Série que junta Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez ganha primeiro teaser
A plataforma americana de streaming Hulu divulgou a data de estreia e o primeiro teaser de “Only Murders in the Building”, série que junta os comediantes Steve Martin e Martin Short com a cantora Selena Gomez. Criada por Steve Martin e John Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a produção acompanha três vizinhos obcecados por documentários criminais que, sem querer, se veem em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir. Os três astros também dividem a produção da série com Hoffman e com o produtor Dan Fogelman (criador de “This Is Us”). Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, quase uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016), “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019) e “Os Mortos Não Morrem” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”. A estreia de “Only Murders in the Building” está marcada para 31 de agosto.
Amazon estaria negociando a compra da MGM
Enquanto o mercado tenta entender a fusão entre WarnerMedia e Discovery, notícias de um novo negócio começam a sacudir a indústria do entretenimento. A possibilidade de a Amazon estar em vias de comprar o estúdio MGM vazou no final de segunda (17/5). A novidade está alinhada com informações de dezembro passado, de que a empresa estava em busca de um comprador. O Wall Street Journal afirmou na época que a MGM tinha contratado os bancos Morgan Stanley e LionTree para avaliar e oferecer seu portfólio à venda. Além da Amazon, a Apple também teria aberto conversas com o estúdio, mas o preço da aquisição foi considerado muito elevado para o prosseguimento das negociações. De fato, a venda da MGM tem sido cogitada há vários anos, mas nunca foi formalizada porque nunca houve consenso sobre o preço de seu acervo. Os acionistas acreditam que sua biblioteca de títulos está especialmente valorizada na atual era de streaming, em que uma multidão de plataformas compete por conteúdo e espectadores. Aparentemente, a MGM quer US$ 10 bilhões por todos os seus ativos, que incluem o catálogo de um dos estúdios mais antigos de Hollywood (fundado em 1924), repleto de clássicos (“O Mágico de Oz”, “E o Vento Levou”, “Rocky”, “O Silêncio dos Inocentes”), franquias cobiçadas no mundo do streaming (como os filmes de 007 e três séries longevas de um mesmo universo, “Stargate”), além de atrações modernas como os filmes “Creed”, “A Família Addams”, “Nasce uma Estrela”, as séries “The Handmaid’s Tale”, “Vikings”, “Fargo”, reality shows como “The Voice”, “Survivor”, “Shark Tank” e até um canal de TV paga, o Epix. O negócio também daria inclui os direitos criativos de todas as produções – menos 007, que é propriedade da EON Productions – , que poderiam render novas continuações, remakes e séries derivadas. A Amazon acaba de atingir 200 milhões de assinantes Prime em todo o mundo e estaria considerando a aquisição da MGM como estratégia para aumentar seu catálogo rapidamente, visando atrair ainda mais clientes em todo o mundo. A ideia é tirar a pressão de eventual perda de conteúdo por parte dos estúdios que estão lançando suas próprias plataformas, e da falta de novas produções inéditas devido às paralisações durante a pandemia, buscando um reforço de títulos para avançar no mercado e preocupar a Netflix. Segundo as notícias que circulam, a plataforma chegou num número que não desagrada completamente a MGM. Seria uma oferta na casa dos US$ 9 bilhões, em vias de ser finalizada. A negociação está sendo conduzida por Mike Hopkins, vice-presidente sênior da Amazon Studios e Prime Video, em contato direto com o presidente do conselho da MGM, Kevin Ulrich, que também é representante da Anchorage Capital, maior acionista do estúdio. Vale lembrar que a Amazon já oferece atualmente o catálogo da MGM num combo que inclui a plataforma do estúdio e o Amazon Prime Video. O combo está disponível para assinatura inclusive no Brasil.
“Cemitério Maldito” vai ganhar novo filme
A franquia “Cemitério Maldito” não ficou enterrada por muito tempo. Dois anos após o lançamento da segunda versão da obra de terror de Stephen King, a Paramount prepara mais um filme sobre o cemitério onde os enterros viram ressurreições. O estúdio contratou a roteirista Lindsey Beer (“Sierra Burgess é uma Loser”) para escrever a nova trama e fazer sua estreia na direção no projeto. Os detalhes do enredo ainda são desconhecidos neste momento, mas o estúdio dificilmente filmará pela terceira vez a mesma história, publicada em 1983 e adaptada para os cinemas em 1989 e 2019. A obra de Stephen King acompanhava a família Creed, que se muda para uma casa ao lado de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem. Quando uma criança da família é atropelada, o pai inconformado resolve testar a lenda de um antigo cemitério indígena, que teria o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, os que voltam à vida agem de modo estranho e violento. Vale lembrar que a primeira adaptação de “Cemitério Maldito” também teve uma sequência, lançada em 1992 sem qualquer repercussão. A nova produção será lançada com exclusividade na plataforma de streaming Paramount+.
