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  • Filme

    Comercial do Super Bowl de Raya e o Último Dragão destaca aventura e humor

    7 de fevereiro de 2021 /

    A Disney divulgou três novos pôster internacionais e um novo comercial de “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon), durante o Super Bowl (a final do campeonato de futebol americano). A prévia destaca o clima de aventura e o humor de Awkwafina (“Jumanji: Próxima Fase”), que dubla o último dragão do título. Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e é dublada em inglês por Kelly Marie Tran (a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”). Ela é uma guerreira destemida que busca salvar seu reino das forças do mal. A trama se passa em uma terra de fantasia fictícia chamada Kumandra, que foi dividida em cinco regiões com diferentes clãs de pessoas, que antes viviam em harmonia com dragões, mas agora que as criaturas místicas se foram estão em conflito permanente. Raya, então, parte atrás do último dragão existente, acreditando que ele pode restaurar a paz. Mas só encontra um bicho tagarela que se transforma em uma mulher (Awkwafina). O elenco de dubladores originais, cheio de astros asiáticos de Hollywood, também destaca Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Sandra Oh (“Killing Eve”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”) e Benedict Wong (“Doutor Estranho”). A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). A animação deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou seu lançamento para 12 de março, com lançamento simultâneo na Disney+ (Disney Plus), onde estará disponível com sobretaxa (além do preço da assinatura) como um título PVOD (de locação digital premium). A Disney chama essa sobretaxa de Premier Access, mas se os valores que circulam forem confirmados, os consumidores podem chamar também de caro.

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  • Etc

    Cheer: Série documental esportiva da Netflix vira caso de polícia

    7 de fevereiro de 2021 /

    A série documental “Cheer”, sobre os bastidores do universo de competições de cheerleaders, virou uma coleção de boletins de ocorrência policial. Cinco meses após Jeremiah “Jerry” Harris, um dos rostos mais conhecidos da série lançada no início do ano passado pela Netflix, ser preso e indiciado por produzir pornografia infantil, mais dois ginastas destacados na produção foram detidos pela polícia dos EUA. O atleta Mitchell Ryan foi preso pela polícia de Dallas por “assédio sexual grave” contra um menor, supostamente cometido em 24 de julho do ano passado, e Robert Joseph Scianna, técnico, coreógrafo e bicampeão do mundial das competições de líderes de torcida, foi detido no estado da Virgínia após tentar convencer um adolescente a manter relações sexuais com ele, por meio de conversas na internet. Segundo a polícia local, Ryan ficou menos de 24 horas preso, sendo liberado depois de pagar uma fiança de US$ 50 mil. Já Scianna continua em prisão provisória sem possibilidade de fiança. Depois dessa sucessão de escândalos, dificilmente a série terá 2ª temporada. A menos que vire série criminal. Para complicar ainda mais, o próximo campeonato nacional de cheerleaders foi adiado por causa da pandemia e não tem previsão para ser realizado.

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  • Filme

    Casal Obama desenvolve mais quatro filmes e duas séries na Netflix

    7 de fevereiro de 2021 /

    Enquanto Donald Trump dá vexame em Hollywood, outro ex-presidente se mostra cada vez em casa na indústria do entretenimento. A Netflix anunciou que Barack Obama e sua esposa Michelle Obama desenvolvem seis novos projetos no serviço de streaming, incluindo quatro filmes e duas séries, por meio de sua produtora, Higher Ground Productions. De acordo com o comunicado da Netflix, cada projeto está em diferentes estágios de produção e será lançado espaçadamente nos próximos anos. Depois de se dedicarem exclusivamente a documentários, o casal poderoso resolveu abraçar também a ficção. A lista de novos projetos inclui uma adaptação para o cinema do romance de Mohsin Hamid, “Exit West”, que terá Riz Ahmed (“Sound of Metal”) como protagonista, um filme de ficção científica “Satellite”, um filme sobre o primeiro homem a chegar ao topo do Monte Everest intitulado “Tenzing”, e um filme intitulado “The Young Wife” que parece vagamente sobre um casamento. Higher Ground também está trabalhando em uma série de suspense para jovens adultos chamada “Firekeeper’s Daughter”, além do que parece ser uma série documental sobre parques nacionais, apropriadamente intitulada “Great National Parks”. Alem desses seis projetos, a produtora dos Obamas já tinha anunciado o desenvolvimento de uma série de animação pré-escolar sobre um jovem cientista negro, intitulada “Ada Twist, Scientist”, e uma série de comédia, “The G Word with Adam Conover”, ambos também para a Netflix. A Higher Ground se destacou desde seu lançamento ao ganhar um Oscar pelo documentário “Indústria Americana” (2019) no ano passado e uma indicação ao Emmy por “Minha História” (2020), documentário sobre Michelle Obama. O mais novo trabalho do casal é “Crip Camp: Revolução pela Inclusão” (2020), que venceu o Prêmio do Público do Festival de Sundance e da Associação Internacional de Documentários (IDA, na sigla em inglês) como Melhor Documentário do ano. “Criamos a Higher Ground para contar grandes histórias”, declaram Barack e Michelle Obama em comunicado. “Este grupo de projetos se baseia nesse objetivo e no caminho incrível traçado por filmes como ‘Crip Camp’, ‘Minha História’ e o vencedor do Oscar ‘Indústria Americana’. Da ficção científica à beleza de nosso mundo natural e aos relacionamentos que nos definem, a Higher Ground continua a se esforçar para mostrar novas perspectivas, personagens atraentes e uma boa dose de inspiração. Não poderíamos estar mais orgulhosos de nos juntarmos aos artistas brilhantes por trás de cada uma dessas histórias. Cada um deles tem algo importante a dizer. ”

