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    Filme que vai reiniciar Resident Evil termina produção

    29 de dezembro de 2020 /

    A Sony informou que as filmagens do novo filme de “Resident Evil” foram oficialmente encerradas. A novidade foi revelada pelo Twitter, com uma foto dos bastidores. “Terminaram as filmagens em Raccoon City. Dirigido por Johannes Roberts”, diz o texto. Veja abaixo. A produção da Constantin Film, que será distribuída pela Sony, mesma parceria dos seis filmes anteriores, será estrelada por Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) e Robbie Amell (“A Babá”), que viverão os irmãos Claire e Chris Redfield, personagens clássicos dos games. Além deles, Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) será Jill Valentine, a policial mais durona de Raccoon City, Avan Jogia (“Victorious”) será Leon Kennedy, um agente federal da divisão antiterrorismo, Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) viverá o vilão Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, e Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) dará vida ao virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a pandemia zumbi. Não há uma nova Alice, porque a personagem popularizada por Milla Jovovich nos filmes anteriores nunca fez parte dos games. Portanto, não se trata exatamente de um prólogo, como chegou a ser anunciado em alguns lugares, mas de um recomeço completo da franquia. Roteiro e direção estão a cargo de Johannes Roberts (“Medo Profundo”), que disse, em comunicado: “Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e criar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto ao mesmo tempo contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana enferma, algo que parece ainda mais relevante para o público de hoje”. O filme ainda não tem previsão de estreia. Além desta produção de cinema, a franquia de games da Capcom também vai ganhar duas novas séries da Netflix: uma animada, que já teve primeiro vídeo revelado, e outra em live-action, ainda em estágios iniciais. “Resident Evil” completa 25 anos de seu lançamento original em 22 de março. That’s a wrap in Raccoon City. 🎬 diREcted by Johannes Roberts pic.twitter.com/q5mmQxjFQo — Sony Pictures (@SonyPictures) December 28, 2020

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  • Filme

    Monster Hunter perde aposta contra pandemia nas bilheterias dos EUA

    20 de dezembro de 2020 /

    A Sony fez uma aposta de risco em “Monster Hunter” e deve perder uma fortuna. O filme de monstros gigantes, orçado em US$ 60 milhões e estrelado por Milla Jovovich (“Resident Evil”), teve um desempenho muito pior que o esperado em sua estreia nos EUA e Canadá neste fim de semana. Com uma arrecadação de somente US$ 2,2 milhões entre sexta e domingo (20/12), ficou abaixo da média de US$ 3 milhões que vinha marcando as estreias dos últimos meses, durante a pandemia. O valor é reflexo da diminuição crescente dos salas de exibição em atividade. Apenas 2,3 mil cinemas estão abertos na América do Norte, dos quais 1,7 mil receberam a produção de efeitos visuais monstruosos. O estúdio não negociou um lançamento simultâneo ou antecipado em streaming com o parque exibidor, porque acreditava poder compensar o esperado prejuízo norte-americano com um grande sucesso asiático. A franquia “Resident Evil”, também estrelada por Jovovich, teve seu maior desempenho na China. Mas a estreia chinesa de “Monster Hunter” acabou prejudicada por uma cena que o público entendeu como racista, levando as autoridades do país a ordenarem a retirada do filme de cartaz. Para completar, a crítica não aprovou a nova adaptação de videogame, considerada medíocre, com 48% de notas positivas na média compilada pelo site Rotten Tomatoes. De todo modo, essa nota é bem maior que a média dos filmes de “Resident Evil”, qualificados como lixo, em aprovações que variaram de 22% a 38% em toda a franquia. Os US$ 2,2 milhões de “Monster Hunter” se tornam ainda mais abissais quando comparados à estreia que ocupou o fim de semana antes do Natal em 2019. Neste período do ano passado, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” abriu com nada menos que US$ 177,3 milhões no mercado norte-americano. Graças ao desastre da Sony, devem diminuir muito as críticas feitas contra a Warner por decidir lançar seus filmes, a partir de “Mulher-Maravilha 1984”, simultaneamente nos cinemas e na plataforma HBO Max para os assinantes do serviço de streaming, que por enquanto só é comercializado na América do Norte. Um bom parâmetro pode ser traçado pelo desempenho de “Croods 2: Uma Nova Era”, da Universal e DreamWorks Animation. Cumprindo seu cronograma de apenas três fins de semana exclusivos nos cinemas, o filme foi lançado na sexta (18/12) em PVOD (locação digital premium) e, mesmo assim, ocupou o 2º lugar no ranking das bilheterias de cinema, com uma arrecadação muito próxima da atingida pelo líder estreante: US$ 2 milhões. A sequência de “Os Croods” rendeu até agora US$ 27 milhões nos cinemas norte-americanos, mas já soma US$ 84,5 milhões mundiais, com cerca de 60% desse valor vindo da China, onde o filme faturou US$ 50 milhões. Tanto “Monster Hunter” quanto “Os Croods 2” sofreram adiamentos em suas previsões de estreia para o Brasil. Os dois filmes foram remanejados para janeiro, respectivamente nos dias 14 e 21. Mas, com isso, correm o risco de encontrarem os cinemas fechados devido à disparada de casos de covid-19 no país.

