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    Novo filme de Tarantino é aplaudido por 7 minutos no Festival de Cannes

    21 de maio de 2019 /

    Vinte e cinco anos depois de vencer a Palma de Ouro por “Pulp Fiction”, Quentin Tarantino exibiu seu novo filme com uma recepção consagradora no Festival de Cannes. Ao final de sua première mundial, “Era uma Vez em Hollywood” foi aplaudido por sete minutos pelo público, que considerou o filme um dos melhores do evento. Tarantino e as estrelas do filme – Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie – estavam presentes para receber os aplausos ensurdecedores. E Tarantino surpreendentemente mostrou modéstia, sentindo-se humilde pela excelente recepção. “Obrigado por ser um público tão fantástico nesta primeira vez que exibidos o filme”, ele agradeceu. Se o filme tinha chegado a Cannes com um hype digno da Beatlemania, agora ninguém vai segurar sua badalação. A crítica internacional já se juntou aos aplausos. No site Rotten Tomatoes, o filme atingiu 100% de aprovação após sua sessão para a imprensa no festival. Impressionante. Mesmo assim, críticos brasileiros de um mesmo grupo de comunicação resolveram alinhar seus discurso para falar mal do filme nesta terça (21/5). Patético ou só eles estão certos? O primeiro filme estrelado por Leonardo DiCaprio em quatro anos, desde que venceu o Oscar por “O Regresso”, é repleto de astros em papéis de destaque. Mas sua première atraiu ainda mais estrelas de cinema do mundo todo, incluindo Zhang Ziyi, Gael Garcia Bernal, Diego Luna, Lea Seydoux, Tilda Swinton, Guillaume Canet e Gilles Lellouche, além do diretor Xavier Dolan, tornando o tapete vermelho de “Era uma Vez em Hollywood” o mais estrelado de Cannes neste ano. A sessão também foi precedida por pedidos de Tarantino e do diretor de Cannes, Thierry Fremaux, para que nenhum dos presentes divulgasse spoilers da trama. É que o filme só chegará comercialmente aos cinemas em 26 de julho nos Estados Unidos. No caso do Brasil, o espaçamento é ainda maior, já que a obra só terá lançamento nacional em 15 de agosto. O diretor teme que o público fique sabendo dos segredos, reviravoltas e até o final de sua história antes de poder ver o filme. E ele tem motivos para recear o pior. Enquanto preparava seu filme anterior, “Os Oito Odiados”, um site divulgou o roteiro ainda inédito na íntegra, fazendo-o quase desistir da filmagem. Na ocasião, ele contornou o vazamento com mais trabalho para reescrever parte da trama. A resposta positiva à estréia mundial do filme ofereceu o tipo de sacudida que Cannes precisava, já que os filmes anteriores foram recebidos de forma tímida, com a exceção de uma exibição eletrizante de “Rocketman”, a cinebiografia de Elton John, fora da competição. O festival vai até sábado, dia 25 de maio. Cinco vezes vencedor do Oscar, o diretor mexicano Alejandro G. Inarritu, que dirigiu DiCaprio em “O Regresso”, preside o júri de competição da Palma de Ouro, que pode premiar “Era uma Vez em Hollywood”.

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  • Filme

    Novo trailer de Era uma Vez em Hollywood introduz terror de Charles Mason

    21 de maio de 2019 /

    A Sony divulgou um novo trailer legendado de “Era uma Vez em Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino, em versões dublada e legendada. A prévia destaca os principais protagonistas, Leonardo DiCaprio (“Django Livre”) e Brad Pitt (“Bastardos Inglórios”), com destaque para a exibição de um filme dentro do filme, em que DiCaprio mata nazistas. Os dois vivem respectivamente um ator em decadência e seu dublê de longa data. Frustrado por virar um “cowboy de televisão”, o antigo astro não se conforma em ver a carreira da vizinha do lado em ascensão. Ela é a atriz Sharon Tate, casada com o cineasta Roman Polanski – e vivida por Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”). Mas a felicidade da atriz não vai durar muito, pois é 1969 e Charles Manson começou a aparecer em sua vizinhança. Damon Herriman (da série “Justified”) aparece sorridente como o psicopata americano. E uma das cenas finais da prévia sai direto de um filme de terror, com seus seguidores subindo uma rua escura com facas na mão. Além dos citados, há muitos outros astros famosos no elenco, como Al Pacino (“O Poderoso Chefão”), James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, e até o recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil.