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  • Série

    Lana Condor será fantasma em série de comédia da Netflix

    6 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Lana Condor vai continuar na Netflix após o sucesso da trilogia “Para Todos os Garotos”. Ela será a estrela e produtora de uma nova série de comédia, “Boo, Bitch”, que será lançada em breve na plataforma. A trama gira em torno de uma estudante (Condor) que viveu sua vida inteira fora do radar, até o dia que resolve mudar sua narrativa para assumir um estilo de vida épico. Mas ao decidir chamar atenção para si mesma, ela acaba fazendo uma dura descoberta sobre sua própria existência: ela é um fantasma que ninguém vê. A atração de oito episódios começou como um roteiro especulativo (spec) dos curta-metragistas Tim Schauer e Kuba Soltysiak, e ganhou forma de série ao ser retrabalhada por Lauren Iungerich (criadora de “On My Block”) e Erin Ehrlich (roteirista de “Crazy Ex-Girlfriend”). As duas já tinham trabalhado juntas em “Awkward.” (criada por Iungerich) na MTV e vão dividir o comando da nova produção com a atriz. Condor ainda será vista uma última vez no papel de Lara Jean no último filme de sua trilogia de sucesso, “Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre”, que estreia na próxima sexta-feira em streaming.

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  • Série

    Anime baseado no filme Círculo de Fogo ganha trailer legendado

    6 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da série animada baseada nos filmes da franquia “Círculo de Fogo”. E além das esperadas cenas de luta contra monstros gigantes, a prévia revela uma história envolvente. Intitulado “Círculo de Fogo: The Black” (Pacific Rim: The Black), o desenho em estilo anime acompanha um casal de irmãos que, após anos escondidos dos kaiju (monstros gigantes), encontram um abrigo abandonado com um velho mecha (robô gigante pilotável), conhecido como Jaeger. Com a ajuda da inteligência artificial da máquina, eles aprendem a usar o Jaeger para enfrentar as ameaças colossais e partem em busca de seus pais, que não veem desde os primeiros ataques. A produção animada fecha um “círculo”, uma vez que o filme original, concebido pelo roteirista Travis Beacham e o cineasta Guillermo del Toro em 2013, incluía animes japoneses entre suas inspirações, especialmente o clássico “Neon Angel Evangelion”. A série em estilo de anime foi desenvolvido pela Polygon Pictures, que também foi responsável pela trilogia animada de Godzilla disponibilizada na Netflix. A atração foi criada por Craig Kyle (roteirista de “Thor: Ragnarok”) e Greg Johnson (criador de “X-Men: Evolution”) e tem estreia marcada para 4 de março.