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  • Divulgação/NBC
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    Jim Carrey se despede do papel de Joe Biden no humorístico Saturday Night Live

    19 de dezembro de 2020 /

    O ator Jim Carrey anunciou que não vai mais interpretar Joe Biden no programa “Saturday Night Live” (SNL). Ele será substituído por outro intérprete nas sátiras ao presidente eleito dos EUA durante o restante da temporada do humorístico. Fontes do programa, ouvidas pelo site The Hollywood Reporter, confirmaram que a despedida foi planejada desde o começo, porque o acordo previa que Carrey interpretasse Biden por apenas seis episódios – antes e imediatamente após a eleição – , embora isso não tenha sido divulgando abertamente quando Carrey entrou a bordo. Em um tuite anunciando sua despedida, Carrey escreveu: “Embora meu mandato devesse durar apenas 6 semanas, fiquei emocionado por ser eleito presidente no ‘SNL’… a maior honraria da comédia. Agora vou em frente, sabendo que Biden foi o vencedor porque eu matei a pau. Mas serei apenas um numa longa linha de orgulhosos e lutadores Bidens do ‘SNL’!” O “SNL” acrescentou em seu próprio tuite, “Obrigado, Jim Carrey, por aparecer quando fez diferença.” Carrey estreou no papel no primeiro episódio da 46ª temporada de “Saturday Night Live”, que se tornou uma das estreias mais assistidas do veterano programa humorístico. Exibida em 3 de outubro na rede NBC, a atração atraiu 7,7 milhões de espectadores ao vivo e uma classificação de 1,68 na demo (adultos de 18 a 49), o que representa a terceira maior abertura do “SNL” no século, atrás apenas dos episódios inaugurais de 2016 e 2008. Mas o curto período de Carrey como Biden contrasta com a longa personificação de Alec Baldwin, que interpretou Donald Trump durante todo o mandato do atual presidente dos EUA. Carrey foi a terceira pessoa a interpretar Biden no SNL em 2020, após as participações de Woody Harrelson e do ex-membro do elenco Jason Sudeikis (que encarnou o ex-vice-presidente com frequência durante os anos de Barack Obama) durante as eleições primárias do Partido Democrata. Thank you to Jim Carrey for showing up when it mattered ❤️ https://t.co/tLNM0jMhyb — Saturday Night Live – SNL (@nbcsnl) December 19, 2020

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  • Filme,  Música

    Whitney Houston vai ganhar cinebiografia com atriz de Star Wars

    15 de dezembro de 2020 /

    Whitney Houston será a próxima cantora a ganhar cinebiografia nos cinemas. Com uma vida e carreira cheia de altos e baixos, vários sucessos musicais, como “I Will Always Love You” e “How Will I Know”, além de um casamento tumultuado e um envolvimento conhecido com drogas, Whitney terá sua história escrita pelo roteirista Anthony McCarten, que dividiu opiniões ao tomar inúmeras liberdades com a vida de Freddie Mercury em “Bohemian Rhapsody”. Intitulado “I Wanna Dance With Somebody”, o filme da Sony terá direção de Stella Meghie (“A Fotografia”) e já definiu a intérprete da cantora: a atriz Naomi Ackie (a Jannah de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”). Em comunicado, a cineasta abordou o processo de seleção de elenco e o que lhe chamou atenção na atuação de Ackie: “Passamos a maior parte do ano passado em uma busca exaustiva por uma atriz que pudesse encarnar Whitney Houston. Naomi Ackie nos impressionou em todas as fases do processo. Fiquei comovida com sua capacidade de capturar a presença de palco de um ícone global, enquanto trazia humanidade para sua vida interior ” Clive Davis, um dos produtores do filme – e da carreira musical da cantora – , também elogiou a performance da atriz, dizendo que não imagina melhor escolha para o papel. “Todos os fãs de Whitney têm um apetite pela perfeição quando se trata de Whitney e seu legado. Transformar alguém em um ícone incomparável é virtualmente impossível, mas com consideração cuidadosa, Naomi Ackie foi selecionada com base em suas performances de qualidade e seu profundo compromisso em emergir como a mulher que todos nós amamos”, disse Davis. Ackie recebeu reações positivas até da cunhada da cantora, Pat Houston, que também participa da produção. A atriz foi vencedora do BAFTA TV 2020 como Melhor Coadjuvante por seu papel em “The End of the F *** Ing World”, da Netflix. Ela também esteve em “Star Wars: A Ascensão Skywalker” e na coleção de filmes de Steve McQueen para a Amazon, “Small Axe”. “I Wanna Dance with Somebody” tem previsão de estreia para 2022.

