“Round 6” bate recorde e vira série mais vista da Netflix
É oficial. A Netflix confirmou nas redes sociais que “Round 6” bateu recorde de audiência e se tornou a série mais assistida da plataforma. Primeira produção vista por mais de 100 milhões de perfis de assinantes do serviço, a série foi sintonizada, ao todo, por 111 milhões de lares. Os números foram revelados nesta terça (12/10), 25 dias após a estreia da atração. A audiência massiva superou com larga vantagem o sucesso de “Bridgerton”, até então a série mais assistida da Netflix, com 82 milhões de visualizações. O volume de tráfego gerado pela produção foi tão grande que uma das maiores empresas provedoras de internet da Coreia do Sul resolveu processar a plataforma por monopolizar seus serviços. A SK Broadband está cobrando na justiça os custos de manutenção e a quantidade de banda larga utilizados por seus usuários para ver “Round 6”. O lado mais sombrio do fenômeno é que a série está sendo vista por muitas crianças, que tentam recriar os jogos com colegas. O apelo encontra-se no fato de os desafios mortais serem baseados em brincadeiras infantis. Mas por conter muita violência a produção é imprópria para menores de 16 anos. O sucesso se reflete ainda na popularidade repentina dos atores da série. A estreante Jung Ho-yeon, que interpreta a jogadora 067, tornou-se a atriz sul-coreana mais seguida do Instagram praticamente da noite para o dia. Até então modelo, ela viu seu número de seguidores saltar de 400 mil para o nível Juliette de quase 20 milhões em três semanas. O impacto, claro, também virou pressão para que a história continue. Embora este não fosse o plano original do criador, o cineasta Hwang Dong-hyuk (“A Fortaleza”) já começou a comentar seus planos para retomar a série. Já a Netflix decidiu aproveitar a popularidade da atração para promover outras séries sul-coreanas de seu catálogo. São muitas, mas para cada “Kingdom” há uma dúzia de doramas românticos que não compartilham o menor denominador comum com o apelo dos jogos vorazes e violentos de “Round 6”. A propósito, a atração mais próxima de “Round 6” na Netflix é uma série japonesa, “Alice in Borderland”, lançada em dezembro passado e renovada para a 2ª temporada. Fica a dica. Não vou dizer quem ganhou o jogo, mas posso dizer oficialmente que a Coreia ganhou a Netflix. Assistida por 111 milhões de lares, Round 6 é a minha maior série de todos os tempos. pic.twitter.com/7dDUzESEKt — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 12, 2021
Diretor de “Halloween” fará filme sobre criação da Disneylândia
O cineasta David Gordon Green, que assina os novos filmes da franquia de terror “Halloween”, vai dirigir a seguir um longa sobre a criação da “Disneylândia”, o primeiro parque de diversões temático desenvolvido por Walt Disney. O projeto será produzido para a plataforma Disney+ com roteiro de Evan Spiliotopoulos, que assinou o live-action de “A Bela e a Fera” (2017), mas também uma coleção de fracassos que enterraram franquias, como “O Caçador e a Rainha do Gelo” (2016), “As Panteras” (2019) e “G.I. Origens: Snake Eyes” (2021). A história acompanhará os planos de Walt Disney para criar a primeira atração turística de sua empresa, após comprar o terreno em Anaheim, na Califórnia, em 1953. Desenvolvida em velocidade acelerada, a Disneylândia foi inaugurada dois anos depois, em 17 de julho de 1955. Ainda sem título oficial, o filme só começará a ser produzido após David Gordon Green encerrar a trilogia “Halloween”, retomada em “Halloween Kills: O Terror Continua” nesta quinta (15/10) e se encerra com “Halloween Ends”, atualmente em pós-produção para lançamento em outubro de 2022.
Marília Pêra será tema de minissérie da Globoplay
A atriz Marília Pêra (1943-2015), que marcou época no cinema e na TV em obras como “Pixote: A Lei do Mais Fraco” (1980) e “O Primo Basílio” (1988), será tema de uma minissérie documental na Globoplay. A produção terá quatro episódios escritos por Nelson Motta, que foi casado com a atriz. Os dois tiveram duas filhas. “É uma mistura de documentário e entretenimento com grandes cenas completas de Marília no cinema, no teatro e na televisão”, explicou Motta ao jornal O Globo. A direção está a cargo do veterano cineasta Zelito Vianna (“Morte e Vida Severina”) e ainda não há previsão de estreia.
