Mrs. Davis: Nova série do criador de “Lost” e “Watchmen” ganha trailer
A plataforma de streaming Peacock divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Mrs. Davis”, nova série de Damon Lindelof (criador de “Lost”, “The Leftovers” e “Watchmen”). A prévia sugere a imponência da tal “Mrs. Davis”, uma poderosa inteligência artificial, e a pequena resistência humana contra seu domínio, que inclui uma freira vivida por Betty Gilpin (de “GLOW”). A trama vai acompanhar Simone (Gilpin), a freira que se vê numa cruzada contra a poderosa Mrs. Davis, o modismo tecnológico do momento. Em sua missão sagrada, ela vai contar com a ajuda de um rebelde (interpretado por Jake McDorman, de “Os Eleitos”) que tem uma vingança pessoal contra o algoritmo. Desenvolvida por Lindelof em parceria com Tara Hernandez (“The Big Band Theory”), a série aborda esse o duelo entre fé e tecnologia com um tom satírico, ao mesmo tempo que apresenta, de forma crítica e sombria, um futuro não muito distante em que praticamente todas as decisões do dia a dia são feitas por meio de algoritmos. O elenco ainda conta com David Arquette (“Pânico”), Elizabeth Marvel (“Homeland”), Andy McQueen (“Coroner”), Ben Chaplin (“Mad Dogs”), Margo Martindale (“Your Honor”), Katja Herbers (“Evil: Contatos Sobrenaturais”), Chris Diamantopoulo (“Silicon Valley”), Ashley Romans (“NOS4A2”), Tom Wlaschiha (“Stranger Things”) e Mathilde Ollivier (“1899”). A série estreará com quatro episódios em 20 de abril. Como a plataforma só funciona na América do Norte, “Mrs. Davis” ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
2ª temporada de “Sweet Tooth” ganha fotos e data de estreia
A Netflix divulgou as primeiras fotos e a data de estreia da 2ª temporada de “Sweet Tooth”. As imagens do retorno dos híbridos destaca uma nova personagem chamada Maya, que é vivida por Amie Donald (a M3GAN do recente terror tecnológico). Confira abaixo. Baseada nos quadrinhos de Jeff Lemire, “Sweet Tooth” apresenta uma história com elementos de contos de fadas e sci-fi pós-apocalíptica, que o diretor Jim Mickle (“Somos o que Somos”) transformou num épico de visual cinematográfico. A trama se passa uma década após a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável e acompanha Gus, um menino com chifres de veado, que faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animais nascidas após o surto, todas imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho pouco amistoso. Produção do astro Robert Downy Jr. (o Homem de Ferro da Marvel) e sua esposa Susan Downey, a atração reúne em seu elenco os atores Nonso Anozie (“Zoo”), Dania Ramirez (“Once Upon a Time”), Adeel Akhtar (“Utopia”), Stefania LaVie Owen (“Messiah”) e o menino Christian Convery (“Descendentes 3”), além do veterano James Brolin (“Life in Pieces”), pai de Josh Brolin (o Thanos), que faz a narração dos episódios. Novamente comandada por Jim Mickle – showrunner, escritor e diretor do primeiro ano da atração -, a série voltará com mais oito episódios no dia 27 de abril. GUS E OS HÍBRIDOS ESTÃO VOLTANDO!!! 🍭💚 A 2ª temporada de Sweet Tooth estreia dia 27 de abril. pic.twitter.com/fppeDi98t6 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 14, 2023 Thrilled to welcome M3gan herself — the ridiculously talented Amie Donald — to the cast of @SweetTooth Season 2 pic.twitter.com/kTqxkSudsb — Netflix (@netflix) March 14, 2023
Netflix cancela comédia romântica mais cara de todos os tempos com Scarlett Johansson
A Netflix desistiu de produzir a comédia romântica mais cara de todos os tempos. A produção, que seria estrelada pela atriz Scarlett Johansson (“Viúva Negra”), estava orçada em U$ 130 milhões. Segundo o site Deadline, a decisão foi tomada nesta terça (14/3) após longas discussões com a diretora Nancy Meyers (“Simplesmente Complicado”). Embora a plataforma topasse pagar o orçamento estipulado, a cineasta insistia em aumentar ainda mais os custos para chegar em pelo menos US$ 150 milhões. A Netflix, porém, teria preferido desistir do projeto a bancar esses custos. Boa parte desse orçamento inflado deveria ir para o pagamento do