Kidding: Série estrelada por Jim Carrey é cancelada após duas temporadas
O canal pago americano Showtime anunciou o cancelamento de “Kidding”, série estrelada pelo comediante Jim Carrey (“Sonic: O Filme”), após duas temporadas. A ironia é que a série vinha ganhando cada vez mais público e repercussão. Após uma 1ª temporada com 77% de aprovação no Rotten Tomatoes e uma média baixíssima de 243 mil telespectadores ao vivo nos EUA, o segundo ano atingiu 100% de críticas positivas e viu seu público quadruplicar, atingindo 834 mil telespectadores. Além disso, o último episódio, exibido em março passado, registrou a maior audiência da atração, visto por 1,2 milhões ao vivo. O episódio também deixou a porta aberta para a 3ª temporada, que não será produzida. “Depois de duas temporadas, ‘Kidding’ concluiu sua exibição no Showtime”, informou o canal em comunicado, sem maiores explicações, seguindo com os agradecimentos de praxe. “Estamos muito orgulhosos por exibir essa série imaginativa, aclamada pela crítica e recompensadora, e gostaríamos de agradecer a Jim Carrey, Dave Holstein, Michael Aguilar, Michel Gondry e todo o elenco e equipe por seu trabalho brilhante e incansável”, concluiu o texto. “Kidding” trazia Jim Carrey de volta à TV, mais de duas décadas após estrelar o humorístico “In Living Color” entre 1990 e 1994. Criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here”, a série trazia o astro do humor como um comediante chamado Jeff, mais conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representava uma marca bilionária de licenciamentos. Mas seu futuro era posto em cheque quando um acidente o fez passar por uma crise. O visual surreal, que combinava fantoches e humor negro, era resultado do reencontro de Carrey com o diretor francês Michel Gondry, responsável por um de seus filmes mais cultuados, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” – vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Gondry assinou a produção e a direção da maioria dos episódios, o que conferia à série uma aparência de fábula, bem ao estilo de seus filmes, em que os limites da fantasia e da realidade parecem se confundir. Além de Carrey, o ótimo elenco de “Kidding” também incluía Judy Greer (“Homem-Formiga”), Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como a mulher do protagonista, o produtor de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. Vale destacar que a 2ª temporada também contou com participação especial da cantora Ariana Grande, que é fã confessa de Carrey. A atração só chegou no Brasil no mês passado, com lançamento pela plataforma de streaming Globoplay.
Criadores de Glee vão bancar universidade do filho de Naya Rivera
Um dia após a confirmação da morte de Naya Rivera, os criadores da série que a consagrou compartilharam memórias e elogiaram seu grande talento. Mas como podiam fazer mais que isso, Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan, cocriadores de “Glee”, anunciaram a criação de um fundo para bancar a educação universitária do filho da atriz, Josey, atualmente com quatro anos de idade. “Naya era mais do que apenas uma atriz em nosso programa – ela era nossa amiga”, disseram os produtores numa declaração conjunta. O corpo da atriz foi encontrado na segunda (13/7) no lago Piru, na Califórnia (EUA), após ser dada como desaparecida desde a última quarta-feira (8/7). Ela se afogou durante um passeio de barco com seu filho, Josey. Os dois estavam nadando no lago e, segundo apurou a investigação, ela usou seu último fôlego para colocar o filho no barco, antes de desaparecer debaixo d’água, puxada pela correnteza. Joey é fruto do casamento de quatro anos da atriz com o ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”). O casal estava divorciado desde junho de 2018. Além de garantir a educação do menino, atualmente sob os cuidados do pai, os criadores de “Glee” divulgaram para a imprensa um depoimento emocionado com lembranças da atriz. Leia a íntegra de suas declarações abaixo. “Estamos com o coração partido pela perda de nossa amiga Naya Rivera. Naya não era uma integrante fixa da série quando lançamos ‘Glee’. Ela não tinha mais do que algumas linhas no piloto. Mas não demorou mais do que um episódio ou dois para percebermos que tivemos a sorte de encontrar uma das estrelas mais talentosas e especiais com as quais teríamos o prazer de trabalhar. Naya sabia atuar, podia dançar e podia cantar (e como podia cantar!). Era