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    Tarantino faz proposta para assumir o próximo filme de Star Trek

    5 de dezembro de 2017 /

    O próximo filme de “Star Trek” pode ser concebido e dirigido por Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”). Segundo o site Deadline, o cineasta imaginou uma história passada no universo trekker e ofereceu a ideia para J.J. Abrams, produtor da franquia. A notícia inesperada foi confirmada pelo Hollywood Reporter. E tem mais. Abrams teria gostado da ideia e já planeja montar na Paramount, estúdio da franquia, uma sala de roteiristas para desenvolver o conceito de Tarantino num roteiro final. Se o estúdio topar, o próprio Tarantino pode assumir a direção. Enquanto essa ideia não toma forma, Abrams se ocupa de iniciar a produção de “Star Wars – Episódio IX”, que ele dirigirá. Ao mesmo tempo, Tarantino desenvolve na Sony seu filme sobre Charles Manson e o ano de 1969. Como as duas produções vão estrear em 2019, se Tarantino realmente se teleportar para a Enterprise, sua jornada espacial não deve acontecer antes de 2020. Anteriormente, o diretor já tinha se declarado fã da série clássica “Jornada nas Estrelas” (1966-1969) e também disse que pretendia fazer filmes de todos os gêneros antes de se aposentar. Ele ainda não filmou uma ficção científica.

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    4ª temporada de Black Mirror ganha primeiro trailer focado no episódio de Jodie Foster

    25 de novembro de 2017 /

    A Netflix divulgou duas fotos e o trailer de “Arkangel”, primeiro episódio da 4ª temporada de “Black Mirror”. O capítulo que abre a nova leva de histórias da série de antologia sci-fi foi escrito por Charlie Brooker, o criador da série, e tem direção de Jodie Foster. A prévia mostra Rosemarie DeWitt (“Poltergeist: O Fenômeno”) como uma mãe suburbana preocupada com a filhinha, e não parece uma história sci-fi, a não ser por pequenos detalhes, como comentários sobre viver dois mil anos e lembrar dos tempos em que as crianças podiam ser crianças, mas principalmente a estranha injeção aplicada na cabeça da menina. Chama atenção a divulgação ser focada num único episódio, em vez de na série inteira. Anteriormente, a Netflix também tinha divulgado um pôster exclusivo do capítulo. O marketing ecoa o fato de “Black Mirror” ter vencido recentemente um prêmio Emmy inusitado. Além da vitória de Charlie Brooker na categoria de Melhor Roteiro para Série Limitada, Especial ou Telefilme, a Academia da Televisão dos Estados Unidos considerou um episódio isolado da 3ª temporada, “San Junipero”, o Melhor Telefilme do ano! A 4ª temporada de “Black Mirror” terá ao todo seis episódios, mas ainda não há previsão para a estreia.

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    Black Mirror ganha novas fotos e cartaz nacional do episódio dirigido por Jodie Foster

    24 de novembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um pôster e fotos dos episódios da 4ª temporada da série de antologia “Black Mirror”. O cartaz é referente ao capítulo intitulado “Arkangel”, que é estrelado pela atriz Rosemarie Dewitt (“La La Land”) e foi dirigido por Jodie Foster (“O Jogo do Dinheiro”). A temporada passada foi marcada pela participação dos cineastas Joe Wright (“Orgulho e Preconceito”), Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”) e James Watkins (“Sem Saída”). Neste ano, os novos episódios terão, além de Foster, outro cineasta famoso. John Hillcoat, diretor dos filmes “A Estrada” (2009) e “Os Infratores” (2012), comanda o capítulo “Crocodile”, que contará com a atriz Andrea Riseborough (“Oblivion”). A 4ª temporada terá ao todo seis episódios, que, como de praxe, foram escritos pelo criador da série, Charlie Brooker. Mas ainda não há previsão para a estreia.

