Army of the Dead: Pôsteres destacam personagens do filme de zumbis de Zack Snyder
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres de “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”, que destaca os personagens do filme que traz o diretor de Zack Snyder (de “Liga da Justiça”) de volta ao subgênero dos zumbis. Nunca é demais lembrar que Snyder foi um dos primeiros cineastas a filmar mortos-vivos velocistas em “Madrugada dos Mortos” (2004), remake do clássico “Despertar dos Mortos” (1978), que apesar de bem feitinho desagradou o diretor do filme original, o mestre George A. Romero, por alterar as características de seus famosos canibais lentos. Em “Army of the Dead”, um grupo de mercenários se reúne para realizar o maior assalto já tentado em Las Vegas. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis – a epidemia estaria supostamente restrita a Vegas. O elenco inclui Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Omari Hardwick (“Power”), Hiroyuki Sanada (“Mortal Kombat”), Raul Castillo (“Atypical”), Nora Arnezeder (“Zoo”), Matthias Schweighöfer (“Viagem Sem Volta”), Ella Purnell (“Sweetbitter”), Garrett Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Ana de la Reguera (“Goliath”), Theo Rossi (“Luke Cage”), a dublê Samantha Win (“Mulher-Maravilha”) e Tig Notaro (“Star Trek: Discovery”) – que substituiu Chris D’Elia (“Undateable”) em refilmagens, após o ator sofrer acusações de abuso sexual. A estreia está marcada para 21 de maio.
Teaser de “Caçadores de Trolls: A Ascensão dos Titãs” junta personagens da trilogia
A Netflix divulgou o teaser dublado em português de “Caçadores de Trolls: A Ascensão dos Titãs”, longa animado baseado na franquia “Contos da Arcadia”, desenvolvida pelo cineasta Guillermo Del Toro (vencedor do Oscar por “A Forma da Água”). Segundo a sinopse oficial, o longa mostrará os heróis de três produções diferentes da saga de Del Toro – “Caçadores de Trolls” e as derivadas “Os 3 Lá Embaixo” e “Magos” – unindo forças para enfrentar um misterioso inimigo que ameaça dominar todos os mundos. A série lançada em 2016 se passa na fictícia Arcadia, onde três amigos fazem uma descoberta surpreendente de que, embaixo de sua cidade natal, há uma batalha oculta entre trolls bons e maus. A estreia está marcada para o dia 21 de julho com direção de Johane Matte, Francisco Ruiz-Velasco e Andrew L. Schmidt, que dirigiram diversos episódios da trilogia seriada.
Taika Waititi será Barba Negra em série de piratas da HBO Max
O diretor Taika Waititi, vencedor do Oscar 2020 por “Jojo Rabbit”, resolveu estrelar a série de piratas “Our Flag Means Death” (nossa bandeira significa morte), que ele próprio desenvolveu. Anunciada no ano passado pela HBO MAX, a série será baseada nas aventuras do pirata Stede Bonnet, um aristocrata que deixou de lado a vida cheia de dinheiro para virar pirata ao lado do infame Barba Negra. Por sua educação refinada, ele era conhecido como “O Pirata Cavalheiro”. Taika Waititi vai viver Barba Negra na produção, enquanto o papel de Bonnet será interpretado por Rhys Darby (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). A série foi desenvolvida por David Jenkins (criador de “People of Earth”), que trabalhará como roteirista, showrunner e coprodutor ao lado de Waititi – e da dupla Garrett Basch (“What We Do in the Shadows”) e Dan Halsted (também de “People of Earth”). O cineasta deve dirigir o primeiro episódio após encerrar as filmagens de “Thor: Love and Thunder”, que estão em andamento na Austrália.
Netflix cancela “A Duquesa” após 1ª temporada
A Netflix cancelou a série “A Duquesa” (The Duchess) após uma temporada. Lançada em setembro passado, a atração da comediante britânica Katherine Ryan (“Badults”) não teve público suficiente e não recebeu encomendas de novos episódios, segundo ela própria anunciou ao podcast “The Secreto to”. Ryan criou, estrelou e produziu a comédia, em que vive uma mãe solteira sem paciência para o mundo, mas que adora a filha pequena Olive. Na trama, após perceber que a menina era melhor coisa que já fez, ela resolve ter outro filho. Mas não encontra ou não aprova os voluntários. Diante das dificuldades do “mercado”, decide apelar a seu maior inimigo: o pai da primeira filha. Co-produzido pela Clerkenwell Films (de “The End Of The F *** ing World”), “A Duquesa” tem seis episódios e também inclui em seu elenco Rory Keenan (“O Guarda”), Steen Raskopoulos (“Feel Good”) e a menina Kate Byrne. Quando lançou a série, Katherine Ryan tinha assinado contrato para dois projetos com a Netflix. O outro foi um especial de stand-up, “Glitter Room”. Veja abaixo o trailer da série cancelada.
