“Pacificador” é renovada para 2ª temporada
A HBO Max renovou “Pacificador” (Peacemaker), série derivada do filme “O Esquadrão Suicida” (2021), para sua 2ª temporada. A notícia foi confirmada pelo criador da atração, o cineasta James Gunn, que agradeceu à equipe em seu Twitter nesta quarta-feira (16/2), um dia antes da exibição do capítulo final do primeiro ano da produção. “Isso mesmo, ‘Pacificador’ está voltando numa 2ª temporada. Obrigado a (produtor) Peter Safran, (ator) John Cena, nosso incrível elenco e equipe, nossos amigos adoráveis e apoiadores da HBO Max, e principalmente a todos vocês por assistirem!”, escreveu Gunn na rede social. Gunn escreveu todos os oito episódios da 1ª temporada e dirigiu cinco, e está comprometido a escrever e dirigir toda a 2ª temporada da série. “O brilhantismo de James Gunn brilhou mais uma vez com ‘Pacificador’”, disse Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max, no comunicado oficial da renovação. “Ele pegou esse personagem, trazido à vida pelo inimitável John Cena, e criou uma série excepcional que é simultaneamente emocionante, hilária e sincera, mostrando a humanidade desse time de desajustados, que vive em um mundo super-humano. Por ser a primeira série original da DC a estrear na HBO Max, estamos entusiasmos com o fato de que os espectadores concordaram em dar uma chance à paz.” Tudo indica, realmente, que a série é um sucesso. Mas, como a HBO Max não divulga dados de audiência, é difícil dimensionar o tamanho desse sucesso. O único dado existente sobre sua popularidade, fora declarações de Gunn no Twitter, é uma medição independente da Parrot Analytics, que alega que o programa foi 69,5 vezes mais procurado do que a média das séries da HBO Max. O final da 1ª temporada será disponibilizado na manhã desta quinta (17/1) na HBO Max e ainda não há previsão de quando os próximos episódios vão estrear. That’s right, #Peacemaker is coming back for Season Two. Thanks to Peter Safran, @JohnCena, our incredible cast & crew, our wildly supportive & lovely friends at @HBOMax – and mostly all of you for watching! @DCpeacemaker pic.twitter.com/wZSZBivrDQ — James Gunn (@JamesGunn) February 16, 2022
Babu Santana será fundador da Falange Vermelha em série da Globoplay
O ator Babu Santana entrou na série “O Jogo que Mudou a História”, da Globoplay. Apesar do título longo e esportivo, o tema principal da produção é a história da guerra do narcotráfico no Rio de Janeiro. Babu interpretará um dos fundadores da Falange Vermelha, juntando-se a Bukassa Kabengele (“Pacificado”), que também será um dos líderes da facção criminosa, fundada nos anos 1970 após criminosos comuns entrarem em contato com prisioneiros políticos da ditadura militar e aprenderem táticas de guerrilha. A trama desenvolvida pela equipe de “Arcanjo Renegado”, o roteirista José Júnior e o diretor Heitor Dhalia, mostrará o surgimento das grandes facções criminosas entre os anos de 1977 e 1989, e ainda fará crossover com outra atração da Globoplay. O elenco contará com participação de Marcos Palmeira, retomando o papel do delegado Benício, e Natália Lage como a policial Roberta, ambos de “A Divisão”. Além deles, também fazem parte do elenco Raphael Logam (“Impuros”) no papel de um agente penitenciário, Alli Willow (atriz franco-americana de “Bacurau”) como uma freira americana que trabalha no presídio da Ilha Grande, Jonathan Azevedo (“Verdades Secretas 2”) como um traficante, Marcelo Serrado (“Galeria Futuro”) como um oficial, Dandara Mariana (“A Força do Querer”) como a esposa de um dos falangistas, Vanessa Giacomo (“Filhas de Eva”) como uma mulher religiosa e até o ex-jogador de futebol Edmundo, fazendo sua estreia como ator numa trama que também retratará um campeonato entre times de favelas do Rio. Ainda não há previsão de estreia.
