Remake de Charmed define atriz de Into the Badlands como terceira irmã bruxa
A atriz britânica Madeleine Mantock, conhecida pela série “Into the Badlands”, foi escalada como a terceira e última irmã bruxa do piloto do remake da série “Charmed”. A escalação confirma a abordagem da série. Assim como as irmãs mais novas, ela é uma intérprete negra de descendência latina. Mantock viverá Macy, a irmã mais velha e líder do clã, num papel correspondente ao de Prue (Shannen Doherty) na série original de 1998. Na nova versão, a personagem será uma geneticista prática e cética, que fica chocada ao saber que o mundo sobrenatural é real. Ela se junta a Melonie Diaz (“Fruitvale Station”), anteriormente confirmada como Mel, um ativista apaixonada que precisa lidar com as consequências de uma terrível tragédia, e Sarah Jeffery (“Descendentes”), intérprete de Madison, a caçula de 18 anos, que acaba de ingressar na faculdade e está apenas tentando se encaixar no mundo. O perfil do trio de protagonistas coincide com o fato de suas criadoras virem da série “Jane the Virgin”, remake de uma telenovela estrelado por atores latinos. A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o piloto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”. Outra novidade no elenco é Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), que viverá um professor universitário misterioso, bonito e com conhecimentos ocultos que deve despertar o interesse das irmãs. O personagem tanto pode ser uma nova versão do anjo Leo Wyatt, interpretado por Brian Krause na série original, quanto do demônio Cole Turner, vivido por Julian McMahon. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. A rede CW se interessou pela franquia no ano passado. A ideia era fazer um prólogo passado nos anos 1970. Mas o desenvolvimento foi interrompido com a rejeição do roteiro e nem chegou a ter piloto encomendado. As responsáveis pelo projeto rejeitado são as mesmas do piloto atual. Elas sugeriram uma nova abordagem, passada nos dias de hoje, centrada em três irmãs de uma cidade universitária que descobrem que são bruxas. Desta vez, ganharam sinal verde para gravar o piloto. Mas o projeto só vai virar série se os executivos do canal aprovarem o episódio de teste.
Série Titans completa elenco da Patrulha do Destino
A DC Entertainment completou o elenco de intérpretes da Patrulha do Destino, grupo de heróis que fará participação na vindoura série “Titans”, sobre os quadrinhos dos Novos Titãs. Os atores Jake Michaels (visto num episódio de “Designated Survivor”) e Dwain Murphy (em dois episódios de “Star Trek: Discovery”) vão viver, respectivamente, Cliff Steele, o Homem-Robô, e Larry Trainor, o Homem-Negativo. Ambos eram originalmente pilotos, que viraram heróis após sofrerem acidentes. Cliff Steele era um piloto de corridas que teve seu cérebro transplantado para um corpo de metal, após sofrer um grave acidente nas pistas. Já Larry Trainor era um piloto de testes da Força Aérea que entrou em contato com uma estranha energia radioativa durante um acidente de avião. Ele pode projetar-se fora de seu corpo, voar e muito mais, mas precisa se manter coberto por bandagens para evitar a propagação de sua radioatividade. Eles se juntam a April Bowlby (a Kandi da série “Two and a Half Men” e a Stacy de “Drop Dead Diva”), que viverá Rita Farr, a Mulher-Elástica, e Bruno Bichir (série “Narcos”), intérprete do líder da Patrulha, o Dr. Niles Calder, conhecido justamente como Chefe. A Patrulha do Destino é considerado os X-Men da DC Comics, mas o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. Os heróis criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. A participação desses personagens na série deve servir para introduzir Mutano (Ryan Potter, de “Supah Ninjas”) entre os Titãs. Como os fãs dos quadrinhos sabem, Garfield Logan fazia parte da Patrulha do Destino antes de entrar no time dos heróis adolescentes. Ele era, inclusive, filho adotivo de Rita Farr e seu marido Steve Dayton (Mento). O episódio que introduzirá a Patrulha foi escrito por Geoff Johns e deve ter relação com este fato, já que Mutano é um dos personagens fixos da produção. Chefão da DC Entertainment e cocriador da série “The Flash”, Johns é também um dos criadores de “Titans”, ao lado do roteirista Akiva Goldsman (dos fracassos “Transformers: O Último Cavaleiro” e “A Torre Negra”) e o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW. Segundo a sinopse da atração, a história gira em torno de Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e o mencionado Mutano. Além deles, Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) também farão participações recorrentes. A produção está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics, um serviço de streaming só com produções dos quadrinhos da editora da Liga da Justiça. Ainda não há previsão para a estreia.
