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    Rutger Hauer (1944 – 2019)

    24 de julho de 2019 /

    O ator holandês Rutger Hauer, que ficou mundialmente conhecido como o líder dos replicantes no filme “Blade Runner” (1982), morreu na sexta-feira (19/7) após um curto período de doença, aos 75 anos. Um dos mais famosos atores europeus de sua geração, Hauer era fluente em várias línguas e se projetou em parceria com o cineasta holandês Paul Verhoeven em diversos projetos, a começar pela série medieval “Floris”, em 1969. Sua estreia no cinema foi no segundo longa de Verhoeven, o cultuadíssimo “Louca Paixão” (1973), em que viveu um romance de alta voltagem erótica com a atriz Monique van de Ven. E de cara chamou atenção de Hollywood, graças à indicação do filme ao Oscar. Ele ainda protagonizou mais três filmes de Verhoeven – “O Amante de Kathy Tippel” (1975), “Soldado de Laranja” (1977) e “Sem Controle” (1980) – e outros longas europeus antes de estrear numa produção americana, enfrentando Sylvester Stallone como o vilão terrorista de “Falcões da Noite” (1981). Mas foi ao desempenhar um outro tipo de vilão, o replicante Roy Beatty em “Blade Runner”, que se estabeleceu como astro de grandes produções. Androide que buscava respostas para perguntas existenciais, enquanto lutava por mais tempo para viver, o personagem caçado por Harrison Ford no longa de Ridley Scott tinha uma profundidade incomum para o gênero sci-fi de ação. Era, ao mesmo tempo, um assassino frio e robótico, mas também capaz de amar e filosofar sobre o sentido da vida, apresentando-se mais humano que seu perseguidor. A performance encantou gerações – e cineastas. Ele foi trabalhar com Nicolas Roeg em “Eureka” (1983) e ninguém menos que Sam Peckinpah em “O Casal Osterman” (1983), antes de protagonizar outro blockbuster, vivendo um amor amaldiçoado na fantasia medieval “Ladyhawke – O Feitiço de Áquila” (1985), de Richard Donner. No mesmo ano, fez sua última parceria com Verhoeven em outra produção medieval grandiosa, “Conquista Sangrenta” (1985), em que subverteu expectativas como anti-herói marginal. Hauer também traumatizou o público de cinema como o psicopata de “A Morte Pede Carona” (1986), um dos filmes mais subestimados de sua carreira e um dos mais copiados por imitadores do mundo inteiro. E até caçou o líder da banda Kiss, Gene Simmons, transformado em terrorista em “Procurado Vivo ou Morto” (1986), adaptação de uma série televisa dos anos 1950. O reconhecimento da crítica veio finalmente com o telefilme “Fuga de Sobibor” (1987), no qual liderou uma fuga em massa de um campo de concentração nazista. Ele venceu o Globo de Ouro de Melhor Ator, enquanto a produção levou o prêmio de Melhor Telefilme. A consagração continuou com o drama italiano “A Lenda do Santo Beberrão” (1988), de Ermanno Olmi. Sua interpretação como um bêbado sem-teto que encontra redenção levou o filme a vencer o Leão de Ouro no Festival de Veneza. Foi um de seus melhores desempenhos, mas não conseguiu chamar atenção do grande público, graças ao lançamento limitado em circuito de arte. Ele ainda contracenou com Madonna na comédia “Doce Inocência” (1989), mas a busca por novo sucesso de bilheterias o levou ao thriller convencional de ação “Fúria Cega” (1989), de Phillip Noyce, que iniciou um padrão negativo em sua carreira. A partir dos anos 1990, Hauer foi de produção B a produção C, D e Z. Seu rosto continuou por um bom tempo nas capas dos títulos mais alugados em VHS, mas a qualidade dos papéis despencou. Para citar um exemplo, o menos pior foi “Buffy: A Caça-Vampiros” (1992), no qual viveu um lorde dos vampiros. Os papéis televisivos passaram a se alternar com os de cinema/vídeo, e Hauer até recebeu outra indicação ao Globo de Ouro por “A Nação do Medo” (1994). Mas isso foi exceção. Ele chegou a gravar até sete produções só no ano de 2001, e nenhuma delas relevante. No anos 2000, começou a aparecer cada vez mais em séries, como “Alias”, “Smallville”, “True Blood”, “The Last Kingdom” e “Channel Zero”. Mas depois de figurar em duas adaptações de quadrinhos de 2005, “Sin City” e “Batman Begins”, voltou ao cinema europeu, estrelando vários filmes que repercutiram em 2011: “O Sequestro de Heineken”, no papel de Alfred Heineken, o dono da cervejaria holandesa, “Borboletas Negras”, “O Ritual”, “A Aldeia de Cartão”, em que retomou a parceria com Olmi, e principalmente “O Moinho e a Cruz”, uma pintura cinematográfica do polonês Lech Majewski, premiada em diversos festivais internacionais. Bastante ativo na fase final de sua carreira, Hauer ainda viveu o caçador de vampiros Van Helsing em “Dracula 3D” (2012), de Dario Argento, o Presidente da Federação Mundial em “Valerian e a Cidade dos Mil Mundos” (2017), de Luc Besson, e o Comodoro do premiado western “Os Irmãos Sisters” (2018), de Jacques Audiard. E deixou vários trabalhos inéditos, entre eles o drama “Tonight at Noon”, novo longa de Michael Almereyda (“Experimentos”), a aventura épica “Emperor”, de Lee Tamahori (“007 – Um Novo Dia Para Morrer”) e a minissérie “Um Conto de Natal”, do cineasta Steven Knight (“Calmaria”), na qual encarna o Fantasma do Natal Futuro. Sua atuação, porém, não se restringia às telas. Hauer foi ativista de causas sociais, como fundador da Starfish Association, organização sem fins lucrativos dedicada à conscientização sobre a AIDS, e patrocinador da organização ambientalista Greenpeace. Todos esses momentos não devem se perder no tempo, como lágrimas na chuva.

