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  • Série

    Brooke Shields será rival de Rogelio em Jane the Virgin

    12 de janeiro de 2018 /

    A atriz Brooke Shields vai participar de um arco de vários episódios na 4ª temporada de “Jane the Virgin”. Ela foi escalada como uma famosa atriz e supermodelo chamada River Fields, que vai entrar em uma disputa com o Rogelio (Jaime Camil), o pai de Jane, tornando-se sua rival. O episódio de introdução da personagem de Brooke Shields será exibido no dia 9 de fevereiro na rede CW. Atualmente em sua 4ª temporada nos Estados Unidos, a série ainda está exibindo seu terceiro ano no Brasil pelo canal pago Lifetime.

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  • Série

    The Looming Tower: Série sobre ataque às Torres Gêmeas ganha trailer de “filme de Oscar”

    12 de janeiro de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Looming Tower”, sua próxima série obrigatória. A prévia é instigante e chama atenção pela aparência de “filme de Oscar”, devido ao tema, ao elenco estelar e à qualidade da equipe envolvida. A trama adapta o livro homônimo de não ficção de Lawrence Wright, que venceu o prêmio Pulitzer e foi lançado no Brasil como “O Vulto das Torres: A Al-Qaeda e o Caminho até 11/9”. A adaptação foi feita por Dan Futterman (roteirista indicado ao Oscar por “Foxcatcher” e “Capote”) e Alex Gibney (vencedor do Oscar com o documentário “Um Táxi para a Escuridão”). A série promete cenas de tensão, ação e intriga, envolvendo a CIA e o FBI, agências federais americanas responsáveis por investigar suspeitas de terrorismo, relatando como o ciúmes entre oficiais superiores evitou o compartilhamento de informações cruciais em 2001, que poderiam ter evitado os ataques do dia 11 de setembro em Nova York. Entre os nomes escalados para a produção estão Jeff Daniels (“Steve Jobs”), Tahar Rahim (“O Profeta”), Peter Sarsgaard (“Jackie”), Michael Stuhlbarg (“A Chegada”), Alec Baldwin (“Missão Impossível: Nação Secreta”), Wrenn Schmidt (série “Outcast”), Ella Rae Peck (série “Gossip Girl”) e Virginia Kull (série “Gracepoint”). A estreia está marcada para 28 de fevereiro.

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  • Série

    Here and Now: Nova série do criador de True Blood ganha primeiras fotos

    12 de janeiro de 2018 /

    A HBO divulgou sete fotos de “Here and Now”, terceira série de Alan Ball produzida pelo canal pago, após os sucessos de “Six Feet Under” (A Sete Palmos) e “True Blood”. Se as séries anteriores marcaram época pela originalidade, a nova não parece seguir o mesmo caminho, já que evoca “This Is Us” – até no título genérico. Mas a descrição oficial contém espaço para uma reviravolta. A série gira em torno de uma família multirracial, formada por uma professora de filosofia, seu marido advogado, os três filhos adotivos (vindos da Somália, Vietnã e Colômbia) e um biológico. A família aparentemente perfeita, no entanto, esconde falhas profundas. Além disso, uma das crianças começa a ver coisas que os outros não conseguem. A sinopse não deixa claro se este detalhe é um elemento sobrenatural ou uma crítica social, mas acrescenta que a série pretende fazer uma “reflexão tragicômica sobre as complicadas forças que operam sobre todos nós na América de hoje”. O elenco é liderado por Holly Hunter (“Barman v Superman”) e Tim Robbins (“Um Dia Perfeito”) e inclui os jovens Sosie Bacon (“13 Reasons Why”), Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Raymond Lee (“Mozart in the Jungle”) e Daniel Zovatto (“Revenge”). Alan Ball não criava uma série nova desde “True Blood”, que abandonou antes do final para se dedicar, como produtor, ao lançamento de “Banshee”, drama criminal ultraviolento que se encerrou em 2016, após quatro temporadas, como o maior sucesso do canal pago Cinemax. A estreia mundial está marcada para 11 de fevereiro.