Luke Cage ganha novas fotos e teaser legendado com data de estreia da 2ª temporada
A Netflix divulgou três novas fotos e o primeiro teaser da 2ª temporada de “Luke Cage”. A prévia traz o herói vivido por Mike Colter invocado, enumerando seus poderes ao som de “I Ain’t No Joke”, um dos maiores clássicos do hip-hop, lançado pela dupla Eric B & Rakim em 1987. Curtinho, o objetivo do vídeo é apenas divulgar a data de estreia dos próximos capítulos: 22 de junho. Já as imagens oficiais mostram confrontos com gângsteres e o braço biônico de Misty Knight (Simone Missick) em ação. Vale lembrar que anteriormente, fotos já tinham revelado a participação de Danny Rand (Finn Jones), o Punho de Ferro. Os dois personagens se conheceram na minissérie “Os Defensores”, mas nos quadrinhos da Marvel têm uma parceria antiga, que os levou a dividir uma agência de heróis de aluguel e até a mesma revista, entre 1972 e a morte de Punho de Ferro em 1986. Morreu, mas já está bem, ressuscitou e voltou a trabalhar com Luke Cage numa minissérie em 2011 e numa nova revista em 2016. Ainda não há detalhes sobre a participação de Rand/Punho de Ferro na trama, mas pode ter relação com o fato dele ser dono do hospital que tratou de Misty Knight, após ela ter o braço amputado no final de “Os Defensores”. Nos quadrinhos, é Tony Stark quem desenvolve o braço biônico da personagem.
Trailer legendado de Perdidos no Espaço revela muitas diferenças da série clássica dos anos 1960
A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer completo legendado de “Perdidos no Espaço”. A prévia revela diversas diferenças em relações à série clássica. Além do Dr. Smith ser uma mulher, como antecipado, houve uma mudança na origem do Robô, que os roteiristas resolveram tornar alienígena. O tom dramático também destoa dos episódios mais leves dos anos 1960 e parece substituir o monstro da semana por desafios de sobrevivência num ambiente desconhecido e hostil. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, “Perdidos no Espaço” é uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama original se passava em 1997 – o futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão da série vai trazer Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o navegador Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia está marcada para 13 de abril
Jessica Alba pode voltar à TV na série derivada do filme Bad Boys
Jessica Alba (“Sin City”, “Machete”) está encaminhando sua volta para a TV. A atriz, que não participa de uma série desde que estourou como protagonista de “Dark Angel” (2000–2002), foi escalada no piloto baseado no filme “Bad Boys”. Ela interpretará a detetive Nancy McKenna, uma ex-militar que lutou no Iraque e no Afeganistão e que agora trabalha ao lado da protagonista Syd Burnett (Gabrielle Union). A série será centrada em Syd, que foi apresentada no segundo filme da franquia, em 2003. Ela é irmã de Marcus (Martin Lawrence) e teve um romance com Mike (Will Smith). Na série, Syd será parceira de Nancy McKenna, que, além do trabalho, ainda é mãe e leva um estilo de vida totalmente diferente da colega. Apesar das diferenças, tanto pessoais quanto na abordagem profissional, as duas são as melhores no que fazem. O primeiro “Bad Boys” saiu em 1995 e marcou a estreia de Michael Bay (“Transformers”) como diretor de cinema e Will Smith como astro de ação, arrecadando US$ 141 milhões mundialmente. A sequência de 2003 fez quase o dobro, com arrecadação mundial de US$ 272 milhões. O piloto está sendo desenvolvido pelos roteiristas Brandon Margolis e Brandon Sonnier (ambos da série “The Blacklist”) e tem produção de Jerry Bruckheimer (da franquia “CSI”), que produziu os filmes.
