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  • Série

    Nova música de WandaVision vira fenômeno pop com covers, remixes e mashups

    23 de fevereiro de 2021 /

    O episódio de sexta passada (19/2) de “WandaVision” terminou com a revelação de que “foi a Agatha e mais ninguém” a responsável pelos eventos da série. A constatação de que a personagem de Kathryn Hahn, até então conhecida como Agnes, era na verdade a feiticeira da Marvel Agatha Harkness era uma aposta fácil, que até a Pipoca Moderna acertou antes da estreia da série. Mas por mais “previsível” que essa reviravolta possa ter sido para os leitores de quadrinhos, ela se mostrou extremamente divertida na série, graças à inclusão de uma deliciosa música-tema para a personagem. O casal de compositores Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez (de “Frozen”) foi buscar inspiração nas comédias clássicas de monstros dos anos 1960, como “Os Monstros” e “A Família Addams”, para materializar a música perfeita para Agatha Harkness – e a própria Kathryn Hahn canta o refrão. A música se provou a mais popular desde o lançamento da série, que a cada episódio apresenta pelo menos uma canção inédita dos Lopez, inspirada na história das sitcoms. “Agatha All Along” ganhou diversos covers, remixes e até mashups no YouTube, demonstrando o alcance de “WandaVision”. A Marvel também aproveitou para destacar a canção em suas redes sociais. Veja abaixo – ou não veja, porque é um grande spoiler. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marvel Studios (@marvelstudios)

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  • Série

    Atriz de Modern Family se emociona com homenagem de WandaVision

    23 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Julie Bowen, que viveu a mãezona Claire Dunphy em “Modern Family”, resolveu se manifestar sobre a homenagem de “WandaVision” à sua interpretação naquela série. Em uma publicação no Instagram, ela se disse emocionada pela referência materializada por Elizabeth Olsen no 7º episódio da atração da Marvel, exibida na Disney+ (Disney Plus). “Um ano depois de a gente ter encerrado ‘Modern Family’, hoje somos parte de ‘WandaVision’. Eles homenagearam ‘I Love Lucy’, ‘A Feiticeira’, ‘The Brady Bunch’ e outros… Ver a nossa série entre as ‘clássicas’ nos olhos da série inovadora da Marvel me deixou sem palavras (Acredite em mim e em qualquer pessoa que tenha trabalhado comigo, isso é uma coisa difícil de fazer). Desde o rompimento da 4ª parede até o tecido do sofá… nossa! Que ótima maneira de comemorar um aniversário agridoce”, elogiou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Julie Bowen (@itsjuliebowen)

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  • Série

    O Legado de Júpiter: Série de super-heróis da Netflix ganha primeiro teaser

    23 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o teaser da série “O Legado de Júpiter” (Jupiter’s Legacy), sua primeira adaptação das histórias em quadrinhos de Mark Millar, após comprar a editora Millarworld em 2017. O objetivo da aquisição foi lançar novos quadrinhos do criador de “Kingsman” e “Kick-Ass” que pudessem ser explorados em streaming, mas o primeiro projeto, “Magic Order”, foi abortado em outubro passado após entrar em desenvolvimento. “O Legado de Júpiter” é um drama épico de super-heróis que se estende por décadas e navega por uma dinâmica complexa de família, poder e lealdade. Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar seu legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, encontram dificuldades para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. A série será estrelada por Josh Duhamel (“Transformers”), Leslie Bibb (“Homem de Ferro”), Ben Daniels (“The Exorcist”), Elena Kampouris (“Antes que Eu Vá”), Andrew Horton (“Como Falar com Garotas em Festas”), Mike Wade (“SEAL Team”) e Matt Lanter (“90210”). Com oito episódios, a 1ª temporada tem estreia marcada para 7 de maio.