Dr. Death: Trailer da série mostra médico que matava em cirurgias
A plataforma americana de streaming Peacock divulgou seis fotos e o primeiro trailer de “Dr. Death”, minissérie baseada em crimes reais. A prévia dramatiza a história de Christopher Duntsch, descrito como o “cirurgião mais incompetente… ou um sociopata”, que ganhou a alcunha de Dr. Morte pela quantidade de pacientes que matou durante cirurgias. Sua rotina de assassinatos só foi interrompida após dois colegas cirurgiões e uma jovem promotora pública se unirem para denunciá-lo, perplexos com número de mortos e mutilados em suas operações de rotina. A série traz Joshua Jackson (“The Affair”) no papel-título e ainda destaca em seu elenco Alec Baldwin (“30 Rock”) e Christian Slater (“Mr. Robot”), nos papéis dos médicos que o denunciaram, e AnnaSophia Robb (“The Carrie Diaries”) como a promotora do caso. A trama, por sua vez, é baseada num podcast do site/produtora Wondery, que já inspirou duas outras séries de sucesso: “Homecoming” na plataforma de streaming da Amazon e “Dirty John” no canal pago USA Network e na Netflix. A estreia está marcada para o verão norte-americano (nosso inverno).
Série com personagem de “O Código Da Vinci” ganha primeiro trailer
A plataforma americana de streaming Peacock divulgou o primeiro trailer de “Dan Brown’s The Lost Symbol”, série que estava sendo desenvolvida com o nome de seu protagonista, “Langdon”. Apesar da trama da atração ser baseada em “O Símbolo Perdido”, terceiro livro da saga do escritor Dan Brown, lançado entre o best-seller “O Código Da Vinci” e “Inferno” – ambos já levados ao cinema – , a prévia revela que mudanças foram feitas para apresentar a série como uma história de origem de Robert Langdon. O famoso simbologista, que foi interpretado por Tom Hanks em três filmes, é vivido por Ashley Zukerman (da série “Succession”) na adaptação televisiva. Na série, o professor de Harvard é convidado a desvendar o significado da pirâmide maçônica e impedir uma (mais uma, para quem viu os filmes) conspiração global. O elenco também inclui Valorie Curry (“The Following”), Sumalee Montano (“Scandal”), Rick Gonzalez (“Arrow”), Eddie Izzard (“A Batida Perfeita”) e Beau Knapp (“The Good Lord Bird”). O diretor Ron Howard, que filmou “O Código Da Vinci” (2006), “Anjos e Demônios” (2009) e “Inferno” (2016), é um dos produtores da atração, ao lado do próprio Dan Brown, mas a adaptação está a cargo da dupla Dan Dworkin e Jay Beattie, criadores da série sci-fi “The Crossing”. Ainda não há previsão para a estreia da série.
Karl Urban tira foto com Jensen Ackles nos bastidores de “The Boys”
O ator Karl Urban divulgou uma novo foto dos bastidores de “The Boys”, atualmente em produção no Canadá. Na imagem, ele aparece com cerveja na mão, ao lado de Jack Quaid e Jensen Ackles, que vai interpretar um novo personagem, chamado Soldier Boy, na 3ª temporada. Ackles, que marcou época como o Dean em “Supernatural”, chama atenção pelo visual bem diferente do habitual, principalmente pela longa barba. Seu personagem nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (autor de “Preacher”), em que a série da Amazon é baseada, lutou na 2ª Guerra Mundial e, após o conflito, tornou-se a primeira supercelebridade, permanecendo uma referência da cultura americana por décadas. A participação do ator em “The Boys” marcará um reencontro de velhos conhecidos de “Supernatural”. Afinal, o criador e showrunner de “The Boys” é Erik Kripke, que também criou a série anterior de Ackles. As gravações para a 3ª temporada da série já passaram por Houston, no Texas, e atualmente estão acontecendo em Toronto. Os novos episódios ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Karl Urban (@karlurban)
Sweet Tooth: Série baseada em quadrinhos ganha novo trailer fabuloso
A Netflix divulgou novos pôster e trailer legendado de “Sweet Tooth”, série baseada nos quadrinhos de mesmo nome da Vertigo/DC Comics. A prévia apresenta a história com elementos de fábula encantada (“era uma vez…”) e sci-fi pós-apocalíptica, além de parecer um épico cinematográfico. A trama se passa uma década após o nascimento de bebês mutantes e a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável, e acompanha Gus, um menino nascido com chifres de veado. Ele faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animais que surgiram após o surto, todas aparentemente imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho benevolente. Produção do astro Robert Downy Jr. (o Homem de Ferro da Marvel) e sua esposa Susan Downey, a atração reúne em seu elenco os atores Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nonso Anozie (“Zoo”), Dania Ramirez (“Once Upon a Time”), Adeel Akhtar (“Utopia”), Stefania LaVie Owen (“Messiah”) e o menino Christian Convery (“Descendentes 3”), além do veterano James Brolin (“Life in Pieces”), pai de Josh Brolin (o Thanos), que faz a narração dos episódios. “Sweet Tooth” teve 40 edições publicadas em quadrinhos entre 2009 a 2013, todas escritas por seu criador, Jeff Lemire. A adaptação foi feita pela roteirista Beth Schwartz (showrunner de “Arrow”) e o cineasta Jim Mickle (dos terrores “Somos o que Somos” e “Stake Land”), que também assina a direção de episódios. A estreia está marcada para 4 de junho.