Revival da série clássica Roseanne ganha trailer com o elenco original
A rede ABC divulgou um novo trailer do revival da série clássica de comédia “Roseanne”, que destaca o fato de nunca ter existido uma família como os Conner na história da TV, além do fato de o retorno trazer de volta o mesmo elenco, após um hiato de mais de 20 anos. Exibida na rede ABC entre 1988 e 1997, “Roseanne” vai se juntar a “Twin Peaks”, “Arquivo X”, “Prison Break”, “Heroes”, “Gilmore Girls”, “Três É Demais” e “Will & Grace” na lista das séries que sacudiram a poeira dos arquivos para voltar ao ar. A atração foi um sucesso imenso de público e crítica nos anos 1990, e grande influência nas sitcoms que a sucederam. Vencedora de três Globos de Ouro e quatro Emmys, acompanhava os problemas cotidianos de uma família típica da classe trabalhadora. E esta era a grande diferença. Enquanto as famílias televisivas anteriores eram todas bem resolvidas, os episódios de “Roseanne” refletiam a realidade vivida pela audiência, como dificuldades para pagar contas, criar os filhos e aturar a convivência familiar. A produção também foi responsável por popularizar o astro John Goodman (visto mais recentemente em “Kong: A Ilha da Caveira”), que literalmente precisará ressuscitar seu personagem para participar do revival. Fãs da série devem lembrar que Dan havia morrido de ataque cardíaco. E esta situação é evocada na primeira piada feita na prévia por Roseanne Barr (que além de protagonista é também criadora da série). Os intérpretes das crianças originais eram Sara Gilbert, Alicia Goranson e Michael Fishman, que voltam no revival como adultos com seus próprios problemas financeiros e familiares para lidar. Além deles, quem também volta é Laurie Metcalf, irmã de Roseanne na trama, e Johnny Galecki (ambos de “The Big Bang Theory”). A série também terá novas crianças, filhos de David (Galecki) e Darlene (Gilbert). O curioso é que apenas a filha mais velha, Harris, nasceu durante a exibição da série original. Ela será interpretada por Emma Kenney (série “Shameless”). Já seu irmãozinho Mark, personagem do estreante Ames McNamara, foi concebido “fora do ar”. Ele é um menino pequeno, que foi batizado em homenagem ao irmão de David, originalmente interpretado pelo falecido Glenn Quinn (1970–2002). “Roseanne” tem seu retorno marcado para 27 de março nos Estados Unidos.
Série Black Mirror é renovada para sua 5ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série “Black Mirror” para sua 5ª temporada. A novidade foi compartilhada no Twitter, por meio de um vídeo da série, que se encerra com o anúncio de que a atração “volta logo em seguida”. O anúncio não foi acompanhado de maiores detalhes, como a quantidade de episódios que constituirá a próxima temporada ou uma previsão de estreia para sua exibição. A série sci-fi britânica, criada por Charlie Brooker, teve seis episódios nas duas últimas temporadas, quando passou a ser produzida com exclusividade para a Netflix. Mas os dois primeiros anos foram feitos pelo Channel 4 britânico e tiveram, respectivamente, três e quatro episódios. Confira o anúncio abaixo. The future will be brighter than ever. pic.twitter.com/slVeg3VPd7 — Black Mirror (@blackmirror) March 5, 2018
Jessica Jones ganha vídeo de bastidores e “capas” para cada episódio da 2ª temporada
A Netflix divulgou um vídeo com uma coleção de “capas” e outro legendado sobre os bastidores de “Jessica Jones”. A prévia traz declarações do elenco e da criadora/showrunner da série, entre cenas dos episódios inéditos e a constatação de que a 2ª temporada da série terá todos seus episódios escritos e dirigidos por mulheres. Já as artes, que imitam capas de quadrinhos, revelam os títulos dos episódios e os nomes de suas diretoras e roteiristas. Um detalhe: os desenhos também foram feitos por mulheres. A nova temporada vai mostrar a personagem-título, vivida por Krysten Ritter, em busca por sua origem, resultado de “experiências horríveis”, além de trazer de volta Trish Walker (Rachael Taylor), Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss) e Malcolm (Eka Darville). Também são esperados os retornos do vilão Kilgrave (David Tennant) e de Dorothy Walker (Rebecca De Mornay), a mãe de Trish, e novos personagens vividos por Terry Chen (série “Continnum”), James McCaffrey (série “Revenge”), Janet McTeer (“A Série Divergente: Insurgente”) e J.R. Ramirez (que foi criminalmente negligenciado como lutador-herói Pantera na série “Arrow”). Criada por Melissa Rosenberg (de “Dexter” e “Crepúsculo”), “Jessica Jones” estreia sua 2ª temporada na quinta-feira, dia 8 de março. Are you ready? Here are the 13 comic covers drawn by 13 international women that are inspired by the 13 female-led episodes of Season 2. #JessicaJonesReturns March 8. pic.twitter.com/ONT12FLUz3 — Jessica Jones (@JessicaJones) March 5, 2018
Teaser da última temporada de House of Cards traz Claire como Presidente dos EUA
A Netflix divulgou o teaser da 6ª temporada de “House of Cards”, que não contará com a presença de Kevin Spacey, demitido em novembro. Como mostra o vídeo, o protagonismo passou para as mãos de Robin Wright no papel de Claire Underwood, agora como presidente dos Estados Unidos. Os novos episódios vão encerrar a atração, que terá uma temporada final reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Graças à suspensão das gravações, causada pelas denúncias de assédio contra Spacey, a estreia ainda não teve sua data confirmada. Kevin Spacey caiu em desgraça após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da série premiada da Netflix. Antes das denúncias, dois episódios da 6ª temporada já haviam sido rodados. Os roteiristas precisaram reescrever a trama para acomodar as modificações, que incluem o sumiço do personagem vivido por Spacey, o Presidente Francis Underwood. Ele não reaparecerá na série para gravar sua saída de cena. A Netflix comunicou ter cancelado todos os acordos com o Kevin Spacey, incluindo o lançamento do longa-metragem “Gore”, que já tinha sido filmado e era estrelado por ele.