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    Quentin Tarantino tenta barrar spoilers de seu filme no Festival de Cannes

    20 de maio de 2019 /

    Quentin Tarantino, quem diria, imitou os diretores de “Vingadores: Ultimato”. Assim como Joe e Anthony Russo, ele divulgou uma carta aberta em que pediu para o público e a imprensa não compartilharem spoilers de seu novo filme, “Era uma Vez em Hollywood”. O apelo de Tarantino é ainda mais urgente, porque seu longa será exibido nesta terça (21/5) no Festival de Cannes, em disputa pela Palma de Ouro, mas só chegará comercialmente aos cinemas em 26 de julho nos Estados Unidos. No caso do Brasil, o espaçamento é ainda maior, já que a obra só terá lançamento nacional em 15 de agosto. O diretor teme que o público fique sabendo dos segredos, reviravoltas e até o final de sua história antes de poder ver o filme. E ele tem motivos para recear o pior. Quando preparava seu filme anterior, “Os Oito Odiados”, um site divulgou o roteiro ainda inédito na íntegra, fazendo-o quase desistir da filmagem. Na ocasião, ele contornou o vazamento com mais trabalho para reescrever parte da trama. “Eu amo cinema. Você ama cinema. É a jornada de se descobrir uma história pela primeira vez”, apontou Tarantino no texto de sua carta, postada nas redes sociais. “O elenco e a produção trabalham muito duro para criar algo original, e eu só peço a todos que evitem revelar qualquer coisa que impeça a audiência de ter esse mesmo tipo de experiência”, completou o diretor. Passado em 1969, o longa tem como pano de fundo as atrocidades cometidas pelos seguidores de Charles Manson, entre elas o assassinato da atriz Sharon Tate, que na época era casada e esperava um filho do diretor Roman Polanski. Os dois personagens principais são Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), ex-estrela de uma série de western, e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Ambos estão lutando para manter as carreiras numa Hollywood que não reconhecem mais. Mas Rick tem uma vizinha muito famosa ao lado de sua casa… Sharon Tate (Margot Robbie). Além dos citados, o elenco grandioso inclui Al Pacino (“O Poderoso Chefão”), James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Damon Herriman (“Justified”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, além do recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). Ver essa foto no Instagram #NoSpoilersInHollywood Uma publicação compartilhada por Once Upon A Time In Hollywood (@onceinhollywood) em 20 de Mai, 2019 às 3:01 PDT

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  • Filme

    Brightburn: Terror com super-herói do mal de James Gunn ganha trailer final

    20 de maio de 2019 /

    A Sony divulgou o trailer final de “Brightburn”, terror produzido pelo cineasta James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), que ganhou o subtítulo de “Filho das Trevas” em português. Apesar da conexão pobre que o título nacional faz com “A Profecia”, a produção é basicamente a origem de Superman como filme de terror. A trama segue um casal, vivido por Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) e David Denman (“Outcast”), que adota um bebê que caiu literalmente do céu, numa nave espacial. E conforme o menino cresce, começa a demonstrar superpoderes. Seus pais sabem que ele é especial, destinado a grandes façanhas. Mas essa história superconhecida se descortina de forma diferente dos quadrinhos, em clima tenso. E quando o trailer mostra que criança adota uma capa vermelha e passa a voar, fica bastante claro: o pequeno alienígena é, na verdade, personagem de um terror sanguinário. A história foi escrita por Brian Gunn e Mark Gunn, respectivamente irmão e primo do diretor de “Guardiões da Galáxia”. James Gunn assina apenas a produção, mas seu nome é o primeiro destacado no trailer. Já a direção ficou a cargo de David Yarovesky, que fez o clipe da música “Inferno”, extraída da trilha de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. A estreia está marcada para quinta-feira (23/5) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Globo e Sony fecham parceria para produção de séries em inglês