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  • Série

    Chitewel Ejiofor vai estrelar série baseada no filme mais famoso de David Bowie

    6 de fevereiro de 2021 /

    O ator Chitewel Ejiofor, indicado ao Oscar por “12 Anos de Escravidão”, vai estrelar a série baseada em “O Homem que Caiu na Terra”, livro de Walter Tevis que já foi adaptado num filme muito famoso estrelado por David Bowie. No clássico de 1976, dirigido por Nicolas Roeg, Bowie vivia um alienígena preso na Terra após sua nave sofrer um acidente. Disfarçado como o excêntrico Thomas Jerome Newton, ele funda uma empresa de tecnologia revolucionária, avançando as descobertas científicas da humanidade para fabricar os componentes que precisa, visando consertar sua nave, voltar para sua família e salvar seu planeta, que agoniza com a falta d’água. Mas suas invenções chamam atenção. Segundo apurou o site Deadline, o personagem de Ejiofor será diferente do interpretado por Bowie e presenciará outro ponto marcante na evolução humana. O projeto está sendo desenvolvido para a plataforma Paramount+ por Alex Kurtzman, produtor responsável pelas séries do universo “Star Trek”, em parceria com Jenny Lumet (filha do cineasta Sidney Lumet). Os dois trabalharam juntos em “Star Trek: Discovery” e “A Múmia” e co-escreveram o roteiro do piloto. Kurtzman também vai dirigir o primeiro episódio. “A carreira de palco e cinema de Chiwetel Ejiofor é impressionante em sua coragem, comprometimento e qualidade”, disseram Kurtzman e Lumet, em comunicado. “Ele é tudo que podíamos imaginar e um milhão de coisas que não poderíamos. Não tem como ficarmos mais emocionados.” A Paramount+ é a substituta da CBS All Access, que passará a adotar o novo nome a partir de 3 março nos EUA. A mudança também afetará a já existente Paramount+ do Brasil, que deverá sofrer uma reformulação. Relembre abaixo o trailer do filme de 1976.

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  • Filme

    Acidente em filmagens fere Jennifer Lawrence

    5 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Jennifer Lawrence, vencedora do Oscar por “O Lado Bom da Vida” (2012), sofreu um acidente e se feriu no set de seu novo filme, “Don’t Look Up”, que está em produção em Boston com direção de Adam McKay (“Vice”) De acordo com o jornal Boston Globe, o incidente ocorreu durante uma filmagem com efeitos especiais por volta da 1h30 da madrugada desta sexta (5/2), horário local. Uma explosão planejada para a cena fez uma lata de lixo voar e bater numa janela, quebrando vidro e jogando fragmentos pelos ares. Um pedaço de vidro teria atingido Lawrence perto do olhos. O jornal publicou que a atriz estava segurando seu rosto quando os médicos chegaram. Mas fontes do site Deadline garantem que ela está se recuperando bem após o incidente. Neste meio tempo, as filmagens encontram-se suspensas. “Don’t Look Up” é uma superprodução da Netflix, que reúne um dos elencos mais famosos a participar de um filme feito para streaming. Além de Jennifer Lawrence, o longa conta com Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”), Meryl Streep (“A Dama de Ferro”), Chris Evans (o Capitão América da Marvel), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Matthew Perry (“Friends”), Rob Morgan (“A Fotografia”), Himesh Patel (“Yesterday”), Tomer Sisley (“Messiah”), o rapper Kid Cudi (“We Are Who We Are”) e até a cantora Ariana Grande (“Sam & Cat”). Não é brincadeira. Na produção, Lawrence vive uma astrônoma que descobre a aproximação de um cometa que pode destruir o planeta Terra. Mas ao sair alertando o mundo pela imprensa, ela e seu colega (DiCaprio) são recebidos com desdém e descrença. Esta premissa já foi filmada várias vezes. A diferença é que Adam McKay pretende contar a história como comédia. Além de dirigir o filme, ele também assina o roteiro. O filme ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Filmes online: Novo anime do diretor de Seu Nome e drama de Zendaya no Top 10 da semana