Warner e Discovery oficializam fusão
A AT&T, gigante das telecomunicações que comprou a Warner, confirmou nesta segunda (15/5) os planos de fusão da WarnerMedia com a Discovery, que é dona de vários canais de TV. O negócio tem o objetivo de unir os conteúdos das duas companhias numa nova empresa com foco em streaming, que teria as produções roteirizadas (filme e séries) da WarnerMedia e as atrações sem roteiro (variedades, ciência e culinária) da Discovery. O valor estimado da nova empresa é de US$ 150 bilhões, juntando um portfólio de canais que inclui Discovery, HGTV, Food Network, TLC e Animal Planet ao grupo Warner, dono de estúdios de cinema e TV e canais como HBO, CNN, TNT e Cartoon Network, além da editora DC Comics e metade da rede The CW. Isto tornaria a nova empresa mais valiosa que a Netflix e a NBCUniversal, ficando atrás apenas do grupo Walt Disney em termos de empresas de mídia americanas. Segundo os termos do acordo, os acionistas da AT&T controlarão 71% da nova empresa, enquanto os acionistas da Discovery deterão 29%. Os conselhos de ambas as empresas já aprovaram o pacto e a transação deve ser concluída em meados de 2022, sujeita à aprovação dos reguladores públicos e acionistas do Discovery. Mas dois principais apoiadores do Discovery, o executivo de mídia John Malone e a empresa de mídia Advance, já adiantaram que votarão a favor da transação. As duas empresas definiram em conjunto que David Zaslav será o CEO da nova companhia, que ainda não foi batizada. Ele lidera a Discovery desde 2007 e seu foco no crescimento dos negócios manteve a empresa competitiva, embora tenha uma escala muito menor do que vários de seus rivais. Vale lembrar que a WarnerMedia investiu recentemente na HBO Max, streaming que substitui a HBO GO e reúne suas maiores propriedades. O plano de expansão da plataforma inclusive previa seu lançamento em junho no Brasil (e em toda a América Latina). Mas a Discovery também tem uma plataforma própria, chamada de Discovery+, que da mesma forma traçava planos de chegar ao Brasil nos próximos meses. Ainda não há detalhes sobre o que acontecerá com os dois serviços de streaming após a fusão. E o fato de Jason Killar, CEO da WarnerMedia, não ter sido escolhido para comandar a nova empresa é significativo. Killar nem sequer está sendo mencionado nos comunicados e entrevistas que acompanham o anúncio. O negócio marca uma reviravolta abrupta para a AT&T, que está claramente descartando seus ativos da Warner depois de pouco menos de três anos de sua compra da Time Warner. Nos últimos meses, a empresa sofreu cortes em seu quadro de funcionários e passou a vender partes do grupo, como o provedor de TV paga DirecTV, comercializado com o fundo TPG, a plataforma Crunchyroll, negociada pela Sony por US$ 1,2 bilhão, e o fim de sua participação no serviço de streaming Hulu, adquirida pela Disney. A verdade é que a AT&T não tinha afinidade com o negócio de produção de conteúdo e implodiu a empresa que comprou. A plataforma DC Universe, que lançou com sucesso as melhores séries baseadas em quadrinhos da empresa, foi canibalizada pela HBO Max. Os principais executivos da WarnerMedia que ajudaram a construir a HBO e a Tuner Sports foram demitidos. A empresa ficou sem um chefe de vendas de anúncios por um ano. E as escolhas da AT&T para novos diretores de conteúdo levaram veteranos como Bob Greenblatt e Kevin Reilly – que se sentiram desprestigiados – a se juntarem ao êxodo geral de executivos de ponta. Originalmente uma empresa de telefonia, a AT&T se atrapalhou para conduzir a WarnerMedia, endividou-se e passou a sofrer pressão de seus acionistas para voltar a se concentrar em seu lucrativo negócio primário. Segundo o CEO da companhia, John Stankey, o foco principal é mesmo retomar a atividade de empresa de tecnologia de comunicação, especialmente com a chegada do 5G e novidades impulsionadas por um wifi mais potente. Ao anunciar a fusão, a AT&T basicamente admitiu que precisava sair do negócio de conteúdo. “Ficou claro para mim nos últimos meses … que estávamos atingindo a velocidade de