Equipe e elenco se despedem de BoJack Horseman
A Netflix divulgou um vídeo em que o elenco e a equipe de “BoJack Horseman” se despedem da série, comentando a jornada dos personagens e a importância da animação. “Bojack Horseman” estreou em 2014 trazendo as desventuras do personagem título, um cavalo falante dublado por Will Arnett (“Arrested Development”). Na trama, Bojack é o ex-astro de uma amada sitcom norte-americana, que não se habituou à vida fora da TV e tenta reencontrar o sucesso, enquanto lida com os problemas de sua vida pessoal desregrada. Criada por Raphael Bob-Waksberg, a produção também inclui em seu elenco de dubladores Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) como uma gata falante, Alison Brie (“GLOW”) como uma garota que namora um cachorrão (literalmente) e Aaron Paul (“Breaking Bad”) como o melhor amigo humano do protagonista. Os últimos episódios da série estrearam em 31 de janeiro.
Locke & Key ganha divertido “vídeo de bastidores”
A Netflix divulgou um divertido “vídeo de bastidores” da série “Locke & Key”. As aspas aludem ao fato de ser, claramente, uma encenação. Mas para apreciá-la é preciso ter visto a série, já que não há maiores explicações para o comportamento do ator mirim Jackson Robert Scott (também conhecido como o pequeno Georgie de “It: A Coisa”). O vídeo registra Jackson encerrando a gravação de uma cena e seu trajeto para sair do set. O detalhe é que, no caminho, ele mostra o dedo do meio para todos os colegas que encontra, incluindo os intérpretes de seu irmãos, Connor Jessup (“Falling Sky”) e Emilia Jones (“Utopia”), que ficam desconcertados pelo gesto, feito com as duas mãos e acompanhado por um “aloha” sorridente. É que, na série, o personagem do garoto é convencido pelo tio, flagrado mostrando o dedo para sua residência, que o gesto tem vários significados e também é uma forma de dizer alô, como “aloha” no Havaí. “Você sabe que isso não significa realmente…”, tenta explicar Connor, após receber uma dedada. Mas antes que possa completar, o vídeo se encerra com o menino já bastante distante e firme em seu ritual. Uma das maiores apostas da Netflix em 2020, “Locke & Key” adapta os quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho de Stephen King. A adaptação é assinada por Carlton Cuse (criador de “Bates Motel”), Meredith Averill (roteirista de “A Maldição da Casa da Colina”) e Aron Eli Coleite (criador de “Daybreak”). A trama acompanha uma mãe (Darby Stanchfield, de “Scandal”) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a assombrá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. Lançada na sexta (7/2) na plataforma de streaming, a 1ª temporada de “Locke & Key” tem 10 episódios, que contam uma história completa, mas também abrem a trama para uma nova aventura.
Insatiable é cancelada de forma melancólica
“Insatiable” foi cancelada da forma mais melancólica possível pela Netflix. Após causar polêmica e dar muito o que falar na 1ª temporada, o segundo ano da atração passou em branco na mídia. Enquanto os episódios iniciais atingiram a péssima média de 13% de aprovação no Rotten Tomatoes, a continuação ficou sem nota e sem nenhuma resenha indexada. Ninguém se interessou em escrever sobre ela. O cúmulo do descaso aconteceu no cancelamento. A Netflix nem se deu ao trabalho de anunciar que a série tinha acabado. A tarefa acabou nas mãos da atriz Alyssa Milano, que deu a notícia nas redes sociais, respondendo a um fã no Twitter. Assim, sem nem criar o assunto, ela contou que “infelizmente” a série não teria uma 3ª temporada. A produção havia sido renovada em 2018 mesmo tendo atingido o pior índice de aprovação já registrado para uma série da Netflix no Rotten Tomatoes. Mas isso se deu por conta de um paradoxo. Se a crítica torceu o nariz, o público aplaudiu. A 1ª temporada registrou 84% entre o público do mesmo Rotten Tomatoes, subindo para 93% no segundo ano, que os críticos não viram ou repercutiram. Pode ter virado um caso de “tão ruim que é divertido”. Mas talvez os espectadores apenas não tenham embarcado no “cancelamento social” da atração, que foi condenada na mídia – e ganhou a fama de série mais odiada da Netflix – por supostamente incentivar a gordofobia. Criada por Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), a trama trazia a atriz Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel) como uma ex-gordinha que muda de dieta, fica glamourosa e resolve se vingar de quem a fez sofrer bullying no colegial. O elenco ainda incluía a citada Alyssa Milano (de “Charmed” e “Mistresses”), Dallas Roberts (“The Walking Dead”), Christopher Gorham (“Covert Affairs”), Erinn Westbrook (“Awkward.”), Michael Provost (“Em Defesa de Cristo”), Sarah Colonna (“Chelsea Lately”), Kimmy Shields (“Big Little Lies”), Irene Choi (“As Calouras”), Arden Myrin (“Shameless”), James Lastovic (novela “Days of Our Lives”) e Beverly D’Angelo (do cássico “Férias Frustradas”). A 2ª temporada foi lançada em outubro passado e, desde então, nada mais foi falado sobre a produção.
