Documentário de Billie Eilish faz crescer assinaturas da Apple TV+
A Apple informou à imprensa norte-americana que o documentário “Billie Eilish: The World A Little Blurry” quebrou o recorde de audiência juvenil de sua plataforma Apple TV+. Lançado na quinta-feira (25/3) em mais de 100 países, o filme fez aumentar em 33% a quantidade de novos assinantes do serviço, com o público jovem liderando a demanda. Quase metade deste público veio de fora dos Estados Unidos. Além disso, o programa foi o mais assistido da plataforma entre jovens adultos no fim de semana, incluindo nos mercados do Reino Unido, Austrália, México, Alemanha, Rússia, Holanda, França e Brasil. Para exibir o filme, a Apple precisou entrar num leilão com outras plataformas de streaming, e após o bom desempenho deve estar comemorando a aposta. “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry” também agradou a crítica norte-americana, atingindo 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, graças à sua abordagem sem clichês. O filme é um dos raros documentários sobre estrelas da música pop que não apresenta seu tema como um artista incompreendido e sofredor, sob pressão para ser sempre glamouroso ao vivo, embora no fundo seja gente como a gente. Cobrindo a carreira precoce da cantora desde antes da fama, dos 15 aos 18 anos de idade, quando se tornou a artista mais jovem a vencer o Emmy, o filme troca holofotes por iluminação caseira, encontrando a cantora no quarto da casa da família Eilish, onde ela construiu toda a sua carreira. Sem o menor resquício de ostentação ou glamour, o trabalho do diretor R.J. Cutler (que no ano passado fez outro ótimo documentário sobre o ator John Belushi) traça a trajetória de uma garota deprimida, que transformou a música gravada em seu quarto, com a ajuda do irmão, na casa dos pais, numa das histórias de sucesso mais improváveis deste começo de século. Veja a baixo o trailer da atração.
Melissa McCarthy e Octavia Spencer viram super-heroínas no trailer de Esquadrão Trovão
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Esquadrão Trovão” (Thunder Force), comédia de ação em que Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”) e Octavia Spencer (“A Forma da Água”) ganham superpoderes. As duas vivem melhores amigas de longa data, que se afastaram com o passar dos anos. Lydia (McCarthy) resolve se reconectar com Emily (Spencer) justamente quanto a amiga desenvolve uma substância revolucionária que pode transformar qualquer pessoa em super-herói — e, é claro, acaba se injetando acidentalmente com um soro de superforça. Enquanto isso, a cientista ganha a capacidade de se tornar invisível. Com os novos poderes, as duas passam a combater o crime. Mas quando se tornam atrações de telejornais, acabam atraindo a atenção de supervilões. “Esquadrão Trovão” é uma nova parceria de McCarthy com seu marido, o ator Ben Falcone, que resolveu virar diretor e roteirista após se casar com a estrela. Por coincidência, os quatro filmes que ele escreveu e dirigiu são os piores da filmografia de McCarthy: “Tammy” (2014), “A Chefa” (2016), “Alma da Festa” (2018) e “Superinteligência” (2020). O quinto esforço tem estreia marcada para 9 de abril.
Sem Remorso: Thriller de ação de Michael B. Jordan ganha trailer explosivo
A Amazon divulgou o primeiro trailer completo do filme “Sem Remorso” (Without Remorse), estrelado por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”). Repleto de cenas de ação, explosões e violência, o filme pode lançar uma nova franquia focada no personagem John Clark, criado pelo escritor Tom Clancy. A trama é baseada no livro homônimo, publicado em 1993, que conta uma história de “origem” e vingança pelo assassinato da família do protagonista, revelando como o ex-Navy SEAL John Kelly assumiu sua atual identidade e se tornou tão letal. O personagem apareceu em 17 livros de Clancy, primeiro como coadjuvante das aventuras de Jack Ryan, antes de passar a protagonizar suas próprias histórias. Por conta disso, ele já ganhou vida no cinema: foi interpretado por Willem Dafoe e Liev Schreiber em dois filmes de Ryan, respectivamente “Perigo Real e Imediato” (1994) e “A Soma de Todos os Medos” (2002). O filme tem roteiro de Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”) e direção de Stefano Sollima (“Suburra”), que já tinham trabalhado juntos em “Sicario 2: Dia do Soldado” (2018). “Sem Remorso” deveria ter sido lançado em outubro passado nos cinemas, mas, devido à pandemia, acabou sumindo do calendário de estreias da Paramount, o que abriu negociações para uma exclusividade da Amazon Prime Video. Ao fechar esse negócio, a Amazon também anunciou um contrato de produção com Jordan para novas séries e filmes exclusivos. A estreia de “Sem Remorso” está marcada para 30 de abril. Veja abaixo o trailer em versões dublada em português e com o idioma original em inglês.