fuga”, afirmou Stankey nesta segunda. “Ficou claro para mim que precisaríamos de uma estrutura de capital diferente”, disse ele, e “produtos melhores virão da empresa de mídia e da empresa de telecomunicações como resultado dessa mudança”. Por enquanto, porém, a notícia da fusão apenas desvaloriza (mais) a WarnerMedia, que deve perder seu nome e ser comandada por um executivo da Discovery. De fato, o CEO escolhido para liderar a nova empresa pretende combinar os ativos da Discovery e da Warner, não mantê-los separados, o que levará à eliminação de áreas e marcas concorrentes. Se por um lado é fácil ver como isso faz sentido em acordos esportivos da WarnerMedia com a NHL, MLB e NCAA e o portfólio de direitos esportivos europeus do Discovery, bem como as operações de notícias internacionais do Discovery dentro da estrutura da CNN, as duas empresas têm, como apontado, plataformas de streaming diferentes. Zaslav já reconheceu que terá que determinar se a Discovery Plus e a HBO Max vão continuar a existir da forma atual. Mas fontes próximas ao negócio informaram à revista Variety que, a princípio, a empresa manterá os planos de lançamento da HBO Max no Brasil no mês que vem. “Tanto a HBO Max quanto a Discovery Plus chegaram longe nos últimos meses; voltar atrás seria bastante complicado”, disse um profissional da AT&T ouvido pela publicação americana. Uma apresentação do projeto de fusão está agendada para esta terça-feira (18/5), onde os encarregados pelas mudanças abordarão o que está por vir – especialmente em relação ao streaming, que foi alardeado como prioridade da nova empresa.
Loki: Prévia introduz personagem de Owen Wilson
A Marvel divulgou um cena inédita de “Loki”, série estrelada por Tom Hiddleston que chega ao Disney+ (Disney Plus) em 9 de junho. A prévia introduz o personagem do ator Owen Wilson (“Penetras Bons de Bico”), que se apresenta como o agente Mobius. A prévia também apresenta o tom de comédia e a premissa da série, ao mostrar que Loki foi preso pela TVA, conhecida no Brasil como Autoridade da Variação do Tempo, por roubar o Cubo Cósmico (ou Tesseract) e dar início a uma nova linha temporal. Convencido pelo agente vivido por Owen Wilson a ajudá-lo a consertar o estrago, ele passa a integrar missões para reparar a História, enquanto traça seus próprios planos de fuga. Desenvolvida por Michael Waldron (“Rick and Morty”), “Loki” tem direção de Kate Herron (“Sex Education”) e também inclui Gugu Mbatha-Raw (“The Morning Show”), Richard E. Grant (“Poderia Me Perdoar?”), Sasha Lane (“Utopia”), Wunmi Mosaku (“Lovecraft Country”), Sophia Di Martino (“Flowers”) e Erika Coleman (“Stranger Things”) em seu elenco. O terceiro lançamento do Marvel Studios para a Disney+, após o sucesso de “WandaVision” e “Falcão e o Soldado Invernal”, terá ligação direta com o próximo filme do Doutor Estranho.
Marvel libera cena inédita de ação de “Viúva Negra”
A Marvel divulgou uma cena inédita de ação do filme “Viúva Negra”, que traz Scarlett Johansson e Florence Pugh (“Midsommar”) nos papéis das “irmãs” Natasha Romanoff (a Viúva Negra) e Yelena Belova em disparada num carro, levando tiros de uma motoqueira. A forma como Yelena resolve o problema mostra a rapidez de raciocínio da personagem. Escrito por Jac Schaeffer (criadora de “WandaVision”) e dirigido pela australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), o longa introduz a “família” russa da protagonista, formada também pelos personagens vividos por David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). Além deles, o elenco ainda inclui O-T Fagbenle (o marido de June em “The Handmaid’s Tale”) em papel misterioso – que muitos acreditam ser o homem por trás da máscara do Treinador. O filme é um flashback passado entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”, e acompanha Natasha após fugir dos EUA por ter ajudado o Capitão América, buscando refúgio no Leste Europeu. Após mais de um ano de adiamento, a estreia vai finalmente acontecer no começo de julho, simultaneamente nos cinemas e na plataforma Disney Plus (por um custo adicional).
