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    Netflix elogia desempenho da Disney+ e celebra nova rivalidade

    20 de janeiro de 2021 /

    Além de celebrar uma marca histórica de assinantes mundiais, o ponto alto da apresentação de terça (20/1) da Netflix para investidores do mercado americano foi o reconhecimento da competição da Disney+ (Disney Plus). Apesar do avanço internacional da plataforma da Disney, a Netflix adicionou 8,5 milhões de assinantes no último trimestre e 37 milhões em 2020, bem acima das previsões, e com isso chegou a 203,7 milhões de assinantes mundiais. Ao mesmo tempo, a Disney+ atingiu 86,8 milhões, um crescimento recorde em apenas 14 meses, considerando seu lançamento em novembro de 2019. “É superimpressionante o que a Disney fez”, disse o fundador e co-CEO da Netflix, Reed Hastings, durante a apresentação. “E isso é ótimo. Mostra que os assinantes estão interessados ​​e dispostos a pagar mais por mais conteúdo porque estão famintos por ótimas histórias. E a Disney tem ótimas histórias”, continuou. “Isso nos deixa entusiasmados para aumentar nossas assinaturas, aumentar nosso orçamento de conteúdo e será ótimo para o mundo ver a Disney e a Netflix competirem série a série e filme a filme. Estamos muito entusiasmados em alcançá-los na área de animação infantil – talvez eventualmente até ultrapassá-los, veremos, temos um longo caminho a percorrer só para chegar onde eles estão – e manter nossa liderança no entretenimento geral, o que é muito estimulante”. Hastings citou um exemplo de sua liderança, ao destacar o desempenho da série estreante “Bridgerton”, “que eu não acho que você vai ver na Disney tão cedo”. A referência de Hastings a “Bridgerton” tem vários sentidos. A série tem cenas de sexo, que a Disney+ não permitiria, e foi criada pela empresa da produtora Shonda Rhimes, que deixou a ABC, rede televisiva de propriedade da Disney, onde lançou “Grey’s Anatomy” e outras séries, em troca de um contrato milionário com a Netflix. Primeiro programa desse acordo, “Bridgerton” teria sido assistido por 63 milhões de famílias nos primeiros 28 dias, classificando-se como o 5º maior lançamento de série original da Netflix em todos os tempos. Vale apenas reparar que os números do público de “Bridgerton” são projeções – a série ainda não completou 28 dias no ar – e a Netflix considera que uma família inteira viu uma temporada completa de série se algum morador da casa assinante der play por dois minutos num episódio.

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    Euphoria: Segundo especial da série ganha trailer centrado em Jules

    20 de janeiro de 2021 /

    A HBO divulgou o trailer do segundo episódio especial da série “Euphoria”. Com cenas de flashback e delírio, a prévia é focado na personagem Jules, da atriz Hunter Schafer, após se separar de Rue (Zendaya) no final da 1ª temporada da série. Intitulado “F*ck Anyone Who’s Not A Sea Blob”, o capítulo estendido se passa durante o feriado do fim de ano, enquanto ela reflete sobre tudo o que lhe aconteceu. Além de atuar, Schafer é creditada como co-produtora executiva e co-roteirista do capítulo, em parceria com Sam Levinson, criador da série. A produção também complementa a história de “Trouble Don’t Last Always”, o primeiro especial, que seguiu Rue (Zendaya) durante o mesmo fim de semana. Ambos os episódios especiais foram gravados observando as diretrizes de precaução contra a covid-19 e contam com poucos coadjuvantes. “F*ck Anyone Who’s Not A Sea Blob” irá ao ar no domingo (24/1) na HBO e, como aconteceu com o especial de Rue, deverá ser disponibilizado um pouco antes pela HBO Go.

