Pearson: Série derivada de Suits é cancelada na 1ª temporada e encerra franquia
A franquia “Suits” chegou a um final melancólico com o anúncio do cancelamento da série “Pearson”, derivado que durou apenas uma temporada. O spin-off da outrora popular série jurídica teve apenas 500 mil telespectadores ao vivo na média de sua 1ª e única temporada, metade do público que acompanhava “Suits” nos últimos anos – isto é, após a saída de Patrick J. Adams e Meghan Markle, cujos personagens se casaram no final da 7ª temporada. Com o anúncio do final de “Suits”, a expectativa era que “Pearson” desse sequência ao universo criado pelo produtor-roteirista Aaron Korsh no canal pago americano USA Network. Mas “Pearson” acabou antes. Ironicamente, o último episódio da série centrada na advogada Jessica Pearson, interpretada por Gina Torres, foi exibido em 18 de setembro nos Estados Unidos, uma semana antes do final da 9ª e derradeira temporada de “Suits”. A série acompanhava a advogada Jessica Pearson em Chicago, cidade que a acolheu após ser proibida de praticar a profissão em Nova York. Trabalhando somente em casos pro bono (advocacia gratuita), Pearson encontrou um emprego na prefeitura de Chicago como uma espécie de fixer (que limpa as sujeiras) do prefeito da cidade, Bobby Novak (Morgan Spector). Assim, ela passou a conhecer o mundo sujo da política, cheio de corrupção e violência. Embora a série tivesse qualidade e um viés social importante (cobrança por justiça social da prefeitura), Pearson não agradou ao público e foi encerrada sem concluir sua história.
House of the Dragon: HBO oficializa spin-off de Game of Thrones sobre a família Targaryan
A HBO oficializou a produção de uma nova série passada no mundo de Westeros. O canal pago americano anunciou a produção de um spin-off de “Game of Thrones” centrado na família Targaryen, o clã de Daenerys. A atração foi aprovada na fase de roteiro, dispensando a produção de piloto, e já ganhou a primeira arte oficial com seu título: “House of the Dragon”. Veja abaixo. O anúncio desta terça-feira (29/10) veio logo após a notícia de que o canal recusou o piloto de outra série passada no mesmo universo, que seria estrelada por Naomi Watts (“O Impossível”). Após gastar uma fortuna na gravação do piloto inicial, a HBO interrompeu sua pós-produção, rejeitando o projeto sem nem ver a edição final de imagens. Talvez por isso o presidente do canal, Casey Blois, tenha decidido aprovar a nova série sem insistir num novo piloto. O projeto foi encomendado há cerca de 50 dias. “House of the Dragon” é assinada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e pelo escritor George R.R. Martin, e vai se basear num livro de Martin, “Fogo & Sangue”. A atração recebeu encomenda de 10 episódios iniciais e contará entre seus diretores com um veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, vencedor do Emmy pelo celebrado capítulo da “Batalha dos Bastardos”. Além de dirigir o primeiro capítulo, Sapochnik também será um dos produtores da nova série. Ainda não há previsão para a estreia da produção, que ainda nem escalou seu elenco central.
