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  • Música

    Facebook vai começar a exibir clipes como o YouTube

    1 de agosto de 2020 /

    O Facebook anunciou na sexta-feira (31/7) que vai passar a disponibilizar clipes musicais licenciados em sua rede social nos Estados Unidos, em competição direta com o YouTube – que alimenta a maior parte de seu tráfico com vídeos de músicas. O serviço de “music experience” do Facebook já estava disponível na Índia e na Tailândia e, após ser aprovado nos primeiros testes, faz sua estreia neste fim de semana nos Estados Unidos. Ao contrário do YouTube, que enfrentou resistência das gravadoras no começo de sua operação, o Facebook fechou de cara uma associação com as grandes empresas musicais, como Sony Music Group, Universal Music Group, Warner Music Group e BMG, além de alguns selos independentes, para distribuir seus catálogos de vídeos. Os clipes foram fundamentais para o crescimento do YouTube, a ponto de abalarem o plano de negócios da MTV. Atualmente, a plataforma de vídeos do Google conta com mais de 2 bilhões de usuários mensais e se tornou uma das maiores fontes de receita das gravadoras. “Com clipes oficiais no Facebook, estamos criando novas experiências que vão além de só assistir ao vídeo”, declarou o vice-presidente de Desenvolvimento da rede social, Vijaye Raji, em comunicado. “Continuaremos trabalhando com nossos sócios para construir uma experiência social única e levar a música a formas em que as pessoas se conectem e compartilhem”. Os clipes, como qualquer post no Facebook, poderão ser compartilhados, gerar reações e receber comentários. Quando compartilhados no Feed de notícias, nos Grupos, Páginas ou no Messenger, os seguidores e amigos de quem compartilhou poderão acompanhar as postagens. Além disso, o serviço também incluirá páginas de artistas com feed de notícias – e, curiosamente, essa combinação de música e notícias faz lembrar o antigo MySpace. Nos últimos anos, o Facebook vem tentando se tornar um player no mercado de vídeo digital, que pode ser uma fonte lucrativa de receita com anúncios e também ajudar a manter o envolvimento com a plataforma por mais tempo. Em 2017, a empresa lançou o Facebook Watch, apresentando programas originais e vídeos populares de criadores e organizações de mídia. Os vídeos musicais serão oferecidos como parte do Facebook Watch, numa nova seção dedicada à música, que permitirá que os usuários explorem os vídeos por gênero, nome do artista ou através de listas de reprodução temáticas, como “MVPs do Hip Hop”, “Epic Dance Videos”, “Popular nesta Semana” e “Novidade da Semana”. A empresa também aplicará sua tecnologia de personalização à experiência musical. À medida que os usuários assistem, se envolvem e compartilham, o destino Música no Facebook Watch ficará mais sintonizado com seus gostos e interesses pessoais. Mais experiências sociais são planejadas para o futuro. Ainda não há previsão para a chegada do serviço ao Brasil, mas vale observar que um dos clipes destacados no material de divulgação da iniciativa (ilustração acima) é “Tocame” da brasileira Anitta.

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  • Série

    La Casa de Papel: Netflix oficializa começo da produção da Parte 5 com novidades

    1 de agosto de 2020 /

    Depois de posts do elenco, a Netflix oficializou que a produção da Parte 5 de “La Casa de Papel” já começou. A plataforma divulgou nas redes sociais uma imagem da famosa máscara de Dali quebrada no chão, ao lado da frase em portunhol “Parte 5: O atraco está chegando ao fim” – ou, na versão da Netflix americana: “O assalto chega ao fim – Parte 5”. O anúncio deixa claro que nessa temporada o assalto ao Banco da Espanha chegará ao fim. Mas será que a série também vai se encerrar? Lançada em 3 de abril, a Parte 4 da série espanhola foi considerada um dos maiores sucesso de 2020 no catálogo da Netflix, vista por mais de 65 milhões de pessoas, segundo informação da própria plataforma ao mercado. Para o próximo ano, o elenco principal vai ganha dois reforços: os atores Miguel Ángel Silvestre (o Lito, de “Sense 8”) e Patrick Criado (o Daniel de “O Sucessor, também da Netflix). Embora os trabalhos de pré-produção já estejam adiantados, as gravações propriamente ditas só devem começar na segunda-feira (3/8), aproveitando a flexibilização das restrições contra a pandemia de covid-19. Os 10 novos episódios serão gravados na Espanha, em Portugal e na Dinamarca para uma estreia em 2021 ou, devido ao coronavírus, começo de 2022. A data ainda não foi marcada. Parte 5: O atraco está chegando ao fim. #LaCasaDePapel pic.twitter.com/IayaIGRTHO — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 31, 2020 THE HEIST COMES TO AN END PART 5. pic.twitter.com/QOgJgzsqff — Netflix (@netflix) July 31, 2020