“Yellowstone” vai para sua 5ª temporada
A Paramount Network oficializou a inevitável renovação de “Yellowstone” para sua 5ª temporada. A produção estrelada por Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”) é a série mais vista da TV americana. O final da 4ª temporada, exibido em 2 de janeiro, foi assistido por 15 milhões de espectadores. “O desempenho recorde de ‘Yellowstone’ prova que tocamos um nervo cultural”, disse Chris McCarthy, presidente e CEO da ViacomCBS Media Networks. “Kevin Costner lidera nosso elenco incrível que faz da família Dutton uma das favoritas dos EUA. Esta nova temporada será outra com certeza que os fãs não vão querer perder.” Além de ser a primeira série semanal estrelada por Kevin Costner, “Yellowstone” também foi a primeira atração televisiva criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor com “Terra Selvagem” (2017), vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Sheridan assina os roteiros, a produção e a direção de alguns episódios da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes citados de Sheridan, também está no elenco de “Yellowstone”. O sucesso é tanto que a série acaba de ganhar um spin-off, “1883”, lançado em dezembro exclusivamente em streaming, na plataforma Paramount+. No Brasil, “Yellowstone” também é disponibilizada na Paramount+.
Série derivada de “A Bela e a Fera” é suspensa pela Disney+
A produção da série derivada de “A Bela e a Fera”, que estava em desenvolvimento na Disney+, foi suspensa e não tem mais previsão de lançamento. A decisão aconteceu após o elenco principal ser formado, mas antes das filmagens planejadas para o verão (nosso inverno) no Reino Unido. Segundo apurou o site americano Deadline com profissionais envolvidos na produção, a suspensão foi provocada por “motivos criativos”. Os roteiros não estariam seguindo a direção esperada pela Disney. Além disso, a criação da música original também atrasou. Um adiamento para o outono foi descartado devido à necessidade de filmar cenários ensolarados, por isso um remanejamento para 2023 tende a colidir com a agenda do elenco, colocando o projeto em questionamento. “Infelizmente, é verdade”, escreveu Josh Gad no Twitter após a notícia do cancelamento das gravações. “Nós tentamos fazer tudo funcionar, mas não era para ser… por enquanto. Esses personagens e essa história vão viver, mas às vezes as melhores intenções e a realidade colidem e nada pode ser feito.” Os atores contratados devem ser liberados e, caso a produção volte ao cronograma, um novo elenco precisará ser montado. Entretanto, nada será feito sem a disponibilidade da dupla central. Afinal, a série foca os vilões de “A Bela e a Fera”, Gaston e Lefou, que precisam ser interpretados pelos atores do filme de 2017, Luke Evans e Josh Gad. O estúdio divulgou a sinopse no ano passado, incluindo na trama a meio-irmã de LeFou, Tilly, e prometendo revelar a identidade da feiticeira misteriosa que amaldiçoou a Fera na história original. O projeto foi desenvolvido pelo próprio Josh Gad em parceria com a dupla Edward Kitsis e Adam Horowitz, que têm boa experiência com adaptações de contos de fada da Disney, após conduzirem a série “Once Upon a Time” por sete temporadas. O elenco ainda incluiria Briana Middleton (“Bar Doce Lar”), Fra Fee (“Gavião Arqueiro”), Jelani Alladin (“The Walking Dead: World Beyond”) e a cantora Rita Ora (“Cinquenta Tons de Cinza”).
Atriz de “Supergirl” vai estrelar série derivada de “John Wick”
Katie McGrath, intérprete de Lena Luthor em “Supergirl”, entrou no elenco de “The Continental”. Ela é a principal novidade de uma leva de atores confirmados na série sobre o hotel de criminosos da franquia cinematográfica “John Wick”, e interprata uma personagem importante, o Árbitro (The Adjudicator) da Mesa Superior. Para quem não lembra, o Árbitro foi introduzido em “John Wick 3” com interpretação de Asia Kate Dillon (“Billions”). Além dela, os novos intérpretes incluem Ray McKinnon (“Rectify”), Adam Shapiro (“Eu Nunca…”), Mark Mushashi (“Fear the Walking Dead”) e Marina Mazepa (“Maligno”). Eles se juntarão a Colin Woodell (“The Flight Attendant”), Mel Gibson (“Pai em Dose Dupla 2”), Hubert Point-Du Jour (“The Good Lord Bird”), Jessica Allain (“A Lavanderia”), Mishel Prada (“Vida”), Nhung Kate (“The Housemaid”) e Ben Robson (“Animal Kingdom”), anteriormente anunciados. Apesar de um Árbitro já ter aparecido antes, apenas o personagem de Woodell foi visto nos filmes. O ator interpreta a versão jovem de Winston Scott, que na trilogia cinematográfica é o velho gerente do Continental, vivido por Ian McShane. Os demais personagens são inéditos, como Cormac, interpretado por Mel Gibson (“Pai em Dose Dupla 2”). A atração terá três episódios e vai se passar 40 anos antes dos eventos dos filmes estrelados por Keanu Reeves. Desenvolvida para o canal pago Starz, “The Continental” tem roteiro de Greg Coolidge (“Policial em Apuros”) e Kirk Ward (“Wayne”), que compartilham a produção com o roteirista e o diretor originais de “John Wick”, Derek Kolstad e Chad Stahelski. A direção está a cargo do cineasta Albert Hughes (“O Livro de Eli”) e ainda não há previsão para a estreia.