capaz de fazer piadas, além de dilacerar numa cena emocional. Ela podia ser assustadoramente forte e profundamente vulnerável com grande facilidade. Era uma alegria escrever para ela, uma alegria dirigi-la e uma alegria estar perto dela. Naya é responsável por inúmeras apresentações musicais icônicas de ‘Glee’ – o mash up de Adele, ‘Valerie’, ‘Songbird’ -, mas seu maior legado na série é provavelmente o humor e a humanidade que ela trouxe para o relacionamento de Santana com sua melhor amiga e eventual namorada/esposa Brittany (interpretada por Heather Morris). Foi uma das primeiras vezes que um relacionamento abertamente lésbico no ensino médio foi visto na televisão e Naya entendeu o que “Brittana” significava para as muitas jovens que estavam se vendo representadas na televisão pela primeira vez. Naya sempre se certificou de que o amor de Santana pela Brittany fosse expresso com dignidade, força e com intenções puras. Naya sempre se emocionava com as meninas que a procuravam para dizer o quanto o amor de Santana e Brittany as afetava. O respeito que Naya sentia por eles – e por todos os seus fãs – era óbvia. Ela tinha a rara combinação de humildade e confiança sem fim em seu talento. Naya era uma verdadeira profissional. Chegava sempre na hora certa, sempre decorava suas falas (o que não era fácil, considerando os trechos gigantes de diálogo que muitas vezes demos pra ela), sempre deixava todo mundo rindo no set. Ela era calorosa, carinhosa e ferozmente protetora do resto do elenco. Ela era forte e exigente. Ela era divertida. Ela foi gentil. Ela foi generosa. Houve altos e baixos durante os anos maravilhosos e estressantes que passamos fazendo ‘Glee’. Discordamos, brigamos, fizemos as pazes, depois brigamos um pouco mais e fizemos as pazes novamente. O tipo de coisa que acontece em uma família. Naya era mais do que apenas uma atriz no nosso programa – ela era nossa amiga. Nosso coração está voltado para a família dela, especialmente sua mãe, Yolanda, que era uma grande parte da família ‘Glee’ e seu filho Josey. Atualmente, nós três estamos no processo de criar um fundo de faculdade para o lindo filho que Naya amava acima de tudo”. Assinam o texto os produtores Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan.
Expresso do Amanhã: Teaser da 2ª temporada revela participação de Sean Bean
O canal pago americano TNT divulgou o teaser da 2ª temporada de “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer), que é disponibilizada no Brasil pela Netflix. A série encerrou seu primeiro ano de produção no domingo nos EUA (e na segunda no Brasil) com uma grande surpresa. O teaser aprofunda a reviravolta ao revelar a inclusão de Sean Bean (“Game of Thrones”) no elenco, no papel do mítico Sr. Wilford. Muito mencionado na 1ª temporada, o construtor do trem gigantesco em que viajam os últimos sobreviventes da humanidade era tido como morto, mas o último episódio trouxe uma reviravolta, com a descoberta de um segundo trem furador de neve comandado pelo gênio tecnológico, numa situação de confronto que ameaça a autonomia recém-conquistada dos passageiros. Os novos episódios de “Expresso do Amanhã” ainda não têm previsão de estreia, mas a produção da 2ª temporada já estava em andamento. Isto porque a renovação foi anunciada há mais de um ano, em maio de 2019, pelo canal TNT, que financia a série. A antecipação aconteceu devido a problemas de bastidores, que acabaram atrasando muito a estreia da atração. Um dos motivos foi o desentendimento do criador Josh Friedman (“O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”) com os executivos da emissora sobre os rumos da trama, após gravar o piloto com o cineasta Scott Derrickson (“Doutor Estranho”). O produtor acabou substituído por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”) e com isso o capítulo inicial precisou ser reescrito e inteiramente refeito – por outro diretor, James Hawes, de “Black Mirror”. E só depois de muitas discussões, os demais episódios começaram a ser gravados. Para não perder o elenco em meio à demora da exibição, graças a um possível vencimento de seus contratos antes mesmo da estreia, a TNT encomendou rapidamente novos episódios, estendendo os vínculos com a garantia da continuidade. “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco os atores Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”). A 1ª temporada teve média de 1,2 milhão de telespectadores ao vivo nos EUA.