    19 de maio de 2019 /

    A Rede Globo e a Sony Pictures Television fecharam um contrato de coprodução de séries em inglês. O anúncio foi feito durante o LA Screenings, feira internacional de conteúdo televisivo que ocorre anualmente em Los Angeles e se encerrou na sexta (17/5). A parceria representa a primeira iniciativa da Globo em conteúdo dramático em inglês. O acordo prevê duas séries e um terceiro projeto, ainda em definição. As séries já estão em fase de desenvolvimento. São projetos antigos, que justificam o uso do inglês pela narrativa de suas tramas. A primeira produção foi anunciada em 2016 e definiu Sophie Charlotte como protagonista no ano passado. Trata-se de “O Anjo de Hamburgo”, sobre Aracy de Carvalho, mulher do escritor Guimarães Rosa e funcionária do consulado brasileiro em Hamburgo, na Alemanha, que ajudou centenas de judeus a escaparem para o Brasil durante o nazismo. Visando o mercado internacional, a série de oito episódios vai combinar atores brasileiros e estrangeiros, aproveitando a locação na Alemanha. “A história joga luz sobre a coragem de uma mulher brasileira que desobedeceu as ordens de seu próprio governo e arriscou a vida para ajudar centenas de judeus a escaparem dos campos de concentração”, afirmou Silvio de Abreu, diretor de dramaturgia da Globo. A direção de “O Anjo de Hamburgo” é de Jayme Monjardim (“O Vendedor de Sonhos”). A outra série confirmada é “Rio Connection”, que também é um drama de época inspirado numa história real. A trama segue uma quadrilha europeia que usou o Rio de Janeiro como conexão para o tráfico de heroína durante os anos 1970. A Globo terá os direitos de distribuição das séries no território brasileiro e a Sony internacionalmente. Além das duas parceiras, “O Anjo de Hamburgo” e “Rio Connection” terão ainda produção da Floresta, uma joint venture entre a produtora executiva Elisabetta Zenatti e a Sony Pictures Television, especializada em programas de variedades e reality shows – tem mais de 40 atrações produzidos para diferentes canais, entre eles “Shark Tank”, “The Ultimate Fighter”, “De Férias com o Ex”, “Vai, Fernandinha” e “Lady Night”.

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  • Filme

    Leonardo DiCaprio estrela filmes dos anos 1960 em pôsteres de Era uma Vez em Hollywood

    19 de maio de 2019 /

    Leonardo DiCaprio nasceu em 1974. Mas já era um astro consumado uma década antes. Para comprovar, a Sony divulgou os cartazes de dois longas estrelados por ele nos anos 1960, um thriller de ação e um spaghetti western produzido na Itália. O material faz parte da campanha de divulgação de “Era uma Vez em Hollywood”, em que DiCaprio vive um ator de cinema chamado Rick Dalton. Os cartazes são filmes fictícios do personagem. Dirigido por Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood” vai encontrar Dalton já em decadência em 1969, como ator de série western televisiva, onde ainda trabalha ao lado de seu dublê de longa data, vivido por Brad Pitt. O filme faz uma reconstituição da época e mistura, ao lado dos personagens fictícios, figuras reais como o ator Bruce Lee (Mike Moh, o Triton da série “Inhumans”), a atriz Sharon Tate (Margot Robbie) e o psicopata Charles Manson (Damon Herriman, da série “Justified”). Além destes, há muitos outros astros famosos no elenco, como Al Pacino (“O Poderoso Chefão”), James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, além do recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). “Era uma Vez em Hollywood” vai ser exibido pela primeira vez no Festival de Cannes na terça-feira (21/5). Já a estreia comercial está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil. Straight from Italy comes “Kill Me Now Ringo, Said The Gringo,” now showing in a multiplex near you. pic.twitter.com/8DDxcgJvuw — Once Upon a Time in Hollywood (@OnceInHollywood) May 19, 2019 Witness Rick Dalton and Margaret Lee together in Columbia-Euro’s latest motion picture, “Operazione Dyn-o-mite!”. pic.twitter.com/eNhYEz94HV — Once Upon a Time in Hollywood (@OnceInHollywood) May 17, 2019

