Série baseada nos quadrinhos de Y: O Último Homem é finalmente confirmada pelo FX
O canal pago americano FX confirmou a produção da série baseada nos cultuados quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man). Em desenvolvimento há uma década, o projeto finalmente ganhou sinal verde para sua 1ª temporada. A série vai se chamar apenas “Y” e já tem elenco completo, encabeçado por Diane Lane (“Batman vs Superman”), Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”). O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para o FX há quatro anos, em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”). Mas o piloto só foi produzido no ano passado e apenas agora aprovado. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, e vencedor de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, “Y: O Último Homem” teve 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, em que contou a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan que a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos Fugitivos (Runaways), transformado em atração da plataforma Hulu. Além disso, Vaughan é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de cocriador da série “American Gods”. Michael Green e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”) serão showrunners da série, que teve seu piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna). A estreia é esperada apenas em 2020, pois não se trata de uma produção simples e barata.
Jordan Peele apresenta primeiro comercial da nova versão de Além da Imaginação
O serviço de streaming CBS All Access divulgou o primeiro comercial da nova versão da série clássica de antologia sci-fi “Além da Imaginação” (Twilight Zone). Aproveitando a exibição televisiva no intervalo do Super Bowl, a prévia usou uma abordagem temática, gravando suas imagens no estádio da final do campeonato de futebol americano. Ao melhor estilo da série clássica, o comercial abre com interferências na TV, fazendo o público do estádio lotado desaparecer. A única pessoa que resta é o ator, roteirista e diretor Jordan Peele (vencedor do Oscar por “Corra!”), que caminha até o centro do campo do jogo para encontrar uma porta misteriosa, que abre para outras dimensões – e para os episódios da série. “Em que dimensão você está?”, pergunta Peele, que também se multiplica nas cadeiras da audiência, como se fosse de várias dimensões e realidades diferentes, antes de sumir pela porta que conduz ao além. O remake tem produção de Peele, que também aparecerá na introdução de cada capítulo para apresentar a história fantástica semanal que o espectador irá acompanhar. Ele vai assumir a função exercida pelo criador da atração, Rod Serling, que apareceu no começo de todos os episódios da série original, entre 1959 e 1964, para comentar os temas abordados. “Além da Imaginação” é pioneira do formato das antologias sci-fi, contando histórias completas por episódio, numa estrutura que inspirou séries como “Quinta Dimensão” (The Outer Limits), “Black Mirror” e “Philip K. Dick’s Electric Dreams”. A marca é tão forte que, além dos 156 episódios originais, a CBS já tinha feito dois revivals de sucesso da atração – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). O programa também virou filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas simplesmente por Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Serling, que faleceu em 1975, apresentou apenas a versão original – e outra série clássica, “Galeria do Terror” (1969–1973), que também deve voltar em breve. Como curiosidade, o remake mais recente já tinha sido apresentado por um ator negro: Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A nova “Além da Imaginação” vai estrear em 1 de abril no serviço de streaming da CBS e, para atrair o público, o elenco da produção é uma verdadeira constelação de astros e estrelas. Os episódios vão contar com John Cho (“Star Trek”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Luke Kirby (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Adam Scott (“Big Little Lies”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”), Alison Tolman (“Fargo”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Jessica Williams (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Steven Yeun (“The Walking Dead”) e DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), entre outros. O CBS All Access não é comercializado no Brasil, mas suas séries tem aparecido por aqui em outras plataformas, como a Amazon (“Good Fight”) e Netflix (“Star Trek: Discovery”).
Comercial de The Handmaid’s Tale introduz vingança de June
A plataforma Hulu divulgou o comercial da 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale”. Exibido na TV americana durante o intervalo do Super Bowl, o vídeo começa como uma propaganda fascista do regime de Gilead, até June/Offred (Elizabeth Moss) decidir que é hora dessa narrativa mudar. Sua determinação é acompanhada por cenas de explosão, incêndio e desespero dos poderosos. É interessante reparar que a narração do comercial utiliza um texto famoso da campanha para a reeleição de Ronald Reagan em 1984. Compare abaixo. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito na 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi divulgada. As duas primeiras temporadas foram exibidas no Brasil pelo canal pago Paramount e estão sendo disponibilizadas também pela Globoplay.