salário dos atores. Além de Johansson, outros nomes de peso circulando o projeto eram Penélope Cruz (com quem Johansson já trabalhou em “Vicky Cristina Barcelona”), Owen Wilson (“Loki”) e Michael Fassbender (“X-Men: Fênix Negra”). Com o título provisório de “Paris Paramount”, a comédia marcaria o retorno de Meyers à direção, oito anos após o lançamento de seu último filme, “Um Senhor Estagiário” (2015). A trama deveria girar em torno de uma jovem cineasta que se apaixona por um produtor e os dois acabam fazendo vários filmes juntos, antes de terminarem seu relacionamento romântico e profissional. Porém, depois de rompidos são forçados a trabalhar juntos em um novo projeto. Existem várias semelhanças entre essa história e a vida da própria Meyers. Ela teve um relacionamento romântico e profissional com o roteirista, diretor e produtor Charles Shyer, com quem realizou filmes como “Presente de Grego” (1987), “O Pai da Noiva” (1991) e “Operação Cupido” (1998). Após a separação, Meyers escreveu e dirigiu filmes como “Alguém Tem que Ceder” (2003), “O Amor Não Tira Férias” (2006) e “Um Senhor Estagiário”. Scarlett Johansson será vista a seguir no filme “Cidade Asteróide”, novo trabalho do cineasta Wes Anderson (“A Crônica Francesa”), que chega aos cinemas em junho.
Citadel: Série dos diretores de “Vingadores: Ultimato” é renovada antes da estreia
A plataforma de streaming da Amazon, Prime Video, teria renovado a série de ação “Citadel”, dirigida pelos cineastas Anthony e Joe Russo (“Vingadores: Ultimato”), para a sua 2ª temporada. Segundo o site The Hollywood Reporter, a decisão foi tomada mais de um mês antes da data prevista para a estreia da atração. Mas nem a Amazon nem a AGBO, produtora dos irmãos Russo, emitiu comunicado oficial. Orçada em mais de US$ 200 milhões, a série tem uma premissa que parece combinação de “A Identidade Bourne” (2002) com “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015). Na trama, o espião vivido por Richard Madden (“Eternos”) tenta convencer Priyanka Chopra Jonas (“Matrix Resurrections”) de que ela também é uma agente secreta, mas ambos tiveram as memórias apagadas. E após serem perseguidos por vilões armados, Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”) entra em cena para dar as devidas explicações: ambos são ex-agentes da tal Citadel do título, uma agência global independente e encarregada de manter a segurança do mundo. Porém, há oito anos ela foi destruída por agentes da Manticore, um sindicato poderoso que manipula acontecimentos agindo nas sombras. Com a queda da Citadel, os agentes de elite Mason Kane (Madden) e Nadia Sinh (Chopra Jonas) tiveram suas memórias apagadas enquanto tentavam escapar. Eles permaneceram escondidos desde então, construindo novas vidas sob novas identidades, sem saber das suas vidas passadas. Tudo muda quando Mason é encontrado por seu ex-colega da Citadel, Bernard Orlick (Tucci), que precisa da sua ajuda para evitar que a Manticore estabeleça uma nova ordem mundial. Mason procura sua ex-parceira, Nadia, e os dois espiões embarcam em uma missão que os leva ao redor do mundo na tentativa de deter a Manticore. O elenco também destaca Lesley Manville (“Trama Fantasma”) como Dahlia Archer, embaixadora britânica nos Estados Unidos cuja lealdade pode estar em outro lugar, além de Osy Ikhile (“The Feed”), Ashleigh Cummings (“NOS4A2”), Roland Møller (“Céu Vermelho-Sangue”) e Caoilinn Springall (“O Céu da Meia-Noite”). “Citadel” foi criada por Josh Appelbaum e André Nemec (de “Missão: Impossível, Protocolo Fantasma”) e, devido a diversos problemas nos bastidores e interferências do irmãos Russo, acabou se tornando uma das séries mais caras da história. A proposta da atração é servir de base para a criação de derivados em outros países, como México, Índia e Itália. Mas, para isso, ela precisa fazer sucesso. Anthony Russo e Joe Russo vão dirigir os episódios, e David Weil (criador da série “Hunters”) vai atuar como showrunner da atração, cujos dois primeiros episódios estreiam em 28 de abril na Prime Video. Veja abaixo o trailer da atração, dublado em português.