Netflix fará primeira série animada de Asterix
A Netflix fechou parceria com a editora Hachette e o roteirista Alain Chabat para criar a primeira série animada baseada no icônico personagem francês Asterix. A série animada será computadorizada em 3D e produzida na França, com previsão de lançamento para 2023. Chabat, que escreveu e dirigiu a adaptação live-action “Asterix e Obelix: Missão Cleópatra” em 2002, atuará como showrunner. “Missão Cleópatra” foi a mais bem-sucedida das inúmeras aparições de Asterix nas telas e o terceiro longa-metragem de maior bilheteria da história do cinema francês. Asterix foi criado pelo roteirista René Goscinny (1926–1977) e o desenhista Albert Uderzo (1927–2020) em 1959, publicados em capítulos na revista “Pilote”. A primeira história completa, “Asterix, o Gaulês”, foi coletada num álbum em 1961, revelando a premissa que se manteria inalterada desde então. Na trama, Asterix é um baixinho bigodudo morador de um pequena aldeia na Gália, região da antiguidade que viraria a França e que resistia à ocupação romana em 50 a.C. A resistência ao poderio do império só era possível graças a uma poção mágica feita pelo druida Panoramix, que concedia superforça aos aldeões. Ao tomarem a poção, os gauleses se provavam os piores inimigos de César. Menos o grandalhão barrigudo Obelix, que não pode bebê-la, porque caiu no caldeirão mágico quando criança e se tornou superforte o tempo inteiro. Quase 400 milhões de exemplares vendidos depois, os gauleses de Goscinny e Uderzo finalmente ganharão sua primeira série. A Netflix vai adaptar o álbum “O Combate dos Chefes”, de 1966, onde os romanos, depois de serem constantemente constrangidos por Asterix e seus companheiros de aldeia, organizam uma briga entre chefes gauleses rivais e tentam manipular o resultado sequestrando o druida Panoramix para deixar a vila de Asterix sem seus poderes mágicos.
Fotos revelam Melissa McCarthy como Hela no novo filme de Thor
Os paparazzi australianos revelaram um dos segredos de “Thor: Love and Thunder” em fotos tiradas no set da produção, que está sendo filmada pelo diretor Taika Waititi em Sydney. As imagens que já circulam nas redes sociais mostram que Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”) se juntou a Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill na trupe teatral de Asgard. Eles foram fotografados a caráter para uma interpretação teatral dos eventos de “Thor: Ragnarok” (2017). Vale lembrar que Damon, Hemsworth e Neill já tinham aparecido no filme anterior, interpretando os papéis de Loki, Thor e Odin, respectivamente, numa peça sobre “Thor: O Mundo Sombrio” (2013). McCarthy se junta a eles para dar vida a Hela, a Deusa da Morte (Cate Blanchett no filme de 2017), em novo espetáculo teatral. Matt Damon chegou na Austrália em 16 de janeiro e estaria filmando há um mês – mais tempo que alguns atores de “Guardiões da Galáxia” anteriormente registrados no set. Isto pode significar um papel maior para o intérprete do falso Loki na continuação. “Thor: Love and Thunder” vai mostrar como Jane Foster (Natalie Portman) assume os poderes de Thor (Chris Hemsworth) após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, quando o Deus do Trovéu partiu com os Guardiões da Galáxia para aventuras espaciais. Por conta disso, o filme conta com as participação dos intérpretes dos Guardiões – Chris Pratt (Peter Quill, Senhor das Estrelas), Dave Bautista (Drax), Karen Gillan (Nebula), Pom Klementieff (Mantis) e Sean Gunn (que interpreta Rocket no set). A produção também trará de volta Jaimie Alexander como Sif (sumida desde “Thor: O Mundo Sombrio”) e Tessa Thompson como Valquíria (introduzida em “Thor: Ragnarok”). A estreia está marcada para maio de 2022. New #ThorLoveAndThunder set pics 🚨 pic.twitter.com/voFMVAkICs — cosmic (@cosmic_marvel) March 2, 2021 YES Melissa MCcarthy as Hela that's a Whole Serve #ThorLoveAndThunder pic.twitter.com/kpDPBHk2Af — Jayvon Thomas #TFATWS (17 Days) (@JayvonThomas2) March 2, 2021 OMG MELISSA MCCARTHY AS FAKE HELA AND ANOTHER PLAY #ThorLoveAndThunder pic.twitter.com/2dTHMPMd5K — Ren | WandaVision SPOILERS ᗢ (@wandasolsen) March 2, 2021 #ThorLoveAndThunder casting update: • Sam Neill as Actor Odin• Matt Damon as Actor Loki• Luke Hemsworth as Actor Thor• Melissa McCarthy as Actor Hela pic.twitter.com/cHfDP7d0NL — DR Movie News 📽 (@DRMovieNews1) March 2, 2021