Spin-off de Game of Thrones com Naomi Watts é descartado pela HBO
A série derivada de “Game of Thrones”, estrelada por Naomi Watts (“O Impossível”), não foi aprovada. A HBO interrompeu a pós-produção do episódio piloto, que já tinha encerrado suas gravações e estava em processo de (re)edição. A emissora não confirmou oficialmente a informação, mas, segundo o site Deadline, a roteirista Jane Goldman (“Kingsman”, “X-Men: Primeira Classe”) entrou em contato com o elenco para avisar que o projeto chegou ao fim. A produção seria um prólogo da série original, passada milhares de anos antes da trama de “Game of Thrones”, e retrataria “o momento em que o mundo passa da Era dos Heróis ao seu pior momento. E uma coisa é certa: dos segredos terríveis da história de Westeros à verdadeira origem dos Caminhantes Brancos, aos mistérios do Leste, aos Starks da lenda… não é a história que achamos que conhecemos”, dizia a sinopse liberada. O piloto foi dirigido por SJ Clarkson (da série “Jessica Jones”) e seu elenco grandioso também incluía Jamie Campbell Bower (das sagas “Crepúsculo”, “Harry Potter/Animais Fantásticos” e “Os Instrumentos Mortais”), Georgie Henley (a Lucy de “As Crônicas de Nárnia”), Miranda Richardson (a Rita Skeeter de “Harry Potter”), Naomi Ackie (que estará no próximo “Star Wars”), Josh Whitehouse (“Poldark”), Denise Gough (“Colette”), Sheila Atim (“Harlots”), Ivanno Jeremiah (“Humans”), Alex Sharp (“To the Bone”) e Toby Regbo (“The Last Kingdom”). Fontes da revista The Hollywood Reporter afirmam que a HBO não estava empolgada com a edição do piloto e pediu mudanças, antes de desistir de tentar consertar o que considerou sem conserto. Ainda assim, expandir o mundo de “Game of Thrones” continua sendo uma das principais prioridades do canal pago e de sua nova empresa-mãe WarnerMedia. Não por acaso, a HBO encomendou a produção de um segundo piloto de spin-off no mês passado. Fontes confirmaram à revista The Hollywood Reporter que se trata de um roteiro centrado na família Targaryen, que se passaria mais próximo da cronologia da série original. Este projeto é assinado pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e pelo escritor George R.R. Martin, e se baseia num livro de Martin, “Fogo & Sangue”.
Spin-off de 9-1-1 com Rob Lowe e Liv Tyler ganha seu primeiro trailer
A Fox divulgou o primeiro trailer de “9-1-1: Lone Star”, série derivada de “9-1-1”, que vai acompanhar a ação de bombeiros, policiais e atendentes do serviço de emergência da cidade de Austin, no Texas. A prévia destaca cenas de ação e os dois astros da produção, Rob Lowe (“Code Black”) e Liv Tyler (“O Senhor dos Anéis”). Lowe interpreta um bombeiro da cidade de Nova York que se muda com seu filho para Austin, enquanto Tyler vive uma paramédica que é um pouco rock’n’roll – às vezes, uma garota má – apesar de ser a chefe – , além de obcecada em descobrir o que aconteceu com sua irmã mais nova, que desapareceu dois anos atrás. Desenvolvida pelos criadores de “9-1-1”, Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, a série tem produção da 20th Century Fox Television (agora da Disney) e previsão de estreia em 19 de janeiro na rede americana Fox (que não é da Disney).
Cardi B vai participar de Velozes e Furiosos 9
O ator Vin Diesel anunciou a participação da rapper Cardi B nas filmagens de “Velozes e Furiosos 9”, com um vídeo postado em seu Instagram. A própria cantora aparece no vídeo para demonstrar sua empolgação. “Estou cansada, mas mal posso esperar. Eu não vou mentir. Acho que esse será o melhor filme”, disse a rapper ao lado de Diesel. A personagem de Cardi B não foi revelada, tampouco o tamanho de sua participação na nova produção. A rapper estreou com o pé direito no cinema com um papel em “As Golpistas”, sucesso de bilheterias nos Estados Unidos e Canadá, que chega ao Brasil em 20 de novembro. Além dela, a produção de “Velozes e Furiosos 9” também confirmou recentemente o cantor porto-riquenho Ozuna, que fará parte do elenco e também da trilha sonora do filme. Como se não bastasse, o produtor-roteirista Chris Morgan ainda estaria tentando encaixar Keanu Reeves nas filmagens. Em entrevista com o site Screen Rant, Morgan revelou que chegou a discutir a possibilidade com o ator. “Eu me reuni com ele e conversamos sobre isso. Eu queria que ele estivesse no universo ‘Velozes’ há muito tempo. Estamos tentando… O mais difícil é o tempo, porque há sempre cronogramas rivais competindo, e