Cade mantém fusão entre Disney e Fox paralisada no Brasil
O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) decidiu manter paralisado o processo de fusão entre Disney e Fox no Brasil. Em contraste ao avanço obtido pela aprovação da fusão entre Warner e a AT&T na semana passada pela Anatel, o conselho do Cade não pautou a análise do outro caso urgente de mídia, mesmo com – ou por causa da – reclamação da Disney em relação ao ritmo lento adotado pelo órgão para analisar o processo. No último dia 6 de fevereiro, representantes da Disney e membros do Cade tiveram uma reunião em Brasília (DF) na sede do órgão, onde o clima teria se tornado tenso. Os representantes da empresa de entretenimento se disseram bastante incomodados com a lentidão do órgão para definir a situação da fusão entre Disney e Fox no Brasil. Segundo apuraram vários veículos de imprensa, a Disney deixou claro nesta reunião que apresentou todos os pedidos de venda do Fox Sports, que era a condição para a aprovação, além de ter cumprido todas as obrigações que o Cade pediu para aprovar o negócio. Mas o próprio Cade impediu propostas do maior interessado, o grupo Globo. A próxima sessão do Cade para julgar processos que podem caracterizar monopólio está marcada para quarta-feira (19/2), mas a pauta publicada no site oficial do órgão não prevê a discussão do caso da Disney. Com isso, a conclusão da fusão entre Disney e Fox está adiada pelo menos até o dia 9 de março, quando ocorre a terceira sessão do ano. Assim como aconteceu com a WarnerMedia, o Brasil é último país a travar o negócio da Disney em nível mundial. Por conta dessa indefinição, o estúdio diminuiu seus investimentos no país. Não só na área de esportes, que vive a maior incógnita, mas principalmente em seus planos para o lançamento da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que utiliza propriedades da Fox, como a série animada “Os Simpsons”. Também são afetados os planos relacionados aos demais serviços da empresa, como a Hulu, que depende mais fortemente do conteúdo da Fox, e a versão de streaming da ESPN, que está perdendo prazos para negociar direitos de transmissões. Ao mesmo tempo, a empresa tem feito reestruturações nas chefias de departamentos da Fox, a partir da decisão original do Cade de aprovar o negócio. O aval foi dado há exatamente um ano, mas incluiu a condição de venda do canal Fox Sports. Como a Disney não conseguiu nenhum comprador que atendesse as exigências do órgão, o Cade afirmou em novembro que iria rever toda a operação, o que inclui as mudanças estruturais já realizadas pela Disney na Fox. Só que até agora não marcou reunião para tratar disso.
Stranger Things: Teaser da 4ª temporada revela que o Xerife Hopper está vivo
A Netflix divulgou o primeiro teaser da 4ª temporada de “Stranger Things”. O breve vídeo de 50 segundos se passa num campo gelado de trabalho forçado na Rússia, e confirma que o Xerife Hopper (David Harbour) está vivo e foi parar lá após os eventos do terceiro ano. Nas imagens, o personagem aparece careca, trabalhando em meio à neve junto com outros prisioneiros dos russos. No final da terceira temporada, Hopper se sacrificou para fechar o portal para o Mundo Invertido aberto pelos russos em Hawkins. Ele estava bem ao lado da máquina usada pelos vilões quando ela explodiu, o que levou muitos a acreditarem em sua morte. Mas uma cena pós-créditos do último episódio já indicava que seu destino poderia ser diferente, ao mostrar dois soldados russos conversando entre si e se referindo a um prisioneiro americano na base. A 4ª temporada deve se focar em seu resgate ou fuga. E em como os demais personagens descobrirão que Hopper está viv, já que todos acreditam que ele morreu. Eleven (Millie Bobby Brown), que ele havia adotado, foi acolhida por Joyce (Winona Ryder) e se mudou de Hawkins. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios na plataforma de streaming.
