Disney+ desenvolve série baseada em “20.000 Léguas Submarinas”
A Disney retomou o projeto de adaptar o clássico sci-fi “20.000 Léguas Submarinas”, mas desta vez como série de streaming. O estúdio filmou a famosa história de Júlio Verne pela primeira vez em 1954 e desde o começo deste século tem discutido projetos para retomar a franquia. Entre os diretores que tentaram emplacar a produção estão David Fincher (numa versão que seria estrelada por Brad Pitt), Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e James Mangold (“Logan”). Mas a Disney considerou os orçamentos sugeridos caros demais para um filme. A versão que chegará à Disney+ vai se chamar “Nautilus”, nome do submarino do protagonista, e os detalhes que vieram à tona são bem diferentes da trama escrita por Verne, contendo extrapolações influenciadas, inclusive, pelo escritor Alan Moore (em sua obra “A Liga Extraordinária”). Para quem não lembra, “20.000 Léguas Submarinas” acompanhava a caçada de um misterioso monstro marinho que vinha atacando embarcações do final do século 19. Na verdade, porém, tratava-se do primeiro submarino do mundo, o Nautilus, comandado pelo Capitão Nemo, muito antes da invenção se tornar realidade. A série pretende explorar a origem de Nemo como um príncipe indiano que teve seu trono usurpado. Após escapar das garras da Companhia das Índias Orientais, ele busca vingança contra as forças que lhe tiraram tudo, partindo a bordo de sua épica embarcação para enfrentar grandes inimigos e desvendar os segredos das profundezas do mar. “A história de Júlio Verne é um clássico amado em todo o mundo”, disse Johanna Devereaux, diretora de conteúdo original roteirizado para EMEA (Europa, Oriente Médio e África) na Disney+. “É um grande privilégio trazer o Nautilus e sua tripulação à vida novamente de uma forma tão ousada e empolgante, com uma equipe de talentos criativos e personagens diversificados na tela. A série será de tirar o fôlego, cheia de ação e muita diversão.” A adaptação está sendo desenvolvida pelo roteirista James Dormer, criador da fantasia britânica “Beowulf: Return to the Shieldlands”. As gravações estão programadas para começar no início de 2022.
Benedict Cumberbatch vira cowboy nas fotos do novo filme de Jane Campion
A Netflix divulgou cinco fotos de “The Power of the Dog”, novo filme de Jane Campion, primeira mulher a vencer a Palma de Ouro do Festival de Cannes – por “O Piano”, em 1993 – , que terá première mundial em 1 de setembro, na abertura do Festival de Veneza. As imagens destacam o primeiro papel de cowboy da carreira do ator inglês Benedict Cumberbatch (“Dr. Estranho”), além do jovem Kodi Smit-McPhee (“X-Men: Fênix Negra”) e do casal da vida real Kirsten Dunst (“Melancolia”) e Jesse Plemons (“Judas e o Messias Negro”). A trama adapta o romance homônimo de Thomas Savage sobre o relacionamento complicado entre dois irmãos, Phil (Cumberbatch) e George Burbank (Plemons). Quando George se casa secretamente com uma viúva (Dunst), seu irmão trava uma guerra implacável para destrui-la. Após abrir o Festival de Veneza, “The Power of the Dog” ainda será exibido nos festivais de Toronto, Nova York e Londres, antes de chegar ao streaming em dezembro. Writer-director Jane Campion is back with THE POWER OF THE DOG. Adapted from Thomas Savage's novel, Campion says the book "stayed with me a long time and it didn’t let me go." In select theaters November 17 and on Netflix December 1. pic.twitter.com/dZ96EZUh96 — NetflixFilm (@NetflixFilm) August 23, 2021
Trailer de “The Morning Show” destaca Jennifer Aniston e Reese Witherspoon
A Apple TV+ divulgou o trailer completo da 2ª temporada de “The Morning Show”, com muitos discursos dramáticos e clima de animosidade entre as personagens de Jennifer Aniston e Reese Witherspoon (que viveram irmãs em “Friends”). A prévia também destaca a participação de Julianna Margulies (a “The Good Wife”), que viverá uma nova telejornalista na trama, além de uma pauta polêmica. Depois de abordar a cultura tóxica de assédio e sexismo nos bastidores da televisão, os próximos episódios vão lidar com racismo estrutural, covid-19 e… referências a “Friends”. O elenco também conta com Steve Carell, Billy Crudup, Mark Duplass, Gugu Mbatha-Raw, Karen Pittman, Bel Powley, Desean Terry, Jack Davenport e Nestor Carbonell, que coadjuvaram os episódios inaugurais, num sinal do prestígio da atração criada por Jay Carson (roteirista de “O Favorito”) e Kerry Ehrin (criadora de “Bates Motel”). A estreia da 2ª temporada vai acontecer em 17 de setembro.
