2018 registra recorde de séries brasileiras em streaming
Este recorde é até ridículo de ser registrado pela facilidade de ser atingido. Mas está anotado. Em 2018, o Brasil superou o número total (dois) de séries produzidas para streaming em relação a todos os anos anteriores. A primeira série brasileira exclusiva de streaming foi lançada em 2016. Mas “Supermax” teve apenas 11 de seus 12 episódios antecipados no Globo Play, com o último guardado para ser exibido em primeira mão na TV. Além disso, a distância entre o lançamento em streaming e a transmissão televisiva não foi longa. A situação mudou com a estreia da sci-fi “3%” pela Netflix em 2017, sem exibição na TV. Foi o primeiro lançamento brasileiro exclusivo do streaming. E acabou seguido por “Os Carcereiros”, disponibilizada na Globo Play com uma “janela” maior em relação à TV: dez meses antes de chegar na Globo. De apenas uma série em 2016, o número dobrou em 2017. E agora veio o salto. Neste ano, a Netflix lançou a 2ª temporada da “3%”, além de “O Mecanismo”, “Samantha!”, “Vai Anitta” e “Super Drags” (já cancelada), enquanto a Globo Play disponibilizou a comédia “Além da Ilha” e os dramas “Assédio”, “Ilha de Ferro” e a 2ª temporada de “Carcereiros”. Ao todo, são nove séries brasileiras de streaming. Número ainda baixo, mas que deve crescer muito em 2019, com produções já anunciadas. Só a Netflix pretende atingir o número de 10 séries originais brasileiras. Entre as próximas estreias da plataforma, estão “Coisa Mais Linda”, “O Escolhido”, “Spectros”, “Sintonia”, “Ninguém Está Olhando”, “Cidades Invisíveis” e “A Facção”. Além da Netflix e da Globo, a Fox também disponibiliza séries brasileiras em seu serviço de streaming – “Impuros”, “1 Contra Todos” e “Me Chama de Bruna”. Mas a estratégia de lançamento é simultânea à exibição televisiva, num padrão híbrido. De todo modo, a empresa prioriza a plataforma, ao disponibilizar as temporadas completas na Fox Play no dia de estreia, enquanto a programação televisiva agenda a exibição dos demais capítulos de forma semanal.
2018 registra número recorde de séries lançadas nos Estados Unidos
O ano de 2018 registrou um novo recorde no universo das séries. O balanço do mercado divulgado pelo canal pago FX revelou que canais e plataformas americanas lançaram mais séries neste ano do que em qualquer outro. Não só isso. Pela primeira vez, foram produzidas mais séries para streaming do que para a televisão aberta. Ao todo, foram lançadas 495 séries nos Estados Unidos no ano que está terminando. Deste total, 160 tiveram exibição em serviços de streaming, como Netflix, Hulu e Amazon, 146 nas grandes redes de televisão, 145 nos canais de pacotes básicos da TV paga (com intervalos comerciais, como AMC e USA) e mais 45 nos canais premium (sem intervalos, como HBO e Starz). O aumento de atrações nas plataformas de streaming se deve tanto pela encomenda descomunal de séries da Netflix, quanto pela chegada de novas opções, como Facebook Watch, DC Universe e YouTube Premium. Por outro lado, canais que investiam em séries deixaram de fazer isso na TV, como A&E e MTV. Essa conta de soma e subtração acabou impedindo um crescimento mais significativo. A diferença para o ano passado, em que o estudo do FX apontou a exibição de 487 séries diferentes, foram de apenas oito novas produções. Em termos de percentagem, o mercado ficou dividido assim: 32% do volume de séries vieram do streaming, 30% da TV aberta, 29% dos canais pagos básicos e 9% dos canais premium. Numa projeção para 2019, John Landgraf, diretor-executivo do FX, acredita na manutenção do crescimento, estimando uma produção de 530 séries. Mas este número pode se provar modesto, diante da chegada de novos serviços de streaming previstos para o ano que vem, como as plataformas da Apple, da Disney e da WarnerMedia.
