Netflix revela primeira cena do spin-off de “Bridgerton” sobre a Rainha Charlotte
A Netflix divulgou a primeira cena do spin-off de “Bridgerton”, que traz India Amarteifio (“As Crônicas de Evermoor”) como a versão jovem da Rainha Charlotte. Revelada no Tudum, a prévia mostra o encontro de Charlotte com seu pretendente, o jovem Rei George, interpretado por Corey Mylchreest (o Adonis de “Sandman”), em meio a uma situação constrangedora. Intitulado em inglês “Queen Charlotte: A Bridgerton Story”, a atração mostrará a juventude da rainha vivida por Golda Rosheuvel em “Bridgerton”. A expectativa é que a trama aborde a polêmica racial em torno da personagem, que foi evidenciada pela decisão da produtora Shonda Rhimes de escalar uma atriz negra como sua intérprete. De acordo com antigos registros genealógicos, Sophie Charlotte de Mecklenburg-Strelitz (1744-1818), que virou rainha da Inglaterra ao se casar com o rei George 3º (1738-1820), era descendente de uma africana. Apesar disto, este fato só foi apontado pela primeira vez em 1996, no programa “Frontline” da rede pública PBS (a TV Cultura americana), quando o historiador Mario de Valdes y Cocom afirmou ter encontrado fortes indícios de que ela descendia de um ramo negro da Casa Real Portuguesa. Além de abordar a história da rainha, a série limitada também seguirá outras personagens de “Bridgerton”, incluindo as versões mais jovens de Violet Bridgerton (Ruth Gemmell), Lady Danbury (Adjoa Andoh) e Brimsley (Hugh Sachs). Shonda Rhimes é a produtora executiva da atração, ao lado da showrunner Betsy Beers e do diretor Tom Verica, e o elenco também destaca Michelle Fairley (“Game of Thrones”), Katie Brayben (“O Alienista”), Tunji Kasim (“Nancy Drew”) e Richard Cunningham (“Rogue One”), entre outros. Sem data de estreia marcada, a série é esperada para 2023.
Netflix revela primeira foto do spin-off de “Bridgerton” sobre a Rainha Charlotte
A Netflix divulgou a primeira imagem do spin-off de “Bridgerton”, que traz India Amarteifio (“As Crônicas de Evermoor”) como a versão jovem da Rainha Charlotte. Intitulado em inglês “Queen Charlotte: A Bridgerton Story”, a atração abordará a juventude da rainha vivida por Golda Rosheuvel em “Bridgerton”. A expectativa é que a trama aborde a polêmica racial em torno da personagem, que foi evidenciada pela decisão da produtora Shonda Rhimes de escalar uma atriz negra como sua intérprete. De acordo com antigos registros genealógicos, Sophie Charlotte de Mecklenburg-Strelitz (1744-1818), que virou rainha da Inglaterra ao se casar com o rei George 3º (1738-1820), era descendente de uma africana. Apesar disto, este fato só foi apontado pela primeira vez em 1996, no programa “Frontline” da rede pública PBS (a TV Cultura americana), quando o historiador Mario de Valdes y Cocom afirmou ter encontrado fortes indícios de que ela descendia de um ramo negro da Casa Real Portuguesa. Além de abordar a história da rainha, a série limitada também seguirá outras personagens de “Bridgerton”: a jovem Violet Bridgerton (Ruth Gemmell) e Lady Danbury (Adjoa Andoh). Shonda Rhimes é a produtora executiva da atração, ao lado da showrunner Betsy Beers e do diretor Tom Verica. A série ainda não tem data para chegar à Netflix.