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  • Série

    Ilha da Fantasia vai ganhar remake televisivo

    15 de dezembro de 2020 /

    A série “Ilha da Fantasia”, grande sucesso dos anos 1970, ganhará um remake televisivo passado nos dias atuais. A rede Fox encomendou a produção de uma temporada completa do projeto. A nova versão está sendo desenvolvida pelas produtoras-roteiristas Liz Craft e Sarah Fain (ambas de “The 100”) para a Sony Pictures TV e a Gemstone Studios, braço da Sony criado para a realização de conteúdos independentes. A nova versão terá formato de semi-antologia, com um pequeno grupo de atores compondo o elenco principal e novos convidados fazendo participações especiais em todos os episódios. Na trama, pessoas do mundo inteiro buscam abrigo na famosa Ilha da Fantasia, um lugar com um caríssimo resort em que é possível realizar as mais profundas fantasias, mas nem sempre recebendo o que pagaram – tem uma lição de vida embutida em cada pacote de estadia. “Estamos particularmente focados em fornecer aos telespectadores séries de verão que possam oferecer uma verdadeira fuga da vida cotidiana – com certeza, agora mais do que nunca”, disse Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment, em um comunicado . “’Ilha da Fantasia’ é um programa amado, e o mundo que Liz e Sarah criaram para essa adaptação contemporânea é uma série perfeita para os tempos de hoje. Afinal, quem entre nós não gostaria de fazer uma viagem (segura) para a Ilha da Fantasia agora?”, concluiu Exibida originalmente entre 1977 e 1984, “Ilha da Fantasia” teve 154 episódios exibidos ao longo de sete temporadas. A produção era estrelada por Ricardo Montalbán (1920-2009) como o misterioso Sr. Roarke, anfitrião do resort, e Hervé Villechaize (1943-1993), que interpretava Tattoo, seu assistente anão. No Brasil, a série foi exibida na Globo e na extinta TV Manchete. Recentemente, a série foi adaptada para o cinema como um filme de terror de baixíssima qualidade, com Michael Peña (“Homem-Formiga”) no papel do Sr. Roarke e sem Tattoo. Disponível em VOD, o filme tem uma das piores avaliações do ano, com apenas 7% de aprovação no site agregador de críticas Rotten Tomatoes.