Ray Fisher volta a acusar produtores e presidente da Warner Bros. de racismo
Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, voltou a acusar produtores e o presidente da Warner Bros. Pictures de racismo. Ele repetiu denúncias que já tinha feito em outubro sobre mudanças racialmente motivadas nas refilmagens daquele filme, sob comando do diretor Joss Whedon. E acusa especificamente Geoff Johns, roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”, além de criador das séries “The Flash” e “Stargirl”, por ter ajudado a reescrever o filme com Joss Whedon para diminuir a importância dos personagens negros da trama. Alguns foram até eliminados na versão refeita por Whedon, que foi exibida nos cinemas em 2017. “Quando se trata de questões raciais, sempre tento dar o benefício da dúvida para quem pode não saber de seus privilégios. Mas quando executivos do estúdio (especialmente Geoff Johns) dizem ‘não podemos ter um homem negro raivoso no centro do filme’, e depois usam seu poder para tirar TODAS as pessoas negras do filme, eles não têm mais o benefício da dúvida”, escreveu Fisher. O ator ainda alertou para tentativas de colocar toda a culpa em Joss Whedon e no ex-presidente do estúdio, Kevin Tsujihara, teriam o objetivo de livrar os demais. Ray Fisher afirma que os executivos, incluindo o produtor Jon Berg e o presidente do estúdio, Toby Emmerich, sabiam que os diálogos dessa conversa, testemunhada por terceiros, eram “ofensivos, discriminatórios e inaceitáveis” — e supostamente por isso não havia pessoas negras presentes nas reuniões. “Eles escolhiam o caminho covarde do gaslighting — e com pedidos extremamente problemáticos, pedindo que eu ‘interpretasse o Ciborgue como o Corcunda de Notre Dame’ e exigindo que uma cena fosse regravada para destacar a existência do pênis do Ciborgue”, exemplificou. O ator finaliza recomendando o resgate da visão original do diretor Zack Snyder para o filme. “A ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder prova, e se opõe, a essa discriminação”. Fisher tem atacado continuamente a Warner Bros. desde o verão norte-americano passado, alegando ter sido maltratado por Joss Whedon no set das refilmagens de “Liga da Justiça”, com apoio dos produtores do filme. Ele diz que teria sido ameaçado ao se queixar do diretor e coagido a abandonar algumas das acusações após o caso se tornar público. Whedon entrou na produção após Snyder filmar a maior parte de “Liga da Justiça”. O diretor original precisou se afastar do longa devido a uma tragédia pessoal e a Warner aproveitou para substitui-lo na pós-produção pelo responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”. O substituto refez mais de 70% do filme. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou, tardiamente, as acusações de Fisher sobre os bastidores das refilmagens, que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da Warner. A WarnerMedia, empresa de entretenimento que inclui a Warner Bros. Pictures entre suas marcas, encomendou uma investigação independente para chegar ao fundo da questão. Ao mesmo tempo, Whedon se afastou (ou foi afastado) da produção de “The Nevers”, uma série que desenvolvia para a HBO. Mas Fisher não se deu por contente e também pediu a cabeça dos produtores do filme, do presidente da Warner Bros. Pictures e do presidente da DC Films, Walter Hamada, que só assumiu seu cargo após a estreia de “Liga da