Buzz Lightyear vai ao “infinito e além” em trailer de nova animação
A Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Lightyear”, animação derivada da franquia “Toy Story”. A prévia introduz um gato robô como companhia do famoso astronauta, criando uma intersecção de familiaridade com o universo de brinquedos falantes de “Toy Story”. Mesmo assim, a produção continua muito distinta do desenho original. Para começar, o personagem não é um boneco, mas um astronauta de verdade, e a trama é uma aventura sci-fi legítima, acompanhando uma missão espacial ao “infinito e além”, com clima épico e dramático reforçado pela escolha de uma música de David Bowie (“Starman”) em sua trilha sonora. Ainda que inspirado em “Toy Story”, o design do personagem é claramente diferente. Assim como sua voz. Dublador oficial do personagem em “Toy Story”, Tim Allen deu lugar a Chris Evans, o Capitão América do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Uma curiosidade sobre os dois é que ambos fazem aniversário no mesmo dia. A animação vai acompanhar o jovem astronauta Buzz Lightyear na jornada que o levou a se tornar lendário – e inspirar a produção de brinquedos. A direção é de Angus MacLane, animador da Pixar que co-dirigiu “Procurando Dory” e também já trabalhou com “Toy Story”, assinando dois curtas da franquia e animando “Toy Story 3”. A estreia está marcada para 16 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer em versões legendada e dublada em português.
Atriz de “Riverdale” vai estrelar spin-off de “Nancy Drew”
A atriz Ashleigh Murray, intérprete de Josie em “Riverdale” e “Katy Keene”, vai estrelar “Tom Swift”, nova série derivada de “Nancy Drew”. Ela interpretará Zenzi Fullington, descrita como a melhor amiga do personagem-título desde a infância e uma das poucas pessoas que consegue acompanhar a mente febril do protagonista. A série é desdobramento de um episódio (piloto) da 2ª temporada de “Nancy Drew”, que introduziu Tian Richards (de “A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) no papel de Tom Swift, como um gênio inventor, filho de bilionário, negro e gay. Mas em sua série, seu status será bastante alterado. O desaparecimento de seu pai vai lançá-lo num mundo de conspirações sci-fi e fenômenos inexplicáveis. E para encontrar a verdade, ele precisará abandonar o conforto de seu estilo de vida para pegar a estrada e se esconder de um grupo misterioso, que está determinado a detê-lo. O personagem original surgiu em 1910 numa coleção literária concebida pelo editor Edward Stratemeyer – o mesmo que, duas décadas depois, lançou o primeiro livro de Nancy Drew – como um jovem gênio inventor perseguido por indivíduos mal-intencionados. Mas não era negro, muito menos gay nos livros infantis que ajudou a vender. Um detalhe curioso é que a série vai acabar com uma maldição de “Tom Swift”, que há décadas tentava virar série sem nunca conseguir. A lista de tentativas frustradas incluía desde um piloto perdido de 1958, com o loiro Gary Vinson (“McHale’s Navy”) no papel principal, um projeto de filme cancelado, que seria dirigido por Gene Kelly (“Cantando na Chuva”) em 1968, e até uma produção de Glen A. Larson (criador de “Magnum”, “Supermáquina” e “Battlestar Galactica”) que o juntaria com Nancy Drew e os Hardy Boys em 1977. Ao final, este último projeto acabou virando “The Hardy Boys/Nancy Drew Mysteries” sem Tom Swift. O personagem acabou se materializando uma única vez na TV, num telefilme de 1983, “The Tom Swift and Linda Craig Mystery Hour”, em que foi interpretado por Willie Aames (“Charles in Charge”). Era para ser o piloto de uma série, mas foi um fracasso enorme de audiência. Veja abaixo o trailer do episódio em que Nancy Drew encontrou Tom Swift.