Emily in Paris: Netflix anuncia série romântica estrelada por Lily Collins
A Netflix anunciou nesta segunda (13/7) a aquisição da série “Emily in Paris”, que será lançada na plataforma ainda em 2020. O anúncio foi acompanhado das primeiras imagens da atração. A série da ViacomCBS foi originalmente produzida para o canal pago americano Paramount, mas acabou negociada com a plataforma e não será mais vista na TV. Seus episódios agora serão exclusivos do serviço de streaming. Desenvolvida por Darren Star, o criador das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Sex and the City”, além da mais recente “Younger”, “Emily in Paris” é uma comédia romântica estrelada por Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), a filha do cantor Phil Collins. Ao longo de 10 episódios, a produção vai acompanhar Emily, uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris, depois que a empresa americana em que trabalha compra uma agência francesa. Com a tarefa de comandar as estratégias de redes sociais da empresa, Emily parte para a França, onde pretende viver incríveis aventuras e superar desafios, enquanto lida com seus novos colegas, faz novos amigos e, claro, inicia novos romances. O elenco da atração também inclui os atores Ashley Park (“Crônicas de San Francisco”), Lucas Bravo (“La Crème de la Crème”), Samuel Arnold (“National Theatre Live: Antony & Cleopatra”), Camille Razat (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”), Bruno Gouery (“50 São os Novos 30”), Kate Walsh (“13 Reasons Why”), William Abadie (“Homeland”) e os veteranos Arnaud Viard (“Graças a Deus”) e Philippine Leroy Beaulieu (“Vatel, um Banquete para o Rei”).
Série derivada de Power ganha primeiro trailer e pôster
O canal pago americano Starz divulgou o pôster e o trailer de “Power Book II: Ghost”, série derivada de “Power”, maior sucesso da emissora, que acabou após seis temporadas em fevereiro passado. O derivado será lançado em setembro e começará sua história dias após os eventos que encerraram “Power”. A nova produção irá acompanhar Tariq St. Patrick (Michael Rainey Jr.), enquanto ele lida com sua nova vida, as consequências de seus atos e a dificuldade de se tornar digno do legado de seu pai (Omari Hardwick), o Ghost do título, protagonista de “Power”. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe (Naturi Naughton) da prisão. Além dos personagens conhecidos, a nova serie traz em seu elenco a cantora e atriz Mary J. Blige (indicada ao Oscar por “Mudbound”) e o rapper Method Man (“The Deuce”). “Power Book II: Ghost” será lançada no Brasil pelo aplicativo Starzplay no mesmo dia da estreia nos EUA: 6 de setembro.
Cursed: Fantasia medieval de Frank Miller ganha vídeo de bastidores
A Netflix divulgou um novo vídeo legendado de “Cursed: A Lenda do Lago”, série de fantasia medieval criada por Frank Miller (o autor dos quadrinhos de “300”, “Cavaleiro das Trevas” e “Sin City”). O vídeo traz o elenco central, encabeçado por Katherine Langford (a Hannah de “13 Reasons Why”), comentando a produção, em meio a imagens dos bastidores. Baseada no romance ilustrado homônimo de autoria de Miller e Tom Wheeler (roteirista da animação “O Gato de Botas”), a série propõe uma revisão radical da conhecida lenda do Rei Arthur, por meio de uma reinvenção de Nimue, vivida por Langford. Na trama, a personagem também chamada de Dama do Lago aparece como guardiã da espada mágica Excalibur, e é ajudada pelo jovem Arthur em sua missão para encontrar o mago Merlin e salvar a magia. Ao longo dessa jornada, eles se tornam símbolos de coragem e rebelião contra os terríveis paladinos vermelhos do Rei Uther. O elenco também destaca Gustaf Skarsgård (o Floki de “Vikings”) como Merlin e Devon Terrell (Barack Obama no drama indie “Barry”) no papel de Arthur, além de Daniel Sharman (“The Originals”), Peter Mullan (“Westworld”), Sebastian Armesto (“Amor e Tulipas”), Billy Jenkins (“Humans”), Lily Newmark (“Han Solo”) e Catherine Walker (“Versailles”). Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia na sexta-feira (17/7) em streaming.
