Festival de Toronto começa com expectativas de Oscar
O Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF, na sigla em inglês) começa nesta quinta (8/9) sua edição de 2022. Como de praxe, o evento coincide parcialmente com o Festival de Veneza, mas neste ano, em vez de repetir os títulos exibidos na Itália, a mostra canadense servirá de palco exclusivo para premières mundiais de filmes cotados para o Oscar. Vários títulos se destacam entre as grandes estreias ausentes de Veneza. Os mais esperados são “The Fabelmans”, ficção inspirada em lembranças da juventude de Steven Spielberg, “Empire of Light”, uma ode ao cinema de Sam Mendes, e “Glass Onion: Um Mistério Entre Facas e Segredos”, continuação de “Entre Facas e Segredos” (2018), dirigido por Rian Johnson. Além disso, Toronto ainda vai receber “Causeway”, estrelado por Jennifer Lawrence, “The Menu”, com Anya Taylor-Joy, “My Policeman”, com Harry Styles, “Weird: The Al Yankovic Story”, com Daniel Radcliffee, “A Mulher Rei”, que traz Viola Davis como guerreira do Reino de Daomé, na África. Mas a programação também traz, claro, os filmes que estão sendo aplaudidos longamente na Itália, como “The Son”, de Florian Zeller, “The Banshees Of Inisherin”, de Martin McDonagh, e “A Baleia”, de Darren Aronofsky. Já o filme que servirá de abertura para a mostra cinematográfica é “The Swimmers”, drama da diretora britânica Sally El Hosaini (“My Brother the Devil”) sobre a história real das irmãs nadadoras Yusra e Sarah Mardini, que fugiram como refugiadas da Síria devastada pela guerra para participar das Olimpíadas do Rio de 2016. Reunindo os principais críticos de cinema da América do Norte, o festival canadense é o maior “test drive” das pretensões de muitos candidatos ao Oscar. Críticas positivas – e prêmios – podem cacifar favoritos. “Green Book” e “Nomadland” venceram as edições de 2018 e 2020 antes de conquistarem o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. O Festival de Toronto acontece até 18 de setembro. Veja abaixo a lista dos filmes confirmados no evento. Abertura “The Swimmers”, de Sally El Hosaini Apresentações de Gala “Alice, Darling”, de Mary Nighy “Black Ice”, de Hubert Davis “Butcher’s Crossing”, de Gabe Polsky “The Greatest Beer Run Ever”, de Peter Farrelly “The Hummingbird”, de Francesca Archibugi “Hunt”, de Lee Jung-jae “A Jazzman’s Blues”, de Tyler Perry “Kacchey Limbu”, de Shubham Yogi “Moving On”, de Paul Weitz “Paris Memories”, de Alice Winocour “Prisoner’s Daughter”, de Catherine Hardwicke “Raymond & Ray”, de Rodrigo García “Roost”, de Amy Redford “Sidney”, de Reginald Hudlin “The Son”, de Florian Zeller “The Swimmers”, de Sally El Hosaini “What’s Love Got To Do With It?”, de Shekhar Kapur ”A Mulher Rei”, de Gina Prince-Bythewood Apresentações Especiais “Allelujah”, de Sir Richard Eyre “All Quiet on the Western Front”, de Edward Berger “The Banshees Of Inisherin”, de Martin McDonagh “Blueback”, de Robert Connolly “The Blue Caftan”, de Maryam Touzani “Broker”, de Hirokazu Kore-eda “Brother”, de Clement Virgo “Bros”, de Nicholas Stoller ”Catherine Called Birdy”, de Lena Dunham “Causeway”, de Lila Neugebauer “Chevalier”, de Stephen Williams “Corsage”, de Marie Kreutzer “Decision to Leave”, de Park Chan-wook “Devotion”, de JD Dillard “Driving Madeleine”, de Christian Carion “El Suplente”, de Diego Lerman “Empire of Light”, de Sam Mendes “The Eternal Daughter”, de Joanna Hogg ”The Fabelmans”, de Steven Spielberg ”Glass Onion: Um Mistério Entre Facas e Segredos”, de Rian Johnson “Good Night Oppy”, de Ryan White “The Good Nurse”, de Tobias Lindholm “Holy Spider”, de Ali Abbasi “Joyland”, de Saim Sadiq “The King’s Horseman”, de Biyi Bandele “The Lost King”, de Stephen Frears “A Man of Reason”, de Jung Woo-sung “The Menu”, de Mark Mylod “On the Come Up”, de Sanaa Lathan “One Fine Morning”, de Mia Hansen-Løve “Other People’s Children”, de Rebecca Zlotowski “Moonage Daydream”, de Brett Morgen ”My Policeman”, de Michael Grandage “Nanny”, de Nikyatu Jusu “No Bears”, de Jafar Panahi “The Return of Tanya Tucker: Featuring Brandi Carlile”, de Kathlyn Horan “Saint Omer”, de Alice Diop “Sanctuary”, de Zachary Wigon “Stories Not to be Told”, de Cesc Gay “Triangle of Sadness”, de Ruben Östlund “Walk Up”, de Hong Sang-soo “Wendell & Wild”, de Henry Selick “The Whale”, de Darren Aronofsky “Women Talking”, de Sarah Polley “The Wonder”, de Sebastián Lelio