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  • Etc

    The Last of Us: Part 2 é eleito Jogo do Ano no Game Awards

    11 de dezembro de 2020 /

    “The Last of Us: Part 2” foi eleito o Jogo do Ano no Game Awards 2020. O evento, que aconteceu de forma digital na noite de quinta-feira (10/12), rendeu mais seis troféus ao game: Melhor Direção, Melhor Narrativa, Melhor Design de Áudio, Melhor Atuação (Laura Bailey como Abby), Melhor Inovação em Acessibilidade e Melhor Jogo de Ação/Aventura. A consagração é um tapa na cara no grupo extremista homofóbico que tentou organizar um boicote malsucedido, bombardeando sites como Metacritic e IMDb com preconceito e notas baixas para tentar impedir o sucesso do jogo – tudo porque sua protagonista é uma jovem lésbica. Com mais de 100 mil comentários (a maioria negativos), “The Last of Us: Part 2” virou o produto mais comentado do Metacritic em todos os tempos. Entretanto, a quantidade esmagadora de comentários negativos não tem a menor relação com a opinião do público em geral. Além da consagração da crítica e das premiações, “The Last of Us: Part 2” é o maior sucesso de vendas de 2020. Em menos de um mês, o jogo vendeu mais cópias do que todos os outros títulos do top 10 (dos mais vendidos do ano)… somados. A consagração é tamanha que o segundo game mais premiado da noite de quinta, “Hades” venceu apenas duas categorias, como Melhor Jogo Independente e Melhor Jogo de Ação. “The Last of Us” também vai virar série na HBO, que será escrita por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, sobre o acidente nuclear dos anos 1980. Mazin será coprodutor-executivo da série ao lado de Carolyn Strauss, sua parceira na produção de “Chernobyl” (e também produtora de “Game of Thrones”), e de Neil Druckmann, que concebeu o game de 2013 e a atual sequência, que bateu recorde de vendas ao ser lançada em junho no PlayStation 4. A trama vai adaptar a premissa original de Druckmann, que é similar às histórias tradicionais de apocalipse zumbi. Ao longo da trama, os espectadores acompanharão a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que pode representar uma chance de cura para uma praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. Veja o trailer do game abaixo.

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  • Etc

    Sony compra a plataforma Crunchyroll da Warner

    9 de dezembro de 2020 /

    A AT&T, dona da WarnerMedia, vendeu a plataforma de anime Crunchyroll para a Sony por quase US$ 1,2 bilhão, como parte de seu esforço para aliviar suas dívidas gigantescas. Nem parece que o CEO da AT&T, John Stankey, se disse literalmente contra dar “armas adicionais aos concorrentes” nesta mesma semana – na terça (8/12), para ser exato, ao defender o plano de lançar os filmes da Warner na HBO Max e não aceitar ofertas milionárias da Netflix por seu portfólio. Com a venda da Crunchyroll, a AT&T não está apenas se desfazendo de conteúdo valioso que não vai mais para a HBO Max, num momento em que a Netflix triplica suas apostas em animes. Na verdade, está armando a Sony até os dentes. A ex-plataforma de animes da Warner agora fará parte da Funimation, da Sony, que se passa a ter status de gigante no segmento, tendo apenas a Netflix como concorrente. O acordo dará à Funimation o controle completo sobre a marca Crunchyroll, 3 milhões de assinantes do serviço e mais de 90 milhões de usuários registrados. “A equipe da Crunchyroll fez um trabalho extraordinário não só de fazer crescer a marca Crunchyroll, mas também de construir uma comunidade apaixonada de fãs de anime. O sucesso da Crunchyroll é um resultado direto da cultura da empresa e do compromisso com seus fãs”, disse Tony Gonçalves, diretor financeiro da WarnerMedia, elogiando o que perdeu. “Ao combinar com a Funimation, eles continuarão a nutrir uma comunidade global e levarão mais anime para mais pessoas”, continuou, descrevendo o novo gigante do mercado. “Estou muito orgulhoso da equipe da Crunchyroll e do que eles conseguiram realizar no espaço da mídia digital em um período tão curto de tempo. Eles criaram um ecossistema global de ponta a ponta para essa forma de arte incrível.” E que foi vendido por um preço extremamente desvalorizado pela AT&T. Fundada em 2006, a Crunchyroll foi uma empresas pioneiras de streaming, focando-se em um nicho de público de amantes de anime em vez de tentar competir com a Netflix. O Grupo Chernin adquiriu o controle acionário da empresa em 2013 e mais tarde a envolveu em sua joint venture com a Otter Media. A AT&T adquiriu o controle total da Otter Media em 2018 e os ativos do grupo foram absorvidos pela WarnerMedia. A WarnerMedia, sob a liderança do recém-nomeado CEO Jason Kilar, começou a oferecer uma liquidação da Crunchyroll no verão norte-americano passado. A empresa tem procurado se desfazer ou implodir todas as iniciativas de nicho de seu portfolio para se focar exclusivamente no crescimento da abrangente HBO Max, que oferece programação de todos os seus ativos – algo que o cineasta Christopher Nolan chamou de “pior serviço de streaming” do mundo. Paralelamente, a AT&T também está procurando maneiras de pagar suas dívidas, que cresceram para mais de US$ 180 milhões com a compra da Warner. Após se desfazer da Crunchyroll, a empresa quer tocar para frente o serviço de TV via satélite DirecTV. Enquanto isso, a Sony celebra. “Estamos orgulhosos de trazer a Crunchyroll para a família Sony”, disse o presidente e CEO da Sony, Tony Vinciquerra. “Por meio da Funimation e de nossos fantásticos parceiros da Aniplex e da Sony Music Entertainment Japan, temos um profundo conhecimento dessa forma de arte global e estamos bem posicionados para oferecer conteúdo excepcional para o público em todo o mundo. Junto com a Crunchyroll, criaremos a melhor experiência possível para fãs e maiores oportunidades para criadores, produtores e editores no Japão e em outros lugares. A Funimation tem feito isso há mais de 25 anos e esperamos continuar a alavancar o poder da criatividade e da tecnologia para ter sucesso neste segmento de entretenimento em rápido crescimento.”