Justiça”. Segundo Fisher, Hamada teria tentado convencê-lo a não incluir Geoff Johns nas acusações, devido aos muitos projetos do produtor-roteirista na companhia. Em comunicado, a Warner e a responsável pela investigação, a ex-juíza federal Katherine B. Forrest, pronunciaram-se em defesa de Hamada. “Estou desapontada com as constantes declarações públicas que sugerem que Walter Hamada interferiu de alguma forma na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não interferiu. Eu o entrevistei extensivamente em mais de uma ocasião e especificamente o entrevistei sobre sua interação muito limitada com o Sr. Fisher. Achei o Sr. Hamada confiável e acessível. Concluí que ele não fez nada que impedisse ou interferisse na investigação. Pelo contrário, as informações que forneceu foram úteis e ajudaram a avançar a investigação”, disse Forrest. Apesar da reprimenda pública, Fisher não pediu desculpas para a Hamada. Ao contrário, no novo “comunicado” sobre o caso, ele exigiu suas desculpas “aos participantes da investigação”. Please Read. A>E pic.twitter.com/C6PjkBLlDE — Ray Fisher (@ray8fisher) March 2, 2021
CEO da Disney confirma: cinemas não voltarão ao que eram
Menos de uma semana após a ViacomCBS anunciar que a janela cinematográfica de 90 dias tinha acabado, apresentando sua plataforma Paramount+ com a promessa de lançar seus filmes em streaming após 45 dias de exibição nos cinemas, a Disney confirmou que o circuito não voltará mesmo a ser o que era antes da pandemia. Em uma conferência de investimento virtual organizada pela empresa financeira Morgan Stanley, o CEO da Disney, Bob Chapek, apontou que a empresa também estuda diminuir o período de exclusividade dos cinemas, quando seus filmes voltarem a ser exibidos primeiro em tela grande. “O consumidor provavelmente está mais impaciente do que nunca”, disse ele sobre as mudanças no mercado durante a covid-19, “principalmente porque agora eles tiveram o luxo de passar um ano inteiro recebendo títulos em casa praticamente quando quiseram. Portanto, não tenho certeza se há um retorno”. Ele acrescentou que os espectadores não “terão muita tolerância para esperar por meses que um título saia dos cinemas”, enquanto “apenas fica lá, juntando poeira”, antes de migrar para o streaming ou outras janelas. Vale lembrar que o estúdio que começou a encolher a janela cinematográfica foi a Universal, ao lançar seus filmes em VOD (locação digital) após 17 dias (três fins de semana) em cartaz. Mas na ocasião, justificou a decisão com a necessidade de fazer caixa na pandemia, afirmando que se tratava de medida provisória. Os 45 dias anunciados pela Paramount na semana passada seriam permanentes. Chapek não mencionou um número específico de dias de exclusividade dos cinemas como o CEO da ViacomCBS, Robert Bakish. Mas quando a Disney, que controla cerca de metade do mercado e lançou os maiores sucessos de bilheteria dos últimos anos, aponta que pretende alterar o tempo em que os cinemas terão primazia, as mudanças se tornam inevitáveis. “Mas certamente não queremos fazer nada radical como cortar totalmente a exibição cinematográfica”, acrescentou o CEO da Disney, ponderando que a solução possa ser um caminho intermediário. Uma alternativa seria o que a Disney vem chamando de “Premier Access”: disponibilizar em streaming filmes que estreiam nos cinemas a um preço extremamente elevado, de modo a manter o circuito cinematográfico competitivo, mas também oferecer uma alternativa de conforto para quem quiser pagar mais para assistir aos títulos em casa. A animação “Raya e o Último Dragão” será lançado por esse método na próxima sexta (5/3), custando US$ 30 para assinantes do Disney+ nos EUA e R$ 69,90 no Brasil (mais a assinatura mensal do serviço!). Janela menor ou lançamento “premium” simultâneo em streaming, o fato é que o circuito cinematográfico será profundamente alterado ao final da pandemia.