Steven Spielberg vai produzir série sobre Holocausto
O cineasta Steven Spielberg (“Amor, Sublime Amor”) vai produzir uma série limitada sobre duas irmãs, uma delas surda, que enfrentaram a perseguição nazista durante a 2ª Guerra Mundial. A série será baseada no livro “Signs of Survival: A Memoir of the Holocaust”, de Renee Hartman e Joshua M. Greene, e vai narrar a história real das irmãs Renee e Herta, duas judias que moravam com os pais na Tchecoslováquia durante a década de 1940. Sendo a única pessoa ouvinte em uma família de surdos, Renee tinha que alertar os pais e a irmã sempre que o som de botas nazistas se aproximava de sua casa, para que pudessem se esconder. Eventualmente, porém, os pais delas foram levados e as duas irmãs precisaram fugir, em busca de um lugar seguro para se esconder. “Signs of Survival” será desenvolvida pela divisão televisiva da Amblin (produtora de Spielberg), e será co-produzida pela atriz Marlee Matlin, primeira atriz surda vencedora do Oscar – por “Filhos do Silêncio” (1986) – e vista recentemente no filme vencedor do Oscar “No Ritmo do Coração” (2021), que também trata do tema da surdez. “Como uma mulher surda e judia, estava em busca de uma história autêntica e nunca antes contada do Holocausto”, disse Matlin em comunicado. “Esta história real, baseada nos eventos da vida real de duas irmãs, uma surda e uma ouvinte, me inspirou a tentar trazê-la para a tela.” A série ainda não tem cronograma de filmagem definido e nem data de estreia prevista. Sendo ele próprio judeu, Steven Spielberg já abordou o holocausto em um de seus filmes mais premiados, “A Lista de Schindler” (1993), que venceu o Oscar de Melhor Filme e rendeu ao cineasta a cobiçada estatueta de Melhor Direção. Atualmente, Spielberg está trabalhando na obra semi-autobiográfica “The Fabelmans”, baseada nas lembranças de sua juventude no período pós-guerra. O filme tem estreia marcada para 23 de novembro nos EUA e só 9 de fevereiro de 2023 no Brasil.
Tarantino amou o novo “Top Gun”: “Verdadeiro espetáculo”
O cineasta Quentin Tarantino (“Era Uma Vez em Hollywood”) não poupou elogios ao filme “Top Gun: Maverick”. Em entrevista ao podcast ReelBlend, ele declarou que o filme é “um verdadeiro espetáculo cinematográfico”. “Normalmente, eu não falo muito sobre filmes novos, porque aí sou forçado a elogiar, senão acabo esculachando alguém. Mas nesse caso, eu amei ‘Top Gun: Maverick’ pra c*****o. O filme é fantástico. Assisti no cinema. Esse filme e o ‘Amor, Sublime Amor’, do Spielberg, foram verdadeiros espetáculos cinematográficos. Do tipo que eu achei que nunca mais veria”, ele elogiou. Tarantino disse que tinha preocupações a respeito da realização desse filme após a morte de Tony Scott, diretor do longa original de 1986. Ele chegou a conversar com Tom Cruise sobre isso, e o astro o tranquilizou, dizendo que tinham encontrado a história certa para contar no filme. No final, Tarantino concordou com as decisões criativas do diretor Joseph Kosinski, contratado para assumir o comando do filme. “É o mais próximo que chegaremos de ver mais um filme de Tony Scott.”, disse ele. O público parece compartilhar da opinião de Tarantino. “Top Gun: Maverick” faturou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se a maior bilheteria de 2022. Por enquanto, Quentin Tarantino não tem nenhum novo projeto cinematográfico anunciado. Atualmente ele se dedica ao podcast “The Video Archives”, que apresenta ao lado do cineasta Roger Avary (“Regras da Atração”).
