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    Jessica Jones: Novo vídeo revela superpoderes de Trish Walker

    12 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo da 3ª e última temporada de “Jessica Jones” centrado na personagem Trish Walker. A prévia traz depoimentos da atriz Rachael Taylor e mostra cenas inéditas, que revelam os superpoderes que Trish adquiriu no final da temporada anterior e como sua jornada a coloca em confronto contra sua melhor amiga Jessica Jones (vivida por Krysten Ritter). Só não mostra a personagem usando o uniforme da heroína dos quadrinhos Felina (Hellcat). Em vez do colante amarelo, Trish adota o pretinho básico de Matt Murdock, o Demolidor. Os capítulos finais chegam ao streaming na sexta-feira (14/6). Mesmo assim, a Netflix brasileira não tem divulgado boa parte do material da atração, como este e outros vídeos recentes, disponíveis apenas sem legendas na página do YouTube da plataforma americana. “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).

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    Foto no Instagram confirma presença de Krypto na série Titãs

    12 de junho de 2019 /

    O ator australiano Joshua Orpin, que vai interpretar Superboy na 2ª temporada de “Titãs”, divulgou uma nova foto de bastidores das gravações que confirma a presença do cachorro Krypto nos novos episódios. Ao lado do close de uma placa de identificação de um cachorro branco, em que se lê o nome Krypto, ele escreveu: “Mais rápido do que um coelho de corrida… mais poderoso do que uma bola de tênis… capaz de pular no seu sofá e roubar o seu lanche”. Conforme vislumbrado na cena pós-créditos da 1ª temporada, “Titãs” vai refletir a origem de Superboy apresentada na série animada “Justiça Jovem” (Young Justice). A breve aparição do personagem serviu para mostrar sua fuga do laboratório genético Cadmus, e que ele não fugiu sozinho. O jovem levou consigo um companheiro de experiências: um cachorro branco. A dogtag agora confirma que o animal é mesmo o célebre Krypto, supercão dos quadrinhos da DC Comics. Vale lembrar que o Superboy e o Krypto atuais não tem nenhuma relação com os personagens clássicos dos quadrinhos, que eram, respectivamente, a versão adolescente do Superman e o cachorro enviado para a Terra antes de Kal-El, num teste de foguete do planeta Krypton. O novo Superboy é um clone, desenvolvido a partir de células de Superman, e foi batizado de Kon-El e Connor Kent ao ser “integrado” na família de Superman e Supergirl. O produtor de “Titãs” Greg Walker até já confirmou que o herói vai adotar a identidade de Connor Kent, ao referir-se a ele com este nome numa entrevista. Connor foi introduzido após a suposta morte de Superman em 1993, com concepção do roteirista Karl Kesel e arte de Tom Grummett – o visual original, no entanto, já foi totalmente descartado. Seu rápido sucesso chamou atenção da família de Jerry Siegel, criador de Superman e do Superboy original, que processou a DC por direitos ao personagem. Isso levou a editora a tentar diferenciá-lo por meio de diversas reinvenções, como clone de Lex Luthor, do cientista que o criou e até do filho de Superman do futuro, culminando em sua morte no crossover “Crise Infinita”, quando a justiça americana deu razão aos Siegels. Desde então, a editora e os herdeiros entraram em acordo e o personagem “melhorou” sua saúde, retornando às páginas da DC. Em contraste com essa bagunça, Superboy teve um desenvolvimento consistente na série “Justiça Jovem”. Como ela também é produzida para a plataforma DC Universe, que exibe “Titãs”, faz até sentido que sua história influencie a abordagem do personagem. Já a participação de Krypto em “Titãs” seguirá uma cronologia que não existe em outras mídias. A atual versão do cachorro nos quadrinhos, pós-“Novos 52”, foi salva por Superman da Zona Fantasma, onde estava desde a destruição do planeta Krypton, e virou o pet da família do herói. Por fim, com os novos episódios Joshua Orpin (“The Blake Mysteries: Ghost Stories”) será o terceiro australiano no elenco de “Titãs”, juntando-se aos conterrâneos Teagan Croft (Ravena) e Brenton Thwaites (Robin). No Brasil, “Titãs” é distribuída pela Netflix, que ainda não definiu data de estreia para a 2ª temporada. Ver essa foto no Instagram Faster than a speeding rabbit… More powerful than a tennis ball… Able to leap onto the couch and steal your snack… #superdog #whosagoodboy #dcutitans Uma publicação compartilhada por Joshua Orpin (@joshua_orpin) em 11 de Jun, 2019 às 7:46 PDT

