Leandro Hassum e Maurício Manfrini são vizinhos em fotos de comédia da Netflix
A Netflix divulgou as primeiras fotos da nova comédia de Leandro Hassum. Após estrelar “Tudo Bem no Natal que Vem” e “Amor Sem Medida”, ele volta à plataforma em “Vizinhos”, acompanhado por Maurício Manfrini (“No Gogó do Paulinho”). Na história, o personagem de Hassum descobre, após um colapso nervoso, que corre risco de morte caso escute barulhos muito altos. Por orientação médica, ele abandona o Rio de Janeiro e busca o sossego em uma cidade pequena, cercada de paz e natureza. Porém, os planos de relaxamento vão por água abaixo por causa de seu novo vizinho (Manfrini), que é mestre de bateria de uma escola de samba. Além da dupla de humoristas, o elenco da produção inclui Júlia Rabello, Marlei Cevada, Julia Foti, Lucas Leto, Vilma Melo, Nando Cunha, Dja Marthins, Hélio de la Peña, Sophia Guedes e Yves Miguel. Direção e roteiro são de Roberto Santucci e Paulo Cursino, parceiros de longa data de Hassum, que assinaram as franquias de sucesso “Até Que a Sorte nos Separe” e “O Candidato Honesto”. A estreia está marcada para 1º de setembro.
Personagens da Turma da Mônica deixam de ser crianças no trailer da série
A Globoplay divulgou o pôster e o trailer da série live-action da “Turma da Mônica”. A prévia destaca que os personagens não são mais crianças, com Mônica e Magali descobrindo o batom. Mas, segundo Cebolinha, eles ainda não viraram adolescentes. O trailer também inclui referência a uma cena famosa do terror “Carrie, a Estranha” (1976) ao anunciar que a trama terá um mistério. Só que em vez de sangue de porco, o banho na vítima da vez é de lama. A atração é comandada por Daniel Rezende, que dirigiu “Turma da Mônica: Laços” e “Turma da Mônica: Lições”, e conta com os mesmos atores do cinema: Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Além disso, Milena (Emilly Nayara), que foi introduzida em “Turma da Mônica: Lições”, está sendo considerada como quinta integrante da Turma, conforme mostra o pôster oficial. As gravações também aconteceram nas mesmas locações dos filmes, em Poços de Caldas, Minas Gerais. Entre as novidades estão as chegadas de Carminha, vivida por Luiza Gattai (que estreia como atriz após o “The Voice Kids”), sua mãe Madame Frufru, interpretada por Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), e Feitoso Araújo, o Capitão Feio, encarnado por Fernando Caruso (“Vai que Cola”). Intitulada “Turma da Mônica – A Série”, a atração vai chegar à plataforma de streaming Globoplay já nesta quinta-feira, 21 de julho.
Bruno Gagliasso viaja à Europa para 2ª temporada de “Operação Maré Negra”
O ator Bruno Gagliasso (“Marighella”) revelou que está embarcando para a Europa para gravar a 2ª temporada de “Operação Maré Negra”, produção ibérica da Amazon Prime Video. Ele publicou foto de seus passaportes (brasileiro e português), a capa do roteiro e imagens da produção numa postagem em seu Instagram feita no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio. Na legenda, comentou: “Rumo a Espanha e Portugal. ‘Joãozinho Olho no olho’ voltou e com raiva! Segunda temporada de ‘Operación Marea Negra’ começou a todo vapor e já estou chegando”. A nova temporada será composta por cinco episódios, mas não está claro o que eles vão abordar, já que a produção foi concebida como minissérie e a – agora – 1ª temporada cobriu toda a história real em que a trama se baseia, deixando tudo bem concluído. A trama original cobriu os eventos de novembro de 2019, quando um submarino artesanal atravessou o Oceano Atlântico com três homens e três toneladas de cocaína. Realizada pelo espanhol Daniel Calparsoro (“Até o Céu”) e o português João Maia (“Variações”), a série completa seu elenco com outro brasileiro, Leandro Firmino (“Cidade de Deus”), e astros de Espanha e Portugal, incluindo Álex González (“Fomos Canções”), Nuno Lopes (“A Prima Sofia”), Lúcia Moniz (“Fátima: A Hitória de um Milagre”), Nerea Barros (“Pecados Antigos, Longas Sombras”), Luis Zahera (“Enquanto o Amor Durar”) e Luís Esparteiro (“Super Pai”). Além da série de ficção, os produtores lançaram uma série documental sobre a travessia dos traficantes, que também foi disponibilizada na plataforma de streaming da Amazon. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso (@brunogagliasso)
Netflix perde quase 1 milhão de assinantes e anuncia serviço com anúncios para 2023