Festival de Toronto vai exibir novos filmes de Spielberg, Sam Mendes e Rian Johnson
O Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF, na sigla em inglês) anunciou nesta quinta-feira (28/7) sua programação de 2022. Como de praxe, a 47ª edição do evento canadense servirá de lançamento norte-americano para vários filmes com aspiração ao Oscar, além de trazer aguardadas estreias em exibições fora da competição. O evento será aberto pela projeção de “The Swimmers”, drama da diretora britânica Sally El Hosaini (“My Brother the Devil”), que relata a história real das irmãs nadadoras Yusra e Sarah Mardini, que fugiram como refugiadas da Síria devastada pela guerra para participar das Olimpíadas do Rio de 2016. Três títulos se destacam entre as principais estreias exclusivas – isto é, não anunciadas até agora em outros festivais: “The Fabelmans”, ficção inspirada em lembranças da juventude de Steven Spielberg, “Empire of Light”, uma ode ao cinema de Sam Mendes, e “Glass Onion: Um Mistério Entre Facas e Segredos”, continuação de “Entre Facas e Segredos”, dirigido por Rian Johnson em 2018. “Glass Onion” reúne um elenco grandioso, encabeçado por Daniel Craig, mas não vão faltar estrelas no tapete vermelho do festival, que também vai projetar “Causeway”, estrelado por Jennifer Lawrence, “The Menu”, com Anya Taylor-Joy, “My Policeman”, com Harry Styles, e “A Mulher Rei”, que traz Viola Davis como guerreira do Reino de Daomé, na África. O Festival de Toronto acontece entre os dias 8 e 18 de setembro. Veja abaixo a lista completa dos filmes confirmados no evento. Abertura “The Swimmers”, de Sally El Hosaini Apresentações de Gala “Alice, Darling”, de Mary Nighy “Black Ice”, de Hubert Davis “Butcher’s Crossing”, de Gabe Polsky “The Greatest Beer Run Ever”, de Peter Farrelly “The Hummingbird”, de Francesca Archibugi “Hunt”, de Lee Jung-jae “A Jazzman’s Blues”, de Tyler Perry “Kacchey Limbu”, de Shubham Yogi “Moving On”, de Paul Weitz “Paris Memories”, de Alice Winocour “Prisoner’s Daughter”, de Catherine Hardwicke “Raymond & Ray”, de Rodrigo García “Roost”, de Amy Redford “Sidney”, de Reginald Hudlin “The Son”, de Florian Zeller “The Swimmers”, de Sally El Hosaini “What’s Love Got To Do With It?”, de Shekhar Kapur ”A Mulher Rei”, de Gina Prince-Bythewood Apresentações Especiais “Allelujah”, de Sir Richard Eyre “All Quiet on the Western Front”, de Edward Berger “The Banshees Of Inisherin”, de Martin McDonagh “Blueback”, de Robert Connolly “The Blue Caftan”, de Maryam Touzani “Broker”, de Hirokazu Kore-eda “Brother”, de Clement Virgo “Bros”, de Nicholas Stoller ”Catherine Called Birdy”, de Lena Dunham “Causeway”, de Lila Neugebauer “Chevalier”, de Stephen Williams “Corsage”, de Marie Kreutzer “Decision to Leave”, de Park Chan-wook “Devotion”, de JD Dillard “Driving Madeleine”, de Christian Carion “El Suplente”, de Diego Lerman “Empire of Light”, de Sam Mendes “The Eternal Daughter”, de Joanna Hogg ”The Fabelmans”, de Steven Spielberg ”Glass Onion: Um Mistério Entre Facas e Segredos”, de Rian Johnson “Good Night Oppy”, de Ryan White “The Good Nurse”, de Tobias Lindholm “Holy Spider”, de Ali Abbasi “Joyland”, de Saim Sadiq “The King’s Horseman”, de Biyi Bandele “The Lost King”, de Stephen Frears “A Man of Reason”, de Jung Woo-sung “The Menu”, de Mark Mylod “On the Come Up”, de Sanaa Lathan “One Fine Morning”, de Mia Hansen-Løve “Other People’s Children”, de Rebecca Zlotowski “Moonage Daydream”, de Brett Morgen ”My Policeman”, de Michael Grandage “Nanny”, de Nikyatu Jusu “No Bears”, de Jafar Panahi “The Return of Tanya Tucker: Featuring Brandi Carlile”, de Kathlyn Horan “Saint Omer”, de Alice Diop “Sanctuary”, de Zachary Wigon “Stories Not to be Told”, de Cesc Gay “Triangle of Sadness”, de Ruben Östlund “Walk Up”, de Hong Sang-soo “Wendell & Wild”, de Henry Selick “The Whale”, de Darren Aronofsky “Women Talking”, de Sarah Polley “The Wonder”, de Sebastián Lelio