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    Pennyworth: Série sobre Alfred ganha trailer eletrizante passado nos anos 1960

    12 de junho de 2019 /

    O canal pago americano Epix divulgou o pôster e o trailer completo da série “Pennyworth”, que vai acompanhar a juventude do futuro mordomo e melhor amigo do Batman, Alfred Pennyworth. A prévia destaca Jack Bannon (“O Jogo da Imitação”) no papel-título, revela como ele se envolve com Thomas Wayne (Ben Aldridge, de “Reign”), mostra a impecável reconstituição de época e sugere o clima da produção, inspirado em tramas de espionagem e ação da época. A prévia demonstra que a nova atração deve mais às séries eletrizantes dos anos 1960 do que aos quadrinhos. Há um pouco de “Vingadores” (a série britânica), “Agente da UNCLE” e até do “Batman” de 1966 nas cenas reveladas, além de, claro, influência de James Bond. Apesar disso, o tom é mais sério e conservador que as produções do período, e aparentemente impermeável à Beatlemania, o que inclusive destoa da música (maravilhosa) escolhida como trilha – o clássico mod “Tin Soldier”, da banda Small Faces. “Pennyworth” foi criada por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, sobre a juventude de Bruce Wayne e os primeiros anos de James Gordon na força policial de Gotham City. Desta vez, eles voltam ainda mais no tempo para mostrar a juventude de Alfred, na época em que ele vivia em Londres, recém-saído do exército britânico, e o começo de seu relacionamento com o pai de Bruce, Thomas Wayne. A produção ainda destaca a cantora Paloma Faith (“Juventude”) como Bet Sykes, vilã sádica que “testará a coragem” dos jovens Alfred e Thomas, Jason Flemyng (“X-Men: Primeira Classe”) como outro vilão, o elitista Lorde Harwood, e Emma Corrin como Esmé, o amor da juventude de Alfred. Em ascensão, Corrin também viverá a Princesa Diana na série “The Crown”. A 1ª temporada com dez episódios vai estrear em 28 de julho nos Estados Unidos. E não há previsão para sua exibição no Brasil.

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    Big Little Lies retorna com audiência maior na HBO

    11 de junho de 2019 /

    A estreia da 2ª temporada de “Big Little Lies” foi vista ao vivo por 2,5 milhões de espectadores na noite de domingo (9/6) nos Estados Unidos, incluindo a audiência do canal pago HBO e de seu serviço de streaming. O número supera em mais de 30% o lançamento da série em 2017 (1,8 milhão) e fica bem próximo do final da 1ª temporada, com 2,6 milhões de visualizações. Em relação ao público que sintonizou a série apenas na TV, o total foi de 1,4 milhão, a segunda maior audiência da série. Apenas a season finale foi vista por mais pessoas – 1,8 milhão. Enquanto o primeiro ano foi focado no mistério sobre quem tinha morrido, o segundo começa com a investigação e destaque para o papel de Meryl Streep, que faz sua estreia na produção. A atriz multivencedora do Oscar vive Mary Louise Wright, mãe do violento Perry Wright (papel de Alexander Skarsgard). Na trama, ela busca respostas sobre a morte do filho. As cinco mulheres envolvidas no crime são vividas por Laura Dern, Shailene Woodley, Zoe Kravitz, Reese Witherspoon e Nicole Kidman. As duas últimas também produzem a série, que adaptou o livro homônimo de Liane Moriarty integralmente em sua 1ª temporada. Os novos capítulos são uma criação original do roteirista-produtor David E. Kelley (“Mr. Mercedes”), e todos foram dirigidos pela inglesa Andrea Arnold (“Docinho da América”). Assim como nos Estados Unidos, a estreia aconteceu em 9 de junho no Brasil.