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  • Filme

    Nova versão de Liga da Justiça homenageia filha falecida de Zack Snyder

    23 de fevereiro de 2021 /

    O cineasta Zack Snyder incluiu uma homenagem à sua filha falecida na nova edição de “Liga da Justiça”. Autumn Snyder se suicidou aos 20 anos, quando o diretor trabalhava na versão original do filme. Abalado, ele acabou se afastando da produção, sendo substituído por Joss Whedon, que, com aval da Warner, refez tudo o que estava pronto. Quando Snyder retomou o projeto, recebendo carta branca para restaurar sua versão num lançamento da HBO Max, ele rapidamente liberou um teaser ao som de “Hallelujah”, de Leonard Cohen. Muitos consideraram que a canção fazia referência ao “milagre” da materialização do “SnyderCut”. Mas, na verdade, a música foi escolhida por ser a favorita de Autumn. “Hallelujah” também será ouvida no filme, em interpretação da cantora canadense Allison Crowe, amiga da família que cantou a música no funeral de Autumn. Allison, inclusive, já tinha aparecido nos filmes da DC Comics, durante uma cena de “O Homem de Aço”, em 2013. “Quando você pensa sobre a catarse disso…”, disse Snyder, ao revelar a homenagem, em entrevista à revista Vanity Fair. “Se eu fosse um oleiro, teria feito alguma cerâmica para encontrar uma maneira de passar por isso. Mas eu sou um cineasta, então você tem esse filme gigante.” Snyder ainda comentou que, no final do filme, há uma dedicatória para Autumn. “Sem ela, isso absolutamente não teria acontecido.” A morte de Autumn foi “um raio no centro de toda esta saga”, acrescentou Snyder. “E de muitas maneiras, instruiu tudo o que fizemos desde então.” “Zack Snyder’s Justice League”, a versão do diretor de “Liga da Justiça”, com quatro horas de duração, tem lançamento marcado para o dia 18 de março na plataforma HBO Max – que só chega ao Brasil em junho.

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  • Série

    Os Irregulares de Baker Street: Série do universo de Sherlock Holmes ganha teaser

    22 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos e o teaser de “Os Irregulares de Baker Street” (The Irregulars), que explora cenas de terror explícito e a ligação da série com o universo do escritor Arthur Conan Doyle, com destaque especial para o célebre endereço da rua Baker, número 221b, em Londres. Trata-se, claro, da residência de Sherlock Holmes. Ao contrário de “Sherlock”, a série não traz Holmes como protagonista, focando-se no grupo do título, meninos de rua que são recrutados pelo Dr. Watson para ajudar na resolução de mistérios após Sherlock Holmes ficar incapacitado – por doença ou drogas. O grupo não é invenção recente como “Enola Holmes”. É uma criação legítima do escritor Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes. Os “Irregulares” apareceram nos livros do detetive publicados no final do século 19 como versões alternativas dos delinquentes dickensianos de “Oliver Twist”. Eram trombadinhas que trabalhavam como espiões de Sherlock Holmes em troca de moedas, liderados por um menino mais velho chamado Wiggins. Eles apareceram pela primeira vez em “Um Estudo em Vermelho” (1887). E ganharam mais destaque no romance seguinte, “O Signo dos Quatro” (1890), que trazia um capítulo intitulado “Os Irregulares de Baker Street”, que batiza a série. “Os Irregulares” toma grande liberdade em relação à versão literária para incluir mulheres e minorias raciais entre os detetives amadores, além de preferir tramas de terror aos mistérios de crimes que geralmente são investigados por Holmes. Além disso, são apresentados na série como verdadeiros detetives e não apenas fontes de informação, enquanto Holmes tem sua reputação questionada. Outra mudança, cada vez mais comum nas produções atuais, é a troca na raça de um dos protagonistas. O Dr. Watson, parceiro constante de Sherlock Holmes, é interpretado por um ator negro na série, criada pelo roteirista Tom Bidwell (criador de “My Mad Fat Diary”). O elenco traz Henry Lloyd-Hughes (“O Cavalo Amarelo”) como Sherlock, Royce Pierreson (“The Witcher”) como Watson, Aidan McArdle (“O Gênio e o Louco”) como Inspetor Lestrade e os jovens Thaddea Graham (“Carta ao Rei”), Darci Shaw (“Judy: Muito Além do Arco-Íris”), Jojo Macari (“Sex Education”), McKell David (“Snatch: Um Novo Golpe”) e Harrison Osterfield (“Mundo em Caos”) como os Irregulares. A estreia está marcada para 26 de março.