Spielberg dirige primeiro clipe musical da carreira
O veterano cineasta Steven Spielberg dirigiu o primeiro clipe musical de sua lendária carreira. A façanha foi revelada pelo músico Marcus Mumford nas redes sociais, onde postou fotos dos bastidores da produção de “Cannibal”, recém-lançado no YouTube. Veja abaixo. De acordo com Mumford, Spielberg gravou o vídeo preto e branco numa única tomada em seu celular. Além do diretor, sua esposa, a atriz Kate Capshaw (“Indiana Jones e o Templo da Perdição”) atuou como produtora, key grip e diretora de arte das gravações, que aconteceu no ginásio de uma escola de Ensino Médio em Nova York. Para completar, o vídeo contou com outra presença ilustre em seus bastidores: a atriz Carey Mulligan (“Bela Vingança”), esposa de Munford, que cuidou do figurino e do som. “Cannibal” é o primeiro single do álbum solo do vocalista do Mumford & Sons. O single já está disponível nas plataformas musicais e o álbum, que terá o mesmo título, será lançado em 16 de setembro. Spielberg, por sua vez, voltará aos cinemas no final de novembro com seu próximo filme, “The Fabelmans”, uma ficção semibiográfica baseada nas memórias de sua juventude. On Sunday 3rd July in a high school gym in New York, Steven Spielberg directed his first music video, in one shot, on his phone. Kate Capshaw was the almighty dolly grip. pic.twitter.com/9KUvONG4u3 — Marcus Mumford (@marcusmumford) July 18, 2022
Produtora revela detalhes da série inspirada em “Os Goonies”
A produtora Gail Berman revelou os primeiros detalhes de “Our Time”, série inspirada no filme clássico “Os Goonies”, confirmando seu desenvolvimento para a plataforma Disney+. O projeto foi escrito por Sarah Watson (criadora de “The Bold Type”) e não é uma adaptação do filme de 1985, mas uma homenagem. A premissa gira em torno de uma professora substituta que conhece três estudantes que sonham filmar sua própria versão do lendário filme de Richard Donner. Em entrevista para a Variety sobre o sucesso de “Elvis”, sua mais recente produção, Berman foi perguntada sobre a série e contou como a ideia surgiu e em que pé se encontra. “Quando eu estava na Paramount, havia esses garotos fazendo um filme sobre ‘Os Caçadores da Arca Perdida’, um remake cena a cena. Na época, o estúdio ficou muito chateado com isso. Mas eu achei que era uma ideia incrível e isso ficou na minha cabeça – como você pode pegar uma ideia como essa e a transforma em uma série?”, indagou Berman. Fãs de “High School Musical” já sabem a resposta, mas vamos adiante. Ele continuou: “Precisávamos de um ótimo roteirista e grandes parceiros, então trouxemos a ideia para a Amblin e os caras adoraram. Sarah Watson é nossa criadora. A série é uma história de uma cidade e uma família ao estilo de ‘Friday Night Lights’, e dentro disso eles contam a história de um remake de ‘Os Goonies’. Tivemos que ir para a Warner Bros., para Toby Emmerich, e perguntar se poderíamos ter direitos [do filme]. Eles disseram que sim, obviamente, por causa de Spielberg e dos Donners. Agora estamos fazendo isso para a Disney+.” Os Donners citados são o falecido diretor Richard Donner, que realizou o longa de 1985 e planejava fazer uma continuação, antes de morrer no ano passado, e sua esposa Lauren Shuler Donner, produtora dos filmes e séries dos X-Men. Além de contar com Richard Donner (que também fez “Superman – O Filme”) atrás das câmeras, “Os Goonies” foi escrito por Chris Columbus (“Esqueceram de Mim”) e por Steven Spielberg em sua fase áurea (época de “E.T,” e “Indiana Jones”), e reuniu um elenco mirim que acabou ficando bem famoso, como as então crianças Josh Brolin (“Vingadores: Ultimato”), Sean Astin (“O Senhor dos Anéis”), Corey Feldman (“Garotos Perdidos”) e Martha Plimpton (“The Real O”Neals”). Nenhum ator foi anunciado para o elenco da série, que prestará tributo ao clássico. Nem há previsão de estreia.