Olympia Dukakis (1931-2021)
A atriz Olympia Dukakis, que venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel na comédia romântica “Feitiço da Lua” (1987), morreu neste sábado (1/5) em sua casa na cidade de Nova York. Ela tinha 89 anos e já estava doente há algum tempo. Filha de imigrantes gregos, Dukakis começou sua carreira nos palcos no começo dos anos 1960, após se formar na Universidade de Boston com mestrado em artes cênicas. A estreia no circuito nova-iorquino aconteceu na montagem de “The Aspern Papers” em 1962, mesmo ano em que se casou com o ator-produtor Louis Zorich (da série “Louco por Você”/Mad About You), com quem teve três filhos. Em 1963, ela ganhou um Obie Award por “A Man’s a Man”, e ainda conquistou seu segundo prêmio dois anos depois por “The Marriage of Bette and Boo”. O sucesso no teatro lhe abriu as portas no cinema. Após começar como figurante em “Lilith” (1964), como uma paciente de hospício, ela passou a ganhar mais espaço, aparecendo nos clássicos “Irmãs Diabólicas” (1972), de Brian De Palma, “Desejo de Matar” (1974), de Michael Winner, “A Gangue da Pesada” (1979), de Philip Kaufman, e “A Sombra de um Ídolo” (1980), de Taylor Hackford. Mas demorou para encontrar um papel de destaque. O que só aconteceu aos 56 anos, quando pôde mostrar sua veia cômica ao interpretar a mãe sarcástica de Cher em “Feitiço da Lua”. O filme de Norman Jewison lhe rendeu o Oscar e uma nova carreira como estrela de comédias. Ela emendou o prêmio com participações em “Uma Secretária de Futuro” (1988) e no fenômeno popular “Olha Quem Está Falando” (1989), que ganhou mais duas sequências com sua participação. Também estrelou com Shirley Maclaine, Dolly Parton e Sally Field um dos “filmes de mulheres” mais famosos da época, “Flores de Aço” (1989). A atriz seguiu fazendo comédias leves como “Agitando os Espíritos” (1990), “O Clube das Viúvas” (1993) e “Adoro Problemas” (1994) e até apareceu como ela mesma em “Corra que a Polícia vem Aí! 33 1/3: O Insulto Final” (1994), até ter um último ano de ouro em 1995, ao integrar os elencos de dois filmes indicados ao Oscar, “Poderosa Afrodite”, de Woody Allen, e “Mr. Holland: Adorável Professor”, de Stephen Herek. Suas comédias seguintes não tiveram o mesmo sucesso e aos poucos ela trocou o cinema pela TV, estrelando a cultuada série “Crônicas de San Francisco”, que lhe rendeu indicação ao Emmy e teve muitas encarnações diferentes desde os anos 1990. A mais recente versão da série foi exibida em 2019 na Netlix, com Dukakis retomando o papel clássico de Anna Madrigal, proprietária de uma pensão para jovens modernos em San Francisco. Ela também ensinou teatro na Universidade de Nova York e era prima do ex-governador de Massachusetts Michael Dukakis, que concorreu à presidência dos EUA pelo Partido Democrata em 1988. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por The Academy (@theacademy)
“The Last Kingdom” vai acabar na 5ª temporada
A Netflix anunciou que a vindoura 5ª temporada será a última de “The Last Kingdom”, ponto fim à saga viking iniciada originalmente na BBC há seis anos. A produção estão em andamento na Hungria para as gravações dos dez episódios finais das aventuras de Uhtred de Bebbanburg (Alexander Dreymon), um guerreiro nascido saxão, mas criado como dinamarquês, na Inglaterra dos séculos IX e X. A história será baseada no nono e no décimo volumes da franquia literária conhecida como “Crônicas Saxônicas”, do autor inglês Bernard Cornwell, que ao todo têm 13 livros. Bastaria mais uma temporada para condensar as obras finais e contar a história completa, mas a Netflix optou por cancelar a série antes do final da saga. Intérprete do protagonista, Alexander Dreymon fará sua estreia como diretor na última temporada, assinando um episódio. Em comunicado, ele disse que “interpretar Uhtred por cinco temporadas foi uma jornada maravilhosa”.
