“Cinderella” de Camila Cabello será lançada pela Amazon
A Sony negociou sua versão musical de “Cinderella” com a Amazon. A fantasia estrelada pela cantora Camila Cabello trocou os cinemas por um lançamento exclusivo no Amazon Prime Video. A produção deveria marcar o debut de Camila Cabello como atriz de cinema e, após adiamentos em meio à pandemia, chegaria nas telas em julho. Agora, não tem mais previsão de estreia – que vai acontecer em streaming. Além de viver a protagonista, Camila Cabello compôs e canta músicas da trilha sonora do filme, que é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”). Ele também está no elenco como um dos ratinhos amigos de Cinderela. Os demais integrantes da produção são Idina Menzel (a dubladora original de Elza, em “Frozen”) como a Madrasta, Minnie Driver (“Speechless”) como a Rainha Beatrice, Nicholas Galitzine (“Compartilhar”) como o Príncipe Robert, Pierce Brosnan (“Mamma Mia!”) como o Rei e Billy Porter (da série “Pose”) como a Fada Madrinha. Já a direção é assinada por Kay Cannon, roteirista-criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que debutou como diretora em 2018 com a comédia “Não Vai Dar”.
Andrew Garfield nega boato e diz que nem foi convidado pro novo Homem-Aranha
O ator Andrew Garfield, que viveu o Homem-Aranha em dois filmes, negou que vai voltar ao papel no próximo longa do personagem. Um dos rumores mais desmentidos dos últimos anos é a participação de Garfield e Tobey Maguire, o primeiro Aranha do cinema, em “Spider-Man: No Way Home”. Apesar das negativas, ninguém acredita que eles não estejam no longa. Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, de Josh Horowitz, ele finalmente contou o que acha desses rumores. “Cara, isso tudo é hilário para mim porque eu tenho uma conta no Twitter e vejo o quão frequente é ver o Homem-Aranha nos assuntos mais comentados. As pessoas surtam sobre isso, e eu só queria poder dizer para todo mundo: ‘Relaxem'”, brincou. Garfield afirmou que não faz parte do filme. Ele jura que nem sequer foi procurado para participar da produção. “Olha, eu não posso falar por ninguém além de mim. Pode ser que eles estejam fazendo algo [com Maguire], mas eu não recebi nenhuma ligação. Eu já deveria ter recebido a ligação de alguém neste momento”, acrescentou. Sem convencer ninguém, diga-se de passagem. O boato sobre o encontro de três versões diferentes do Homem-Aranha começou a circular no ano passado e nunca deixou de ser alimentado por blogueiros, mesmo com vários desmentidos. A origem da boataria foram as participações confirmadas de Alfred Molina e Jamie Foxx, que retornarão para reviver antagonistas de versões anteriores do herói, respectivamente como o Doutor Octopus e Electro, vistos em “Homem-Aranha 2” (com Maguire) e “O Espetacular Homem-Aranha 2” (estrelado por Garfield). Além dos vilões, estão confirmados apenas os retornos de Tom Holland (o atual Peter Parker/Homem-Aranha), Zendaya (MJ), Marisa Tomei (Tia May), Jacob Batatalon (Ned Leeds), Tony Revolori (Flash Thompson), Angourie Rice (Betty Brant), J.K. Simmons (J.J. Jameson) e Benedict Cumberbatch, que terá participação importante no filme como o herói Doutor Estranho. Novamente dirigido por Jon Watts, o fecho da nova trilogia do Homem-Aranha tem lançamento previsto para dezembro deste ano.