Drew Barrymore celebra 40 anos de “E.T.” com fotos de bastidores
A atriz Drew Barrymore celebrou o aniversário de “E.T. – O Extraterrestre” publicando diversas fotos dos bastidores da produção em seu Instagram durante o fim de semana. O lançamento comercial do filme nos EUA completou 40 anos no sábado (11/6). Lançado em 1982, “E.T.” foi o segundo papel de cinema da atriz, que antes também já tinha feito dois telefilmes, mas é sempre lembrado como o trabalho que a projetou, com apenas sete anos de idade. O sucesso foi tão grande que em seu filme seguinte, “Chamas da Vingança” (1984), Drew Barrymore já foi creditada como protagonista. Atualmente com 47 anos, a estrela abriu seu álbum de fotografias, revelando diversos registros descontraídos com o diretor Steven Spielberg e seu colega de elenco, Henry Thomas, intérprete de seu irmão e que na época também era uma criança, com dez anos. “Feliz aniversário de 40 anos”, ela celebrou. Os fãs da artista e do filme lotaram a postagem de elogios. “Lendário”, “Você é minha ídola desde essa época”, “Esse filme foi especial para muita gente”, disseram, entre muitos outros comentários. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Drew Barrymore (@drewbarrymore)
Anitta diz ter recusado convite para o filme “Amor, Sublime Amor”
A cantora Anitta quase cantou no filme “Amor, Sublime Amor”, musical dirigido por Steven Spielberg. Ela revelou que foi convidada para fazer um teste para participar do elenco da produção, em entrevista exibida no “Fantástico” de domingo (5/6). Entretanto, ela recusou a oportunidade porque não se sentia preparada. “Fui chamada para fazer uma audição e não fui. Estava muito focada na minha carreira de cantora, em fazer minha carreira internacional acontecer”, contou. “Eu acho que, na vida, não dá pra gente agarrar tudo ao mesmo tempo. (…) E eu achava que eu não tinha talento o suficiente para isso”. Mas isso foi em 2019. Agora, Anitta agiria diferente. “Hoje em dia, se me chamarem de novo, eu vou, tá bom? Já estou me preparando, fazendo aula. Já tenho capacidade para fazer vários filmes”, explicou, acrescentando que Spielberg já pode chamá-la de novo, se quiser. Anitta não especificou para qual papel seria testada. Estrelado por Rachel Zegler, Ansel Elgort, Ariana DeBose e Rita Moreno, entre outros, “Amor, Sublime Amor” foi indicado a sete Oscars e levou o de Melhor Atriz Coadjuvante, vencido por DeBose. O filme está disponível em streaming na plataforma Disney+.
Maestro: Netflix revela fotos do novo filme de Bradley Cooper
A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais de “Maestro”, próximo filme de Bradley Cooper, que será uma biografia do famoso maestro e compositor Leonard Bernstein (1918–1990), conhecido por suas trilhas para filmes e peças de teatro como “Amor, Sublime Amor”, “Um Dia em Nova York” e “Sindicato de Ladrões”. Para dar noção da importância de Bernstein para a história dos musicais, basta dizer que ele é o autor da conhecidíssima canção “New York, New York”. A plataforma de streaming “roubou” o filme da Paramount, que estava originalmente desenvolvendo o longa. Entre os produtores do projeto, estão ninguém menos que os cineastas Martin Scorsese (“O Irlandês”), Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”) e Todd Phillips (“Coringa”). Será o segundo filme dirigido por Cooper, após sua estreia atrás das câmeras em “Nasce uma Estrela”. Ele também estrela a produção e aparece bastante envelhecido por maquiagem nas fotos divulgadas. O astro ainda co-escreveu o roteiro com Josh Singer, roteirista do drama vencedor do Oscar “Spotlight”. O longa vai cobrir mais de 30 anos para contar a história complexa do casamento entre Bernstein e sua esposa, Felicia Montealegre. A atriz Carey Mulligan (“Bela Vingança”) interpreta a mulher do compositor e Maya Hawke (“Stranger Things”) está escalada como a filha mais velha do casal, Jamie. Cooper obteve os direitos artísticos das obras de Bernstein e trabalha em estreita colaboração com os filhos do maestro – Jamie, Alexander e Nina. Ele está comprometido com esse projeto já há quatro anos e, graças ao apoio da família de Bernstein e ao controle dos direitos musicais, derrubou um filme rival, chamado de “The American”, que deveria ser dirigido por Cary Fukunaga (“007 – Sem Tempo para Morrer”) e estrelado por Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”). Além da estreia na Netflix, o filme terá lançamento limitado nos cinemas, visando a temporada de premiações. Vale lembrar que “Nasce Uma Estrela”, a estreia de Cooper na direção, foi indicado a oito Oscars. From the set of MAESTRO. pic.twitter.com/y3qsYILk6P — NetflixFilm (@NetflixFilm) May 30, 2022