Globo já sabe quem fotografou Paolla Oliveira nua nos bastidores da série Assédio
A Globo e os produtores de “Assédio” já sabem quem fotografou a atriz Paolla Oliveira nua enquanto ela se preparava para gravar uma cena da série. Um operador de câmera free-lancer que prestava serviços para a produtora independente O2 confessou o crime para a polícia. Os produtores estavam empenhados em encontrar a fonte do vazamento, porque a foto foi tirada em um ambiente controlado de estúdio, ao contrário de outras vezes em que atores enfrentam problemas com flagras de nudez em gravações da Globo. Em agosto, Grazi Massafera e Rafael Cardoso foram fotografados completamente nus enquanto gravavam sequência de sexo para a novela “O Outro Lado do Paraíso”. Na ocasião, o fotógrafo Marcelo Belarmino se deparou com a cena por acaso e saiu clicando. Desta vez, porém, as imagens foram feitas num set fechado em Avaré, no interior de São Paulo. As imagens apareceram na internet na quinta (1/3). No mesmo dia, a atriz publicou um desabafo no Instagram afirmando que teve sua “intimidade exposta, explorada e desrespeitada por invasores, covardes e criminosos” durante o exercício da profissão. Falando em “invasão de privacidade”, “desrespeito a um ambiente de trabalho” e “atitude desonesta de trair a confiança de colegas”, ela já apontava que a foto tinha sido feito por alguém contratado para trabalhar no set. Em “Assédio”, Paolla Oliveira interpreta uma paciente que se apaixonou pelo médico Roger Abdelmassih, acusado de estuprar mais de 30 mulheres e sentenciado a 181 anos de prisão. Inspirada no livro “A Clínica — A Farsa e os Crimes de Roger Abdelmassih” (2016), do jornalista Vicente Vilardaga, a série traz Antonio Calloni no papel do médico. O roteiro é de Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e a direção de Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”) A Globo, que vai exibir a série em seu futuro serviço de streaming, prestou queixa à polícia de São Paulo, que passou a investigar o caso, chegando rapidamente ao responsável.
Série Good Girls tem ótima estreia nos Estados Unidos
A série “Good Girls”, um dos destaques da midseason americana, teve ótima estreia nesta semana na rede NBC. A atração que reúne Christina Hendricks (série “Mad Men”), Retta (série “Parks and Recreation”) e Mae Whitman (série “Parenthood”) teve seu primeiro episódio exibido na segunda-feira passada e conseguiu liderar a audiência. “Good Girls” atingiu 6 milhões de telespectadores ao vivo e uma classificação de 1,5 pontos na demo, a audiência qualificada de adultos entre 18 e 49 anos. Com isso, superou a concorrência direta de um dos campeões da temporada, “The Good Doctor”, que, embora tenha juntado mais público na rede ABC (7,8 milhões), não a superou na demo (1,3 entre adultos). Havia grande expectativa em relação à estreia porque o tom exibido nos trailers era cinematográfico – ou, ao menos, de comédia de TV paga. Mas a NBC tem se dado bem com comédias que fogem do padrão do humor das grandes famílias, basta ver a aclamação crítica recebida por “The Good Place” – por sinal, “Good” parece ser a palavra favorita dos títulos atuais de séries. Desenvolvida por Jenna Bans (criadora de “The Family” e produtora de “Scandal”), a premissa de “Good Girls” lembra o filme “Mad Money” (2008) – cujo título de duas palavras virou dissertação no Brasil, “Loucas por Amor, Viciadas em Dinheiro”. A trama também pode ser descrita como uma espécie de “Breaking Bad” estrelado por “Desperate Housewives”. A trama gira em torno de três mães suburbanas que, com dificuldades para pagar as contas, resolvem roubar o supermercado local e acabam se envolvendo com narcotraficantes. Quando o valor do saque se revela muito maior do que o esperado, elas descobrem que o lugar era usado para guardar dinheiro de gângsteres, que agora querem recuperar o que perderam. A direção do episódio piloto foi assinada pelo cineasta Dean Parisot (“As Loucuras de Dick & Jane”) e os coadjuvantes incluem Reno Wilson (série “Mike & Molly”), Manny Montana (série “Rosewood”), Lidya Jewett (“Estrelas Além do Tempo”) e Matthew Lillard (o Salsicha dos filmes do “Scooby-Doo”). A 1ª temporada tem apenas 10 episódios.