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  • Série

    Impulse: 2ª temporada ganha primeiro trailer

    24 de julho de 2019 /

    O YouTube divulgou o trailer da 2ª temporada de “Impulse”. A prévia aprofunda os problemas da protagonista Henrietta “Henry” Coles (Maddie Hasson, da série “Twisted”), pressionada pela polícia e perseguida por um homem misterioso (Callum Keith Rennie, de “Jessica Jones”), que tem os mesmos poderes. O vídeo também traz elogios da crítica à temporada inaugural, com ênfase nos 100% de aprovação obtido pela série no Rotten Tomatoes. A trama de “Impulse” é derivada do filme “Jumper”, lançado em 2008 com direção de Doug Liman (mais conhecido por “A Identidade Bourne” e “No Limite do Amanhã”). Liman é um dos produtores da série e também foi responsável pela direção do primeiro episódio. Para quem não lembra, o filme acompanhava David Rice (Hayden Christensen), um adolescente com a habilidade de se teletransportar para qualquer lugar do mundo em um instante. Ao conhecer outro jovem habilidoso chamado Griffin (Jamie Bell), ele descobre que não é o único com poderes e se vê no meio de uma antiga guerra entre os jumpers e seus inimigos jurados. A série continua a história, focada numa nova geração de jumpers. Enquanto o filme adaptava o primeiro livro de Steven Gould, intitulado justamente “Jumpers” e lançado em 1992, a atração do YouTube é baseado no terceiro livro, igualmente chamado “Impulse” e publicado em 2013. A trama foi adaptada por Jeffrey Lieber (série “Lost”), Jason Horwitch (série “Luke Cage”) e Gary Spinelli (roteirista do filme “Feito na América”, também dirigido por Liman) e acompanha uma adolescente rebelde de 16 anos, que prefere ser chamada pelo nome masculino de Henry e sempre se sentiu diferente de seus colegas. Seu maior desejo era escapar de sua cidade pequena. E isto é prontamente atendido, quando ela descobre que possui a habilidade extraordinária de se teletransportar. Mas sua habilidade não se manifesta de forma suave, causando catástrofes ao seu redor. O elenco ainda inclui Missi Pyle (“O Artista”), Sarah Desjardins (série “Van Helsin”), Enuka Okuma (série “Rookie Blue”), Craig Arnold (série “Degrassi: A Próxima Geração”) e David James Elliott (série “Secrets and Lies”). A estreia da 2ª temporada vai acontecer no outono norte-americano, entre setembro e novembro.