    5 de fevereiro de 2021 /

    Sem estreias nos cinemas, as plataformas digitais concentraram um número elevado de lançamentos neste fim de semana. Em outros tempos, muitos desses filmes começariam suas trajetórias em tela grande, talvez por isso sejam cada vez maiores as telas das TVs vendidas durante a pandemia. Embora o título mais badalado da lista seja “Malcolm & Marie”, o drama intimista se destaca mais por comprovar as capacidades dramática e empresarial de Zendaya, em seu primeiro papel adulto e seu primeiro filme como produtora. Durante a paralisação das gravações de “Euphoria”, a atriz ligou para o criador da série, Sam Levinson, perguntando se não teria algo fácil e rápido para filmar durante a quarentena, aproveitando que estavam todos parados. Em seis dias, Levinson escreveu uma discussão de relação, filmou Zendaya e John David Washington (“Tenet”) em preto e branco durante duas semanas e vendeu o projeto para a Netflix por US$ 30 milhões. Zendaya ganhou elogios da crítica e um cheque milionário. Apesar do investimento da Netflix, o grande filme da semana é uma animação disponibilizada em VOD (locação digital): “O Tempo com Você” (Weathering with You). Tão boa que o Japão resolveu selecioná-la como representante do país na busca por uma vaga no Oscar passado. Assim como “Seu Nome”, obra-prima anterior de Makoto Shinkai, o novo longa lida com romance sobrenatural, ao acompanhar a relação entre um garoto e uma garota que parece poder manipular o clima. O tema das mudanças climáticas, numa metáfora da situação do mundo atual, ajudou a obra a conquistar o público adulto, arrecadando mais de US$ 100 milhões nas bilheterias japonesas. A lista ainda inclui o último bom filme de Mel Gibson, lançado antes da fase trash atual, um thriller de guerra explosivo, duas ficções científicas diferentes (de países com pouca tradição no gênero) e, claro, “A Febre”. Longa de estreia da jovem cineasta Maya Da-Rin, “A Febre” rendeu a Regis Myrupu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Locarno, na Suiça, além de dezenas de troféus em vários festivais, como Biarritz (França), IndieLisboa (Portugal), Lima (Peru), Chicago (EUA), Punta del Este (Uruguai), Pingyao (China), Rio e Brasília. Com a produção adquirida pela Netflix, a história de Justino (Myrupu) será agora conhecida em todo o mundo. O protagonista é um indígena do povo Desana que trabalha como vigia em um porto de cargas e vive na periferia de Manaus. Muito branco para sua tribo, muito índio para os brancos, o viúvo só tem a companhia da filha Vanessa, que está de partida para estudar Medicina em Brasília. Com a expectativa de ficar sozinho, ele é tomado por uma febre forte e passa a acreditar que uma criatura misteriosa segue seus passos, em meio ao seu cotidiano urbano, o que lhe impulsiona a reencontrar suas raízes. Uma obra para ver, refletir e discutir. Confira abaixo a relação completa e os trailers dos 10 melhores filmes (entre quase três dezenas) disponibilizados em streaming nesta semana.     O Tempo com Você | Japão | 2019 (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes)     Nova Ordem Espacial | Coreia do Sul | 2021 (Netflix)     Inteligência Artificial – Ascensão das Máquinas | Sérvia | 2018 (Apple TV, NOW)     Justiça Brutal | EUA | 2018 (Apple TV, Amazon, Google Play, YouTube Filmes)     Posto de Combate | EUA | 2019 (Apple TV, Google Play, NOW, SKY Play, YouTube Filmes)     A Sombra de Stalin | EUA | 2018 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Malcolm & Marie | EUA | 2021 (Netflix)     Todos os Meus Amigos Estão Mortos | Polônia | 2020 (Netflix)     Inocência | Coreia do Sul | 2021 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     A Febre | Brasil | 2019 (Netflix)

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  • Série

    Series online: Wynonna Earp e Cidades Invisíveis são os destaques em streaming

    4 de fevereiro de 2021 /

    Fãs de séries sobrenaturais estão bem servidos com os lançamentos desta sexta (5/2), que destacam “Wynonna Earp” e “Cidades Invisíveis” em streaming. Melhor atração do canal pago americano SyFy, “Wynonna Earp” adapta os quadrinhos homônimos de Beau Smith sobre uma descendente delinquente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp, que recebe de forma relutante a missão de caçar demônios e acabar com uma maldição secular de sua família. O resultado é uma “Buffy” para o século 21. Nas mãos da produtora-roteirista Emily Andras (de “Lost Girl”), o faroeste sobrenatural virou cult ao combinar feminismo, rebeldia, monstros e sensualidade de forma indissociável. Estrelada por Melanie Scrofano (série “Damien”) como a ovelha negra da família e heroína do título, Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”) como sua irmã caçula, Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”) como a policial “hot” (ou melhor, Haught) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro Doc Holliday, a série faz uma mistura bem dosada de aventura, terror, western moderno, humor, empoderamento feminino, fantasia sexy e orgulho LGBTQIA+. Duas das três primeiras temporadas disponibilizadas pela Globoplay têm simplesmente 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Criada pelo cineasta Carlos Saldanha, que estreia no comando de uma obra em live-action (após dirigir as animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”), “Cidades Invisíveis” traz Marco Pigossi (“Tidelands”) no papel do detetive Eric, da Delegacia de Polícia Ambiental, que após encontrar um animal estranho numa praia carioca e conhecer a dona misteriosa de uma casa noturna (vivida por Alessandra Negrini), descobre um mundo habitado por entidades míticas normalmente invisíveis aos seres humanos. Cheia de reviravoltas e ritmo ágil, essa produção com criações do folclore brasileiro tem tudo para fazer sucesso internacional. Outros destaques da semana chegam na Disney+ (Disney Plus): a minissérie “Os Eleitos” (The Right Stuff), sobre a conquista do espaço nos anos 1960, baseada no livro homônimo que já tinha sido filmado em 1983 (num longa vencedor de quatro Oscars), e todos os episódios de “Ugly Betty”, uma das primeiras atrações a colocar temas LGBTQIA+ e a comunidade latina em evidência na TV americana. Para as crianças, o Top 10 semanal ainda traz os desenhos do “Snoopy e Sua Turma” e “Kid Cosmic”, nova série animada de Craig McCracken (criador de “As Meninas Superpoderosas”). Confira abaixo a relação completa e os trailers das 10 melhores séries disponibilizadas para streaming nesta semana.     Wynonna Earp | EUA | 3 Temporadas (Globoplay)     Cidade Invisível | Brasil | 1ª Temporada (Netflix)     Os Eleitos | EUA | Minissérie (Disney+)     Ugly Betty | EUA | 4 Temporadas (Disney+)     Jovem Sheldon | EUA | 3ª Temporada (Globoplay)     Hache | Espanha | 2ª Temporada (Netflix)     Amar É… | EUA | Minissérie (Globoplay)     Amigas para Sempre | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     Snoopy e Sua Turma | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+)     Kid Cosmic | EUA | 1ª Temporada (Netflix)