A Netflix apresentou seu relatório de desempenho trimestral no fim da tarde desta terça (19/7) em um informe direcionado ao mercado financeiro norte-americano, no qual confirma a tendência de queda no número de suas assinaturas. Segundo o levantamento, a empresa perdeu quase 1 milhão de assinantes durante o segundo trimestre. Foram ao todo 970 mil contas encerradas entre abril e junho de 2022, um aumento significativo em relação às 200 mil canceladas no primeiro trimestre. Mesmo assim, representa um resultado melhor do que suas próprias expectativas, que giravam em torno de 2 milhões, devido ao boicote contra a Rússia e a queda da internet na Ucrânia – os dois maiores países da Europa. A empresa se mostrou otimista, inclusive, ao divulgar projeções de retomada de crescimento para o terceiro trimestre, quando acredita que irá adicionar mais 1 milhão de assinantes. Mas mesmo que esse número se confirme, continuará com menos assinantes do que tinha em 2021. A Netflix tem atualmente um total de 220,67 milhões de assinantes, com uma receita de US$ 7,97 bilhões geradas por essas assinaturas no segundo trimestre. Como houve aumento no valor cobrado e disparada do dólar no mercado internacional, a diminuição de assinantes não afetou o crescimento financeiro, que faturou aproximadamente 8% a mais que no ano passado, de acordo com a carta da Netflix aos acionistas. Já o lucro líquido, sem as despesas, atingiu US$ 1,44 bilhão. A região que sofreu maior queda foi a América do Norte (EUA e Canadá), com perda de 1,3 milhões de assinantes, apesar do lançamento de grandes séries em inglês no trimestre, como a 4ª temporada de “Stranger Things”. A região que compreende a Europa, Oriente Médio e África também registrou declínio, perdendo 770 mil contas. Por outro lado, a América Latina registrou uma adição modesta de mil novos assinantes, enquanto a região da Ásia-Pacífico trouxe 1,08 milhão de assinantes novos durante o trimestre. Vale lembrar que a Netflix fez uma promoção especial de preços na Índia, estabelecendo no país sua assinatura mais barata do mundo. Os números apontam uma estagnação. E serviram de alerta para a empresa, que costumava ser conhecida por grandes investimentos em conteúdo sem muito critério. Atualmente em modo de revisão de seu modelo de negócios, o streamer fez várias rodadas de demissões, com a mais recente resultando no corte de 300 funcionários. Também reavaliou sua estratégia para se concentrar em menos projetos, privilegiando produções mais vistosas, e acelerou a adoção de novos modelos de assinatura. Haverá taxa para compartilhamento de senha e uma opção de assinatura mais barata, incentivada pela implementação de publicidade – numa parceria com a Microsoft. Em sua carta aos acionistas, a Netflix disse que planeja lançar sua versão com anúncios “no início de 2023”. A oferta provavelmente será lançada primeiro em mercados onde “os gastos com publicidade são significativos”. “Embora leve algum tempo para aumentar nossa base de assinantes para a versão de anúncios, a longo prazo achamos que a publicidade pode permitir uma adesão substancial (por meio de preços mais baixos) e maior lucro (pela receita de anúncios)”, diz o documento da empresa. Com o lançamento da versão “mais barata”, a assinatura do modelo atual, sem anúncios, tende a virar “premium”. Mas os detalhes só ficarão claros no ano que vem.
Trailer da série “Tekken: Bloodline” traz lutas e personagens do game
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado do anime “Tekken: Bloodline”, baseado no popular game “Tekken”. A prévia mostra o treinamento árduo do protagonista e uma infinidade de lutas. A série animada conta a origem de Jin Kazama, um dos principais personagens dos jogos de luta – introduzido em “Tekken 3”, lançado para PlayStation em 1997. Na trama, Kazama aprendeu a arte de defesa pessoal da família com a mãe, quando ainda era muito jovem. Mas por não ter conseguido impedir o assassinato dela, decide aprender a técnica de ataque da família Mishima, seus parentes mais infames, transformando seu corpo numa arma em busca vingança. O caminho do aperfeiçoamento também o leva para a maior competição de lutas de todos os tempos, onde cruza com vários outros personagens conhecidos dos jogos, como Paul Phoenix, Heihachi Mishima, Kazuya, King e até o recente Leroy Smith, que fez sua estreia em “Tekken 7”. “Tekken: Bloodline” estreia em 18 de agosto.