Filme “misterioso” de Black Mirror ganha trailer e imagens na véspera da estreia
A Netflix divulgou as primeiras fotos e o trailer de “Black Mirror: Bandersnatch”. A prévia é tensa, com mais clima de terror que os episódios anteriores da série. E pela primeira vez não se passa no futuro, mostrando tecnologia e visual dos anos 1980. Mais exatamente de 1984, a famosa data orwelliana. A referência do título, porém, vem de outro livro. “Bandersnatch” é uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. A trama gira em torno de um jovem que começa a ter experiências estranhas após iniciar um jogo com este nome. E, além de mostrar os anos 1980, a prévia também traz elementos de episódios passados de “Black Mirror”, como o cão-robô de “Metalhead” (da 4ª temporada) e o símbolo de “White Bear” (da 2ª temporada). Havia rumores de que a produção seria interativa, mas não há nenhuma revelação nesse sentido no material largado na internet. Uma possível conexão com a trama reside no fato de os videogames com gráficos interativos terem surgido nos anos 1980. “Black Mirror: Bandersnatch” tem direção do cineasta David Slade (“30 Dias de Noite” e série “Hannibal”) e traz em seu elenco Fionn Whitehead (“Dunkirk”), Will Poulter (“Maze Runner”), Alice Lowe (“Prevenge”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”). O projeto ganha trailer após muita especulação e silêncio da Netflix, num caso em que a má divulgação virou divulgação. Primeira comunicação oficial sobre o lançamento, o vídeo e as fotos foram revelados apenas um dia antes da estreia, e despejados na internet sem release ou maiores explicações. Faz sentido, já que a Netflix é uma entidade virtual misteriosa, quase que saída de um episódio de “Black Mirror”, e que cresce mais que qualquer outra no mundo, apesar de esconder seus dados e agir sem a menor transparência. A estreia acontece nesta sexta (28/12) por meio da nova tecnologia popularizada rapidamente por essa entidade misteriosa: streaming.
Whiskey Cavalier: Série que tirou Lauren Cohan de The Walking Dead ganha novo trailer
A rede americana ABC divulgou um novo trailer de “Whiskey Cavalier”, série de comédia de espionagem que tirou Lauren Cohan (a Maggie) de “The Walking Dead”. Ele preferiu entrar nessa produção, em que ganhará mais, a continuar na série de zumbis sem receber o aumento que pediu para renovar. Na nova série, ela divide o protagonismo com Scott Foley (o Jake de “Scandal”). A prévia é repleta de ação e também divertidíssima, explorando a química do casal. Os dois encarnam uma espécie de Sr. e Sra. Smith, rivais de diferentes agências do governo, lutando entre si para resolver o mesmo caso. Na trama, o trabalho da dupla inspira a formação de uma equipe multi-agências, que junta os dois agentes para lidar com ameaças contra o mundo, mas a maior ameaça que precisarão enfrentar é a dificuldade de lidar um com o outro. A comédia de ação foi criada por Dave Hemingson – que não tinha nenhum piloto aprovado desde “Kitchen Confidential” em 2005, cancelada na 1ª temporada. E além do casal protagonista, tem um ótimo elenco de apoio, com destaque para Tyler James Williams (o Chris de “Todo Mundo Odeia o Chris”, que por sinal trabalhou com Cohan em “The Walking Dead”), Ana Ortiz (das séries “Ugly Betty” e “Devious Maids”) e Vir Das (“Goa Goa Gone”). “Whiskey Cavalier” tem estreia prevista para 27 de fevereiro nos Estados Unidos.