Rita Ora entra na série derivada de “A Bela e a Fera”
A cantora Rita Ora foi escalada na série derivada do filme “A Bela e a Fera” (2017), que será exibida na Disney+ e abordará o passado de Gaston (Luke Evans) e LeFou (Josh Gad). Ela confirmou a participação num post em seu Instagram. “Não posso mais guardar o segredo!”, escreveu. “Estou muito animada por me juntar ao elenco da série prólogo de ‘A Bela e a Fera’! Lembro de assistir ‘A Bela e a Fera’ com minha família várias vezes quando criança e imediatamente me apaixonar pela música e pelos personagens. Nunca em meus sonhos mais loucos eu poderia imaginar entrar neste mundo de conto de fadas”. Conhecida pelos hits “Let You Love Me” e “Anywhere”, a cantora e jurada do “The Masked Singer UK” tem investido na atuação nos últimos anos, com papéis de destaque na franquia “Cinquenta Tons de Cinza” e em “Detetive Pikachu”. Sua personagem não recebeu nome, mas foi descrita pela Disney como “uma fugitiva com habilidades surpreendentes, que carrega um segredo capaz de afetar todo um reino”. O estúdio divulgou a sinopse da série no ano passado, incluindo na trama a meio-irmã de LeFou, Tilly (Briana Middleton), e prometendo revelar a identidade da feiticeira misteriosa que amaldiçoou a Fera na história original. O projeto foi desenvolvido pelo ator Josh Gad em parceria com a dupla Edward Kitsis e Adam Horowitz, que têm boa experiência com adaptações de contos de fada da Disney, após conduzirem a série “Once Upon a Time” por sete temporadas. Ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por RITA ORA (@ritaora)
Recursos Humanos: Monstros hormonais de “Big Mouth” ganham série derivada
A Netflix divulgou o trailer de “Recursos Humanos” (Human Resources), série derivada de “Big Mouth” focada no mundo dos monstros hormonais, agora expandidos para conter também criaturas mais terríveis, como Magos da Vergonha e Gatinhos da Culpa. A principal diferença de “Human Resources” em relação a “Big Mouth” será o tom de sátira ao corporativismo, além do protagonismo dado aos monstros, que na série original sobre adolescentes em crise hormonal são meros coadjuvantes. Situada inteiramente no mundo sobrenatural dos já conhecidos monstros Maurice (voz de Nick Kroll) e Connie (Maya Rudolph), o derivado vai detalhar o trabalho das criaturas, que tem a função de incentivar ou atrapalhar, como guias dos muitos estágios da vida humana. O spin-off será lançado em 18 de março.
Dakota Johnson negocia virar heroína dos quadrinhos do Homem-Aranha
A Sony planeja investir pesado no universo dos quadrinhos do Homem-Aranha após o sucesso de “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”. E o site Deadline revelou que um dos próximo filmes da franquia pode ser estrelado por Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”). Segundo a publicação, ela estaria negociando o papel principal em um filme sobre Madame Teia (Madame Web). À primeira vista, a escalação não faz sentido. Mas uma olhada mais de perto na trajetória da personagem pode esclarecer a abordagem do filme. Criada por Denny O’Neil (um dos melhores roteiristas/editores de Batman) e John Romita Jr. em 1980, Madame Teia era Cassandra Webb, uma mutante bastante idosa, que sofria de uma doença neuromuscular que a deixava paralisada e cega. A perda dos movimentos era compensada pelo desenvolvimento de poderes psíquicos de telepatia, clarividência e precognição, permitindo que ela previsse eventos futuros. Além disso, Cassandra Webb serviu de mentora para diferentes gerações de Mulheres-Aranhas, ajudando Jessica Drew, Julia Carpenter, Mattie Franklin e sua neta Charlotte Witter. O filme, inclusive, pode se valer dessa conexão para introduzir outros personagens dos quadrinhos. De fato, há uma reviravolta específica que serviria para explicar a escalação de Johnson. Ao “morrer” pela primeira vez, Cassandra passou seus poderes para uma “herdeira”: Julia Carpenter, a segunda Mulher-Aranha da Marvel. Nos quadrinhos, Julia também virou uma Madame Teia e, graças aos novos poderes, acabou se tornando importante para a conexão entre os personagens das diferentes dimensões do Aranhaverso. Talvez por isso a Sony esteja negociando com Dakota Johnson e não com uma atriz mais velha para o papel, visando introduzir Julia Carpenter, uma heroína vidente, que apesar de se tornar cega possui mais habilidades que o Demolidor, treinada em artes marciais por ninguém menos que Shang-Chi. O roteiro foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, responsáveis pela série “Perdidos no Espaço” e pelo vindouro filme de “Morbius”, também passado no universo do Homem-Aranha da Sony. Já a direção está a cargo de S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”). O estúdio ainda não oficializou o projeto, que está em desenvolvimento desde 2019.