quando der conceber a forma correta de sua participação junto com ele. Meu desejo ardente é trazê-lo a bordo da franquia, com certeza”. O elenco central da franquia é formado por Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris e Nathalie Emmanuel, e “Velozes e Furiosos 9” ainda terá os retornos de Charlize Theron e Helen Mirren, introduzidas no filme passado, sem esquecer das estreias de John Cena (“Bumblebee”), Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”) e Anna Sawai (“Ninja Assassino”). A continuação terá outro retorno importante: o diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos – Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013). A história foi desenvolvida por Chris Morgan, roteirista da franquia desde a estreia de Justin Lin em 2006, com o roteiro final a cargo de Daniel Casey (da recente sci-fi “Kin”). A estreia está marcada para 21 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram Last day in the UK! Pa mi Gente… #Fast92020 #Fatherhood Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 22 de Out, 2019 às 10:53 PDT
Ballerina: Diretor de Anjos da Noite vai comandar spin-off de John Wick
O primeiro filme derivado da franquia “John Wick” definiu o seu diretor. “Ballerina” será dirigido por Len Wiseman, que lançou a franquia “Anjos da Noite” em 2003, além de ter comandado “Duro de Matar 4.0” (2007) e o remake de “O Vingador do Futuro” (2010). O longa será focado em um elemento visto apenas de relance em “John Wick 3: Parabellum”, lançado este ano. Quando o personagem de Keanu Reeves visita A Diretora (Anjelica Huston), a cena revela garotas sendo treinadas em artes marciais e balé. Uma dessas assassinas letais vai ancorar a trama de “Ballerina”. Co-roteirista de “Parabellum”, Shay Hatten assina a trama do spin-off, que tem produção do diretor Chad Stahelski e do astro Keanu Reeves, responsáveis pelo sucesso da saga principal. Hatten tem só 25 anos e era estagiário na produtora Team Downey, do ator Robert Downey Jr. (o Homem de Ferro), mas chama atenção em Hollywood desde que sua história “Maximum King” (uma comédia de humor sobre os bastidores fictícios das filmagens do trash “Maximum Overdrive” por Stephen King) foi parar na Black List (a lista dos melhores roteiros não filmados). Ainda não foi divulgado se Reeves também vai aparecer no longa, reprisando seu papel de John Wick numa participação especial. Paralelamente, o estúdio Lionsgate também prepara um quarto filme de “John Wick” para 2023 e uma série focada no Hotel Continental, outro elemento importante do universo do personagem.
Filme derivado de The Walking Dead terá zumbis e ninjas
O primeiro filme derivado da franquia “The Walking Dead” não vai ter apenas zumbis. Também terá ninjas. Este foi o único segredo da produção revelado durante o painel do “universo” de “The Walking Dead” na New York Comic Con. “Ninjas”, disse o produtor-roteirista Scott Gimple, responsável pelo roteiro do filme. “Estamos trabalhando nisso agora e esperamos ter algumas novidades dentro de um ou dois meses”, completou. O longa deverá ser o primeiro de uma trilogia, revelada no final de 2018, após a saída de Andrew Lincoln da série da AMC. E mostrará o que aconteceu com Rick, o personagem de Lincoln, depois de ser resgatado por um helicóptero misterioso na metade da 9ª temporada. Sem nunca mais ser visto pelos demais sobreviventes de Alexandria e Hilltop, ele foi considerado morto. Vale lembrar que, desde então, outro helicóptero do mesmo grupo misterioso surgiu na série derivada “Fear the Walking Dead”, introduzindo uma personagem nova que pode participar do filme – a piloto Isabelle, vivida por Sydney Lemmon (“Toda Arte é Perigosa”). Gimple também confirmou que Rick não aparecerá na 10ª temporada de “The Walking Dead”, que estreia neste domingo (6/10), com exibição no Brasil pela Fox. “Há muitas coisas acontecendo em ‘The Walking Dead’ além do que imaginam os personagens, além do que eles sabem. Vamos explorar isso através do filme, através de Rick Grimes e, até além disso, abrindo o mundo de ‘The Walking Dead’”, disse ele, referindo-se à nova série derivada, ainda sem título, que mostra uma nova comunidade e novos personagens do pós-apocalipse zumbi. Veja o trailer aqui. O filme de “The Walking Dead” será lançado nos cinemas, com distribuição da Universal Pictures – e não pela Fox, que tem direito de exibição internacional da série. A data de lançamento ainda foi definida. Max.