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  • Série

    Trust: Trailer sugere que minissérie pode ser melhor que o filme Todo o Dinheiro do Mundo

    12 de janeiro de 2018 /

    O canal pago americano FX divulgou o primeiro trailer completo de “Trust”, minissérie que conta a mesma história do tumultuado filme “Todo o Dinheiro do Mundo”. A prévia ajuda a explicar porque Ridley Scott fez de tudo para lançar o filme antes da produção televisiva, já que sugere uma história muito mais – com direito a trocadilho – rica que a versão cinematográfica. “Trust” também foi desenvolvida por um diretor inglês consagrado: Danny Boyle, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008). A minissérie é uma nova parceria do diretor com o roteirista Simon Beaufoy, com quem fez o filme citado e também “127 Horas” (indicado ao Oscar em 2011). E o vídeo demonstra qualidades típicas da obra de ambos: um visual cinematográfico, cenas praticamente psicodélicas – ao som de Pink Floyd! – e um humor negro que ironiza o drama. Ambientada em 1973, a trama também aborda o sequestro do jovem John Paul Getty III e o pedido de resgate de milhões de dólares. A diferença é que, na versão televisiva, o próprio rapaz planeja o crime, já que o avô, o homem mais rico dos anos 1970, não lhe libera dinheiro. Só que o plano não corre como esperado, já que o magnata se recusa a liberar a quantia e argumenta que se pagasse um centavo para os sequestradores, em breve teria outros parentes sequestrados. Para completar, o pai do sequestrado, envolvido em drogas, também não responde aos telefonemas dos raptores, deixando o problema para mãe do rapaz, quebrada financeiramente. Desesperada, ela tenta fazer de tudo para negociar sua vida. Beaufoy escreveu e Boyle assina a direção de todos os 10 episódios da atração, que ainda conta com um elenco de cinema: Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Hilary Swank (“Logan Lucky – Roubo em Família”), Brendan Fraser (“A Múmia”) e Harris Dickinson (“Ratos de Praia”) – nos papéis que em “Todo o Dinheiro do Mundo” foram vividos por Christopher Plummer (“Toda a Forma de Amor”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Michael Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Charlie Plummer (“O Jantar”). A minissérie também ganhou data de estreia, e vai chegar em 25 de março à TV dos EUA.

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  • Série

    Altered Carbon: Trailer legendado e imagens destacam visual cinematográfico da nova série sci-fi

    12 de janeiro de 2018 /

    A Netflix divulgou quatro pôsteres de personagens, mais 11 fotos e um novo trailer legendado de “Altered Carbon”, que explica a premissa de ficção científica e introduz os personagens centrais, além de reforçar o visual cinematográfico da produção. Passada no século 25, a série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro, tornando a morte obsoleta. Joel Kinnaman (de “Esquadrão Suicida”), que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (James Purefoy, de “The Following”), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver o assassinato do próprio Bancroft – ou melhor, do antigo corpo que ele usava. A direção do piloto ficou a cargo do inglês Miguel Sapochnik (responsável pelos melhores episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones”), que curiosamente já tinha filmado uma sci-fi de medicina distópica: “Repo Men: O Resgate de Órgãos” (2010). A produção ainda inclui em seu elenco Antonio Marziale (“Project MC²”), Chris Conner (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Kristin Lehman (“Ghost Wars”), Hiro Kanagawa (“iZombie”), Alika Autran (“When We Rise”), Teach Grant (“Damnation”), Hayley Law (“Riverdale”), Tamara Taylor (“Bones”), Adam Busch (“Colony”), Byron Mann (“The Expanse”) e Dichen Lachman (“The Last Ship”). A estreia vai acontecer em 2 de fevereiro no serviço de streaming.