Spin-off de “Army of The Dead” ganha data de estreia
O cineasta Zack Snyder divulgou em suas redes sociais a data de estreia de “Exército de Ladrões: Invasão da Europa” (ou simplesmente “Army of Thieves” em inglês), filme derivado de “Army of The Dead: Invasão em Las Vegas”. A revelação veio acompanhada de um teaser em que o personagem de Matthias Schweighöfer abre um cofre usando a data como combinação. Foi o próprio Schweighöfer que concebeu e dirigiu o filme, trazendo à bordo o roteirista Shay Hatten, um dos escritores de “Army of the Dead” – e da franquia “John Wick” – , além do cineasta Zack Snyder, que produziu as filmagens. Desta vez quase sem zumbis, a história é um prólogo que reúne outra equipe para um grande assalto de banco na Europa. Ao lado de Schweighöfer, que reprisa seu papel do primeiro filme, o elenco também inclui Nathalie Emmanuel (“Velozes e Furiosos 9”), Ruby O. Fee (“Polar”), Stuart Martin (“Jamestown”) e Guztavo “Guz Khan” Khanage (“Se Joga, Charlie”). A estreia foi marcada para o dia 29 de outubro. ARMY OF THIEVES globally on Netflix OCTOBER 29 #ArmyofThieves pic.twitter.com/QzFSkCwhPe — Zack Snyder (@ZackSnyder) August 23, 2021
Netflix revela primeiras fotos e data de estreia de “Cowboy Bebop”
A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais e revelou a data de estreia da série live-action baseada no anime “Cowboy Bebop”. As imagens registram apenas quatro personagens, contando Ein, o cachorro da raça corgi que é um dos membros da tripulação da nave Bebop. Os demais são John Cho (“Procurando…”), que interpreta o protagonista Spike Spiegel, Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”) como a femme fatale Faye Valentine e Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet. Ficaram de fora Elena Satine (a Dreamer de “The Gifted”), que tem o papel de Julia, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. Vale observar que do quarteto apresentado o cachorro é quem melhor reflete o visual dos personagens do anime clássico. “Cowboy Bebop” é um desenho cultuadíssimo, que estreou no Japão em 1998, contando as aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de em 2071. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. Originalmente, a versão americana ia ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. No projeto de 2009, Keanu Reeves viveria Spike Spiegel, mas a produção foi abandonada após o orçamento beirar os US$ 500 milhões – segundo revelou Reeves. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) e conta com o diretor do anime, Shinichiro Watanabe, como consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios com estreia marcada para o dia 19 de novembro. Alô, galera de peão! 🤠🤠 As primeiras imagens da minha nova série Cowboy Bebop já estão entre nós. Baseada no anime e produzida em live-action, estreia dia 19 de novembro. pic.twitter.com/rZX0KSGOS9 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) August 23, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Netflix Geeked (@netflixgeeked)
Personagens de “Sex Education” ilustram pôsteres individuais
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens da 3ª temporada de “Sex Education”, que destaca os velhos conhecidos dos fãs, mas também novidades. Uma das maiores novidades, ironicamente, diz respeito a uma personagem antiga: a gravidez de Jean Milburn, interpretada por Gillian Anderson. Os cartazes também apresentam o slogan da temporada: “O amadurecimento é um projeto em grupo”. A série retorna em 17 setembro após um hiato de 20 meses devido à pandemia. Mas as imagens reforçam que uma coisa permanece igual desde que a série estreou em 2019, antes do coronavírus: a jaqueta de Otis (Asa Butterfield). Maeve (Emma Mackey) já mudou a cor do cabelo várias vezes, mas ele continua com a mesma roupa do primeiro episódio, mudando apenas a quantidade de linhas horizontais na camiseta sob sua indestrutível jaqueta tricolor. Além do elenco conhecido, a 3ª temporada contará com quatro reforços em seu elenco: Jemima Kirke (“Girls”) como a nova diretora da escola, Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Indra Ové (“Breeders”) e Dua Saleh, estreando no papel de um(a) estudante não binário(a).