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  • Filme

    Diretor e elenco de Monster Hunter pedem desculpas por polêmica chinesa

    8 de dezembro de 2020 /

    O diretor de “Monster Hunter”, Paul W.S. Anderson, sua esposa Milla Jovovich, que estrela o longa, e o ator Jin Au-Yeung, responsável por uma frase polêmica no filme, iniciaram uma procissão de desculpas após uma cena do filme ser considerada racista pelo público chinês, a ponto de levar a produção a ser retirada dos cinemas da China. Em comunicado, Anderson afirmou: “Estou absolutamente devastado que uma frase do nosso filme, ‘Monster Hunter’, tenha ofendido parte do público na China. Me desculpo por qualquer ansiedade ou chateação que esse diálogo e sua interpretação causaram. ‘Monster Hunter’ foi feito para ser um entretenimento divertido e estou mortificado que qualquer coisa nele tenha resultado numa ofensa não intencional. Nós respeitosamente removemos a frase do filme. Nunca foi nossa intenção enviar uma mensagem de discriminação ou desrespeito para ninguém. Ao contrário: em seu coração, esse filme é sobre união”. Já o ator Jin Au-Yeung, também conhecido como MC Jin, postou um vídeo nas redes sociais comentando a piada, dita por seu personagem. “O filme ‘Monster Hunter’ foi lançado recentemente na China e tem acontecido muita controvérsia por conta de uma frase que meu personagem diz. É uma pena que isso tenha escalado para este nível, especialmente porque a cena era para ser edificante. Senti necessidade de falar sobre isso porque o que está em jogo não é a minha carreira, mas algo ainda mais importante para o meu coração – as minhas raízes. Passei os últimos 20 anos usando minha plataforma em prol da inclusão e para ser uma voz positiva na minha comunidade. Tenho e sempre terei orgulho das minhas origens. Aos meus fãs chineses, agradeço todo o apoio e compreensão durante este período”. Milla Jovovich comentou a mensagem de Jin, lamentando que ele tenha sentido “a necessidade de se desculpar”. “Você é incrível e sempre falou sobre o orgulho de sua origem chinesa. A frase que você improvisou no filme foi feita para lembrar as pessoas desse orgulho, não para insultar. Deveríamos ter pesquisado a origem histórica disso e essa culpa é 100% nossa, mas você não fez nada errado. Nenhum de nós jamais tinha ouvido essa referência dos joelhos. Você incluiu. Infelizmente foi um erro e a tradução chinesa não ajudou. Nós te adoramos, Jin, e estamos orgulhosos de termos trabalhado com você nesse projeto divertido e empolgante e espero que isso não o deixe triste. Foi nossa culpa não fazer nossa tarefa de encontrar a referência da 2ª Guerra que causou tudo isso. Nós te amamos, Jin”. O post da atriz praticamente empurra toda a responsabilidade para o ator e rapper asiático-americano, afirmando que o texto não estava no roteiro e foi inserido por Jin. A piada dura meros 10 segundos, fazendo um trocadilho com as palavras chinese (chinês) e knee (joelho). O problema teria sido cultural, porque existe uma rima racista de bullying sobre joelhos sujos de chineses e japoneses. Logo após a repercussão nas redes sociais, os cinemas receberam ordens do governo de tirar o filme de cartaz. A distribuidora correu para oferecer uma solução, com a produção de cópias sem a cena. Mas, num primeiro momento, não houve acordo. Em pouco tempo, a hashtag “Monster Hunter Insulta a China” viralizou na rede social Weibo, acompanhada de retórica inflamada. “Se não houver punição severa, no futuro outros que quiserem humilhar a China irão simplesmente humilhar a China, pensando que basta dar aos chineses uma versão sem os insultos que o resto do mundo vai ouvir”, escreveu um usuário. Logo, um meme fazendo a ligação entre joelhos gigantes de um policial americano fardado e a morte por asfixia de George Floyd, divulgado pela Liga da Juventude Comunista, passou a ser compartilhado em profusão. O filme estrelado por Milla Jovovich poderia ter liderado as bilheterias chinesas no fim de semana, pois faturou cerca de US$ 5,3 milhões na sexta-feira, mas desapareceu das telas em meio à polêmica. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MC Jin (@iammcjin)