The Last of Us: Série será dirigida pelos cineastas de “Quo Vadis, Aida?” e “Border”
A série “The Last of Us”, que adapta o game homônimo, fez uma escolha inusitada para direção de seus episódios. A atração da HBO será comandada por dois diretores premiados: a bósnia Jasmila Žbanić e o iraniano Ali Abbasi. Žbanić é a cineasta de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional na quinta passada (22/4) e que concorre ao Oscar da mesma categoria neste domingo (25/4). E Abbasi venceu o troféu de Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border” (também conhecido como “Gräns”). Baseada no game criado por Neil Druckmann em 2013 – e na sequência lançada em junho passado – , a série foi desenvolvida por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e também terá direção do russo Kantemir Balagov, premiado no Festival de Cannes de 2019 pelo drama de época “Uma Mulher Alta”. A trama, que se passa 20 anos após a destruição da civilização por um vírus, acompanha Joel, um sobrevivente endurecido, que recebe a missão de contrabandear uma adolescente chamada Ellie de uma zona de quarentena. A garota pode ser a chave para curar a humanidade. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco é encabeçado por Pedro Pascal (“The Mandalorian”) como Joel, Bella Ramsey (Lyanna Mormont de “Game of Thrones”) e Gabriel Luna (o vilão robô de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) como Tommy, irmão de Joel.
Disney fecha acordo e filmes do Homem-Aranha vão aparecer na Disney+
A Disney anunciou nesta quarta (21/4) ter chegado a um acordo com a Sony para trazer os novos filmes da franquia “Homem-Aranha” e outros lançamentos do estúdio para a Disney+, Hulu (Star+ no Brasil) e seus vários canais de televisão. O contrato foi fechado após a Netflix ser mais rápida e obter exclusividade das produções da Sony por 18 meses. Com o acordo, a Disney vai virar a terceira janela dos filmes da Sony, após eles passarem nos cinemas e serem disponibilizados na Netflix e/ou por serviços de VOD (vídeo sob demanda). O negócio inclui produções que serão lançadas entre 2022 e 2026 e prevê que a Disney começará a oferecer os novos filmes a partir de 2023. Entre as obras com lançamento agendado no período estão o filme da Marvel “Morbius”, a adaptação do livro best-seller “Um Lugar Bem Longe Daqui”, e o thriller “Bullet Train”, com Brad Pitt, além de nova parte da franquia “Bad Boys”. Filmes anteriores do Homem-Aranha também fazem parte do contrato, assim como animações e outras produções populares do estúdio – “Hotel Transilvânia”, “Jumanji”, etc. Os termos financeiros do negócio não foram revelados.
Diretor de “Soul” fará “Homem-Aranha no Aranhaverso 2”
A Sony anunciou um novo trio de diretores à frente da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso 2”. O primeiro filme também foi dirigido por um trio – Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman. A continuação será comandada por Kemp Powers, roteirista e co-diretor de “Soul”, da Pixar, o português Joaquim dos Santos, conhecido por dirigir episódios de animações como “Liga da Justiça Sem Limites” e “Avatar: A Lenda de Korra”, e Justin K. Thompson, especialista em backgrounds que trabalhou em “Star Wars: Clone Wars” e “Os Smurfs e a Vila Perdida”. O anúncio é uma oficialização de nomes que já trabalhavam no projeto. A animação começou a ser produzida em julho do ano passado. A produção continua a cargo de Phil Lord e Chris Miller, responsáveis também pela franquia “Uma Aventura Lego” na Warner. Os dois assinaram a produção de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que Lord roteirizou. Para a continuação, a dupla dividiu o roteiro com David Callaham (roteirista de “Os Mercenários” e “Mulher-Maravilha 1984”). Vencedor do Oscar e animação mais bem avaliada de 2018, “Homem-Aranha no Aranhaverso” mostrava o encontro entre Miles Morales, Peter Parker, Gwen-Aranha (Mulher-Aranha) e outras versões do herói da Marvel graças a uma invenção criminosa – e apocalíptica – capaz de romper as barreiras do multiverso. Meet your #SpiderVerse sequel directing team: Joaquim Dos Santos (@jds_247)Kemp Powers (@powerkeni)Justin K. Thompson (@shinypinkbottle) pic.twitter.com/nitYNJhbRQ — Spider-Man: Into The Spider-Verse (@SpiderVerse) April 19, 2021
