Fox encomenda série nacional sobre Feminicídio
A Fox, que deve virar Star em 2021, pretende continuar investindo na produção de séries nacionais. Segundo informações do colunista Fefito, o canal, que tem em desenvolvimento uma série biográfica sobre Silvio Santos, encomendou sua segunda produção para o ano que vem. Intitulada “Feminicídio”, a série pretende contar histórias que abordem a violência contra a mulher. Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas pra os Direitos Humanos (ACNUDH), o Brasil é um dos cinco países mais violentos do mundo contra mulheres, e em 2020 ainda houve um aumento de 22% de casos, durante a pandemia. A série terá oito capítulos e formato de antologia semanal. Isto é, cada episódio contará uma história com personagens (e elenco) diferentes um do outro. A produção está a cargo da Cine Filmes e será dirigida por Susanna Lira, que dirigiu documentários como “Torre das Donzelas”, “Mataram Nossos Filhos” e “Intolerância.doc”, além de ter comandado a série “Rotas do Ódio”, no canal pago Universal. O elenco está em fase de escalação e a previsão é que as gravações comecem já em janeiro.
Ações da Disney disparam 14% e batem recorde após Dia do Investidor
As ações da Disney explodiram nesta sexta-feira (11/12), subindo quase 14% em 24 horas, até fechar ao preço de US$ 175,72, seu maior valor em todos os tempos. O volume de negócios foi cerca de nove vezes o nível normal. A euforia dos investidores reflete o impacto do evento batizado de Dia do Investidor da Disney, que envolveu quatro horas de apresentações na noite de quinta-feira (10/12). Comparado a uma Comic-Con expressa, o evento não foi uma sucessão de números exibidos em powerpoints, como costumam ser apresentações do gênero, mas um desfile de conteúdos que convenceram o mundo sobre a inevitabilidade dos planos da empresa para suplantar a Netflix até 2024. Foram apresentados cerca de 100 títulos novos em desenvolvimento para as plataformas de streaming do conglomerado, entre eles cerca de uma dezena de séries de super-heróis e outra dezena de séries derivadas de “Star Wars”, além do compromisso de investimento de até US$ 16 bilhões para viabilizar todos esses projetos. A empresa sustenta que esse empenho deverá lhe render entre 230 milhões e 260 milhões de assinantes na Disney+ (Disney Plus) até 2024. O pico atingido por suas ações revela que o mercado também acredita nisso. Vale lembrar que a Netflix registrou 195 milhões de assinantes globais em 30 de setembro. Os analistas do mercado de ações expressaram sua admiração pelo projeto da Disney. Mas não foi por puro entusiasmo. O mercado levou em conta as projeções feitas em evento similar do ano passado, quando Bob Iger anunciou o que se poderia esperar da Disney+ (Disney Plus). As metas traçadas para cinco anos de streaming já foram amplamente superadas em um ano apenas, o que torna bastante claro que a plataforma da Disney deve mesmo se tornar a maior empresa streaming do mundo em pouco tempo. Michael Nathanson, da empresa MoffettNathanson, assinou uma nota de recomendação, afirmando: “Embora esperássemos ouvir sobre aumento de investimento em conteúdo da Disney para seus negócios de DTC (direto ao consumidor, isto é: streaming), o tamanho e a qualidade do tsunami de conteúdo que atingiu a apresentação da Disney+ (Disney Plus) foi alucinante e assustador para qualquer empresa que esteja pensando em competir no espaço de entretenimento com eles.” Outro analista, Benjamin Swinburne, do Morgan Stanley, chegou a considerar as projeções da Disney tímidas. Para ele, a Disney+ (Disney Plus) não terá menos de 300 milhões de assinantes até 2024, tornando-a capaz de gerar uma receita anual de US$ 35 bilhões para o conglomerado – o que suplantará todas as outras atividades da Disney e levará a uma mudança ainda mais profunda na empresa.