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  • Filme

    Disney+ fará continuação de A Extraordinária Garota Chamada Estrela

    22 de fevereiro de 2021 /

    A Disney vai produzir a primeira continuação de um filme de sua plataforma de streaming. A divisão de filmes da Disney+ planeja trazer de volta grande parte da equipe criativa responsável pelo musical “A Extraordinária Garota Chamada Estrela” (Stargirl), incluindo a estrela Grace VanderWaal e a diretora Julia Hart, que desta vez serão acompanhados pelo ator Elijah Richardson (“Olhos que Condenam”) e pelo compositor e músico Michael Penn (séries “Girls” e “Good Girls”). O último fará novas músicas originais para a continuação. Lançado em 13 de março de 2020, “Stargirl” encantou os assinantes da Disney+ com sua história de romance adolescente, baseada no livro de Jerry Spinelli, lançado no Brasil em 2014. A continuação será uma história inédita centrada na personagem de VanderWaal, a garota chamada Estrela. Além de estrelar o longa, ela também vai criar músicas, tocar e cantar na produção. O primeiro filme marcou a estreia da adolescente como atriz, após vencer o concurso de calouros “America’s Got Talent” – como cantora e instrumentista de ukelele – em 2016. Veja abaixo o trailer do longa original.

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  • Série

    Disney+ revela novas fotos de Falcão e o Soldado Invernal

    22 de fevereiro de 2021 /

    A Disney+ (Disney Plus) divulgou novas fotos de “Falcão e o Soldado Invernal”, que destaca os personagens do título, juntos com a agente Sharon Carter e o escudo do Capitão América. Segunda série do Marvel Studios a estrear em 2021, “Falcão e o Soldado Invernal” vai abordar o legado do Capitão América e o peso simbólico de seu escudo, que foi deixado por Steve Rogers para o Falcão, no final de “Vingadores: Ultimato”. Além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), “Falcão e o Soldado Invernal” também retoma personagens introduzidos nos filmes do Capitão América, trazendo de volta Emily Van Camp ao papel de Sharon Carter e Daniel Brühl como Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Desenvolvida pelo roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”), a série vai estrear em 19 de março com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. Ela também pode ser vista numa das imagens abaixo.

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  • Filme

    Coringa e super-heróis aparecem em novas imagens de Liga da Justiça

    22 de fevereiro de 2021 /

    Zack Snyder liberou novas fotos dos bastidores de “Liga da Justiça” para acompanhar sua entrevista publicada na nova edição da revista Vanity Fair. Entre as imagens, destacam-se o Coringa, vivido por Jared Leto, em “pose de Jesus Cristo”, e uma cena que reúne todos os heróis do filme diante da câmera fotográfica do diretor. A coleção, também disponibilizada no Instagram do filme, ainda traz individualmente o Batman de Ben Affleck, o Ciborgue (em traje de captura de performance) de Ray Fisher e a Mera de Amber Heard. São os personagens e respectivos atores que participaram de uma sessão extra de refilmagem especificamente para a nova versão do longa. A estreia de “Zack Snyder’s Justice League” está marcada para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max – que só vai chegar no Brasil em junho.