Especial de Ano Novo de Doctor Who ganha pôster e fotos
A BBC divulgou o pôster e as fotos do especial de Ano Novo de “Doctor Who”. Primeiro especial da Doutora vivida por Jodie Whittaker, o episódio também marcará o primeiro encontro da nova versão da personagem com os vilões mais tradicionais da série: os Daleks, criaturas alienígenas obcecadas por destruição. E esta não será a única referência clássica do especial. A Doutora vai adotar um cachecol colorido, lembrando que um cachecol já foi marca do Doutor vivido por Tom Baker. Mais longevo Doctor Who de todos, Baker estrelou a série por uma década, de 1974 a 1984 – ou 172 episódios. Intitulado “Resolution”, o especial vai ao ar em 1 de janeiro. E, depois disso, “Doctor Who” terá um hiato de nada menos que um ano, retornando apenas em 2020. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Crackle, da Sony.
Robô de O Império Contra-Ataca vai aparecer na primeira série live-action de Star Wars
O diretor-produtor Jon Favreau (“Mogli”, “Homem de Ferro”) publicou em seu Instagram uma nova imagem de personagem de “The Manalorian”, primeira série live-action ambientada na galáxia distante de “Star Wars”, que será lançada na plataforma Disney+ (Disney Plus). E se trata de um velho conhecido, ao menos para quem realmente prestou atenção nos filmes clássicos. Veja acima. Trata-se do robô IG-88, que foi introduzido – muito brevemente – em “O Império Contra-Ataca” (1980) junto com os caçadores de recompensas Boba Fett, Dengar, Bossk, Zuckuss e 4-LOM. A aparição de IG-88 reforça a conexão da série com Boba Fett e alimenta boatos de que outros caçadores de recompensa tenham presença na trama. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai” Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. Jon Favreau revelou a premissa da atração em outro post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. O elenco da série destaca Pedro Pascal (“Narcos”), Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Mas os atores não são as únicas estrelas da produção. A série terá episódios comandados por Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”) Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e até pela atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”). Além de “The Mandalorian”, a Disney anunciou recentemente que o personagem Cassian Andor (Diego Luna), visto em “Rogue One: Uma História Star Wars”, também vai ganhar a sua própria série no serviço de streaming da Disney.
Titãs: Trailer legendado revela cenas de vários capítulos e participações especiais
A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “Titãs” (Titans), que mostra cenas de diversos episódios da série da DC Comics, revelando as participações especiais de outros heróis e os poderes dos protagonistas em ação. Bem diferente do clima infantil da série animada “Jovens Titãs em Ação”, com quem compartilha os personagens, “Titãs” é uma série adulta, com muita violência, palavrões e até sexo. Primeira atração lançada pela plataforma DC Universe, que por enquanto só opera nos Estados Unidos, “Titãs” chega na Netflix no momento em que a plataforma decidiu cancelar suas séries de super-heróis da Marvel. E mais que mantém a opção pelo clima sombrio, inaugurado no gênero por “Demolidor” e “Jessica Jones”, assim como a aprovação da crítica, com 82% no Rotten Tomatoes A trama acompanha a formação da versão dos Titãs dos anos 1980, ponto alto dos quadrinhos da DC Comics, além de comprovar a teoria de que Dick Grayson é o centro do universo dos super-heróis da editora. Sua posição única, como herdeiro de Batman, o coloca em contato com a Liga da Justiça e também com uma geração mais nova de heróis, e isso é explorado em encontros e flashbacks da série, quando ele cruza com outros personagens famosos, que fizeram parte dos Titãs originais dos quadrinhos – como Rapina, Columba e Moça-Maravilha. Na série, porém, as amizades do adolescente Grayson não deram origem à “Turma Titã”, como nas publicações da DC. A ideia de formar um grupo teria surgido anos mais tarde, quando o herói entra em crise sobre sua identidade como Robin. Por isso, sua jornada na produção leva tanto ao nascimento dos Titãs quanto à sua transformação em Asa Noturna. Quando um assassinato o coloca no encalço da jovem Rachel Roth/Ravena, Grayson descobre uma seita demoníaca que caça a adolescente para usá-la numa espécie de ritual, seguindo instruções do misterioso pai dela. Nos quadrinhos, ela é filha do demônio Trigon. Esse enredo assume contornos de filme de terror, enquanto Rachel luta para controlar a criatura sombria que habita seu interior, fugindo com a ajuda de Grayson e outros aliados que encontra pelo caminho, como a alienígena amnésica Kori Anders/Estelar e o jovem transmorfo Gar Logan/Mutano. O elenco central é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin, e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. Além destes, os heróis ainda cruzam a Patrulha do Destino (Doom Patrol). Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titãs” foi desenvolvida por Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”) em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A 1ª temporada se encerrou em 21 de dezembro nos Estados Unidos. E chega na Netflix no dia 11 de janeiro. A série já foi renovada para a 2ª temporada, que introduzirá Superboy.