Disney planeja gastar US$ 16 bilhões com conteúdo exclusivo para streaming
O saldo do evento corporativo de quatro horas da Disney, batizado de Dia de Investidor, teve o impacto de uma grande Comic-Con concentrada numa única noite, com mais de uma centena de anúncios de novas produções e revelações exclusivas sobre projetos em desenvolvimento. Os executivos da empresa oficializaram ao todo, na contagem do CEO Bob Chapek, produções de 63 séries e 42 filmes, com 80% deles voltados para o streaming. A conta para realizar tudo isto também foi anunciada. E será significativa. Durante a apresentação, representantes do conglomerado assumiram que irão desembolsar entre US$ 14 e US$ 16 bilhões para produzir conteúdo original para os serviços de streaming Disney+ (Disney Plus) e Hulu (Star+ no Brasil em 2021), com a proposta de aumentar sua produção de séries e filmes originais para 100 por ano até 2024. A maior parte destes gastos serão consumidos pela Disney+ (Disney Plus), afirmou a CFO do conglomerado, Christine McCarthy, no final da maratona do encontro com investidores da noite de quinta-feira (10/12). E o presidente executivo Bob Iger, que supervisiona o conteúdo criativo global, adicionou que a lista de conteúdo original era consideravelmente “mais robusta do que havíamos previsto inicialmente”. Os valores são pelo menos o dobro do que foi inicialmente antecipado por Iger no anúncio de lançamento da plataforma, há mais de um ano. Mas também refletem um crescimento muito maior e mais acelerado que o esperado da Disney+ (Disney Plus), bem como sua expansão para o mercado internacional e reposicionamento como maior rival da Netflix, além de um planejamento global com menos opções cinematográficas, devido à pandemia de coronavírus. A expectativa da Disney com esse investimento é atingir entre 230 e 260 milhões de assinantes até 2024. Até lá, o streaming deverá gerar perdas, alcançando seu pico de gastos de 2021, para passar a ser lucrativo apenas no final deste ciclo. Vai custar uma fortuna, mas também render uma fortuna. E com dividendos antecipados. As ações da Disney subiram 14% nesta sexta (11/12), após o impacto do Dia do Investidor, atingindo um recorde histórico de valorização da empresa, enquanto outros estúdios (leia-se Warner) temem uma implosão. “O fato é que estamos apenas começando”, disse Iger.
Plataforma de streaming adulto da Disney, Star+ chega ao Brasil em junho
Durante seu evento do Dia do Investidor, na noite desta quinta (10/12), a Disney revelou seus planos de streaming para suas marcas adultas, como ABC, FX e 20th Century Studios. Enquanto este conteúdo é disponibilizado na plataforma Hulu nos EUA, ele alimentará um novo serviço no resto do mundo, batizado de Star, cujo logo e cronograma de lançamento foi apresentado pela primeira vez em público. A oficialização da plataforma Star confirma notícias que estavam surgindo a conta-gotas, como a transformação dos canais Fox em Star a partir de 2021 na América Latina. O nome Star vem de uma propriedade adquirida pela Disney na compra dos negócios da Fox, a rede Star India, uma espécie de Globo indiana, com atividades multimídias. A marca agora se tornará lar da ampla gama de conteúdo que não se encaixa na proposta da Disney+ (Disney Plus), como os filmes “Logan”, “Deadpool” e “Alien”. Mas a forma como a Star será disponibilizada será diferente de região a região. Na Europa, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, o conteúdo da Star poderá ser encontrado dentro do aplicativo Disney+ (Disney Plus) a partir de 23 de fevereiro. Os interessados passarão a pagar um pouco mais pela assinatura, concentrando a cobrança num único produto. Na Europa, por exemplo, o app com acesso à Disney+ (Disney Plus) e Star custará 9 euros. Na América Latina, a Star se tornará um serviço de streaming independente com nome ligeiramente diferente. Será Star+, com lançamento já marcado para junho de 2021. A Star+, na versão que chega ao Brasil, contará com filmes, séries e também esportes ao vivo, incluindo partidas de futebol. Isto indica que a Disney optou por não apostar numa versão internacional da ESPN+. A nova plataforma não será disponibilizada nos Estados Unidos, onde o conglomerado manterá seu conteúdo adulto e de entretenimento geral na Hulu e o esporte na ESPN+. A Disney teria considerado a possibilidade de internacionalizar a Hulu, que tem quase 39 milhões de assinantes americanos, mas decidiu que seria melhor lançar um novo serviço com marca de maior apelo global. O streaming da Star India, Hotstar, já parte com 18 milhões de assinantes na região.