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  • Série

    Wu Assassins: Série de lutas marciais da Netflix ganha primeiro trailer

    24 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster, oito fotos e o trailer de “Wu Assassins”, série sobrenatural de artes marciais estrelada pelo indonésio Iko Uwais (o astro de “Operação Invasão”). Criada por John Wirth (roteirista das séries “Terminator”, “V” e “Falling Skies”), “Wu Assassins” se passa na Chinatown de São Francisco e gira em torno de Kai Jim (Uwais), um chef de cozinha que se torna “o último assassino Wu”, possuído por um monge guerreiro poderoso para enfrentar uma grande ameaça. O detalhe é que esta ameaça é seu próprio pai, chefe de uma tríada criminosa, que também possuiu seus próprios poderes fantasiosos. O elenco ainda destaca o célebre Mark Dacascos (“John Wick 3: Parabellum”), como o espírito do guerreiro que guia Uwais, Byron Mann (“The Expense”) como seu pai mafioso, além de Katheryn Winnick (a Lagertha de “Vikings”), Lewis Tan (“Into the Badlands”), Li Jun Li (“Quantico”), Lawrence Kao (“The Originals”), JuJu Chan (“O Tigre e o Dragão: A Espada do Destino”), Celia Au (“Lodge 49”) e Tommy Flanagan (“Sons of Anarchy”). Além de estrelar, Uwais também produz, coreografa as lutas e coordena os dublês da produção. Os dois primeiros episódios tem direção de Stephen Fung (“O Mestre da Guerra”) e a estreia está marcada para 8 de agosto em streaming.

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  • Série

    O Diretor Nu: Série da Netflix sobre indústria pornô japonesa ganha trailer legendado

    24 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “O Diretor Nu” (The Naked Director), série japonesa sobre a explosão da indústria pornográfica no país durante os anos 1980. Com dez episódios, a produção é inspirada na história real de Toru Muranishi, um vendedor de Tóquio que se depara com a indústria pornô japonesa quando o negócio está prestes a decolar devido à rápida ascensão do mercado de vídeo doméstico, e acaba se tornando um dos diretores de filmes adultos mais notórios da história do Japão. Conhecido como o “Imperador da Pornografia” por seus vídeos de estilo gonzo, quase documentais e exploradores de perversões, Toru Muranishi assinou mais de 3 mil vídeos adultos, apesar de ter enfrentado uma série de restrições ao longo de sua carreira, sofrendo forte repressão do governo. O título da série faz referência ao seu costume de gravar suas obras apenas de cueca. Dirigido por Masaharu Take (“Eden”), a série destaca Takayuki Yamada (“13 Assassinos”) no papel de Muranishi e também conta com Shinnosuke Mitsushima (“O Habitante do Infinito”), Misato Morita (“Sacrifice Dilemma”), Koyuki (“O Último Samurai”), Jun Kunimura (“Kill Bill: Vol. 1”), Tetsuji Tamayama (“Norwegian Wood”), Lily Franky (“Assunto de Família”) e Ryo Ishibashi (“Audition”). A estreia está marcada para o dia 8 de agosto na Netflix.

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  • Série

    Orange Is the New Black: Elenco se despede em vídeo legendado da temporada final

    23 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo legendado em tom de despedida de “Orange Is the New Black”. A prévia traz depoimentos do elenco e da criadora Jenji Kohan, com direito a lágrimas e cenas de bastidores das gravações finais. Baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” foi uma das primeiras produções da Netflix e conquistou quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (o sindicado dos atores). A atração começou em 2013 acompanhando a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling), como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter a liberdade antecipada por bom comportamento na temporada passada. Os últimos episódios estreiam na sexta-feira (26/7) em streaming.