Disney+ vai lançar série derivada de Star Wars: A Guerra dos Clones
A plataforma Disney+ (Disney Plus) anunciou nesta segunda (13/7) a produção de mais uma série derivada do universo de “Star Wars”. Trata-se de uma nova atração animada, que deve estrear em 2021. Intitulada “Star Wars: The Bad Batch”, a série é um spin-off de “Star Wars: A Guerra dos Clones” (Star Wars: The Clone Wars), que foi resgatada no ano passado para uma temporada final na Disney+ (Disney Plus) – após ser tirada do ar do Cartoon Network pela própria Disney. A nova atração vai seguir clones “defeituosos”, que foram introduzidos originalmente na trama da Guerra dos Clones e formaram a Força Clone 99. A “bad batch” se diferencia dos outros clones por conta de falhas no processo de clonagem, que concederam a cada um deles uma habilidade excepcional. Após o fim da Guerra dos Clones, eles se tornam mercenários em busca de um novo propósito. O produtor-roteirista Dave Filoni, responsável por “Star Wars: A Guerra dos Clones”, também é o showrunner da nova série, que foi desenvolvida pela roteirista Jennifer Corbett (“Star Wars Resistance”) e conta com Brad Rau (“Star Wars Rebels”) como diretor principal. “Dar aos fãs o capítulo final de ‘Star Wars: The Clone Wars’ na Disney+ (Disney Plus) foi uma honra, e ficamos muito felizes com a resposta global ao desfecho dessa série histórica”, disse Agnes Chu, vice-presidente sênior de conteúdo da Disney +. “Mas se a ‘Guerra dos Clones’ chegou à sua conclusão, nossa parceria com os inovadores contadores de histórias e artistas da Lucasfilm Animation está apenas começando. Estamos entusiasmados para dar vida à nova visão de Dave Filoni para as próximas aventuras do Bad Batch”. Junto com o anúncio, a Disney divulgou o logotipo da nova produção. Veja abaixo.
Naya Rivera (1987 – 2020)
A atriz e cantora Naya Rivera, que chegou ao estrelato na série musical “Glee”, morreu com apenas 33 anos de idade. Seu corpo foi recuperado no lago Piru, na Califórnia, na manhã desta segunda-feira (13/7), cinco dias depois dela ser declarada desaparecida. As autoridades de Ventura mobilizaram mais de 50 profissionais, juntamente com um helicóptero e mergulhadores, no esforço de encontrar Rivera, que alugou um barco em 8 de julho para nadar no lago com seu filho de quatro anos, Josey. Poucas horas depois, o garoto foi encontrado sozinho no barco, sem sinal de Rivera. O desaparecimento mobilizou o elenco de “Glee”, com muitos atores se deslocando até o local para prestar apoio à família da atriz e também se despedir da amiga. Apesar de jovem, a californiana Rivera teve uma carreira de quase duas décadas. Ela estreou na TV com somente quatro anos de idade, no elenco fixo da sitcom “The Royal Family”, lançada em 1991 na rede americana CBS. Ainda criança, chegou a aparecer em episódios de “Um Maluco do Pedaço” (The Prince of Bel-Air), ao lado de Will Smith, “S.O.S. Malibu” (Baywatch), e nas sitcoms “Family Matters”, “Gênio do Barulho” (Smart Guy) e “Mano a Mana” (Even Stevens), antes de ser escalada