Brad Pitt e Sandra Bullock trocam participações especiais em seus novos filmes
Os astros Brad Pitt (“Era uma Vez em… Hollywood”) e Sandra Bullock (“Gravidade”) resolveram fazer participações nos próximos filmes um do outro. Bullock já filmou sua passagem pelo thriller de ação “Bullet Train”, de David Leitch (“Deadpool 2”), e agora Pitt fará uma aparição em “Lost City of D”, comédia de ação e aventura romântica que também é estrelada por Channing Tatum (o “Magic Mike”). Nenhum dos dois terá um grande papel nos filmes, mas seus personagens estão sendo mantidos em segredo. Curiosamente, as duas produções também são as primeiras em que Pitt e Bullock, dois vencedores do Oscar, atuam juntos. “Bullet Train” reúne um grande elenco, incluindo Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”), Joey King (“A Cabine do Beijo”), Aaron Taylor Johnson (“Godzilla”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Masi Oka (“Heroes”), Logan Lerman (dos filmes de “Percy Jackson”), Andrew Koji (“Warrior”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”) e Karen Fukuhara (“The Boys”). Baseado no romance “Maria Beetle” de Kōtarō Isaka, o filme segue um grupo de assassinos que embarca no mesmo trem-bala em Tóquio com motivos conflitantes. Pitt seria um dos assassinos do longa, que está sendo descrito como um encontro entre “Velocidade Máxima” (1994) e “Sem Escalas” (2014) num trem. Já “Lost City of D” tem sido comparado a “Tudo por uma Esmeralda”. O filme segue uma romancista reclusa (Bullock) que tinha certeza de que nada poderia ser pior do que ficar presa em uma turnê de livro com seu modelo de capa (Tatum), até que uma tentativa de sequestro coloca os dois em uma aventura implacável na selva, provando que a vida pode ser muito mais estranha e mais romântica do que qualquer uma das ficções baratas. Dirigido pelos irmãos Adam e Aaron Nee (“The Last Romantic”), o filme também conta com Daniel Radcliffe (o Harry Potter) como vilão. Os dois longas-metragens devem ser lançados em 2022.
Alfred Molina confirma volta como Doutor Octopus no próximo “Homem-Aranha”
O ator Alfred Molina confirmou o seu retorno como o Doutor Octopus no próximo filme do Homem-Aranha. A participação tinha vazado em dezembro passado, mas até este fim de semana nem os estúdios nem o ator tinham comentado a escalação. Em entrevista à revista Variety, Molina não apenas confirmou que voltará ao papel que interpretou em 2004, no filme “Homem-Aranha 2”, mas deu detalhes de como isso vai acontecer, revelando aos fãs que “Spider-Man: No Way Home” realmente abordará o multiverso – mais especificamente, o “Aranhaverso” das outras encarnações do personagem no cinema. Só que ele não podia sequer ter dito nada disso. “Quando estávamos filmando, havia ordens de não falar sobre isso, porque era para ser um grande segredo”, disse Molina com uma risada durante a entrevista. “Mas, você sabe, está tudo na internet. Na verdade, eu descrevo minha participação como o segredo mais mal guardado de Hollywood!” Entusiasmado, Molina descreveu a volta ao papel como algo “maravilhoso”, mas também inesperado, pois, como lembra, “Eu morri” no filme de 2004. Ele próprio questionou como isso seria possível para o diretor Jon Watts, que lhe disse: “Neste