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  • Série

    Jessica Jones ganha cena inédita e mais de 20 fotos de sua última temporada

    11 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou uma cena e mais de 20 fotos da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”. A prévia traz a protagonista (vivida por Krysten Ritter) discutindo com sua melhor amiga, após ela ganhar superpoderes na temporada anterior. Trish Walker (Rachael Taylor) aparece com uma roupa preta que chega a lembrar um dos disfarces do Demolidor, mas não sua personagem nos quadrinhos, a Felina (Hellcat), cujo uniforme era amarelo. As fotos, por sua vez, destacam em vermelho o novo inimigo de Jessica Jones: o psicopata Gregory Salinger (Jeremy Bobb, da série “Boneca Russa”), que nos quadrinhos assume a identidade do Matador de Idiotas (Foolkiller). Ele foi o segundo vilão a adotar esse nome e se tornou popular o suficiente para merecer uma minissérie nos anos 1990, além de render um imitador num título individual da linha Max, dedicada a publicações adultas da Marvel – e que originou Jessica Jones. O melhor é que após Salinger se regenerar, ele virou, acredite se quiser, o psicanalista de Deadpool! Outra novidade é que a temporada vai marcar a estreia de Krysten Ritter como diretora. Os capítulos finais chegam ao streaming na sexta-feira (14/6). “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).

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    Versão anime de Ultraman é renovada para 2ª temporada

    11 de junho de 2019 /

    A Netflix anunciou nas redes sociais a renovação da sua versão em anime de “Ultraman”. “Prepare-se para vestir a armadura mais uma vez. Ultraman está voltando para sua 2ª temporada”, escreveu o serviço de streaming no Twitter, junto de um pequeno vídeo. A série animada é uma continuação da segunda série a cores produzida pela TV japonesa. Lançada em 1966, a atração original foi pioneira do subgênero de Tokusatsu (séries com efeitos visuais) conhecido como “Kyodai Hero”, em que um herói era capaz de se tornar gigante para enfrentar monstros colossais. O efeito especial, no caso, era mostrar dois atores fantasiados que trocavam socos em cenários de miniaturas de cidades. As brigas entre Ultraman e o kaiju da semana tornaram-se um fenômeno cultural, rendendo dezenas de sequências, derivados, cópias, seguidores e paródias. O herói que batia em monstros só foi chegar ao Brasil nos anos 1970, mas enjoou de tanto reprisar na Record, SBT, Band e até em canais que não existem mais, como Tupi e Manchete. A nova produção acompanha Shinjiro, o filho de Shin Hayata, que foi o Ultraman dos anos 1960. Na trama, anos se passaram desde a última aparição de Ultraman, o que leva a humanidade a acreditar que ele tinha voltado ao espaço depois de derrotar os alienígenas monstruosos que invadiram a Terra. Entretanto, com a chegada de novos invasores, Hayata revela seu segredo ao seu filho, preparando-o para assumir seu legado como o novo Ultraman. O novo “Ultraman” foi desenvolvido pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam para dar nova vida ao clássico, criado como uma junção de computação gráfica e desenho tradicional, sob a direção de Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Get ready to armor up once again, Ultraman is coming back for Season 2. pic.twitter.com/34Bsn0MRMt — NX (@NXOnNetflix) June 11, 2019