Disney+ apresenta reboot de “Esqueceram de Mim”
A Disney+ divulgou o pôster e o trailer de “Esqueceram de Mim no Lar, Doce Lar” (Home Sweet Home Alone), um reboot da franquia “Esqueceram de Mim” com novos personagens, concebido para o streaming. A história é exatamente a mesma: um garoto esquecido pela família durante as férias de Natal precisa defender seu lar de ladrões. Mas há pequenas mudanças, como o fato de os ladrões agora serem um casal. E uma cena rápida ainda revela um policial chamado McCallister, como em Kevin McCallister, o personagem do “Esqueceram de Mim” original. A nova versão destaca Archie Yates, uma das revelações de “Jojo Rabbit”, no papel principal. É apenas o segundo trabalho do menino, que interpretou o melhor amigo de Jojo na sátira de guerra. Ele vai enfrentar a dupla formada por Ellie Kemper (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) e Rob Delaney (“Deadpool 2”). O resto do elenco destaca Timothy Simons (“Veep”), Ally Maki (“Manto e Adaga”), Devin Ratray (“The Tick”), Chris Parnell (“Goosebumps 2: Halloween Assombrado”), Aisling Bea (“Living with Myself”), Kenan Thompson (“Kenan”) e Pete Holmes (“Crashing”). Com roteiro da dupla Mikey Day e Streeter Seidell (do humorístico “Saturday Night Live”) e direção de Dan Mazer (“Tirando o Atraso”), o filme tem estreia marcada para 12 de novembro. Veja abaixo o trailer nas versões legendada e dublada em português.
Netflix fica mal com comunidade LGBTQIAP+ por especial de humor
A Netflix se envolveu numa grande polêmica com a comunidade LGBTQIAP+ por conta de um especial de humor. Sem saber como reagir às críticas, seus executivos disseram frases e tomaram decisões que pioraram muito a situação, transformando algo que poderia ser solucionado com um simples pedido de desculpas num pesadelo de relações públicas. O problema começou com o lançamento de um novo especial de comédia de Dave Chappelle na semana passada. O humorista já havia criado mal-estar quando uma mulher transexual citada em seu especial anterior, “Stick and Stones” (2019), suicidou-se dois meses após a disponibilização do programa em streaming. Mesmo com esse antecedente, seu novo especial, “Encerramento” (The Closer), voltou a fazer piadas às custas das pessoas trans. Polemista politicamente incorreto, Chappelle costuma achar engraçado defender outros ofensores. Em 2019, ele atacou os criadores dos documentários que denunciaram os cantores Michael Jackson e R. Kelly por abusos. Agora, agrediu a comunidade trans para defender J.K. Rowling, criadora da franquia “Harry Potter” e também transfóbica assumida. “Cancelaram J. K. Rowling, Meu Deus. Efetivamente, ela disse que gênero era um fato. A comunidade trans ficou furiosa e começou a chamá-la de TERF [sigla em inglês para feminista radical trans-excludente]. Eu sou time TERF. Concordo. Gênero é um fato”. Em seu monólogo, o comediante faz diversas outras afirmações consideradas transfóbicas, além de reafirmar estereótipos de gêneros e fazer outras declarações problemáticas. Imediatamente após o especial chegar no catálogo da Netflix, Jaclyn Moore, a showrunner da série “Cara Gente Branca” (Dear White People), encerrada em 22 de setembro, anunciou no Twitter que nunca mais trabalharia com a Netflix devido aos “comentários transfóbicos e perigosos” de Dave Chappelle em seu especial. Além dela, outros funcionários da Netflix e organizações de direitos LGBTQIAP+ e da comunidade negra protestaram nas redes sociais. A organização não governamental GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation) foi taxativa, afirmando que “a marca de Dave Chappelle se tornou sinônimo de ridicularizar pessoas trans e outras comunidades marginalizadas”. “As várias críticas negativas e a condenação ruidosa de seu último especial é uma mensagem para a indústria de como o público não apoia mais injúrias anti-LGBTQIA+.” David Johns, diretor executivo da National Black Justice Coalition (NBJC), também criticou Chappelle e pediu para a Netflix remover