universo, ninguém realmente morre”. Segundo o ator, o novo filme vai retomar a história do Doutor Octopus exatamente “naquele momento”, em que ele supostamente morre afogado no rio Hudson. Isto significa que ele voltará como o mesmo personagem e não uma nova versão do antigo papel. Mais que isso: voltará com a mesma idade que tinha há 17 anos. O próprio Molina contou que ficou em dúvida foi sobre como eles iriam lidar com o fato de que, aos 67 anos, ele tinha adquirido “dois queixos, uma papada e uma curvatura” que não possuía no filme de 2004. “O diretor apenas olhou para mim e disse: ‘Você viu o que fizemos com Bob Downey Jr. e Sam Jackson?’”, explicou Molina com outra risada. Em “Capitão América: Guerra Civil” (2016), a Marvel usou CGI para reduzir a idade de Robert Downey Jr., que modo que ele ficasse como seu visual de 1991, e em “Capitã Marvel” (2019), também ambientado na década de 1990, Samuel L. Jackson foi rejuvenescido digitalmente para encarnar a versão jovem de seu personagem, Nick Fury. Molina também citou “O Irlandês”, de Martin Scorsese, como um exemplo de redução do envelhecimento digital – e de suas limitações. “Eles deixaram o rosto de Robert De Niro mais jovem, mas quando ele estava lutando, ele parecia um cara mais velho”, disse Molina. “Ele parecia um velho! Isso é o que me preocupou em assumir esse papel”, contou. “Não tenho a mesma agilidade de 17 anos atrás”, continuou ele. Entretanto, seu vilão tem uma especificidade que resolve este problema. “Lembrei-me que são os tentáculos que fazem todo o trabalho!” Ele disse que só precisa olhar intensamente para a câmera, enquanto os tentáculos mecânicos do personagem se mexem com ajuda de efeitos visuais para criar toda a sensação ameaçadora das cenas de luta. “Eu só faço muito isso, enquanto os braços estão matando, destruindo e quebrando. Minhas cenas de ação são um olhar maldoso no meu rosto”. O resultado, segundo ele, “é fantástico”. Os estúdios Sony e Marvel não confirmaram nenhuma das informações reveladas pelo ator, nem sequer que ele faz parte do elenco. Ainda sem título oficial em português, “Spider-Man: No Way Home” também incluiria a participação de Jamie Foxx como o vilão Electro, de “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2004). E, segundo boatos alimentados por blogs geeks, seria estrelado por Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland como três versões do Homem-Aranha. Os únicos atores oficialmente confirmados até o momento são Tom Holland (como Peter Parker/Homem-Aranha), Zendaya (M.J.), Jacob Batalon (Ned Leeds) e Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho). A estreia está marcada para dezembro deste ano.
Vilão do último “Exterminador do Futuro” entra na série baseada em “The Last of Us”
O ator Gabriel Luna, que viveu o Motoqueiro Fantasma em “Agents of SHIELD” e o vilão robô de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”, entrou na série baseada no game “The Last of Us”. Ele viverá Tommy, irmão do protagonista Joel, que será vivido por Pedro Pascal (“The Mandalorian”). O elenco também conta com Bella Ramsey (“Game of Thrones”) como a personagem principal, a jovem Ellie. Baseada no game criado por Neil Druckmann em 2013 – e na sequência lançada em junho passado – a série foi desenvolvida por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov, premiado no Festival de Cannes de 2019 pelo drama de época “Uma Mulher Alta”. A trama, que se passa 20 anos após a destruição da civilização por um vírus, acompanha Joel, um sobrevivente endurecido, que recebe a missão de contrabandear uma adolescente chamada Ellie de uma zona de quarentena. A garota pode ser a chave para curar a humanidade. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Ainda não há previsão de estreia.