Vídeo revela ataque de diva de Joaquin Phoenix nas filmagens de Coringa
A história dos bastidores conturbados de “Coringa” continua rendendo. Quase um mês depois de o jornal The New York Times publicar uma reportagem sobre os repetidos surtos de Joaquin Phoenix, que “perdeu a compostura no set, às vezes espantando seus colegas de elenco”, o ator foi confrontado com um vídeo que flagra um desses momentos. A saia justa aconteceu durante sua participação no programa “Jimmy Kimmel Live!” na noite de terça passada (1/10). O vídeo traz o ator caracterizado como Coringa pedindo para que uma pessoa chamada Larry fique quieta para que ele consiga se concentrar. O que dá a entender pela cena é que o Phoenix foi comparado à cantora Cher por Larry, apelido do diretor de fotografia Lawrence Sher. “Larry, cara, apenas cale a porra da boca. Estou tentando encontrar algo real”, diz Phoenix. Em outro momento, ele muda o tom, xinga e volta a ficar irritado antes de simplesmente abandonar a filmagem. “Desculpa, não é nada demais, nada demais […] Você que começou com esse lance de Cher, Larry. Sim, sou uma porra de diva”. Phoenix apareceu claramente incomodado e sem saber direito o que falar após a revelação do vídeo. “Larry é o cinematógrafo… isso é tão constrangedor”. O apresentador emendou: “Ele te chamou de Cher?”. “Sim… olha, às vezes filmes ficam intensos, porque são muitas pessoas em lugares pequenos e você está tentando encontrar algo. E isso era para ser privado. Desculpe por isso”, completou Phoenix. O vídeo pegou o ator de surpresa, porque Kimmel preparou o terreno de forma amena, ao longo de vários minutos de entrevista. Para entrar no assunto, o apresentador perguntou se Phoenix tinha se divertido durante as filmagens do “Coringa”, e o ator disse que sim. “Bem, você conhece Todd [Phillips], o diretor, que é realmente engraçado. Quase me senti culpado, mas tive muitos momentos bons”, falou o ator antes da cena ser exibida. “Então, o que aconteceu aqui?”, questionou o apresentador, ao mostrar o vídeo. Kimmel até tentou brincar após o climão, mas Joaquin continuou incomodado, a ponto de pedir desculpas publicamente para o profissional com quem brigou na cena. “Coringa” estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (3/10), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
King’s Man: A Origem ganha novo trailer, em versão dublada e legendada
A Fox divulgou novos pôster e trailer de “King’s Man: A Origem”, em versões dublada e legendada. A produção é um prólogo da franquia “Kingsman”, baseada nos quadrinhos de Matthew Vaughn. Ao som de Black Sabbath e com várias cenas impactantes, que cobrem de batalhas no front da 1ª Guerra Mundial à duelos de espada com Rasputin, o monge louco, a prévia introduz a origem da agência de espionagem britânica que funciona nos fundos de uma alfaiataria de Londres. O filme é estrelado por Ralph Fiennes (o M da franquia “James Bond”) como o Duque de Oxford, um dos líderes dos Kingsman, e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”) como seu aprendiz. Além deles, os primeiros Kingsman também incluem Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”) e Djimon Honsou (“Capitã Marvel”). Mas o elenco grandioso tem muitos outros famosos, como Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Matthew Goode (“The Crown”), Charles Dance (“Godzilla II: O Rei dos Monstros”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Djimon Honsou (“Capitã Marvel”), Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) e Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”). Novamente escrito por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, responsável pelos dois “Kingsman” anteriores, “King’s Man: A Origem” estreia em 13 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Coringa ganha classificação etária para maiores de 16 anos no Brasil