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  • Série

    Série The Code é cancelada no final da 1ª temporada

    23 de julho de 2019 /

    A rede CBS cancelou a série “The Code”, drama sobre justiça militar, um dia após a exibição do final da 1ª temporada, que foi ao ar na noite de segunda-feira (22/7) nos Estados Unidos. A notícia foi compartilhada pela atriz Dana Delaney (“Desperate Housewives”), que protagonizava a atração. Fracasso de público e crítica, a produção despencou de 8,1 milhões de telespectadores em sua estreia para 2,9 em seu final, e com apenas 39% de aprovação na média aferida pelo Rotten Tomatoes. A série foi criada por Craig Sweeny (o criador da série “Limitless”) e teve o piloto dirigido pelo cineasta Marc Webb (“O Espetacular Homem-Aranha”). E começou a ter problemas desde esta época, com a substituição de Mira Sorvino, vencedora do Oscar por “Poderosa Afrodite” (1995), por Delaney no papel principal. Webb teve que gravar uma segunda versão do episódio inicial quando a série foi oficializada. Os atores Luke Mitchell (“Agents of SHIELD”) e Anna Wood (“Falling Water”) também faziam parte do elenco como “as mentes militares mais brilhantes”, segundo a sinopse, em casos da justiça militar. Ao todo, apenas 13 episódios foram produzidos. Thank you to all you wonderful people who watched @TheCodeCBS. Last night was our finale and sadly, no more. I’ll never make General. But I loved this cast of stellar actors & know we’ll meet again. Semper Fidelis. ?? pic.twitter.com/kqjcZBTRzo — Dana Delany (@DanaDelany) July 23, 2019

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  • Série

    Morena Baccarin compartilha foto de sua primeira série brasileira

    23 de julho de 2019 /

    A atriz Morena Baccarin compartilhou no Instagram uma foto ao lado de Selton Mello para divulgar sua primeira série brasileira. Estrela de “Gotham” e “Deadpool”, ela entrou na 4ª temporada de “Sessão de Terapia” como a supervisora do psicanalista Caio, papel de Selton Mello – que também dirige a série. Nas três temporadas anteriores, exibidas pelo GNT, o ator Zecarlos Machado foi o protagonista, um terapeuta que atendia seus pacientes. Por conta de questões contratuais com a rede Record, ele precisou ser substituído nestes próximos episódios. Assim, Selton Mello, que já trabalhava como diretor na série, virou o novo protagonista. O resultado é um verdadeiro reboot, que também a trará estrela de Hollywood como coprotagonista. “Estou muito animada de compartilhar a minha primeira série brasileira com todo mundo. Ela é importante pra mim por muitas razões. Um elenco Incrível. Um diretor incrível, Selton Mello. E uma chance de retornar às minhas raízes”, ela escreveu na rede social. O papel em “Sessão de Terapia” será realmente o primeiro de Morena Baccarin numa produção brasileira. Nascida no Rio de Janeiro, mas radicada nos Estados Unidos desde os sete anos de idade, ela construiu sua carreira inteira em produções americanas, como as séries “Firefly”, “V” e “Homeland”, que lhe rendeu uma indicação ao Emmy. Ela chegou a ser convidada pela autora Glória Perez, em 2014, para protagonizar a série “Dupla Identidade”, mas conflitos de agenda inviabilizaram sua participação. Em entrevista realizada durante passagem pelo Brasil em maio do ano passado, Morena já havia falado de sua vontade de trabalhar no Brasil. “Adoraria! O problema mesmo é poder encaixar no cronograma. Fazendo ‘Deadpool’ e fazendo ‘Gotham’, eu não tenho muito tempo livre, mas um dia desses eu vou achar uma série que dá certinho”, afirmou. Ela ainda atua na série “The Flash”, mas num período mais flexível, já que se trata de trabalho de dublagem, como a voz da Inteligência Artificial Gideon. E com o final de “Gotham” no início do ano, sua agente abriu. “Sessão de Terapia” é a versão brasileira da série israelense “BeTipul”, criada por Hagai Levi, mais conhecida pela adaptação americana da HBO, intitulada “Em Terapia” (In Treatment). A versão brasileira é produzida pela Mooshot Pictures e estreia sua 4ª temporada em 2019 na Globoplay, plataforma de streaming da Globo. Ver essa foto no Instagram So excited to share my first Brazilian show with everyone. This one cuts deep for many reasons. Amazing cast. Incredible director @seltonmello. And a chance to return to my roots. Uma publicação compartilhada por Morena Baccarin (@morenabaccarin) em 22 de Jul, 2019 às 12:50 PDT