Kate Walsh estará na 19ª temporada de “Grey’s Anatomy”
A atriz Kate Walsh foi confirmada na 19ª temporada de “Grey’s Anatomy”, retomando seu papel como a Dra. Addison Montgomery, que ela interpretou pela primeira vez em 2005. Para quem não lembra, Addison Montgomery é a ex-esposa de Derek Shepherd (Patrick Dempsey) e tem uma história complicada com Meredith Grey (Ellen Pompeo). A personagem foi introduzida no final da 1ª temporada, numa das cenas de cair o queixo mais famosas do programa. Inicialmente definido como recorrente, o papel acabou se expandindo e se tornou fixo até a 3ª temporada, quando a produtora Shonda Rhimes criou um spin-off centrado em Addison, “Private Practice”. Esta série viu a personagem se mudar para Los Angeles para iniciar uma nova história – que durou seis temporadas. Mas mesmo enquanto estava em “Private Practice”, Walsh ainda aparecia na série principal em crossovers e como atriz convidada. Após o cancelamento do spin-off, ela simplesmente sumiu e até o resgate do ano passado não era vista desde a 8ª temporada. Walsh retornou à “Grey’s Anatomay” na última temporada em um arco de vários episódios, em que repercutiu a morte de seu ex-marido Derek junto à sua ex-cunhada Amelia (Caterina Scorsone) e à viúva Meredith, aparando diferenças do passado. Em uma entrevista da época, Walsh revelou ter adorado voltar a viver Addison após o final de “Private Practice”. “Fiquei muito satisfeito e encantada”, disse, deixando a porta aberta para novas participações. “Ninguém sabe o que o futuro reserva”, apontou. Ela terá uma participação ainda maior na 19ª temporada, começando no terceiro episódio. A 19ª temporada de “Grey’s Anatomy” será uma espécie de reboot, com a introdução de vários integrantes novos ao elenco, na forma de novos residentes no hospital da trama. Isto vai acontecer para compensar a redução da participação de Ellen Pompeo, que acertou aparecer em apenas oito episódios nesta temporada para poder estrelar uma minissérie (ainda sem título) na plataforma Hulu. A 19ª temporada de “Grey’s Anatomy” estreia em 6 de outubro no canal americano ABC. No Brasil, a série é exibida no canal Sony. Temporadas anteriores de “Grey’s Anatomy” também podem ser vistas nos serviços de streaming Prime Video, Globoplay e Star+.
“Inventando Anna” rende processo de difamação contra Netflix
A Netflix está envolvida em um processo de difamação por causa da sua minissérie “Inventando Anna”. O processo foi movido por Rachel Williams, que aparece como uma personagem na série, retratada como uma aproveitadora que traiu a melhor amiga em benefício próprio. Segundo Williams, a Netflix deturpou a sua representação. “Inventando Anna” foi criada por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) e narra a história real da vigarista Anna Delvey (também conhecida como Anna Sorokin). Na série, a protagonista consegue se infiltrar na alta sociedade de Nova York afirmando ser uma herdeira alemã e comete fraudes milionárias como forma de financiar o seu estilo de vida. A atração se define da seguinte maneira: “Esta história é completamente verdadeira. Exceto pelas partes que são totalmente inventadas”. E, aparentemente, a personagem de Williams entrou na lista dessas invenções. Williams trabalhou como editora de fotos na revista Vanity Fair e publicou um artigo sobre o tempo que passou com Sorokin. Mas ela alega que sua representação na minissérie se difere da realidade. Alexander Rufus-Isaacs, advogado de Williams, aponta uma entrevista de Shonda Rhimes, na qual ela supostamente admite aquilo que o processo está afirmando. “Queríamos saber o que estávamos inventando”, disse Rhimes na entrevista. “Nós não queríamos inventar coisas só por inventar. Queríamos intencionalmente ficcionalizar momentos em vez de apenas acidentalmente ficcionalizá-los”. Em outra entrevista ao The Hollywood Reporter, Rhimes admitiu que “houve coisas que inventamos porque precisavam ser inventadas para fazer a história realmente engrenar e ser o que deveria ser.” A atriz Katie Lowes, que interpreta Williams na minissérie, também disse durante uma entrevista que sua personagem quer agradar as outras pessoas. “Ela é jovem, ingênua e teve uma vida privilegiada. Não acho que isso seja necessariamente verdade para a Rachel Williams da vida real; eu acho que isso é verdade para a personagem que Shonda escreveu e para o que Shonda precisava que a personagem fosse na série.” O advogado de Williams afirma que declarações como estas constituem uma admissão. Para ele, a Netflix sabia que as ações da personagem eram falsas, mas ainda assim optou por retratá-la como a vilã da história, inclusive usando o nome de Williams. Entretanto, o processo não cita nem Rhimes nem a produtora Shondaland. O alvo é a própria Netflix. “Esta ação vai