em papel recorrente na série “Bernie Mac, Um Tio da Pesada” (The Bernie Mac Show) com 15 anos. Ela ainda foi vista em “Girlfriends” e “CSI: Miami” antes de ser escalada para o papel que mudou sua vida. Naya Rivera tinha 22 anos quando passou nos testes para viver Santana Lopez em “Glee”, comédia musical adolescente lançada em 2009 na rede Fox. A série se tornou um fenômeno de audiência, catapultando a carreira de seu criador, Ryan Murphy, e transformando seu elenco então desconhecido em estrelas da TV. A princípio coadjuvante, Rivera vivia uma cheerleader malvadinha que entrou no coral da escola para sabotá-lo. Mas os roteiristas não demoraram a explorar o talento da atriz, que foi promovida a protagonista na 2ª temporada e, nesse processo, transformou-se numa das personagens de arco mais complexo da série. Enquanto muitos intérpretes do piloto se formaram na trama e deram espaço para novos alunos da William McKinley High School, Santana evoluiu de simples rival da boazinha Rachel (Lea Michele) para obter destaque até o capítulo final, exibido em 2015, após seis temporadas. Não foi apenas o amor pela música que marcou a personagem da atriz, que contribuiu com muitas canções para a trilha sonora da série – um sucesso nas paradas digitais. O final de “Glee” também destacou seu casamento com a antiga colega cheerleader Brittany, interpretada por Heather Morris. A união foi celebrada como um dos primeiros casamentos LGBTQIA+ entre personagens televisivos – e foi um casamento duplo, ainda por cima, pois Kurt (Chris Colfer) e Blaine (Darren Criss) foram inspirados pelas amigas a se juntarem em matrimônio. Na vida real, Rivera tinha se casado com o também ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”) um ano antes. O casal teve um filho, Josey, mas não foi um relacionamento tranquilo, que finalizou com um divórcio em junho de 2018, após quase quatro anos. Depois de “Glee”, Rivera ainda apareceu de forma recorrente em “Devious Maids” (em 2015) e estrelou a comédia “Loucuras em Família” (2017), com Charlie Sheen. Atualmente, fazia parte do elenco fixo de outra série musical, “Step Up: High Water”, derivada da franquia cinematográfica “Ela Dança, Eu Danço” e renovada para sua 3ª temporada. Ela contou a maior parte dessa história com suas próprias palavras, num livro de memórias lançado em 2016 – “Sorry Not Sorry: Dreams, Mistakes, and Growing Up”. “Seu brilho e humor foram incomparáveis”, escreveu o colega de “Glee” Chris Colfer, o Kurt, no Instagram. “Sua beleza e talento eram de outro mundo. Ela enfrentava o sistema com equilíbrio e destemor. E era capaz de transformar um dia ruim em um dia ótimo com uma única observação.” A morte de Rivera foi a terceira fatalidade envolvendo o elenco de “Glee”. Em julho de 2013, Cory Monteith, que interpretou Finn Hudson no fenômeno da Fox, morreu de overdose acidental de drogas depois de tomar uma combinação letal de heroína e álcool. Três anos depois, Mark Salling, o Puck, suicidou-se após ser condenado por posse de pornografia infantil.