Netflix teria mudado de ideia e negocia descancelar Lucifer
A Netflix teria mudado de ideia sobre o cancelamento de “Lúcifer” na vindoura 5ª temporada da série. Segundo apurou o site TVLine, a plataforma abriu negociações com a WBT (Warner Bros Television) para continuar a produzir a atração para além da “última” temporada acordada. Nem a plataforma nem o estúdio comentaram a notícia. A decisão de encerrar a série foi anunciada em junho passado pela própria Netflix. Tanto que a showrunner da série, Ildy Modrovich tratou de acalmar os fãs revoltados, avisando que, daquela vez, o cancelamento era irreversível e que “uma luta não mudaria as coisas”, já que não existia a possibilidade de “Lucifer” ganhar uma 6ª temporada. “Conversamos com nossos parceiros na Netflix e Warner Bros, e vocês deveriam saber que essa decisão foi tomada com muito cuidado e consideração”, acrescentou, sem explicar de onde veio a iniciativa de encerrar a produção com apenas mais 10 episódios. Vale lembrar que “Lucifer” tinha sido cancelada pela Fox ao final da 3ª temporada e foi resgatada pela Netflix, que exibiu sua 4ª temporada em maio do ano passado. Desde o anúncio de que a 5ª temporada encerraria a série, os episódios finais foram desmembrados em duas partes. O detalhe é que essa divisão quase dobrou o número de capítulos encomendados, valendo praticamente por duas temporadas. A reta final de Lucifer teria inicialmente apenas 10 episódios, mas a Netflix decidiu estender o total para 16, visando permitir aos produtores encerrar a trama de forma apropriada – e quase já assumindo o arrependimento. A estreia dos oito episódios iniciais está prevista para maio de 2020. Outro detalhe importante é que a WBTV negociou com a Netflix a permissão para o ator Tom Ellis aparecer como Lúcifer no crossover “Crise nas Infinitas Terras”, exibido na rede americana The CW. Como a participação foi um sucesso imenso, com grande repercussão na mídia, pode ter sido decisiva para convencer a plataforma a reconsiderar o cancelamento.
Hunters: Série estrelada por Al Pacino ganha 30 fotos e trailer para adultos
A plataforma Prime Video, da Amazon, divulgou 30 fotos e um novo trailer de “Hunters”, desta vez voltado ao público adulto, com muitos palavrões e violência, que em detalhes à beira do terror sugere influência do produtor Jordan Peele (diretor de “Corra!” e “Nós”). Passada nos anos 1970, a primeira série estrelada por Al Pacino (“O Irlandês”) reflete uma história supostamente real de caça a criminosos nazistas, que fugiram após a 2ª Guerra Mundial e se disfarçaram de pessoas comuns nos Estados Unidos. Os “Caçadores” descobrem que vários oficiais nazistas do alto escalão estão vivendo de forma impune, sob disfarce, e conspirando para criar um Quarto Reich. Assim, liderados pelo personagem de Pacino, decidem fazer justiça com as próprias mãos. Escrita por David Weil (do vindouro “Moonfall”) e Nikki Toscano (“Revenge”), “Hunters” também destaca em seu elenco Logan Lerman (“As Vantagens de Ser Invisível”), Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Lena Olin (“A Insustentável Leveza do Ser”), Josh Radnor (“How I Met Your Mother”), Carol Kane (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Saul Rubinek (“Warehouse 13”), Tiffany Boone (“The Chi”), Louis Ozawa Changchien (“Bosch”), Greg Austin (“Class”) e Dylan Baker (“Homem-Aranha”). O lançamento vai acontecer na próxima sexta (21/2) em todo o mundo.