o especial de seu catálogo. “É profundamente decepcionante como a Netflix permite que a transfobia e homofobia preguiçosa e hostil de Dave Chappelle vá ao ar”, declarou em comunicado. “Com 2021 a caminho de ser o ano mais mortal para pessoas trans nos EUA – cuja maioria é formada por transgêneros negros – a plataforma deveria saber melhor. Perpetuar transfobia perpetua violência.” Encurralada por várias críticas, a Netflix começou a reagir nesta segunda (11/10). E foi a pior reação possível. A empresa afastou uma funcionária transexual e mais dois que protestaram contra os comentários transfóbicos de Chappelle. A engenheira Tara Fied criou uma thread no Twitter que se tornou viral, sobre a forma como o comediante ataca pessoas trans e o próprio significado do que é ser transexual. No especial, Chappelle também diz que a comunidade LGBTQIAP+ se tornou “sensível demais”. Ao viralizar, a thread provocou um debate sobre os limites da liberdade de expressão e a cultura do cancelamento. Fied quis levar a discussão para a empresa e acabou suspensa, após tentar comparecer a uma reunião para a qual não tinha sido convidada com mais dois funcionários. Diante disso, outro funcionário trans teria se demitido em solidariedade. A situação começou a sair de controle, levando a empresa a se manifestar. Um comunicado explicou que a suspensão não foi por causa dos tuítes, mas pela tentativa de invasão da reunião agendada entre os principais executivos da plataforma. “Nossos empregados são encorajados a manifestarem abertamente qualquer contrariedade, e nós apoiamos o seu direito de fazê-lo”, garantiu o texto. O detalhe é que a decisão de Fied foi reação a um memorando assinado pelo chefão da empresa, Ted Sarandos, obtido pelo site The Hollywood Reporter, que alertou a equipe sênior de que “alguns talentos podem se juntar a terceiros para nos pedir para remover o especial nos próximos dias, o que não faremos”. O memorando também defendeu o comediante. “Chappelle é um dos comediantes de stand-up mais populares da atualidade e temos um contrato de longa data com ele… Assim como acontece com nossos outros talentos, trabalhamos muito para apoiar sua liberdade criativa – mesmo que isso signifique que sempre haverá conteúdo na Netflix que algumas pessoas acreditam ser prejudicial, como ‘Mignonnes’, ‘365 Dias’, ’13 Reasons Why’ ou ‘Nada Ortodoxa”, escreveu Sarandos. O texto segue, ainda mais polêmico. “Vários de vocês também perguntaram onde traçamos o limite do ódio. Não permitimos títulos na Netflix destinados a incitar o ódio ou a violência e não acreditamos que ‘Encerramento’ ultrapasse essa linha. Reconheço, no entanto, que distinguir entre comentário e dano é difícil, especialmente com a comédia stand-up, que existe para ultrapassar os limites. Algumas pessoas acham que a arte do stand-up é mesquinha, mas nossos membros gostam dela, e é uma parte importante de nossa oferta de conteúdo. ” Sarandos continua, falando que o compromisso da Netflix com a inclusão pode ser aferido por algumas das séries disponíveis em seu catálogo, como a popular “Sex Education”, e o documentário “Disclosure”, que retrata o impacto da indústria do entretenimento na imagem das pessoas trans. Só que, ao ver sua obra citada no contexto do especial, o diretor de “Disclosure” deixou claro que a Netflix nunca investiu para produzir seu documentário como fez com Chapelle e ainda pagou barato para exibi-lo. A GLAAD também voltou a se manifestar após a suspensão de funcionários e do memorando controverso. “A Netflix tem uma política de que conteúdo ‘projetado para incitar ódio ou violência’ não é permitido na plataforma, mas todos nós sabemos que conteúdo anti-LGBTQ faz exatamente isso. Embora a Netflix seja o lar de histórias LGBTQ inovadoras, agora é a hora de seus executivos ouvirem os funcionários LGBTQ, líderes do setor e o público e se comprometerem a seguir seus próprios padrões.” Os especiais de comédia de Dave Chappelle continuam disponíveis no catálogo da Netflix.