Reportagem revela detalhes tóxicos dos bastidores da “Liga da Justiça de Zack Snyder”
A revista americana Rolling Stone publicou nesta terça (19/7) uma reportagem bombástica sobre os bastidores do Snyder Cut, a versão do diretor conhecida como “Liga da Justiça de Zack Snyder”. Na apuração, a atividade online de supostos fãs de Zack Snyder para pressionar a Warner pelo lançamento – e coisas mais – é descrita como “campanha tóxica” e teria sido uma orquestração do próprio cineasta, resultando em várias atividades polêmicas. Para começar, a volumosa campanha online que convenceu a Warner a produzir uma nova versão de “Liga da Justiça” teria sido alimentada artificialmente por contas falsas e bots no Twitter. A revista teve acesso a relatórios de mídia social encomendados pela WarnerMedia. Os levantamentos mostram que 13% das contas engajadas no movimento #ReleaseTheSnyderCut eram falsas ou operadas por robôs, bem acima da proporção encontrada nas hashtags que chegam aos Assuntos do Momento do Twitter. Além disso, a publicação contatou três empresas especializadas em rastrear a autenticidade das campanhas de mídia social. Q5id e Graphika também detectaram atividades inautênticas provenientes do SnyderVerso – apelido da comunidade de fãs do diretor. E a Alethea Group descobriu que o domínio forsnydercut.com – que afirma ter feito a hashtag #ReleaseTheSnyderCut se tornar viral em maio de 2018 – foi registrado por uma pessoa que também dirigia uma agência de publicidade (hoje extinta) que dizia ser capaz de trazer “tráfego do tamanho de ‘Avatar’, barato e instantâneo para seu site”. A Rolling Stone também conversou com mais de 20 pessoas envolvidas com a versão original de “Liga da Justiça” e a maioria acredita que o diretor se dedicou a estimular e manipular a campanha. A reportagem resgata muitos detalhes da produção do filme original, incluindo os conflitos entre Snyder e executivos da Warner pela duração e tom do filme, e que motivaram a contratação de um substituto antes mesmo de Snyder se afastar devido à morte da filha. Joss Whedon recebeu a missão de fazer refilmagens extensas enquanto Snyder ainda estava à frente do longa. Com o afastamento do diretor original, Whedon ganhou carta branca para mudar quase tudo. Synder não esqueceu. Após convencer os novos chefes da então recém-criada WarnerMedia a realizar a reedição do filme para engajar seus supostos milhões de fãs na HBO Max, Snyder teria orquestrado um ataque contra os executivos que organizaram sua substituição. Segundo a Rolling Stone, uma campanha de difamação teria sido combinada com o ator Ray Fisher, que interpretou o Ciborgue em “Liga da Justiça” e acusou os produtores Geoff Johns e Jon Berg de racismo e negligência. Foram os dois que tiraram o controle criativo do filme das mãos do diretor. Procurado pela Rolling Stone, Snyder confirmou que pediu à Warner para que retirasse os nomes dos produtores de sua versão do filme, mas negou qualquer coordenação com Fisher, que também acusou Whedon de comportamento abusivo no set – nesse caso, com alegações corroboradas por Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha, entre outros. Entretanto, a revista ouviu fontes que apontam que o envolvimento de Snyder foi além de um “pedido pessoal” para cortar os créditos dos produtores. Snyder teria confrontado um executivo do departamento de pós-produção do estúdio com uma ameaça: “Vou destruí-los nas redes sociais”. À medida que as exigências de Snyder aumentavam nos bastidores – inclusive por mais dinheiro para incluir novas filmagens para sua versão da “Liga da Justiça” – uma enxurrada de ataques foram direcionados à Warner Bros. nas redes sociais. Além da exigência de demissão de executivos, vieram pedidos de boicotes e até mesmo ameaças de morte. Esses ataques de “fãs” buscaram atingir qualquer pessoa ou coisa que pudesse atrapalhar Snyder, incluindo diretores como Adam Wingard, porque o lançamento de “Godzilla vs. Kong” ofuscou o Snyder Cut na HBO Max, e filmes como “Mulher-Maravilha 1984”, porque foi escrito por Geoff Johns. Até a ex-presidente da DC Entertainment, Diane Nelson, foi assediada por elogiar o “Coringa” de Todd Phillips, porque o filme ia contra o cânone do SnyderVerso. Ela chegou a deletar a conta do Twitter, tamanha a perseguição. Um dos fatos mais terríveis aconteceu três meses antes do lançamento da “Liga da Justiça de Zack Snyder”, quando uma conta no Instagram com o nome @daniras_ilust postou uma imagem grotesca, retratando as cabeças decapitadas de Johns, do presidente