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  • Série

    Criador de American Gods e Hannibal vai desenvolver série do Vampiro Lestat

    12 de janeiro de 2018 /

    O produtor Bryan Fuller, criador de “American Gods”, “Star Trek: Discovery” e “Hannibal”, já definiu seu próximo projeto. Ele vai adaptar “O Vampiro Lestat” e os demais volumes das “Crônicas Vampíricas” de Anne Rice numa nova série. O anúncio foi feito por Christopher Rice, filho da escritora, numa longa postagem no Facebook. “Há um ano, minha mãe e eu trabalhamos com os parceiros criativos da Paramount Television e Anonymous Content para desenvolver uma série de televisão de prestígio com foco na jornada de Lestat, enquanto ele viaja ao longo do mundo dos vampiros detalhado nas ‘Crônicas Vampíricos'”, ele contou. “Sabíamos que estávamos trabalhando com alguns dos melhores produtores que a televisão tinha para oferecer. E esses produtores também sabiam que Bryan seria um complemento perfeito para nossa equipe criativa”. Bryan Fuller ficou com a agenda aberta, após sair de “American Gods. Ele e seu parceiro, o roteirista Michael Green (“Logan”, “Blade Runner 2049”), desentenderam-se com a produtora Fremantle e não participarão da 2ª temporada da série. Assim, Fuller poderá participar do desenvolvimento do projeto dos vampiros da Paramount. Christopher Rice chegou a lembrar que ele procurou sua mãe há muitos anos, antes do lançamento de “Entrevista com o Vampiro”, o filme em que Tom Cruise viveu Lestat, querendo adaptar os livros para o cinema. Agora, o antigo desejo vai virar realidade, ainda que como série. A decisão de transformar as “Crônicas Vampíricas” em série partiu da própria escritora. Ela aproveitou as dificuldades da Universal para lançar um reboot da franquia no cinema e retomou os direitos, visando produzir a adaptação dos livros numa série “ao estilo de ‘Game of Thrones'”. “Como muitos de vocês sabem, a Universal e Imagine Entertainment tinham adquirido a franquia para desenvolver filmes, mas não deu certo, deixando mais claro do que nunca que a televisão é o lugar onde os vampiros pertencem”, ela explicou no ano passado. “Nesta nova idade de ouro da televisão, uma série é a melhor maneira de contar toda a história dos vampiros”, afirmou, adiantando seus planos. “Meu filho Christopher Rice e eu vamos desenvolver um roteiro do piloto e um esboço detalhado para uma série de duração indeterminada, que apresentará com fidelidade a história de Lestat como ela é contada nos livros. Nós provavelmente iremos começar com ‘O Vampiro Lestat’ e seguir em frente a partir daí. Quando nos sentarmos, finalmente, para conversar com produtores, teremos uma visão totalmente realizado deste projeto. Não consigo expressar o quanto estou feliz ao anunciar isso.” Não está claro se a série será lançada no novo canal pago Paramount, que irá substituir o atual Spike a partir de 2018 nos EUA.

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  • Série

    The Gifted: Skyler Samuels negocia integrar o elenco fixo da 2ª temporada

    11 de janeiro de 2018 /

    A atriz Skyler Samuels (série “Scream Queens”), que entrou em novembro na série “The Gifted”, está negociando transformar sua participação recorrente num papel fixo na atração. “Sim, vocês vão ver muito mais de mim e minhas irmãs na próxima temporada!”, ela disse, durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). Segundo o site TVLine, o acordo ainda não foi fechado e está em fase de discussão de salário. Samuels vive três irmãs gêmeas telepatas na produção, Esme, Phoebe e Sophie Frost, conhecidas nos quadrinhos como as irmãs Cuckoo – e pelo apelido de irmãs Stepford, numa referência ao terror “As Esposas de Stepford” (1975). Na trama da série, elas são relacionadas ao infame Clube do Inferno, um grupo de supervilões mutantes que usa seus poderes de forma secreta, para manipular política e economia, acumulando fortunas por trás dos panos. Eles apareceram no filme “X-Men: Primeira Classe” (2011). Criada por Matt Nix (série “Burn Notice”), a atração se passa numa realidade distópica, em que mutantes são caçados pelo governo americano, e gira em torno de uma família em fuga, após seus filhos manifestarem poderes. Perseguidos por uma equipe militarizada, eles encontram refúgio com o grupo de mutantes rebeldes. A família é formada por Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”), Stephen Moyer (série “True Blood”) e os adolescentes Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (série “Between”). E os mutantes rebeldes incluem alguns X-Men dos quadrinhos: Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”), Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”) e Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”), além de Eclipse (Sean Teale, da série “Reign”), concebido especialmente para a série.