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    Robô de Planeta Proibido é comprado por US$ 5,4 milhões e vira acessório mais caro do cinema

    22 de novembro de 2017 /

    Robby the robot, o robô do clássico de ficção científica “Planeta Proibido” (1956), tornou-se o acessório cinematográfico mais caro de todos os tempos, ao ser vendido por US$ 5,3 milhões em um leilão de Nova York, na terça-feira (22/11). A casa de leilões Bonhams, que realizou a venda, confirmou que o preço superou o recorde anterior para um item cenográfico, superando os US$ 4 milhões da estátua de falcão do noir “Relíquia Macabra” (1941), estrelado por Humphrey Bogart, e que os US$ 4,6 milhões pagos pelo vestido branco usado por Marilyn Monroe em “O Pecado Mora ao Lado” (1955). Robô mais famoso do cinema, Robby é reconhecido pela cabeça em formato de domo de vidro e membros que imitam uma criatura bípede, incluindo pernas que parecem pilhas de bolas de boliche. No famoso filme dos anos 1950, ele é um servo devoto do Professor Morbius (Walter Pidgeon), e seu design – avançadíssimo para a época – chamou mais atenção que a beleza de Anne Francis na produção. Não só isso. Programado com um senso de humor seco, ele ofuscou até o futuro comediante Leslie Nielsen, que comandava a nave espacial da trama, e se tornou a maior inspiração para dois robôs clássicos da sci-fi – o Robô, de “Perdidos no Espaço”, e C-3PO, de “Guerra nas Estrelas”. Dirigido por Fred M. Wilcox, “O Planeta Proibido” também influenciou os phasers de “Star Trek”, o disco voador de “Perdidos no Espaço” e o complexo tecnológico do “Túnel do Tempo”, que saíram diretamente de suas imagens. Mas sua importância vai além do aspecto visual e tecnológico, graças à incorporação de uma temática mais adulta no gênero – a trama era inspirada em “A Tempestade”, de William Shakespeare – , até então marcado por aventuras juvenis como “Flash Gordon” e “Buck Rogers”. Fazer o robô não foi barato. Ele foi construído pelo engenheiro Robert Kinoshita por aproximadamente US$ 125 mil, valor que, ajustado pela inflação, equivaleria a quase US$ 1 milhão de nos dias de hoje. Mesmo com esse preço, Robbie nunca foi um robô de verdade. Seu interior não tem fios e circuitos, mas espaço para um ator manobrá-lo. O mais curioso é que o sucesso de “O Planeta Proibido” transformou Robbie em ator. Isto mesmo. Ele é creditado como ator no IMDb, por aparecer em mais produções que não tinham nenhuma relação com a sci-fi clássica. O robô foi visto em nada menos que 27 produções diferentes, entre filmes e séries, sem contar documentários e programas de variedades. A lista inclui episódios de “Além da Imaginação”, “Perdidos no Espaço”, “A Família Addams”, “Banana Splits”, “Columbo”, “Projeto UFO”, “Mork & Mindy” e “Mulher-Maravilha”, além de filmes como “O Menino Invisível” (1957), “Desapareceu um Espião” (1966), “Heavy Metal: Universo em Fantasia” (1981), “Gremlins” (1984), “Meu Amante É do Outro Mundo” (1988) e até “Looney Tunes: De Volta à Ação” (2003). A identidade do comprador de Robbie não foi revelada.

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    Trailer da midseason de Star Trek: Discovery aponta tramas clássicas de Jornada nas Estrelas

    13 de novembro de 2017 /

    O serviço de streaming americano CBS All Access divulgou o trailer da segunda metade de “Star Trek: Discovery”, que encerrou seu arco inicial no domingo (12/11) nos EUA. O episódio do midseason finale chegou nesta segunda na Netflix do Brasil e a parte final da 1ª temporada será exibida a partir de janeiro. Após um curto-circuito interromper seu salto de volta à Terra, a nave Discovery se encontra num lugar desconhecido, sem conseguir identificar as estrelas ou os destroços espaciais a sua volta, enquanto o Tenente Stamets (Anthony Rapp) sofre uma contaminação por esporos e fica com os olhos embranquecidos. Fãs da série original dos anos 1960 devem ligar os eventos a dois episódios clássicos da “Jornada nas Estrelas” dos anos 1960. A referência mais óbvia remete ao famoso piloto “Where No Man Has Gone Before”, de 1966. Para quem não lembra, o Tenente Gary Mitchell (personagem de Gary Lockwood) ganha poderes psíquicos quando a Enterprise penetra uma barreira espacial e fica com os olhos embranquecidos-prateados. O final é trágico. Para ressaltar a citação, o roteiro do último episódio, “Into the Forest I Go”, fez até o Capitão Lorca (Jason Isaacs) dizer a frase daquele título, “Onde nenhum homem jamais esteve”, que também reverberava na narração da abertura dos episódios de meio século atrás. A segunda referência veio em meio a esse mesmo diálogo, registrado durante uma conversa entre Lorca e Stamets, diante de um mapa dos saltos da Discovery por meio da tecnologia dos esporos, que apontariam universos paralelos. A chegada num lugar desconhecido, em pleno salto, evoca o acidente com o teletransporte de “Mirror, Mirror”, episódio de 1967 que mostrava um universo paralelo, em que a Federação era mais selvagem que os klingons. “Where No Man Has Gone Before” e “Mirror, Mirror” são duas das melhores histórias dos mais de 50 anos de roteiros da franquia. Se “Star Trek: Discovery” for realmente revisitá-las, os fãs vão querer se teleportar em massa para o CBS All Access, a plataforma que exibe a série com exclusividade nos EUA. As pistas da prévia abaixa apontam nesta direção. Os novos episódios chegam em 8 de janeiro na Netflix do Brasil. Aproveite e reveja abaixo cenas dos episódios clássicos mencionados.