da DC Films Walter Hamada e do ex-presidente da Warner Bros. Toby Emmerich. A imagem circulou rapidamente entre os devotos do SnyderVerso, que até marcaram contas de mídia social dos filhos dos executivos. Após esta postagem alarmante, a WarnerMedia ficou preocupada com a integridade de seus funcionários e encomendou em sigilo uma série de relatórios de uma empresa de segurança cibernética terceirizada para analisar a trollagem. Um relatório secreto foi produzido, que teria identificado a concentração de disparos em três contas específicas, responsáveis por espalhar “ordens” para seguidores. O estúdio se recusou a comentar as descobertas com a Rolling Stone, alegando que o problema era relativo à administração passada – tecnicamente, a WarnerMedia não existe mais, substituída pela Warner Bros. Discovery. Em sua defesa, Snyder disse que nunca manipulou as redes sociais. Ele afirma que, “se alguém” usou robôs foi a Warner Bros. “tentando alavancar minha base de fãs para reforçar os assinantes de seu novo serviço de streaming”. “Nem eu nem a minha esposa [Deborah Snyder, produtora dos filmes de Zack] falamos nada negativo sobre Johns e Berg em entrevistas ou nas redes sociais. A remoção dos nomes deles era algo importante porque este não era o filme em que eles acreditavam, que eles desenvolveram ou que ajudaram a fazer”, declarou. O diretor ainda acrescentou que, “como artista, foi recompensador finalmente ver minha visão levada à fruição” no Snyder Cut, especialmente depois de “passar por um momento tão difícil em minha vida”. “Eu me sinto grato aos fãs e à Warner por permitirem que isso acontecesse. Continuar remoendo a negatividade e os rumores não serve a ninguém”, completou. Entretanto, a campanha não terminou com o lançamento do Snyder Cut em 18 de março de 2021. O site The Wrap informou em maio que os bots podem ter levado Snyder a ganhar os primeiros prêmios de “público” do Oscar neste ano. Na votação online, “Liga da Justiça de Zack Snyder” teve uma de suas cenas lembradas como um dos momentos mais icônicos do cinema e “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”, também de Snyder, venceu como filme favorito do público. A firma de consultoria Tweetbinder, que rastreia e analisa hashtags, indicou tendência de manipulação por bots nestas votações. Mas não é necessário ouvir especialistas para questionar a realidade dos fãs que pediram e adoraram o Snyder Cut. Basta verificar o desempenho de “Liga da Justiça de Zack Snyder”, que jamais entrou nas listas de produções mais vistas do streaming. De fato, o lançamento não foi destaque nem no Brasil, ausente da lista das séries e filmes mais vistos na celebração do primeiro ano da HBO Max no país. O fracasso da “Liga da Justiça” original costuma ser apontado como fator de pânico entre os executivos da empresa Time-Warner, que entraram numa negociação apressada de venda para a AT&T em novembro de 2017, mesmo mês em que o filme foi lançado. Empresa de telefonia e comunicação sem experiência com produção de conteúdo, a AT&T relançou o conglomerado de mídia como WarnerMedia em 2018 e tomou várias decisões equivocadas que acumularam uma dívida recorde e desvalorizaram seu patrimônio. Sem paciência para esperar a HBO Max decolar em meio à pandemia, e com o alto investimento em “Liga da Justiça de Zack Snyder” sem resultar na atração de mais assinantes para o serviço, a AT&T tratou de encerrar rapidamente a aventura da WarnerMedia, passando o controle da companhia para uma empresa bem menor que a própria Warner, a Discovery, que assumiu neste ano o comando da nova versão do conglomerado, batizada de Warner Bros. Discovery.
Série da Arlequina ganha trailer violento
A HBO Max divulgou o pôster e o terceiro trailer da 3ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina. E se trata do trailer mais impróprio de todos, com violência sanguinária e muitos palavrões em inglês. O vídeo traz Harley e Ivy (a Hera Venenosa) em namoro assumido, mas o relacionamento enfrenta sua primeira briga diante do plano da segunda de transformar Gotham City numa floresta. Harley acaba se aliando aos heróis, o que seus comparsas estranham. Criação de Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, a animação reúne um time de dubladores de peso, com destaque para Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. Os novos episódios vão estrear em 28 de julho nos EUA, mas não há data confirmada para o Brasil. As duas primeiras temporadas demoraram a ser disponibilizadas no serviço nacional da HBO Max.