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  • Série

    Anime baseado no filme Círculo de Fogo ganha teaser e data de estreia

    4 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o teaser da série animada baseada nos filmes da franquia “Círculo de Fogo”, criada pelo roteirista Travis Beacham e o cineasta Guillermo del Toro em 2013. Intitulado “Círculo de Fogo: The Black” (Pacific Rim: The Black), o desenho em estilo anime fecha um “círculo”, uma vez que o filme original incluía animes japoneses entre suas inspirações, especialmente o clássico “Neon Angel Evangelion”. A prévia apresenta novas ameaças de kaiju (monstros gigantes) e um casal de irmãos que embarcam num velho mecha (robô gigante pilotável), conhecido como Jaeger, para confrontá-los. O anime foi anunciado em 2018 e desenvolvido pela Polygon Pictures, que também foi responsável pela trilogia animada de Godzilla disponibilizada na Netflix, em parceria com a Legendary, estúdio do filme original. O projeto foi criado por Craig Kyle (roteirista de “Thor: Ragnarok”) e Greg Johnson (criador de “X-Men: Evolution”) e o vídeo anuncia a estreia em 4 de março.

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  • Etc

    Chefe da WarnerMedia elogia talentos negros barrados no Globo de Ouro

    3 de fevereiro de 2021 /

    A chefe dos estúdios e canais da WarnerMedia, Ann Sarnoff, resolveu não passar pano para o Globo de Ouro, ao celebrar as 15 indicações obtidas pela empresa nesta quarta (3/2). Ao mesmo tempo em que citou as conquistas atingidas, ela argumentou que o Globo de Ouro precisa fazer mais para promover e celebrar histórias de artistas pouco representados em sua premiação. A WarnerMedia teve uma forte presença com seus programas e filmes, vindos da HBO, HBO Max, Warner Bros. TV e Warner Bros. Pictures, com várias indicações para títulos como “The Flight Attendant”, “Ted Lasso”, “The Undoing” e “Os Pequenos Vestígios”. “Este reconhecimento da indústria é uma prova do nosso compromisso em trazer a melhor narrativa do mundo para o público em todos os lugares. É também uma celebração da criatividade, do comprometimento e do trabalho árduo de nossos parceiros criativos e das equipes de conteúdo de toda a empresa”, escreveu Sarnoff num memorando obtido pela revista Variety. Ela elogiou sua equipe pelas conquistas, especialmente por acontecerem durante uma pandemia global que abalou Hollywood. “Tudo isso foi feito em face de circunstâncias sem precedentes que impactaram todas as partes de nossos negócios”. Entretanto, protestou pela falta de artistas negros em muitas categorias e a ausência absoluta de produções elogiadíssimas – e até premiadas – comandadas por negros. “Ao celebrarmos nossos indicados incrivelmente merecedores, devemos também reconhecer que mais trabalho precisa ser feito para que as histórias de todos os criadores e atores sejam incluídas de forma igualitária e devidamente reconhecidas”, escreveu Sarnoff. A executiva da WarnerMedia ainda fez questão de citar conteúdos da empresa com artistas negros que foram subestimados ou totalmente ignorados pelos 80 eleitores do Globo de Ouro. “Honramos os elencos de ‘Judas e o Messias Negro’, ‘I May Destroy You’ e ‘Lovecraft Country’ por suas incomparáveis ​​performances individuais e coletivas no ano passado”, acrescentou Sarnoff. O memorando vem à tona após vários críticos americanos protestaram contra a seleção embranquecida de filmes e artistas que disputarão o Globo de Ouro 2021. Considerada a melhor série do ano passado por 9 entre 10 críticos dos EUA, “I May Destroy You”, criada, dirigida e estrelada por Michaela Coel, não foi lembrada em