Ator mirim de “Tubarão” vira xerife da cidade do filme
Olha só que curioso. Jonathan Searle, que em 1975 foi responsável por um dos momentos mais famosos do filme “Tubarão”, virou nesta semana o xerife da cidade em que o clássico de Steven Spielberg foi realizado. Sargento da polícia de Edgartown, Searle venceu a eleição para xerife de Oak Bluffs, comunidade litorânea do estado de Massachusetts, que é habitada por pouco mais de 5 mil pessoas. No filme, a cidade é chamada de Amity, mas é o mesmo lugar. Vale lembrar que o herói do clássico de 1975 era o xerife da cidade, Martin Brody, papel de Roy Scheider – que junto com um biólogo marinho e um caçador de tubarões profissional, vai caçar o tubarão branco que tem atacado os banhistas da cidade. “Estou achando a coisa toda muito engraçada também!”, admitiu Searle ao jornal americano New York Post. O atual xerife só atuou neste filme em sua vida. Foi uma participação pequena, mas marcante. Jonathan Searle e seu irmão mais velho Steven apareceram juntos como dois garotos que armam uma pegadinha, fingindo ser um tubarão para assustar os turistas. O resultado é um surto de pânico coletivo na praia. Longe de Hollywood, Jonathan preferiu seguir os passos do pai, George Searle, que foi policial por três décadas. O interessante é que, em sua carreira na polícia, Searle já precisou investigar relatos de avistamento de tubarões na sua cidade em 2008. No entanto, após conversar com um denunciante, concluiu que o alerta “não tinha credibilidade”, conforme noticiou o Vineyard Gazette na época. Relembre abaixo a cena de Jonathan Searle em “Tubarão”. 'Jaws' child star named police chief of town where movie was filmed https://t.co/s3R8zPh9Rv pic.twitter.com/5sKBJgDm9b — New York Post (@nypost) May 19, 2022
Jon Batiste vai estrear como ator na versão musical de “A Cor Púrpura”
Depois de vencer o Grammy 2022 de clipe, gravação e álbum do ano, o músico e cantor Jon Batiste vai fazer sua estreia como ator na nova versão de cinema de “A Cor Púrpura”. Originalmente um livro de Alice Walker, “A Cor Púrpura” chegou às telas pela primeira vez em 1985, num filme dirigido por Steven Spielberg, que lançou a carreira da atriz Whoopi Goldberg. A história da mulher negra que luta para encontrar sua identidade após sofrer anos de abusos do pai e do marido, acabou transportada para a Broadway em 2005, numa montagem musical que recebeu 11 indicações ao Tony (o Oscar do teatro), e voltou a ser montada em 2015, quando venceu dois Tonys, incluindo de Melhor Revival Musical. O novo filme será musical como o espetáculo da Broadway e trará o artista como Grady, o marido de Shug Avery (interpretado por Taraji P. Henson, de “Empire”), um pianista de fala doce. Ao lado de seus vários Grammys, Batiste já tem um Oscar na estante, como um dos autores da trilha sonora premiada de “Soul”, animação da Pixar. O elenco de “A Cor Púrpura” ainda inclui Danielle Brooks (“Pacificador”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”), Corey Hawkins (“The Walking Dead”), a cantora H.E.R., que também estreia como atriz, e destaca Fantasia Barrino, cantora revelada na 3ª temporada do programa “American Idol” (exibida em 2004), no papel principal. Fantasia já teve sua própria história pessoal de abuso transformada em telefilme (“A História de Fantasia Barrino”, de 2006), além de ter estrelado o musical “Soul Kittens Cabaret” em 2011. A adaptação é escrita por Marcus Gardley, roteirista da série “The Chi”, e a produção é comandada por um time poderoso, que incluiu Spielberg, a apresentadora Oprah Winfrey, que estreou como atriz no longa de 1985, o cineasta Scott Sanders (“Black Dynamite”) e o jazzista Quincy Jones, autor da trilha do filme original. Para completar, a direção está a cargo de ganês Blitz Bazawule, que assinou parte do álbum visual “Black Is King”, de Beyoncé. Além de diretor, Bazawule também é músico e compositor e já lançou quatro álbuns, e essa sensibilidade musical, aliada à repercussão de “Black Is King”, tem gerado muita expectativa em torno de seu primeiro longa hollywoodiano. A Warner estabeleceu a data de lançamento em 20 de dezembro de 2023. Veja abaixo o clipe de Jon Batiste que o Grammy 2022 considerou o melhor vídeo musical do ano.
