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  • Filme

    Os Novos Mutantes será o filme mais curto de todo o universo X-Men

    29 de fevereiro de 2020 /

    “Os Novos Mutantes”, último filme do universo dos X-Men produzido pelo estúdio antigamente conhecido como Fox, não será um terrorzão proibido para menores nem terá duração épica. Na verdade, será o mais curto de todos os lançamentos mutantes da ex-Fox. A informação foi revelada pela rede de cinemas AMC em seu site oficial. Na página dedicada ao filme, consta a duração de 1h39 minutos e a classificação PG-13, não aconselhável para menores de 13 anos nos EUA. Filmes com essa classificação costuma ser liberados no Brasil para público de 12 anos. Um dos motivos do enorme atraso nesse lançamento, que deveria ter chegado aos cinemas há dois anos, foi o resultado das sessões de teste, que revelaram que o público esperava um filme mais assustador, devido ao marketing inicial. A Fox decidiu, então, refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Mas a agenda do elenco, repleta de astros de séries, provou-se desafiadora. A dificuldade para reunir todos acabou atropelada pela compra da Fox pela Disney. E, aparentemente, a Disney decidiu lançar o filme como estava. Sem as refilmagens. Até agora, ninguém confirmou se a produção passou ou não por refilmagens. Mas a classificação PG-13 sugere que não. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem, o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e o elenco ainda inclui a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. A direção é de Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) e a estreia está marcada para 2 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    The Eddy: Série jazzista do diretor de La La Land ganha primeiras imagens e teaser

    28 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres, 25 fotos e o primeiro teaser de “The Eddy”, aguardada série sobre um clube de jazz criada pelo cineasta Damien Chazelle, premiado com o Oscar por “La La Land” (2016). A prévia mostra o protagonista, Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”), andando pelas ruas de Paris até encontrar Amandla Stenberg (“O Ódio que Você Semeia”) e entrar em seu clube, que tem o nome da série. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha adolescente reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. Amandla Stenberg vive a filha, chamada Julie, Tahar Rahim (“O Profeta”, “O Passado”) é o sócio francês, que namora Leïla Bekhti (“Sem Palavras”) e a atriz polonesa Joanna Kulig (que demonstrou dotes vocais em “Guerra Fria”) tem o papel de Maja, um cantora num relacionamento instável com Elliot/Holland. As gravações aconteceram na França, com diálogos em francês, inglês e árabe, muitas vezes misturando os três idiomas. Além de produzir, Chazelle dirige os dois primeiros (de um total de oito) episódios da 1ª temporada. Curiosamente, o diretor entrou no projeto antes do roteirista dos episódios, Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers” e roteirista de “Extraordinário”). Mas quem deu o pontapé inicial no conceito foi o músico Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy, e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. Ele compôs a trilha sonora da produção. A Netflix exibiu os dois episódios dirigidos por Chazelle na quinta-feira (27/2) no Festival de Berlim, mas o lançamento completo em streaming só vai acontecer em 8 de maio.

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  • Série

    Carta ao Rei: Minissérie que adapta clássico literário juvenil ganha trailer dublado em português