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    Homecoming: Janelle Monáe substitui Julia Roberts como protagonista da 2ª temporada

    23 de julho de 2019 /

    A cantora Janelle Monáe vai voltar a explorar a atuação como protagonista da 2ª temporada de “Homecoming”, série da Amazon. Será o primeiro papel fixo de Monáe numa série, após se destacar no cinema em “Moonlight” e “Estrelas Além do Tempo” (ambos de 2016), mas ela já é conhecida dos assinantes da Amazon por participação num episódio da série “Electric Dreams”. A 2ª temporada de “Homecoming” vai acompanhar uma mulher (Monáe) que acorda em uma canoa no meio do oceano, sem nenhuma memória de como chegou até lá – ou mesmo de quem ela é. A atriz Julia Roberts, que protagonizou a 1ª temporada, não voltará a aparecer nos novos episódios, mas ainda seguirá como produtora executiva da atração. Já os demais membros do elenco original, como Bobby Cannavale, Stephan James, Hong Chau e Shea Whigham, devem retornar para a nova temporada. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi definida pelo serviço de streaming.

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  • Série

    Atriz australiana é primeiro nome do elenco da série baseada em O Senhor dos Anéis

    23 de julho de 2019 /

    A série de “O Senhor dos Anéis”, em desenvolvimento pela plataforma de streaming da Amazon, ganhou a primeira integrante do seu elenco. A atriz Markella Kavenagh está finalizando negociações para assumir um papel importante na produção de fantasia. Será uma personagem nova chamada Tyra. A atriz é mais conhecida por atuar em séries da TV australiana, como “Picnic at Hanging Rock” e “Romper Stomper”, e no ano passado estrelou sua primeira produção inglesa, a minissérie “The Cry”. Sua estreia no cinema vai acontecer no fim do ano, em “True History of the Kelly Gang”, western australiano dirigido por Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”). Ainda sem título oficial, a série tem produção da dupla J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”), que contam em sua equipe com os roteiristas Gennifer Hutchison (“Breaking Bad”) e Bryan Cogman (“Game of Thrones”). Mais detalhes sobre a adaptação ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontava que a produção seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, a série mostrará aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama provavelmente situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. Não há previsão para a estreia da atração.

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    David Hedison (1927 – 2019)