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    Veterano da franquia Star Trek é acusado de abuso sexual nos anos 1980

    11 de novembro de 2017 /

    O modelo Scott R. Brunton acusou o ator George Takei, astro veterano da franquia “Star Trek”, de abuso sexual em 1981. O caso teria acontecido em um momento de vulnerabilidade quando ele tinha 23 anos. Na época, ele trabalhava como garçom e era amigo de Takei, então na casa dos 40 anos. Após romper com um namorado, Brunton foi se encontrar com Takei. “Foi há muito tempo atrás, mas eu nunca vou esquecer. Ele foi muito bom em me consolar e entender que eu estava triste e que ainda amava o meu namorado. Nós fomos beber. No segundo drinque, de repente, eu me senti meio desorientado e achei que estava desmaiando. Então eu me sentei e acho que desmaiei mesmo. A próxima coisa que me lembro ao acordar foi que minhas calças estavam no tornozelo e ele estava pegando na minha virilha, tentando tirar minha cueca”, disse Brunton ao site The Hollywood Reporter. “Eu disse: “O que você está fazendo?” E ele disse que eu precisava relaxar e que só estava me deixando confortável. Eu falei que não queria nada daquilo, o empurrei e fui embora. Fiquei sentado no meu carro até ter condições de dirigir”, completou o modelo. Takei, que interpretou o Sr. Sulu na série clássica “Jornada nas Estrelas” e nos primeiros filmes derivados da produção, tem 80 anos e é gay assumido, negou veementemente as acusações. “Os eventos que ele descreve simplesmente não ocorreram e eu não sei porque ele está falando isso agora. Quebrei minha cabeça para ver se eu lembrava do senhor Brunton, e eu não posso dizer que lembro. Eu levo essas acusações muito a sério, mas quem me conhece sabe que considero atos não consensuais muito antiéticos e bem longe dos meus valores e minhas práticas. A simples ideia de que alguém me acusa disso é extremamente dolorosa”, afirmou Takei nas redes sociais. Veja abaixo a íntegra dos tuítes, que também abordam o apoio que ele recebeu do marido após as acusações. Desde outubro, uma série de acusações de assédio sexual vieram à tona, envolvendo grandes nomes da indústria do entretenimento dos Estados Unidos. Após a denúncia contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado por dezenas de mulheres em diferentes casos de abuso sexual, Hollywood vive sob a sombra de novas e constantes revelações, que já envolveram atores como Kevin Spacey, Ed Westwick, Steven Seagal e Louis C.K., cineastas como Brett Ratner e James Toback, além de agentes de artistas e produtores executivos. Friends, I'm writing to respond to the accusations made by Scott R. Bruton. I want to assure you all that I am as shocked and bewildered at these claims as you must feel reading them. /1 — George Takei (@GeorgeTakei) November 11, 2017 The events he describes back in the 1980s simply did not occur, and I do not know why he has claimed them now. I have wracked my brain to ask if I remember Mr. Brunton, and I cannot say I do. /2 — George Takei (@GeorgeTakei) November 11, 2017 But I do take these claims very seriously, and I wanted to provide my response thoughtfully and not out of the moment. /3 — George Takei (@GeorgeTakei) November 11, 2017 Right now it is a he said / he said situation, over alleged events nearly 40 years ago. But those that know me understand that non-consensual acts are so antithetical to my values and my practices, the very idea that someone would accuse me of this is quite personally painful. /4 — George Takei (@GeorgeTakei) November 11, 2017 Brad, who is 100 percent beside me on this, as my life partner of more than 30 years and now my husband, stands fully by my side. I cannot tell you how vital it has been to have his unwavering support and love in these difficult times. /5 — George Takei (@GeorgeTakei) November 11, 2017