Canais Fox vão virar Star em toda a América Latina
A mudança no nome dos canais Fox na América Latina era questão de tempo. A Disney já tinha alterado as denominações de outras empresas da antiga 21st Century Fox, limando o nome Fox após negociar a compra dos ativos do magnata Rupert Murdoch e outros acionistas da empresa de mídia – a 20th Century Fox virou 20th Century Studios, enquanto a Fox Searchligh se tornou Searchlight Studios, por exemplo. Agora surge informação de que os canais Fox vão virar Star. O novo nome vem de outra propriedade adquirida pela Disney na compra dos negócios da Fox, a rede Star India, uma espécie de Globo indiana, com atividades multimídias. A Disney quer aposentar o nome Fox, porque este nome continua a denominar uma rede de TV nos EUA. A Fox americana ainda é propriedade de Murdoch, assim como a Fox News e a Fox Sports. Vários sites latinos publicaram neste fim de semana que um memorando foi enviado à funcionários da Fox Latin American Channels sobre a mudança. O documento afirmaria que os canais pagos de nome Fox passarão a ser denominados Star, inclusive a Fox Premium, que passaria a ser chamada de Star Premium. O canal FX não deve ser afetado. A nova denominação seria oficializada em fevereiro de 2021. A denominação Star também deve batizar um pacote de streaming a ser oferecido em breve, opcionalmente, junto com a Disney+ (Disney Plus). Além do material que atualmente encontra-se disponível na Fox Play, a plataforma rebatizada também passaria a receber o acervo da Hulu, tornando-se na prática a Hulu latina. Com isso, a Disney teria uma alternativa de conteúdo adulto para oferecer a assinantes interessados, incluindo todo o material que não entrou na Disney+ (Disney Plus) por ser para maiores de 16 anos. Há três semanas, quando a Disney+ (Disney Plus) estava prestes a chegar ao Brasil, a chefe de Desenvolvimento de Negócios Estratégicos da Disney na América Latina, Juliana Oliveira, chegou a dizer, em entrevista remota, que “o Bob Chapek, nosso CEO mundial, já compartilhou que, enquanto nos Estados Unidos temos o Hulu, mundialmente nossa plataforma focada em entretenimento será o Star Plus. E, no futuro, a gente poderá compartilhar mais informações sobre esse lançamento”. Os detalhes envolvendo a marca Star serão revelados oficialmente no “Dia do Investidor da Disney”, um dos principais eventos do calendário anual da The Walt Disney Company, que está marcado para 10 de dezembro nos EUA.
Disney+ (Disney Plus) estreia no Brasil com atrações inéditas e catálogo poderoso
A plataforma Disney+ (Disney Plus) estreia no Brasil nesta terça-feira (17), um ano após seu lançamento nos EUA superar todas as expectativas do mercado. O serviço de streaming oferece o catálogo de filmes e séries da Disney num único local, além de trazer produções inéditas e exclusivas, como a primeira série live-action de “Star Wars”, a excelente “The Mandalorian”, a filmagem do grande sucesso da Broadway “Hamilton”, a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo” e os vindouros lançamentos de “Mulan” e “Soul”, que trocaram os cinemas pelo streaming, devido à pandemia de coronavírus. O catálogo da plataforma, que recentemente atingiu mais de 73 milhões de assinantes globalmente, inclui ainda vários clássicos e blockbusters da Disney, Pixar, Marvel, Lucasfilm (Star Wars) e National Geographic. Mas pouca coisa da Fox, que produz material mais adulto e será disponibilizado em breve em uma plataforma-irmã. Nos EUA, as produções da Fox – e do canal pago FX – são lançadas na Hulu, mas a plataforma internacional adulta da Disney deve se chamar Star, nome de uma subsidiária indiana que já tem grande presença na Ásia e foi adquirida com a compra da Fox. Ainda não há previsão de estreia para esta segunda plataforma. Por enquanto, a Disney+ (Disney Plus) já tem programação mais que suficiente para entreter fãs de desenhos, super-heróis, aventuras espaciais, princesas e romances adolescentes. Além disso, o serviço tem planos concretos de investir em produções brasileiras, a exemplo do que outras plataformas de streaming já vem fazendo no país. “Nós vamos investir bastante em desenvolvimento de conteúdo local. Teremos artistas locais, produtores locais e diretores locais”, disse Juliana Oliveira, Head de Strategy & Business Development da Disney, durante apresentação do Disney+ (Disney Plus) à imprensa brasileira na semana passada. Ainda não há cronograma para os novos projetos brasileiros, mas os assinantes já poderão encontrar as séries nacionais do Disney Channel no novo endereço online, incluindo os sucessos “Bia”, “Juacas”, “Sou Luna” e “Violeta”. Vale apontar ainda que o serviço chega por aqui com alguns diferenciais em relação aos concorrentes. O principal é a funcionalidade de GroupWatch, que permite aos usuários assistirem juntos, e de forma sincronizada, a uma série ou um filme. Também é possível interagir e comentar com emojis, e cada assinante poderá criar até 7 perfis dentro da plataforma e assistir a até 4 telas simultâneas. Para completar, os pais tem acesso à criação de perfis kids para ativar o controle parental, definindo o que seus filhos podem assistir de acordo com suas idades.