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  • Filme

    Mulher diz ter sido escravizada por Allison Mack em julgamento de seita sexual

    11 de junho de 2019 /

    Uma testemunha ouvida durante o julgamento dos líderes da seita NXIVM revelou ter sido escrava sexual da ex-atriz Allison Mack, da série “Smallville”. Identificada apenas como “Nicole”, a mulher contou, em seu depoimento no tribunal, que encontrou com Mack em 2014, quando passava por dificuldades financeiras. Ela entrou no grupo no mesmo ano, por conselho do namorado, para fazer cursos que combinavam atuação e psicologia. Ela declarou que ficou incomodada com a forma como as pessoas idolatravam o líder do grupo, o guru Keith Raniere, mas logo começou a dar aulas e ganhar dinheiro. Em fevereiro de 2016, Nicole foi convidada por Mack a se juntar ao ingressar no círculo interno, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde apenas mulheres eram permitidas. “Ela me contou sobre essa organização de mulheres”, testemunhou “Nicole”. “Isso me faria sentir melhor. Seria exatamente o que me ajudaria a sair de onde eu estava mentalmente naquele momento.” A mulher afirmou que Mack a convenceu a lhe dar uma série de “garantias” para não ir embora, como assinar um termo revelando que foi estuprada pelo pai e documentos liberando o NXIVM de responsabilidade por “danos físicos e psicológicos”. A testemunha diz que, a partir daí, passou a viver uma relação de “escravo e mestre”, sendo dominada psicologicamente por Mack, que a proibia de sair do grupo e até de fazer sexo com seu namorado. E um dia a ex-atriz a levou vendada até Raniere, ordenando-a a ser “uma boa escrava”. Após ter os pulsos e tornozelos amarrados, ela passou então a receber sexo oral de várias pessoas. “Eu estava tão confusa. Foi aterrorizante”, disse a testemunha. Raniere está sendo julgado por tráfico sexual, conspiração, extorsão, trabalho forçado e lavagem de dinheiro. Já Allison Mack declarou-se culpada em abril por conspiração e extorsão. Além de Allison Mack, a seita também contou com a participação da herdeira milionária Clare Bronfman, cuja família era dona da destilaria de whisky Seagram, e India Oxenberg, filha da atriz Catherine Oxenberg (da série clássica “Dinastia”). Segundo “Nicole”, Mack manteve India Oxenberg numa dieta de 500 calorias diárias, quase matando a jovem de fome, porque, apesar de o “mestre supremo” (Raniere) dizer que mulheres magras eram mais vigorosas, isso as tornava mais fracas e sugestionáveis. A história da seita vai virar uma minissérie documental do canal HBO.

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    Vídeo revela Geena Davis no elenco de GLOW

    11 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo legendado que revela a participação de Geena Davis (do clássico “Thelma & Louise”) na 3ª temporada de “GLOW”, além da primeira foto de sua personagem na trama (acima). A icônica atriz vencedora do Oscar (por “O Turista Acidental”) aparecerá em 5 dos 10 episódios da temporada, no papel de Sandy Devereaux St. Clair, uma ex-showgirl de Las Vegas que agora é diretora de entretenimento do Fan-Tan Hotel & Casino, onde as lutadoras vão se apresentar. “GLOW” acompanha as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do segundo ano da série, elas foram chamadas para se apresentar ao vivo em Las Vegas. Segundo a sinopse dos novos episódios, a paixão de Ruth (Alison Brie) pela produção do programa vai perder espaço para sua “vida pessoal cada vez mais complicada”. Enquanto isso, Debbie (Betty Gilpin) se tornará cada vez mais confiante em sua posição como produtora. “Enquanto os dias se passam em Las Vegas, as linhas entre performance e realidade começam a desaparecer, e o elenco se vê lutando com suas próprias identidades, dentro e fora do ringue”, completa o texto. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série destaca no elenco Alison Brie (“Artista do Desastre”), Betty Gilpin (“Juntos para Sempre”), Marc Maron (“Quase Famosos”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. Os novos episódios estreiam em 9 de agosto.