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  • Filme

    Claro tenta impedir lançamento da Disney+ (Disney Plus) no Brasil

    31 de julho de 2020 /

    A Claro está tentando impedir o lançamento nacional da plataforma Disney+ (Disney Plus), responsável por “The Mandalorian”, uma das séries com mais indicações ao prêmios Emmy 2020, e pelo musical “Black Is King”, de Beyoncé, além de várias séries de super-heróis da Marvel atualmente em desenvolvimento. Prevista para novembro no Brasil, a inauguração do serviço de streaming está sendo contestada pela operadora de telefonia e TV paga porque não possui conteúdo nacional em seu catálogo. De acordo com o jornal O Globo, a denúncia foi feita na Anatel e conselheiros irão deliberar sobre o caso em agosto. Se a decisão for no sentido de que a Disney+ (Disney Plus) precisará de conteúdo nacional para seu lançamento, o Brasil pode ser o único país da América Latina a ficar sem o serviço em 2020. O objetivo da Claro é enquadrar a Disney+ (Disney Plus) na chamada Lei da TV Paga, que obriga canais por assinatura a trazer conteúdo nacional como parte da programação. A empresa alega que, caso isso não aconteça, estará sofrendo concorrência desleal. Atualmente, a Netflix, que é uma empresa equivalente à Disney+ (Disney Plus) em atividade no Brasil, não é enquadrada como TV paga. Mas o lobby da Claro e outras operadoras quer mudar essa situação. Um projeto de lei que tramita na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados discute sujeitar os serviços similares aos da TV por, como os distribuídos pela internet, às mesmas regras da TV paga – que estabelece, entre outros pontos, cotas de conteúdo nacional para os canais e pacotes. Esta discussão se estende desde o ano passado e já recebeu emendas e substitutivos com propostas que sugerem o contrário – isto é, legislação diferente para a internet. A Lei da TV paga é de 2011 e ainda dispõe sobre uma programação tipicamente televisiva, estabelecida em horários fixos de exibição, algo que não acontece na internet. De todo modo, ela não foi adotada do dia para noite, mas de forma gradual e com um período de adequação após sua vigência, que se estendeu por até três anos para atingir os padrões requisitados. Imagina-se que, mesmo que a equiparação pedida seja atendida, o mesmo período de transição seria estendido ao streaming, o que não impediria a estreia imediata de novos serviços. Além da Disney+ (Disney Plus), o Brasil também deve receber em breve as plataformas HBO Max, Peacock, Hulu e CBS All Access. Todas aguardam uma solução desse impasse.

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  • Reality,  TV

    Sugar Rush: Reality culinário da Netflix traz última gravação de Naya Rivera

    31 de julho de 2020 /

    A Netflix vai lançar a última gravação feita pela atriz Naya Rivera (“Glee”) nesta sexta (31/7). Antes de morrer afogada em julho, Naya participou de um episódio da 3ª temporada do reality “Sugar Rush”, que está chegando ao catálogo da plataforma de streaming. A participação foi gravada em fevereiro, antes da paralisação das produções de entretenimento pela pandemia de coronavírus. Naya aparece como uma jurada convidada da competição culinária. A atriz morreu afogada em 8 de julho, após desaparecer durante um passeio no lado Piru, na Califórnia, com seu filho pequeno. Naya teria usado seu último fôlego para tirar a criança da água, quando uma forte correnteza atingiu a região. Os dois estavam nadando no lago e o menino disse à polícia que viu a mãe desaparecer debaixo d’água, enquanto subia de volta no barco. Sua morte inesperada, aos 33 anos, causou comoção nos EUA e chegou a reunir seus antigos colegas da série “Glee” em orações no local de sua morte, durante a procura por seu corpo – que durou cinco dias. Ela foi enterrada no dia 24 de julho no Forest Lawn Memorial Park, em Los Angeles.