    28 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, 22 fotos e o trailer de “Carta ao Rei” (Letter for the King), minissérie holandesa sobre aventureiros juvenis da Idade Média. Como o vídeo foi disponibilizado com dublagem em português, a trama soa ainda mais infantil que seu conteúdo original. A série é baseada no famoso livro de mesmo título de Tonke Dragt, publicado originalmente em 1962, que costuma ser comparado aos grandes épicos de fantasia juvenis contemporâneas, de “O Senhor dos Anéis” ao mais recente “Harry Potter”. A história gira em torno do jovem aprendiz de cavaleiro Tiuri (Amir Wilson, de “His Dark Materials”), que por acaso recebe uma missão vital: entregar uma carta ao rei, que pode salvar o reino de uma grande ameaça. De posse dessa carta, ele passa a ser perseguido por inimigos perigosos e decide pedir ajuda às únicas pessoas que acreditam que ele possa ter sido escolhido para missão tão importante: seus amigos adolescentes. Assim, o destino do reino se torna responsabilidade de um grupo de crianças que precisa crescer rapidamente. Um dos motivos de “Carta ao Rei” não ser tão conhecido mundialmente é o idioma. O livro só foi traduzido para português brasileiro em 2009 e para inglês em 2013. Mas é considerada a melhor obra literária juvenil da Holanda da segunda metade do século 20. Tanto que, antes de virar série, ganhou um filme local, dirigido por Derek de Lint em 2008. Um detalhe curioso é que Antonia Johanna Willemina Dragt virou escritora com a idade de seus personagens. Ela tinha 13 anos quando começou a escrever e ilustrar aventuras medievais para passar o tempo, quando vivia num campo de prisioneiros em Jacarta, na Indonésia invadida pelas tropas japonesas durante a 2ª Guerra Mundial. Ela retomou esse hábito quando virou professora na Holanda, ao reparar que as crianças só silenciavam em aula quando contava histórias. Assim, juntando trechos de aventuras imaginadas ao longo de toda a vida, resolveu se profissionalizar em 1956. “Carta ao Rei” foi seu segundo romance. E fez tanto sucesso que ganhou continuação, em 1965, que pode render a 2ª temporada da série, caso os cinco episódios já produzidos façam sucesso na plataforma. A adaptação foi escrita por Will Davies (“Como Treinar Seu Dragão”) e o elenco majoritariamente britânico também inclui David Wenham (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Nathanael Saleh (“O Retorno de Mary Poppins”), Thaddea Graham (“Curfew”), Jonah Lees (“Sun Records”), Islam Bouakkaz (“After Life”), Jack Barton (“Grantchester”), David Wilmot (“The Alienist”), Peter Ferdinando (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Gijs Blom (“Garotos”), Jóhannes Haukur Jóhannesson (“Alfa”), Ruby Ashbourne Serkis (a filha de Andy Serkis) e participação de Andy Serkis (“Pantera Negra”). A minissérie será lançada no dia 20 de março. Confira abaixo o trailer dublado em português e o original, com diálogos em inglês.

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  • Etc,  Série

    Camila María Concepción (1992 – 2020)

    27 de fevereiro de 2020 /

    Camila María Concepción, ativista da causa trans que estava inciando a carreira como roteirista nas séries “Daybreak” e “Gentefied”, da Netflix, morreu aos 28 anos. A morte de Camila foi confirmada por amigos e colegas nas redes sociais, e aconteceu logo após o lançamento de “Gentefied”, que chegou na plataforma na sexta passada (21/2). A hipótese principal é de suicídio. Além de ser assistente na confecção dos roteiros de “Gentefied”, ela roteirizou um episódio da 1ª temporada da série, sobre três primos latinos que tentam manter a lanchonete de tacos da família num bairro cada vez mais embranquecido, e trabalhou com Jill Soloway, criadora da série “Transparent”, em campanhas de igualdade de gêneros em filmes, televisão e artes. Em mensagem nas redes sociais, Marvin Lemus, roteirista de “Gentefied”, lamentou a morte do “mais especial e cru talento” que ele já conheceu. “Tenho tentado anestesiar esta dor e focar no show e em todo o amor que temos recebido. Camila, estou tão bravo com você agora. Porque eu sou um dos seus milhões de fãs. Eu ia fazer de tudo para que o mundo conhecesse seu nome”, postou.

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  • Filme

    Modo Avião vira o filme de língua não inglesa mais visto da Netflix

    27 de fevereiro de 2020 /

    “Modo Avião”, estrelado por Larissa Manoela, virou o filme em língua não inglesa mais popular na história da Netflix. A plataforma anunciou o sucesso da produção em suas redes sociais, revelando números. De acordo com a postagem (veja abaixo), o longa foi assistido em quase 28 milhões de lares desde o lançamento, em 23 de janeiro. E não foram apenas brasileiros que se interessaram: dois terços da audiência vieram do exterior, de países como Estados Unidos, México, França e Alemanha. Apesar desse sucesso de público, “Modo Avião” não agradou à crítica internacional. Apenas dois críticos citados no Rotten Tomatoes optaram por assistir ao filme e ambos consideram a historinha muito clichê e desaprovaram. O veredito do site Decider, inclusive, era para o público pular a produção – não no sentido em que Sandy & Júnior cantam, mas para evitar mesmo. “Modo Avião” é baseado num conceito do mexicano Alberto Bremmer (“Ya Veremos”). A versão brasileira foi escrita por Renato Fagundes (“Vai que Cola – O Começo”) e Alice Name-Bomtempo (“Vai que Cola” – a série), e a direção ficou a cargo de César Rodrigues (“Vai que Cola – O Filme”). Na trama, Larissa Manoela vive uma “influencer” adolescente das redes sociais que não larga o celular, até que um série de acidentes faz sua família tomar uma atitude drástica e mandá-la para “Jupiter” – lugar também conhecido como a fazenda de seu avô (Erasmo Carlos) sem cobertura de celular – , onde aprende uma lição sobre a importância da família e de amizades reais – a tal moral da história. 🚨✈️ Alerta de hit ✈️🚨 Modo Avião é o filme de língua não inglesa mais popular na Netflix até hoje! Quase 28 milhões de lares assistiram ao filme desde o lançamento, há quatro semanas – dois terços deles fora do Brasil, em países como Estados Unidos, México, França e Alemanha. pic.twitter.com/HhqkYkGQ4k — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) February 27, 2020