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    The Orville é primeira série estreante da temporada a garantir sua renovação

    6 de novembro de 2017 /

    A rede Fox anunciou a renovação da série de comédia sci-fi “The Orville” para a 2ª temporada. Com isso, a produção se tornou a primeira série estreante da temporada de outono de 2017 a garantir continuação na TV aberta americana. A relativa rapidez da renovação se deu por dois fatores: “The Orville” foi a primeira série nova a estrear no outono, em 10 de setembro, e também será a primeira a acabar, por ser mais curta que as demais. A produção tem apenas 13 episódios e não recebeu encomenda para capítulos extras – os chamados “back 9”, que completam os 22 episódios tradicionais das temporadas da TV aberta. Séries que tiveram mais sucesso de audiência, como “Young Sheldon” e “The Good Doctor”, asseguram o “back 9” (com a encomenda de mais 9 episódios para a temporada inicial), mas ainda não foram renovados para o segundo ano de produção – o que deve acontecer mais adiante. “The Orville” perdeu mais da metade do público de sua estreia, exibida após uma partida da NFL (a liga de futebol americano). De 8,8 milhões de telespectadores em seu primeiro capítulo, a série foi vista por 3,8 milhões em seu episódio mais recente, exibido na quinta-feira (2/11). Desenvolvida e estrelada por Seth MacFarlane (criador da série animada “Uma Família da Pesada/Family Guy”), a série acompanha a tripulação da Orville, uma nave exploratória da União Planetária, e suas tramas são cheias de referências à “Star Trek”, dos designs das naves espaciais, passando pelos figurinos dos uniformes e até a maquiagem dos alienígenas. MacFarlane interpreta o Capitão Ed, que tem um relacionamento tumultuado com a Primeira Oficial Kelly, pelo simples fato dela ser sua ex-esposa. A personagem é vivida por Adrianne Palicki (série “Agents of SHIELD”) e o elenco ainda inclui Scott Grimes (série “Plantão Médico/E.R.”), Halston Sage (“Cidades de Papel”), Penny Johnson Jerald (série “Castle”) e Peter Macon (série “Shameless”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”), que também é um dos produtores, e a lista de diretores dos episódios seguintes inclui nada menos que Brannon Braga (roteirista de “Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”) e Jonathan Frakes (intérprete de William Riker na série “Star Trek: A Nova Geração”).

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    Star Trek: Discovery é renovada para a 2ª temporada

    23 de outubro de 2017 /

    A CBS renovou “Star Trek: Discovery” para sua 2ª temporada. O anúncio foi feito após a exibição do sexto capítulo da temporada inaugural, e após os produtores revelarem que precisariam de pelo menos um ano para produzir novos episódios, considerando a quantidade de efeitos visuais que utilizam. O processo é tão demorado que a 1ª temporada foi dividida em duas partes. A primeira metade se encerra em 13 de novembro, e os episódios finais serão exibidos a partir de janeiro. Em comunicado, a CBS destacou o sucesso da atração junto à crítica e ao público, e elogiou a equipe e o elenco, que têm “demonstrado talento em dar continuidade ao legado de ‘Star Trek’”. Apenas o episódio duplo de estreia foi exibido na TV aberta americana e tem índice de audiência. Assistido por 9,6 milhões de telespectadores ao vivo, foi o programa não esportivo mais visto do dia 24 de setembro, segundo a empresa Nielsen. Como se não bastasse, ainda foi elogiada por 90% da crítica norte-americana, na média do site Rotten Tomatoes. Os efeitos visuais, a performance de Sonequa Martin-Green e o ritmo intenso foram os elementos mais destacados. Segundo o site Deadline, a exibição rendeu um número recorde de inscrições num único dia ao serviço CBS All Access, que irá mostrar com exclusividade o resto da série por streaming nos Estados Unidos. No resto do mundo, inclusive no Brasil, “Star Trek: Discovery” é exibido pela Netflix. Não foi definida a quantidade de episódios da 2ª temporada, nem a data de lançamento ou se ela será divida em duas partes como o primeiro ano.