Criador de “Round 6” adianta detalhes da 2ª temporada
A continuação de “Round 6” já começa a ganhar forma. Embora tenha dito inicialmente que não saberia como continuar a história, indicando que a série não teria sequência, o roteirista, diretor e produtor Hwang Dong-hyuk revelou que novos capítulos se tornaram inevitáveis e de tanto pensar nisso já sabe que rumo tomar. Em entrevistas recentes para diferentes países, após a série se tornar um fenômeno mundial, ele deixou claro que a trama já se formou em sua cabeça. Falando ao canal de notícias CNN na sexta-feira (8/10), ele disse: “Deixei algumas coisas em aberto para aprofundar na 2ª temporada, se ela acontecer”. Em outra conversa com o jornal britânico The Times, Dong-hyuk revelou que, com o esboço de história estabelecido, também sabe exatamente quem trazer de volta, como o Frontman, o supervisor mascarado do jogo. O personagem era irmão do policial que se infiltrou nos bastidores do jogo, mas sua motivação para virar líder dos mascarados não foi explicada na série. O diretor aprofundou essa abordagem falando ao site Indiewire. “Ainda resta explorar a história do Frontman e sua relação com o irmão, o policial. E as pessoas também estão curiosas sobre o rumo de Gi-hun após o final. Acho que tenho a obrigação de contar aos fãs”. Nesta segunda (11/10), em entrevista ao jornal brasileiro O Globo, ele acrescentou outros personagens à relação dos que devem voltar em novos episódios. Um deles é o aliciador dos jogadores, que atrai Gi-hun no metrô, e que ao ser visto novamente no final da série faz o protagonista abandonar um voo para os EUA, assumindo a missão de desvendar a origem dos jogos. Além disso, Dong-hyuk deixou no ar a possibilidade de o policial, baleado na reta final da série, ainda estar vivo. “Se fizer, a 2ª temporada seria em cima da tentativa de Gi-hun (Lee Jung-jae) em achar as pessoas que fazem parte do jogo, como o homem com quem ele jogou no metrô. Acho que ele tentaria encontrá-lo”, disse. “Há também a história do policial, se ele está vivo ou não.” Nas conversas com a imprensa internacional, Dong-hyuk ressaltou que a 2ª temporada ainda não foi confirmada, “mas tantas pessoas estão entusiasmadas que estou realmente pensando em fazer isso.” A Netflix não disfarça o interesse em realizar a produção, que estaria quebrando recordes de audiência da plataforma. Mas segue em compasso de espera pela decisão do diretor. A responsável pelo conteúdo de séries estrangeiras da plataforma, Bela Bajaria, disse ao site Vulture que “ele tem um filme e outras coisas em que está trabalhando”, que planejava iniciar após a estreia de “Round 6”.
Vídeo e pôsteres trazem John Cena como “Pacificador”
A DC Entertainment divulgou dois pôsteres da série “Pacificador” (Peacemaker, em inglês) e um vídeo de bastidores inédito de “O Esquadrão Suicida” focado no personagem vivido por John Cena. Embora não traga cenas inéditas da nova atração, o vídeo contém observações do diretor James Gunn sobre o projeto, além de mostrar o envolvimento de Cena com o papel. A série também vai trazer de volta Jennifer Holland e Steve Agee (ambos de “Brightburn: Filho das Trevas”), agentes da ARGUS (a SHIELD da DC) de “O Esquadrão Suicida”, que precisarão lidar com o vilão dedicado em suas novas missões, em que ele formará parceria com outro anti-herói, o Vigilante, que será vivido por Freddie Stroma (“Bridgerton”). O elenco ainda conta com Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Christopher Heyerdahl (“Van Helsing”), Chukwudi Iwuji (“Cidade Pássaro”), Lochlyn Munro (“Riverdale”) e Annie Chang (“Shades of Blue”). A estreia vai acontecer em janeiro de 2022.