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  • Filme

    Gillian Anderson confirma que não fará mais Arquivo X e American Gods

    11 de janeiro de 2018 /

    A atriz Gilian Anderson voltou a dizer que a atual 11ª temporada de “Arquivo X” marca sua despedida da série. Durante participação no evento semestral da TCA (Television Critics Association), ela também afirmou que não voltará para a 2ª temporada de “American Gods”, após a saída dos showrunners da produção. “Já deu para mim. Estou falando sério”, disse a atriz. “Eu quero ser desafiada como atriz e quero fazer muitos outros personagens. Não quero ficar presa por meses e meses em um personagem específico”, completou. Anderson interpreta Dana Scully desde 1993, quando “Arquivo X” estreou. A série ficou parada por 14 anos antes de voltar à TV em 2016. Além do seriado, Gillian Anderson também participou de dois filmes do “Arquivo X”. Ela afirmou que tinha aceitado voltar ao papel apenas para seis novos episódios em 2016, mas novos capítulos continuaram a ser feitos e ela acabou concordando em retornar para mais dez. E então se deu conta de que a produção estava virando uma série normal. “Nunca me ocorreu que este revival seria uma nova série do ‘Arquivo X’. Esta foi a única temporada que eu concordei em fazer”. Embora a Fox não tenha se comprometido com temporadas adicionais além da atual leva de episódios, o criador da série Chris Carter revelou ao TV Guide que ele não concebeu o último episódio como um final de série. “Há muito mais histórias de ‘Arquivo X’ para contar”, disse. “Se nós vamos conseguir contá-las é um ponto de interrogação”. Sobre sua participação na série “American Gods”, onde deu vida à deusa Media, a atriz foi mais sucinta. “Não farei mais ‘American Gods'”, disse, simplesmente. Como Mídia, Anderson canalizou uma série de ícones de cultura pop, incluindo Lucy Ricardo, Marilyn Monroe, David Bowie e Judy Garland. Mas as discussões a respeito da 2ª temporada criaram atrito entre a dupla de criadores da série, Bryan Fuller (criador também de “Hannibal” e “Star Trek: Discovery”) e Michael Green (roteirista de “Logan” e “Blade Runner 2049”), e a produtora Fremantle. Alegando conflito criativo, os showrunners abandonaram a produção, que ainda não encontrou substitutos. “American Gods” foi renovada pelo canal pago Starz, mas sua 2ª temporada não tem previsão de estreia. Além disso, são esperadas mais baixas no elenco original.

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  • Filme

    Diferença salarial entre Michelle Williams e Mark Wahlberg em Todo o Dinheiro do Mundo causa alvoroço

    11 de janeiro de 2018 /

    A notícia de que o ator americano Mark Wahlberg ganhou 1,5 mil vezes mais do que Michelle Williams para participar das refilmagens de “Todo o Dinheiro do Mundo” causaram uma grande revolta em Hollywood. Segundo o site do jornal USA Today, o cachê do ator foi de US$ 1,5 milhão. Enquanto isso, a também protagonista Michelle Williams recebeu US$ 80 por dia, totalizando US$ 1 mil. Com isso, Michelle ganhou menos de 1% do que foi recebido por Mark. “Por favor vão ver a atuação de Michelle em ‘Todo o dinheiro do mundo’. Ela é uma atriz brilhante, nominada ao Oscar e vencedora de um Globo de Ouro”, escreveu a atriz Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”), indignada no Twitter. “Trabalhou na indústria 20 anos. Merece mais de um por cento do salário que recebe seu colega homem”, completou. Entre outras manifestações nas redes sociais, a atriz Amber Tamblyn (“Quatro Amigas e um Jeans Viajante”) descreveu como “totalmente inaceitável” a grande diferença do pagamento. “Inaceitável no mínimo”, ecoou Busy Philipps (série “Cougar Town”). A veterana Mia Farrow descreveu a disparidade como “ofensivamente injusta”. E até o veterano produtor Judd Apatow considerou que se trata de “um desastre que é difícil de acreditar”. A discrepância teria ocorrido por causa de cláusulas diferentes nos contratos dos dois atores. Mas em vez de explicar, isto torna a situação mais difícil de ser aceita, já que ambos têm suas carreiras agenciadas pela mesma empresa, a WME, conforme apontou Sophia Bush (série “Chicago P.D.”), comentando a necessidade “de práticas justas”. Aparentemente, os mesmos agentes não consideraram importante salvaguardar Williams como fizeram com Wahlberg. Isto porque o contrato da atriz previa regravações, enquanto o do ator não. Assim, os agentes de Wahlberg puderam exigir uma fortuna para ele voltar ao trabalho, enquanto Williams, que já foi indicada quatro vezes ao Oscar, trabalhou pelo salário mínimo da categoria. As refilmagens aconteceram em decorrência da decisão do diretor Ridley Scott de substituir o ator Kevin Spacey, envolvido num

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  • Série

    Jennifer Lopez fará participação em papel duplo na série Will & Grace

    11 de janeiro de 2018 /

    A série de comédia “Will & Grace” terá um crossover inusitado com a atração policial “Shades of Blue”. A revista Vanity Fair adiantou que Jennifer Lopez fará uma participação na sitcom em papel duplo, como ela mesmo e como a detetive Harlee Santos, sua personagem de “Shades of Blue”. Não está claro como isto irá acontecer, e tampouco foi divulgada a data em que o episódio de J-Lo irá ao ar. De todo modo, não será a primeira vez que a cantora aparecerá em “Will & Grace”. Ela já havia participado como ela mesma de dois episódios da 6ª temporada, em 2004, durante o casamento de Karen (Megan Mullally). “Will & Grace” voltou à TV em 2017, após 11 anos fora do ar, e vem mantendo uma das melhores audiências da rede NBC na temporada.