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  • Série

    Josh Brolin vai estrelar série produzida por Brad Pitt na Amazon

    26 de fevereiro de 2020 /

    Depois de enfrentar os super-heróis da Marvel no filme de maior bilheteria de todos os tempos, Josh Brolin vai trocar o cinema pelo streaming e estrelar uma série da Amazon. O intérprete de Thanos em “Vingadores: Ultimato” vai protagonizar “Outer Range” no papel de Royal Abbott, um fazendeiro de Wyoming que, em luta por sua terra e família, descobre um mistério insolúvel à beira do deserto. Além de estrelar, ele também vai coproduzir a série dramática ao lado de outro astro famoso, Brad Pitt. “Outer Range” foi desenvolvida pela produtora de Pitt, a Plan B, e faz parte de um acordo fechado entre a empresa e a Amazon para o desenvolvimento de atrações exclusivas. Ainda sem previsão de estreia, a série foi criada pelo estreante Brian Watkins, um dramaturgo que atualmente está escrevendo o novo filme de Stephen Soderbergh, “Ultraluminous”. Antes de aparecer na Amazon, Brolin será visto no remake da sci-fi “Duna”, que estreia em dezembro, e “Flag Day”, novo filme dirigido e estrelado por Sean Penn, atualmente em pós-produção. Ele também vai retomar o papel de Thanos num episódio da série animada “What If?” (O que aconteceria se), que será lançada em 2021 na Disney+ (Disney Plus), e deve voltar a viver Cable em “X-Force”, filme derivado de “Deadpool”, cujo status atual é desconhecido.

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  • Série

    Hilary Duff alfineta Disney após mudança da série Love, Victor para a Hulu

    26 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Hilary Duff alfinetou a Disney ao comentar a mudança da série “Love, Victor” da plataforma Disney+ (Disney Plus) para a Hulu. Num Story de seu Instagram, ela circulou o título de um artigo que diz que o motivo da troca foi a série não ser “de família”, e acrescentou: “Soa familiar”. Veja abaixo. O comentário pode ser uma referência à situação atual do revival de “Lizzie McGuire” na Disney+ (Disney Plus). A Disney afastou a criadora da atração dos anos 2000, Terri Minsky, do comando da produção e paralisou as gravações, deixando o projeto no limbo desde janeiro. Na época, um porta-voz da Disney disse ao site TVLine: “Os fãs têm um apego sentimental a ‘Lizzie McGuire’ e grandes expectativas para uma nova série. Depois de gravar dois episódios, concluímos que precisamos avançar em uma direção criativa diferente e estamos colocando uma nova abordagem na série”. O comentário de Duff pode indicar que a Disney achou o conteúdo muito maduro para a plataforma de streaming, como aconteceu com o derivado do filme “Com Amor, Simon”, que abordaria sexualidade e, por isso, foi transferido para a Hulu, plataforma com produções para o público mais progressista. A paralisação do projeto representa uma grande frustração para os fãs, porque todo o elenco central estava confirmado – além de Hilary Duff no papel-título, Hallie Todd (Jo), Robert Carradine (Sam) e Jake Thomas (Matt) voltariam a viver os parentes da protagonista. Para quem não lembra, “Lizzy McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras de uma garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação pretendia manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sincerões” sobre as situações da protagonista adulta. A ideia original era mostrá-la morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta.