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    Titãs: Atriz deficiente viverá Barbara Gordon na nova temporada

    19 de janeiro de 2021 /

    A produção da série “Titãs” oficializou a intérprete de Barbara Gordon, a Batgirl original, nos episódios da 3ª temporada da atração, que agora será exibida na plataforma HBO Max. Em uma postagem em seu Instagram, a atriz e cantora Savannah Welch finalmente pôde se dizer “honrada” por ter sido escolhida para viver a personagem icônica. Em 15 anos de carreira, ela já apareceu em filmes como “A Árvore da Vida” (2011) e “Boyhood: Da Infância à Juventude” (2014), além da série “Six” (em 2018), mas o papel será seu maior trabalho, além de representar uma segunda chance em sua carreira. Um detalhe da escalação de Welch sugere a forma como Barbara será retratada. A atriz sofreu um acidente em 2016 e precisou amputar uma das pernas, o que interrompeu sua ascensão. Nos quadrinhos, Barbara teve uma longa fase como cadeirante. Ela chegou a aposentar o uniforme de Batgirl quando se viu confinada em uma cadeira de rodas após um ataque do Coringa. Mas superou a restrição especializando-se em informática e virando a Oráculo, fonte de informações cruciais para Batman, além de formar seu próprio grupo de vigilantes femininas, as Aves de Rapina, transformando Canário Negro e Caçadora em suas “pernas”. Welch começou a treinar para lutar numa cadeira de rodas em novembro passado. Sem revelar qual era o trabalho, ela postou um vídeo de seus ensaios com bastão no Instagram, comentando: “Sempre sonhei em treinar para cenas de ação quando tinha as duas pernas, mas em mais de 15 anos de atuação, nunca tive a chance… até agora. Acontece que ‘corpo capaz’ é um termo que podemos redefinir como acharmos adequado”. Veja abaixo. Apesar de registrar a fase cadeirante, a série vai mostrar um desenvolvimento diferente para a personagem. A filha do Comissário Gordon aparecerá no antigo posto do pai, comandando o Departamento de Polícia de Gotham City. Já outra característica importante da evolução da personagem nos quadrinhos foi mantida. A nova versão televisiva de Barbara teve, no passado, um relacionamento amoroso com Dick Grayson (Brenton Thwaites), o Robin/Asa Noturna, que deve gerar faíscas quando os dois se reencontrarem na nova temporada. Este relacionamento existiu nos quadrinhos e os dois até hoje esquentam o clima quando se encontram nas publicações da DC Comics. Savannah Welch será a quarta intérprete de Barbara Gordon nas telas. A personagem surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Yvonne Craig não só foi a primeira intérprete como também modelo físico para a heroína, que foi integrada aos quadrinhos simultaneamente à sua estreia na série. Apesar de ter se tornado uma das mais populares heroínas da DC Comics, ela só voltou a ganhar carne e osso 30 anos depois, quando Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). Finalmente, em 2002, a versão Oráculo de Barbara Gordon estreou na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer. A 3ª temporada de “Titãs” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Savannah Rose Welch (@savannahwelch) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Savannah Rose Welch (@savannahwelch)

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    Vida de Frida Kahlo vai virar minissérie

    19 de janeiro de 2021 /

    A CIC Media anunciou a produção de uma minissérie dramática sobre a vida de Frida Kahlo, artista plástica mexicana que teve um impacto significativo na mundo das artes, no feminismo e na cultura latina como um todo. A dupla formada por Joel Novoa e Marilu Godinez foi contratada para escrever a trama. Novoa é mais conhecido como diretor de filmes B mal-avaliados, além de ter comandado episódios da série “Arrow”, enquanto Godinez é assistente de fotografia, com a série documental “American Playboy: The Hugh Hefner Story” em sua filmografia. Os dois trabalharam juntos no terror trash “A Babá”. Em comunicado, Novoa e Godinez disseram que estão desenvolvendo uma “série de alto conceito”. “A ideia é falar sobre o que os livros não falam”, disse a dupla de roteiristas em texto conjunto. “O subtexto por trás de cada pintura, a riqueza do século 20 do México e a revolução. Temas que são incrivelmente relevantes neste momento sem precedentes. ” A atração teve a benção da Frida Kahlo Corporation, que cuida dos direitos da pintora. “Trabalhar com a corporação Frida Kahlo tem sido fenomenal, nos deu a bênção final para desenvolver o que podemos chamar de a única série oficial sobre a artista icônica”, explicou Marlon Quintero, diretor administrativo e líder de projeto da CIC Media. “Atualmente, estamos desenvolvendo e escrevendo a base da série e esperamos estar prontos para apresentar o projeto nas próximas semanas. Joel e Marilu estão fazendo um trabalho excelente”, ele ainda acrescentou. A expectativa da equipe é iniciar a produção da série no segundo semestre de 2021, após fechar uma parceria financeira. A apresentação do projeto ao mercado está prevista para ocorrer em fevereiro, mas um estúdio já teria manifestado interesse antecipado, segundo o site Deadline. A produção será a segunda adaptação para as telas da vida de Frida Kahlo. Em 2002, a cineasta Julie Taymor dirigiu o filme “Frida”, trazendo Salma Hayek no papel-título. A estrela mexicana também co-produziu o filme, que recebeu seis indicações ao Oscar, vencendo as categorias de Melhor Maquiagem e Melhor Trilha Sonora Original. Mais recentemente, Frida Kahlo foi retratada na animação “Viva: A Vida é uma Festa (2017)”, produção da Disney/Pixar vencedora do Oscar.