Teaser do especial de Doctor Who confirma que Jodie Whittaker enfrentará daleks no Ano Novo
Após o trailer do especial de Ano Novo de “Doctor Who” trazer a Doutora vivida por Jodie Whittaker dizendo a seus companheiros que eles estão prestes a enfrentar “a criatura mais perigosa do universo”, a BBC divulgou um novo teaser que revela de quem ela está falando. E basta um som: “Exterminate!”. Na língua dos whovians, isto é traduzido como daleks. O especial marcará o primeiro encontro de Whittaker com os vilões mais tradicionais da série, criaturas alienígenas obcecadas por destruição. E esta não será a única referência clássica do episódio. A Doutora vai adotar um cachecol colorido, lembrando que um cachecol já foi marca de um Doutor famoso, vivido por Tom Baker, que estrelou a série por uma década, de 1974 a 1984 – ou 172 episódios. Intitulado “Resolution”, o especial vai ao ar em 1 de janeiro. E, depois disso, “Doctor Who” terá um hiato de nada menos que um ano, retornando apenas em 2020. No Brasil, “Doctor Who” é disponibilizado pela plataforma Crackle, da Sony.
Escape at Dannemora: Mulher que inspirou série chama Ben Stiller de “mentiroso filadapu*”
Exibida pelo canal pago americano Showtime, a minissérie “Escape at Dannemora” rendeu elogios para a interpretação de Patricia Arquette (“Boyhood”), mas desagradou profundamente a mulher que inspirou sua história, supostamente real. Em entrevista ao The New York Post, Joyce “Tillie” Mitchell, que é interpretada por Arquette na TV, definiu com palavras fortes o trabalho do produtor e diretor Ben Stiller, acusando-a de inventar fatos, entre eles que ela teria feito sexo com os dois prisioneiros fugitivos. “Eu nunca transei com eles. Ben Stiller é um mentiroso filadapu* assim como o resto do mundo. Ele não se importa com a verdade. A única coisa que ele liga são os milhões que está ganhando por minha conta. Ele é um idiota”, disparou Mitchell. “Escape at Dannemora” mostra como dois assassinos condenados seduziram Tillie, uma mulher de 51 anos, mãe de família e empregada da alfaiataria do presídio, para ajudá-los a escapar da prisão em 2015. A verdadeira Tillie cumpre atualmente pena na prisão de Bedford Hills por sua participação a fuga. Ela admite que foi forçada a fazer sexo oral com os fugitivos. Mas que não foi participante consensual. “Naquela altura, eu tive que fazer. Eu fui idiota. Eles se aproveitaram da minha bondade. Eu queria poder voltar atrás com isso. Se eu pudesse voltar, eu teria falado a alguém”, finalizou. Na série, os criminosos são interpretados por Benicio del Toro (“Sicario: Dia do Soldado”) e Paul Dano (“Okja”). Criada pela dupla Brett Johnson e Michael Tolkin, roteiristas de “Ray Donovan”, “Escape at Dannemora” estreou em 18 de novembro e terá seu último episódio exibido no próximo domingo (30/12) nos Estados Unidos.