Trailer do final de “Narcos: México” traz luta violenta pelo controle do tráfico
A Netflix divulgou o trailer legendado da 3ª temporada de “Narcos: México”, que encerra a série em 5 de novembro. A prévia mostra a violenta luta entre os cartéis para dominar o narcotráfico mexicano, após a prisão do protagonista das duas primeiras temporadas. Diego Luna, que viveu o traficante Miguel Ángel Félix Gallardo nos dois primeiros anos, aparece rapidamente numa cena, mas não terá destaque na continuação. Não só ele assumiu compromisso com a nova série de “Star Wars” focada em seu personagem de “Rogue One”, Cassian Andor, como os novos episódios vão se passar após a prisão de Gallardo e acompanhar a guerra criada em seu vácuo pelo controle do tráfico, levando à consolidação de um novo chefão: Joaquín “El Chapo” Guzmán (Alejandro Edda). Apesar da ausência do protagonista mexicano, a série contará com o retorno de outros atores, como Scoot McNairy (Walt Breslin), José María Yazpik (Amado Carrillo Fuentes) e Alfonso Dosal (Benjamín Arellano Félix). A 3ª temporada também incluirá a volta de Wagner Moura. O ator brasileiro, que se tornou conhecido do público internacional ao interpretar Pablo Escobar nas duas primeiras temporadas da “Narcos” original (e que já fez uma aparição em “Narcos: México”), vai voltar a aparecer como Escobar, além de dirigir dois episódios da 3ª temporada. Outra novidade dos capítulos finais é uma mudança de comando, com a saída do showrunner Eric Newman, dando maior espaço para Carlo Bernard, um dos criadores e produtores executivos da franquia “Narcos” desde sua estreia em 2015.
Teaser mostra treino de Antonio Tabet para novo filme do Porta dos Fundos
O novo filme produzido pela equipe do Porta dos Fundos, “Peçanha Contra o Animal”, teve seu primeiro teaser divulgado pelas redes sociais do grupo. A prévia mostra o protagonista treinando para o papel. Escrito e estrelado por Antonio Tabet, “Peçanha Contra o Animal” traz o comediante como o personagem Peçanha, um policial de métodos brutos e atrapalhados, que comanda a delegacia de Nova Iguaçu enquanto boatos de um assassino em série, apelidado de Animal, se espalham pela cidade. A direção é de Vinicius Videla, que foi assistente do “Especial de Natal: Se Beber, Não Ceie” (2018), e o elenco ainda conta com Rafael Portugal, Thati Lopes, Rafael Infante, Valesca Popozuda e Serjão Loroza. O filme será disponibilizado pela Amazon Prime Video no dia 22 de outubro. Além dessa produção, o Porta dos Fundos também prepara um novo especial de Natal na Paramount+, que será a primeira animação dos humoristas.
Globoplay lança documentário que ajudou a livrar Britney Spears da tutela do pai
A Globoplay disponibilizou o documentário “Controlling Britney Spears” de surpresa na noite de domingo (10/10). Continuação de “Framing Britney Spears”, também disponibilizada pela plataforma, o novo filme foi o empurrão que faltava para Britney Spears se livrar da tutela do pai, Jamie Spears, no fim de setembro. Se o primeiro filme chamou atenção mundial para o escândalo da tutela da cantora pop, o segundo trouxe à tona os abusos cometidos por Jamie, escancarando a vigilância constante, com escutas no quarto da artista e espionagem de suas ligações. No documentário, Alex Vlasov, um ex-funcionário da Black Box Security, disse ter trabalhado com a equipe da cantora por quase nove anos e que a empresa tinha acesso ao telefone de Spears e instalou um dispositivo de escuta em seu quarto. Procurado pela equipe da produção, um advogado de Jamie Spears não negou a vigilância. Em vez disso, afirmou que o monitoramento estava “dentro dos parâmetros da autoridade conferida a ele pelo tribunal”. As revelações foram incluídas na petição de Mathew Rosengart, o atual advogado de Britney, para pedir o afastamento imediato do pai da cantora, acusado de “cruzar linhas incomensuráveis” ao monitorar os telefonemas, emails e mensagens de texto da filha, incluindo mensagens de seu advogado anterior, e ao plantar um artefato de escuta em seu quarto. Com a mesma equipe de “Framing”, comandada pela diretora Samantha Stark e a produtora-roteirista Liz Day, “Controlling” também chegou de surpresa à plataforma americana Hulu, para impedir que seu conteúdo fosse bloqueado pela equipe de Jamie Spears. A estreia nos EUA aconteceu em 24 de setembro, cinco dias antes da audiência em que a juíza Brenda Penny finalmente atendeu aos pedidos de Britney para suspender Jamie como seu tutor, após 13 anos de controle completo sobre sua vida e carreira. “Esta situação não é sustentável… Esta situação é tóxica”, disse a juíza ao proferir sua decisão. Britney continua a viver sob tutela, tendo um contador designado como sucessor de seu pai, mas voltará a questionar a situação em nova audiência, marcada para resolver questões pendentes de sua situação jurídica. Veja abaixo o trailer original do novo documentário.