Rita Moreno celebra vitória de Ariana DeBose no Oscar 2022
A atriz Rita Moreno, primeira latina a vencer o Oscar em 1962, congratulou Ariana DeBose por vencer a estatueta no domingo passado (27/3), como Melhor Atriz Coadjuvante por interpretar Anita em “Amor, Sublime Amor”. O detalhe é que Moreno venceu seu Oscar pelo mesmo papel, na filmagem de “Amor, Sublime Amor” de 60 anos atrás. As duas intérpretes de Anita chegaram a contracenar no novo filme dirigido por Steven Spielberg, numa única cena marcante. E parece que DeBose deixou uma forte impressão em Moreno, que escreveu no Twitter: “Ariana DeBose, eu odeio dizer que eu avisei, mas eu avisei! Seu discurso de aceitação foi direto ao ponto, garota, para não falar em tocante! Para a frente e para a frente…”, a estrela veterana publicou em seu perfil. Ela ainda acrescentou: “Você tem um mundo esperando por você. Parabéns pelo Oscar e todos os muitos outros reconhecimentos que você recebeu este ano. Você os conquistou!”. …You a have World waiting for you. Congratulations on the Oscar and all the many other acknowledgements you received this year. You have earned them! — Rita Moreno (@TheRitaMoreno) March 29, 2022
Oscar 2022 é nesta noite. Conheça os indicados
O Oscar 2022 acontece na noite deste domingo (23/3) no Dolby Theatre em Los Angeles, com apresentação de três comediantes: Wanda Sykes (“The Other Two”), Amy Schumer (“Viagem das Loucas”) e Regina Hall (“Nove Desconhecidos”). Pela primeira vez fora da TV aberta brasileira desde que começou a ser transmitido pela TV Tupi em 1970, o evento poderá ser acompanhado ao vivo, a partir das 20h, pelo canal pago TNT e pela plataforma de streaming Globoplay (que vai abrir o sinal e permitir que o público assista gratuitamente). A lista de indicados à premiação foi revelada em 8 de fevereiro. Entre surpresas e confirmações de expectativas, o filme com o maior número de citações é “Ataque dos Cães”, que disputa 12 prêmios e garantiu um momento histórico para Jane Campion. A cineasta neozelandeza se tornou a primeira mulher a disputar duas vezes o Oscar de Melhor Direção, após ter sido indicada pela primeira vez em 1994, com “O Piano”. Ela ainda concorre na categoria de Melhor Roteiro Adaptado. “Ataque dos Cães” também é o filme com mais atores na 94ª edição do Oscar. Benedict Cumberbatch foi indicado a Melhor Ator, Kirsten Dunst a Atriz Coadjuvante e Jesse Plemons e Kodi Smit-McPhee entraram juntos na categoria de Ator Coadjuvante. Outro marco foi alcançado por Denzel Washington, ao atingir sua 10ª indicação à honraria máxima do cinema, por seu desempenho em “A Tragédia de Macbeth”. Uma das principais “surpresas” do Oscar apareceu justamente nas categorias de interpretação. Kristen Stewart, no primeiro reconhecimento da Academia americana a seu talento (após já ter vencido um César, o Oscar francês), acabou ficando com a vaga que Lady Gaga dava como quase certa, numa inversão do que aconteceu no prêmio do Sindicato dos Atores. Elogiadíssima pela crítica, a protagonista de “Spencer” tinha sido esnobada pelos colegas no SAG Awards, enquanto a cantora, sem a mesma unanimidade na imprensa, foi considerada pelo Sindicato dos Atores como uma das melhores atrizes do ano pelo risível “Casa Gucci”. Mais uma surpresa positiva foi a presença de Penélope Cruz, que já tinha sido premiada como Melhor Atriz no Festival de Veneza por “Mães Paralelas” – drama espanhol que ainda disputa Melhor Trilha Sonora. Seu marido, Javier Bardem, também foi indicado como Melhor Ator por “Apresentando os Ricardos”, marcando um retorno do casal ao Oscar, após vencerem prêmios como Coadjuvantes. Estas indicações se somam às inclusões do japonês “Drive My Car”, do dinamarquês “Flee” e do norueguês “A Pior Pessoa do Mundo” em mais categorias que a evidente Melhor Filme Internacional para reforçar uma tendência irreversível de internacionalização da Academia. O Oscar, porém, não perdeu de vista seu legado hollywoodiano, representado pela inclusão de Steven Spielberg na disputa de Melhor Direção. O veterano cineasta alcançou uma marca histórica com a indicação, tornando-se o primeiro diretor a concorrer ao prêmio em seis décadas diferentes – nos anos 1970 por “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”, nos 1980 por “Os Caçadores da Arca Perdida” e “ET: O Extraterrestre”, nos 1990 por “A Lista de Schindler” e “O Resgate do Soldado Ryan”, nos 2000 por “Munique”, nos 2010 por “Lincoln” e agora por “Amor, Sublime Amor”. Ele já venceu duas vezes. Embora a lista da Academia tenha