David Schwimmer vai estrelar sua primeira série de comédia desde Friends
David Schwimmer terá seu primeiro papel fixo numa série de comédia desde o final de “Friends” em 2004. O eterno Ross será protagonista de “Intelligence”, produção do canal pago britânico Sky. Na trama, ele interpreta um agente americano da NSA sedento por poder, que é realocado no Reino Unido. Ele se junta a Nick Mohammed (“Perdido em Marte”) no projeto, formando uma unidade do governo britânico que combate cyber crimes. Além de coestrelar com Schwimmer, Nick Mohammed é o criador da série. Schwimmer participou recentemente de “Will & Grace” e deve ter sentido saudades do humor televisivo. Numa guinada na carreira, após o fim de “Friends” o ator tinha optado por fazer papéis dramáticos, além de ter virado diretor. “Intelligence” terá seis episódios iniciais e será exibida internacionalmente pela Sky Vision.
Personagens originais de Digimon voltarão adultos no filme que marca 20 anos da animação
O anime clássico “Digimon” vai ganhar um filme, que marcará 20 anos de produção da série animada. Intitulado “Digimon Adventure The Movie”, o longa animado vai acompanhar as aventuras da equipe de digiescolhidos originais, que aparecerão adultos. Durante o evento Jump Festa’19, a Toei Animation revelou as primeiras artes com o visual dos personagens. Confira abaixo. Eles já tinham surgido mais velhos em outras produções, que os mostraram no colegial. Mas será a primeira vez que Taichi Yagami (Tai Kamiya), Yamato Ishida (Matt), Sora Takenouchi, Kōshiro Izumi (Izzy), Mimi Tachikawa, Joe Kido, Takeru Takaishi (T.K.) e Hikari Kamiya (Kari) aparecerão na casa dos 20 anos. O enredo ainda é um mistério e deve ser divulgado em breve. O longa estreia em 2019.
Cartões de Natal com personagens de Agents of SHIELD dão pistas sobre 6ª temporada
Os personagens de “Agents of SHIELD” entraram no clima natalino. O perfil oficial da série no Twitter publicou um vídeo com mensagem de boas festas e uma coleção de imagens promocionais que retratam individualmente os integrantes do elenco em cartões de Natal. Veja abaixo. As imagens contém pistas do desdobramento da 6ª temporada após os eventos traumáticos dos últimos capítulos. Elas confirmam que o agente Fitz (Iain De Caestecker) está de volta depois de morrer. A solução para seu retorno já tinha sido embutida no desfecho, ao mencionar o paradoxo da existência simultânea de outro Fitz, congelado em processo de criogenia. É complicado, mas ele existia em duas realidades ao mesmo tempo, como o Fitz que voltara do futuro para morrer e o Fitz que ainda estava esperando ser acordado no futuro. Um futuro, por sinal, alterado pelas ações da SHIELD. Na prática, o Fitz que aparece na foto é um Fitz que nunca chegou ao futuro, nem precisou, já que aquele futuro foi apagado. Além dele, outra aparição sugere novo paradoxo, pois as mudanças na linha temporal deveriam ter resultado no desaparecimento de Deke (Jeff Ward), o jovem neto de Fitz e Jemma (Elizabeth Henstridge). Mas Deke continua a existir no Natal de 2018. Mas alguém está faltando nas imagens. E é uma ausência significativa: ninguém menos que o agente Coulson (Clark Gregg), visto pela última vez aguardando sua morte natural. Ainda não há informações sobre a trama da temporada, que será menor que as anteriores, com apenas 13 episódios, e começará mais tarde, apenas em julho nos Estados Unidos. Como a série é a que mais tem relação com o universo cinematográfico da Marvel, o adiamento pode ser consequência de eventos do filme “Vingadores: Ultimato”, que estreia dois meses antes. Vale lembrar que, nos últimos episódios exibidos, “Agents of SHIELD” refletiu a chegada de Thanos na Terra, situando-se na época de “Vingadores: Guerra Infinita”. De todo modo, os fãs poderão rever o agente Coulson já em março. Ele vai aparecer no filme “Capitã Marvel”, previsto para março – e sua participação pode ajudar a atrair público para a atração televisiva, que já se encontra renovada para seu sétimo ano. No Brasil, “Agents of SHIELD” é exibida pelo canal pago Sony. A holiday message so special you can enjoy it in two languages! #AgentsofSHIELD @YOSOYCORDOVA #HenrySimmons pic.twitter.com/EPgRwVbYDS — Agents of SHIELD (@AgentsofSHIELD) December 24, 2018