Disney+ (Disney Plus) supera 70 milhões de assinantes antes da estreia no Brasil
A cinco dias de sua inauguração no Brasil e no restante da América Latina, a Disney+ (Disney Plus) festeja a superação da marca de 70 milhões de assinantes mundiais. Chamando a plataforma de um “verdadeiro ponto brilhante” para os negócios da Disney, o CEO do conglomerado de entretenimento, Bob Chapek, destacou o sucesso do streaming em sua apresentação do desempenho da empresa para investidores nesta quinta (12/11). Com um total de 73,7 milhões de assinantes somados, a Disney+ (Disney Plus) superou em muito as projeções mais otimistas do estúdio. Vale lembrar que a meta da Disney era chegar a 60 milhões de assinantes em cinco anos. Tem 13 milhões a mais e nem completou inteiramente seu primeiro ano de atividades. O detalhe mais impressionante é que estes 13 milhões extras foram somados apenas nos últimos três meses, enquanto a projeção da Netflix para o mesmo período foi de 2,5 milhões de novos usuários. O grande atrativo da plataforma, que teve 10 milhões de inscrições nos EUA nas primeiras 24 horas de disponibilidade, é sua vasta biblioteca de programação, com muitas séries e filmes do catálogo da Disney, que só estão disponíveis no serviço. Mas ainda há pouco material criado exclusivamente para o streaming, o que chama atenção em sua comparação inevitável com a Netflix. Por enquanto, o maior atrativo é “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”, e os filmes que a Disney redirecionou do cinema durante a pandemia, em especial “Mulan” e “Hamilton”. Outras produções badaladas, como séries derivadas dos filmes da Marvel, tiveram as gravações suspensas devido à crise sanitária mundial e só vão estrear em 2021. O fato é que a Disney+ (Disney Plus) se tornou mais que um “ponto brilhante”, mas o único ponto brilhante de todo o conglomerado Disney. Seu sucesso foi capaz de fazer subir as ações do estúdio em 5% nesta quinta, mesmo com perdas generalizadas em todas as outras áreas. A empresa está tomando um prejuízo estimado em US$ 6,9 bilhões na área que até então representava sua maior fonte de faturamento, os parques temáticos. Fechados ou com grandes limitações de funcionamento, os parques puxam a maior quantidade de demissões na Disney. Nada menos que 28 mil funcionários do setor já foram demitidos e mais cortes devem ser anunciados diante da falta de atividades da Disneylândia na Califórnia. Mas Chapek, que veio do comando dos parques para a chefia de todo o conglomerado, prefere destacar a capacidade demonstrada pela Disney para crescer diante das adversidades. “Mesmo com a interrupção causada pelo covid-19, fomos capazes de administrar nossos negócios de maneira eficaz e, ao mesmo tempo, tomar medidas ousadas e deliberadas para posicionar nossa empresa para um maior crescimento de longo prazo”, ele disse em um comunicado que acompanhou os números do trimestres. Apesar do otimismo, os números não favorecem o discurso de sucesso, porque o streaming é um negócio que ainda funciona no vermelho. A própria Disney espera que seu investimento na plataforma só comece a dar retorno em 2024. Mas o ritmo de crescimento pode adiantar esse prazo. A Disney planeja revelar mais detalhes sobre a reorganização de seus negócios e como pretende priorizar, impulsionar e investir em seu projeto de streaming em 10 de dezembro, data em que marcou um “Dia do Investidor”. A empresa também tende a usar esse evento para revelar novos detalhes de seu vindouro serviço de streaming internacional, que deverá ter a marca Star – a mesma de uma rede indiana que a Disney adquiriu da Fox.