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  • Série

    Caçadoras de Recompensas: Nova série adolescente da Netflix ganha trailer legendado

    30 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos, o pôster e o trailer legendado de “Caçadoras de Recompensas”, que no Brasil eliminou parte de seu título original – o que é inusitado já que aqui os títulos costumam ser aumentados, como “Dead to Me”, que virou “Disque Amiga para Matar”. A série na verdade é sobre caçadoras de recompensa adolescentes e a palavra eliminada do título original, “Teenage Bounty Hunters”, é que faz a diferença – e dá o tom – da produção. A série gira em torno de duas irmãs gêmeas que levam a rebeldia adolescente a outro nível, ao procurar mais problemas que o normal para sua idade. Elas descobrem que são capazes de surpreender e prender criminosos, porque ninguém desconfia que possam fazer isso e, assim, se juntam a um caçador de recompensas veterano para aprender e seguir em segredo a profissão. A prévia abaixo mostra as meninas equilibrando os riscos de sua profissão secreta com os problemas de sua vida no ensino médio, incluindo romance, sexo, aulas e, claro, as terríveis meninas populares da escola. As gêmeas Sterling e Blair são vividas pelas atrizes Maddie Phillips (“Ghost Wars”) e Anjelica Bette Fellini (“The Gifted”), que, apesar de se parecerem fisicamente, não são parentes. O elenco também destaca Kadeem Hardison (“Agente K.C.”) como seu mentor, além de Virginia Williams (“Charmed”) e Mackenzie Astin (“Homeland”) como os pais sem noção e Spencer House (“The Society”) como o bonitão da classe. “Caçadoras de Recompensas” é a primeira série criada por Kathleen Jordan (roteirista de “American Princess”), mas conta com os experientes Jenji Kohan (criadora de “Weeds” e “Orange Is the New Black”) e Jesse Peretz (diretor de “Juliet, Nua e Crua”) entre os produtores. Peretz também dirigiu o primeiro episódio. A estreia dos 10 episódios da temporada inaugural está marcada para 14 de agosto em streaming.

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  • Série

    Como Vender Drogas Online (Rápido) é renovada para a 3ª temporada

    29 de julho de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Como Vender Drogas Online (Rápido)” para a 3ª temporada, uma semana após a disponibilização dos episódios de seu segundo ano de produção. O site Deadline afirma ter recebido informação de Netflix de que a comédia criminal criada por Philipp Käßbohrer e Matthias Murmann é seu maior sucesso original alemão. Entretanto, é difícil aceitar essa afirmação sem números, quando se sabe que há outra produção alemã muito mais popular na plataforma. Ou já esqueceram de “Dark”? Enfim, a Netflix também diz que o programa é bastante popular na Itália, na França e aqui no Brasil. A série é baseada numa história real. Na trama, para deixar de ser um nerd sem namorada, um adolescente começa a vender drogas pela internet e, em pouco tempo, ele e seu melhor amigo se tornam os maiores traficantes da Europa. Käßbohrer e Murmann voltarão como showrunners na 3ª temporada, que voltará a contar com Maximilian Mundt (Moritz), Danilo Kamperidis (Lenny), Damian Hardung (Dan), Lena Klenke (Lisa) e Lena Urzendowsky (xKira7) em seu elenco.