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  • Série

    Remake da série clássica “Party of Five” ganha trailer com premissa latina

    16 de maio de 2019 /

    O canal pago Freeform divulgou o trailer do remake de “Party of Five”, série dramática dos anos 1990, que foi exibida na TV aberta brasileira como “O Quinteto”. A nova versão fará parte da programação da próxima temporada. A trama original mostrava como cinco irmãos, a maioria menores de idade e o mais novo ainda bebê, decidem ficar juntos sem supervisão de familiares após seus pais morrerem num acidente. A série girava em torno da luta dos mais velhos para criar os mais novos e as dificuldades da adolescência em geral. Durou seis temporadas, entre 1994 e 2000. Já a premissa da nova versão muda um detalhe crucial. Os irmãos seriam latinos e seus pais foram deportados pela nova política migratória do governo presidido por Donald Trump. Vale lembrar que os irmãos Sallinger originais eram interpretados por jovens atores que ficaram famosos em outros projetos, como Matthew Fox, o Jack da série “Lost”, e Neve Campbell, a Sidney da franquia de terror “Pânico”. Entre os caçulas, Scott Wolf foi parar na série “Plantão Noturno” e Lacey Chabert, que também foi uma das “Meninas Malvadas” (2004), virou dubladora de séries animadas (é a Zatanna da “Liga da Justiça”). Além deles, “Party of Five” catapultou ao estrelado a adolescente Jennifer Love Hewitt, no papel da namoradinha de Scott Wolf. Sua personagem ficou tão popular que chegou a ganhar um spin-off, “Time of Your Life”, que entretanto durou só uma temporada. Ela se tornou sex symbol dos anos 1990, estrela da franquia “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, da série “Ghost Whisperer” e atualmente está em “9-1-1”. A nova geração é representada por Brandon Larracuente (o Jeff de “13 Reasons Why”), Niko Guardado (o Rubén de “The Goldbergs”), Emily Tosta (a Leticia de “Mayans F.C.”) e Elle Paris Legaspi (a versão criança de Lyn em “Vida”). Assim como na série original, o quinto irmão é um bebê. Os criadores da atração dos anos 1990, Chris Keyser e Amy Lippman, são os responsáveis pelo remake, junto da produtora Sony.

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    Alvin Sargent (1927 – 2019)