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  • Filme

    Alfred Molina voltará a viver Dr. Octopus no novo filme do Homem-Aranha

    8 de dezembro de 2020 /

    Alfred Molina vai voltar a viver o vilão Dr. Octopus no próximo filme do Homem-Aranha. A afirmação é do site The Hollywood Reporter, que ainda aponta como sua participação materializa teorias dos fãs sobre o filme ter relação com o multiverso. Molina teve uma das melhores atuações de vilão de adaptações de quadrinhos no filme “Homem-Aranha 2”, dirigido por Sam Raimi em 2004. No filme, ele viveu Otto Octavius, um cientista brilhante que se tornou um vilão de tentáculos artificiais que levou o Homem-Aranha, vivido por Tobey Maguire, ao limite. A presença de Molina alimentou vários rumores no final do mês passado, quando surgiram relatos de que o ator havia sido visto no set. O envolvimento confirma o encontro de três gerações de filmes do Homem-Aranha. Jamie Foxx também está retornando como o vilão Electro, depois de desempenhar o papel em “O Espetacular Homem-Aranha 2”, de 2014. Também há boatos de participações de Tobey Maguire e Andrew Garfield, intérpretes anteriores do herói, que encontrariam Tom Holland, a versão atual. Em outubro, Jamie Foxx chegou a sugerir, em um post já excluído do Instagram, que três Homens-Aranha diferentes poderiam aparecer no filme. A Marvel e a Sony não fizeram comentários sobre as novidades do elenco. Tom Holland estrela o filme, que a Sony namorou em 17 de dezembro de 2021 e tem o diretor do Homem-Aranha: Homecoming e Homem-Aranha: Longe de Casa, Jon Watts de volta ao comando. Benedict Cumberbatch aparecerá no filme como Doctor Strange, enquanto os pilares do Homem-Aranha devem retornar incluem Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon e Tony Revolori. Far From Home , de 2019 , que em meio à pandemia de COVID embaralhando as datas de lançamento é o filme mais recente da Marvel Studios, arrecadou mais de US $ 1 bilhão globalmente e subiu ao topo da escada como filme do Homem-Aranha de maior bilheteria de todos os tempos. Molina, que recebeu indicações ao Emmy e ao Globo de Ouro por Feud: Bette and Joan de 2017 , estrelou Frozen II no ano passado e tem Netflix e Dreamworks ‘Trollhunters: Rise of the Titans previsto para o próximo ano.

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    Loading: Novo canal traz animes inéditos, games e cultura geek à TV brasileira

    8 de dezembro de 2020 /

    O canal Loading, voltado ao público geek, estreou na TV aberta na noite de segunda (7/12), com uma programação focada em cultura pop, games, e-sports e animes. A emissora entrou no lugar de uma marca histórica, a antiga MTV Brasil, tanto no lendário prédio no bairro do Sumaré, em São Paulo, quanto na numeração do canal, 32 UHF. Mas em vez de fãs de música, seu público alvo serão adeptos de jogos eletrônicos e desenhos japoneses. Para fãs de animes, o Loading será um paraíso televisivo. O canal fechou uma parceria com a plataforma Crunchyroll e exibirá 50 títulos em todas as faixas horárias, inclusive lançamentos exclusivos, como “The God of High School” e “Tower of God”, além de produções adultas. O Loading ainda fará, com exclusividade, a dublagem de alguns títulos em parceria com a Crunchyroll, como “91 Days” e “Given”. Segundo comunicado da Crunchyroll, isso promete ser apenas o começo de uma grande invasão. O novo canal fechou ainda outras duas parcerias de peso: Hasbro e Sony, de quem licenciou mais de cem títulos. Séries, filmes, animes e cartoons da TV norte-americana e japonesa estão no pacote, incluindo produções dos Power Rangers. Além de programas importados, o canal estreou com cinco atrações originais e um time de dez apresentadores. O principal destaque é um programa sobre cultura pop chamado “Multiverso”, que pretende fazer jornalismo cultural na TV, com apresentação de Fernanda Pineda, Fabio Gomes e Mariana Ayrez. Os demais programas são “Mais Geek”, com conteúdo de cultura oriental, “Game Shark”, “Desafio Gamer” e “MetaGaming”, que abordarão games e e-sports. O Loading também é multiplataforma. Pode ser visto na TV aberta, nos maiores provedores de TV paga e também com acesso por streaming ao vivo e por conteúdo on-demand, sem assinatura. O site oficial disponibiliza o acesso ao vivo, em https://loading.com.br/. Confira.