José Padilha vai dirigir thriller de ação na Netflix
O diretor José Padilha está volta a Netflix, onde lançou as séries “Narcos” e “O Mecanismo”, para comandar um novo thriller, passado no mundo das lutas de faca. Intitulado “Sharp” (Afiado, em inglês), o filme acompanha um grupo de seis assassinos especializados em armas brancas que, depois de um trabalho dar errado, é forçado a unir forças para descobrir quem os traiu. Padilha concebeu o projeto com a atriz Nicolette Noble, criadora da série “Pretty Gritty”. Ele também assina a produção e vai dirigir o longa. Em comunicado, Padilha e Noble disseram que “leram pelo menos 20 livros sobre lâminas, de diferentes épocas e culturas, antes de escrever ‘Sharp’. Tudo se resume a isso: os tiroteios costumam ser anônimos; você pode atirar em alguém de longe. Mas as lutas de faca são sempre íntimas, próximas e pessoais. Estamos felizes que a Netflix tenha entrado fundo, sem trocadilhos”. A ideia do diretor e do coprodutor Greg Silverman é criar uma franquia, com o lançamento de sequências futuras. Vale lembrar que a “cultura das facas” já rendeu um thriller celebrado com diretor brasileiro: “A Grande Arte”, adaptação do romance homônimo de Rubem Fonseca comandada por Walter Salles em 1991.
Naomi: Série de super-heroína da DC ganha primeira foto oficial
O piloto da série “Naomi”, baseada em quadrinhos da DC Comics que a cineasta Ava DuVernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”) está desenvolvendo para a rede The CW, ganhou sua primeira foto oficial. A imagem traz a jovem atriz Kaci Walfall, de 16 anos e conhecida por sua participação em “Army Wives”, recriando uma cena dos quadrinhos. Vale a pena comparar a imagem live-action com a ilustração original logo abaixo. Na trama, Naomi (Walfall) é uma estudante popular e confiante, que vive em uma cidade militar com seus pais. Mesmo sem ter vergonha de admitir seu lado geek e ser apaixonada por histórias em quadrinhos, ela leva um choque quando eventos sobrenaturais fazem com que descubra ter superpoderes. O resto do elenco inclui Alexander Wraith (“Orange Is the New Black”), Cranston Johnson (“Filthy Rich”) e a novata Camila Moreno. O projeto é baseado na revista em quadrinhos “Naomi”, criada por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell em 2019, e publicada no Brasil pela editora Panini. A adaptação está a cargo da roteirista-produtora Jill Blankenship (da série “Arrow”). DuVernay assina a produção e a direção do piloto, que está sendo realizado por sua produtora Array em parceria com a Warner Bros. TV. Caso a série seja aprovada, “Naomi” será a primeira adaptação da DC a estrear na rede CW sem a chancela do produtor Greg Berlanti desde “Arrow” em 2012. Até “Stargirl”, recém-transferida do DC Universe, é uma produção de Berlanti. Além de “Naomi”, Ava DuVernay tem outra atração baseada em quadrinhos da DC prestes a estrear: a minissérie “DMZ”, atualmente em pós-produção para a plataforma HBO Max. Ela também iria dirigir o filme “Novos Deuses”, que a Warner cancelou no começo de abril.
Ator de “American Horror Story” vai estrelar série do herói Lanterna Verde
A HBO Max escalou Finn Wittrock, ator conhecido por participar de várias temporadas de “American Horror Story”, como um dos protagonistas na vindoura série do Lanterna Verde. Wittrock interpretará a versão do herói representada por Guy Gardner. Nos quadrinhos da DC Comics, Guy Gardner foi o segundo Lanterna Verde da Terra, criado por John Broome e Gil Kane em 1968. Mas sua personalidade se alterou bastante nos anos 1980, quando ganhou mais destaque e virou quase um alívio cômico na Liga da Justiça, como um símbolo do hiper-patriotismo e masculinidade tóxica do período. Segundo informações, a série não terá apenas um protagonista. O projeto deve contar histórias dos várias integrantes da Tropa dos Lanternas Verdes, explorando a mitologia dos personagens, especialmente Guy Gardner, Jessica Cruz, Simon Baz, Alan Scott, Sinestro e Kilowog. A 1ª temporada terá 10 episódios escritos e produzidos por Seth Grahame-Smith (“Lego Batman: O Filme”) e Marc Guggenheim (um dos roteiristas do filme do “Lanterna Verde”). Eles trabalharão na produção com outro responsável pelo filme de 2011, o produtor Greg Berlanti, que se tornou o mentor do Arrowverso na rede The CW. Berlanti e Guggenheim foram justamente os responsáveis pelo roteiro do piloto de “Arrow”, que inaugurou o universo de séries atuais da DC Comics na TV americana. O projeto dos produtores é reintroduzir o Lanterna Verde como uma saga que se estende por décadas e galáxias, que servirá para introduzir vários Lanternas Verdes diferentes. Nos quadrinhos, eles são os policiais galácticos que patrulham o universo conhecido e desconhecido. Ainda não há previsão de estreia.