mostrar que a Netflix tomou uma decisão deliberada para fins dramáticos ao mostrar Williams fazendo ou dizendo coisas na série que a retratam como uma pessoa gananciosa, esnobe, desleal, desonesta, covarde, manipuladora e oportunista”, afirma a queixa, apresentada no tribunal federal de Delaware. Na minissérie, Williams aceita os presentes e as viagens de Sorokin, mas trai a sua amiga, entregando-a às autoridades assim que descobre que ela mentiu sobre sua fortuna. Na ação, Williams cita momentos específicos da minissérie, como as cenas em que um advogado força a personagem baseada nela a admitir que Sorokin sempre pagava a conta quando as duas saíam juntas. A intenção dessa cena é mostrá-la como uma aproveitadora. Mas Williams afirma que, na verdade, ela pagou a conta várias vezes e em outras ocasiões as duas dividiram. Em outro momento, Williams é mostrada abandonando Sorokin no Marrocos depois que o cartão de crédito de Sorokin foi recusado em um resort de luxo. Segundo Williams, ela havia dito a Sorokin antes da viagem que ela teria que voltar numa data específica porque já tinha agendado uma viagem de trabalho para França. “Williams não deixou de ser amiga de Sorokin porque Sorokin estava tendo problemas no Marrocos, mas porque ela posteriormente descobriu em seu retorno a Nova York que Sorokin era uma mentirosa e uma vigarista cujas declarações e promessas falsas haviam induzido Williams a incorrer em passivos de cerca de US$ 62 mil em nome de Sorokin, e ela só a reembolsou em US$ 5 mil, apesar das inúmeras promessas de reembolsar seus US$ 70 mil para compensar a dívida total e quaisquer taxas atrasadas”, afirma o processo. Williams terá uma longa batalha pela frente, já que, para que um processo de difamação seja bem sucedido, é preciso comprovar que as declarações difamatórias foram feitas com real intenção de malícia. Ou seja, é preciso que haja o conhecimento prévio de que as alegações feitas são falsas e de que houve a intenção de prejudicar a pessoa retratada. “A Netflix usou propositalmente meu nome real e aspectos reais da minha vida para criar uma caracterização totalmente falsa e difamatória de mim”, disse Williams em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “A verdade importa e retratar pessoas reais requer uma responsabilidade real. Estou entrando com este processo para responsabilizar a Netflix por sua imprudência deliberada.” O advogado de Williams vai ainda mais longe, afirmando que a motivação de Netflix deve-se, em parte, ao fato de Williams ter vendido os direitos da sua matéria escrita para a Vanity Fair e do seu livro ainda não publicado para a HBO. “A razão pela qual tivemos que entrar com esse processo é porque a Netflix usou o nome real de Rachel e detalhes biográficos, e a fez parecer uma pessoa horrível, o que ela não é. O dano devastador à reputação dela poderia ter sido evitado se a Netflix tivesse usado um nome fictício e detalhes diferentes. Por que eles não fizeram isso por ela, quando fizeram por tantos outros personagens da série? Talvez o motivo tenha sido que ela escolheu jogar no outro time, ou seja, HBO.” Assista abaixo ao trailer de “Inventando Anna”.
Ator de “Glee” vira médico em “Grey’s Anatomy”
A série “Grey’s Anatomy” está preparando uma espécie de reboot em sua 19ª temporada, incluindo vários personagens novos. A justificativa narrativa foi o encerramento do programa de ensino do Grey Sloan Memorial Hospital, que levou os residentes cirúrgicos a fazerem as malas no final da 18ª temporada. Novos integrantes do elenco têm sido anunciados semanalmente para as vagas abertas, como novos residentes do hospital. Os mais recentes são Harry Shum Jr. (de “Glee” e “Shadowhunters”) e Adelaide Kane (de “Reign” e “Uma Noite de Crime”) . Enquanto Shum Jr. interpretará Daniel “Blue” Kwan, descrito como um “residente de cirurgia perspicaz, impaciente e brilhante”, além de competitivo demais “e acostumado a vencer em tudo”, Kane dará vida à Jules Millin, “uma jovem criada por artistas hippies viciados em drogas que de alguma forma emergiu como a única adulta da família, tendo que aprender a cuidar de si mesma e de seus pais”. Eles se juntam a Alexis Floyd (“Inventando Anna”), Niko Terho (“Algo Sobre Harry”) e Midori Francis (“A Vida Sexual das Universitárias”). Não é a primeira vez que “Grey’s Anatomy” insere uma grande leva de personagens, aproveitando a rotação da residência. A série começou em 2005 acompanhando a classe da personagem-título, Meredith Grey (Ellen Pompeo), e quando ela progrediu no hospital, novos personagens ocuparam as vagas de residentes – e tem sido assim sucessivamente na atração. No Brasil, “Grey’s Anatomy” é exibida pelo canal pago Sony e está disponível para streaming em várias plataformas, incluindo Prime Video, Globoplay e Star+.