Star: Série cancelada terá telefilme para concluir história
O criador de “Star”, Lee Daniels, postou um vídeo em sua conta no Instagram para dar uma boa notícia para os fãs da série cancelada. Interrompida pela Fox em maio, depois de três temporadas, a história de “Star” será concluída num telefilme (“filme da semana”, no jargão usado pelo cineasta-produtor) de duas horas de duração. Segundo Daniels, a produção vai finalizar todas as tramas paralelas e ainda trará participações especiais. “Nós vamos fazer algo realmente especial para deixar vocês gritando, com todos os nossos membros do elenco – inclusive os mortos.” Daniels não compartilhou nenhum outro detalhe e a Fox não comentou o projeto. Portanto, não se sabe se o telefilme será lançado no mesmo canal, quando ele irá ao ar ou que enredo permitiria que personagens mortos retornassem – como zumbis, talvez? Das 25 séries canceladas em maio, “Star” foi considerada uma das maiores surpresas. Tanto que Daniels tentou ressuscitar o drama musical em outras plataformas. Quando as negociações não obtiveram o resultado que ele pretendia, ele prometeu que buscaria outro formato para apresentar uma conclusão para os fãs. “Vamos ter algum tipo de conclusão. Vocês ainda não viram o último suspiro de ‘Star’, eu prometo. Teremos algo que os deixará felizes”, ele chegou a publicar um mês antes de confirmar a novidade. “Star” acompanhava três garotas de vidas bem diferentes que decidem formar um conjunto vocal de R&B, indo da pobreza ao estrelato. O trio central de protagonistas era formado por Jude Demorest (série “Dallas”), intérprete de Star, a personagem-título, Ryan Destiny (série “Low Winter Sun”) e Brittany O’Grady (série “The Messengers”). Mas era, os coadjuvantes que se destacavam, com Benjamin Bratt (série “Law & Order”), Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 7”) e os cantores Lenny Kravitz (“Jogos Vorazes”), Queen Latifah (“Bessie”) e Gladys Knight, que fez participação especial como ela mesma. Ver essa foto no Instagram Get ready for a two hour GAG!!!!! ⭐️ Uma publicação compartilhada por Lee Daniels (@leedaniels) em 5 de Jul, 2019 às 1:33 PDT
Star: Série musical do criador de Empire é cancelada pela Fox
A rede americana Fox anunciou o cancelamento da série musical “Star” após três temporadas. A notícia chega dois dias após o final da última temporada, que deixou o destino de vários personagens no ar. Assim, a trama da série não terá resolução. A série era uma produção do cineasta Lee Daniels, criador de “Empire”, e se passava no mesmo universo da outra série, inclusive com direito a crossover na temporada passada. Mas nunca atingiu o mesmo nível de sucesso de “Empire”. Mesmo assim, tinha uma audiência consistente, com 3,5 milhões de telespectadores e 1 ponto na demo, durante sua 3ª temporada. Cada ponto inteiro equivale a 1,3 milhão de público adulto qualificado na medição da consultoria Nielsen. E, neste quesito, a atração da Fox teve desempenho melhor que muitas séries renovadas em outros canais de maior audiência. O problema é que a Fox quer mudar radicalmente sua programação, livrando-se de contratos de produção firmados com a 20th Century Fox Television, que costumava fazer parte de seu conglomerado até recentemente, mas que hoje pertence à Disney. “Star” acompanhava três garotas de vidas bem diferentes que decidem formar um conjunto vocal de R&B, indo da pobreza ao estrelato. O trio central de protagonistas era formado por Jude Demorest (série “Dallas”), intérprete de Star, a personagem-título, Ryan Destiny (série “Low Winter Sun”) e Brittany O’Grady (série “The Messengers”). Mas são os coadjuvantes que se destacaram, com Benjamin Bratt (série “Law & Order”), Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 7”) e os cantores Lenny Kravitz (“Jogos Vorazes”), Queen Latifah (“Bessie”) e Gladys Knight, que fez participação especial como ela mesma.