Lucifer encontra Deus no trailer dos próximos capítulos
A Netflix divulgou os pôsteres e o trailer da segunda parte da 5ª temporada de “Lucifer”, que destaca o reencontro do protagonista com seu pai, também chamado de Deus pelo resto dos mortais. O ator Dennis Haysbert foi escalado no papel. Ele ficou conhecido por viver o primeiro presidente negro da TV americana, David Palmer, na série de ação “24 Horas”, e por curiosidade seu irmão naquela série era vivido pelo ator D.B. Woodside, que em “Lucifer” interpreta o anjo Amenadiel, outro filho de Deus. Na prévia, Deus decide que vai se aposentar, o que faz Lucifer (Tom Ellis) considerar ocupar sua vaga. A ideia tem paralelos com o desfecho dos quadrinhos em que a série é (vagamente) baseada. Mas a execução sugere um encaminhamento completamente diferente, na linha da disputa entre Michael (Miguel) e Lucifer explorada em “Supernatural”. O final da 5ª e penúltima temporada de “Lucifer” será lançado em 28 de maio.
Top 10: “A Vida Depois do Tombo” e as melhores séries da semana
A série mais comentada da semana é um spin-off de reality show: a atração documental “A Vida Depois do Tombo”, que mostra como a ex-confinada Karol Conká está lidando com o recorde de rejeição do “BBB 21” e as consequências de suas ações ao reencontrar a carreira em ruínas do lado de fora da casa mais vigiada do Brasil. A produção também é um registro de como se dá um cancelamento, detalhando o horror dos dois lados, o cometido por Conká no reality da Globo e o que ela encontrou ao cair na real(idade). E como toda boa história de monstro, também busca demonstrar que por trás da criatura vista como malvada existe um ser humano ferido, cheio de questões não resolvidas, que ajudam a explicar tudo o que aconteceu ao vivo diante de todo o Brasil. Fãs de aventuras fictícias podem preferir “The Mosquito Coast”, adaptação do famoso romance de Paul Theroux publicado em 1981 e já levado aos cinemas em 1986. Se no longa dirigido por Peter Weir e estrelado por Harrison Ford, a motivação para o protagonista conduzir sua família para as florestas da América Latina era a desilusão com os Estados Unidos e o desejo de criar uma utopia, a série segue um viés menos altruísta para mostrar uma fuga pelo México alimentada por tensão, suspense e problemas legais. A principal curiosidade da nova versão, entretanto, é a escalação do ator Justin Theroux (“The Leftovers”) no papel principal. Ele é sobrinho do escritor do livro original. O resto do elenco destaca Melissa George (“30 Dias de Noite”) como sua esposa e os jovens Gabriel Bateman (“Brinquedo Assassino”) e Logan Polish (“Sonhando Alto”) como seus filhos. Além disso, a direção do cineasta Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”) materializa um visual extremamente cinematográfico. Entre as demais novidades, destacam-se os climas sombrios de “Fatma” e “Coroner”, especialmente a primeira, uma série turca de suspense, em que uma faxineira desimportante aproveita a falta de interesse em sua vida para se tornar uma serial killer bem-sucedida. Já a canadense “Coroner” oferece uma alternativa ao padrão procedimental das tramas de “CSI” por se centrar numa investigadora forense feminina, vivia por Serinda Swan (a Medusa de “Os Inumanos”). Confira abaixo a seleção com trailers das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. A Vida Depois do Tombo | Brasil | Minissérie (Globoplay) The Mosquito Coast | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+) Fatma | Turquia | 1ª Temporada (Netflix) Coroner | Canadá | 2 Temporadas (Globoplay) O Inocente | Espanha | Minissérie (Netflix) Sexify | Polônia | 1ª Temporada (Netflix) Charmed | EUA | 3ª Temporada (Globoplay) Yasuke | Japão, EUA | 1ª Temporada
Top 10: Os melhores filmes pra ver em casa no fim de semana