Jussie Smollett aparece em público pela primeira vez após agressão e se diz o “Tupac gay”
O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, fez sua primeira aparição pública após sofrer um ataque racista e homofóbico que o deixou hospitalizado. O retorno aconteceu em um show em Los Angeles, que estava marcado antes da agressão. Além de assegurar ao público que estava bem, o artista de 36 anos referiu-se a si mesmo como o “Tupac gay”, em tom de brincadeira. “Ainda não estou totalmente recuperado, mas vou me recuperar e me manter firme com vocês”, disse ele. “Eu tinha que estar aqui hoje. Não podia deixar aqueles filhos da p*** vencerem. Eu sempre vou lutar pelo amor, e espero que vocês lutem comigo”. Smollett então contou que não facilitou para os agressores: “Acima de tudo, eu briguei de volta. Eu sou o Tupac gay”. Antes do ator e cantor subir ao palco, seus irmãos Jurnee, Jazz, Jake, Jocqui e Joel subiram ao palco para homenageá-lo. Joel, o mais velho, revelou que havia pedido ao irmão para não se apresentar. “Eu queria sinceramente que ele ficasse fora dos holofotes até se recuperar. Mas após muito debate, muita discussão e muitas lágrimas, minha família e eu percebemos que esta noite é parte importante da recuperação de Jussie. Ele é um lutador desde pequeno. Ele enfrentou os agressores dele e continua a lutar”. “Jussie é um verdadeiro artista, é como ele respira”, continuou Joel. “Mas acima de tudo, ele é a epítome do amor. Então, em nome da família Smollett, estamos muito orgulhosos do nosso irmão hoje e estamos aqui com vocês hoje para dar a ele confiança e apoio enquanto ele compartilha sua música, sua alma e seu amor para tornar este mundo um lugar melhor e não se curvar ao ódio”. O astro da série “Empire” foi agredido na terça-feira (29/1), ao sair de um restaurante, por dois homens que utilizaram insultos homofóbicos e racistas enquanto o atacaram, chutaram suas costelas, jogaram alvejante sobre sua pele e tentaram enforcá-lo com uma corda. Na série da Fox, ele interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público.
Foto de minissérie traz Russell Crowe irreconhecível como fundador da Fox News
O canal pago Showtime divulgou a primeira foto oficial do ator Russell Crowe como Roger Ailes, o fundador da Fox News, para a minissérie “The Loudest Voice”. Baseada no livro homônimo de Gabriel Sherman, a produção foca a trajetória e a queda do todo-poderoso, que morreu em maio de 2017, aos 77 anos, poucos meses após ser afastado da chefia do canal, envolvido num escândalo. Roger Ailes era uma das figuras mais poderosas da política e da mídia norte-americana, graças ao canal Fox News, que ele transformou no principal porta-voz da direita e do conservadorismo americano, até cair em desgraça por acusações de assédio sexual. Em julho de 2016, Gretchen Carlson, uma ex-Miss norte-americana que participou do popular programa matutino “Fox and Friends” antes de ganhar sua sua própria atração, processou o jornalista, acusando-o de prejudicar sua carreira ao se ver rejeitado. Duas semanas depois, Ailes foi afastado da emissora com uma indenização milionária. Ainda sem título, a minissérie foi desenvolvida por Tom McCarthy, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “Spotlight”, trabalho também focado numa história sobre bastidores do jornalismo. A produção é de Jason Blum, mais conhecido como produtor de filmes de terror bem-sucedidos, como “Corra!” e “Fragmentado”. Vencedor do Oscar por “Gladiador”, em 2001, Crowe só tinha trabalhado em séries no começo da carreira, em pequenos papéis na TV australiana antes de vir para Hollywood. Ele estreou como ator há cerca de três décadas com uma participação de quatro episódios na interminável novela australiana “Neighbours” – exibida até hoje. O elenco da atração conta ainda com Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”, Sienna Miller (“American Sniper”), Seth MacFarlane (“The Orville”), Simon McBurney (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Guy Boyd (“Sharp Objects”) e Annabelle Wallis (“A Múmia”). “The Loudest Voice” ainda não tem previsão de estreia.