“Duna” supera US$ 100 milhões no mercado internacional
A sci-fi “Duna” superou a marca de US$ 100 milhões de arrecadação no mercado internacional, onde começou a ser exibido há quase um mês – desde 15 de setembro. O lançamento antecipado no exterior foi uma estratégia da Warner para apaziguar os ânimos do diretor Denis Villeneuve e da equipe da Legendary, parceira na produção, que reclamaram publicamente dos planos de distribuição do estúdio para o filme nos EUA, onde chegará simultaneamente nos cinemas e na plataforma HBO Max. A antecedência permitiu que o filme tivesse mais fôlego em mercados que seriam inundados pela pirataria, graças à disponibilização de uma cópia digital em alta resolução na HBO Max americana. Ao todo, a adaptação épica da obra de Frank Herbert chegou neste domingo (10/10) a um total de US$ 117,1 milhões mundiais. O valor é positivo para uma produção com 2h35 minutos de duração, que vende menos ingressos diários, mas não permite especular o que isso representa para o investimento de US$ 165 milhões em sua produção, fora custos de P&A (cópias e publicidade). Por enquanto, tudo bem. Mas até quando? A Warner não tem conseguido boas bilheterias nos EUA devido aos lançamentos híbridos e “Duna” não deve fugir da tendência. Só que o filme vai chegar na China, o que pode compensar qualquer tropeço doméstico. Não é à toa que Villeneuve está nervoso. Ele quer fazer a sequência combinada com a Warner. A história está dividida em dois longas e o segundo ainda não ganhou aval para começar a ser filmado. Neste momento, os contadores do estúdio são os verdadeiros responsáveis pela continuação. “Duna” estreia nos EUA no dia 22 de outubro, um dia depois do lançamento no Brasil.
Hanna: Trailer da 3ª temporada traz assassinas mirins
A Amazon Prime Video divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “Hanna”, série de ação baseada no filme homônimo de 2011. Ao estilo de “Viúva Negra”, a prévia mostra uma unidade de adolescentes assassinas em ação. Desenvolvida por David Farr, roteirista do filme original, a série reviu toda a história vista no cinema em sua temporada inaugural e segue expandindo a aventura da protagonista, uma espécie de “Viúva Negra” mirim, vivida na atração pela jovem Esmé Creed-Miles (“Dark River”). Adolescente treinada desde criança para ser uma assassina, Hanna se livra do condicionamento ao confrontar a verdade sobre sua origem e, na nova temporada, infiltra-se para libertar outras meninas que passam pelo mesmo experimento. A produção também destaca em seu elenco Mireille Einos (“The Killing”), Dermot Mulroney (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”), Anthony Welsh (“Fleabag”), Yasmin Monet Prince (“Dark Heart”) e vai introduzir Ray Liotta (“Os Bons Companheiros”) nos próximos capítulos. Com seis episódios, a 3ª temporada estreia em 24 de novembro.
Veja o pôster da 4ª temporada de “Young Justice”
A HBO Max divulgou o pôster e o subtítulo da 4ª temporada de “Young Justice” (Justiça Jovem). O novo arco da série animada dos super-heróis jovens da DC Comics vai se chamar “Phantoms” (fantasmas). A 4ª temporada terá um salto temporal de três anos na trama. Desde o lançamento da série em 2010, a história registra a passagem de 10 anos no universo de seus personagens. Em comunicado, o cocriador Brandon Vietti comentou que a passagem de tempo é um grande diferencial da atração, que tem incorporado várias sagas dos quadrinhos da DC Comics em suas histórias. “Desde o início, pretendemos usar todo o Universo DC como pano de fundo e um catalisador da evolução para nossos personagens principais. Cada novo personagem apresentado tem uma história única que nos ajuda a explorar ainda mais os limites do Universo DC e as dimensões de todos os personagens envolvidos. Usar a passagem literal do tempo para apresentar novas gerações de personagens jovens dá à nossa série um método único de mostrar crescimento real e isso é algo que continuamos a fazer para nos divertir na 4ª temporada”, explicou Vietti. Os novos episódios ainda não tem previsão de estreia.