Cidade Invisível é renovada para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série brasileira “Cidade Invisível” para a 2ª temporada. O anúncio veio acompanhado por um vídeo com Marco Pigossi, protagonista da atração, revelando pedidos dos assinantes para a trama continuar. Criada pelo diretor Carlos Saldanha, que estreia no comando de uma obra em live-action após dirigir as animações das franquias “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, “Cidade Invisível” traz Pigossi no papel do detetive Eric, da Delegacia de Polícia Ambiental. Após encontrar um estranho animal morto em uma praia carioca, o policial descobre um mundo habitado por entidades míticas normalmente invisíveis aos seres humanos. A trama explora figuras do folclore nacional, como a Cuca, interpretada pela atriz Alessandra Negrini, e ficou na lista de conteúdos mais vistos em cerca de 40 países. Mas foi acusada por ativistas de “apropriação cultural”, por desconstruir figuras da religiosidade indígena, afastando-os de suas raízes para apresentá-las como “criaturas”, sem dar espaço para atores nativos interpretá-las. Ao mesmo tempo em que comemorou o sucesso internacional da atração, Carlos Saldanha disse, em comunicado, que está levando todas as críticas em consideração para a 2ª temporada. “É uma alegria enorme ver um produto nosso, do Brasil, chegar a tantas partes do mundo e agradar a tantas pessoas. Recebi muitos comentários, li bastante sobre o que as pessoas desejam para a continuação, e estou levando tudo em consideração para trazer ao público uma sequência bacana”, ele afirmou. A 2ª temporada vai explorar outra região do Brasil, possivelmente a Amazônia, e contará com novos personagens, após uma temporada no Rio de Janeiro. O elenco ainda não estaria confirmado para os novos episódios. Segundo Haná Vaisman, gerente de conteúdo de Séries Originais Brasileiras da Netflix, a representatividade será uma das preocupações para a próxima etapa da produção. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi agendada. Talvez vocês fiquem hipnotizados pelos olhos de @marcopigossi e não consigam entender muito bem o que ele tá falando, então vou reforçar aqui: a segunda temporada de Cidade Invisível está CONFIRMADA ❤️ pic.twitter.com/BID0h2mYSR — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 2, 2021
Constance Wu se junta a Chris Pratt em série de ação da Amazon
A atriz Constance Wu vai voltar às séries, um ano após o final de “Fresh Off the Boat”, como a protagonista feminina de “The Terminal List”, thriller de ação em que contracenará com Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”). Criada por David DiGilio (criador de “Traveler” e produtor-roteirista de “Strange Angel”), a série da Amazon Prime Video é baseada no romance best-seller homônimo de Jack Carr. Na trama, Pratt vai interpretar James Reece, um Navy SEAL que volta para casa após uma missão traumatizante, em que seu pelotão foi surpreendido por uma emboscada inimiga. Conforme tenta se readaptar a uma vida normal, ele percebe que suas memórias sobre o incidente são conflituosas e começa a buscar evidências de uma suposta conspiração do governo que possa estar tentando incriminá-lo. Wu interpretará Katie Buranek, uma correspondente de guerra que não tem medo de riscos ou de usar jornalismo contra os poderosos. Ela deixou seu trabalho em uma agência de notícias de prestígio para perseguir histórias de alto impacto em seus próprios termos e, ao se encontrar em uma encruzilhada na carreira, encontra um aliado improvável no SEAL James Reece, juntando-se à sua busca pela verdade na conspiração contra a qual ele está lutando. O projeto marca um reencontro entre Pratt e o diretor Antoine Fuqua, após trabalharem juntos em “Sete Homens e um Destino” (2016). Fuqua é coprodutor da série e vai assinar a direção do episódio piloto.