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  • Filme

    Bob Iger deixa cargo de CEO da Disney

    25 de fevereiro de 2020 /

    Homem mais poderoso de Hollywood, Robert “Bob” Iger deixou o posto de CEO da Disney após 15 anos no cargo. O anúncio foi feito por meio de uma nota da assessoria de imprensa do estúdio, que confirmou nesta terça-feira (25/2) sua substituição por Bob Chapek, até então chefe da divisão de parques da empresa. “Com o lançamento bem-sucedido do empreendimento direto ao consumidor da Disney e a integração do 21st Century Fox bem encaminhada, acredito que esteja na hora de iniciar a transição para um novo CEO”, afirmou Iger no comunicado oficial à imprensa, referindo-se à inauguração da plataforma Disney+ (Disney Plus) e à aquisição dos antigos estúdios Fox. Bob Iger assumiu o cargo de CEO da Disney em 2005, após Michael Eisner deixar a presidência da companhia sob pressão de Roy Disney. Antes, nos anos 1990, o empresário foi presidente da rede ABC, hoje parte do império Disney, e COO e vice-presidente da Disney entre 2000 e 2005. Iger, porém, ainda não se aposentou. Ele continuará ligado à empresa, agora no cargo de presidente executivo, e supervisionará empreendimentos criativos da Disney até 31 de dezembro de 2021, quando termina seu contrato. O executivo afirmou ainda que se sente animado com o futuro da empresa nas mãos de Chapek, com quem trabalhará na transição administrativa pelos próximos 22 meses. O novo CEO, por sua vez, se disse honrado pela chance de servir como sétimo presidente da empresa e afirmou que seguirá as estratégias de expansão de Iger nos próximos anos. E que expansão. Sob o comando de Iger, a Disney comprou a Pixar, a Marvel, a LucasFilm e a Fox, tornando-se a maior empresa cinematográfica do mundo, quebrando recordes de faturamento mundial. Também trouxe essas aquisições para alimentar sua produção televisiva, assumindo o controle de vários canais de TV e três plataformas de streaming – ESPN, Hulu e a recém-lançada Disney+ (Disney Plus). Graças a essa estratégia, a Disney também se tornou uma força na TV e no streaming, consolidando-se como a maior potência do entretenimento no começo do século 21. A saída de Iger do cargo de CEO não representa, necessariamente, o fim de uma era. Ao falar com investidores, numa teleconferência feita após o anúncio oficial, Iger explicou melhor seu novo papel na empresa. Cada vez mais entusiasmado com o aspecto criativo das produções da Disney, ele está abrindo mão do dia-a-dia dos negócios para se focar exclusivamente em conteúdo. Irá se dedicar, a partir de agora, ao desenvolvimento de novos projetos com os principais talentos da empresa, visando aproveitar melhor os recursos da Fox e vitaminar as plataformas Hulu e Disney+ (Disney Plus) para seus lançamentos mundiais. “A empresa ficou maior e mais complexa nos últimos 12 meses”, disse Iger na teleconferência, segundo o site The Hollywood Reporter. “Com a base de ativos em vigor e nossa estratégia essencialmente implementada, senti que deveria gastar o máximo de tempo possível com o lado criativo dos nossos negócios… porque essa se tornará nossa maior prioridade em 2021.” Ele também contou que Bob Chapek foi escolhido para sucedê-lo há bastante tempo, em decisão tomada por consenso na diretoria da empresa. E acrescentou: “Tenho a maior confiança em Bob e espero trabalhar em estreita colaboração com ele nos próximos 22 meses, pois ele assume essa nova função e se aprofunda nos negócios e operações globais multifacetadas da Disney, enquanto eu ficarei mais focado nos esforços criativos da empresa”.