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  • Filme

    Zack Snyder diz que aceitou refazer Liga da Justiça de graça

    22 de fevereiro de 2021 /

    Zack Snyder revelou que nunca assistiu à versão de “Liga da Justiça” refeita por Joss Whedon e que não está recebendo pagamento da Warner para realizar sua versão do filme. Ele contou esses e outros detalhes de seu envolvimento com o longa de super-heróis da DC Comics em uma entrevista para a revista Vanity Fair. Segundo o cineasta, o conselho de não ver o que Whedon fez em “Liga da Justiça” veio de sua mulher, Deborah Snyder, e do diretor Christopher Nolan, ambos produtores do lançamento de 2017. “Eles vieram até mim e disseram: ‘Não assista a esse filme nunca'”, contou. Snyder, que dirigiu uma versão quase completa do filme, precisou se afastar da produção após uma tragédia pessoal. Acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva do trabalho original. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Na entrevista, Snyder diz que, quando estava filmando, perguntava-se “‘Como vou conseguir introduzir seis personagens, mais um alien com potencial de dominação do mundo, dentro de duas horas?’ Acho que teria conseguido, e certamente é possível, porque foi feito. Mas eu não vi”. Ele confirmou a importância do papel dos fãs para levar a Warner a reconsiderar sua visão para o filme. Mas foi preciso esperar o lançamento da HBO Max para isso se concretizar, porque, em seus primeiros contatos, o estúdio só se dispunha a lançar a “versão do diretor” sem realizar nenhum tipo de refilmagem nem finalizar os efeitos especiais incompletos das cenas abandonadas. Snyder recusou. “Obviamente que disse não. Eles queriam fazer isso por três motivos: primeiro, para tirar a internet da cola deles; segundo, para fazer um tipo de justiça, se redimir de alguma forma; e terceiro, para lançar uma versão mal-acabada do filme, para a qual podiam apontar e dizer ‘viu, nem era tão bom assim'”, explicou o diretor. Para conseguir fechar o acordo que incluiu refilmagens, com novos efeitos e até inclusões de personagens que jamais estiveram na versão original (como o Coringa de Jared Leto), o cineasta aceitou trabalhou de graça. “Eu não estou sendo pago por isso”, afirmou, sobre a nova edição. Mas ele vê vantagens na situação. “Eu não queria entrar nessa me comprometendo com alguém [um empregador]. Não ter um salário permitiu que todo o poder de negociação ficasse nas minhas mãos.” Por conta disso, Snyder afirma ter tido liberdade para refazer o final “com uma participação especial que vai explodir a mente dos fãs mais radicais”. A estreia de “Zack Snyder’s Justice League” está marcada para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max – que só vai chegar no Brasil em junho.

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  • Filme

    Mila Kunis será “Uma Garota de Muita Sorte” na Netflix

    22 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe!”) vai estrelar e produzir a adaptação do best-seller “Uma Garota de Muita Sorte” (Luckiest Girl Alive) para a Netflix. O romance de Jessica Knoll gira em torno de Ani FaNelli, uma nova-iorquina de língua afiada que parece ter de tudo: uma posição importante em uma revista sofisticada, um guarda-roupa matador e um casamento dos sonhos no horizonte. Mas quando o diretor de um documentário policial a convida a revelar um chocante incidente que aconteceu quando ela era adolescente numa escola prestigiosa, ela é forçada a enfrentar uma verdade sombria que ameaça desmontar sua vida meticulosamente elaborada. A própria escritora, que usou sua experiência como ex-editora da revista Cosmopolitan como inspiração para a história, assina o roteiro. Já a direção está a cargo de Mike Barker, que volta a filmar longa-metragens após 14 anos dedicados a séries como “The Handmaid’s Tale” e “Fargo”. O projeto será tocado pelas produtoras Orchard Farm Productions, de Kunis, Made Up Stories, de Bruna Papandrea e Jeanne Snow, e Picturestart, de Erik Feig e Lucy Kitada. Não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Minissérie baseada em A Costa do Mosquito ganha trailer tenso

    21 de fevereiro de 2021 /

    A Apple TV+ (Apple TV Plus) divulgou o trailer da minissérie baseada em “A Costa do Mosquito” (The Mosquito Coast), romance de Paul Theroux publicado em 1981 e já levado aos cinemas em 1986. A prévia descortina um clima de grande tensão e suspense, apontando algumas mudanças em relação à história popularizada nas telas pelo diretor Peter Weir e estrelada por Harrison Ford, Mirren e River Phoenix nos anos 1980. No filme, a motivação para o protagonista conduzir sua família para as florestas da América Latina era a desilusão com os Estados Unidos e o desejo de criar uma utopia. Já na série, ele parece estar em fuga da polícia. Além disso, o filho com maior destaque é uma garota. A principal curiosidade da nova produção, entretanto, é a escalação do ator Justin Theroux (“The Leftovers”) no papel principal. Ele é sobrinho do escritor do livro original. O resto do elenco destaca Melissa George (“30 Dias de Noite”) como sua esposa e os jovens Gabriel Bateman (“Brinquedo Assassino”) e Logan Polish (“Sonhando Alto”) como seus filhos. A adaptação está a cargo do produtor-roteirista Neil Cross (criador da série “Luther”) em parceria com Tom Bissell (“Artista do Desastre”). Eles coproduzirão a atração com o cineasta Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”), que assina a direção dos dois primeiros episódios. O que, por sinal, explica o visual extremamente cinematográfico do trailer. Serão sete episódios ao todo, com estreia marcada para 30 de abril em streaming.