Atriz de “Inventando Anna” será nova médica-residente de “Grey’s Anatomy”
A atriz Alexis Floyd, que chamou atenção em “Inventando Anna”, vai se juntar ao elenco de outra série da produtora Shonda Rhimes. Ela será integrante fixa do elenco da 19ª temporada de “Grey’s Anatomy”. Floyd interpretará Simone Griffin, uma nova residente cirúrgica iniciando sua jornada médica no Grey Sloan. Ela é engraçada, esperta e empenhada, mas tem uma história de fundo complicada. Ela cresceu em Seattle, mas nunca quis trabalhar no Gray Sloan por causa de uma dolorosa história pessoal com o hospital. A nova personagem chega após os atuais residentes cirúrgicos do Gray Sloan fazerem as malas, com o encerramento do programa de ensino do hospital encerrado no final da 18ª temporada. Floyd era mais conhecida por papéis de teatro e por uma participação recorrente na 3ª temporada de “The Bold Type”, em 2019, mas com a carreira sem deslanchar, trabalhava em um estúdio de ioga quando enviou uma fita de audição para Shonda Rhimes, em busca do papel de Neff em “Inventando Anna”, a concierge de hotel que fez amizade com a hóspede frequente – e infame vigarista – Anna Delvey. Floyd conseguiu o papel e impressionou Rhimes, que decidiu manter a atriz trabalhando para sua produtora, Shondaland. “Juntar-me ao elenco da 19ª temporada é uma honra imensurável e, simplesmente, será muito divertido”, disse Floyd em comunicado.
Netflix anuncia começo das gravações de “Bridgerton 3” com vídeo do set
A Netflix anunciou o começo das gravações e compartilhou fotos e um vídeo do elenco da 3ª temporada de “Bridgerton”. Nas imagens, a equipe celebra a nova sequência de episódios fazendo o número 3 com as mãos. As gravações estão ocorrendo em Londres, sob os cuidados do novo showrunner, Jess Brownell. E além do elenco já conhecido, a produção contará com três novidades: Daniel Francis (“Once Upon a Time”), Sam Phillips (“The Crown”) e James Phoon (“Wreck”), que viverão personagens de arrancar suspiros das mulheres da trama. Depois de adaptar “O Duque e Eu”, o primeiro livro da saga literária, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família Bridgerton, e “O Visconde que Me Amava”, em que o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey), a 3ª temporada vai se focar em “Os Segredos de Colin Bridgerton”, o quarto livro. A trama trata do relacionamento entre Colin (Luke Newton) e Penelope (Nicola Coughlan). A mudança faz sentido no contexto da série, já que a relação dos dois teve mais desenvolvimento nas duas primeiras temporadas do que o arco de Benedict (Luke Thompson), foco do terceiro livro, “Um Perfeito Cavaleiro”. Além disso, no último episódio da 2ª temporada, Penelope ouviu Colin dizer que jamais se casaria com ela, gancho clássico de trama romântica. Com isso, “Um Perfeito Cavaleiro” deve ficar para a 4ª temporada. As diferenças entre os livros e a série produzida por Shonda Rhimes iniciaram com a escalação de atores de raças diferentes dos personagens, o que levou até a uma mudança de sobrenome da protagonista feminina da 2ª temporada – a loira Kate Sheffield virou a indiana Kate Sharma (Simone Ashley). Mas as mudanças foram além da etnia na adaptação de “O Visconde que Me Amava”, que alterou o contexto de uma cena importante: o motivo literário responsável pelo casamento do casal central. Apesar das mudanças, o segundo ano de produção bateu o recorde de audiência dos capítulos da estreia e chegou a ser por dois meses a temporada de série em inglês mais vista do catálogo da Netflix (até ser superada por “Stranger Things 4”). Prezados leitores, as gravações da 3ª temporada de Bridgerton já começaram. 🐝 pic.twitter.com/lmMGpOj8HS — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 20, 2022 Welcome back to Bridgerton! Season 3 is officially in production pic.twitter.com/t24N0wX4KT — Netflix (@netflix) July 20, 2022
“Stranger Things” domina Netflix e bate recordes