O filme “Coringa”, que tem preocupado autoridades americanas sobre o teor violento de sua trama, ganhou classificação indicativa para maiores de 16 anos no Brasil. O Ministério da Justiça divulgou a informação na sexta (27/9) em seu site. Os cinemas brasileiros não manifestaram as mesmas preocupações para a exibição do filme que as redes americanas. Desde sua exibição no Festival de Veneza, o longa tem causado polêmica por sua suposta romantização do personagem do Coringa, retratado como um “incel” perigoso e bem-sucedido, que usa táticas de terrorismo para levar caos a Gotham City. Um memorando interno do FBI sugere que a trama poderia inspirar ataques violentos. Diante do perigo, duas redes exibidoras dos EUA, AMC e Landmark, resolveram proibir a entrada de espectadores usando máscaras, pinturas faciais ou “qualquer objeto que esconda o rosto”. A Landmark também não permitirá o uso de fantasias nos EUA. Outra proibição definitiva é a de armas de brinquedo ou acessórios que “possam fazer os outros espectadores se sentirem desconfortáveis”, nas palavras da equipe da AMC. Em contrasta a estas medidas, outra rede importante de cinemas nos EUA, a Regal, rejeitou a ideia de que “Coringa” possa inspirar ataques violentos. “Não acreditamos que o conteúdo ou a existência de um filme possa ser causa ou sinal de violência”, disseram porta-vozes da rede em comunicado. “Coringa” estreia nos cinemas brasileiras na próxima quinta-feira (3/10), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Pretty Little Liars: The Perfectionists é cancelada após 1ª temporada
O canal pago Freeform cancelou “Pretty Little Liars: The Perfectionists” após a 1ª temporada. Cercado de expectativas, o spin-off do maior sucesso da emissora, “Pretty Little Liars”, não repercutiu nem atraiu grande público. Longe de refletir o status de blockbuster de “Pretty Little Liars”, a série derivada teve média de apenas 260 mil telespectadores ao vivo, atingindo 0,12 ponto na medição da Nielsen, praticamente traço. O projeto foi desenvolvido por I. Marlene King, criadora de “Pretty Little Liars”, e tem inspiração em outro livro de Sara Shepard, autora do best-seller (“Maldosas – Pretty Little Liars”) que serviu de base para a série original. Mas a trama de “As Perfeccionistas” foi adaptada com mudanças para integrar Alison e Mona na trama, já que o livro não tem relação com as personagens da outra história. Sasha Pieterse, novamente como Alison DiLaurentis, e Janel Parrish, como Mona Vanderwaal, entram nesta história na condição de professoras das novas maldosas, um grupo de estudantes da fictícia universidade de elite Beacon Heights University, que se tornam suspeitas da morte de um garoto popular, enquanto suas vidas – e segredos – desmoronam ao seu redor. O elenco ainda incluía Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”), Sydney Park (Cyndie em “The Walking Dead”), Graeme Thomas King (“Greta”), Kelly Rutherford (Lily em “Gossip Girl”), Hayley Erin (da novela “General Hospital”) e o estreante Eli Brown. “Pretty Little Liars: The Perfectionists” estreou em 20 de março nos Estados Unidos e durou 10 episódios, deixando sua história sem conclusão. A série foi disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay. Vale lembrar que este é o segundo spin-off da série original. Em 2013, King lançou “Ravenswood”, que era focada em Caleb (Tyler Blackburn), um dos personagens de “Pretty Little Liars”, e a atração também foi cancelada na 1ª temporada, após apenas 10 episódios. Em contraste com os dois fracassos derivados de sua trama, “Pretty Little Liars” foi encerrada em junho de 2017 com sete temporadas, consolidada como o maior sucesso do antigo canal ABC Family – que virou o Freeform em 2016.