Sangue e Água: Teaser revela data de estreia da 2ª temporada
A Netflix divulgou o teaser da 2ª temporada da série sul-africana “Sangue e Água” (Blood & Water). A prévia não tem sangue, mas não falta água, já que foi gravada numa piscina. Além de mostrar os personagens molhados, fazendo gestos escondidos sob a água, o vídeo revela a data de estreia dos novos capítulos, que foi marcada para 24 de setembro. A trama da série acompanha uma adolescente que se transfere para uma nova escola, frequentada pela elite, com o objetivo de investigar em segredo um sequestro que abalou sua família. Com roteiros e direção da cineasta Nosipho Dumisa (da “janela indiscreta” sul-africana “Nommer 37”), a série estreou em maio do ano passado na plataforma de streaming e segue a linha de suspense colegial da espanhola “Elite”.
Netflix vai realizar evento para celebrar 10 anos no Brasil
A Netflix vai realizar a terceira edição do Festival Tudum, evento em que celebra sua própria programação. Novamente virtual como no ano passado, o festival também vai comemorar os 10 anos da plataforma no Brasil. Ainda não há muitas informações sobre a programação do evento, mas o site do Almanaque Tudum está com contagem regressiva para liberar à 00h01 de terça-feira (24/8) uma nova versão de sua publicação (impressa e digital), trazendo material inédito dos filmes e séries da Netflix, com diversos conteúdos interativos. Estarão presentes na nova edição “La Casa de Papel”, “O Gambito da Rainha”, “Sex Education”, “Sintonia”, e muito mais. Para ter acesso à edição impressa, o público deve pedir o seu exemplar, de maneira gratuita, pelo site do evento (https://www.almanaquetudum.com.br/), mas apenas ao fim da contagem. Serão 200 mil exemplares ao todo. Quem não conseguir garantir seu Almanaque, poderá acessar a versão digital a partir do dia 30 de agosto no mesmo endereço.