Jussie Smollett revela estar bem e espera por justiça após sofrer ataque violento
O ator Jussie Smollett, vítima de um ataque violento durante a semana em Chicago, pronunciou-se sobre a agressão com uma declaração oficial à imprensa, em que revela estar passando bem e espera por justiça. “Deixa eu começar dizendo que estou bem. Meu corpo está forte, mas minha alma está mais forte ainda. Mais importante, eu preciso dizer obrigado. A quantidade de amor e apoio que eu tenho recebido significa mais para mim do que eu poderei expressar”, escreveu Smollett. “Eu estou trabalhando lado a lado com as autoridades, e tenho sido 100% factual e consistente em todos os níveis [sobre o acontecido]. Apesar das minhas preocupações e frustrações com alguns detalhes incorretos que foram divulgados, eu ainda acho que a justiça vai ser feita”, continuou. Astro da série “Empire”, Smollett foi agredido na terça-feira (29/1), ao sair de um restaurante, por dois homens que utilizaram insultos homofóbicos e racistas enquanto o atacaram, jogaram uma substância contra sua pele e tentaram enforcá-lo com uma corda. Na série da Fox, ele interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público.
Veja toda a 1ª temporada e a estreia gratuita do segundo ano de Ryan Hansen Solves Crimes on Television
O YouTube Premium disponibilizou na quarta (30/1) com divulgação mínima a 2ª temporada de “Ryan Hansen Solves Crimes on Television”, uma das séries de comédia mais subestimadas da atualidade. E para convencer quem ainda não sabe do que se trata, a plataforma também abriu acesso gratuito para toda a 1ª temporada – apenas até o dia 13 de fevereiro. Abusando da metalinguagem, a série satiriza a premissa absurda de atrações televisivas de sucesso, que colocam um civil famoso – um escritor como “Castle” ou “mentalista” como “The Mentalist” – para investigar crimes ao lado de parceiros policiais. A ideia é que esse seria um costume corriqueiro, com a polícia recorrendo a celebridades para combater o crime em Los Angeles. A atração acompanha um ator (não tão célebre) de Hollywood em seu dia-a-dia desvendando casos criminais, ninguém menos que Ryan Hansen. E antes que alguém pergunte quem é Ryan Hansen, ele viveu Dick Casablancas na série “Veronica Mars”, que lançou a carreira de Kristen Bell. Os dois ficaram tão amigos que ela também fez participação na 1ª temporada, interpretando a si mesma – e zoando o protagonista o tempo inteiro. Há ainda participações de Jon Cryer (série “Two and a Half Men”), Joel McHale (série “Community”), Donald Faison (série “Scrubs”), Rob Corddry (“A Ressaca”), Thomas Lennon (“Lethal Weapon”), Jane Lynch (“Glee”) e outros famosos como eles próprios. A série é uma criação do cineasta Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”, “Um Espião e Meio”), que, além de escrever e produzir, dirige dois dos oito episódios da 1ª temporada e mais um par de capítulos do segundo ano. Outro cineasta, Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”) também assina vários episódios. Arrisque-se abaixo, com a íntegra da 1ª temporada e o primeiro episódio do segundo ano.
Richard Gere precisa escolher entre o filho e seus negócios no trailer de sua primeira série de TV
A BBC divulgou o trailer de “MotherFatherSon”, a primeira série estrelada pelo veterano ator Richard Gere (de “Uma Linda Mulher”). Desenvolvida por Tom Rob Smith (criador de “London Spy” e cocriador de “American Crime Story”) e com direção do cineasta James Kent (“Juventudes Roubadas”), a atração de oito capítulos é descrita como um psycho-thriller ambientado em sistemas de poder na política, na mídia e na polícia. Na trama, Gere vive Max, um americano que fez fortuna sozinho e virou um dos nomes mais influentes de Londres com seu poderoso jornal. Entretanto, ele pode perder tudo devido a seu filho, que tem um estilo de vida desregrado, colocando em risco os negócios da família. Ele vai dividir a tela com Helen McCrory (“Peaky Blinders” e franquia “Harry Potter”) e Billy Howle (“Dunkirk”), que vivem sua ex-mulher e o filho, além de Elena Anaya (“Mulher-Maravilha”) e Ciarán Hinds (“Game of Thrones”). Ainda não há previsão para a estreia.
Sex Education é renovada e ganha vídeos divertidos
A Netflix renovou “Sex Education” para sua 2ª temporada. A série se tornou uma das raras produções a ter sua audiência revelada pela plataforma. Logo após seu lançamento em janeiro, a empresa tornou público o número de 40 milhões de espectadores num relatório para o mercado. Ainda não há data de estreia previstas para o segundo ano, mas a empresa divulgou teasers regionais para informar que os novos episódios foram encomendados. A versão em inglês é uma sátira de “Meninas Malvadas”. A cena traz os personagens descrevendo de forma elogiosa Otis (Asa Butterfield), do mesmo modo como a comédia de 2004 fazia com Regina George (Rachel McAdams). Já a versão brasileira é apresentada por Marcelinho, um fantoche popularizado pelo YouTube nacional, conhecido por ler contos eróticos com voz esganiçada. O resultado é tão bizarro quanto hilário. Veja abaixo. A série foi criada pela curtametragista Laurie Nunn e também é estrelada por Gillian Anderson (série “Arquivo X”) como a mãe do jovem protagonista.
