus) mostra que terá conteúdo demais em trailer de 3h17 de duração
A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) resolveu demonstrar a extensão de seu conteúdo com uma pequena prévia de todos os filmes, séries e programas de seu catálogo. O resultado, que pode ser visto abaixo, é descrito como “basicamente tudo” que será disponibilizado em streaming e tem mais de 3 horas de duração. Exatamente 3 horas e 17 minutos. Exibido em ordem cronológica, o material abrange do primeiro longa do estúdio, “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), até a série “The Mandalorian”, exclusiva do serviço de streaming, que será lançado em 12 de novembro nos Estados Unidos e outros países, mas só deve chegar ao Brasil em 2020.
Globoplay será o novo endereço de Doctor Who no Brasil
Uma das séries mais difíceis de acompanhar no Brasil, “Doctor Who” segue seu costume de mudar de canal a cada temporada. Agora a série vai ser disponibilizada na plataforma Globoplay, que fechou um acordo com a BBC Studios para oferecer a seus assinantes todas as 11 temporadas do reboot da série britânica e o vindouro 12º ano, estrelado por Jodie Whittaker. Também fazem parte do acordo 19 episódios especiais, que são os eventos de natal, ano novo e regenerações dos Doutores desde 2005 até os dias de hoje. “Doctor Who” tem uma relação complicada com o Brasil. Era exibida no canal pago BBC, que de uma hora pra outra passou a exibir só documentários e acabou saindo do ar no país. Depois de se perder no tempo e no espaço, a série ressurgiu no Syfy e passou a ser distribuída também pela Netflix, até que a emissora perdeu os direitos de exibição e o streaming também retirou o programa de seu catálogo. Nesse período, “Doctor Who” ainda foi exibida na TV Cultura. Alguns meses depois, a série chegou na plataforma Crackle, que exibiu a 11ª temporada antes de fechar na América Latina em março passado, deixando a atração novamente sem paradeiro no país – até a atual reviravolta. A série concluiu sua 11ª temporada em dezembro e abriu 2019 com um especial de ano novo. Ainda não há previsão de estreia para a 12ª temporada.
Maravilhosa Sra. Maisel: Trailer da 3ª temporada destaca os muitos prêmios da série
A Amazon divulgou o trailer da 3ª temporada da “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel), que destaca os 16 prêmios Emmy da produção, especialmente as conquistas de seu elenco, liderado por Rachel Brosnahan no papel-título. Criação de Amy Sherman-Palladino (autora de “Gilmore Girls”), “Maravilhosa Sra. Maisel” conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. A nova temporada vai acompanhar a ascensão da comediante em sua primeira turnê nacional. A prévia revela cenas em Miami e Las Vegas, além de novidades no elenco, como Sterling K. Brown (“This Is Us”), que se junta a Alex Borstein, Tony Shalhoub, Michael Zegen, Kevin Pollak, Marin Hinkle e Leroy McClain, sem esquecer dos premiados convidados recorrentes Luke Kirby e Jane Lynch. A 3ª temporada estreia em 6 de dezembro em streaming.