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  • Série

    Crunchyroll anuncia produção de suas primeiras sérias próprias

    25 de fevereiro de 2020 /

    A Crunchyroll, plataforma da WarnerMedia especializada no streaming de animes, resolveu entrar no negócio da produção de séries próprias. E vai começar logo com oito lançamentos. O serviço de streaming divulgou um trailer apresentando suas novas produções (veja abaixo), que foram batizadas de Crunchyroll Originals e já começam a estrear neste ano. Conhecida por licenciar atrações populares, como “My Hero Academia”, “Dragon Ball Super” e a nova temporada de “Pokémon”, a Crunchyroll já dava sinais de que pretendia partir para a produção própria após fechar acordos de coprodução que lhe garantiam a primeira janela de streaming e lançamento exclusivo no Ocidente de diversos animes. A nova empreitada também é uma forma de fazer frente à Netflix, que tem lançado vários conteúdos próprio do gênero. A primeira série produzida com exclusividade para o serviço já está disponível em streaming: “In/Spectre”, série que mistura suspense com fantasia, estreou em janeiro e tem novos episódios divulgados todo sábado. Fantasia é o estilo dominante das atrações, mas os novos programas também seguem outras características marcantes da animação japonesa. Vale lembrar que a Crunchyroll é a primeira plataforma de streaming de anime a ter seu próprio estúdio de animação. A empresa anunciou a Crunchyroll Studios em agosto de 2018, com duas sedes internacionais: em Burbank, Califórnia (onde fica a Warner) e Tóquio, no Japão. Das oito séries previstas, cinco são produções do estúdio e três coproduções com diferentes empresas de animação. Curiosamente, todas essas três são baseadas em manhwas (quadrinhos sul-coreanos), também conhecidos como Webtoons. A lista ainda inclui a adaptação de um comic book (quadrinhos americanos) de Warren Ellis (criador da série animada de “Castlevania”), inspirado pela estética dos mangás (quadrinhos japoneses). Confira abaixo a lista completa dos Crunchyroll Originals com sua previsão de lançamento. “In/Spectre”: Trama de mistério sobrenatural ambientada na Tóquio moderna, que acompanha uma jovem escolhida pelos espíritos para ajudá-los a resolver os problemas entre os mundos humano e espiritual. Já disponível. “Tower of God”: Coprodução da Telecom Animation baseada no manhwa homônimo sobre um garoto em luta contra uma torre misteriosa. Estreia prevista para abril de 2020. “Onyx Equinox”: Criado por Sofia Alexander, segue um jovem garoto asteca que é salvo da morte pelos deuses para provar o potencial da humanidade. A estreia está prevista para segundo trimestre de 2020. Sem previsão de estreia. “The God of High School”: Coprodução com a MAPPA, a série de ação adapta o manhwa sobre um grupo de estudantes do ensino médio que usam o poder dos deuses para participar de um torneio de lutas. Sem previsão de estreia. “Noblesse”: Coprodução com a Production IG, também é baseada em manhwa e traz um vampiro que desperta na sociedade moderna depois de mais de 800 anos. Sem previsão de estreia. “Meiji Gekken: Sword & Gun” (título provisório): Épico de aventura ambientado em 1870, a história segue um ex-samurai, um guarda-costas de yakuza, um espião e um assassino de gueixas, enquanto se adaptam às mudanças rápidas no Japão da era Meiji, quando o país mudou de uma sociedade feudal para uma sociedade industrial. Sem previsão de estreia. “FreakAngels”: Baseado na série de comics (quadrinhos americanos) de Warren Ellis e Paul Duffield, que acompanha 12 jovens paranormais enquanto tentam reconstruir a sociedade em uma Londres pós-apocalíptica. Sem previsão de estreia. “High Guardian Spice”: Série de Raye Rodriguez (“Animation Domination High-Def”) sobre quatro meninas que freqüentam a High Guardian Academy para se tornarem heroínas e combater uma ameaça desconhecida ao seu mundo. Sem previsão de estreia.

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  • Filme

    Ultras: Trailer legendado de drama italiano foca violência das torcidas organizadas

    25 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Ultras”, primeiro filme do diretor italiano de clipes Francesco Lettieri. Ultras são como os torcedores fanáticos são conhecidos na Itália, com comportamento muito próximo do vandalismo dos hooligans britânicos. Passado em Nápoles, cidade natal do diretor, o longa aborda a paixão futebolista pelo Napoli e a violência da torcida organizada, com trilha musical de Liberato, artista napolitano de música eletrônica que já teve clipe dirigido por Lettieri. A trama gira em torno de um ultra veterano, Sandro. Líder do Apache, um grupo de ultras com quem passou a vida inteira no estádio – uma vida de violência, confrontos, paixões e valores inabaláveis – Sandro começa a colocar em cheque esses valores. Com 50 anos, ele sente pela primeira vez a necessidade de uma vida normal, um relacionamento, talvez até uma família. Mas sua cautela é confrontada pelo entusiasmo de Angelo, um jovem de 16 anos que considera o Apache sua família e cujo irmão morreu anos antes durante os confrontos de uma viagem. O filme mostra o encontro inevitável de ambos com seus destinos, nas últimas semanas de um campeonato de futebol. A estreia está marcada para 20 de março.