The Handmaid’s Tale: Teaser da 3ª temporada revela destino de Offred
A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale”. Visando criar expectativa para o trailer completo, que será lançado no domingo na TV americana, durante o intervalo do Super Bowl, o vídeo revela uma grande reviravolta da trama, mostrando o destino de June/Offred (Elizabeth Moss). A prévia registra a personagem sem os trajes vermelhos de aia, assumindo novo vestuário, de cor cinza, como uma Martha – nome dado às criadas responsáveis por afazeres domésticos no mundo opressivo de Gilead. No final da temporada passada, June ficou com o destino em aberto, após entregar sua filha recém-nascida nas mãos de Emily (Alexis Bledel). Mas, em vez de se juntar à amiga em fuga de Gilead, ela toma a decisão de ficar naquele lugar opressivo para resgatar sua outra filha, a pequena Hannah (Jordana Blake). O trailer deve explicar se o novo vestuário de June é um disfarce para realizar seu objetivo ou uma nova punição, por ter “raptado” sua filha da casa do comandante Waterford (Joseph Fiennes). Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito na 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi divulgada. As duas primeiras temporadas foram exibidas no Brasil pelo canal pago Paramount e estão sendo disponibilizadas também pela Globoplay. #SBLIII pic.twitter.com/1hDBz2Giyn — The Handmaid's Tale (@HandmaidsOnHulu) February 1, 2019
Oficial: Série The L Word vai voltar com integrantes do elenco original
O canal pago Showtime confirmou a volta de “The L Word”, primeira série americana centrada no universo das mulheres lésbicas. A produção ganhará nova versão com a participação de integrantes do elenco original. O projeto começou a ser discutido há mais de um ano, mas só foi oficializado na quinta (31/1) durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). O revival estará a cargo da cineasta indie Marja-Lewis Ryan, cujos créditos incluem o piloto de “College” na Amazon, o drama “6 Balões” e vários roteiros de longas em desenvolvimento, inclusive o remake de “Splash – Uma Sereia em Minha Vida” (1984). Ela vai trabalhar com a criadora da atração original Ilene Chaiken, que precisou ceder a função de showrunner por estar envolvida com a série “Empire” e ter um contrato de exclusividade com a Fox. “Marja trouxe sua visão única e contemporânea para ‘The L Word ‘ e misturou-a lindamente no tecido da série inovadora de Ilene”, disse Gary Levine, presidente do Showtime. “Essa série reverenciada foi divertida e impactante quando foi originalmente exibido no Showtime, e estamos confiantes de que nossa nova versão será isso e muito mais em 2019”. O revival trará de volta três das atrizes principais: Jennifer Beals, Kate Moennig e Leisha Hailey. Elas farão participações na série e dividirão créditos de co-produtoras com Chaiken e Ryan. Durante o TCA, a atriz Sarah Shahi também confirmou que retomará seu papel de Carmen, a namorada bissexta de Shane (Kate Moennig). Outras intérpretes da série original também devem aparecer em participações especiais para mostrar como seguiram suas vidas, amores e tribulações, em meio às novas personagens da produção. “The L Word” estreou em 2004 e foi aclamada, ajudando a dar visibilidade à comunidade lésbica na televisão. Ao lado de “Queer as Folk”, sobre homens gays, tornou-se pioneira da representatividade LGBTQIA+, inaugurando uma nova era nas séries. Durante sua exibição, discutiu temas como sexo, maternidade, direitos, preconceito, fetiches e até introduziu uma personagem transgênero, vivida por Daniela Sea, que fez sua transição de Moira para Max ao longo de uma temporada – uma década antes da estreia de “Transparent”. Ao longo de seis temporadas, a série também mostrou cenas quentes de sexo, o que ajuda a explicar porque foi bem aceita entre o curioso público heterossexual. Ilene Chaiken ainda pretendia fazer um spin-off centrado na personagem Alice (vivida por Leisha Hailey), que seria passado numa prisão – respondendo à pergunta que ficou no ar ao final da 6ª temporada de “The L Word”: quem matou Jenny (Mia Kirshner). Mas, na época, o Showtime achou o projeto muito apelativo, considerando que uma série sobre presidiárias lésbicas não teria audiência. Quatro anos depois, a Netflix lançou “Orange Is the New Black”. Mas a atração teve um derivado diferente, um reality show sobre lésbicas reais, “The Real L Word”, que durou três temporadas, exibido de 2010 a 2012. O retorno de “The L Word” acontece após o canal Showtime resgatar, com sucesso, a série clássica “Twin Peaks” e reflete uma estratégia que ganha cada vez mais força na TV americana: a exploração de marcas conhecidas, para fisgar o público na guerra pela audiência.