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  • Filme

    Filme brasileiro Cidade Pássaro ganha estreia internacional na Netflix

    29 de julho de 2020 /

    O drama brasileiro “Cidade Pássaro”, de Matias Mariani, ganhou lançamento internacional na Netflix nesta quarta (29/7). Exibido na mostra Panorama do Festival de Berlim deste ano, o filme é a produção nacional mais elogiada de 2020 até o momento. Mas o público brasileiro precisará esperar mais que o resto do planeta para conhecê-la. Como os distribuidores ainda planejam uma estreia cinematográfica, o filme só chegará por aqui no final do ano. Rodado em São Paulo e protagonizado por dois atores nigerianos, “Cidade Pássaro” conta a história de Amadi (OC Ukeje), imigrante que desembarca na capital paulista em busca de seu irmão Ikenna (Chukwudi Iwuji), o primogênito de uma família da etnia Igbo. Enquanto procura seu irmão, que mentiu sobre sua vida no Brasil, Amadi conhece uma comunidade de imigrantes na cidade. O elenco conta também com Indira Nascimento (“3%”), no papel de Emília, que passa a ser a ligação de Amadi com os brasileiros. OC Ukeje é um ator de destaque em Nollywood, a indústria cinematográfica do pais, com papéis em mais de 30 filmes, enquanto Chukwudi Iwuji já se projetou em produções americanas, aparecendo em “Designated Survivor” e na premiada minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us). Com o título internacional de “Shine Your Eyes”, o filme atingiu 100% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes. São apenas sete críticas computadas, mas os elogios entusiasmados da imprensa mundial foram decisivos para a Netflix querer a produção – chamada de “estreia brilhante” pelo The Hollywood Reporter. “Cidade Pássaro” é o primeiro longa de ficção dirigido por Matias Mariani, mas ele tem longa trajetória como produtor e já dirigiu um par de documentários, entre eles “A Vida Privada dos Hipopótamos” (2014), sobre os animais de estimação do traficante Pablo Escobar. O novo longa é uma produção da Primo Filmes (“O Cheiro do Ralo”) e Tabuleiro Filmes (“Diamante, o Bailarina”), em associação com a Taiga Filmes (“Histórias que só Existem quando Lembradas”) e coprodução internacional com MPM Films (“O Cavalo de Turin”) e February Films (“O Hospedeiro”). A distribuição no Brasil será feita pela Vitrine Filmes. Confira abaixo o trailer do drama de Mariani.

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  • Série

    The Boys: Série ultraviolenta da Amazon vai passar na TV aberta pelo SBT

    29 de julho de 2020 /

    A série “The Boys”, produção original do Amazon Prime Video, vai ser ser exibida na TV aberta brasileira pela rede SBT. A estreia foi marcada para 15 de agosto e, ao contrário do streaming, a exibição será semanal, com um episódio novo exibido toda virada de sábado para domingo, às 0h15, após a competição culinária “Bake Off Brasil”. O horário é propício para o conteúdo adulto da série, que apesar ser uma produção de super-heróis tem várias cenas de ultraviolência, com muito sangue e vísceras, além de abordar consumo de drogas, incluir temática sexual forte e trazer personagens sádicos. Por conta disso, não está claro se a exibição será integral ou sofrerá alguma censura para exibição na TV. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), a série acompanha um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis: eles são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e comercializa suas imagens. “The Boys” é estrelada por Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”) e Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) interpretam super-heróis malvados. Além deles, Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) vive a única super-heroína decente da história e Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. Os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. A 2ª temporada tem estreia marcada para 4 de setembro na Amazon Prime Video e a série já se encontra renovada para seu terceiro ano de produção. Confira abaixo o trailer da temporada inaugural para entender a paulada que será exibida no SBT.

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  • Etc,  Filme

    Universal e maior rede de cinema dos EUA fecham acordo histórico para diminuir janela de exibição