Estrela de “Velozes e Furiosos” entra no remake de “O Matador”
A atriz Nathalie Emmanuel (de “Game of Thrones” e da franquia “Velozes e Furiosos”) entrou no remake de “O Matador” (1989), clássico de ação do diretor John Woo. Ela vai se juntar ao francês Omar Sy (“Lupin”) na produção desenvolvida para a plataforma Peacock. O filme original de 1989 acompanhava um assassino desiludido (vivido por Chow Yun-fat) que aceita um último trabalho, na esperança de usar o pagamento para restaurar a visão de uma cantora (Sally Yeh) que ele cegou acidentalmente numa “missão” anterior. Mais que a trama, o que marcou a produção foi a direção de Woo, especialmente o uso de câmera lenta em cenas de tiroteios sangrentos, que transformaram a violência num balé coreografado de morte. Omar Sy será o assassino e Nathalie Emmanuel interpretará a vítima que ele quer recompensar. O próprio Woo vai assumir a direção da refilmagem, que conta com um roteiro escrito a oito mãos por Matthew Stuecken, Josh Campbell (ambos de “Rua Cloverfield 10”), Eran Creevy (“Inimigos de Sangue”) e Brian Helgeland (“Lendas do Crime”). A produção ainda não tem previsão de estreia. Nathalie será vista a seguir em “Velozes e Furiosos 10”, que chega em 18 de maio no Brasil, e também está no elenco de “Megalopolis”, o próximo filme de Francis Ford Coppola (“O Poderoso Chefão”), ainda sem data de lançamento. Confira abaixo o trailer de “O Matador” original.
Woody Harrelson e Matthew McConaughey e vão celebrar amizade em série de comédia
Os atores Matthew McConaughey e Woody Harrelson vão voltar a trabalhar juntos numa série depois do sucesso da 1ª temporada de “True Detective”. A dupla vai celebrar sua amizade numa série de comédia ainda sem nome, desenvolvida para a plataforma de streaming Apple TV+. De acordo com a sinopse, a atração vai girar em torno do “estranho e belo vínculo” entre entre Matthew McConaughey e Woody Harrelson. Na trama, a amizade dos dois é testada quando suas famílias tentam viver juntas no rancho de McConaughey no Texas. Criada por David West Read (roteirista de “Schitt’s Creek”), a série terá 10 episódios e ainda não tem previsão de estreia. O projeto vai marcar a mais nova parceria de McConaughey e Harrelson. Além de terem trabalhado juntos em “True Detective” (2014), os atores (que são amigos na vida real) também dividiram a tela em “Bem-vindo a Hollywood” (1998), “EDtv” (1999) e “Profissão Surfista” (2008). Eles são tão amigos que tem o costume de passar férias juntos, como a viagem do ano passado a Dubrovnik, na Croácia, para comemorar o aniversário de Harrelson. Na ocasião, os dois fizeram canoagem juntos.
“A Lição” vira uma das 10 séries não faladas em inglês mais vistas da história da Netflix
O sucesso de “A Lição” (The Glory) reforça a capacidade da Netflix de lançar fenômenos sul-coreanos. A segunda parte da atração, que estreou na sexta (10/3), não só garantiu excelentes números em sua primeira semana de exibição como ajudou a série a se tornar uma das mais assistidas de todos os tempos da Netflix. A estreia da Parte 2 deixou para trás os números de várias séries populares da plataforma, incluindo a 4ª temporada de “Você” e a 3ª temporada de “Outer Banks”, ao atingir 124,46 milhões de horas em apenas três dias de exibição – de sexta a domingo (12/3). Somando a audiência dos episódios das duas partes, a produção de suspense alcançou excelentes 289,2 milhões de horas visualizadas. Com isso, superou as 275,3 milhões da 3ª temporada de “Elite” e se tornou a 9ª série não falada em inglês mais vista da Netflix em todos os tempos. E tudo indica que, o seriado deve superar nos próximos dias as visualizações de “Lupin” (316 milhões) e “Café com Aroma de Mulher” (326 milhões) para ocupar o 7º lugar. Vale lembrar que a Netflix soma apenas os 28 primeiros dias de exibição de suas séries para organizar seu ranking histórico. Entretanto, burla a própria regra com temporadas divididas em duas partes. Como aconteceu com “Stranger Things”, a “Lição” continua a ter seu público contabilizado depois dos 28 dias. É que o lançamento da Parte 2 terá mais 28 dias para somar seus números aos da Parte 1. A trama de “A Lição” gira em torno de uma mulher que quer se vingar das pessoas que a atormentaram durante