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    Mia Kirshner vai viver a mãe de Spock na série Star Trek: Discovery

    2 de outubro de 2017 /

    A atriz Mia Kirshner (séries “The L Word” e “Defiance”) entrou no elenco de “Star Trek: Discovery” para desempenhar um papel da série clássica de “Jornada nas Estrelas”: ninguém menos que Amanda Grayson, a mãe de Spock. A personagem foi apresentada pela primeira vez em 1966, interpretada por Jane Wyatt (estrela da série clássica “Papai Sabe Tudo”). A atriz repetiu o papel 20 anos depois, no filme “Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa” (1986), e, três anos após sua morte, foi substituída por Winona Ryder (série “Stranger Things”) no reboot cinematográfico da franquia, “Star Trek” (2009). O contexto da aparição de Amanda não foi revelado, mas como a série inclui flashbacks sobre a infância de Michael Burnham (Sonequa Martin-Green, da série “The Walking Dead”), é provável que o cotidiano da família de Spock seja melhor explorado. A protagonista de “Star Trek: Discovery” é uma órfã humana criada desde criança por Sarek, o pai de Spock. Na série, Sarek é vivido por James Frain (séries “Orphan Black” e “Gotham”). Assistido por 9,6 milhões de telespectadores ao vivo, a estreia de “Star Trek: Discovery” foi o programa não esportivo mais visto do domingo retrasado (24/9) nos EUA, segundo a empresa Nielsen. Como se não bastasse, ainda foi elogiada por 90% da crítica norte-americana, na média do site Rotten Tomatoes. Os efeitos visuais, a performance de Sonequa Martin-Green e o ritmo intenso foram os elementos mais destacados. Mas os novos episódios não passarão na TV aberta. A plataforma CBS All Access irá mostrar com exclusividade o resto da série por streaming nos Estados Unidos. No resto do mundo, inclusive no Brasil, “Star Trek: Discovery” é disponibilizada pela Netflix, na proporção de um episódio por semana, sempre às segundas.

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    Cena inédita de Star Trek: Discovery destaca primeiro personagem gay da franquia televisiva

    1 de outubro de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly revelou uma cena exclusiva do próximo episódio de “Star Trek: Discovery”, que mostra como a protagonista Michael Burnham (personagem de Sonequa Martin-Green, da série “The Walking Dead”) encontra-se deslocada e discriminada à bordo da nave Discovery, devido à sua fama de “amotinada”, como lembra o Tenente Stamets (Anthony Rapp, de “Uma Mente Brilhante”), em sua primeira aparição na divulgação da série. Seu personagem também é o primeiro abertamente gay do universo televisivo de “Star Trek”. Assistido por 9,6 milhões de telespectadores ao vivo, a estreia de “Star Trek: Discovery” foi o programa não esportivo mais visto do domingo nos EUA, segundo a empresa Nielsen. Como se não bastasse, ainda foi elogiada por 90% da crítica norte-americana, na média do site Rotten Tomatoes. Os efeitos visuais, a performance de Sonequa Martin-Green e o ritmo intenso foram os elementos mais destacados. Mas os novos episódios não passarão na TV aberta. A plataforma CBS All Access irá mostrar com exclusividade o resto da série por streaming nos Estados Unidos. No resto do mundo, inclusive no Brasil, “Star Trek: Discovery” é disponibilizada pela Netflix, na proporção de um episódio por semana, sempre às segundas.

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    The Orville: Trailer e fotos destacam participação de Charlize Theron na série