    29 de julho de 2020 /

    Depois de enfrentar ameaça de boicote das redes de cinema dos EUA por sua decisão de lançar “Trolls 2” em VOD, o estúdio Universal virou o jogo e conseguiu diminuir a janela de exibição nos EUA, fechando um acordo com a maior empresa de distribuição de filmes do país, a AMC. A mudança é histórica. Pelo novo contrato, os filmes do Universal poderão ser lançados em plataformas de vídeo sob demanda (aluguel digital) depois de apenas 17 dias de exibição nas salas. Em termos de mercado, isto representa três fins de semana consecutivos. Um número muito menor que a janela até então vigente, de cerca de três meses, que os filmes precisavam esperar para serem oferecidos de forma digital. “A experiência cinematográfica continua sendo o coração do nosso negócio”, iniciou Donna Langley, diretora da Universal Filmed Entertainment Group, no comunicado. A frase de elogio às salas de cinema, claro, é seguida por um “mas” retórico. “A associação forjada com a AMC é impulsionada por nosso desejo mútuo de assegurar um futuro próspero para o ecossistema de distribuição de filmes e satisfazer a demanda dos consumidores”, acrescentou. As empresas não revelaram detalhes do acordo, mas a AMC, que tem mais de 8 mil salas, receberá parte dos lucros da Universal com a exibição dos vídeos sob demanda. “A AMC abraça com entusiasmo este novo modelo de indústria, tanto porque estamos participando da totalidade da economia da nova estrutura, quanto porque o vídeo premium ‘à la carte’ cria o potencial agregado de aumentar a rentabilidade dos estúdios cinematográficos, o que por sua vez deverá levar à produção de mais filmes”, disse o diretor-executivo da AMC, Adam Aron. “Este acordo plurianual preserva a exclusividade da exibição em salas de cinema durante pelo menos os três primeiros fins de semana de estreia de um filme, quando normalmente é gerada a maior parte da receita de bilheteria”, acrescentou. “Universal e AMC acreditam que isto expandirá o mercado e beneficiará a todos”, concluiu. O acordo é considerado surpreendente, porque a AMC foi uma das primeiras distribuidoras a atacar a Universal Pictures, após o estúdio antecipar “Trolls 2” e outras estreias digitais devido à pandemia de coronavírus, que levou ao fechamento de salas e paralisou produções. Em abril, a AMC anunciou que não projetaria mais nenhum filme da Universal em suas salas enquanto o estúdio mantivesse essa postura. Três meses depois, as salas da AMC ainda continuam fechadas pela pandemia e a Universal comemora lucro surpreendente com as locações digitais. A covid-19 começou a antecipar tendências econômicas que muitos acreditavam inevitáveis, mas nunca que aconteceriam tão rapidamente. O negócio deve ser seguido por outros estúdios e distribuidoras e criar uma nova situação, em que os cinemas terão ciclos menores de exibição e, por consequência, precisarão receber mais filmes. Isto pode estimular a maior produção dos estúdios. Ou baratear os filmes para que mais títulos sejam produzidos pelo mesmo orçamento. Outro efeito é o fortalecimento no mercado de VOD, que parecia destinado a desparecer diante da proliferação das plataformas de streamings por assinatura dos estúdios. Pouco explorado, o VOD ganhou força com a pandemia e transformou “Trolls 2” num fenômeno comercial, que rendeu mais de US$ 100 milhões nos EUA e mostrou à Universal um caminho que agora vai impactar toda a indústria. É a volta das videolocadoras. Agora digitais.

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  • Filme

    Millie Bobby Brown vai estrelar thriller criminal na Netflix

    29 de julho de 2020 /

    A Netflix planeja juntar Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”) e Jason Bateman (o Marty de “Ozark”) na produção de um novo filme exclusivo. . Segundo apurou o site Deadline, Brown vai estrelar a adaptação do romance “The Girls I’ve Been”, de Tess Sharpe (“Barbed Wire Heart”), e coproduzi-lo com Bateman. Os dois serão sócios no projeto por meio de suas produtoras, PCMA Productions e Aggregate Films, respectivamente. “The Girls I’ve Been” é um thriller centrado numa vigarista, Nora, que deve usar seus poderes de persuasão e interpretação para libertar a si mesma, sua namorada e seu ex-namorado de um roubo que vira uma situação de reféns em um banco. O livro de Tess Sharpe ainda é inédito e só será publicado pela Penguin Random House no início do próximo ano. A Netflix não quer deixar de trabalhar com Brown. Além desse projeto e de “The Strange Things”, a plataforma também vai lançar o próximo longa-metragem da atriz, “Enola Holmes”, em que ela interpreta a irmã adolescente e rebelde de Mycroft e Sherlock Holmes. Esse filme está programado para estrear em streaming no mês de setembro.

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  • Etc

    Templo evangélico tenta processar Porta dos Fundos em R$ 1 bilhão e toma prejuízo