Música de Steve Martin em “Only Murders in the Building” ganha clipe
A plataforma americana Hulu divulgou o clipe de “Angel in Flip-Flops”, música exibida na série “Only Murders in the Building” como uma gravação fictícia, feita nos anos 1980 pelo personagem de Steve Martin. O vídeo é uma colagem animada, que traz o comediante com seu visual de 40 anos atrás, apaixonado por uma garota de sandália de dedo. Por sinal, o estilo colorido da sandália emborrachada lembra uma certa marca brasileira. Na trama, o personagem Charles-Haden Savage (Martin), no auge do sucesso com sua série original “Brazzos”, teria gravado um álbum que fez muito sucesso na Alemanha antes da queda do Muro de Berlim. Quando os roteiristas abordaram o comediante com a ideia, ele disse que “tinha um título e uma música passando por sua mente genial”, contou o cocriador e showrunner John Hoffman. O arranjo musical ficou por conta de Paul Shaffer, líder dos músicos do “Late Show with David Letterman”, instrumentista da era de ouro do “Saturday Night Live” e integrante dos Blues Brothers. Com o clipe, “todos esperamos um ressurgimento do interesse pela música – na Alemanha e em todas as partes do mundo sem paredes!”, acrescentou Hoffman, sobre o lançamento. Vale lembrar que Martin já fez uma brincadeira virar hit anteriormente. A música “King Tut”, que começou como um esquete no programa “Saturday Night Live”, vendeu mais de 1 milhão de cópias e atingiu o Top 20 em 1978. “Only Murders in the Building” é exibida no Brasil pela plataforma Star+.
“As Meninas Superpoderosas” e “A Mansão Foster para Amigos Imaginários” vão ganhar reboot
O Cartoon Netflix prepara o reboot de dois de seus conteúdos originais mais famosos: “As Meninas Superpoderosas” e “A Mansão Foster para Amigos Imaginários”. Os projetos estão sendo desenvolvidos por Craig McCracken, criador de ambas as séries, que voltará à função de produtor das novas atrações. Mas enquanto os próximos episódios de “As Meninas Superpoderosas” voltarão a trazer Florzinha, Lindinha e Docinho enfrentando novos e antigos inimigos, praticamente como uma sequência, “A Mansão Foster para Amigos Imaginários” sofrerá um reboot tradicional, com um novo elenco de amigos imaginários, descritos pelo Cartoon Network como “tão bobos e brincalhões quanto o grupo original”. Lançada em 1998, “As Meninas Superpoderosas” ganhou dois prêmios Emmy e inúmeras consagrações ao longo de seis temporadas. Mas não está há muito tempo fora do ar, porque após seu final original em 2004 voltou numa segunda série recente, exibida de 2016 a 2020. “A Mansão Foster para Amigos Imaginários” também foi premiada no Emmy – venceu seis troféus – e durou igualmente seis temporadas, entre 2004 e 2009. Mas não teve continuação até o momento. As duas séries originais estão disponíveis no catálogo da HBO Max. Já os novos episódios estão sendo produzidos pelos estúdios Hanna-Barbera da Europa e não tem previsão de estreia.