o Ensino Médio. Desde a adolescência, Dong Eun (Song Hye Kyo) planeja meticulosamente um elaborado plano contra os algozes de sua saúde mental. Agora que é adulta, ela finalmente tem a chance de botar seu plano de vingança em ação e, para isso, contará com a ajuda de um belo médico, que é secretamente apaixonado por ela. Entretanto, em meio ao sucesso, o diretor da série, Ahn Gil-ho, passou a ser acusado de ter praticado bullying, exatamente como os personagens da trama. Em uma postagem anônima realizada no dia da estreia da Parte 2, uma pessoa afirmou que o cineasta ameaçou e agrediu vários colegas de classe após descobrir que eles caçoavam de sua namorada em uma escola nas Filipinas. Inicialmente, o diretor negou todas as acusações. Porém, no domingo (12/3), o advogado de Ahn Gil-ho admitiu que o conteúdo da postagem era verdadeiro: “O diretor Ahn Gil-ho tinha uma namorada enquanto estudava nas Filipinas em 1996. Quando soube que sua namorada foi alvo de zoações na escola por causa dele, ele momentaneamente passou do ponto e causou mais traumas às pessoas envolvidas no assunto”. No comunicado, o representante do diretor também diz que ele pede desculpas pelos erros do passado: “Ele pede perdão do fundo de seu coração para aqueles que foram feridos por este incidente. Se tiver a oportunidade, ele gostaria de um encontro pessoal ou, pelo menos, um contato por telefone para transmitir suas desculpas”, explicou o advogado Kim Hun-hui. Em outro comunicado, Ahn Gil-ho afirmou que, no primeiro momento, negou ter cometido bullying por “não se lembrar muito bem do assunto”. Apesar da polêmica, o sucesso de “A Lição” é enorme e, mesmo com o desfecho conclusivo da 1ª temporada, pode ganhar novos capítulos.
“Você” continua a liderar Top 10 da Netflix
A 4ª temporada da série “Você” continua o seu domínio na Netflix. A atração, cuja segunda parte estreou em 9 de março, ficou em 1º lugar entre as séries mais vistas da plataforma de streaming, com 75 milhões de horas assistidas. A minissérie documental “Voo 370: O Avião que Desapareceu” garantiu o 2º lugar, com 59 milhões de horas assistidas em sua semana de estreia, seguida pela 2ª temporada de “Sex/Life”, que foi vista por 46 milhões de horas ao longo da última semana. A 3ª temporada de “Outer Banks” caiu para o 4º lugar, com 44 milhões de horas, e a 1ª temporada de “Sex/Life” fechou o Top 5, com 25 milhões de horas assistidas durante a última semana. Entre as séries estrangeiras, ou seja, aquelas que não são faladas em inglês, o destaque ficou com a atração sul-coreana “A Lição”, que acumulou incríveis 124 milhões de horas assistidas (mais do que as primeiras colocadas nos EUA). A atração é um novo fenômeno made in Korea da Netflix e entrou no Top 10 das séries mais vistas de todos os tempos de língua não inglesa da plataforma. Já entre os filmes, o destaque foi “Luther: O Cair da Noite”, estrelado por Idris Elba, vista por um total de 65 milhões de horas. Confira abaixo os trailers das cinco séries em inglês mais vistas da Netflix na semana passada. 1 | VOCÊ 2 | NETFLIX 2 | VOO 370: O AVIÃO QUE DESAPARECEU | NETFLIX 3 | SEX/LIFE 2 | NETFLIX 4 | OUTER BANKS 3 | NETFLIX 5 | SEX/LIFE 1 | NETFLIX
Diretor de “Game of Thrones” vai comandar série de “Blade Runner”
O diretor de “Game of Thrones” Jeremy Podeswa foi contratado para comandar o primeiro episódio de “Blade Runner 2099”, minissérie derivada dos filmes de “Blade Runner”, em desenvolvimento na Amazon Prime Video. Indicado ao Emmy quatro vezes por seu trabalho nas séries “Boardwalk Empire”, “Game of Thrones” e “The Pacific”, Podeswa vai trabalhar com o cineasta Ridley Scott. O projeto marcará o retorno do cineasta ao universo de “Blade Runner” depois de dirigir o clássico “Blade Runner: O Caçador de Androides” (1982) e produzir a continuação, “Blade Runner 2049” (2017) – que foi comandada por Denis Villeneuve. A série foi mencionada pela primeira vez em novembro de 2021 pelo próprio Ridley Scott, que na ocasião deu poucos detalhes, mas mencionou que o piloto já estava completamente escrito. O primeiro “Blade Runner” é a adaptação de um conto do escritor Philip K. Dick e se passa numa Los Angeles distópica, onde humanos sintéticos, conhecidos como replicantes, são criados