Disney revela que “Viúva Negra” arrecadou US$ 125 milhões em streaming
A nova petição da Disney no processo de Scarlett Johansson por quebra contratual, devido ao lançamento híbrido de “Viúva Negra”, revelou quanto o filme faturou com sua disponibilização em Premier Access na Disney+. Os advogados do estúdio argumentaram na última sexta-feira (20/8) que a produção arrecadou US$ 125 milhões em receitas online até o momento. A revelação faz parte dos argumentos de que a empresa cumpriu sua obrigação de dar ao filme um lançamento “amplo”, alegando que não há cláusula contratual obrigando o filme a ser exclusivo dos cinemas. Além disso, o estúdio afirmou que adicionou os números de streaming à bilheteria total para fins de cálculo da participação da atriz. Anteriormente, a Disney tinha anunciado que “Viúva Negra” tinha faturado US$ 60 milhões em seu fim de semana de estreia na Disney+, mas não havia outros registros da bilheteria virtual. Nos cinemas, o filme do Marvel Studios soma US$ 369 milhões mundiais. Com o acréscimo do streaming, os valores chegam a US$ 494 milhões. Mas como os números foram apresentados antes do fim de semana, a totalização já deve ter ultrapassado os US$ 500 milhões. Em sua ação, Johansson afirmou que a estratégia de lançamento simultâneo de “Viúva Negra” nos cinemas e na Disney+ havia reduzido sua remuneração. A Disney rebateu dizendo que “não havia mérito” no processo, acrescentando que o lançamento online “aumentou significativamente sua capacidade (de Johansson) de ganhar uma remuneração adicional”. E de quebra revelou que o cachê da atriz para o filme foi de US$ 20 milhões. Ao abrir a contabilidade, a Disney tenta buscar uma resolução fora dos tribunais. O estúdio quer que a disputa com Scarlett Johansson seja decidida por arbitragem – isto é, por uma terceira pessoa ou entidade privada. Muitos acreditam que o resultado do processo possa ter desdobramentos na indústria do entretenimento. Mas não é bem assim, como resumiu a colega de Johansson, Elizabeth Olsen, em entrevista para a Vanity Fair: “Quando se trata de atores e seus ganhos financeiros, isso é apenas questão contratual. Ou está no contrato ou não está”. Scarlett Johansson decidiu processar a Disney porque o lançamento simultâneo de “Viúva Negra” em streaming não estava no contrato.
“Free Guy” mantém controle das bilheterias dos EUA
“Free Guy: Assumindo o Controle”, comédia fantasiosa em que Ryan Reynolds vive um personagem de videogame, manteve a liderança das bilheterias pelo segundo fim de semana consecutivo nos EUA e Canadá, com uma arrecadação de US$ 18,8 milhões. O filme sofreu uma queda de apenas 38% de arrecadação desde a estreia na semana passada no mercado norte-americano. Foi o menor declínio da era da pandemia, causado em parte por ser um lançamento exclusivo dos cinemas, mas também pelas críticas positivas (82% de aprovação no Rotten Tomatoes) e recomendações boca a boca do público (nota A no CinemaScore). O fenômeno, por sinal, é global. A bilheteria de “Free Guy” caiu ainda menos no resto do planeta, apenas 26%, para permanecer como o filme mais visto em vários países. Ao todo, a produção que a Disney herdou da antiga 20th Century Fox faturou US$ 58,8 milhões em 10 dias na América do Norte e quase o mesmo valor no exterior, chegando a US$ 112 milhões ao redor do mundo. A Disney se entusiasmou com o resultado e já encomendou uma sequência da produção. O 2º lugar das bilheterias dos EUA ficou com uma estreia, a animação “Patrulha Canina: O Filme”, baseada na série da Nickelodeon, que teve um desempenho melhor que o esperado com US$ 13 milhões, apesar do lançamento simultâneo na plataforma Paramount+. Boa parte da arrecadação vem do Canadá, país original da produção. O Top 5 teve ainda “Jungle Cruise” (US$ 6,2M), “O Homem nas Trevas 2” (US$ 5M) e “Respect: A