Nova série de “Star Trek” vai se passar na Academia da Tropa Estelar
O Universo de séries de “Star Trek” vai continuar a se expandir com a produção de mais um spin-off. A plataforma de streaming Paramount+ encomendou o desenvolvimento de “Star Trek: Starfleet Academy”, que vai acompanhar um grupo de jovens estudantes da instituição que forma os oficiais da Frota Estelar. Uma vislumbre desta premissa pôde ser visto num episódio da 4ª temporada de “Star Trek: Discovery” exibido em dezembro passado, em que a tenente Tilly (Mary Wiseman) descobriu sua vocação para ensinar a nova geração de cadetes do espaço. Vale reparar ainda que “Starfleet Academy” (Academia da Frota Estelar) foi o título de uma publicação de quadrinhos baseada no universo trekker, originalmente publicada pela Marvel e mais recentemente resgatada pela IDW. “Star Trek: Starfleet Academy” será escrita por Gaia Violo (criadora de “Absentia”), mas só deve começar suas gravações no ano que vem. O projeto é o próximo na fila de atrações derivadas da franquia “Star Trek”. Este ano, a Paramount+ já vai lançar a terceira série live-action (ou quinta com as animações) desse universo, “Star Trek: Strange New Worlds”, centrada na primeira tripulação da Enterprise, e começará a produção de “Star Trek: Section 31”, sobre a divisão de espionagem da Tropa Estelar, liderada por Phillipa Georgiou (Michelle Yeoh).
Ralph Macchio anuncia reforço no elenco de “Cobra Kai”
O ator Ralph Macchio anunciou nas redes sociais que Yuji Okumoto, o Chozen de “Karatê Kid 2”, reprisará seu papel na 5ª temporada de “Cobra Kai”. Ele revelou a novidade com uma foto de bastidores em que aparece ao lado de Okumoto. “Às vezes você simplesmente precisa pedir reforços!”, escreveu Macchio. Okumoto já apareceu na série antes, fazendo uma participação rápida na 3ª temporada. Desta vez, porém, ele integrará o elenco fixo do quinto ano da produção. A trama da 5ª temporada está sendo guardada em segredo, mas o cocriador Josh Heald afirmou em entrevista ao Screen Rant que esses episódios não encerram a série. Segundo ele, a produção teria novas histórias para contar num sexto e talvez até sétimo ano. Sometimes you just have to call in reinforcements! 💪🥋#bts #MiyagiDo #Danielsan #Chozen @YujiOkumoto @CobraKaiSeries pic.twitter.com/w9XQWo8jj7 — Ralph Macchio (@ralphmacchio) January 26, 2022
Série do Pacificador passou por refilmagens com troca de ator
O diretor James Gunn revelou que a série do Pacificador precisou passar por refilmagens não previstas, devido à troca de um de seus atores principais. O intérprete do Justiceiro foi substituído após cinco episódios já terem sido finalizados. “Freddie Stroma chegou um pouco tarde”, explicou Gunn, em entrevista ao site ScreenRant. “Já tínhamos filmado cindo episódios e meio com outro ator, um cara incrivelmente talentoso, mas que tinha uma ideia bem diferente de quem o personagem deveria ser. Ele não ia querer ficar conosco a longo prazo, então trouxemos Freddie e regravamos todas as cenas do Vigilante. Eu mesmo dirigi todas as refilmagens, mesmo se não fosse o diretor principal do episódio”, comentou. Originalmente, o Vigilante seria interpretado por Chris Conrad, de “Patriota” e “Perpetual Grace, LTD”. Quando sua saída do elenco foi anunciada, a causa citada foi “diferenças criativas”. A série está sendo exibida na HBO Max, com novos episódios liberados todas as quintas.