Série musical Star é renovada para a 3ª temporada
A rede americana Fox anunciou a renovação da série “Star” para sua 3ª temporada. Criada pelo cineasta Lee Daniels, a série integra um universo dramático musical com “Empire”. Sem repetir o fenômeno de “Empire”, a série musical sobre um trio vocal feminino manteve em sua 2ª temporada quase a mesma média da estreia, com 4,1 milhões de telespectadores ao vivo. Esta estabilidade se deve à decisão estratégica de realizar um crossover com “Empire” logo no começo da temporada. Quando somadas as audiências de todas as plataforma, a série atinge 7,5 milhões de telespectadores. O trio central de protagonistas é formado por Jude Demorest (série “Dallas”), intérprete de Star, a personagem-título, Ryan Destiny (série “Low Winter Sun”) e Brittany O’Grady (série “The Messengers”). Mas são os coadjuvantes que se destacam, com Benjamin Bratt (série “Law & Order”), Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 7”), a top model Naomi Campbell (“Zoolander”) e os cantores Lenny Kravitz (“Jogos Vorazes”), Queen Latifah (“Bessie”) e Gladys Knight, que faz participação especial como ela mesma. Assim como nas primeiras temporadas, a 3ª também também deverá ter 13 episódios.
Trailer da 4ª temporada de Empire destaca estreia de Forest Whitaker e influência de Dinastia
A Fox divulgou o novo trailer da 4ª temporada de “Empire“, que destaca a nova rivalidade da trama. Dando sequência aos eventos do final da temporada anterior – e pegando a dica noveleira de “Dinastia” – , os produtores aumentaram o papel de Phylicia Rashad na trama para explorar rivalidades femininas. O resultado são duas famílias em pé de guerra, lideradas por suas matriarcas: Diana DuBois (Rashad) versus Cookie Lyon (Taraji P. Henson). A prévia também destaca a estreia do ator Forest Whitaker (“Rogue One: Uma História Star Wars”) na trama. Ele terá um papel recorrente, como um ícone musical e mentor de Lucious (Terrence Howard). A participação marcará o reencontro do ator com o cineasta Lee Daniels e o roteirista Danny Strong, criadores de “Empire”, com quem ele trabalhou anteriormente no filme “O Mordomo da Casa Branca” (2013). Além disso, “Empire” vai retornar em ritmo de crossover, num episódio com participação de integrantes de “Star”. Ambas as séries foram criadas e são produzidas por Lee Daniels em parceria com a 20th Century Fox TV. Os novos episódios dos dois programas estreiam em 27 de setembro nos Estados Unidos, com exibição sequencial.
Crossover das séries Empire e Star ganha vídeo musical
A Fox divulgou um vídeo que junta os elencos de “Empire” e “Star”, para promover o crossover das séries musicais. O vídeo começa com o trio feminino liderado por Star (Jude Demorest) cantando uma música popularizada na série “Empire”, para em seguida se ver no meio de uma festa da gravadora que dá título à outra produção, puxadas para dançar pelos cantores da faixa original, Jamal (Jussie Smollett) e Hakeem (Bryshere Y. Gray). “You’re So Beautiful” é um dos grandes sucesso da trilha de “Empire”, lançada ainda na 1ª temporada da atração durante uma festa. O clima positivo da primeira versão (também disponível abaixo) é recriado no novo vídeo, mas com mais cores e direito ao encontro nos bastidores de Carlotta (Queen Latifah) e Cookie (Taraji P. Henson), e Lucious (Terrence Howard) e Jahil (Benjamin Bratt). Ambas as séries foram criadas e são produzidas pelo cineasta Lee Daniels (“O Mordomo da Casa Branca”) em parceria com a 20th Century Fox TV. Os novos episódios dos dois programas estreiam em 27 de setembro nos Estados Unidos, com exibição sequencial.
Forest Whitaker vai participar da 4ª temporada de Empire
O veterano ator Forest Whitaker (“Rogue One: Uma História Star Wars”) vai ter papel recorrente na 4ª temporada de “Empire”. Ele vai interpretar Eddie, um ícone musical e mentor de Lucious (Terrence Howard), que volta para ajudar seu protegido a se recuperar da explosão em Las Vegas, enquanto Cookie (Taraji P. Henson) pedirá que ele produza uma música para o aniversário de 20º aniversário da gravadora. A participação marcará o reencontro do ator com o cineasta Lee Daniels e o roteirista Danny Strong, criadores de “Empire”, com quem ele trabalhou anteriormente no filme “O Mordomo da Casa Branca” (2013). Além de Whitaker, a próxima temporada de “Empire” contará também com a atriz Demi Moore, reprisando o papel que ela assumiu no final do terceiro ano da série. Os novos episódios começam a ser exibidos no dia 27 de setembro pela Fox nos Estados Unidos, com um crossover especial com a série “Star”.