Astro de Lovecraft Country vai estrelar filme lovecraftiano de Spike Lee
O ator Jonathan Majors está em negociações para estrelar o filme “Gordon Hemingway & The Realm of Cthulhu”. A produção marcaria seu retorno ao universo lovecraftiano, após estrelar a 1ª temporada da série “Lovecraft Country”, e também uma retomada de sua parceria com Spike Lee, que o dirigiu em “Destacamento Blood”. “Gordon Hemingway & The Realm of Cthulhu” é uma produção de Spike Lee para a Netflix. Mas ele não vai dirigir o filme, que será comandado por Stefon Bristol (da sci-fi “A Gente Se Vê Ontem”). Majors está em negociações para interpretar o personagem-título, Gordon Hemingway, um pistoleiro negro americano que se junta na África Oriental em 1928 à guerreira de elite Princesa Zenebe, da Etiópia, para resgatar o regente do país, raptado por um mal ancestral. Apesar do título citar Cthulhu, uma das criações demoníacas de H.P. Lovecraft, o filme é uma história original, escrita por Hank Woon (“A Maldição das Formigas Gigantes”) e roteirizada por Fredrica Bailey (também de “A Gente Se Vê Ontem”). O novo projeto é o mais recente em uma série de projetos de alto perfil para a estrela em ascensão, que ganhou uma indicação ao Gotham Award de ator revelação, bem como um Independent Spirit Award por sua atuação em 2019 em “The Last Black Man in San Francisco . ” Majors será visto em breve no faroeste da Netflix, “The Harder They Fall”, ao lado de Idris Elba, Regina King, Zazie Beetz e LaKeith Stanfield, e fará o papel do supervilão Kang, o Conquistador, em “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, da Marvel.
Taylor Swift se irrita com série “Ginny & Georgia” por piada com sua vida amorosa
A nova série “Ginny & Georgia”, da Netflix, atraiu a ira de Taylor Swift e seus fãs durante o fim de semana. O motivo da repercussão foi uma frase do episódio final da 1ª temporada da série sobre a relação de uma mãe e filha, ao estilo de “Gilmore Girls”. A polêmica aconteceu num momento em que a mãe solteira Georgia (Brianne Howey) pergunta à sua filha Ginny (Antonia Gentry) sobre o status de um relacionamento recente, e a adolescente retruca: “O que te importa? Você passa por homens mais rápido do que a Taylor Swift”. Capturas de tela da cena passaram a alimentar protestos nas redes sociais e a frase “Respeitem Taylor Swift” chegou a aparecer entre os tópicos em alta no Twitter na noite de domingo (28/2). Finalmente, nesta segunda-feira (1/3), primeiro dia do Mês da História das Mulheres, comemoração anual americana que destaca realizações femininas ao longo de março, a própria Taylor Swift resolveu se manifestar, chamado a frase da série uma “piada preguiçosa e profundamente machista”. “Hey ‘Ginny e Georgia’, 2010 ligou e quer sua piada preguiçosa e profundamente machista de volta”, tuitou Swift. “Que tal pararmos de degradar mulheres trabalhadoras definindo esse tipo de besteira como engraçada. Além disso, Netflix depois do [documentário de Taylor Swift] “Miss Americana”, esse figurino não fica bonito em você. Feliz Mês da História das Mulheres, eu acho.” A referência ao documentário se deve à inclusão de críticas à vida amorosa da cantora na produção da Netflix. Entre outros momentos, “Miss Americana” inclui comentaristas falando sobre como ela estava “passando por caras como um trem”. Hey Ginny & Georgia, 2010 called and it wants its lazy, deeply sexist joke back. How about we stop degrading hard working women by defining this horse shit as FuNnY. Also, @netflix after Miss Americana this outfit doesn’t look cute on you 💔 Happy Women’s History Month I guess pic.twitter.com/2X0jEOXIWp — Taylor Swift (@taylorswift13) March 1, 2021
