Divulgação/Disney

Série derivada de “A Bela e a Fera” é suspensa pela Disney+

A produção da série derivada de “A Bela e a Fera”, que estava em desenvolvimento na Disney+, foi suspensa e não tem mais previsão de lançamento.

A decisão aconteceu após o elenco principal ser formado, mas antes das filmagens planejadas para o verão (nosso inverno) no Reino Unido.

Segundo apurou o site americano Deadline com profissionais envolvidos na produção, a suspensão foi provocada por “motivos criativos”. Os roteiros não estariam seguindo a direção esperada pela Disney. Além disso, a criação da música original também atrasou.

Um adiamento para o outono foi descartado devido à necessidade de filmar cenários ensolarados, por isso um remanejamento para 2023 tende a colidir com a agenda do elenco, colocando o projeto em questionamento.

“Infelizmente, é verdade”, escreveu Josh Gad no Twitter após a notícia do cancelamento das gravações. “Nós tentamos fazer tudo funcionar, mas não era para ser… por enquanto. Esses personagens e essa história vão viver, mas às vezes as melhores intenções e a realidade colidem e nada pode ser feito.”

Os atores contratados devem ser liberados e, caso a produção volte ao cronograma, um novo elenco precisará ser montado.

Entretanto, nada será feito sem a disponibilidade da dupla central. Afinal, a série foca os vilões de “A Bela e a Fera”, Gaston e Lefou, que precisam ser interpretados pelos atores do filme de 2017, Luke Evans e Josh Gad.

O estúdio divulgou a sinopse no ano passado, incluindo na trama a meio-irmã de LeFou, Tilly, e prometendo revelar a identidade da feiticeira misteriosa que amaldiçoou a Fera na história original.

O projeto foi desenvolvido pelo próprio Josh Gad em parceria com a dupla Edward Kitsis e Adam Horowitz, que têm boa experiência com adaptações de contos de fada da Disney, após conduzirem a série “Once Upon a Time” por sete temporadas.

O elenco ainda incluiria Briana Middleton (“Bar Doce Lar”), Fra Fee (“Gavião Arqueiro”), Jelani Alladin (“The Walking Dead: World Beyond”) e a cantora Rita Ora (“Cinquenta Tons de Cinza”).