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  • Série

    Modern Family chega a 200 episódios, mas vai acabar em breve

    11 de janeiro de 2018 /

    Um dos maiores sucessos deste século da TV americana, a série “Modern Family” chegou à marca de 200 episódios na noite de quarta-feira (10/1) nos Estados Unidos, num episódio em que os personagens refletiram sobre a possibilidade da morte. Há nove anos no ar na rede ABC, a atração ainda tem grande audiência, mas perdeu o impacto original, que lhe rendia muitas premiações, como os cinco Emmys de Melhor Série de Comédia conquistados de forma consecutiva, entre 2010 e 2015. Por conta disso, seus criadores Steve Levitan e Christopher Lloyd adiantaram os planos de encerrar a série na próxima temporada, que completará 10 anos de produção. “Nosso plano é acabar na 10ª temporada. Se pudermos sair com a maioria de nossa audiência querendo mais, acho que é a maneira correta de fazê-lo. Nunca diga nunca, mas, simplesmente não consigo imaginar que iremos além”, revelou Levitan, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. Apesar do objetivo de encerrar “Modern Family” no próximo ano, há a possibilidade de estender o universo da série por meio de um spin-off, graças ao interesse do público em muitos membros do elenco do programa. Mas os produtores confessam que ainda não aconteceram “conversas substantivas” sobre o tema com a rede ABC.

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  • Série

    Trailer mostra a estreia da Legião dos Super-Heróis na série Supergirl

    10 de janeiro de 2018 /

    A rede CW divulgou o trailer do próximo episódio de “Supergirl”, que marcará o retorno da série após o hiato de fim de ano. Além de mostrar o que aconteceu com a heroína (Melissa Benoist), após a surra sofrida no último episódio do ano passado, o trailer mostra a Legião dos Super-Heróis em ação. O episódio foi batizado, justamente, de “Legion of Superheroes”, e traz Mon-El (Chris Wood) com sua roupa de super-herói, ao lado de Saturnia, pronto para enfrentar a ameaça de Régia (Odette Annable). Enquanto isso, Brainiac 5 tenta se comunicar com a inconsciente Supergirl. Mas os fãs que esperavam pela revelação do time de super-heróis do século 30 desde a introdução de Mon-El na temporada passada podem ficar decepcionados. Além de nenhum dos três lembrar visualmente os personagens dos quadrinhos em que são baseados, a escolha das missões também é pouco lógica, já que quem possui poderes mentais é Saturnia. Loira nos quadrinhos, Saturnia ganhou interpretação da estrela de Bollywood Amy Jackson. E até o esverdeado Brainiac 5, por algum motivo obscuro, tornou-se azulado na versão vivida por Jesse Rath (em seu segundo personagem alienígena, após Alak Tarr na série “Defiance”). Primeiros heróis cults dos quadrinhos, a Legião dos Super-Heróis surgiu numa história do Superboy de 1958, escrita por Otto Binder e desenhada por Al Plastino. E fez tanto sucesso que voltou a aparecer outras vezes, até ganhar sua série própria. Seus fãs eram os que mais escreviam cartas, além de se reunir em clubes e publicar fanzines, estimulados pelos editores, que promoviam votações abertas para determinar o líder anual do grupo – o que fomentou um fenômeno geek antes de existir cultura geek. Os quadrinhos da Legião também anteciparam “Star Trek” ao apresentar uma visão utópica do futuro, em que raças de diferentes planetas conviviam sob a… Federação dos Planetas Unidos! Por curiosidade, já houve um crossover da Legião com “Star Trek” nos quadrinhos. A publicação era tão respeitada que seu escritor de mais de uma década, Paul Levitz, virou presidente da DC Comics. Com o tempo, porém, os diversos reboots da empresa bagunçaram tanto a cronologia da publicação que ela acabou perdendo todo seu prestígio original. De todo modo, esta não é a primeira vez que a Legião aparece de carne e osso numa série da DC Comics. Saturnia e outros heróis do futuro tiveram uma pequena participação em dois episódios da antiga série “Smallville”, que soube respeitar melhor as características originais dos personagens. O próximo episódio de “Supergirl” vai ao ar em 15 de janeiro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Game of Thrones domina indicações ao prêmio do Sindicato dos Diretores