O fenômeno “Stranger Things” dominou completamente a audiência da Netflix na última semana. Completamente, neste caso, quer dizer que a criação dos irmãos Duffer ocupou do 1º ao 4º lugar do ranking das séries mais vistas em inglês da plataforma. De forma impressionante, todas as quatro temporadas da série registraram as maiores audiência do streaming entre a segunda-feira da semana passada (30/5) e o último domingo (5/6). É possível que muita gente tenha maratonado o começo para recordar eventos passados, mas há relatos de novos assinantes atraídos para descobrir o conteúdo que está eletrizando o público mundial. O lançamento da 4ª temporada em 27 de maio já tinha marcado o maior fim de semana de estreia da Netflix, com 287 milhões de horas assistidas em apenas três dias. Agora, na primeira semana completa de disponibilidade na plataforma, os sete novos episódios renderam mais 335 milhões de horas de streaming. Com isso, o novo ano de “Stranger Things” já ocupa o 3º lugar entre as temporadas de séries em inglês mais vistas na Netflix em todos os tempos, atingindo um total de 621,8 milhões de horas. Tudo indica ainda que o Mundo Invertido vai aparecer no topo do ranking no levantamento da semana que vem. À sua frente, estão apenas as duas temporadas produzidas de “Bridgerton”, mas praticamente coladas. A estreia do romance de época da produtora Shonda Rhimes ocupa o 2º lugar com 625,4 milhões de horas, enquanto a 2ª temporada lidera o ranking com 656,26 milhões de horas. A 4ª temporada de “Stranger Things” deve abrir grande vantagem sobre “Bridgerton” nos próximos dias e passar para uma disputa de outro nível, com a recordista de todas as línguas. A série sul-coreana “Round 6” é a líder entre as produções de qualquer idioma, com 1,65 bilhão de horas de visualização em seus primeiros 28 dias de lançamento. A Netflix calcula essa lista com base somente na audiência durante os primeiros 28 dias de disponibilidade de um título, o que significa que a 4ª temporada de “Stranger Things” ainda tem 18 dias para subir no ranking. Além do sucesso da série, a música de 1985 de Kate Bush, “Running Up That Hill”, que aparece com destaque nos novos episódios, continua escalando as paradas musicais, numa redescoberta da cantora inglesa, que não lança discos há mais de uma década. Nesta semana, a gravação entrou pela primeira vez no Top 10 da revista Billboard, lugar que não tinha conseguido alcançar no lançamento original de 37 anos atrás. Fenômeno.
Volta de “Stranger Things” vira maior estreia da história da Netflix
A Netflix registrou uma audiência recorde com o retorno de “Stranger Things”. Três anos após o lançamento dos últimos capítulos, a estreia da 4ª temporada acumulou 286,79 milhões de horas de visualização em todo o mundo. E isto em apenas três dias, desde o lançamento na sexta (27/5) até o domingo (29/5) passado. Os números superam com folga o recorde anterior de estreia em inglês na plataforma, registrado em março pelo lançamento da 2ª temporada de “Bridgerton”, com 193 milhões de horas de exibição em seu primeiro fim de semana. Outro detalhe impressionante da façanha da série sci-fi dos irmãos Duffer é que a audiência de seus primeiros dias já representa 44% de toda a visualização da temporada recordista de “Bridgerton”. A produção de época de Shonda Rhimes possui a maior audiência das séries em inglês da Netflix, com 656,26 milhões de horas de exibição acumulada em todo o mundo no período de 28 dias desde seu lançamento. A série sul-coreana “Round 6” é a líder entre as produções de qualquer idioma, com 1,65 bilhão de horas de visualização em seus primeiros 28 dias de lançamento. A estreia altamente antecipada da 4ª temporada de “Stranger Things” também ajudou a resgatar o interesse nas temporadas anteriores da série, que ressurgiram no Top 10 global da plataforma. Na verdade, no Top 5, ocupando a 3ª, 4ª e 5ª posições do ranking, atrás de “O Poder e a Lei” (The Lincoln Lawyer) em 2º lugar. A volta de “Stranger Things” também foi um fenômeno nas redes sociais. Apenas no Twitter, foram feitas quase 5 milhões de postagens no mundo inteiro, sendo que o Brasil correspondeu a cerca de um terço de toda esta movimentação. Além do sucesso da série, a música de 1985 de Kate Bush, “Running Up That Hill”, que aparece com destaque nos novos episódios, alcançou o 1º lugar na parada de sucessos do iTunes e o 2º lugar na parada americana do Spotify neste fim de semana. Isto também tem despertado interesse na carreira da cantora inglesa, que não lança discos há mais de uma década.