Kevin Spacey reage a novo processo por abuso sexual com vídeo bizarro
O ator Kevin Spacey (“House of Cards”) vai enfrentar uma ação criminal por supostamente agredir sexualmente o filho adolescente de uma ex-âncora da TV de Boston em um bar na cidade de Nantucket em 2016. Horas após a acusação criminal ser anunciada nesta segunda (24/12), Spacey postou um vídeo bastante estranho em suas contas oficiais nas redes sociais. Intitulado “Let Me Be Frank”, o vídeo traz o ator aparentemente abordando o que está acontecendo em sua vida, mas como se ele fosse Frank Underwood, seu personagem de “House of Cards”. Assista abaixo. Mais de 30 homens disseram que foram vítimas de avanços sexuais indesejados por Spacey, desde que o ator Anthony Rapp (da série “Star Trek: Discovery”) o acusou de tentar seduzi-lo em 1986, quando tinha apenas 14 anos de idade. O escândalo foi tão grande que Spacey foi demitido da série “House of Cards”, na qual vivia o protagonista, e teve sua atuação apagada em “Todo o Dinheiro do Mundo”, sendo substituído em refilmagens por outro ator – Christopher Plummer, que acabou indicado ao Oscar. A repercussão atingiu vários outros projetos que o envolviam. A Netflix, por exemplo, assumiu o prejuízo de ter produzido uma biografia de Gore Vidal com o ator, optando por vetar seu lançamento. Agora, o jornal Boston Globe relata que Spacey deverá enfrentar acusação de agressão e abuso sexual na Corte Distrital de Nantucket em 7 de janeiro. A acusação vem em um ano depois que a alegação foi feita contra o ator. Em novembro de 2017, Heather Unruh, ex-apresentadora da WCVB-TV, realizou uma entrevista coletiva emocional em que acusou publicamente Spacey de atacar seu filho um ano antes, dentro do Club Car Restaurant em Nantucket. Unruh disse que seu filho, que não tinha idade para beber, foi embebedado pelo ator, que “lhe comprou bebida atrás de bebida atrás de bebida”. “Meu filho estava encantado pela atenção, um jovem hétero de 18 anos que não tinha ideia de que aquele famoso ator era um suposto predador sexual ou que ele estava prestes a se tornar sua próxima vítima”, disse ela. “Quando meu filho estava bêbado, Spacey fez sua jogada e o atacou sexualmente”. A jornalista deixou claro que seu filho não deu consentimento e chamou as ações de Spacey de crime. “Spacey enfiou a mão nas calças do meu filho e agarrou seus órgãos genitais”, disse ela. “Os esforços do meu filho para remover a mão de Spacey só foram momentaneamente bem sucedidos. Meu filho entrou em pânico, ele congelou. Ele estava bêbado”. Ainda assim, ela diz que Spacey insistiu para que o jovem se juntasse a ele em uma festa privada para beber mais. Quando ele se levantou para ir ao banheiro, uma estranha preocupada se aproximou e “disse para ele correr e ele correu o mais rápido que podia” para a casa da sua avó, onde chegou “atormentado e com medo”. “Nada poderia ter preparado meu filho para saber como essa agressão sexual o faria se sentir como um homem”, disse ela sobre seu filho, que agora é estudante de segundo ano na faculdade. “Aquilo o prejudicou e não pode ser desfeito. Mesmo que ele tente o seu melhor para lidar com isso, como ele diz, isso está sempre lá e continua a incomodá-lo”. Ela acrescentou: “Ele não consegue esquecer”. Unruh disse que seu filho relatou o incidente à polícia de Nantucket no outono de 2017 e forneceu evidências aos investigadores.