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    Nova versão de Galera do Barulho é renovada para 2ª temporada

    19 de janeiro de 2021 /

    A plataforma Peacock renovou o revival de “Galera do Barulho” (Saved by the Bell), série adolescente imensamente popular dos anos 1990, que ganhou continuação em streaming focada nos filhos dos personagens originais – mais ou menos como aconteceu com “Fuller House”, na Netflix. Produção da Universal TV, a nova “Saved by the Bell” (título original) foi lançada em 25 de novembro nos EUA. “Estou emocionada pela renovação de ‘Saved by the Bell’. Fiquei maravilhada com todo o amor gerado pelo programa e mal posso esperar para voltar e fazer mais episódios”, disse a roteirista e produtora executiva Tracey Wigfield em comunicado. “Espero poder continuar na Peacock por muito mais temporadas e, então, em 30 anos, talvez alguém reviva nosso reboot e invente o ‘threeboot’”, acrescentou. A nova versão da série clássica é o programa mais assistido do novo serviço de streaming da NBCUniversal, ainda inédito no Brasil. Também foi a segunda série original da plataforma a receber encomenda de novos episódios. Antes dela, “AP Bio”, que foi transplantada da rede NBC, teve sua 4ª temporada confirmada no serviço de streaming. O revival traz de volta Mark-Paul Gosselaar, Mario Lopez, Elizabeth Berkley e Tiffani Thiessen a seus papéis clássicos, agora como os adultos da trama, que ainda segue acompanhando os estudantes adolescentes da Bayside High School. A premissa explora o que acontece quando o governador da Califórnia, Zack Morris (Gosselaar), fica em apuros por fechar muitas escolas de Ensino Médio que atendiam a população de baixa renda, e propõe que eles enviem os alunos afetados às escolas mais bem financiadas do estado – incluindo Bayside High. O afluxo de novos alunos dá às crianças privilegiadas de Bayside uma dose muito necessária de realidade – entre eles, o próprio filho de Zack, vivido por Mitchell Hoog (de “Freaky – No Corpo de um Assassino”). Os personagens Jessica Spano (Elizabeth Berkley) e A.C. Slater (Mario Lopez) agora trabalham na escola em que cresceram e lideram um elenco que também destaca John Michael Higgins (“A Escolha Perfeita”) como diretor do Bayside e uma nova turma de alunos, incluindo ainda Belmont Cameli (o filho de Jessica), Dexter Darden, Alycia Pascual-Peña, Josie Totah e Haskiri Velazquez. Já Gosselaar e Thiessen fazem apenas participações especiais. A produtora-roteirista Tracey Wigfield (“30 Rock”) atua como showrunner e conduz a série ao lado do produtor da atração original dos anos 1980, Peter Engel.

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    Série Expresso do Amanhã é renovada para 3ª temporada

    19 de janeiro de 2021 /

    O canal pago americano TNT anunciou a renovação da série “Snowpiercer” para sua 3ª temporada. A atração é exibida no Brasil com o título de “Expresso do Amanhã” pela Netflix. A renovação foi oficializada uma semana antes da estreia da 2ª temporada, demonstrando apoio à produção sci-fi de custo elevado e também confiança na reprise dos bons resultados da temporada inaugural, que atraiu uma média de 1,25 milhão de telespectadores ao vivo por episódio para a TNT. Comandada por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”), “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”). A série se passa a bordo de um trem de quase mil vagões que carrega os últimos sobreviventes da humanidade, depois que um desastre climático criou uma nova era do gelo. A 1ª temporada terminou com um grande reviravolta, com a chegada de um segundo trem que transporta outros passageiros, incluindo o criador supostamente morto do Expresso original, o misterioso Sr. Wilford, que passa a ser interpretado nos próximos capítulos por Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”). O grande elenco também inclui Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”) e Alison Wright (série “The Americans”). A estreia da 2ª temporada está marcada para 26 de janeiro na Netflix, um dia depois da exibição na TNT nos EUA.