    10 de janeiro de 2018 /

    O Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos divulgou uma parte dos indicados a seu prêmio anual, o DGA Awards. Foram revelados os concorrentes das categorias televisivas e de documentário, um dia antes da revelação dos nomeados por filmes de ficção. Todos os vencedores serão conhecidos no dia 3 de fevereiro. A lista tem algumas peculiaridades. Uma delas é desconsiderar que “Big Little Lies” foi renovada e deixou de ser série limitada. Outra é que “Wormwood”, indicado como documentário, foi exibido como série de seis episódios. Mas o que chama mais atenção é a importância de “Game of Thrones” para a categoria. A série de dragões da HBO emplacou três episódios, de diretores diferentes, na seleção televisiva. Mesmo assim, a favorita é Reed Morano, que já venceu o Emmy 2017 pela direção do piloto de “The Handmaid’s Tale”. Outros destaques são Niki Caro concorrendo na categoria de Produções Infantis por “Anne” e Amy Schumer disputando a categoria de Especiais por “Amy Schumer: The Leather Special”. Confira a lista completa abaixo. INDICADOS AO DG AWARDS 2018: TV E DOCUMENTÁRIO MELHOR DIREÇÃO DE DOCUMENTÁRIO Ken Burns e Lynn Novick – “The Vietnam War” Bryan Fogel – “Icarus” Matthew Heineman – “City of Ghosts” Steve James – “Abacus: Small Enough to Jail” Errol Morris – “Wormwood” MELHOR DIREÇÃO DE SÉRIE DRAMÁTICA The Duffer Brothers – “Stranger Things: Chapter Nine: The Gate” Reed Morano – “The Handmaid’s Tale: Offred” Jeremy Podeswa – “Game of Thrones: The Dragon and the Wolf” Matt Shakman – “Game of Thrones: The Spoils of War” Alan Taylor – “Game of Thrones: Beyond the Wall” MELHOR DIREÇÃO DE SÉRIE CÔMICA Aziz Ansari – “Master of None: The Thief” Mike Judge – “Silicon Valley: Server Error” Melina Matsoukas – “Master of None: Thanksgiving” Beth McCarthy-Miller – “Veep: Chicklet” Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: The Marvelous Mrs. Maisel” MELHOR DIREÇÃO DE TELEFILME OU SÉRIE LIMITADA Scott Frank – “Godless” Barry Levinson – “O Mago das Mentiras” Kyra Sedgwick – “Story of a Girl” Jean‑Marc Vallee – “Big Little Lies” George C. Wolfe – “A Vida Imortal de Henrietta Lacks” MELHOR DIREÇÃO DE PROGRAMA INFANTIL Niki Caro – “Anne: Your Will Shall Decide Your Destiny” Benjamin Lehmann – “The Magical Wand Chase: A Sesame Street Special” Lily Mariye – “Just Add Magic: Just Add Meddling” Alison McDonald – “An American Girl Story: Summer Camp, Friends for Life” Matthew O’Neil e Thalia Sodi – “15: A Quinceañera Story: Zoey” MELHOR DIREÇÃO DE PROGRAMA DE VARIEDADES Andre Allen – “Full Frontal with Samantha Bee” Paul G. Casey – “Real Time with Bill Maher” Jim Hoskinson – “The Late Show with Stephen Colbert” Don Roy King – “Saturday Night Live” Paul Pennolino – “Last Week Tonight with John Oliver” MELHOR DIREÇÃO DE ESPECIAL DE VARIEDADES Stan Lathan – “Dave Chappelle: The Age of Spin” Linda Mendoza – “Kennedy Center Mark Twain Prize Honoring David Letterman” Paul Pennolino – “Full Frontal with Samantha Bee Presents Not the White House Correspondents’ Dinner” Amy Schumer – “Amy Schumer: The Leather Special” Glenn Weiss – “The 89th Annual Academy Awards” MELHOR DIREÇÃO DE REALITY SHOW Hisham Abed – “Encore!” John Gonzalez – “Live PD” Brian Smith – “MasterChef” Adam Vetri – “Dare to Live” Kent Weed – “Spartan: The Ultimate Team Challenge”

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