    11 de maio de 2019 /

    Morreu o roteirista Alvin Sargent, que escreveu três filmes do “Homem-Aranha” e venceu dois Oscars por “Julia” (1977) e “Gente como a Gente” (1980). Ele faleceu na quinta-feira (9/5), de causas naturais em sua casa em Seattle, nos Estados Unidos. Ao todo, Sargent assinou mais de duas dúzias de roteiros de longa-metragens desde a década de 1960. Seus créditos também incluem “Lua de Papel” (1973), pelo qual foi indicado ao Oscar. Ele começou sua carreira como vendedor de anúncios da revista Variety nos anos 1950 e sonhava em virar ator. Sua estreia no cinema foi como figurante no clássico “A um Passo da Eternidade” (1954), de Fred Zinnemann. E, por coincidência, Zinnemann também dirigiu “Julia”, que Sargent foi escrever mais de duas décadas depois. A dificuldade para encontrar novos papéis – e vender anúncios – fez com que transformasse um passatempo em carreira. Ele costumava escrever histórias para si mesmo. Um dia, seu agente pegou uma delas e mostrou para produtores de TV. E assim Sargent foi convidado a escrever episódios de séries dramáticas. Ele assinou, entre outras, “Ben Casey”, “Rota 66”, “As Enfermeiras” e “The Alfred Hitchcock Hour” . Seu primeiro roteiro para o cinema foi a comédia de assalto “Como Possuir Lissu” (1966), com Shirley MacLaine e Michael Caine, que fez grande sucesso e chamou atenção de vários cineastas. Isso rendeu novos trabalhos, em que precisou mostrar versatilidade para abordar diferentes gêneros, como o western “A Noite da Emboscada” (1968), a cultuada comédia romântica “Os Anos Verdes” (1969), estrelada pela jovem Liza Minnelli, e o violento policial “O Pecado de um Xerife” (1970). Seus roteiros estavam sendo filmados por jovens diretores em transição para o patamar de mestres – como Robert Mulligan, Alan J. Pakula e John Frankenheimer. E isto atraiu o astro Paul Newman, que chamou o roteirista para escrever “O Preço da Solidão” (1972), adaptação de um peça premiada de Paul Zindel, que o próprio ator dirigiu. A consagração veio logo em seguida, com três indicações à premiação da Academia, rendendo-lhe troféus em duas oportunidades. “Lua de Papel” acabou transformando Tatum O’Neal na mais jovem vencedora do Oscar, aos 10 anos de idade. Mas foram “Julia”, baseada na vida da escritora Lillian Hellman e sua luta contra o Holocausto, e principalmente “Gente como a Gente”, retrato dramático do impacto da morte de um jovem sobre sua família, que lhe deram status de gênio. Assim como fez seu amigo Paul Newman, Robert Redford requisitou o talento de Sargent para escrever a história que marcaria sua estreia no cinema. E “Gente como a Gente”, estrelado por Mary Tyler Moore e Timothy Hutton, venceu, além de Melhor Roteiro, os Oscars de Melhor Direção para o estreante Redford e até o troféu de Melhor Filme do ano. Entre as muitas pessoas influenciadas por aquela obra, o cineasta JJ Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) frequentemente cita “Gente como a Gente” como inspiração para “Uma Segunda Chance” (1991), o roteiro que deslanchou a sua carreira (quando ele era Jeffrey Abrams). Sargent ainda incluiu “O Cavaleiro Elétrico” (1979), estrelado por Redford, entre esses filmes. E o sucesso dessas produções o tornou um dos roteiristas mais requisitados do período. Especializou-se em dramas e comédias de prestígio de grandes estúdios. “Querem me Enlouquecer” (1987), com Barbra Streisand, “Loucos de Paixão” (1990), com Susan Sarandon, “Nosso Querido Bob” (1991), com Bill Murray, e “Herói por Acidente” (1992), com Dustin Hoffman, fizeram bastante sucesso comercial. Mas nada em sua carreira foi comparável à bilheteria dos dois filmes do “Homem-Aranha” que ele escreveu para o diretor Sam Raimi. O roteirista assinou “Homem-Aranha 2” (2004) e “3” (2007), quando a franquia era estrelada por Tobey Maguire e Kirsten Dunst, e também “O Espetacular Homem-Aranha” (2012), de Marc Webb, protagonizado por Andrew Garfield e Emma Stone. Ele tinha 85 anos quando entregou “O Espetacular Homem-Aranha”, seu último trabalho. A aposentadoria não foi consequência da idade, mas da morte de sua grande parceira. Por 25 anos, Sargent teve a seu lado a produtora e escritora Laura Ziskin, com quem escreveu alguns de seus sucessos. Eles se casaram em 2010, um ano antes de Ziskin perder sua batalha contra o câncer de mama. E Sargent perdeu a vontade de continuar escrevendo.