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  • Filme

    Aubrey Plaza diz que Kristen Stewart pegou covid-19 durante filmagem

    7 de dezembro de 2020 /

    Em uma entrevista para divulgar “Happiest Season”, comédia romântica LGBTQIA+ que encantou a crítica americana, a atriz Aubrey Plaza (“Parks & Recreation”) acabou revelando que Kristen Stewart (“As Panteras”) e boa parte do elenco pegaram covid-19 durante as filmagens. Ela explicou que as filmagens aconteceram no final de fevereiro, antes da paralisação das produções e de maior conscientização sobre o perigo da pandemia. As notícias de contágio na Europa ainda estavam chegando aos noticiários quando o elenco foi acometido pelo que todos pensaram na época ter sido uma forte gripe. “A covid estava em nosso set, Kristen ficou doente, mas não sabíamos”, disse Plaza a Stephen Colbert, durante participação no programa “The Late Show”, acrescentando que muitas pessoas adoeceram no set naquela época e ninguém se importou muito com isso. “Era a última semana de fevereiro, então era o instante em que as pessoas estavam começando a falar sobre coronavírus, mas ainda não levavam a sério”, disse ela. “Ninguém entendeu o quão sério era. Mas um monte de gente em nosso set ficou doente. Nada grave demais, graças a Deus.” Stephen Colbert interrompeu o relato para destacar que a atriz tinha dado uma notícia em primeira mão. “As pessoas sabem que Kristen Stewart ficou doente?”, ele perguntou. Plaza reagiu com o rosto totalmente surpreso ao perceber o que acabara de revelar. Em “Happiest Season”, Kristen Stewart e Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) vivem um casal lésbico que precisa fingir ser hetero durante as festas de fim de ano em família. Embora Abby (Stewart) tenha planejado propor casamento a Harper (Davis) durante as festividades de fim de ano, ela descobre na porta casa dos pais da namorada que ela ainda não contou para sua família que é homossexual. Dirigido pela atriz Clea DuVall (“Veep”), o filme – que também é estrelado por Alison Brie (“GLOW”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Mary Steenburgen (“O Último Cara da Terra”), Victor Gerber (“Legends of Tomorrow”) e Jake McDorman (“Limitless”) – chegou ao serviço de streaming Hulu em 25 de novembro e atingiu 84% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia deve acontecer em PVOD (locação digital) no Brasil nos próximos dias. Veja a íntegra da entrevista de Aubrey Plaza com Stephen Colbert abaixo.