    1 de outubro de 2017 /

    A rede americana Fox divulgou as fotos e o trailer do próximo episódio da série de comédia sci-fi “The Orville”, que conta com participação especial da atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”). Ela vive Pria, capitã de uma nave espacial destroçada, que é resgatada por Ed (Seth MacFarlane) e a tripulação do Orville. E logo encanta a equipe, mas, como demonstra a prévia, não demora a demonstrar segundas intenções. Charlize já contracenou anteriormente com Seth MacFarlane na comédia “Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola” (2014), também escrita, dirigida e estrelada pelo astro e criador de “The Orville”. Na nova série, MacFarlane interpreta o Capitão Ed, que tem um relacionamento tumultuado com a Primeira Oficial Kelly, pelo simples fato dela ser sua ex-esposa. A personagem é vivida por Adrianne Palicki (série “Agents of SHIELD”) e o elenco ainda inclui Scott Grimes (série “Plantão Médico/E.R.”), Halston Sage (“Cidades de Papel”), Penny Johnson Jerald (série “Castle”) e Peter Macon (série “Shameless”). “The Orville” estreou em 10 de setembro nos Estados Unidos, com um piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”), e a participação de Theron acontecerá no quinto episódio, que vai ao ar na quinta (5/10) com direção de Jonathan Frakes (“Star Trek: A Nova Geração”). Ainda não há previsão para a estreia da série no Brasil.

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    Trailer dos próximos episódios de Star Trek: Discovery ganha versão legendada

    27 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado dos próximos episódios de “Star Trek: Discovery”. O vídeo original foi exibido ao final da estreia da série no domingo (24/9) na TV americana. Com spoilers em relação aos eventos dos primeiros capítulos, a prévia revela o que acontece com a “amotinada” Michael Burnham (personagem de Sonequa Martin-Green, da série “The Walking Dead”) e finalmente apresenta a nave Discovery e seu capitão, Gabriel Lorca (Jason Isaacs). A estreia foi um sucesso retumbante. Assistido por 9,6 milhões de telespectadores ao vivo, foi o programa não esportivo mais visto do domingo nos EUA, segundo a empresa Nielsen. Como se não bastasse, ainda foi elogiada por 90% da crítica norte-americana, na média do site Rotten Tomatoes. Os efeitos visuais, a performance de Sonequa Martin-Green e o ritmo intenso foram os elementos mais destacados. Transmitidos em sequência, os dois primeiros capítulos, escritos por Bryan Fuller (série “American Gods”) e Alex Kurtzman (“Star Trek”), fizeram a introdução da nova saga, passada em plena guerra contra os klingons, numa história semi-completa como um filme das franquias atuais. Mas o trailer abaixo mostrou que ainda há muito mais por vir. “Imagine as possibilidades”, como diz o Capitão Lorca. Segundo o site Deadline, a exibição rendeu um número recorde de inscrições num único dia ao serviço CBS All Access, que irá mostrar com exclusividade o resto da série por streaming nos Estados Unidos. No resto do mundo, inclusive no Brasil, “Star Trek: Discovery” chegou pela Netflix na segunda (25/9).

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    2ª temporada de Star Trek: Discovery só deve estrear em 2019

    26 de setembro de 2017 /

    Caso a série “Star Trek: Discovery” seja renovada, os fãs terão que esperar mais de uma ano pelos novos episódios. O produtor executivo Alex Kurtzman (roteirista do filme “Star Trek”) afirmou, em entrevista ao site The Hollywood Reporter, que a 2ª temporada da série só deverá ser lançada em 2019, se for encomendada. “Já aconteceram conversas preliminares sobre quando e como fazer a 2ª temporada e fomos muito consistentes ao dizer que é melhor não anunciar a data e ter que adiá-la. Vamos levar em consideração tudo o que descobrimos nessa temporada. Agora que sabemos o que podemos fazer e quais são as armadilhas, vamos anunciar uma data que faça sentido para todo mundo – tanto para a produção quanto para a CBS. Queremos levar o tempo certo, sem pressa. Idealmente, no início de 2019.” “Star Trek: Discovery” teve três adiamentos antes de estrear no domingo (24/9) na TV americana, quase um ano após o previsto originalmente. Mas seu lançamento foi um sucesso retumbante. Assistido por 9,6 milhões de telespectadores ao vivo, foi o programa não esportivo mais visto do domingo nos EUA, segundo a empresa Nielsen. Como se não bastasse, ainda foi elogiada por 90% da crítica norte-americana, na média do site Rotten Tomatoes. Os efeitos visuais, a performance de Sonequa Martin-Green e o ritmo intenso foram os elementos mais destacados. Segundo o site Deadline, a exibição rendeu um número recorde de inscrições num único dia ao serviço CBS All Access, que irá mostrar com exclusividade os demais episódios por streaming nos Estados Unidos. No resto do mundo, inclusive no Brasil, “Star Trek: Discovery” chegou pela Netflix na segunda-feira (25/9).

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