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    Peaky Blinders terá filme após 6ª temporada

    19 de janeiro de 2021 /

    Após anunciar que a série “Peaky Blinders” ia acabar na 6ª temporada, o criador Steven Knight detalhou sua declaração enigmática de que a trama continuaria de outra forma. “A covid alterou nossos planos. Mas eu posso dizer que meu plano, desde o começo, era terminar ‘Peaky’ com um filme. É isso que acontecerá”, ele revelou ao site Deadline. A nova declaração reflete mais de perto a duração original pretendida por Knight para a série. Ele chegou a dizer anteriormente, em entrevista de 2019 à revista Entertainment Weekly, que “Peaky Blinders” iria até a 7ª temporada. No entanto, o atraso de um ano na produção, devido à pandemia, provavelmente mudou o planejamento e agora a série será encerrada na BBC em seu sexto ano, que começou a ser gravado neste mês de janeiro. Mas a conclusão definitiva da saga dos Shelby só deve acontecer no filme, que ainda não tem cronograma conhecido. Estrelada por Cillian Murphy, “Peaky Blinders” se baseia livremente em fatos reais para contar a história de Thomas Shelby, um veterano de guerra e chefe de uma gangue que busca expandir os negócios ilícitos da família. Toda a trama tem como pano de fundo a história da classe trabalhadora em Birmingham, após a 1ª Guerra Mundial. Desde sua estreia em 2013, a série tem recebido críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018.

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    Sky Rojo: Teaser vibrante revela nova série criminal do criador de La Casa de Papel

    19 de janeiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Sky Rojo”, nova série de Álex Pina (criador de “La Casa de Papel”) em parceria com Esther Martínez Lobato (criadora de “Vis a Vis”). Com o clima “exploitation” e vibrante das produções de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, a prévia mostra um grupo de mulheres armadas em ritmo de fuga – ao som de “Con Altura”, de Rosalía. Na trama, três prostitutas se tornam foragidas após deixarem seu cafetão gravemente ferido. Formado por uma brasileira, uma colombiana e uma espanhola, o trio tem à máfia a seu encalço e não pode pedir ajuda para a polícia, precisando escolher a menos pior entre suas duas opções: fugir até serem pegas ou atacar primeiro. O elenco é liderado pela espanhola Verónica Sánchez (“O Píer”), a cubana Yany Prado (“A Dupla Vida de Estela Carrillo”) e a atriz e cantora argentina Lali Espósito (“Floricienta”), e também inclui Asier Etxeandía (“Dor e Glória”), Miguel Ángel Silvestre (“Sense8”) e Enric Auquer (“Quien a Hierro Mata”). A estreia está marcada para 19 de março em streaming.

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    Versão live-action do Clube das Winx ganha novo trailer da Netflix

    19 de janeiro de 2021 /

    A Netflix divulgou um novo trailer legendado da série “Fate: A Saga Winx”, adaptação live-action do desenho animado italiano “O Clube das Winx”, criado por Iginio Straffi em 2004. A chegada do vídeo acontece na véspera da estreia da atração, marcada para sexta-feira (22/1). A série acompanha a jornada de cinco fadas adolescentes em Alfea, um internato mágico que fica em Outro Mundo – literalmente, Outro Mundo é o nome do lugar. Por lá, elas devem aprender a dominar seus poderes enquanto lidam com suas vidas amorosas, novas amizades, rivalidades e monstros que ameaçam suas existências. A adaptação foi desenvolvida por Brian Young (roteirista de “The Vampires Diaries”) e traz em seu elenco Abigail Cowen (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Hannah van der Westhuysen (“Grantchester”), Precious Mustapha (“Endeavour”), Eliot Salt (“Normal People”), Elisha Applebaum (“Undercover Hooligan”), Sadie Soverall (“Rose Interpreta Julie”), Freddie Thorp (“A Descoberta das Bruxas”), Danny Griffin (“So Awkward”), Theo Graham (“Hollyoaks”) e Jacob Dudman (“Não Fale com Estranhos”). Com seis episódios, “Fate: The Winx Saga” chega logo após a Netflix cancelar diversas séries do gênero sobrenatural adolescente em suas primeiras temporadas.