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  • Filme

    Produtora de Monster Hunter pede desculpas à China por piada considerada racista

    6 de dezembro de 2020 /

    A produtora alemã Constantin Film emitiu um pedido de desculpas ao público chinês pelo diálogo de “Monster Hunter” que foi considerado racista e, após disparar uma reação online, levou o filme a ser retirado de cartaz na China neste fim de semana. Em comunicado, a Constantin diz que “pede desculpas sinceramente ao público chinês por uma frase de diálogo contida em uma das primeiras cenas de ‘Monster Hunter’. Não houve absolutamente nenhuma intenção de discriminar, insultar ou ofender qualquer pessoa de hereditariedade chinesa. A Constantin Film ouviu as preocupações expressas pelo público chinês e removeu a frase que levou a esse mal-entendido inadvertido”. A polêmica se resume a uma conversa de 10 segundos do rapper asiático-americano Jin Au-Yeung, também conhecido como MC Jin, com um ator branco até o momento não identificado (o filme ainda não foi exibido para a imprensa ocidental), na qual o primeiro faz uma piada de mau gosto, num trocadilho com as palavras chinese (chinês) e knee (joelho). O problema teria sido cultural, porque existe uma rima racista de bullying escolar sobre joelhos sujos de chineses e japoneses. Logo após a estreia, os cinemas receberam ordens do governo de tirar o filme de cartaz. A distribuidora correu para oferecer uma solução, com a produção de cópias sem a cena. Mas, num primeiro momento, não houve acordo. Em pouco tempo, a hashtag “Monster Hunter Insulta a China” viralizou na rede social Weibo, acompanhada de retórica inflamada. “Se não houver punição severa, no futuro outros que quiserem humilhar a China irão simplesmente humilhar a China, pensando que basta dar aos chineses uma versão sem os insultos que o resto do mundo vai ouvir”, escreveu um usuário. Logo, um meme fazendo a ligação entre joelhos gigantes de um policial americano fardado e a morte por asfixia de George Floyd, divulgado pela Liga da Juventude Comunista, passou a ser compartilhado em profusão. O filme estrelado por Milla Jovovich poderia ter liderado as bilheterias chinesas no fim de semana, pois faturou cerca de US$ 5,3 milhões na sexta-feira, mas desapareceu das telas em meio à polêmica. A empresa chinesa Tencent, que cuida da distribuição do filme na China e é parceira da Constantin na produção, tem trabalhado com o governo chinês e as agências envolvidas para remediar a situação. Mas ainda não está claro se o filme será relançado sem a cena considerada ofensiva nos cinemas locais. Também não está claro se a frase controversa também será removida das versões que seráo exibidas em outros mercados. “Monster Hunter” tem estreia marcada para 25 de dezembro na América do Norte e 31 de dezembro no Brasil.

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    Os Croods 2 aumenta domínio do estúdio Universal nas bilheterias dos EUA

    6 de dezembro de 2020 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve sua liderança nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 2.205 telas, o filme da DreamWorks Animation/Universal faturou US$ 4,4 milhões entre sexta e domingo (6/12). Lançado em 25 de novembro, na véspera do feriadão do Dia de Ação de Graças, o longa já soma US$ 20,3 milhões nos EUA e Canadá. Muito pouco para 12 dias em qualquer outro ano, mas o suficiente em tempos de pandemia. De acordo com estimativas da Comscore, apenas 35% dos cinemas estão funcionando na América do Norte e, mesmo assim, os que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social. Em termos de comparação, há sete anos o primeiro “Croods” (2013) arrecadou US$ 89 milhões durante seus dois primeiros fins de semana, com lançamento em 4 mil salas. Apesar do predomínio da sequência animada, o circuito recebeu algumas estreias neste fim de semana, como a comédia “Half Brothers”, coprodução mexicana que abriu em 2º lugar, mas fez apenas US$ 720 mil em 1.369 locais, e o romance “All My Life”, estrelado por Jessica Rothe e Harry Shum Jr., que ficou em 4º lugar, com US$ 350 mil em 970 salas. O detalhe é que estas duas estreias são produções da Universal, assim como “Os Croods 2” e o 3º lugar do ranking, o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” (US$ 460 mil em 1.502 telas). De forma impressionante, das oito maiores bilheterias do fim de semana, apenas um título não foi produzido pela Universal, a comédia indie “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro, que aparece em 5º lugar. O estúdio reina sozinho nos cinemas, enquanto os demais fogem do circuito como o diabo da cruz, preferindo adiar seus filmes à arriscar as arrecadações pífias da pandemia. A coragem da Universal, na verdade, reflete um acordo do estúdio com duas das principais redes de cinema dos EUA, a AMC e a Cinemark, para encurtar a janela de exibição. Em vez de deixar os filmes em cartaz por até três meses, o estúdio acertou mantê-los em tela grande por apenas três fins de semana, passando a seguir a disponibilizá-los em PVOD para locação digital. O detalhe é que outras redes que se recusaram a negociar essa janela estão exibindo os filmes assim mesmo, simplesmente porque não tem opção. Não há outros filmes para exibir. Com isso, apenas as produções da Universal, alguns títulos independentes e outros lançados simultaneamente em PVOD estão chegando ao mercado exibidor. A Warner pretende se juntar em breve ao circuito com um modelo de distribuição ainda mais radical: lançamentos simultâneos em cinema e streaming (via HBO Max) nos EUA. A iniciativa vai começar com “Mulher-Maravilha 1984”, que recebeu comentários elogiosíssimos no fim de semana, após as primeiras sessões para a crítica americana. Além deste filme, a Sony manteve o lançamento de “Monster Hunter” para o Natal nos EUA, mas sua estratégia digital ainda não é conhecida.

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