História de Aretha Franklin (US$ 3,8M). Graças ao fraquíssimo desempenho em sua segunda semana nos EUA, a cinebiografia de Aretha Franklin, que deveria estrear em 9 de setembro por aqui, desapareceu do calendário de lançamentos nacionais e deve chegar diretamente em streaming no Brasil. O detalhe é que houve mais cinco estreias neste fim de semana nos cinemas norte-americanos. E todas tiveram desempenho pior que “Respect”. Na verdade, abaixo de “O Esquadrão Suicida”, que ficou em 6º lugar com US$ 3,4 milhões. Com lançamento amplo, o thriller de ação “The Protégé”, estrelado por Michael Keaton, Samuel L. Jackson e Maggie Q, fez US$ 2,93 milhões em 7º lugar, o terror “A Casa Sombria”, protagonizado por Rebecca Hall, ficou perto disso com US$ 2,8 milhões em 8º lugar, e a sci-fi “Caminhos da Memória”, com Hugh Jackman, naufragou com US$ 2 milhões em 9º lugar. Dos três, apenas “Caminhos da Memória” teve lançamento simultâneo em streaming – na HBO Max. O filme também chegou ao Brasil neste fim de semana. Destruída pela crítica (37% no Rotten Tomatoes), a estreia da roteirista Lisa Joy (cocriadora de “Westworld”) na direção teve pouquíssima divulgação da Warner, que preferiu economizar no marketing após gastar US$ 100 milhões em produção, já prevendo o prejuízo. “The Protégé” foi considerável passável pela crítica (62%), mas só tem previsão de estreia no Brasil em novembro. Já “A Casa Sombria” agradou a crítica (85%) e chega em 30 de setembro nos cinemas brasileiros. A produção que fecha o Top 10 é “Viúva Negra”, que ao somar mais US$ 1,1 milhão nos últimos três dias atingiu o total de US$ 180 milhões nas bilheterias dos EUA e Canadá, superando “Velozes e Furiosos 9” (US$ 172M) como o maior sucesso cinematográfico da pandemia na América do Norte. Em todo o mundo, porém, o filme de Vin Diesel ainda está muito na frente, devendo chegar a US$ 700 milhões nos próximos dias, contra US$ 369 milhões da produção da Disney/Marvel. Para completar, também chegaram às telas norte-americanas o drama “Flag Day”, dirigido e estrelado por Sean Penn, e o terror “Demonic”, Neill Blomkamp. Ambos tiveram lançamentos limitados e fizeram apenas US$ 40 mil e US$ 38 mil, em 22º e 24º lugares, respectivamente.
Trailer legendado anuncia série com Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short na Star+
A plataforma de streaming Star+ (Star Plus) divulgou o primeiro trailer legendado de “Only Murders in the Building”, série que junta os comediantes Steve Martin e Martin Short com a cantora Selena Gomez. A prévia explica a premissa e revela o tom divertido da atração. Criada por Steve Martin e John Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a produção acompanha três vizinhos obcecados por documentários criminais que se veem em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir, quando um morador de seu prédio é assassinado. Animados para criar um podcast sobre o crime, eles começam uma investigação que pode revelar o verdadeiro assassino, colocando-os em risco, mas também em contato com vizinhos famosos como Sting, que segundo Selena é o cantor do U2. Os três astros dividem a produção da série com Hoffman e com o produtor Dan Fogelman (criador de “This Is Us”). Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, quase uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016), “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019) e “Os Mortos Não Morrem” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”. A estreia de “Only Murders in the Building” está marcada para 31 de agosto, dia em que a Star+ estreia no Brasil. No Brasil, a expectativa era de um lançamento na plataforma Star+, que deveria estrear aqui na mesma data, mas o serviço rival Starzplay conseguiu impedir o uso do nome Starplus e o futuro deste projeto da Disney está agora nos tribunais brasileiros.