3ª temporada de “Bridgerton” não seguirá ordem dos livros
“Bridgerton” não vai seguir a ordem cronológica dos livros de Julia Quinn. Depois de adaptar “O Duque e Eu”, o primeiro livro da saga literária, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família Bridgerton, e “O Visconde que Me Amava”, em que o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey), a 3ª temporada vai se focar em “Os Segredos de Colin Bridgerton”, o quarto livro. A trama trata do relacionamento entre Colin (Luke Newton) e Penelope (Nicola Coughlan). A mudança faz sentido no contexto da série, já que a relação dos dois teve mais desenvolvimento nas duas primeiras temporadas do que o arco de Benedict (Luke Thompson), foco do terceiro livro, “Um Perfeito Cavaleiro”. Além disso, no último episódio da 2ª temporada, Penelope ouviu Colin dizer que jamais se casaria com ela, gancho de toda premissa de trama romântica. Com isso, “Um Perfeito Cavaleiro” deve ficar para a 4ª temporada. As diferenças entre os livros e a série produzida por Shonda Rhimes iniciaram com a escalação de atores de raças diferentes dos personagens, o que levou até a uma mudança de sobrenome da protagonista feminina da 2ª temporada – a loira Kate Sheffield virou a indiana Kate Sharma (Simone Ashley). Mas as mudanças foram além da etnia na adaptação de “O Visconde que Me Amava”, que alterou o contexto de uma cena importante: o motivo literário responsável pelo casamento do casal central. Apesar das mudanças, o segundo ano de produção bateu o recorde dos capítulos da estreia para se tornar a temporada de série em inglês mais vista da Netflix em todos os tempos.
Netflix troca intérprete de uma das irmãs de “Bridgerton”
A Netflix anunciou nesta quinta-feira (12) a saída de Ruby Stokes do elenco de “Bridgerton”. A atriz deu vida a Francesca Bridgerton ao longo de duas temporadas e deixou a atração para focar em seu novo projeto na plataforma, a adaptação de “Lockwood & Co” – uma série sobrenatural. Para substituí-la, a Netflix contratou Hannah Dodd, recentemente vista na minissérie “Anatomia de um Escândalo”. A troca foi divulgada nas redes sociais junto de uma foto da nova intérprete. Veja abaixo. “Bridgerton” é baseada numa franquia literária escrita por Julia Quinn, que a cada exemplar conta a história de amor de um dos oito irmãos da família do título. Portanto, a personagem Francesca também será protagonista de uma temporada futura – provavelmente a 6ª, ainda não confirmada. A série encontra-se atualmente renovada até o quarto ano de produção. A produção de Shonda Rhimes (“Grey’s Anathomy”) fez sua estreia na Netflix em dezembro de 2020, quando se tornou a série em inglês mais vista da plataforma. A 2ª temporada bateu esse recorde, liderando o ranking com 656 milhões de horas visualizadas. BRIDGERTON NEWS: Hannah Dodd (Anatomy of a Scandal) will star as Francesca Bridgerton in Season 3. She takes over the role from Ruby Stokes who is moving on to star in Netflix's Lockwood & Co. 💛 Can't wait to welcome Hannah to the family. pic.twitter.com/XEinB4uCFQ — Netflix UK & Ireland (@NetflixUK) May 12, 2022
Ellen Pompeo defende Katherine Heigl em “Grey’s Anatomy”: “Corajosa”
Demorou só 12 anos, mas Ellen Pompeo finalmente defendeu a ex-colega Katherine Heigl em público. Para quem não lembra, a intérprete de Izzie Stevens saiu de “Grey’s Anatomy” em 2010, com relações estremecidas com os produtores da série, e nunca mais foi convidada a aparecer, nem mesmo quando sua presença seria importante para a trama. Em seu podcast o “Tell Me with Ellen Pompeo”, a protagonista da série lembrou o motivo da exclusão e deu razão a Heigl. “Lembro que Heigl disse algo em um talk show sobre as horas insanas que estávamos trabalhando. Ela estava 100% certa. Se ela tivesse dito