Most Dangerous Game: Liam Hensworth aposta a própria vida no trailer da série
A plataforma Quibi divulgou os pôsteres e o trailer de “Most Dangerous Game”, série estrelada por Liam Hemsworth (“Jogos Mortais”) e Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”). Na prévia, o personagem de Hemsworth recebe a notícia de que é um doente terminal. Desesperado para deixar algum dinheiro para sua esposa grávida, ele acaba aceitando a proposta sinistra do personagem de Waltz, de apostar a própria vida num jogo de caçada mortal, em que tudo que tem fazer é ficar vivo por 24 horas. Cada hora de sobrevivência representará depósitos milionários na conta de sua mulher, mas também maiores ameaças à sua vida. A história é supostamente baseada no famoso conto homônimo do escritor Richard Connell, que já foi adaptado em vários filmes, inclusive o clássico “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). Apesar disso, o trailer também parece evocar a trama de “Vidas em Jogo” (1997), thriller estrelado por Michael Douglas. “Most Dangerous Game” é a segunda série criada por Nick Santora (criador de “Scorpion” e roteirista de “Prison Break”) para a Quibi. Ele também está por trás do reboot da série clássica “O Fugitivo”, a primeira produção da plataforma a ter seu trailer revelado. Ambas serão lançadas em em 6 de abril, dada da inauguração do novo serviço de streaming. Voltada à transmissão de conteúdos para dispositivos móveis, a Quibi só produzirá programas com episódios de curta duração, com 10 minutos ou menos, na contramão das longas maratonas da Netflix. O nome do serviço vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). Criada por Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, a plataforma prepara um portfólio impressionante de projetos para seu lançamento. Até o momento, foram divulgados os trailers para o mencionado “The Fugitive”, o thriller de sobrevivência “Survive” e a comédia “Flipped”, mas ainda há projetos de Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), Sam Raimi (“Evil Dead”), Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos outros.
Survive: Sophie Turner sofre desastre aéreo no primeiro trailer da série
A plataforma Quibi divulgou o pôster e o trailer de “Survive”, nova série estrelada por Sophie Turner (a Sansa “Game of Thrones”). A prévia apresenta sua personagem como uma jovem viciada que, ao embarcar num voo, sofre um acidente de avião. Apenas ela e outro passageiro, vivido por Corey Hawkins (“24: Legacy”), sobrevivem à queda, mas ainda precisarão enfrentar o desafio de descer uma montanha congelada para voltar à civilização. “Survive” é baseada no livro homônimo de Alex Morel, sobre dois sobreviventes de um acidente aéreo presos em um ambiente frio e montanhoso, que precisam lutar por suas vidas, enfrentando a natureza e seus traumas pessoais. Com episódios dirigidos por Mark Pellington (da série “Blindspot” e do drama indie “A Ultima Palavra”), a série vai estrear em 6 de abril junto da plataforma. Voltada à transmissão de conteúdos para dispositivos móveis, a Quibi só produzirá programas com episódios de curta duração, com 10 minutos ou menos, na contramão das longas maratonas da Netflix. O nome do serviço vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). Criada por Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, a plataforma prepara um portfólio impressionante de projetos para seu lançamento. Até o momento, foram divulgados os trailers para o reboot da série clássica “O Fugitivo” e a comédia “Flipped”, mas ainda há projetos de Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), Sam Raimi (“Evil Dead”), Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos outros.
Noah Centineo revela vício de drogas na adolescência
Crush das adolescentes com assinatura da Netflix, Noah Centineo revelou ter um passado sombrio, em entrevista para a revista Harper’s Bazaar. O astro de “Para Todos os Garotos que Já Amei” e a recém-lançada continuação “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você” contou que teve um vício terrível em drogas. Centineo admitiu que foi viciado dos 17 até a véspera do aniversário de 21 anos. Isto aconteceu devido à forma como a indústria do entretenimento deslumbra os jovens. Ele disse que costumava frequentar muitas festas em Hollywood, que, de acordo com ele, acontecem todos os dias com a participação de muitos jovens. Sua rotina nesse período “era tomar ecstasy e conversar com os amigos por cinco horas sobre questões existenciais profundamente filosóficas”. “Não havia muitas drogas que eu não usasse. Eu nunca injetei nada, o que é bom. Eu fumei muitas coisas. Eu estava muito triste. Foi uma época sombria da minha vida“, disse ele. Atualmente com 23 anos, Noah diz que aprendeu a lidar com as suas emoções de uma forma bem mais saudável. “Eu surto muito. Gosto de banhos. Gosto de meditação. Gosto de escrever em diários. Eu falo bastante comigo mesmo se estou bravo com algo que eu fiz. Eu realmente grito comigo, olhando no espelho. Falo tipo: ‘Cara, para, isso é inaceitável. Você é melhor do que isso’. Eu me culpo muito, mas também consigo me tirar de ciladas. E isso é poderoso”, contou. Para concluir, o ator comentou sobre como lida com sua condição atual de celebridade. “É mais uma benção do que uma maldição. Me pergunte novamente em cinco anos, quando eu provavelmente não conseguirei mais sair dessa carreira. Se esse for o meu caminho, eu talvez tenha uma resposta diferente para você, mas agora estou tentando aproveitar cada momento disso”, respondeu.