Hanna é renovada para 3ª temporada na Amazon
A Amazon anunciou a encomenda da 3ª temporada de “Hanna”, série de ação baseada no filme homônimo de 2011, que contou com Saoirse Ronan no papel-título. A renovação aconteceu 10 dias após a estreia do segundo ano da produção (em 3 de julho). Desenvolvida por David Farr, roteirista do filme original, a série contou toda a história vista no cinema em sua temporada inaugural e agora expande a aventura da protagonista, uma espécie de “Jason Bourne” mirim, vivida na atração pela jovem Esmé Creed-Miles (“Dark River”). Adolescente treinada desde criança para ser uma assassina, Hanna se livra do condicionamento ao confrontar a verdade sobre sua origem e, na 2ª temporada, dedica-se a libertar outras meninas que passam pelo mesmo experimento. A 1ª temporada voltou a reunir Joel Kinnaman e Mireille Einos após a elogiada série “The Killing”, respectivamente nos papéis de Erik, o pai-treinador de Hanna, e da agente Marissa, alvo da primeira missão mortal da menina. E Dermot Mulroney (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”) apareceu como um novo antagonista na temporada mais recente. O elenco ainda conta com Anthony Welsh (“Fleabag”) e Yasmin Monet Prince (“Dark Heart”). “Estou absolutamente emocionado por poder dar a Hanna uma 3ª temporada”, disse Farr, em comunicado. “Quando partimos nessa jornada, eu tinha em mente um drama que escavaria o passado de Hanna, a desafiaria de maneiras inteiramente novas e responderia à pergunta: ela poderá se integrar na sociedade? Sou verdadeiramente grato à Amazon e à NBCU por podermos continuar com essa visão. Também sou profundamente grato a Esmé Creed-Miles e a Mireille Enos por seu contínuo compromisso e enorme talento ao levar Hanna e Marissa a um terreno novo e inexplorado. Será um terceiro ato emocionante.” “David continua apresentando uma série elevada e cheia de ação, com reviravoltas que você não espera e personagens com quem realmente se importa”, disse Vernon Sanders, co-chefe de televisão da Amazon Studios. “Estamos muito empolgados em colaborar com a NBCUniversal para trazer aos nossos assinantes do Prime Video ao redor do mundo outra temporada de aventuras com ‘Hanna’.”
Lucifer ameaça virar Supernatural no trailer da 5ª temporada
A Netflix divulgou o trailer legendado da muito postergada 5ª temporada de “Lucifer”. E, após tanta espera, a prévia mostra que a série volta com um enredo de “Supernatural”. Após o final dramático da 4ª temporada, em que Lucifer é enviado de volta ao inferno, o vídeo mostra que o protagonista reaparece ligeiramente diferente nos novos episódios. Num grande spoiler, é revelado que, na verdade, o ator Tom Ellis assumiu novo papel. Na trama, o “irmão gêmeo” de Lucifer resolveu tomar seu lugar na Terra, fingindo ser o diabo. E este falso Lucifer é ninguém menos que Michael, também conhecido como Dean Winchester, ops, como o arcanjo Miguel no Brasil. Com isso, quem esperava ver detalhes da nova estadia de Lucifer no inferno recebe mais um lembrete de que a série não tem nada a ver com os quadrinhos da Vertigo/DC em que supostamente se baseia. Como spoiler pouco é bobagem, o trailer ainda mostra a volta do verdadeiro Lucifer e a luta dos gêmeos, dobrando a quantidade de Tom Ellis nas telas. A estreia está marcada para 21 de agosto, mas o vídeo não informa quantos episódios serão disponibilizados. Originalmente, a 5ª temporada teria 10 episódios, como a anterior, mas a Netflix decidiu estender o total para 16, visando permitir aos produtores encerrar a trama de forma apropriada. A partir daí, a ideia era dividir a temporada ao meio, com o lançamento dos primeiros 8 capítulos em maio. Mas nada disso aconteceu. Nem os primeiros capítulos foram lançados em maio nem “Lúcifer” vai acabar no final da temporada. A série já foi renovada para mais um ano, que novamente está sendo anunciado como seu final.
Raymundo Capetillo (1945 – 2020)
O ator mexicano Raymundo Capetillo morreu na madrugada desta segunda (13/7), aos 76 anos. Ele foi diagnosticado com covid-19 e estava internado desde o dia 4 de julho, segundo a Andi (Associação Nacional de Atores do México). Capetillo era conhecido por seus papéis em novelas, como “A Rosa dos Milagres”, transmitida pelo SBT, e “Marisol”, que ganhou uma versão brasileira, também no SBT. Mas iniciou sua carreira no cinema, numa participação em “El Despertar del Lobo” (1970), comédia de um especialista em terror, René Cardona Jr. Na verdade, fez vários filmes nos anos 1970, incluindo um capítulo de 1975 da saga de Santo (“Santo en Anónimo Mortal”), o lendário astro mascarado de lucha libre que enfrentava criminosos e criaturas das trevas. Ao assinar contrato com a Televisa em 1977, acabou se especializando em telenovelas. Ele estrelou vários sucessos do gênero, como “Viviana” (1978) “Aprendiendo a Amar” (1980), “A Fera” (1983), “Victoria” (1985), “Rosa Selvagem” (1987), “Marisol” (1996), “Manancial” (2001), “Barrera de Amor” (2005) e “A Rosa dos Milagres” (2008). Seus trabalhos mais recentes incluem participações nas séries “Mulheres Assassinas” (2008-2010) e “Como Dice el Dicho” (2012-2020). “Com a alma destroçada, recebo a notícia de que meu amado amigo de toda a vida acaba de partir. Ele começou seu voo de volta para a casa do senhor. Descanse em paz, vou sentir sua falta, meu amigo”, escreveu a amiga e atriz Laura Zapata (“A Intrusa”), que estrelou “Rosa Selvagem” com Capetillo.