Katy Keene: Spin-off de Riverdale vai se passar após a formatura dos personagens no colegial
O spin-off da série “Riverdale” teve novos detalhes revelados durante a participação de Mark Pedowitz, presidente da rede CW, no encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). O piloto de “Katy Keene” foi encomendado na semana passada e ainda está em fase inicial do desenvolvimento, mas Pedowitz revelou uma informação crucial, que dificulta (mas não impossibilita) a possibilidade de crossovers com “Riverdale”. Caso seja aprovada (e será), a nova série vai se passar anos depois da formatura dos personagens de “Riverdale”. Assim, segundo Pedowitz, se “algum dos personagens de ‘Riverdale’ aparecer em ‘Katy Keene’ será numa versão mais velha”. “Katy Keene” é descrita como uma comédia musical centrada no personagem-título, uma modelo, atriz e cantora que tem sua própria revista de quadrinhos desde os anos 1940. No piloto em desenvolvimento, ela aparecerá em versão atualizada. Não mais a pin-up que inspirou o visual da cantora pop Katy Perry, mas uma aspirante a estilista da cidade de Nova York. Em comunicado oficial, a CW resumiu o projeto como “a vida e os amores de quatro personagens icônicos da Archie Comics – incluindo a futura lenda da moda Katy Keene – enquanto eles perseguem seus sonhos aos 20 e poucos anos em Nova York. A trama musical vai narrar os inícios e as lutas de quatro aspirantes a artistas que tentam chegar à Broadway, às passarelas de moda e aos estúdios de gravação”. Lembra “Fama” mesclado com “Glee” e… “Project Runway”. “Katy Keene” será o segundo spin-off de “Riverdale”, após a produção de “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Originalmente, a série da aprendiz de feiticeira foi concebida para acompanhar “Riverdale” na rede CW, mas o canal percebeu que teria três séries de bruxas e preferiu ficar só com “Legacy” e Charmed”, deixando “Sabrina” se tornar um dos maiores sucessos da Netflix. O roteirista-produtor Roberto Aguirre-Sacasa, que criou “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, também é o responsável por “Katy Keene”, ao lado do coprodutor das duas séries Greg Berlanti. Sacasa descreve o novo projeto como completamente diferente dos anteriores, com um tom mais leve. Outra novidade revelada no evento da TCA é que a diretora Maggie Kiley, que comandou episódios de “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, vai assinar o piloto.
Última temporada de Homeland tem estreia adiada devido às gravações internacionais
O canal pago americano Showtime adiou a estreia da 8ª e última temporada de “Homeland”. Prevista para junho, a exibição dos últimos episódios vai começar apenas no final do ano. O motivo para o atraso foram as gravações internacionais da temporada. A maior parte dos capítulos tem locação no Marrocos, que se passará pelo Afeganistão na trama da produção. Gravar no exterior acarreta maior tempo de produção. “Eu li os primeiros roteiros, e posso te dizer que é uma viagem de montanha-russa para chegarmos à conclusão da série”, garantiu o presidente da emissora, Gary Levine, ao anunciar a mudança de planos durante o evento semestral da TCA, a Associação dos Críticos de TV dos EUA. O final da série vai retomar a passagem conturbada da protagonista Carrie Mathison (Claire Danes) pelo Oriente Médio e contará com o retorno de dois intérpretes marcantes da atração, Nimrat Kaur, que viveu Tasneem Qureshi, uma agente do serviço de inteligência do Paquistão, e Numan Acar, que interpretou o líder talibã Haissam Haqqani. Carrie deixou assuntos inacabados com os dois ao sair do Oriente Médio de forma atabalhoada na 4ª temporada, e deve buscar vingança contra Haqqani, que lhe deu um baile na trama. Desde que estreou em 2011, “Homeland” venceu cinco Globos de Ouro e oito Emmys. A série faz parte da programação do canal pago FX no Brasil.