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  • Série

    Self Made: Octavia Spencer vira primeira milionária negra dos EUA em trailer de minissérie

    25 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Self Made: Inspired by the Life of Madam C.J. Walker”, minissérie estrelada por Octavia Spencer (“A Forma da Água”), que será lançada no Brasil com o título de “A Vida e a História de Madam C.J. Walker”. A produção vai contar a história real da personagem vivida por Spencer. Sarah Breedlove, que ficou conhecida como Madame C.J. Walker, foi a primeira milionária afro-americana, que enriqueceu ao lançar uma linha de produtos de beleza focada no cabelo e na pele das mulheres negras, até então ignoradas pela indústria de cosméticos. Walker construiu seu império durante a virada do século 19 para o século 20, em meio ao clima hostil da segregação racional que se seguiu à abolição da escravatura nos EUA, e enfrentando, além do racismo, o machismo dos comerciantes americanos. Seu pioneirismo foi muito além do nicho de mercado. Com o sucesso de seus produtos, Walker se tornou a primeira mulher (de qualquer cor) na história dos Estados Unidos a faturar US 1 milhão com um negócio próprio e sem contar com qualquer dinheiro de herança. A série foi criada pela roteirista Nicole Asher (da telebiografia da cantora Toni Braxton e do musical “Love Beats Rhymes”), e tem produção de Spencer, do jogador de basquete LeBron James e da cineasta Kasi Lemmons (“Harriet”), que vai dirigir pelo menos três capítulos. Com oito episódios, a minissérie também inclui em seu elenco Blair Underwood (“Agents of SHIELD”), Kevin Carroll (“The Leftovers”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Tiffany Haddish (“A Viagem das Garotas”), Keeya King (“Van Helsing”), Garrett Morris (“2 Broke Girls”) e Sydney Morton (“Ela Quer Tudo”). A estreia está marcada para 20 de março em streaming.

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  • Série

    Nova série animada de Transformers ganha primeiro trailer

    24 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer de sua série animada de “Transformers”, que pretende contar, pela primeira vez, o que levou Autobots e Decepticons a entrarem em guerra. A prévia tem estilo de anime (animação japonesa) e chega sem legendas – porque a Netflix brasileira está travada em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você” e só libera vídeos desse filme. Com o subtítulo de “War for Cybertron”, a série vai retratar o conflito entre as duas facções dos robôs transformistas em seu planeta natal, ao ponto de destruí-lo quase inteiramente. Por curiosidade, o nome é o mesmo de um antigo game da franquia, lançado pela Activision em 2010. O projeto está a cargo do produtor-roteirista FJ DeSanto, responsável por séries animadas recentes dos Transformers, que foram produzidas em parceria com o canal de web Machinima – extinto no ano passado pela AT&T, após comprar a Time Warner. Mas ainda não há previsão de estreia. “Transformers” também deveria ganhar um longa animado para o cinema, mas os projetos da fábrica de brinquedos Hasbro em parceria com a Paramount estão sendo reavaliados, após “Bumblebee” decepcionar nas bilheterias – arrecadou US$ 458 milhões mundiais, com um custo de produção de US$ 135 milhões.

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  • Filme

    Netflix vai passar a divulgar Top 10 de séries e filmes mais vistos no Brasil

    24 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix anunciou nesta segunda (24/2) que está estendendo ao Brasil – e ao resto do mundo – a divulgação de seu Top 10 de programas mais populares, que permitirá aos assinantes descobrirem quais conteúdos estão sendo mais vistos na plataforma de streaming. A iniciativa foi testada com sucesso no Reino Unido e no México, onde a plataforma publica um ranking semanal há cerca de seis meses. Na verdade, a proposta foi tão bem-sucedida que a imprensa americana passou a repercutir o Top 10 britânico. A ideia é agora oferecer um Top 10 diário. Além de um listão completo com todos os programas, o serviço também oferecerá um Top 10 de séries e outro de filmes. As listas vão aparecer nas abas respectivas de filmes e séries. E os títulos que estiverem bombando também terão uma indicação ao ranking, onde quer apareçam na Netflix. O objetivo é permitir que o usuário possa facilmente ver o que está fazendo sucesso no momento, seja navegando por gênero, por sua lista pessoal ou ao pesquisar por séries ou filmes específicos. Um detalhe curioso é que a Netflix não está chamando seu Top 10 de ranking, mas de “fileira”, provavelmente porque o exemplo apresentado para a imprensa traz os resultados enfileirados horizontalmente. Confira abaixo.

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