P-Valley: Starzplay estreia série dramática sobre strippers
O Starzplay, serviço premium de streaming internacional do canal pago Starz, lança neste domingo (12/7) no Brasil a nova série original “P-Valley”. Trata-se de um lançamento simultâneo com os EUA, mostrando a evolução da plataforma no país. “P-Valley” é uma série sobre strippers negras concebida, escrita, produzida e dirigida por mulheres negras. A série se passa num clube barato de strip-tease do interior do Mississippi e acompanha os sonhos e desilusões de um grupo de funcionárias do local, que atende principalmente homens negros de baixo poder aquisitivo. A produção foi desenvolvida por Katori Hall, que faz sua estreia como produtora-roteirista televisiva. Ela é autora da peça “Pussy Valley”, em que a série se baseia. O primeiro episódio tem direção de Karena Evans, que comandou vários clipes do rapper Drake – “In My Feelings”, “Nice for What”, “God’s Plan”, etc. Já o elenco destaca Brandee Evans (“The Bobby Brown Story”), Nicco Annan (“This is Us”), Shannon Thornton (“Power”), Elarica Johnson (“Harry Potter e o Enigma do Príncipe”), Skyler Joy (“Ma”), J. Alphonse Nicholson (“Chicago P.D.”), Parker Sawyers (“Southside with You”), Harriet D. Foy (“Elementary”), Tyler Lepley (“The Haves and the Have Nots”) e Dan J. Johnson (“Underemployed”). Veja o trailer legendado abaixo.
Nova série animada de Star Trek ganha primeiro trailer
A plataforma CBS All Access divulgou o primeiro trailer da série animada “Star Trek: Lower Decks”, que revela os personagens e o tom de humor da nova série animada passada no universo trekker. Criada por Mike McMahan, roteirista de “Rick and Morty”, a atração vai explorar a vida dos oficiais menos importantes da Federação, que realizam trabalhos sem glamour nas espaçonaves menos prestigiadas da saga. “Lower Decks” será a segunda série animada da história de “Star Trek”. A primeira, “Jornada nas Estrelas: A Série Animada” foi ao ar entre 1973 e 1974 e era escrita por alguns dos roteiristas da série original dos anos 1960, além de trazer o elenco clássico em sua dublagem. Desta vez, porém, o tom é completamente diferente, enfatizando o humor. Com isso, a produção também será a primeira comédia oficial do universo trekker. A série tira seu título de um dos episódios mais elogiados de “Star Trek: A Nova Geração”. “Lower Decks” foi ao ar na 7ª temporada da série e mostrou uma missão da nave Enterprise pelos olhos dos oficiais em treinamento, todos buscando uma promoção. A premissa agradou tanto que foram encomendadas, de cara, duas temporadas da série. “Star Trek: Lower Decks” vai se juntar a “Star Trek: Discovery”, “Short Treks” e “Star Trek: Picard” na programação da CBS All Access – e há mais duas produções em desenvolvimento derivadas desse universo em constante expansão. Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 6 de agosto nos EUA. A CBS All Access ainda não está disponível no Brasil, mas suas séries têm chegado ao país pela Netflix e Amazon.