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    Pit Stop: Trailer legendado apresenta nova série de comédia de Kevin James

    19 de janeiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Pit Stop”, nova série de comédia protagonizada por Kevin James (“Segurança de Shopping”). Na série, o antigo entregador de cargas de “O Rei do Queens” vive o chefe de uma equipe da Nascar (circuito de corrida de carros dos EUA), que é surpreendido pela promoção de uma mulher jovem (Jillian Mueller, de “Sedutora e Infernal”) como sua chefe. A premissa é realmente sexista. Segundo a sinopse, quando o dono da equipe se aposenta e passa a liderança para a filha, o personagem de James tenta evitar que as modificações propostas por ela acabem prejudicando o grupo. A sitcom à moda antiga, que inclui risadas da audiência para piadas nem sempre engraçadas, tem roteiro e produção de Jeff Lowell, com bastante experiência no gênero – trabalhou em “The Drew Carey Show”, “Spin City”, “Dois Homens e Meio” (Two and a Half Men) e “O Rancho” (The Ranch). A estreia está marcada para 15 de fevereiro.

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    Lupin supera audiência de Bridgerton e O Gambito da Rainha na Netflix

    19 de janeiro de 2021 /

    A Netflix anunciou que “Lupin” se tornou o maior sucesso de língua francesa em sua programação. Na verdade, o sucesso de “Lupin” é maior, inclusive, que qualquer outra série recente da língua inglesa da plataforma. Segunda a empresa, superou até “Bridgerton” e “O Gambito da Rainha”, ao ser vista por 70 milhões de assinantes. Mas será que 70 milhões viram mesmo a série? A resposta curta e direta é não. Nem metade disso viu “Lupin”. Esses números não são factuais, assim como outros que a Netflix começou a soltar de forma aleatória ultimamente. Disponibilizada em 8 de janeiro – ou seja, há 11 dias – , a série teria 70 milhões de visualizações entre os assinantes do serviço em seus primeiros 28 dias. Reparem que a Netflix agora celebra a audiência mensal que uma série ainda não atingiu. Isso só é possível porque a empresa criou sua própria forma de calcular visualizações – que não é auditada – e ainda resolveu inovar mais, utilizando uma máquina secreta do tempo para incluir na soma os resultados futuros. Brincadeira à parte, a matemática permite essa façanha, graças aos cálculos de “projeções”, que costumam ser bastante usados em planos de negócios. Mas na prática os números que servem de base para o cálculo são tão irreais quanto o resultado. Além da “adivinhação” com base supostamente científica, a Netflix considera que uma temporada de série foi totalmente vista quando um assinante dá play por dois minutos num episódio qualquer. O que os números divulgados dizem de fato é que a Netflix espera que 70 milhões de assinantes vejam dois minutos de “Lupin” até o dia 5 de fevereiro. Apesar de demonstrar como o serviço infla artificialmente seus números de streaming, a divulgação aleatória de audiência ilusória estabelece ao menos algum parâmetro de comparação entre os conteúdos diferentes da plataforma. Em outras palavras, serve para indicar quais produções estão atingindo maior sucesso dentro dos critérios específicos da empresa. Por exemplo: poucos dias após a estreia, a Netflix anunciou que “Bridgerton” seria visualizada por 63 milhões de famílias em 28 dias. Pelos mesmos critérios, “O Gambito da Rainha” atingiria 62 milhões. Ambas teriam sido superadas por “Lupin”. De forma impressionante, os números mágicos ainda sugerem que os cinco episódios de “Lupin” foram quase tão vistos quanto as três temporadas completas de “Cobra Kai”, supostamente assistidas por pelo menos 73 milhões de contas da Netflix… A aventura criada por George Kay (roteirista de “Killing Eve”) em colaboração com François Uzan (“Family Business”) homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário dos romances de 100 anos atrás do escritor Maurice LeBlanc, conhecido como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. Na trama, o personagem do astro Omar Sy (de “Intocáveis”) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin para se disfarçar e mudar de identidade em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – filme que, inclusive, serve de parâmetro para o clima da série. Independente de ter sido vista ou não (na verdade não) por 70 milhões de “famílias”, o sucesso de “Lupin” é de fato inegável e pode ser medido também por seu impacto cultural. Desde o lançamento da série, os livros originais de LeBlanc tiveram impulso de vendas em muitos mercados – na França, Itália, Espanha, Estados Unidos, Reino Unido, Coréia do Sul e outros. E, nesta semana, a rádio nacional francesa, FranceInfo, dedicou um episódio do programa FranceInfo Junior sobre o personagem, para ensinar a seus jovens ouvintes sobre suas origens literárias.