Fernanda Paes Leme, Thati Lopes e Maíra Azevedo são herdeiras suspeitas em trailer de comédia
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Nada Suspeitos”, nova série nacional em que Fernanda Paes Leme (“Ricos de Amor”), Thati Lopes (“Diários de Intercâmbio”) e Maíra Azevedo (“Até o Fim”) são herdeiras e suspeitas da morte de seu amante milionário. A trama é uma combinação de “whodunit” (quem matou), gênero dos mistérios de Agatha Christie, com um tema popular da atual leva de comédias nacionais: as novas ricas. Tudo começa como um mistério tradicional, com a convocação das três amantes e seus agregados para um encontro na mansão do amante, quando descobrem que estão envolvidas com o mesmo homem. Mas antes que mais detalhes sejam revelados, a luz apaga, alguém grita e o dono da casa aparece morto – clássico. A prévia também faz referência, desta vez explícita, ao jogo “Detetive” na introdução da investigação criminal. Mas logo adentra o território da convivência forçada entre as herdeiras, que precisam dividir a mansão – o que parece duas histórias diferentes em uma mesma produção. O elenco de apoio é grandioso, com destaque para Marcelo Médici (“Vai que Cola”), GKay (“Carnaval”), Silvero Pereira (“Bacurau”), Romulo Arantes Neto (“Quem Vai Ficar com Mario?”), Raphael Logan (“Pacificado”), Dhu Moraes (“Tô de Graça”), Cezar Maracujá (“Os Suburbanos”), Paulo Tiefenthaler (“Coisa mais Linda”), Gi Uzêda e o veterano Eliezer Motta (que marcou época em “Viva o Gordo”). A estreia vai acontecer em 17 de agosto
Duna: Começam as filmagens da Parte 2
As filmagens de “Duna: Parte 2” já começaram. O perfil oficial da franquia no Twitter anunciou o início dos trabalhos com uma imagem da claquete da produção. Novamente dirigido por Denis Velleneuve, “Duna: Parte 2”, o filme voltará a trazer Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, Zendaya, Javier Bardem, Stellan Skarsgård, Josh Brolin e Charlotte Rampling. Além disso, incluiu novidades em seu elenco, com destaque para Florence Pugh (“Viúva Negra”), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Léa Seydoux (“007 – Sem Tempo Para Morrer”) e Austin Butler (o “Elvis”). A estreia é aguardada para outubro de 2023. We’re rolling. Production on Dune: Part Two has begun. #DuneMovie pic.twitter.com/H31MTEcvcS — DUNE (@dunemovie) July 18, 2022
“Stranger Things” coloca “Master of Puppets” no Hot 100 da Billboard
“Stranger Things” conseguiu mais uma façanha, ao colocar “Master of Puppets” na parada de sucessos Hot 100 da revista Billboard. Após aparecer em destaque no último episódio da 4ª temporada da série da Netflix, a faixa surgiu na 40ª posição do ranking de música pop da Billboard. A gravação de 1986, que batiza o terceiro álbum de estúdio da banda americana, nunca tinha entrado em nenhum dos rankings da Billboard. Fez sua estreia somente agora, 36 anos após o seu lançamento. Com isso, tornou-se a música mais antiga do Metallica a se tornar hit. Até então, “One”, de 1988, tinha essa distinção, ao atingir o 35º lugar do Hot 100 na época de seu lançamento. Já o maior sucesso da banda em todos os tempos é “Until It Sleeps”, que chegou em 10º lugar em sua estreia, em 1996. No início do mês, logo após a estreia da Parte 2 de “Stranger Things 4” em streaming, a banda comentou a inclusão da música em seu perfil no Instagram, dizendo que tinha sido uma “honra incrível”. Metallica foi só elogios no post: “A maneira como os Irmãos Duffer incorporam música em ‘Stranger Things’ sempre foi de outro nível, então ficamos mais que empolgados por eles não apenas incluírem ‘Master of Puppets’, mas por terem uma cena tão crucial construída em torno da música. Estávamos todos loucos pra ver o resultado final e, quando vimos, ficamos totalmente impressionados…” Na série, o rock clássico de 1986 é tocado pelo personagem Eddie (Joseph Quinn), em cima de um trailer, para atrair demônios voadores no momento mais heavy metal da série. “Foi tão extremamente bem feito, que algumas pessoas conseguiram adivinhar a música apenas vendo alguns segundos das mãos de Joseph Quinn no trailer!”, acrescentou a banda. “Foi uma honra incrível ser uma parte tão importante da jornada de Eddie e mais uma vez fazer companhia a todos os outros artistas incríveis apresentados na série”.
Clipe de “Running Up That Hill” ultrapassa 100 milhões de visualizações no YouTube
O clipe de “Running Up That Hill”, de Kate Bush, superou 100 milhões de visualizações no YouTube neste fim de semana, alimentado pela inclusão da música na 4ª temporada de “Stranger Things”. Desde a estreia de “Stranger Things 4”, as visualizações do videoclipe mais que dobraram, pois tinha 48,2 milhões de visualizações na plataforma até maio. A música desempenha um papel importante e literalmente salvador de vidas na trama da atração da Netflix, o que rendeu sua redescoberta, 37 anos após seu lançamento inicial, e o primeiro hit de Kate Bush no Top 10 nos EUA em toda sua carreira. “Running Up That Hill” foi o primeiro single do álbum de 1985 “Hounds of Love”. O videoclipe, dirigido por David Garfath, apresenta uma dança interpretativa que Bush executa com o dançarino Michael Hervieu.