Primeira parte de “Duna” será maior que o filme inteiro dos anos 1980
A nova adaptação de “Duna” deve contar apenas metade do livro original de Frank Herbert. Mesmo assim, terá mais longa que a primeira versão cinematográfica, realizada por David Lynch em 1984. O filme de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”) terá 155 minutos de duração, ou 2h35 – 18 minutos a mais que a produção dos anos 1980. No passado, muitos desistiram de filmar “Duna” porque consideraram impossível condensar sua história num único filme. Responsável pela primeira tentativa em 1975, Alejandro Jodorowsky concluiu que a adaptação teria que ter 15 horas. O estúdio, claro, queria um filme de no máximo 1h50. Nove anos depois, David Lynch tentou fazer o que podia com esta limitação de tempo, mas acabou estourando a duração exigida. Por isso, sua obra sofreu vários cortes durante a edição, a mando do produtor Dino De Laurentiis, o que dificultou o entendimento da trama complexa e causou seu fracasso nas bilheterias. Villeneuve encontrou a solução ao dividir a história em duas partes e assim apresentar a trama completa com cinco horas de duração. Só que a Warner, embora tenha encomendado o roteiro da continuação em 2019, ainda não autorizou a produção da segunda parte de “Duna”. Este detalhe tem sido minimizado na divulgação do longa para não prejudicar sua bilheteria. Muita gente pensaria duas vezes antes de decidir enfrentar a variante delta da covid-19 para ver um filme sem final. O cineasta, porém, acredita que só um desastre financeiro muito grande impedirá a produção do segundo filme. Villeneuve deixou claro o apoio do estúdio à sua opção de contar a história em duas partes durante uma entrevista à revista Total Film. “O que ouvimos nas últimas décadas é que não é possível adaptar o livro. Acho que, no fundo, o estúdio ainda acha isso! Mas o que eu precisava era provar a eles que era possível fazer um filme lindo e popular de ‘Duna’, e acho que consegui fazer isso – todo mundo na Warner e na Legendary apoia o filme totalmente. Seria preciso um resultado muito ruim nas bilheterias para que ‘Duna: Parte 2’ fosse cancelado. Eles amam o filme, estão orgulhosos do filme, e querem que o próximo vá adiante”, contou. A história se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local enfrente complôs e sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) vive Paul Atreides e o elenco estelar inclui Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”), entre outros. O filme terá première internacional no Festival de Veneza, em 3 de setembro, e chega aos cinemas do Brasil no dia 14 de outubro. Villeneuve também está trabalhando numa série derivada de “Duna” para o serviço de streaming HBO Max, tamanha é a expectativa da Warner para a franquia.
Elizabeth Olsen apoia Scarlett Johansson contra a Disney
A Disney aparentemente mexeu num vespeiro ao brigar com Scarlett Johansson. Depois de rumores de que o próprio chefão da Marvel, Kevin Feige, estaria decepcionado com o estúdio, agora a primeira estrela da Marvel na Disney+ se pronunciou abertamente a favor da colega. Em entrevista à revista Vanity Fair, Elizabeth Olsen, protagonista de “WandaVision” e parceira de Johansson nos filmes dos Vingadores, foi clara em seu apoio. Comentando o processo aberto por quebra contratual, devido ao lançamento simultâneo de “Viúva Negra” no streaming, a intérprete de Wanda, a Feiticeira Escarlate, afirmou: “Eu acho que ela é muito valente e, literalmente, quando eu li [sobre o processo] fiquei tipo: ‘Bom para você, Scarlett.'” Olsen comentou que a briga da colega com a Disney não a preocupa, mas a situação do cinema em geral após a covid-19 tem tirado seu sono. “Estou preocupada com um monte de coisas. Não estou preocupada com Scarlett”, disse ela. “Mas estou preocupada com os filmes independentes, que tenham a oportunidade de serem vistos nos cinemas. Isso já era um problema antes da covid. Gosto de ir ao cinema e não quero necessariamente ver apenas candidatos do Oscar ou blockbusters. Eu gosto de ver filmes artísticos no circuito de arte. E eu me preocupo com isso e com as pessoas que tentam manter esses cinemas vivos”. “Mas quando se trata de atores e seus ganhos financeiros, quero dizer, isso é apenas questão contratual. Ou está no contrato ou não está”, concluiu. Scarlett Johansson decidiu processar a Disney porque o lançamento simultâneo de “Viúva Negra” em streaming não estava no contrato. Em vez de entrar num acordo antes da situação ir tão longe, a Disney resolveu dobrar a aposta judicial e, desde a primeira reação do estúdio, o caso se tornou um pesadelo de relações públicas, que pode custar muito mais para a empresa, em termos de reputação, que a compensação pedida por Johansson pelo lançamento híbrido.