    29 de julho de 2020 /

    Um templo evangélico que queria lucrar R$ 1 bilhão num processo contra a Netflix e o Porta dos Fundos, devido ao especial de Natal do grupo de humoristas, tomou um prejuízo financeiro considerável, que poderia muito ilustrar uma parábola sobre ganância – como Provérbios 28:20. Segundo apurou a revista Veja, Anselmo Ferreira de Melo da Costa, presidente da igreja Templo Planeta do Senhor, disse ter se sentido desrespeitado pelo especial “A Primeira Tentação de Cristo” em sua fé cristã e decidiu processar os responsáveis pela produção. O programa, que foi ao ar no fim do ano passado, trazia Gregório Duvivier como Jesus Cristo, em suposta relação homossexual, e causou a fúria de líderes religiosos, rendeu pronunciamentos inflamados de políticos e culminou num atentado à bomba contra a sede do grupo. Em fevereiro, o religioso foi à Justiça requerer o valor bilionário. Mas o processo não foi muito adiante. Ele desistiu ao ver a conta. A ação chegou ao fim sem que a Netflix e o Porta dos Fundos fossem sequer notificados oficialmente, porque a juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Patrícia Conceição, não deu o direito da Justiça gratuita ao caso – ou seja, como o Templo Planeta do Senhor pedia R$ 1 bilhão, os custos do processo chegaram a R$ 82 mil. O templo tentou mudar o valor da indenização, mas foi impedido porque o caso já tinha avançado. Pensou em recorrer, mas aí o prejuízo seria em dobro, novamente em custos judiciais. E a lição poderia ser ainda maior, porque se a Netflix ou o Porta dos Fundos tivessem recebido notificação judicial, o templo teria de arcar com honorários dos advogados das empresas, caso recebesse decisão desfavorável. O valor seria R$ 200 mil, referente a 10% de sua ambição. O processo também pedia a retirada do programa do ar e tinha pouca chance de prosperar, pois em janeiro o Supremo Tribunal Federal já havia se manifestado de forma favorável à liberdade de expressão dos humoristas e contra qualquer tentativa de censura. Além disso, o templo cometeu um erro primário que colocaria tudo a perder, ao chamar o programa de “Se Beber, Não Ceie” no processo. Este foi o nome de um especial de Natal do Porta dos Fundos exibido em 2018, que mostrava os apóstolos bêbados na Santa Ceia. “Se Beber, Não Ceie” não faz alusão à homossexualidade e, talvez por isso, não tenha despertado o mesmo nível de ira e repercussão que “A Primeira Tentação de Cristo”. Como a desistência não elimina os custos, a Justiça agora lembra a obrigação de pagar a Cesar o que é de Cesar. Ou seja, os R$ 82 mil devidos pelo templo.

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  • Série

    Acampamento Jurássico: Netflix revela trailer de série animada de Jurassic World

    28 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou os pôsteres e o trailer dublado em português da primeira série animada derivada da franquia “Jurassic Park”. A prévia de “Acampamento Jurássico” (Jurassic World: Camp Cretaceous) revela que a trama é basicamente a mesma de “Jurassic World”, com crianças correndo perigo após ataques de animais pré-históricos, à solta no parque temático. Nos filmes, o parque da ilha Nublar, mais conhecida como ilha dos dinossauros, já foi desativado, evacuado e destruído durante uma explosão vulcânica – em “Jurassic World: Reino Ameaçado” (2018). A animação foi desenvolvida por Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”) e conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). A estreia está marcada para 18 de setembro. Confira abaixo também o trailer com a dublagem original em inglês.

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  • Série

    Emmy 2020: Lista de indicados destaca Netflix, Zendaya, Watchmen e The Mandalorian