O fim de semana em casa é das crianças, mas os pais também podem aproveitar os bons destaques de animação que chegam nas plataformas de streaming e VOD nesta sexta (30/4). O principal título é a produção da Sony “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas”, que começa com uma trama típica de comédia live-action, acompanhando uma família distanciada pela tecnologia moderna e a solução radical do pai para aproximar a todos: uma longa viagem de carro pelo país. Entretanto, no meio do caminho a trama desvia pela sci-fi, máquinas ganham vida e a família em crise passa a ser a última esperança contra a destruição da humanidade. Criada pela dupla Michael Rianda e Jeff Rowe, roteiristas do divertido desenho “Gravity Falls”, a animação tem outra dupla já vencedora do Oscar na produção, Phil Lord e Christopher Miller, responsáveis por “Uma Aventura Lego” e “Homem-Aranha no Aranhaverso”. A Pixar também tem novidade: o curta “22 contra a Terra”, baseado nos personagens de “Soul”, vencedor do Oscar 2021 de Melhor Animação. A produção é um prólogo centrado na alma cética 22, que volta a ser dublada por Tina Fey em inglês. A história acontece muito antes de 22 conhecer o protagonista de “Soul”, Joe Gardner, e mostra sua tentativa de criar uma rebelião no Grande Antes. A direção é assinada por Kevin Nolting, editor de “Soul” que venceu o Eddie Award, troféu do Sindicato dos Editores, e o Annie Award, considerado o “Oscar da animação”, por seu trabalho no longa da Pixar. Ele também editou outros dois filmes de Pete Docter, diretor de “Soul” – “Up: Altas Aventuras” (2009) e “Divertida Mente” (2015), ambos igualmente vencedores do Oscar. Completa a lista animada um novo longa da DC, que celebra a era de ouro da editora ao se centrar nos super-heróis originais da Sociedade da Justiça durante a 2ª Guerra Mundial. A relação ainda tem comédia adolescente de humor deliciosamente sombrio, terror com exploração de sonhos, romance LGBTQIA+ de época com Kate Winslet e Saorsie Ronan, cinefilia japonesa, drama musicista indiano e dois thrillers, entre eles o muito marketado “Sem Remorso”, com Michael B. Jordan, que é o título mais fraco da lista – indicado apenas para fãs de pancadarias de brutamontes dos anos 1980. Confira abaixo a seleção com trailers das 10 melhores opções de filmes disponibilizadas em streaming nesta semana. A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas | EUA | 2021 (Netflix) 22 Contra a Terra | EUA | 2021 (Disney+) Sociedade da Justiça: 2ª Guerra Mundial | EUA | 2021 (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes) Espontânea | EUA | 2021 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Não Feche os Olhos | Canadá | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Ammonite | Reino Unido | 2020 (Vivo Play) O Discípulo | Índia | 2020 (Netflix) Labyrinth of Cinema | Japão | 2019 (MUBI) O Informante | Reino Unido | 2019 (Netflix) Sem Remorso | EUA | 2021 (Amazon Prime Video)
Sweet Tooth: Série baseada em quadrinhos ganha trailer épico
A Netflix divulgou fotos e o primeiro trailer de “Sweet Tooth”, série baseada nos quadrinhos de mesmo nome da Vertigo/DC Comics. Com elementos de fábula encantada e sci-fi pós-apocalíptica, a prévia parece um épico cinematográfico. A trama se passa uma década após o nascimento de bebês mutantes e a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável, e acompanha Gus, um menino nascido com chifres de veado. Ele faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animal que surgiram após o surto, todas aparentemente imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho benevolente. Produção do astro Robert Downy Jr. (o Homem de Ferro da Marvel) e sua esposa Susan Downey, a atração reúne em seu elenco os atores Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nonso Anozie (“Zoo”), Dania Ramirez (“Once Upon a Time”), Adeel Akhtar (“Utopia”), Stefania LaVie Owen (“Messiah”) e o menino Christian Convery (“Descendentes 3”), além do veterano James Brolin (“Life in Pieces”), pai de Josh Brolin (o Thanos), que faz a narração dos episódios – é dele, por sinal, a voz ouvida no trailer. “Sweet Tooth” teve 40 edições publicadas em quadrinhos entre 2009 a 2013, todas escritas por seu criador, Jeff Lemire. A adaptação foi feita pela roteirista Beth Schwartz (showrunner de “Arrow”) e o cineasta Jim Mickle (dos terrores “Somos o que Somos” e “Stake Land”), que também assina a direção de episódios. A estreia está marcada para 4 de junho.