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    Richard Lindheim (1939 – 2021)

    19 de janeiro de 2021 /

    O produtor e roteirista Richard Lindheim, que co-criou a série “The Equalizer” de 1985, morreu na segunda (18/1) de insuficiência cardíaca aos 81 anos. Lindheim passou mais de quatro décadas na indústria do entretenimento, atuando como executivo de redes e estúdios de TV – na NBC, Universal Studios e Paramount, além de produzir séries populares e premiadas como “Frasier”, “Star Trek: Voyager”, “Star Trek: Deep Space 9” e “Miami Vice”. Ele começou a carreira ainda nos anos 1970, tendo escrito e produzido as três temporadas da série “As Aventuras de BJ” (BJ and the Bear) de 1978 a 1981. Mas sua maior contribuição à TV foi mesmo a criação de “The Equalizer”, que foi exibida na rede CBS por quatro anos, de 1985 a 1989, e recentemente foi revivida no cinema com dois filmes de sucesso estrelados por Denzel Washington (batizados de “O Protetor” no Brasil). O co-criador da versão original também estava envolvido no revival da atração, que está prestes a voltar à TV em nova versão estrelada por Queen Latifah. Ele era produtor executivo desta nova série, que vai estrear em 7 de fevereiro nos EUA. Outra realização notável de sua carreira aconteceu durante seu mandato na Paramount Television Group, de 1992 a 1999, onde fundou a Paramount Digital Entertainment, o grupo de tecnologia da Internet do estúdio. Lindheim também foi cofundador da RL Leaders, uma empresa que fornece experiências imersivas para treinamento especializado, combinando a criatividade de Hollywood com a alta tecnologia para criar simulações de realidade virtual, além de diretor executivo do Instituto de Tecnologias Criativas da USC (Universidade do Sul da Califórnia). “Ele estava assistindo ao (piloto de) ‘The Equalizer’ até o último dia. Estava tão animado para ver a série entrar em produção…”, disse o genro de Lindheim, Ezra Dweck, à imprensa americana.

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    Dublador espanhol vaza que Evan Peters aparecerá em WandaVision

    18 de janeiro de 2021 /

    Há tempos circulam rumores de que Evan Peters voltaria a viver seu personagem dos X-Men, Pietro Maximoff, na série “WandaVision”. E neste fim de semana esse rumor ganhou ainda mais força devido a um post de Rodri Martin, que já dublou o ator nos filmes dos X-Men lançados na Espanha. Num texto em que convida os seguidores a assistirem “WandaVision”, ele afirmou que estaria dando voz novamente a Peters na série do Disney Plus (Disney +). Para completar, ainda incluiu uma foto do ator com o traje de Pietro – também conhecido como o mutante Mercúrio – do filme “X-Men: Fênix Negra”. Depois da repercussão da postagem, o dublador apagou o tuite e tornou sua conta privada. Mas, a esta altura, a participação de Peters passou a ser considerada praticamente confirmada. Caso isso realmente se confirme, será o primeiro crossover oficial do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) com os filmes dos X-Men. Os heróis mutantes ainda não apareceram nas produções da Marvel Studios, apesar da compra da Fox pela Disney já permitir que isso aconteça. A aparição de Peters também criará um paradoxo, já que seu personagem apareceu em “Vingadores: Era de Ultron” interpretado por outro ator, Aaron Johnson. O Mercúrio do MCU também morreu naquele filme, enquanto a versão da Fox apareceu em três longas diferentes. Num deles, uma foto cenográfica da infância do personagem chamou atenção para o fato dele ter uma irmã desconhecida, ruiva como Wanda. Mercúrio e Wanda, a Feiticeira Escarlate, são irmãos nos quadrinhos. Com tudo o que implica a participação de Evan Peters, a série “WandaVision” pode se revelar muito mais importante do que seus primeiros episódios deixaram transparecer. Veja abaixo uma cópia do post que causou todo o frisson.

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