Paramount adia continuações de Top Gun e Missão: Impossível
O sucesso de “Godzilla vs. Kong” não foi suficiente para convencer a Paramount a manter seus lançamentos no verão norte-americano. Uma nova leva de mudanças no calendário de lançamentos foi anunciada na sexta-feira (9/4), em que o estúdio alterou estreias de alguns filmes bastante esperados, influenciando decisões da concorrência. A Paramount Pictures adiou “Top Gun: Maverick”, estrelado por Tom Cruise, de julho para novembro. A sequência de “Top Gun: Ases Indomáveis”, sucesso de 1986, estreará em 19 de novembro, dia em que a produtora planejava lançar o sétimo filme “Missão: Impossível”, que por sua vez foi adiado para maio de 2022. Com isso, “Missão: Impossível 8” também mudou de novembro de 2022 para julho de 2023. Por outro lado, “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” foi antecipado de outubro para 23 de julho, enquanto o novo “Jackass” ocupou sua data original, num atraso de um mês em relação à estreia anteriormente prevista para setembro. A concorrência aproveitou as mudanças para mexer suas peças. Alguns filmes, como “Uma Noite de Crime: A Fronteira” (The Forever Purge), da Universal, e “Pedro Coelho 2: O Fugitivo”, da Sony, foram adiantados, respectivamente, em uma e duas semanas. Os mercados do Brasil e da Europa foram citados como motivos para os adiamentos da Paramount. O estúdio não quer lançar filmes de apelo internacional enquanto os cinemas permanecerem fechados em territórios que costumam ter grande arrecadação. Além dos filmes citados, a Paramount revelou datas de lançamentos previstos até 2023, confirmando planos de produção da cinebiografia dos Bee Gees (prevista para novembro de 2022) e um novo filme de “Star Trek” (para junho de 2023).
Nikolaj Coster-Waldau define novo projeto de série após “Game of Thrones”
O ator Nikolaj Coster-Waldau, conhecido pelo papel de Jaime Lannister em “Game of Thrones”, vai estrelar uma nova série em desenvolvimento na Sony. Será seu primeiro papel no gênero desde o final da produção da HBO em 2019. A atração é baseada no romance “The Second Home”, de Christina Clancy, que segue as famílias Gordon e Shaw após um verão fatídico em Cape Cod. Contada por duas gerações, a história explora como um segredo devastador tirar dos trilhos o amor jovem, separar famílias e mudar o destino de incontáveis indivíduos para sempre. A série ainda não tem roteirista nem encomenda de nenhuma canal ou plataforma, mas Coster-Waldau, além de estrelar, será o produtor executivo por meio de sua empresa Ill Kippers. O ator será visto em breve no drama de época “Against the Ice”, que ele também produz e ainda escreveu, previsto para estrear ainda este ano na Netflix.
Netflix fecha contrato por exclusividade dos filmes da Sony em streaming
A Netflix fechou um acordo para disponibilizar o catálogo e lançamentos da Sony Pictures exclusivamente na plataforma de streaming. Para títulos novos, o acordo de vários anos entrará em vigor em 2022, quando chegam aos cinemas filmes como “Morbius”, “Uncharted” e a sequência de “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Com o negócio, a Netflix, que tem gasto bilhões para construir um catálogo próprio em antecipação à perda de conteúdo para os serviços de streaming próprios dos estúdios, terá acesso também ao catálogo de quase um século da Columbia, além de produções de terror recentes da Screen Gems. O negócio também permitirá à plataforma exibir filmes de personagens da Marvel, que tinham ficado fora de seu alcance com o lançamento da Disney+. Por sinal, isso pode azedar a relação entre a Disney e a Sony para futuros projetos conjuntos, prejudicando a continuidade do Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Mas “Spider-Man: No Way Home”, a sequência de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, ficou de fora do acordo por chegar aos cinemas ainda em 2021. Em contrapartida ao acesso do catálogo, a Netflix também se comprometeu a financiar vários filmes novos do estúdio, que serão lançados diretamente para streaming. O anúncio ainda reforça que a produção cinematográfica da Sony “continuará no volume atual”. O contrato é uma forma da Sony capitalizar seu conteúdo e conseguir lucrar com produção para streaming, já que, ao contrário de todos os outros estúdios grandes e médios de Hollywood, da Disney à Lionsgate, não possui uma plataforma digital própria. O pior é que tinha, mas, por falta de visão de mercado, vendeu a pioneira Crackle para uma produtora de conteúdo de autoajuda em 2019. “Na Sony Pictures, produzimos alguns dos maiores sucessos de bilheteria e os filmes mais criativos e originais da indústria. Este empolgante acordo demonstra ainda mais a importância desse conteúdo para nossos parceiros de distribuição, à medida que aumentam sua audiência e oferecem o melhor em entretenimento”, disse Keith Le Goy, presidente de distribuição mundial da Sony, em comunicado sobre o negócio. Scott Stuber, diretor de filmes da Netflix, acrescentou: “Isso não apenas nos permite trazer uma lista impressionante de franquias de filmes amados e lançar novas propriedades para a Netflix nos Estados Unidos, mas também estabelece uma nova fonte de filmes inéditos para os amantes de cinema da Netflix em todo o mundo.”