    23 de julho de 2019 /

    O ator americano David Hedison, conhecido por viver o Capitão Lee Crane na série “Viagem ao Fundo do Mar” e o agente da CIA Felix Leiter na franquia 007, morreu na última quinta-feira (17/7), em Los Angeles, aos 92 anos de idade. O belo ator também retratou o cientista André Delambre, que se tornou um inseto em The Fly (1958) muito antes de Jeff Goldblum, e interpretou o agente da CIA Felix Leiter nos filmes de James Bond, Live and Let Die (1973) e License to Kill (1989). De 1964 a 1968, o personagem de Hedison trabalhou a bordo do submarino Seaview sob o comando do Almirante Harriman Nelson (Richard Basehart) em 110 episódios de Voyage to the Bottom of the Sea . O show foi criado por Irwin Allen, baseado em seu filme de 1961 com o mesmo nome. Nascido Al David Hedison em 20 de maio de 1927, em Providence, Rhode Island, Hedison estudou no célebre Actors Studio em Nova York e trabalhou em produções da Broadway antes de fazer sua estreia em Hollywood, no clássico de guerra naval “A Raposa do Mar” (1957), como um oficial da marinha americana. Seu papel seguinte foi um dos mais impactantes de sua carreira, como um cientista que se transforma em mosca humana no famoso terror “A Mosca da Cabeça Branca” (The Fly, 1958). A história marcou época, ganhou sequências e até um famoso remake com Jeff Goldblum em 1986. Ele também viveu o papel-título de “Arqueiro Misterioso – O Filho de Robin Hood” (1958) e encontrou dinossauros na Amazônia em “O Mundo Perdido” (1960), fantasia escrita e dirigida por Irwin Allen. O cineasta acabou fechando contrato com a 20th Century Fox Television para produzir séries sci-fi que mudaram a TV na década de 1960, como “Perdidos no Espaço”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”, e a primeira e mais bem-sucedida delas foi lançada em 1964. “Viagem ao Fundo do Mar” chegou à TV como uma produção dramática, em preto e branco, que explorava temas da Guerra Fria, acompanhando a tripulação de um submarino nuclear no futuro próximo – os anos 1980. A série era adaptação do filme homônimo de Allen, lançado em 1961. Hedison foi escalado como o capitão Lee Crane, comandante do submarino Seaview, em tramas que combinavam missões militares e mistérios submarinos, geralmente envolvendo temas de sci-fi. Mas, a partir da 2ª temporada, a série ganhou cores e os elementos fantásticos foram enfatizados, incluindo o monstro da semana e o apocalipse do mês. As mudanças refletiam o sucesso de “Perdidos no Espaço”, lançado em 1965, e aumentaram a audiência da atração, que ficou quatro anos no ar, até 1968, sem contar infinitas reprises. Seu próximo papel de destaque foi como Felix Slater em “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1975), estrelado por Roger Moore. Ele repetiria a participação como o espião americano da franquia em “007 – Permissão Para Matar” (1989), desta vez contracenando com Timothy Dalton no papel de James Bond. Na atual encarnação do personagem, Leiter é vivido por Jeffrey Wright (“Westworld”). Hedison também apareceu em inúmeras séries entre as décadas de 1970 e 1980, como “As Panteras”, “A Ilha da Fantasia”, “Supermáquina” e “O Barco do Amor”, e entrou no elenco de “The Colbys”, spin-off de “Dinastia” produzido por sua esposa, Bridget Hedison. Após um período afastado das telas, ainda retornou com destaque na novela “The Young and the Restless”, em 2003. Uma de suas filhas, Alexandra Hedison, é casada com a atriz Jodie Foster. “Mesmo em nossa profunda tristeza, somos consolados pela memória de nosso pai maravilhoso”, disseram Alexandra e Serena Hedison em um comunicado. “Ele nos amava muito e expressava esse amor todos os dias. Ele era adorado por muitos, que se beneficiavam de seu coração caloroso e generoso. Nosso pai levou alegria e humor a todos os projetos que participou e fez isso com grande estilo.”

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    Netlix renova O Escolhido para 2ª temporada

    23 de julho de 2019 /

    A Netflix anunciou a renovação da série nacional “O Escolhido”. Mas a maior surpresa é a rapidez com que a produção vai retornar ao streaming. Os novos episódios estão previstos para novembro. Não há explicações sobre o recorde de velocidade da produção. Mas como a 1ª temporada teve apenas seis episódios, é provável que a plataforma tenha produzido uma temporada inteira de 12 capítulos e dividido em duas partes. Isto é praxe na TV aberta, que chama a interrupção entre temporadas de midseason. De todo modo, os próximos episódios estão sendo chamados de 2ª temporada pela empresa de streaming. A primeira parte acompanhou três jovens médicos, que viajam a um vilarejo do Pantanal para vacinar seus moradores contra uma nova mutação do vírus Zika. Mas são mal-recebidos, com a justificativa de que lá ninguém fica doente. Eles acabam presos nessa comunidade cheia de segredos e cujos residentes são devotos de um líder misterioso, que tem o dom de curar doenças de forma sobrenatural. Segundo comunicado, na continuação a história “Lúcia e Enzo conseguem escapar de Aguazul, mas duas perguntas persistem: como o Escolhido é capaz de curar pessoas e o que aconteceu com Damião? Disposto a qualquer coisa para ter a glória que essa resposta pode trazer, Enzo obriga Lúcia a voltar ao vilarejo e reviver seus piores pesadelos. Ao mesmo tempo, o Escolhido se abre para o mundo, dando início ao que pode ser o fim de Aguazul ou um novo caminho para a humanidade”. A série é estrelada por Paloma Bernardi (“Os Parças”), Gutto Szuster (“Mulheres Alteradas”), Pedro Caetano (“O Diabo Mora Aqui”), Alli Willow (“Amorteamo”), Tuna Dwek (“O Segredo de Davi”), Mariano Mattos Martins (“A Primeira Missa”), Lourinelson Vladmir (“Carcereiros”) e Renan Tenca (“Mãe Só Há Uma”). Além deles, os próximos episódios também incluirão Giselle Itié (“Os Mercenários”), que teve sua participação anunciada por meio de um vídeo disponibilizado nas redes sociais. Veja abaixo. Vale lembrar que, apesar do elenco brasileiro, a produção é inspirada na série mexicana “Niño Santo”, criada por Pedro Peirano e Mauricio Katz, que foi adaptada pelo casal Raphael Draccon (roteirista de “Supermax”) e Carolina Munhóz (coautora do livro juvenil “O Reino das Vozes Que Não Se Calam” com a atriz Sophia Abrahão), radicados em Los Angeles. Feliz que os médicos finalmente vão ganhar ajuda em Aguazul. Pode vir, Gisele Itié, e traz a segunda temporada de O Escolhido contigo! pic.twitter.com/jszahBpSWF — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) July 22, 2019