uma categoria sequer. “Lovecraft Country” emplacou uma vaga na disputa de Melhor Série de Drama, mas nenhum de seus atores foi lembrado nas listas de interpretação. “Judas e o Messias Negro”, por sua vez, concorre como Melhor Coadjuvante (Daniel Kaluuya) e Música, tendo sido considerado “um dos melhores filmes do ano” (frase que consta em seu cartaz e é justificada pelos 99% de aprovação no Rotten Tomatoes). Estes são apenas três casos que deram o que falar, e que pertencem à Warner. Vários outros títulos de representatividade negra de outros estúdios também foram barrados – incluindo “Destacamento Blood”, de Spike Lee, que não disputa prêmio algum. Em compensação, vários filmes e séries ruins com menos de 30% de aprovação, mas de criadores, produtores, diretores e atores brancos, entraram na seleção.

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  • Série

    Tribes of Europa: Sci-fi dos produtores de Dark ganha trailer legendado

    3 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “Tribes of Europa”, série sci-fi alemã da produtora W&B Television, a mesma de “Dark”. A prévia é repleta de cenas de ação em clima pós-apocalíptico – e lembra uma mistura de “The 100” com “Into the Badlands”. Criada e dirigida por Philip Koch (“Picco”, “Play”), em parceria com Florian Baxmeyer (“O Sangue dos Templários”), a trama se passa em 2074, após a Europa ser divida em “estados tribais”. Estes grupos disputam poder e soberania numa distopia que, apesar de avanços tecnológicos, fez a civilização retroceder aos tempos do feudalismo medieval. Neste período marcado por conflitos, três irmãos se veem forçados a trilhar o próprio caminho no meio de uma guerra perigosa. Os protagonistas são vividos por Emilio Sakraya (o JC de “Warrior Nun”), Henriette Confurius (“Duas Irmãs, Uma Paixão”) e David Ali Rashed (“O Beautiful Night”), e o elenco ainda inclui Oliver Masucci (“Dark”), Melika Foroutan (“Pari”), James Faulkner (“Game of Thrones”), David Bowles (“Carta ao Rei”) e Benjamin Sadler (“Shadowplay”). A série tem estreia marcada para 19 de fevereiro.

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  • Filme

    Nova versão de Liga da Justiça recebe classificação para maiores nos EUA

    3 de fevereiro de 2021 /

    A nova versão de “Liga da Justiça”, popularmente conhecida como “Snyder Cut”, teve sua classificação oficial divulgada pelo Film Ratings. O filme de super-heróis da DC Comics recebeu classificação “R”, indicada para maiores (de 17 anos nos EUA). Em dezembro, o diretor chegou a comentar que a produção receberia esse indicativo. “O filme é insano e tão épico que provavelmente será classificado como ‘R’ – isso é uma coisa que eu acho que vai acontecer, que será uma versão censurada, com certeza”, revelou o cineasta em uma entrevista à revista EW. “Nós não ouvimos da MPA (entidade responsável pela classificação etária), mas essa é minha intuição”, completou Segundo a classificação oficial, o filme foi considerado para maiores devido à “violência e linguagem”. Ou seja, tem sangue e palavrões. Vale lembrar que versão original de “Liga da Justiça” chegou aos cinemas em 2017 com a tarja de PG-13, isto é, recomendada para maiores de 13 anos nos Estados Unidos. No Brasil, o filme foi liberado para maiores de 12 anos. Com mais de quatro horas de duração, a nova “Liga da Justiça” inclui todas as cenas filmadas por Zack Snyder e abandonadas quando Joss Whedon foi chamado para realizar a pós-produção e refilmagens. O lançamento está marcado para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max, ainda inédita no Brasil.

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