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    Boneca Russa é renovada para a 2ª temporada na Netflix

    11 de junho de 2019 /

    A Netflix confirmou a produção da 2ª temporada de “Boneca Russa” (Russian Doll), série de looping temporal estrelada por Natasha Lyonne (a Nicky de “Orange Is the New Black”). Mais demorado que o habitual, o anúncio veio quatro meses após a estreia dos episódios inaugurais. E foi comemorado num vídeo da atriz, que pode ser conferido abaixo. Na trama original de humor negro, ela celebra seu aniversário numa festa noturna na cidade de Nova York, se droga, se diverte e morre. Apenas para voltar à cena inicial, no banheiro da festa. Várias Vezes. Basicamente como “A Morte Te Dá Parabéns”, mas sem o psicopata. O que a mata são detalhes fortuitos e pessoas desatentas. Além de estrelar, Lyonne criou a atração em parceria com a atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e a cineasta Leslye Headland (“Quatro Amigas e um Casamento”). O elenco também inclui Greta Lee (“High Maintenance”), Yul Vazquez (“Narcos: México”), Elizabeth Ashley (“Treme”) e Charlie Barnett (“Chicago Fire”), além de participações de Chloë Sevigny (“Bloodline”), Dascha Polanco (“Orange Is the New Black”), Rebecca Henderson (“Westworld”), Jeremy Bobb (“The Knick”) e Ritesh Rajan (“Stitchers”). Com 96% de aprovação, “Boneca Russa” é uma das séries de comédia mais bem-avaliada da Netflix no site Rotten Tomatoes. II ⁦@RussianDoll⁩ ???? pic.twitter.com/eFrr3g0Vyj — natasha lyonne (@nlyonne) June 11, 2019

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    Disney revela primeira arte da série animada que vai continuar Monstros S.A.

    11 de junho de 2019 /

    A Disney divulgou a primeira arte da série animada “Monstros no Trabalho” (Monsters at Work), produção exclusiva da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), derivada dos filmes de “Monstros S.A.”. O cartaz, que pode ser conferido abaixo em sua íntegra, foi revelado durante um painel no Festival Internacional de Animação de Annecy, na França. Além da imagem, a Disney também revelou mais informações sobre a série. Ao contrário do prólogo “Universidade Monstros”, lançado nos cinemas em 2013, a nova série vai se passar depois dos eventos do filme original de 2001. Mais especificamente, seis meses depois do final de “Monstros S.A.”, mostrando como Mike e Sully tentam selecionar e treinar outros monstros para fazer as crianças rirem, em vez de assustá-las. Como todos os que cresceram vendo “Monstros S.A.” – ou vendo seus filhos repetirem sem parar a exibição do filme em DVD – devem lembrar, a produção da Pixar terminou com uma mudança radical no mundo dos monstros. Após Mike e Sully descobrirem que a risada das crianças gerava mais energia do que os gritos, todo o foco da empresa em que trabalhavam foi mudado. Assim como nos filmes, a série animada vai voltar a trazer John Goodman e Billy Crystal como os dubladores de Mike e Sully. Já a produção estará a cargo de Bobs Gannaway, veterano da Disney que escreveu a série “Timão e Pumba”, criou “Jake e Os Piratas da Terra do Nunca” e “A Casa do Mickey Mouse”, e ainda ajudou a escrever longas animados das franquias “Carros” e “Tinker Bell”. A plataforma Disney+ (Disney Plus) será lançada no dia 12 de novembro nos Estados Unidos, com planos de chegar a outros países em 2020.

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    WarnerMedia vai lançar série derivada de Duna com direção de Denis Villeneuve

    10 de junho de 2019 /

    O serviço de streaming da WarnerMedia encomendou uma série derivada do vindouro filme “Duna”. Intitulada, em inglês, “Dune: The Sisterhood”, a atração será focada nas personagens femininas criadas pelo escritor Frank Herbert. E o cineasta Denis Villeneuve, responsável pela nova e ainda inédita versão de cinema de “Duna, vai comandar o piloto. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformada em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou duas minisséries do canal Syfy nos anos 2000. O próprio filho mais velho de Herbert estendeu a trama em outros livros, entre eles “The Sisterhood of Dune”, um prólogo da obra original, que pode servir de base para a série. Um dos roteiristas do novo filme, Jon Spaihts (“Doutor Estranho”), será responsável por escrever a série, que será produzida por ele, Villeneuve, herdeiros de Herbert e executivos do estúdio Legendary. Não está claro se as atrizes que interpretam as principais personagens femininas do filme participarão da série ou se a produção será um prólogo como o livro de nome similar. O elenco do longa inclui Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Chernobyll”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). A história se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que governa o local sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides (Chalamet), escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. As filmagens começaram em março e a estreia está prevista para novembro de 2020. Já a série não tem previsão, pois só começará a ser produzida após Villeneuve encerrar seu trabalho em “Duna”. Ainda sem nome, a plataforma de streaming de WarnerMedia será lançada, em versão beta, no final do ano nos Estados Unidos.