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    Trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa bate recorde de visualizações

    7 de maio de 2019 /

    O frisson por “Vingadores: Ultimato” ajudou o novo trailer de “Homem-Aranha: Longe de Casa” a bater o recorde de visualizações da Sony em 24 horas. O estúdio informou que, em seu lançamento, o vídeo teria sido visto mais de 135 milhões de vezes. O filme do Aranha já detinha o recorde de trailer mais visto da Sony. A primeira prévia, lançada em janeiro, rendeu 130 milhões de visualizações. O número aumentou com o novo lançamento, o que não costuma acontecer, já que a ansiedade geralmente é dirigida ao primeiro vislumbre. A razão do aumento de interesse é evidente: as citações feitas no trailer aos eventos de “Vingadores: Ultimato” e os desdobramentos das viagens no tempo e o segundo estalo da manopla do infinito. A totalização dos números somam visualizações em todas as plataformas e mercados, segundo levantamento da Sony. “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Cena inédita de Homem-Aranha: Longe de Casa destaca explicação do multiverso

    7 de maio de 2019 /

    A Sony divulgou uma cena inédita de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que se concentra na explicação do multiverso. O vídeo mostra o encontro entre Peter Parker (Tom Holland) e o Sr. Beck (Jake Gyllenhaal). Quando Nick Fury (Samuel L. Jackson) revela que Beck vem de outra Terra, Peter fica animadíssimo com a possibilidade do multiverso deixar de ser teoria e se materializar em carne e osso. A ideia de multiverso foi introduzida tanto na animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” quanto na trama de “Vingadores: Ultimato”, que mostraram diferentes realidades. O tal Sr. Beck teria vindo de uma dessas realidades alternativas, após a manopla do infinito fragilizar as linhas temporais. Mas nunca é demais lembrar que o Sr. Beck é, na verdade, Mysterio, conhecido nos quadrinhos por ser um grande farsante. Ele está sendo apresentado como herói no marketing da produção, mas sempre foi vilão nas publicações da Marvel – um especialista em efeitos especiais, que usa truques para fingir ser superpoderoso. E os fãs já deduziram que as ameaças enfrentadas pelo Aranha no filme não são exatamente o que parecem. Assim, a introdução do multiverso pode ser um blefe de mestre, típico de Mysterio – que até já convenceu Peter que a Tia May tinha morrido nos quadrinhos. Por outro lado, se for para valer, representará um grande desdobramento para o futuro da Marvel nos cinemas. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Homem-Aranha: Longe de Casa revela futuro da Marvel em trailer cheio de spoilers

    6 de maio de 2019 /

    A Sony divulgou um novo trailer de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, em versões dublada e legendada. E ele vem tão carregado de spoilers que começa com um aviso do ator Tom Holland, recomendando que seja evitado por quem ainda não viu “Vingadores: Ultimato”. A prévia deixa claro que o filme é continuação direta do blockbuster da Marvel, refletindo as perdas da batalha contra Thanos. A trama também estabelece novas funções para os personagens de Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Happy Hogan (Jon Favreau) em relação à Peter Parker (Holland), como mentores/parceiros. Mas há muito mais informações, como a aparente dedução da identidade secreta do herói por MJ (Zendaya) e até a introdução de um multiverso na Marvel. Mysterio (Jake Gyllenhaal) teria vindo de outra realidade, após a manopla do infinito fragilizar as linhas temporais. Esta revelação abre uma lista de possibilidades intrigantes – entre elas, o retorno dos heróis mortos em “Vingadores: Ultimato”. Porém… Mysterio também é conhecido nos quadrinhos por ser um grande farsante. Ele está sendo apresentado como herói no marketing da produção, mas sempre foi vilão nas publicações da Marvel – um especialista em efeitos especiais, que usa truques para fingir ser superpoderoso. E os fãs já deduziram que as ameaças enfrentadas pelo Aranha no filme não são exatamente o que parecem. Enfim, muita coisa acontece no trailer, sugerindo ou um blefe de mestre ou grandes desdobramentos para o futuro da Marvel nos cinemas. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Noah Centineo confirma que virará He-Man no cinema