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  • Filme

    Zack Snyder revela data de estreia de seu filme de zumbis na Netflix

    21 de fevereiro de 2021 /

    O diretor Zack Snyder anunciou que seu filme de zumbis da Netflix, “Army of the Dead”, finalmente tem previsão de estreia. Em um post nas redes sociais, ele divulgou o lançamento 21 de maio e revelou que o primeiro teaser será revelado na próxima quinta (25/2). “Army of the Dead” foi filmado entre o verão e o outono de 2019 nos EUA, refilmado no verão de 2020 para substituir um ator devido à acusações de abuso sexual e até seu spin-off, um prólogo ainda sem título, encerrou sua produção ainda em 2020. O atraso no lançamento se deve, em parte, ao envolvimento de Snyder no relançamento de “Liga da Justiça”, que tomou todo o seu tempo nos últimos meses. Claro que não ajudou ter que voltar ao set para apagar Chris D’Elia (“Undateable”) do longa. Acusado de assediar sexualmente garotas menores de idade, ele teve sua participação substituída pela comediante Tig Notaro (“Star Trek: Discovery”). Desenvolvido para a Netflix, “Army of the Dead” representa um retorno às origens para Snyder, que volta ao apocalipse zumbi 17 anos após o longa-metragem que inaugurou sua carreira, “Madrugada dos Mortos” (2004). A trama é uma espécie de “Onze Zumbis e um Segredo”. Um grupo de mercenários se reúne para realizar o maior assalto já tentado em Las Vegas. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O elenco do filme ainda inclui Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Omari Hardwick (“Power”), Hiroyuki Sanada (“Mortal Kombat”), Raul Castillo (“Atypical”), Nora Arnezeder (“Zoo”), Matthias Schweighöfer (“Viagem Sem Volta”), Ella Purnell (“Sweetbitter”), Garrett Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Ana de la Reguera (“Goliath”) e a dublê Samantha Win (“Mulher-Maravilha”). Survivors take all. #ArmyOfTheDead on @Netflix May 21.Teaser this Thursday. pic.twitter.com/sIgDoz6rmz — Zack Snyder (@ZackSnyder) February 21, 2021

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    Disney revela que O Show dos Muppets contém conteúdo impróprio

    21 de fevereiro de 2021 /

    A Disney+ (Disney Plus) surpreendeu seus assinantes ao adicionar um aviso de conteúdo impróprio em alguns episódios da série clássica “O Show dos Muppets” (The Muppet Show), que foi disponibilizada na plataforma na sexta-feira (20/2) nos EUA. “Este programa inclui representações negativas e/ou maus-tratos de pessoas ou culturas. Esses estereótipos estavam errados na época e estão errados agora. Em vez de remover esse conteúdo, queremos reconhecer seu impacto prejudicial, aprender com ele e iniciar conversas para criarmos juntos um futuro mais inclusivo”, diz o aviso. O aviso foi adicionado a um total de 18 episódios das cinco temporadas do programa. Cada episódio recebeu a advertência por um motivo diferente, mas, por exemplo, durante o capítulo que tem participação de Johnny Cash, o cantor aparece diante de uma bandeira confederada, hoje considerada símbolo do racismo nos EUA. A imprensa americana procurou a Disney+ para saber outros detalhes sobre a decisão de incluir os avisos nos episódios, exibidos de 1976 a 1981 com classificação PG (o equivalente a 10 anos no Brasil) na TV, mas nenhum comentário adicional foi feito. Assim mesmo, a decisão reflete a iniciativa “Stories Matter” (histórias importam), que delineiam os diversos motivos que levam a plataforma a incluir alertas sobre seu conteúdo. “Como parte de nosso compromisso contínuo com a diversidade e inclusão, estamos revisando nossa biblioteca e adicionando recomendações ao conteúdo que inclui representações negativas ou maus-tratos a pessoas ou culturas”, diz o texto no site da Disney. “Em vez de remover esse conteúdo, vemos uma oportunidade de iniciar uma conversa e um diálogo aberto sobre a história que afeta a todos nós. Também queremos reconhecer que algumas comunidades foram apagadas ou totalmente esquecidas, e estamos empenhados em dar voz às suas histórias também. ”

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