Diretor e roteirista de Doutor Estranho nunca trabalharam na continuação
Afastado da continuação de “Doutor Estranho”, o diretor Scott Derrickson nem chegou a trabalhar no desenvolvimento da produção. O roteirista C. Robert Cargill, que escreveu o primeiro longa do herói e acreditava que retornaria para a sequência, revelou que nem ele nem Derrickson tiveram a oportunidade de apresentar um projeto para a nova trama. “Como estão aparecendo novas notícias, vale notar que Scott e eu nunca tivemos a oportunidade de escrever o esboço de ‘Multiverso da Loucura’, então o que quer que eles estejam trabalhando agora não é derivado de nosso trabalho”, ele explicou, num post no Twitter. Diretor do primeiro filme, Derrickson revelou em janeiro que não faria parte do segundo longa devido à “diferenças criativas”. Segundo ele, a decisão foi tomada de mútuo acordo. Atualmente, a Marvel negocia com Sam Raimi, diretor da primeira trilogia do Homem-Aranha, para assumir a função. A história de “Doctor Strange in The Multiverse of Madness” estava sendo escrita pela iniciante Jade Halley Bartlett, que escreveu um dos rascunhos de “Os Órfãos”, terror recém-lançado que está sendo considerado um piores exemplares do gênero nos últimos anos. Mas, na semana passada, ela foi substituída por Michael Wardon, responsável pela vindoura série “Loki”, na Marvel, na plataforma Disney+ (Disney Plus). Since it keeps coming up in news stories, it's worth noting that Scott and I never had the opportunity to write a draft of MULTIVERSE OF MADNESS, so whatever they are working with now isn't derivative of our work. I am of course very excited to see where they take Stephen next. — C. Robert Cargill (@Massawyrm) February 8, 2020
Bruna Marquezine vai estrelar série da Netflix com Keanu Reeves
Começam a vir à tona os projetos que levaram Bruna Marquezine à sair da Globo. A atriz, que disse querer dedicar mais tempo aos estudos e ao cinema, abriu mão do contrato de exclusividade com o canal para tentar também a carreira internacional. Ela estará em “Conquest”, série estrelada e produzida por Keanu Reeves (“John Wick”), que foi rodada em São Paulo e Santos com direção de Carl Erik Rinsch (“47 Ronins”), e ainda não tem previsão de estreia na Netflix. Com a atração, a atriz segue o caminho de seus colegas Marco Pigossi, Bruno Gagliasso e Tainá Muller, que trocaram contratos por longo prazo na Globo para estrelar produções da plataforma de streaming. Bruna também poderá ser vista, a partir de 5 de março, em “Vou Nadar Até Você”, drama codirigido por Klaus Mitteldorf e Luciano Patrick, que marca sua estreia como protagonista de cinema, após pequenos papéis na infância e participação no filme americano “Breaking Through: No Ritmo do Coração” (2015). Enquanto isso, a atriz continua ligada na Globo, como comentarista não oficial do Big Brother Brasil nas redes sociais, por conta de sua torcida pela amiga Manu Gavassi, e aproveitando a exposição para fazer muitas campanhas de publicidade.
Loki: Gugu Mbatha-Raw entra na série da Marvel
A atriz inglesa Gugu Mbatha-Raw (“Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe”) entrou na série “Loki”, atualmente em desenvolvimento para plataforma Disney+ (Disney Plus). A Marvel não revelou o papel da atriz, que vai se juntar a Tom Hiddleston, intérprete do personagem-título, além de Owen Wilson (“Extraordinário”) e Sophia Di Martino (“Yesterday”) em papéis não identificados. Loki é o vilão mais proeminente da Marvel, tendo aparecido em sete filmes até o momento, entre o primeiro “Thor” (de 2011) e o último “Vingadores” (de 2019). A série, por sinal, vai encontrá-lo após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, filme de maior bilheteria de todos os tempos. A atração tem roteiros de Michael Waldron (“Rick e Morty”), direção de Kate Herron (“Sex Education”) e produção de Kevin Feige, o chefão do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A estreia está marcada para o começo de 2021 e sua trama terá ligação direta com o próximo filme do Doutor Estranho.