    30 de abril de 2019 /

    O ator Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), queridinho das comédias românticas da Netflix, confirmou que vai interpretar He-Man numa nova versão de cinema de “Mestres do Universo”. “É verdade”, disse Centineo, no programa “The Tonight Show”. “Acho que eu tenho uma tendência estranha de ficar de cueca”, brincou, referindo-se também a uma sessão de fotos para a Calvin Klein, em que ele posou apenas de cueca. “Eu estou muito animado. É uma oportunidade e tanto”, completou o ator. Veja o vídeo da entrevista completa abaixo. A escolha mostra que os produtores querem um intérprete bem diferente do primeiro He-Man do cinema, ninguém menos que o fortão Dolph Lundgren (“Creed II”). Escrito por Art Marcum e Matt Holloway, roteiristas do primeiro “Homem de Ferro” (2008) e do novo “MIB: Homens de Preto – Internacional” (2019), o filme terá direção dos irmãos Aaron e Adam Nee, conhecidos pelo thriller independente “Band of Robbers”. A produção vai começar nos próximos meses, exatamente uma década após a encomenda do primeiro roteiro para a adaptação do brinquedo/desenho animado dos anos 1980. O projeto é tão antigo que a pilha das páginas descartadas inclui textos completos de Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”), Michael Finch (“Hitman: Agente 47”) e Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que também tinha a pretensão de dirigir o longa. A dificuldade enfrentada pela Sony para tirar o projeto do papel também se deve à frustração com o primeiro e único filme da franquia, lançado em 1987, em que Dolph Lundgren viveu He-Man e Frank Langella (“Frost/Nixon”) foi o vilão Esqueleto. Com efeitos precários e resultado discutível, “Mestres do Universo” é mais lembrado por ter lançado a carreira da atriz Courteney Cox (de “Friends”). E por ter sido dirigido por um suposto pedófilo, denunciado por oito ex-atores mirins. Ao contrário daquela produção, o novo longa não deverá se passar na Terra, preservando a inspiração dos desenhos e servindo como filme de origem. A história deve mostrar a transformação do príncipe Adam no guerreiro He-Man, que representa a última esperança da terra mágica chamada Eternia contra a ameaça do Esqueleto. Originalmente, o personagem foi lançado numa linha de bonecos pela Mattel, em 1982. Acabou se tornando desenho animado e ganhou até um spin-off, centrado em sua irmã She-Ra, ambos com muito sucesso nas manhãs da TV Globo nos anos 1980. Como She-Ra acaba de ganhar uma nova série na Netflix, chegou a hora de He-Man passar por uma recauchutagem completa. Uma versão com Centineo tende a ser bem diferente do que a maioria lembra do personagem. A produção ainda não tem previsão de estreia.

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    Roteiristas de Aranhaverso vão criar séries novas do Homem-Aranha

    29 de abril de 2019 /

    A dupla de cineastas Phil Lord e Chris Miller, que venceu um Oscar este ano por produzir “Homem-Aranha no Aranhaverso”, assinou um contrato de exclusividade com a Sony Pictures Television para a produção de vários projetos, especialmente séries do universo do Homem-Aranha. Ainda não há detalhes dos projetos em desenvolvimento, mas o contrato é milionário. Fontes do site Deadline indicam que o estúdio pagou até US$ 100 milhões pelos direitos de distribuição exclusivos dos projetos da dupla pelos próximos anos. A negociação tem o objetivo de lançar novas séries animadas do Aranha, expandindo o “Aranhaverso”. Embora não tenham dirigido o longa premiado, os dois assinaram o elogiado roteiro e comandaram a produção. Além da animação que bateu a Disney no Oscar 2019, Lord e Miller escreveram e dirigiram outros sucessos de animação como “Uma Aventura LEGO” e “Tá Chovendo Hambúrguer”, além de terem realizado os dois filmes baseados na série “Anjos da Lei”. O sucesso de “Uma Aventura LEGO” também lhes rendeu contrato para desenvolver, como produtores, um universo de animações baseadas nas propriedades da LEGO para os estúdios Warner. Mas sua experiência mais recente como diretores foi a pior possível. Lord e Miller foram contratados para dirigir “Han Solo: Uma História Star Wars”, mas acabaram sendo demitidos e substituídos por Ron Howard no meio da produção, porque a produção estaria “engraçadinha” demais. Sem sua direção, o filme acabou sendo o maior fracasso da franquia “Star Wars”.

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