Intérprete de Laranjinha em Cidade dos Homens é preso no Rio
O ator Darlan Cunha, intérprete do personagem Laranjinha da série “Cidade dos Homens”, foi preso na sexta-feira (2/3) no Morro da Babilônia, na zona sul do Rio de Janeiro. A prisão aconteceu por volta das 14h quando a polícia fazia um patrulhamento na rua do Rosário. Cunha foi uma das pessoas abordadas. Ele foi detido após a política identificar que havia um mandado de prisão em aberto contra o ator por lesão corporal e violência doméstica. Darlan foi levado para 12ª DP em Copacabana, na zona sul da capital fluminense. O ator publicou em seu Instagram Stories (ferramenta de compartilhamento de vídeos e fotos que desaparecem depois de 24 horas) uma imagem com a frase: “De rotina sendo encaminhado para a delegacia! Por atitude suspeita”. Em 2013, Darlan foi acusado pela namorada menor de idade de agressão e cárcere privado. Na época, a polícia instaurou um inquérito para apurar os crimes de lesão corporal dolosa (com intenção), com base na Lei Maria da Penha. De acordo com o UOL, a adolescente, então com 16 anos, retirou a acusação de agressão. Mas, como a denúncia foi feita com base na lei Maria da Penha, não poderia ser retirada nem pela própria vítima. É necessária uma nova declaração. Em janeiro, Darlan participou do retorno de “Cidade dos Homens” após um hiato de mais de uma década. A série original foi desenvolvida por Bráulio Mantovani a partir do livro “Cidade de Deus”, de Paulo Lins, que também rendeu o famoso filme de 2002. Em muitos sentidos, a obra é uma extensão da trama cinematográfica, usando a mesma linguagem e parte do mesmo elenco. Vale lembrar que Mantovani também foi roteirista do filme “Cidade de Deus” e os cineastas Fernando Meirelles e Kátia Lund assinaram três episódios da atração televisiva original. A série ainda inspirou um filme de mesmo nome em 2007, que mostrava a dupla de protagonistas com 18 anos de idade.
Crossover de How to Get Away with Murder e Scandal tem pouco impacto na audiência
Aguardadíssimo pelos fãs, o crossover das séries “How to Get Away with Murder” e “Scandal” na rede americana ABC não trouxe muitos curiosos para as duas séries. O primeiro encontro entre as personagens vividas por Kerry Washington e Viola Davis na televisão aconteceu na quinta (1/3) e rendeu apenas um aumento modesto de público. O episódio em que Annalise Keating (Davis) apareceu em “Scandal” trouxe um aumento de 9% na audiência (ou 0,2 pontos na demo) em relação ao episódio anterior da série, enquanto a participação de Olivia Pope (Washington) na trama de “How to Get Away with Murder” rendeu crescimento de 24% (0,3 na demo). Mesmo assim, ambas as séries tiveram menos público que o episódio comum de “Grey’s Anatomy” exibido logo em seguida. Ao todo, “How to Get Away with Murder” foi visto por 4,1 milhões de telespectadores e “Scandal” por 5 milhões, ambas bem abaixo dos 7 milhões de “Grey’s Anatomy”. Em termos de comparação, o resultado foi bastante inferior à experiência bem-sucedida da rede CW quando exibiu seus dois crossovers de séries de super-heróis – com recordes de audiência e aumento até de 90% no público de uma das séries envolvidas. “Scandal” está atualmente em sua 7ª e última temporada, enquanto “How to Get Away with Murder” atravessa sua 4ª temporada. Ambas são exibidas no Brasil pelo canal pago Sony.