Kiefer Sutherland voltará a viver espião em série da Paramount+
O ator Kiefer Sutherland, sempre lembrado pelo papel de Jack Bauer em “24 Horas”, voltará a interpretar um espião numa nova série. Ainda sem título, a produção está sendo desenvolvida pela dupla de cineastas John Requa e Glenn Ficarra para a plataforma de streaming Paramount+. Na trama, Sutherland viverá o agente de espionagem James Weir, que se encontra no meio de uma batalha pela preservação da democracia em um mundo em conflito com a desinformação, manipulação comportamental, vigilância estatal e os interesses daqueles que controlam poderes extraordinários. O projeto também vai reunir o astro com o produtor David Nevins, que era diretor da empresa Imagine TV, responsável pela produção de “24 Horas”, e que atualmente é um dos chefes criativos da ViacomCBS, dona da Paramount+. “Eu sou um admirador do corpo de trabalho único de John Requa e Glenn Ficarra há algum tempo, e estou emocionado por estar trabalhando neste novo projeto empolgante com eles e a Paramount+”, disse Sutherland. “Reunir-me com David Nevins torna tudo ainda mais especial. Mal posso esperar para ver todos vocês com essa série em 2022.” Além de dirigir filmes como “Amor à Toda Prova” (2011) e “Golpe Duplo” (2015), Requa e Ficarra escreveram “Papai Noel às Avessas” (2003) e o vindouro “Jungle Cruise” (2021), da Disney. Eles também têm experiências com séries, assinando a produção e a direção do fenômeno “This Is Us”.
We Are Lady Parts: Série vai mostrar formação de banda punk muçulmana feminina
A plataforma Peacock divulgou o trailer de “We Are Lady Parts”, série britânica sobre a formação de uma banda punk muçulmana feminina. A prévia mostra como a banda em busca de uma guitarrista encontra uma jovem doentiamente tímida, que sob a aparência comportada é uma Lita Ford enrustida e precisa exatamente de atitude punk em sua vida – ainda que seus pais muçulmanos não entendam como ela foi se misturar com aquelas garotas agressivas. Com seis episódios, a série é uma coprodução do Channel 4 inglês. Foi criada, escrita e dirigida por Nida Manzoor, que já dirigiu episódios de “Doctor Who”, e traz em seu elenco jovem a árabe britânica Aiysha Hart (“A Descoberta das Bruxas”), como a cantora que se recusa a usar hijab, e a singapuriana Anjana Vasan (“Mogul Mowgli”) na pele da guitarrista introvertida. Um detalhe da produção é que todas as garotas tocam seus instrumentos de verdade. “We Are Lady Parts” vai estrear na quinta (20/5) no Reino Unido e em 3 de junho nos EUA.
Panic: Trailer mostra adolescentes competindo em jogos mortais
A Amazon divulgou o pôster e o trailer legendado de “Panic”, nova série de suspense adolescente que acompanha jogos mortais. Na linha de “Nerve: Um Jogo Sem Regras” e “Jogos Vorazes” (sem a distopia sci-fi), a prévia mostra uma competição entre formandos do Ensino Médio com desafios arriscados no interior dos EUA, valendo um prêmio em dinheiro para o vencedor – e um destino trágico para os derrotados. Muitos acreditam que vencer o jogo é a única chance para conseguirem ter uma vida melhor e escapar das limitações da cidadezinha texana onde moram. Mas eles não sabem que as regras da competição desse ano mudaram: a quantidade de dinheiro do prêmio é maior e os desafios se tornaram ainda mais perigosos. “Panic” é criação de Lauren Oliver, escritora de “Antes que Eu Vá” e que também assina o best-seller em que a trama da série se baseia. O elenco reúne vários jovens ainda pouco conhecidos, como Olivia Welch (da minissérie “Inacreditável”), Mike Faist (“Selvagem”), Jessica Sula (“Fragmentado”), Camron Jones (“The Purge”), Ray Nicholson (“Bela Vingança”) e Jordan Elsass (“Superman and Lois”), além de Enrique Murciano (“Bloodline”) como o xerife da cidade. Com dez episódios, a estreia está marcada para 28 de maio.