    28 de julho de 2020 /

    A Academia de Televisão dos EUA revelou nesta terça (28/7) os indicados à edição 2020 do Emmy, a maior premiação da indústria televisiva (atualmente também de streaming), que este ano terá uma cerimônia virtual, devido à pandemia do novo coronavírus. A lista marca uma grande renovação em relação às edições passadas, nem tanto pela interrupção das produções pela covid-19, mas principalmente pela finalização de séries tradicionais da premiação, como “Game of Thrones” e “Veep”. Se a pandemia trouxe algum impacto foi no reconhecimento de mais títulos de streaming, com inclusão de séries da Disney+ (Disney Plus) (19 menções), Apple TV+ (18) e até da Quibi (10), ao lado das já tradicionais opções da Netflix, Amazon e Hulu. A Netflix, por sinal, finalmente abriu vantagem sobre a HBO, registrando o número recorde de 160 nomeações, enquanto sua grande rival da TV paga ficou com 107. O Emmy também valorizou as redes tradicionais, com 47 citações à produções da NBC e 37 da ABC. A FX foi o segundo canal pago mais lembrado, com 33 indicações, enquanto a Amazon Prime Video e a Hulu completaram o pódio do streaming, respectivamente com 30 e 26 indicações. Entre as estreias da lista, destaque para Zendaya, que emplacou uma vaga na disputada categoria de Melhor Atriz em Série de Drama por sua performance em “Euphoria”. Mas ela não é a única novata da relação, que também rendeu as primeiras nomeações de algumas estrelas do cinema, como Cate Blanchett (por “Mrs. America”), Lupita Nyong’o (“Serengetti”), Octavia Spencer (“A Vida e a História de Madam C.J. Walker”), Sarah Snook (“Succession”) e Anna Kendrick (“Dummy”). Entre os homens, os novatos incluem Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”), Corey Hawkins (“Survive”), Christoph Waltz (“Most Dangerous Game”), Jeremy Strong (“Succession”), Billy Crudup (“The Morning Show”) e o cineasta Taika Waititi (“The Mandalorian”). A relação de indicados também contemplou Fred Willard e Lynn Shelton, recentemente falecidos. Willard concorre como Melhor Ator Convidado em Comédia, por “Modern Family”, enquanto Shelton foi lembrada na disputa de Melhor Direção de Minissérie, por “Little Fires Everywhere”. Mas a grande surpresa ficou por conta da quantidade expressiva de indicações obtidas por “The Mandalorian”, que inclusive vai disputar o Emmy de Melhor Série de Drama. A série que concorre a mais troféus, por sinal, é outra produção de sci-fi/fantasia, “Watchmen”. Recebeu 26 indicações. E os compositores Trent Reznor (do Nine Inch Nails) e Atticus Ross puxam duas dessas nomeações por sua trilha e uma música original. A dupla já tem o Oscar por “A Rede Social” (2010). “The Marvelous Mrs. Maisel” aparece em seguida com 20 indicações, enquanto “Ozark” e “Succession” surgem próximos com 18, acompanhados por “The Mandalorian”, “Saturday Night Live” e “Schitt’s Creek” com 15. Ao todo, 767 programas diferentes disputaram vagas no Emmy em mais de 100 categorias nesta temporada. Vale lembrar que nem todas as categorias são televisadas. A premiação é dividida entre dois fins de semana. As cerimônias dos prêmios técnicos, denominadas Creative Arts Emmy Awards, acontecerão nos dias 12 e 13 de setembro, enquanto a premiação principal tem sua realização marcada para 20 de setembro. Confira abaixo a lista dos indicados ao evento principal. Melhor Série de Drama “Better Call Saul” “The Handmaid’s Tale” “The Crown” “The Mandalorian” “Ozark” “Stranger Things” “Killing Eve” “Succession” Melhor Atriz em Série de Drama Jennifer Aniston, “The Morning Show” Olivia Colman, “The Crown” Jodie Comer, “Killing Eve” Laura Linney, “Ozark” Sandra Oh, “Killing Eve” Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” Sterling K. Brown, “This Is Us” Steve Carrell, “The Morning Show” Brian Cox, “Succession” Billy Porter, “Pose” Jeremy Strong, “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Helena Bonham Carter, “The Crown” Laura Dern, “Big Little Lies” Julia Garner, “Ozark” Thandie Newton, “Westworld” Fiona Shaw, “Killing Eve” Sarah Snook, “Succession” Meryl Streep, “Big Little Lies” Samira Wiley, “The Handmaid’s Tale” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Nicholas Braun, “Succession” Billy Crudup, “The Morning Show” Kieran Culkin, “Succession” Mark Duplass, “The Morning Show” Giancarlo Esposito, “Better Call Saul” Matthew Macfadyen, “Succession” Bradley