para trabalhar em colônias espaciais. Quando um grupo de replicantes escapa de volta à Terra, um policial (interpretado por Harrison Ford) aceita o trabalho de caçá-los e destruí-los. Já a sequência, “Blade Runner 2049”, acompanha um replicante (interpretado por Ryan Gosling) que descobre um segredo que ameaça desestabilizar a sociedade. O filme trouxe de volta o ator Harrison Ford e ainda contou com as adições de Ana de Armas (“Blonde”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Jared Leto (“Esquadrão Suicida”). Criada por Silka Luisa (“Iluminadas”), que também vai produzir a atração, “Blade Runner 2099” vai se passar 50 anos após os eventos mostrados no segundo filme. Até o momento, não se sabe se algum dos atores envolvidos nos filmes anteriores vai retornar para a série ou se a atração vai contar uma história nova, como fez a animação “Blade Runner: Black Lotus”, do canal Adult Swim. “Blade Runner 2099” ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. A nova série será o segundo longa-metragem dirigido por Scott a ganhar adaptação para o streaming. O criador de “Fargo” e “Legion”, Noah Hawley, está desenvolvendo há mais de um ano uma série baseada em “Alien” para a plataforma Hulu (Star+ no Brasil), igualmente com produção da Scott Free, a produtora do cineasta. Assista abaixo aos trailers de “Blade Runner: O Caçador de Androides” e “Blade Runner 2049”.
Produtor chama Jenna Ortega de tóxica após atriz falar mal da equipe de “Wandinha”
O produtor Steven DeKnight (criador de “Spartacus”) chamou Jenna Ortega de “tóxica” após a atriz falar mal dos produtores e roteiristas da série “Wandinha”, que ela estrelou. O caso aconteceu no dia 6 de março, quando Ortega participou do podcast “Armchair Expert with Dax Shepard”. Na ocasião, a atriz afirmou que muitas vezes precisou intervir nos roteiros da série e fazer mudanças de última hora nas falas e atitudes da sua personagem. Segundo Ortega, ela fez isso porque se sentia “muito, muito protetora” em relação a sua personagem. “Não acho que já tive que impor minha opinião no set da maneira como tive que fazer em ‘Wandinha’, porque é tão fácil cair nessa categoria, especialmente com esse tipo de série”, disse Ortega. “Tudo o que ela faz, tudo o que eu tive que interpretar, não fazia sentido para a personagem dela. Fazer parte de um triângulo amoroso não fazia sentido”. “Houve momentos no set em que eu até me tornei quase anti-profissional, em um sentido, quando eu comecei a mudar as falas”, continuou ela. Ortega contou que, quando isso acontecia, “eu tinha que sentar com os roteiristas e eles perguntavam: ‘Espere, o que aconteceu com a cena?’ E eu tinha que explicar por que não podia fazer certas coisas”. A revelação de Ortega arrancou alguns elogios, por supostamente ilustrar o comprometimento dela com o papel. Porém, essa não foi a percepção de DeKnight. Embora o produtor não tenha envolvimento com “Wandinha”, ele foi marcado numa publicação no Twitter falando sobre esse caso, e resolver dar a sua opinião. Segundo o responsável por séries como “Spartacus” e “Demolidor”, esse tipo de atitude não deve ser elogiada, uma vez que ela “claramente cagou publicamente dos showrunners/roteiristas” Alfred Gough e Miles Millar. DeKnight publicou uma sequência de tuítes em que explicou que Ortega poderia ter abordado as suas dúvidas em relação à personagem de uma maneira muito mais profissional. “Ela é jovem, então talvez não saiba disso (mas deveria). Ela também deveria se perguntar como se sentiria se os showrunners dessem uma entrevista e falassem sobre o quão difícil foi trabalhar com ela e como ela se recusou a seguir o material”. “Este tipo de declaração é mais que arrogante e tóxica”, continuou ele. “Eu amo o trabalho dela, mas a vida é muito curta para lidar com pessoas assim nessa indústria”. Depois da entrevista polêmica – e outras anteriores, com tom similar – , Jenna Ortega foi promovida a produtora da 2ª temporada de “Wandinha”. This kind of statement is beyond entitled and toxic. I love her work, but life’s too short to deal with people like this in the business. — Steven DeKnight (@stevendeknight) March 7, 2023 Doubtful since she clearly shit on the showrunners/writers publicly. https://t.co/3gtB0pOIEl — Steven DeKnight (@stevendeknight) March 11, 2023