Redes de cinema dos EUA proíbem máscaras e acessórios nas sessões de Coringa
Duas das maiores redes de cinemas dos Estados Unidos, a Landmark Theaters e a AMC Theaters, resolveram tomar precauções extras para as sessões de “Coringa”, filme sobre o vilão do Batman, que tem deixado as autoridades americanas em estado de alerta. Desde sua exibição no Festival de Veneza, o longa tem causado polêmica por sua suposta romantização do personagem do Coringa, retratado como um “incel” perigoso e bem-sucedido, que usa táticas de terrorismo para levar caos a Gotham City. Um memorando interno do FBI sugere que a trama poderia inspirar ataques violentos. Diante do perigo, as duas redes resolveram proibir a entrada em sessões de espectadores usando máscaras, pinturas faciais ou “qualquer objeto que esconda o rosto”. A Landmark também não permitirá o uso de fantasias. Outra proibição definitiva é a de armas de brinquedo ou acessórios que “possam fazer os outros espectadores se sentirem desconfortáveis”, nas palavras da equipe da AMC. Em contrasta a estas medidas, outra rede importante de cinemas nos EUA, a Regal, rejeitou a ideia de que “Coringa” possa inspirar ataques violentos. “Não acreditamos que o conteúdo ou a existência de um filme possa ser causa ou sinal de violência”, disseram porta-vozes da rede em comunicado. Representantes da Regal frisaram, no entanto, que estão sempre em contato com policiais e serviços de emergência para alguma eventualidade que aconteça em suas sessões. Vale lembrar que loucos e terroristas domésticos também vão ao cinema, e todo essa divulgação sobre supostos gatilhos existentes em “Coringa” pode aumentar o incentivo para ataques. “Coringa” estreia nos cinemas brasileiras na próxima quinta-feira (3/10), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Estados Unidos entra em prontidão para ataques ligados à estreia do Coringa
Não é brincadeira. O Exército dos Estados Unidos entrou em estado de alerta para a estreia do filme “Coringa”, protagonizado por Joaquim Phoenix. Há uma preocupação sobre potenciais ataques violentos que podem ser estimulados pela produção. O Exército americano confirmou à imprensa que foi alertado pelo FBI de posts em redes sociais fazendo referência a planos destrutivos para as exibições do filme. Em seu memorando, o FBI assume uma gíria da internet para chamar esses suspeitos de incel. Novamente, não é brincadeira. Para quem (ainda) não sabe, o termo incel é um diminutivo da expressão “involuntary celibates” (celibatários involuntários, em inglês). São homens que não conseguem ter relações sexuais e amorosas e culpam as mulheres e os homens sexualmente ativos por sua incapacidade. Eles participam de inúmeros fóruns na internet e propagam misoginia e violência. A trama de “Coringa” mostra o personagem-título como um incel. O memorando diz que esses indivíduos “idolatram figuras violentas como o atirador do cinema em Aurora (no Colorado)”, que em 2012 matou pessoas que estavam assistindo ao filme “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” e também o Coringa. “Queremos nossas equipes preparadas e diligências nas bases e fora dela”, declarou o Exército. Familiares das vítimas do atirador do Colorado, em 2012, enviaram uma carta para a Warner Bros. manifestando preocupação com o filme. Em um comunicado, o estúdio afirmou que o filme “não endossa a violência do mundo real” e nem é “a intenção do filme, dos cineastas ou do estúdio manter esse personagem como um herói”. O estúdio também mencionou que “tem uma longa história de doações para vítimas de violência, incluindo Aurora, e nas últimas semanas, nossa empresa-mãe se juntou a outros líderes empresariais para convidar os formuladores de políticas a aprovar legislação para lidar com essa epidemia.”. “Coringa” venceu o Festival de Veneza e estreia nos cinemas brasileiras no dia 3 de outubro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.