Whitford, “The Handmaid’s Tale” Jeffrey Wright, “Westworld” Melhor Direção em Série de Drama Lesli Linka Glatter, “Homeland” Alik Sakharov, “Ozark” Ben Semanoff, “Ozark” Andrij Parekh, “Succession” Mark Mylod, “Succession” Benjamin Caron, “The Crown” Jessica Hobbs, “The Crown” Mimi Leder, “The Morning Show” Melhor Roteiro em Série de Drama “Better Call Saul – Bad Choice Road” “Better Call Saul – Bagman” “Ozark – Boss Fight” “Ozark – Fire Pink” “Ozark – All In” “Succession – This Is Not For Tears” “The Crown – Aberfan” Melhor Série de Comédia “Curb Your Enthusiasm” “Disque Amiga para Matar” “The Good Place” “Insecure” “O Método Kominsky” “The Marvelous Mrs. Maisel” “Schitt’s Creek” “What We Do in The Shadows” Melhor Atriz em Série de Comédia Christina Applegate, “Disque Amiga para Matar” Rachel Brosnahan, “The Marvelous Mrs. Maisel” Linda Cardellini, “Disque Amiga para Matar” Catherine O’Hara, “Schitt’s Creek” Issa Rae, “Insecure” Tracee Eliss Ross, “Blackish” Melhor Ator em Série de Comédia Michael Douglas, “O Método Kominski” Anthony Anderson, “Blackish” Ted Danson, “The Good Place” Don Cheadle, “Black Monday” Eugene Levy, “Schitt’s Creek” Ramy Youssef, “Ramy” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein, “The Marvelous Mrs. Maisel” D’Arcy Carden, “The Good Place” Betty Gilpin, “GLOW” Marin Hinkle, “The Marvelous Mrs. Maisel” Kate McKinnon, “Saturday Night Live” Annie Murphy, “Schitt’s Creek” Yvonne Orji, “Insecure” Cecily Strong, “Saturday Night Live” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Mahershala Ali, “Ramy” Alan Arkin, “O Método Kominsky” Andre Braugher, “Brooklyn Nine-Nine” Sterling K. Brown, “The Marvelous Mrs. Maisel” Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Tony Shalhoub, “The Marvelous Mrs. Maisel” Kenan Thompson, “Saturday Night Live” Melhor Direção em Série de Comédia Gail Mancuso, “Modern Family” Ramy Youssef, “Ramy” Andrew Cividino e Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Matt Shakman, “The Great” Amy Sherman-Palladino, “The Marvelous Mrs. Maisel” Daniel Palladino, “The Marvelous Mrs. Maisel” James Burrows, “Will & Grace” Melhor Roteiro em Série de Comédia “Schitt’s Creek – Happy Ending” “Schitt’s Creek – The Presidential Suite” “The Good Place – Whenever You’re Ready” “The Great – The Great” “What We Do in the Shadows – Collaboration” “What We Do in the Shadows – Ghosts” “What We Do in the Shadows – On The Run” Melhor Minissérie “Little Fires Everywhere” “Mrs. America” “Inacreditável” “Nada Ortodoxa” “Watchmen” Melhor Telefilme “American Son” “Má Educação” “Dolly Parton’s Heartstrings” “These Old Bones” “El Camino A Breaking Bad Movie” “Unbreakable Kimmy Schmidt Kimmy vs. The Reverend” Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Cate Blanchett, “Mrs. America” Shira Haas, “Nada Ortodoxa” Regina King, “Watchmen” Octavia Spencer, “A Vida e a História de Madam C.J. Walker” Kerry Washington, “Little Fires Everywhere” Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Jeremy Irons, “Watchmen” Hugh Jackman, “Má Educação” Paul Mescal, “Normal People” Jeremy Pope, “Hollywood” Mark Ruffalo, “I Know This Much Is True” Melhor Atriz Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Uzo Aduba, “Mrs. America” Toni Collette, “Inacreditável” Margo Martindale, “Mrs. America” Jean Smart, “Watchmen” Holland Taylor, “Hollywood” Tracey Ullman, “Mrs. America” Melhor Ator Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Yahya Abdul-Mateen, “Watchmen” Jovan Adepo, “Watchmen” Tituss Burgess, “Unbreakable Kimmy Schmidt” Louis Gossett Jr., “Watchmen” Jim Parsons, “Hollywood’ Dylan McDermott, “Hollywood” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Lynn Shelton, “Little Fires Everywhere” Lenny Abrahamson, “Normal People” Maria Schrader, “Nada Ortodoxa” Nicole Kassell, “Watchmen” Steph Green, “Watchmen” Stephen Williams, “Watchmen” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme “Mrs. America – Shirley” “Normal People – Episode 3” “Inacreditável – Episode 1” “Nada Ortodoxa – Part 1” “Watchmen – This Extraordinary Being” Melhor Talk Show de Variedades “The Daily Show with Trevor Noah” “Full Frontal” “Jimmy Kimmel Live” “Last Week Tonight with John Oliver” “The Late Show With Stephen Colbert” Melhor Programa de Competição “The Masked Singer” “Nailed It!” “RuPaul’s Drag Race” “Top Chef” “The Voice”

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