“The Last of Us” bate recorde de audiência e supera “A Casa do Dragão”
O último episódio da 1ª temporada de “The Last of Us” bateu o recorde de audiência da série, visto por 8,2 milhões de telespectadores em todas as plataformas da HBO nos Estados Unidos. Com isso, o crescimento do público ao longo da temporada foi de 74,5% maiores, desde os 4,7 milhões que assistiram à estreia da série em janeiro até a exibição da season finale no domingo (12/3). A emissora também contabilizou toda a audiência da atração desde seu lançamento – incluindo reprises e exibição estendida em streaming – para revelar que “The Last of Us” teve uma média de 30,4 milhões de telespectadores desde sua estreia, superando os 29 milhões de “A Casa do Dragão”. Em toda a história da HBO, a audiência cumulativa da série pós-apocalíptica só perde para a temporada final de “Game of Thrones”, que teve uma média superior a 44 milhões de espectadores em 2019. Baseada num game premiado de aventura e tiro ao “zumbi”, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, depois que um fungo mortal destruiu quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que se mostra resistente à infecção e pode representar a cura, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin (“Chernobyl”) se juntou ao criador do game, Neil Druckman, e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais, que assinam a direção dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”).
“Three Pines” é cancelada após apenas uma temporada
A Amazon Prime Video cancelou “Three Pines”, série criminal estrelada por Alfred Molina (“Homem-Aranha Sem Volta para Casa”), após apenas uma temporada. A notícia foi confirmada pela showrunner Emilia di Giorlamo, a escritora de material de origem Louise Penny e a estrela Elle-Máijá Tailfeathers no Instagram. Tailfeathers descreveu a notícia como “difícil de processar” e disse que, como atriz indígena, ela “nunca pensou que teria a oportunidade de ser a protagonista de um programa como este”. O programa foi elogiado por seu retrato diferenciado dos povos e questões indígenas. “Estou chocada e chateada. Como qualquer programa, [‘Three Pines’] teve dores de crescimento, mas só ficaria cada vez melhor”, acrescentou A série trazia Alfred Molinacomo o inspetor-chefe Armand Gamache, um detetive da polícia canadense que vai investigar uma morte bizarra numa cidade rural idílica e tediosa, mas ao chegar lá se depara com uma epidemia de falecimentos com as mais diversas causas. Perplexo com a quantidade de mortes súbitas, beirando o sobrenatural, o detetive logo se depara com segredos há muito enterrados, mas para solucionar o caso precisa enfrentar alguns de seus próprios fantasmas. A produção canadense-britânica era baseada numa franquia literária da escritora Louise Penny e foi desenvolvida pela produtora-roteirista Emilia di Girolamo (“The Tunnel”), com realização da Left Bank Pictures, empresa por trás da premiada série “The Crown”. No Brasil, a série foi disponibilizada pela HBO Max. Veja abaixo o trailer da atração. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Elle-Máijá Tailfeathers (@ellemaijatailfeathers)
Estreia de “Pânico VI” lidera bilheterias do Brasil
“Pânico VI” liderou as bilheterias do Brasil em seu fim de semana de estreia, levando cerca de 390 mil pessoas aos cinemas para um faturamento de R$ 8,45 milhões. A nova continuação de terror também ficou em 1º lugar nos EUA, onde teve a maior estreia de toda a franquia iniciada nos anos 1990. Em 2º lugar, ficou “Creed III”, protagonizado e dirigido por Michael B. Jordan, que rendeu R$ 4,06 milhões. Líder até a semana passada, “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” caiu para o 3º lugar com R$ 3,14 milhões. Outro estreante, “65 – Ameaça Pré-Histórica” fez R$ 2,46 milhões em 4º lugar. E, para completar o Top 5, “A Baleia” foi o drama indicado – e premiado – no Oscar 2023 mais prestigiado pelo público no fim de semana da premiação, com US$ 1,62 milhões. Confira abaixo os trailers das 5 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil. 1 | PÂNICO VI | 2 | CREED III | 3 | HOMEM-FORMIGA E A VESPA: QUANTUMANIA | 4 | 65 – AMEAÇA PRÉ-HISTÓRICA | 5 | A BALEIA |