corrigido supostas distorções da temporada de premiação, graças à Disney acabou criando outra, com a inclusão de “Dos Oruguitas” e não o fenômeno “We Don’t Talk About Bruno” na disputa de Melhor Canção por “Encanto”. O estúdio simplesmente não inscreveu a música mais popular do desenho animado na competição! Em compensação, Beyoncé, Billie Eilish e o veterano Van Morrison foram confirmados com suas respectivas gravações e cantarão no evento. Confira abaixo a lista completa dos indicados ao Oscar 2022. Melhor Filme “Belfast” “Não Olhe Para Cima” “Duna” “Licorice Pizza” “Ataque dos Cães” “No Ritmo do Coração” “Drive My Car” “King Richard: Criando Campeãs” “O Beco do Pesadelo” “Amor, Sublime Amor” Melhor Atriz Jessica Chastain – “Os Olhos de Tammy Faye” Olivia Colman – “A Filha Perdida” Penélope Cruz – “Mães Paralelas” Nicole Kidman – “Apresentando os Ricardos” Kristen Stewart- “Spencer” Melhor Ator Javier Bardem – “Apresentando os Ricardos” Benedict Cumberbatch – “Ataque dos Cães” Andrew Garfield – “Tick, tick… Boom!” Will Smith – “King Richard: Criando Campeãs” Denzel Washington – “A Tragédia de Macbeth” Melhor Atriz Coadjuvante Jessie Buckley – “A Filha Perdida” Ariana DeBose – “Amor, Sublime Amor” Judi Dench – “Belfast” Kirsten Dunst – “Ataque dos Cães” Aunjanue Ellis – “King Richard: Criando Campeãs” Melhor Ator Coadjuvante Ciarán Hinds – “Belfast” Troy Kotsur – “No Ritmo do Coração” Jesse Plemons – “Ataque dos Cães” J.K. Simmons – “Apresentando os Ricardos” Kodi Smit-McPhee – “Ataque dos Cães” Melhor Direção Kenneth Branagh – “Belfast” Ryûsuke Hamaguchi – “Drive My Car” Jane Campion – “Ataque dos Cães” Steven Spielberg – “Amor, Sublime Amor” Paul Thomas Anderson – “Licorice Pizza” Melhor Roteiro Adaptado Sian Heder – “No Ritmo do Coração” Ryûsuke Hamaguchi e Takamasa Oe – “Drive My Car” Denis Villeneuve, Jon Spaihts e Eric Roth “Duna” Maggie Gyllenhaal – “A Filha Perdida” Jane Campion – “Ataque dos Cães” Melhor Roteiro Original Kenneth Branagh – “Belfast” Adam McKay e David Sirota – “Não Olhe Para Cima” Zach Baylin – “King Richard: Criando Campeãs” Paul Thomas Anderson – “Licorice Pizza” Eskil Vogt e Joachim Trier – “A Pior Pessoa do Mundo” Melhor Fotografia Greig Fraser – “Duna” Ari Wegner – “Ataque dos Cães” Dan Laustsen – “Beco do Pesadelo” Bruno Delbonnel – “A Tragédia de Macbeth” Janusz Kaminski – “Amor, Sublime Amor” Melhor Edição Hank Corwin – “Não Olhe Para Cima” Joe Walker – “Duna” Pamela Martin – “King Richard: Criando Campeãs” Peter Sciberras – “Ataque dos Cães” Myron Kerstein e Andrew Weisblum – “Tick, tick… Boom!” Melhor Design de Produção “Duna” “Ataque dos Cães” “O Beco do Pesadelo” “A Tragédia de Macbeth” “Amor, Sublime Amor” Melhor Figurino Jenny Beavan – “Cruella” Massimo Cantini Parrini e Jacqueline Durran – “Cyrano” Jacqueline West e Robert Morgan – “Duna” Luis Sequeira – “O Beco do Pesadelo” Paul Tazewell – “Amor, Sublime Amor” Maquiagem e Penteado “Um Príncipe em Nova York 2” “Cruella” “Duna” “Os Olhos de Tammy Faye” “Casa Gucci” Efeitos Visuais “Duna” “Free Guy” “007 – Sem Tempo Para Morrer” “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” Melhor Som “Belfast” “Duna” “007 – Sem Tempo Para Morrer” “Ataque dos Cães” “Amor, Sublime Amor” Melhor Trilha Sonora Nicholas Britell – “Não Olhe Para Cima” Hans Zimmer – “Duna” Germaine Franco – “Encanto” Alberto Iglesias – “Mães Paralelas” Jonny Greenwood – “Ataque dos Cães” Canção Original “Be Live”, de Beyoncé Knowles-Carter e Darius Scott – “King Richard: Criando Campeãs” “Dos Oruguitas”, de Lin-Manuel Miranda – “Encanto” “Down To Joy”, de Van Morrison – “Belfast” “No Time to Die”, de Billie Eilish e Finneas O’Connell – “007 – Sem Tempo Para Morrer” “Somehow You Do”, de Diane Warren -“Four Good Days” Melhor Filme Internacional “Drive My Car” (Japão) “Flee” (Dinamarca) “A Mão de Deus” (Itália) “A Felicidade das Pequenas Coisas” (Butão) “A Pior Pessoa do Mundo” (Noruega) Melhor Animação “Encanto” “Flee” “Luca” “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” “Raya e o Último Dragão” Melhor Documentário “Ascension” “Attica” “Flee” “Summer of Soul (Ou, Quando a Revolução Não Pode Ser Televisionada)” “Writing With Fire” Melhor Curta-Metragem “Ala kanchuu – Take and run” “The Long Goodbye” “The Dress” “On My Mind” “Please Hold” Melhor Curta de Animação “Affairs of the art” “Bestia” “Boxballet” “Robin Robin” “The Windshield Wiper” Melhor Documentário de Curta-Metragem “Audible” “The Queen of Basketball” “Lead Me Home” “Three Songs For Benazir” “When We Were Bullies”