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    Sandra Bullock desenvolve série musical baseada em sua juventude nos anos 1980

    10 de junho de 2019 /

    Sandra Bullock está desenvolvendo uma comédia musical inspirada em seus tempos de faculdade, nos anos 1980, para a Amazon. Ainda sem título, a série vai acompanhar uma jovem que desafia as expectativas para encontrar amor, amizades e, mais importante, uma identidade própria nos conturbados anos 1980. A atração terá música e dança e refletirá a época da epidemia da Aids e a repressão contra a cultura LGBTQIA+, seguindo um grupo de jovens marginalizados que se unem e se atrevem a ser eles mesmos, apesar de enfrentarem um perigo real ao fazê-lo. A ideia surgiu de conversas entre Bullock e o produtor-roteirista Akiva Goldsman (criador da série dos “Titãs”), que se entusiasmou e contratou a roteirista Marja-Lewis Ryan para ajudar a desenvolver o conceito. Ela é a showrunner de “The L Word: Generation Q”, revival da série clássica do canal pago Showtime. O roteiro final do piloto, porém, está a cargo de KC Perry (“The Originals”). Outro integrante da equipe é o músico John Legend, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original (pelo filme “Selma”), que será responsável pela trilha sonora. A ideia é mesclar sucessos do pop dos anos 1980 com músicas próprias, incluindo diferentes estilos, do gospel à ópera. Goldstein e Legend já trabalharam juntos anteriormente, na série “Underground”, que foi cancelada de forma precoce durante uma crise de identidade do canal WGN America. Bullock não produzia uma série desde “George Lopez”, na rede ABC, no começo dos anos 2000. Ela tem assinado a produção de seus filmes recentes e tomou maior gosto pela função com o sucesso do filme “Bird Box”, na Netflix. Ainda não há previsão para a estreia da nova série.

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    Atriz mirim de It: A Coisa vai estrelar nova série da Netflix

    10 de junho de 2019 /

    A atriz Sophia Lillis e o ator Wyatt Olef vão voltar a trabalhar juntos depois do sucesso do terror “It: A Coisa”, em que causaram fortes impressões nos papéis de Beverly e Stanley. Os jovens de 17 e 15 anos, respectivamente, estão no elenco de “I Am Not Okay With This”, nova série de fantasia adolescente produzida pela Netflix. Lillis tem o papel principal como Sydney, uma garota que está tentando passar pelo ensino médio enquanto lida com as complexidades de sua família, suas dúvidas sobre sexualidade, e também misteriosos superpoderes que começa a descobrir. “I Am Not Okay With This” é inspirada na graphic novel de mesmo nome, escrita por Charles Forsman, o autor de “The End of the F***ing World”, que faz parte do catálogo da plataforma. O diretor Jonathan Entwistle e a roteirista Christy Hall, que trabalharam na adaptação da outra obra de Forsman, também estão à frente do novo projeto. O elenco ainda inclui Sofia Bryant (“The Good Wife”), Kathleen Rose Perkins (“You’re the Worst”), Aidan Wijtak-Hissong (“Falling Water”) e Richard Ellis (“Veronica Mars”). Todos se reuniram para uma sessão de fotos, que a Netflix divulgou junto do comunicado sobre o casting do projeto. Veja abaixo, ao lado de uma arte dos quadrinhos originais. A série terá oito episódios de meia hora em sua 1ª temporada, que já começou a ser gravada na cidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. A previsão de lançamento é para 2020.

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