isso hoje, seria uma heroína completa. Mas ela estava à frente de seu tempo”, opinou. Na sequência, completou: “Ela fez uma declaração sobre nossas horas insanas e, claro, vamos bater em uma mulher e chamá-la de ‘ingrata’, por isso. Quando a verdade é que ela foi 100% honesta e estava absolutamente correto o que ela disse. Ela foi corajosa por dizer isso. Estava dizendo a verdade, não estava mentindo”. O talk show mencionado pela intérprete de Meredith Grey foi o “The Late Show with David Letterman”. Heigl participou do programa em 2009 para promover seu novo longa, “A Verdade Nua e Crua” e aproveitou para reclamar da carga horária “cruel” do drama médico. “Vou continuar dizendo isso, porque espero que isso os envergonhe: foram 17 horas seguidas de trabalho em um único dia. Eu acho que isso é cruel e maldoso”. A denúncia repercutiu forte na imprensa e caiu como uma bomba para Shonda Rhimes, criadora da série, que na época ainda era a showrunner da produção. Assim, Heigl, que venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel na série dois anos antes, teve seu contrato finalizado 1 ano e meio antes do combinado. Toda essa polêmica fez com que Heigl ficasse com a fama de “antiprofissional” em Hollywood — principalmente depois de um produtor dizer ao Hollywood Reporter em 2013 que ela era “difícil” e “não valia a pena” de trabalhar. Em 2021, a atriz rebateu as falas do produtor. “Posso ter dito algumas coisas que você não gostou, mas depois isso se transformou em ‘ela é ingrata’, ‘ela é difícil’ e, na sequência, ‘ela não é profissional’. Qual é a sua definição de difícil? Alguém com uma opinião que você não gosta? Isso me irrita”, afirmou ao Washington Post.
2ª temporada de “Bridgerton” bate recorde, supera estreia e vira maior audiência da Netflix
A série “Bridgerton” quebrou seu próprio recorde. Nesta terça (19/4), a Netflix revelou o ranking atualizado de sua audiência, que mostra a 2ª temporada da atração como a série em inglês mais assistida da história da plataforma em seu primeiro mês de exibição. Com 627,11 milhões de horas de exibição, a nova temporada, focada em Anthony Bridgeton, superou a anterior, centrada em sua irmã Daphne, que detinha o recorde com 625,49 milhões de horas visualizadas. Isto significa que as duas temporadas produzidas de “Bridgeton” ocupam o 1º e o 2º lugar do ranking. O recorde foi quebrado bem antes da data limite para isto acontecer. O limite se deve à Netflix só contabilizar a audiência dos primeiros 28 dias de exibição, que se completarão na próxima sexta-feira (22/4). Por outro lado, isto também significa que a 1ª temporada ainda deve ter muito mais audiência que a 2ª, já que a totalização continua após os 28 dias, mas é mantida em sigilo pelos executivos da empresa. A 2ª temporada de “Bridgerton” lidera o ranking semanal da plataforma desde que foi lançada em 25 de março. Na última semana, foi vista durante 66,61 milhões de horas e apareceu no Top 10 da Netflix em 88 países. Mas esse sucesso também é acompanhado pela 1ª temporada, que reapareceu no Top 10 mundial no último mês, sendo descoberta pela primeira vez por muitos assinantes. Os episódios iniciais ocupam atualmente o 4º lugar entre as séries em inglês mais vistas da plataforma, com 23,3 milhões de exibições. Vale observar que, mesmo somando as duas temporadas, as impressionantes 1,2 bilhão de horas oficiais de “Bridgerton” não superam a única temporada exibida de “Round 6”, série mais vista da Netflix em qualquer idioma, que rendeu 1,6 bilhão de horas de consumo mundial. Produzida por Shonda Rhimes e desenvolvida pelo roteirista Chris Van Dusen, que trabalhou nas criações mais populares de Rhimes, “Grey’s Anatomy” e “Scandal”, “Bridgerton” já está renovada até a 4ª temporada pela Netflix.