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    Fear the Walking Dead: Cena da midseason incorpora estética “found footage”

    23 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou uma cena inédita de “Fear the Walking Dead”, atualmente em hiato de midseason. A prévia adota a estética de found footage de filmes como “A Bruxa de Blair”, “Entidade Paranormal”, “[Rec]” e até “Diário dos Mortos”, mostrando imagens captadas por câmeras manipuladas pelos personagens. Aparentemente, Al (Maggie Grace) convenceu Luciana (Danay Garcia) a ajudá-la a documentar as missões de salvamento do grupo. Os próximos capítulos vão continuar enfatizando o bom samaritanismo professado por Morgan (Lennie James), que mal chegou e já praticamente assumiu a liderança do grupo. Neste sentido, a série virou uma espécie de anti-“The Walking Dead” – especialmente na fase dos Salvadores. A série encerrou a primeira metade da 5ª temporada no domingo (21/7), com a exibição do capítulo intitulado “Is Anybody Out There?”, e voltará, após pequena pausa, a exibir os oito episódios finais a partir de 11 de agosto. Já renovada para a 6ª temporada, “Fear the Walking Dead” também é exibida no Brasil pelo canal AMC, com atraso de duas semanas em relação aos Estados Unidos.

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    The Magicians: Cena inédita da 5ª temporada aborda morte do protagonista

    23 de julho de 2019 /

    O canal pago Syfy divulgou a primeira cena da 5ª temporada de “The Magicians”, que introduz novo apocalipse iminente anunciado por um porco chauvinista – literalmente. Os diálogos suínos também abordam a reviravolta chocante do final da temporada passada, ao mencionar a morte do Protagonista com P maiúsculo, o personagem Quentin Coldwater (vivido por Jason Ralph), que foi o fio condutor da série do canal pago SyFy em suas primeiras temporadas. Se a trilogia literária de “Os Magos”, de Lev Grossman, em que a série se baseia, costuma ser considerada uma versão adulta de “Harry Potter”, a morte de Quentin seria o equivalente a matar Harry Potter e continuar a saga com Ron e Hermione. Pois é exatamente o que a série se propõe a fazer, decepcionando de cara um porcalhão. “The Magicians” acompanhava o jovem Quentin em sua jornada, ao entrar numa escola secreta de magia, onde passou a conhecer outros estudantes com poderes fantásticos, que se tornaram seus aliados valorosos em aventuras, claro, apocalípticas. Assim como Harry Potter, Quentin carregava a fama de ser “o escolhido”, sendo até chamado dessa forma algumas vezes. Além disso, era o personagem que sempre mantinha o grupo unido. O impacto da morte de Quentin foi tão grande que o fim da temporada funcionou quase como um fim da série. Mas “The Magicians” foi renovada para seu quinto ano. E deve abrir com um arco de luto para o grupo formado por Alice (Olivia Taylor Dudley), Julia (Stella Maeve) e Elliot (Hale Appleman), os personagens com quem Quentin tinha maior intimidade. Eles terão que aprender a viver sem o melhor amigo e amor de suas vidas. Mas a história vai continuar, avançando a trama para além dos livros originais, onde Quentin não morreu. Ainda sem data de estreia marcada, a 5ª temporada será exibida apenas em 2020. A série também faz parte da programação do canal pago Syfy no Brasil.

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