A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas: Novo trailer muda tudo na animação
Adiada pela pandemia, a animação “Super Conectados” (Connected) trocou o cinema pela Netflix. E esta não foi a única mudança. Ela agora se chama “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas” (The Mitchells vs. the Machines). O novo trailer também apresenta uma grande alteração de perspectiva. O vídeo inicial da Sony, divulgado há exatamente um ano e ainda disponível no YouTube, começava como uma trama típica de comédia live-action, acompanhando uma família distanciada pela tecnologia moderna e a solução radical do pai para aproximar a todos: uma longa viagem de carro pelo país. Já a nova prévia se apresenta de cara como uma ficção científica. No momento em que máquinas ganham vida para dominar o mundo, a família em crise se torna a última esperança da humanidade. Vale observar que o atraso no lançamento, originalmente previsto para setembro passado, serviu para aprimorar a animação, que está bem mais detalhada que no trailer anterior. O elenco de dubladores originais destaca Danny McBride (“The Righteous Gemstones”) como o pai, Maya Rudolph (“The Good Place”) como a mãe, Abbi Jacobson (“Broad City”) como a filha adolescente e o diretor Michael Rianda como o filho caçula, além de Olivia Colman (“A Favorita”), Eric André (“A Noite É Delas”), o apresentador Conan O’Brien e o casal Chrissy Teigen e John Legend em papéis coadjuvantes. Roteiro e direção são de dois estreantes em longas, a dupla Michael Rianda e Jeff Rowe, roteiristas da série “Gravity Falls”. Já a produção está a cargo da dupla Phil Lord e Christopher Miller, responsáveis por “Uma Aventura Lego” e “Homem-Aranha no Aranhaverso”. A estreia está marcada para 30 de abril em streaming. Confira abaixo o trailer em duas versões: com dublagem em português e com as vozes originais dos astros de Hollywood.
A Feiticeira: Criadores de “12 Monkeys” desenvolvem novo filme da série clássica
A Sony Pictures prepara um novo filme baseado na série clássica “A Feiticeira”, estrelada por Elizabeth Montgomery nos anos 1960. A adaptação está a cargo de Terry Matalas e Travis Fickett, criadores da série “12 Monkeys”, que, curiosamente, era baseada num filme – “Os 12 Macacos” (1995). Desta vez, eles farão o caminho inverso ao escrever o roteiro. Vale lembrar que a Sony já tentou lançar uma versão cinematográfica de “A Feiticeira” em 2005, com Nicole Kidman no papel-título, Will Ferrell como um ator que interpreta seu infeliz marido Darrin e direção da veterana Nora Ephron (1941–2012). A nova versão pretende ser bem diferente. Enquanto o filme de 2005 tentou atualizar a premissa com uma abordagem “metalinguista”, o projeto atual quer preservar tudo que transformou a série num sucesso. O ponto de partida é o que acontece após uma bruxa se casar com um publicitário e precisar esconder seus poderes e seus parentes malucos, que aparecem com frequência, dos vizinhos enxeridos e do chefe do marido. A série original durou oito temporadas, de 1964 a 1972, e inspirou várias outras atrações sobrenaturais na televisão americana, de “Jeanne é um Gênio” à recente “WandaVision”. Além deste projeto, os roteiristas Matalas e Fickett também estão atualmente desenvolvendo o remake de “A Montanha Enfeitiçada” (1975) para a plataforma Disney+. Relembre abaixo o trailer do DVD da série clássica e do filme de 2005.