O Legado de Júpiter: Série de super-heróis da Netflix ganha primeiras imagens
A Netflix divulgou as primeiras fotos da série “O Legado de Júpiter” (Jupiter’s Legacy), adaptação das histórias em quadrinhos de Mark Millar e Frank Quitely. Junto com as imagens, a plataforma divulgou um vídeo que sugere a transformação das artes de Quitely nas fotos reveladas. As imagens revelam o elenco da atração, encabeçado por Josh Duhamel (“Transformers”), Leslie Bibb (“Homem de Ferro”), Ben Daniels (“The Exorcist”), Elena Kampouris (“Antes que Eu Vá”), Andrew Horton (“Como Falar com Garotas em Festas”), Mike Wade (“SEAL Team”), Ian Quinlan (“Gotham”), Tyler Mane (“X-Men”) e Matt Lanter (“90210”). A atração é a primeiro adaptação de quadrinhos da Millarworld desde que a Netflix comprou a editora em 2017. O objetivo da aquisição foi lançar novos títulos do criador de “Kingsman” e “Kick-Ass” que pudessem ser explorados em streaming, mas o primeiro projeto, “Magic Order”, foi abortado em outubro passado após entrar em desenvolvimento. “O Legado de Júpiter” é um drama épico de super-heróis que se estende por décadas e navega por uma dinâmica complexa de família, poder e lealdade. Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar seu legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, encontram dificuldades para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. Com oito episódios, a 1ª temporada tem estreia marcada para 7 de maio.
Rebelde vai ganhar nova versão com Giovanna Grigio na Netflix
A Netflix anunciou que vai lançar uma nova versão da novela teen latina “Rebelde”. Um post no Twitter revelou o projeto, que tem previsão de estreia para 2022. “Vocês pediram, vocês especularam e esse momento finalmente chegou: a nova geração RBD chega em 2022 no meu site”, anunciou o perfil oficial do streaming. Em um comunicado à imprensa, a plataforma deu mais detalhes, informando que o nome da escola será “Elite Way”, mesmo nome da escola da primeira versão da telenovela. Além disso, adiantou que o elenco contará com Giovanna Grigio, atriz e cantora que se destacou em “Malhação: Viva a Diferença” e “As Five”, da Globoplay, e no remake de “Chiquititas”, no SBT, em 2013. O resto do elenco será formado pelo argentino Franco Masini (“Riviera”), o colombiano Jeronimo Cantillo (“Verdade Oculta”) e jovens estrelas mexicanas, incluindo o cantor Sergio Mayer Mori — que teve um relacionamento com a modelo brasileira Natália Subtil —, Azul Guaita (“Sobe na Minha Moto”), Alejandro Puente (“El Club”) e as estreantes Andrea Chaparro e Lizeth Selene. “Rebelde” foi originalmente uma produção de 2004 da Televisa, emissora mexicana, que chegou ao Brasil através da exibição pelo SBT. O sucesso foi tão grande, que até rendeu um remake brasileiro, feito pela Record em 2011 com Arthur Aguiar, Chay Suede, Lua Blanco, Sophia Abrahão e a sister do “BBB 21”, Carla Diaz. As gravações da nova versão já começaram. Inclusive, Giovanna Grigio já publicou um post do México sobre o projeto, em seu Instagram. Veja abaixo. E a @gigi_grigio tá nesse bonde❤️ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 1, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Giovanna Grigio (@gigigrigio)












